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TNP opiniões

In Defesa, Energia, Geopolítica on 10/04/2010 by E.M.Pinto Etiquetado: , ,

http://oglobo.globo.com/fotos/2009/10/20/20_MHG_lula-guimaraes.jpg

Instrumento desnecessário e humilhante

SAMUEL PINHEIRO GUIMARÃES

O centro da questão é o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), cujo objetivo é evitar uma guerra nuclear. A possibilidade de tal conflito não está nos países que não detêm armas nucleares, mas, sim, naqueles que as detêm. Portanto, o principal objetivo do TNP deve ser a eliminação das armas dos países nuclearmente armados: Estados Unidos, Rússia, China, França e Inglaterra.

Há 42 anos esses países se comprometeram a eliminar suas armas, e há 42 anos não cumprem esse compromisso. Ao contrário, aumentaram a eficiência de suas armas nucleares.

Apesar de não terem se desarmado, esses países insistem em forçar os países não nucleares a aceitar obrigações crescentes, criando crescentes restrições à difusão de tecnologia, inclusive para fins pacíficos, a pretexto de evitar a proliferação.

Os países nucleares, ao continuarem a desenvolver suas armas e, portanto, a intimidar os países não nucleares, estimulam a proliferação, pois os países que se sentem mais ameaçados procuram se capacitar. Isso ocorreu com a então União Soviética (1949), com a França (1960) e com a China (1964).

Hoje, diante da inexistência de ameaça de conflito nuclear, o argumento dos países nucleares é a possibilidade de terroristas adquirirem a tecnologia ou as armas.

Essa tecnologia está disponível. A questão é a capacidade de desenvolver industrialmente as armas e os vetores para atingir os alvos.

Nenhum grupo terrorista detém os vetores (mísseis e aviões), nem a estrutura industrial para produzir o urânio enriquecido, nem a técnica para fabricar detonadores. Por outro lado, os terroristas poderiam obter essas armas justamente onde existem, nos países nucleares.

Nesse contexto se insere o Protocolo Adicional. O TNP prevê que todos os países-membros assinem acordos de salvaguardas com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), pelos quais os Estados não nucleares submetem a inspeção todas as suas instalações nucleares. O objetivo do acordo é verificar se há, para fins militares, desvio de material nuclear da instalação (reatores, usinas de enriquecimento etc.).

O Brasil tem atividades nucleares exclusivamente para fins pacíficos, como determina a Constituição, e tem um acordo de salvaguardas com a AIEA, que permite à agência inspecionar instalações brasileiras. Tudo com respeito à soberania nacional e a nossos interesses econômicos.

A AIEA, por proposta americana e a pretexto do programa do Iraque, elaborou um modelo de protocolo adicional aos acordos de salvaguardas, permitindo a visita de inspetores, sem aviso prévio, a qualquer local do território dos países não nucleares para verificar suspeitas sobre qualquer atividade nuclear, desde pesquisa acadêmica e usinas nucleares até a produção de equipamentos, como ultracentrífugas e reatores.

O Protocolo Adicional constituiria uma violação inaceitável da soberania diante da natureza pacífica das atividades nucleares no Brasil, uma suspeita injustificada sobre nossos compromissos constitucionais e internacionais e uma intromissão em atividades brasileiras na área nuclear.

Essa intromissão causaria graves danos econômicos, quando se consideram as perspectivas brasileiras na produção de combustível nuclear, que terá forte demanda com a necessidade de enfrentar a crise ambiental.

A solução ambiental exige a reforma da matriz energética, tanto nos emissores tradicionais, como os EUA, quanto nos de rápido desenvolvimento, como a China e a Índia.

Uma das mais importantes fontes de energia não geradora de gases de efeito estufa é a nuclear. O Brasil tem grandes reservas de urânio, tem o conhecimento do ciclo de enriquecimento do urânio e a capacidade para produzir reatores, ultracentrífugas, pastilhas etc. e, assim, pode vir a atender uma crescente demanda externa.

A preservação do conhecimento tecnológico é, assim, aspecto essencial na área nuclear. Ora, as ultracentrífugas de tecnologia brasileira são as mais eficientes do mundo. Há grande interesse de certos países em ter acesso a suas características, uma das consequências da assinatura do Protocolo Adicional, que, no caso do Brasil, seria um instrumento desnecessário, intrusivo, prejudicial e humilhante.

SAMUEL PINHEIRO GUIMARÃES , 70, diplomata, é ministro de Assuntos Estratégicos. Foi secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores (2003-2009).http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/entrevista/en_1143541672897435.jpg

Adesão não contraria interesse nacional

RUBENS RICUPERO

Da mesma forma que a democracia, segundo Churchill, é a pior forma de governo, exceto todas as demais, o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) é desigual e injusto, mas superior às alternativas existentes. Durante os 40 anos de sua vigência, renunciaram à arma atômica 11 países que já a possuíam ou desejavam adquiri-la (entre eles Brasil, Argentina e África do Sul).

