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Rússia e Brasil negociam sistemas de defesa antiaérea

In Defesa, Defesa Anti Aérea, Negócios e serviços, Sistemas de Armas, Terrestre on 17/05/2010 by konner7 Marcado: , , ,

Segundo fontes da imprensa russa, Brasil e Rússia estão negociando o fornecimento de sistemas de defesa antiaérea por parte de Moscou. Segunda as fontes, o chefe do Serviço Federal de Cooperação Técnica e Militar da Rússia, Mikhail Dmitriev, confirmou as negociações.

Dmitriev disse que as duas partes ainda não chegaram a um acordo, contudo, informou que as conversações continuam. O alto-funcionário russo não revelou maiores detalhes sobre o assunto, entretanto, suspeita-se que o tipo de sistema em negociação seja o Tor-M2E.

http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/11/Tor-M2E-3.jpg

No ano passado, o diretor de Material do Exército Brasileiro, general Sinclair Mayer, já havia confirmado o interesse brasileiro no sistema Tor-M2E.

O sistema de defesa antiaérea Tor-M2E foi projetado para prover elevada agilidade tanto em posicionamento de baterias anti-aéreas quanto em tempo de reação e capacidade de ataque a alvos múltiplos. Uma bateria completa inclui quatro lançadores, um veículo de comando e outros de apoio.

Seu preço unitário, incluindo logística e determinada quantidade de mísseis, alcança US$ 300 milhões.

O radar de engajamento de alvos pode guiar simultaneamente oito mísseis contra mais de quatro alvos. Seu alcance efetivo situa-se entre 1,5 e 12 km contra objetivos voando entre 10 e 6.000 metros. O tempo de reação do sistema diante das ameaças varia entre 8 e 24 segundos, dependendo do modo de operação.

Fonte:Tecnologia&Defesa

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29 Respostas to “Rússia e Brasil negociam sistemas de defesa antiaérea”

  1. Esse sistema de defesa anti aérea é um dos mais sofisticados do mundo, sendo inclusive motivo de preocupação dos EUA e Israel quanto a possibilidade do Irã adquiri-los junto a Russia. Então presume-se que o sistema funcione e seja bom.

  2. A meu ver o ideal seria um Sistema de defesa baseado no Sistema de Mísseis Hipersônicos S-300 ou até mesmo S-400 com um alcance de 400 Km, ou seja, muito superior aos 12 km do Sistema Tor-M2E.

  3. Até q enfim um cabeça viu algo de bom p nossas defesas, tem ainda mt +, ,comprem , nossas FAs só agradecem, o BRASIL fica bem melhor e seguro assim.

  4. Brasil seguro com o TOR-M2E?

    O Brasil tem q ter os melhores produtos militares. O melhor produto na área de defesa aérea é o S-400.

    O sistema TOR-M2E deveria ser uma coisa acessória, um complemento e não o principal sistema de defesa aérea.

  5. …é, os E.U.A tão descobrindo que não norteiam mais a politica mundial, vale o mesmo para a europa.Os BRIC´s tão mostrando sua força economica para o bem multilateralismo político mundial.

  6. Resta saber quantos o Brasil pretende adiquirir, uma vez que como já é de costume, o governo compra equipamentos bons mas em número insuficiente assim como os caças de primeira linha da FAB, hoje são 12 Mirage 2.000 uma piada, e na minha opinião 36 caças também não são o sufuciente para proteger todo o território, não se deve economizar dinheiro quando o assunto é defesa.

  7. Embora o sistema S-400 seja muito bom ele ainda não esta a venda pra outros países além da Rússia, mas concordo que o sistema S-300 para proteger as grandes cidades somado a outros sistemas como é o caso TOR-M2E para proteger nossos combatentes no campo de batalha seja o ideal para o Brasil se bem que na verdade é o ideal pra qualquer país do mundo.

    Mas seja como for mesmo que seja apenas TOR-M2E já é um avanço muito grande para o Brasil.

    sds

  8. Também concordo que somente o TOR não é suficiente. O ideal, acredito, seria um conjunto dentro de outro, com os S-300 na defesa de média distância e, em caso de penetração, haveria o TOR para “parar a bola antes do gol”. Ambos atuariam como um zagueiro e um goleiro.

    Mas, o importante é que venha e, futuramente, nossa defesa aérea de média distância seja feita pelos Astros 2020 da Avibrás (300 km de alcance).