Dos 4 que se tornaram nucleares, 3 (Índia, Paquistão e Israel) jamais assinaram o TNP, e a Coreia do Norte teve que deixá-lo antes de construir a bomba. O controle das armas de destruição de massa não é impossível, pois desde Hiroshima e Nagasaki o mundo viveu 65 anos sem que a tragédia se repetisse.

Brasil e Argentina tomaram juntos a decisão de abandonar seus programas nucleares rivais, desarmando perigosa corrida armamentista na América Latina e abrindo caminho à integração do Mercosul.

O processo culminou, em 1991, com a assinatura do acordo entre o Brasil, a Argentina, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e a Agência Argentino-Brasileira de Controle, pelo qual os dois países aceitaram as inspeções da agência da ONU.

A adesão ao TNP constituiu a consequência natural, pois a proibição da arma nuclear já constava da Constituição de 1988 e o acordo de 1991 havia criado para o país todas as obrigações que decorreriam do tratado.

Quando a adesão se deu, em 1997-1998, os únicos que não haviam assinado eram Índia, Paquistão e Israel, que tinham para isso uma razão: queriam adquirir a bomba (o quarto era Cuba, que aderiu logo depois). Que sentido teria tido para o Brasil ficar de fora, em companhia dos três belicistas, se já havíamos assumido na prática as obrigações do TNP?

O mesmo argumento se aplica ao Protocolo Adicional, que não é mais que a aceitação de fiscalização reforçada. O Brasil é dos raros países que permitem à agência acesso até a suas instalações militares. O que teríamos a temer se nada temos a esconder?

Alega-se que deveríamos proteger a originalidade de nossa tecnologia. O objetivo é legítimo, mas, segundo especialistas, pode ser perfeitamente assegurado pela negociação com a agência de modalidades que preservem os segredos tecnológicos.

Até agora, a recusa era justificada pelo desinteresse do governo americano de cumprir a obrigação de desarmamento constante do TNP.

A situação mudou totalmente com o advento do governo Obama, o acordo com a Rússia para redução de ogivas nucleares e a nova estratégia dos EUA, que restringe o papel das armas nucleares. Ainda se está longe do desarmamento, mas é mudança construtiva que deve ser encorajada.

Neste momento, a persistência da recusa será vista como obstrução à evolução positiva em curso. A infeliz coincidência com a visita do presidente Lula a Teerã avivará suspeitas sobre nossas intenções.

Cedo ou tarde, o processo de reforço do TNP conduzirá à proibição da exportação ou importação de urânio enriquecido e restrições de acesso tecnológico para os que rejeitam o protocolo. É risco gratuito quando nossa tecnologia pode ser preservada por negociação cautelosa.

Se o real motivo for armamentista, equivale a golpe gravíssimo contra a Constituição. O argumento da soberania não procede, pois a adesão não contraria o interesse nacional.

Que interesse haveria em adquirir a bomba para país que não está sob ameaça ou em zona de conflito, tendo completado 140 anos de paz ininterrupta com seus dez vizinhos?

Na hora lancinante da catástrofe do Rio de Janeiro, só o delírio de grandeza e a perda de contato com a realidade explicam desviar recursos escassos para prioridades erradas e desnecessárias como os desvarios atômicos. A realidade que chega pela tela da TV nos revela aonde estão nossos inimigos: não no exterior, mas aqui dentro.

A corrupção e a incompetência diante da urbanização selvagem, a patética incapacidade de salvar vidas, a falta de dinheiro para dar casa decente aos trabalhadores -são essas as ameaças a enfrentar. E não será com submarinos nucleares e urânio enriquecido que vamos diminuir um só desses perigos reais e imediatos.

RUBENS RICUPERO , 73, diretor da Faculdade de Economia da Faap e do Instituto Fernand Braudel de São Paulo, é colunista da Folha . Foi secretário-geral da Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) e ministro da Fazenda (governo Itamar Franco).

Fonte: FSP via CCOMSEX

31 Respostas para “TNP opiniões”

  1. “Portanto, o principal objetivo do TNP deve ser a eliminação das armas dos países nuclearmente armados: Estados Unidos, Rússia, China, França e Inglaterra.”
    Se for mesmo essa a intenção eu particularmente não concordo. Acho as armas nucleares imprescindíveis ao mundo atual, aliado a uma boa dose de bi ou multipolarismo.
    Um mal necessário.
    Em um mundo sem armas nucleares corremos o risco de novamente haverem guerras mundiais levando anos e em que milhões morrem.
    Mesmo porque, seria um sinismo um país deter a capacidade de fazê-las em poucos meses (ou dias) e dizer que não as possui.

  2. Concordo que a bomba atomica seja mesmo um mal necessario, pelo menos sob o ponto de vista dos paises fracos, pois e a unica arma que desequilibra a distribuicao de poder que existe hoje no mundo, ou seja, e o unico e mais efetivo instrumento de democracia entre as nacoes que existe, afinal com algumas duzias delas pode vir qualquer frota norte-americana, russa ou chinesa que sao dizimadas. O paquistao me parecer ser o melhor exemplo desta “democracia do terror”.
    Tai o motivo pelo qual os poderosos querem proibir os outros de possuirem pois anula a vantagem belica que possuem sobre os paises mais fracos.
    Bombas para todos e viva a democracia !!!!
    (peco deculpa pela falta de acentos e outros elementos proprios da gramatica brasileira mas e que este computador usa lingua estrangeira)

  3. Esse “RUBENS RICUPERO” diz que o nosso problema esta aqui dentro, é pode ter certeza que está, e ele é um deles !
    Como esse “idiota” vem dizer que a tragedia no Rio de janeiro tem a ver com a verba que é destinada a investimentos (miseros investimentos) nas forças armadas e em estudos?
    a culpa nao é do dinheiro que é destinado para proteger a soberania do nosso país, mais sim dos corrupos que guardam dinheiro na meia e na cueca!
    Ler isso deixa qualquer que ama seu país e tem uma ampla visao da realidade do mundo, ele diz que por recursamos o protocolo adicional estamos errados por E.U.A e Russia terem reduzido seus arsenais, diz que isso é um belo passo para o desarmamento nuclear do mundo, mas esses paizes vao continuar só com 1.500 cada, sem mencionar que essas 1.500 valem por 3.000.

    Jamais deveremos assinar esse protocolo, caso isso ocorra sera o fim do sonho de ” Brasil – Pontencia Mundial”
    BRASIL ACIMA DE TUDO !

  4. Olha os que são a favor do TNP querem. “E não será com submarinos nucleares e urânio enriquecido que vamos diminuir um só desses perigos reais e imediatos” , querem nos desarmar esses entreguistas.

  5. Com certeza a bomba atomica eh um mal necessario e ateh o momento, o meio mais eficaz na manutencao da paz, pela sua natureza dissuasoria.

    Os argumentos dos paises nucleares sao claramente improcedentes e mal intencionados,
    um instrumento de repressao e opressao, alem de cercearem a liberdade economica de paises como o Brasil em tirar proveito de suas invejaveis reservas de uranio e de seu nao menos apreciavel desenvolvimento de tecnologia nuclear, capazes de gerar grandes riquezas e com extrema eficiencia na producao de energia. Jamais a usariam contra um pais que a detem, mas sim contra aqueles que nao a possuem, se necessario e com certeza!!!!

  6. Ou esse Ricupero é retardado ou é mal intencionado mesmo..lamentável um imbecil para ser mais honesto.

  7. Esse Ricupero sempre mandando às favas todos os escrúpulos.Lembram????

  8. Eu parto da tese em que o que é bom para os EUA é bom para o Brasil; senão vejamos: eles podem possuir armas atômicas? então nós também podemos; eles podem possuir 52(salvo engano) sub atômicos? nós também podemos; eles podem ter vetores e lançadores intercontinentais? nós também… e por ai vai…o que não podemos é prescindir da nossa defesa e soberania…ou tem quem ache que os países gastam bilhões de dolares em defesa só por esporte? é ser ingênuo demais. O que os EUA querem de fato é nos atrasar (vide caso do VLS, ou alguém acha que aquilo aconteceu por acaso?)Eles sabem que é impossível conter nosso crescimento e influencia no sul do planeta; eles não querem e não teem como nos barrar, mas podem nos atrasar…

  9. Perfeitas as considerações de Samuel Pinheiro.

    “O TNP prevê que todos os países-membros assinem acordos de salvaguardas com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), pelos quais os Estados não nucleares submetem a inspeção todas as suas instalações nucleares. O objetivo do acordo é verificar se há, para fins militares, desvio de material nuclear da instalação (reatores, usinas de enriquecimento etc.).”

    -EUA, Russia, China , Inglaterra , França, todos estados armados com bombas, permitem inspeções em suas instalações?

    “A AIEA, por proposta americana e a pretexto do programa do Iraque, elaborou um modelo de protocolo adicional aos acordos de salvaguardas, permitindo a visita de inspetores, sem aviso prévio, a qualquer local do território dos países não nucleares para verificar suspeitas sobre qualquer atividade nuclear, desde pesquisa acadêmica e usinas nucleares até a produção de equipamentos, como ultracentrífugas e reatores.”

    -EUA, Rússia, China , Inglaterra , França, permitem tais violação de suas soberanias?

    Já discurso de Ricúpero, cheio de frases de efeito e apelando para catástrofes como a do Rio de janeiro, pobreza etc..não esconde o condicionamento mental imposto pelo “Consenso de Washington” e a submissão dai decorrente: “Renunciemos as nossas FA e a nossa soberania. E docemente nos deixemos levar pelas orientações do norte, afinal, o que é bom para o EUA, é bom para o Brasil, já dizia o entreguista e submisso FHC…

    Más concordo com com Ricúpero quando ele diz:

    “..aonde estão nossos inimigos: não no exterior, mas aqui dentro.”

    Os inimigos internos são gente com a mentalidade de vira-latas, alinhados automaticamente ao EUA, como ele…

    Sobre a mentalidade de Ricúpero e FHC, uma imagem, que vale por mil palavras:

    http://www.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/07/dependenciaaonorte1.jpg
    .

  10. Na questão da bomba atômica o Brasil perdeu o bonde da história. Tinha que ter feito há 30/40 anos atrás e não o fez. Na época de um mundo bipolarizado havia “ambiente” para que isso fosse feito. Hoje não há.
    Na década de 70 se dizia que no raiar do novo milênio haveriam pelo menos 20 países com armas nucleares.
    O mesmo em relação a termos meios de lançá-las. Deveríamos ter desenvolvido nossa tecnologia espacial há décadas e não o fizemos. Hoje não avançamos nada e culpamos os americanos por nos ter negado esse ou aquele “chip”. rsrs. Seria cômico se não fosse trágico.
    Por um lado eu me dou por satisfeito. Já imaginaram um país de Arrudas, Malufs, Garotinhos, etc, com bombas atômicas e meios de lançá-las mundo afora? rsrsrs….
    Um abraço a todos.

  11. Esse canalha desse Ricupero de merda deveria ser banido do território nacional. Um imbecil desses, certamente não é brasileiro. Esse merda é um vendido, um frouxo, um cagado, um sujeitinho vil merecia ser trucidado.

  12. A mentalidade deste indivíduo é “arcaica”, acha q o mundo é um mar de rosas. Outo q só ta preocupado com o próprio bolso. “Os verdadeiros inimigos estão aqui dentro, e não lá fora”.

  13. Boa noite a Todos!
    1 – Considero uma opinião pessoal de alguém que postule que todos devemos nos desermar, como algo tolo mas, honesto e sincero.
    2 – Entretanto opiniões como a do do ex. Ministro, Sr. Ricupero, o qual reconhece que existem nações superarmadas e mesmo assim consegue argumentar que devemos assinar o adicional do TPN MESMO SABENDO QUE QUEM POSSUI ARMAS NUCLEARES NÃO IRÁ SE DESARMAR, eu, pessoalmente considero essas pessoas, não insensatas, loucas ou doentias: Eu as considero criminosas e dignas de um traidor e Lesa-Pátria!
    É assim que eu considero o Ex-Ministro Ricupero: Um traidor. Basta ver os inúmeros exemplos na história de povos que se desarmaram e pagaram com o preço do genocídio, por tal insanidade (que o digam os Armenios, frente aos Turcos, só para começar).
    Nada devemos aquela CORJA que hoje integra o CS da ONU!!! Que vão primeiro desarmar Israel e a Coreia do Norte, se são bem machos!!!
    E, Sr. Ricupero: Ainda bem (para o Sr, é lógico), que o Sr. não nasceu cidadão de um dos integrantes do “CS”, pois nesse caso, não duvido de que já estaria preso, por alta traição.
    [ ]s a todos
    Intruder

  14. Esse protocolo adicional do TNP é um forte grilhão no nosso BRASIL é pesquisas no campo da energia atômica, e quem quer q assinemos a protocolo adixcional é sem dúvodas um traidor da pátria.

  15. Só para concluir esse assunto: É para ser respeitado? Já digo o que temos de fazer: Construir umas 50 ogivas nucleares de 100 Megatons e enterra-las na Amazônia e avisar aquela corja que integra o “CS: Se A amazônia não for nossa, garantiremos que não o seja de mais ninguém, estejam avisados…
    Os Ianques, certamente, fariam isso. Por que nós, não ???

  16. é amigos, muitos dizem que o Lula é merda, idiota, comunista etc…
    mais nesses seus 2 mandantos, ele teve erros e muitos e muitos acertos, mais uma frase que fez muito feliz foi: “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu ontem as críticas dos EUA à sua visita ao Irã, marcada para maio, ao afirmar que nunca questionou as decisões políticas internacionais americanas. Agora estão invocados que vou no Irã. Nunca perguntei por que estão fazendo guerra no Afeganistão.”

    isso é a maior e mais clara amostra que nosso país nao é mais um quintal americano, agradeço a Deus, agradeço muito mesmo por ele ter comandando o país, nunca mais vamos ser um pau mandado dos E.U.A, nunca, jamais assinaremos esse protocolo e depois de recursamos o protocolo vamos resolver o problema aqui dentro começando por esse “RUBENS RICUPERO” mandando ele pra guantanamo pra ver como os americanos sao tao bonzinhos!
    eu nao gosto muito de politica, mas se for o caso de a Srª Dilma for igual ou até melhor que o Lula, que venha ela.

    abraços !

  17. Não esqueçam RUBENS RICÚPERO, aquele salafrário que comentou com seu amiguinho da globo que ele, como ministro, mostrava para o povo apenas o que lhe interessava, que ele alterava os números à vontade para indicar uma inflação menor e que a globo tinha um esquema para mantê-lo no ar e favorecer um certo ex-presidente em sua campanha com a falsa propaganda… o Itamar mandou o Ricúpero para a rua na mesma hora!

    O vídeo acabou vazando para quem tinha antena parabólica, a globo editou a notícia quando esta foi colocada no ar mas o sbt mostrou na íntegra, aqui está o link da matéria do sbt (parte 1 e 2):
    Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=hzYhVbX4OYU&feature=related
    Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=70eGz3g7h2g&feature=related

  18. Pelo que se lê dos comentários postados aqui se vê que todos defendem a posse da bomba pelo Brasil, contudo acho que a coisa não é tão simples assim, pois não é só esbravejar e sair por aí chutando a bunda dos “salafrarios” que já as possuem para resolver o problema, pois queira ou não a bomba ainda é a “bomba” e precisa-se de muita responsabilidade no trato desta questão, é por isso que apesar de defender a sua posse, acho que o Brasil ainda faz mal em apoiar indiscriminadamente a ambição nuclear do Irã só para justificar a sua pretensão na área nuclear.
    Como dizem por ai, maçã é maçã e laranja é laranja, ou seja, uma coisa e a ambição nuclear brasileira que goza de credibilidade por causa de sua política nacional responsável e efetivamente pacifista, e outra coisa é a ambição do Irã que é escancaradamente belicosa e tem natureza política no mínimo duvidosa. Neste contexto, o Brasil não deveria atuar tão radicalmente no trato da questão, chegando a nível quase que irresponsável quando apóia o país, pois o que se defende aqui é a posse da bomba para fins pacíficos, o que no caso daquele país não se verifica.
    O Brasil deseja se tornar um membro influente na política mundial e a questão nuclear poderia ser o início desta nova faceta da diplomacia brasileira, mas até o momento o Brasil está desperdiçando esta excelente oportunidade tomando medidas conflitantes entre a sua vocação pacifista e a ambição nuclear, quando poderia tomar medidas que atendam aos dois interesses, defendendo posições menos radicais e mais balanceadas, pois afinal, de países radicais o mundo está cheio, e o Brasil está querendo ser o chefe desta “gange” que já tem doidos demais; mas uma posição mais balanceada, calcada no bom senso e responsabilidade, alçaria naturalmente o Brasil a uma posição de liderança na questão, uma vez que é membro natural dos países ditos “não alinhados” e a sua posição mais equilibraria acabaria atraindo o interesse dos países mais abastados que necessitam de um interlocutor novo para servir de ponte para os demais países.
    Lula, como atual presidente do Brasil, tem falhado em atingir este fim por causa de seu vício ideológico de luta, que separa as pessoas de boas e más, e precisa de “lutas” e “revoluções” para conduzir as suas ambições políticas aqui e fora do Brasil. O cara não consegue se promover sem inimigos e conflitos, e isso é o que não precisamos agora, principalmente na questão nuclear.
    Como disse antes, defendo a posse da bomba por todos, mas se é para ser uma orgia do tipo iraniano e norte-coreano prefiro mil vezes o que está ai, afinal do jeito que está podemos reclamar apenas de hipocrisia, mas se for da outra maneira vamos ter de reclamar de coisa pior.

  19. Não sou a favor da bomba atômica, mas também não sou a favor da assinatura do protocolo adicional do TNP, pois não traria nenhum benefício para o Brasil, pelo contrário, poderia até prejudicá-lo.

    Antes de tudo, devemos somente ouvir a opinião de pessoas relacionadas o mais diretamnte possíveis com a área nuclear que seria os militares (que apesar de não participarem do programa nuclear brasileiro, creio eu, foram eles que deram o ponta-pé no assunto, visando concerteza o melhor bem para o país, pois afinal você conhece um tipo de pessoa mais NACIONALISTA que os militares?) e as pessoas que tratam do tema em reuniões oficiais (embaixadores, técnicos, etc…).

    Ouvir opiniões que não sejam de pessoas da área seria um assunto que tendesse muito para ideias particulares dos mesmos e sem NENHUM FUNDAMENTO, fosse qualquer argumento apresentado, pois você já escreveu ou viu alguma redação que não buscasse convencer a opinião do LEITOR quanto a ideia de seu CRIADOR?
    Seria o mesmo que pedir a opinião para um padre ou um chefe relioso, podendo assim já se ter noção de suas ideias.

    Desculpe RICUPERO, mas realmente quais são suas verdadeiras intenções sobre o assunto, seria você uma pessoa de caráter muito PACIFÍSTA ou uma pessoa que tenha algum INTERESSE PESSOAL na área?

  20. Roosevelth :
    Não sou a favor da bomba atômica, mas também não sou a favor da assinatura do protocolo adicional do TNP, pois não traria nenhum benefício para o Brasil, pelo contrário, poderia até prejudicá-lo.
    Antes de tudo, devemos somente ouvir a opinião de pessoas relacionadas o mais diretamnte possíveis com a área nuclear que seria os militares (que apesar de não participarem do programa nuclear brasileiro, creio eu, foram eles que deram o ponta-pé no assunto, visando concerteza o melhor bem para o país, pois afinal você conhece um tipo de pessoa mais NACIONALISTA que os militares?) e as pessoas que tratam do tema em reuniões oficiais (embaixadores, técnicos, etc…).
    Ouvir opiniões que não sejam de pessoas da área seria um assunto que tendesse muito para ideias particulares dos mesmos e sem NENHUM FUNDAMENTO, fosse qualquer argumento apresentado, pois você já escreveu ou viu alguma redação que não buscasse convencer a opinião do LEITOR quanto a ideia de seu CRIADOR?
    Seria o mesmo que pedir a opinião para um padre ou um chefe relioso, podendo assim já se ter noção de suas ideias.
    Desculpe RICUPERO, mas realmente quais são suas verdadeiras intenções sobre o assunto, seria você uma pessoa de caráter muito PACIFÍSTA ou uma pessoa que tenha algum INTERESSE PESSOAL na área?

    BRASIL ACIMA DE TUDO!

  21. Tinha que ser a Folha, sempre contra o país.
    Que os entreguistas não voltem nunca mais.
    Tenho que me render às evidências, este governo é verdadeiramente nacionalista.
    É nós! É o Brasil que agora sabe dizer NÃO.

  22. Que saco, essa múmia lambe botas das potências hegemônicas ainda não foi para os quintos dos infernos ?
    Que aborto da natureza em uma moita de espinheiros é essa que não desaparece da face da Terra…
    Inda por cima tem que nos provocar náuseas com esse discurso nojento de lambe rabo das potências nucleares…

    Desculpem-me, não costumo usar desse linguajar, mas tudo tem limites..
    Esses dias atras foi o Lampréia e o cinismo ‘iluminado’.
    Agora esse infeliz sem recuperação…

  23. Mais uma vez este elemento, Ricupero, Pensei que depois daquela que o Fernando recordou pensei que ele estivesse banido do mundo político Brasileiro pra sempre, mas como não somo um país serio, ai esta ele falando bobagens, como sempre alias.

    Pior que este elemento é quem diz que os Yankees estão procurando um “mundo sem armas nucleares… ilusões !!

    Pois tudo indica que o que estão realmente fazendo, é desativando as velhas e obsoletas testadas, mas na frente de jornalistas vem com este papo “O mundo sem armas nucleares…”, blàblàblà !!

    Pra mim o Brasil deveria era abandonar este tratado, e começar a ir atrás dos próprios meios, ai teremos argumentos válidos para contrapor aos deles, sem ter que escutar nunca mais em mesa diplomática o discurso:

    “-Devemos recordar aos senhores que possuímos um grande exército e um grande… devastador arsenal militar direi, então os convidamos à re-considerar a vossa posição sobre este acordo comercial que propomos…”

    Se eles tem Nukes, nós também possuímos o direito de ter !!

    Valeu, e abaixo a submissão aos povos detentores de Nukes!Tudo indica que o que estão realmente fazendo, é desativando as velhas e obsoletas testadas, mas na frente de jornalistas vem com este papo “O mundo sem armas nucleares…”, blàblàblà !!

    Pra mim o Brasil deveria era abandonar este tratado, e começar a ir atrás dos próprios meios, ai teremos argumentos válidos para contrapor aos deles, sem ter que escutar nunca mais em mesa diplomática o discurso:

    “-Devemos recordar aos senhores que possuímos um grande exército e um grande… devastador arsenal militar direi, então os convidamos à re-considerar a vossa posição sobre este acordo comercial que propomos…”

    Se eles tem Nukes, nós também possuímos o direito de ter !!

    Abaixo a submissão aos povos detentores de Nukes!

    Outro ponto é aquele dos que falam que basta saber fazer para ter dissuasão…

    Isso é relativo! Uma intervenção política diplomática daria sim tempo para uma hipotética realização destas armas aqui no Brasil, mas uma preparação de invasão do nosso território, geraria uma série de ataques preventivos que nós limitaria muito à produção destas armas… ou em caso de conflito militar ativo, contra o Brasil, nossas instalações de preparação da “bomba” seriam sistematicamente bombardeadas, e continuamente sob ataque, o que poderia ser um golpe fatal ao nosso “programa nuclear”, abrindo assim a conquista do nosso território por parte do inimigo e ACABANDO com a nossa capacidade de “dissuasão” de SOMENTE SABER FAZER a “Dita Arma”!!

    Então creio que saber fazer não corresponda ao mesmo Índice de dissuasão do que possuir fisicamente estas armas em nossos arsenais…

    Não creio que teríamos embargo, pois ao contrário da Coréia do Norte, somos uma democracia, temos cultura ocidental, e temos um maior número de acordos bi-laterais, com países váriados, o que aumenta o nosso peso na diplomacia internacional…

    Quanto a uma possivél comparação ao Irã, que tem “alguns embargos” internacionais, na maior parte deles de produtos industriais, mais precisamente da indústria mecânica de precisão, e isso nós temos aqui, uma grande indústria de precisão mecânica.

    E este embargo médio que sofre o Irã seria até possivél para nós, pois assim como eles, nós possuimos grandes reservas de recursos minerais, e o mundo precisa de matérias primas, mas possuímos ao contrário deles, uma alta produção de produtos agro-industriais, coisa que é devastador aos países que sofrem embargo, sendo este o maior setor de pressão na história dos embargos comerciais, que seria inúltil contra de nós, impedindo assim o escalar do embargo contra o Brasil, ficando no “embargo médio”.

    Além de que possuímos um média produção industrial, que pode ser maior e em maiores setores, dependendo das encomendas governamentais, e se o Brasil neste caso específico, sofresse um embargo, perderia mercado no Ocidente mas ganharia na China, país que tem uma população em preda fanática à religião ocidental do consumismo desenfreado, e precisará de mais e mais recursos, alimentos e até mesmo produtos industriais, e temos o precedente de que este país protege a Coréia do Norte, Irã, Birmania, etc., e isso é uma garantia de apoio e comércio com o nosso país em caso de embargo internacional.

    Mas creio que a ONU analisando esta situação, veria uma vantajem maior em não ativar embargue algum contra o Brasil em caso de denúncia do TNP, mas sim de aceitar o Brasil no Clube Atómico Internacional… tendo que nós engulir !!!

    E em caso de realização deste embargue total do mundo contra nós, que dizes, viveríamos isolados comercialmente… e daí ??? O que tem o mundo que serve assim fundamentalmente para a sobrevivência da nossa população, que não temos aqui ??? Água doce, bio-diversidade, agro-índustria, indústria, energia, matéria-prima, ou será que é a tecnologia que não somos capazes de desenvolver, pois os seres humanos e cerebros deles são superiores aos nossos???

    Lembrando que em caso de embargue internacional não deveríamos mais obedecer aos acordos assinados com a OMC, e a primeira retalhação do nosso país seria, sem dúvida alguma, a nacionalização de todas as empresas estrangeiras e multinacionais ao interno do território nacional, e com tudo o que tem “dentro”, inclusive os projetos de gaveta, o que nós daria uma base inicial para a substituição dos componentes importados, por meio de uma nova linha na produção interna, além de uma nova base científica para o desenvolvimento tecnológico nacional, em todos as áreas!

    Vejo assim esta situação do TNP, “eles tem, nós também !!!”, Justiça seja feita, pois os únicos deuses estão no céu e não na terra !!

    E para saber quem está errado ou certo entre nós dois, serviria o fato em sí, mas os embargos não nascem assim “da noite pro dia” como dizem e pregam na TV, serve um número muito grande de variáveis e análises diplómaticas para se chegar a um pedido formal de embargue, e nesse processo todo, podemos ficar fora dos mesmos, alguns países possuem o direito de veto, como a Rússia e a China, pois existe uma grande possibilidade de ser completamente inúltil contra de nós, além dos interesses recíprocos, e ainda de ter o efeito contrário, pois o risco de total independência do nosso país em relação às necessidades de importação, desenvolvimento, produção, e militar, aumentaria consideravelmente !!

    Valeu!!

  24. O brasil sempre foi um país de paz, não consigo entender qual é a preocupação se caso o Brasil viesse a ter arma nuclear. Esse indivíduo fala de saude, educação e nunca fez nada, é um verdadeiro palhaço…

  25. “INSTRUMENTO DESNECESSARIO E HUMILLANTE”

    PARABÉNS Samuel Pinheiro Guimarães, parabéns ao governo.

    “A possibilidade de tal conflito [guerra nuclear] não está nos países que não detêm armas nucleares, mas, sim, naqueles que as detêm.”

    “Portanto, o principal objetivo do TNP deve ser a eliminação das armas dos países nuclearmente armados: Estados Unidos, Rússia, China, França e Inglaterra.”

    “Há 42 anos esses países se comprometeram a eliminar suas armas, e há 42 anos não cumprem esse compromisso.”
    “Ao contrário, aumentaram a eficiência de suas armas nucleares.”

    olha, cada frase é uma maravilha, fala o que nunca um governo brasileiro falou

    “Apesar de não terem se desarmado, esses países insistem em forçar os países não nucleares a aceitar obrigações crescentes, criando crescentes restrições à difusão de tecnologia, inclusive para fins pacíficos, a pretexto de evitar a proliferação.”

    Mandou bem Pinheiro!

    “Os países nucleares, ao continuarem a desenvolver suas armas e, portanto, a intimidar os países não nucleares, estimulam a proliferação, pois os países que se sentem mais ameaçados procuram se capacitar. Isso ocorreu com a então União Soviética (1949), com a França (1960) e com a China (1964).”

    Parabéns Pinheiro!

    “Hoje, diante da inexistência de ameaça de conflito nuclear, o argumento dos países nucleares é a possibilidade de terroristas adquirirem a tecnologia ou as armas.”

    Isso aí, agora mudaram de argumento, agora é “Al Qaeda”, kkkk, que até pode ser algo inventado pela CIA.

    Essa tecnologia está disponível. A questão é a capacidade de desenvolver industrialmente as armas e os vetores para atingir os alvos.

    “Nenhum grupo terrorista detém os vetores (mísseis e aviões), nem a estrutura industrial para produzir o urânio enriquecido, nem a técnica para fabricar detonadores.”

    Falou! Todo esse negócio do “terrorismo internacional” não passa de propaganda, não passa de algo montado para justificar invasões e nesse caso, deixar as potências concorrentes sem armas.

    “Por outro lado, os terroristas poderiam obter essas armas justamente onde existem, nos países nucleares.”

    É assim! Quém vai facilitar essas armas aos supostos terroristas? se não, os que as têm!?

    “A AIEA, por proposta americana e a pretexto do programa do Iraque, elaborou um modelo de protocolo adicional aos acordos de salvaguardas, permitindo a visita de inspetores, sem aviso prévio, a qualquer local do território dos países não nucleares para verificar suspeitas sobre qualquer atividade nuclear, desde pesquisa acadêmica e usinas nucleares até a produção de equipamentos, como ultracentrífugas e reatores.”

    Isso, “permitindo a visita de inspetores, sem aviso prévio, a qualquer local do território dos países não nucleares”, olha, e nós, os paises não nucleares, quando a gente pode mandar inspetores aos que nunca cumpliram com o TNP e não se desarmaram.

    E agora Pinheiro Guimarães manda uma síntese:

    “O Protocolo Adicional constituiria uma violação inaceitável da soberania diante da natureza pacífica das atividades nucleares no Brasil, uma suspeita injustificada sobre nossos compromissos constitucionais e internacionais e uma intromissão em atividades brasileiras na área nuclear.”

    Beleza, assim é que se deve falar!

    “Essa intromissão causaria graves danos econômicos, quando se consideram as perspectivas brasileiras na produção de combustível nuclear, que terá forte demanda com a necessidade de enfrentar a crise ambiental.”

    Bem claro, a gente não tá tentando desenvolver nenhuma nuke, mas o Pinheiro vai a ponto, não querem concorrentes na indústria nuclear.

    Otro argumento, o ecológico, e o fato do Brasil ter urânio:

    “Uma das mais importantes fontes de energia não geradora de gases de efeito estufa é a nuclear. O Brasil tem grandes reservas de urânio, tem o conhecimento do ciclo de enriquecimento do urânio e a capacidade para produzir reatores, ultracentrífugas, pastilhas etc. e, assim, pode vir a atender uma crescente demanda externa.”
    Sempre apontando ao fato das futuras exportações brasileiras, que é o que realmente doi aqueles que não querem concorrentes nessa indústria.

    “Ora, as ultracentrífugas de tecnologia brasileira são as mais eficientes do mundo.”

    “Há grande interesse de certos países em ter acesso a suas características, uma das consequências da assinatura do Protocolo Adicional, que, no caso do Brasil, seria um instrumento desnecessário, intrusivo, prejudicial e humilhante.”

    E o outro cara, o entreguista Rubens Ricupero, um traidor ao Brasil como colocaram todos os leitores, não dá nem para comentar. Tomara não voltem nunca mais.

  26. Não se trata de querer ou não querer bombas nucleares.
    Parece que a tônica do TNP não são as armas nucleares, e sim a tecnologia nuclear para geração de energia.
    Trata-se de cercear a possibilidade de outros países além das grandes potências em serem independentes em uma área que será crucial daqui uns poucos anos.
    Trata-se de controlar uma importante fonte de energia, e isso é fundamental para o futuro de qualquer país.
    O TNP é uma forma de manter nas mãos de poucos países hegemonistas a energia nuclear do planeta, não se trata de bombas.
    Estas são apenas o motivo ‘para consumo das massas’, isto parece bem claro, pelo menos para mim.
    Se o problema fosse arsenal nuclear e paz, simplesmente não existiriam mais bombas nucleares no planeta. Mas estas não serão de todo abolidas pelas potências nucleares, isso também já é claro, é confessado pelos ‘países nucleares’.
    Trata-se portanto (O TNP) de instrumento de dominação por segregação tecnológica.
    Já nos basta essa excrecencia, o TNP.
    Não precisamos de Protocolo Adicional, um instrumento de coerção e ingerência.

  27. O “NPT”:

    http://www.armscontrol.org/document/npt – [July 01, 1968]

    NUCLEAR NON-PROLIFERATION TREATY

    Arms control, Mr. Robert Gates ? What about the extensive use of DEPLETED URANIUM munitions in Irak, Afghanistan and Gaza?

    Brasil deveria pressionar os EUA sobre o uso de “DU”…..desde 1990 !

    http://engforum.pravda.ru/showthread.php?282759

  28. É por esse e outros motivos que o Brasil pós ditadura caiu tanto.

    Como diz o ditado, cego são aqueles que não querem enxergar a verdade…

  29. Eu não teria nada contra o tratado, se os países que hoje detem armas nuclares
    fizessem compromissos de desarmamento nuclear REAL.
    Nessa brincadeira o Brasil foi o maior prejudicado, me engano ou dos BRIC só nós
    não temos este tipo de armamento?
    Dados os custos envolvidos acredito q somente grandes economias podem arcar com o
    desenvolvimento deste tipo de armamento, provavelmente seremos o único país ‘grande’
    a não ter este tipo de armamento…

  30. País que eu digo no sentido de ser uma democracia e não brinquedo na mão de algum
    maluco, como é a Coréia do Norte.

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