  9. Seu comentário está aguardando moderação.

    deculpa mas ele ñ atende a maior necessidade
    que é o combate ao narcotráfico

    E pro principal sistema deve vir por meio de alianças
    com Israel , Africa do Sul ou pela Avibras

    o fato e que e difícil ver um armamento fora do país
    e não sentir falta dele nas FA do Brasil mas devagar
    as condições vão melhorando.BEM DEVAGAR!!!!

  10. Edu, a negociação do Tor M2M nãi inviabiliza a aquisição de um sistema de maior capacidade como o S-400 (na minha opinião o preferido), acontece que tudo tem seu tempo, primeiro é preciso criar doutrina, aprender desenvolver e depois partir para passo seguinte.
    O exército até hoje opera MANPAD e canhões, armas adequadas a realidade dos anos 50 e 80, é necessário uma reviravolta nos conceitos e o TorM2M é o primeiro passo.
    Gostaria de ver o Ctex e as empresas nacionais tarbalhando no programa S-500 ou similar, ams acho que uma aquisição desta será de prateleira.
    outra grande possibilidade é o desenvolvimento de um sistema nacional com radares e mísseis próprios, ams isto em uma década no mínimo, um s-300 nacional (120-130km) estaria de bom tamanho já.
    mas vamos com calma, primeiro almoçamos depois pedimos a sobremesa.
    gradnde abraço
    E.M.Pinto

  11. Carl94. A Rússia já ofereceu o S 400 para a turquia e Arábia saudita, quem não verá a cor do S 400 é a China rsrsrrs.
    Aliás a quem diga que o exército queria algo como o S 300 mas os Russos não o querem fornecer pois pretende cessar a produção concentrando-se no 400 e no 500 que está em desenvolvimento.
    sendo assim, creio que se o exército optar por baterias russas de maior capacidade terá que avaliar os S-400.
    Abraço
    E.M.Pinto

  12. Bruno creio que serão 5 batalhões 3-4 baterias cada um.
    Sds
    E.M.Pinto

  13. Seria mt bom um sistema Brasuca = ou melhor q o S500…é ter coragem e ousar.

  14. carl94fn :
    Embora o sistema S-400 seja muito bom ele ainda não esta a venda pra outros países além da Rússia, mas concordo que o sistema S-300 para proteger as grandes cidades somado a outros sistemas como é o caso TOR-M2E para proteger nossos combatentes no campo de batalha seja o ideal para o Brasil se bem que na verdade é o ideal pra qualquer país do mundo.
    Mas seja como for mesmo que seja apenas TOR-M2E já é um avanço muito grande para o Brasil.

    O presidente Lula se diz bom negociador. Ele poderia persuadir a Rússia p/ vender ao Brasil o S-400.
    sds

  15. E.M.Pinto :
    Edu, a negociação do Tor M2M nãi inviabiliza a aquisição de um sistema de maior capacidade como o S-400 (na minha opinião o preferido), acontece que tudo tem seu tempo, primeiro é preciso criar doutrina, aprender desenvolver e depois partir para passo seguinte.
    O exército até hoje opera MANPAD e canhões, armas adequadas a realidade dos anos 50 e 80, é necessário uma reviravolta nos conceitos e o TorM2M é o primeiro passo.
    Gostaria de ver o Ctex e as empresas nacionais tarbalhando no programa S-500 ou similar, ams acho que uma aquisição desta será de prateleira.
    outra grande possibilidade é o desenvolvimento de um sistema nacional com radares e mísseis próprios, ams isto em uma década no mínimo, um s-300 nacional (120-130km) estaria de bom tamanho já.
    mas vamos com calma, primeiro almoçamos depois pedimos a sobremesa.
    gradnde abraço
    E.M.Pinto

    Prezado E.M.Pinto,

    Acho q no caso brasileiro ele está pedindo primeiro a sobremesa para depois pedir o almoço.

    Lembre-se q a Venezuela, país muito menor q o nosso, comprou o S-300. Temos tudo pra comprar um sistema superior, principalmente por causa da dimensão territorial brasileira.

    Nada impede o nosso país de desenvolver tecnologia, mas por causa disso o nosso país não pode abrir mão das melhores armas. Acho q tinha q haver uma conciliação entre ter um produto de prateleira de alta tecnologia, já q o nosso país não a produz, e um produto no qual o país fabricante se disponha a fazer a transferência de tecnologia.

    Sinceramente, acho a Venezuela muito mais competente no ponto de vista de adquirir os melhores dispositivos militares para a segurança de seu país..

  16. Eduardo, tem ai apenas um detalhe a venezuela comprou sem saber usar .
    O que o Exército está fazendo é aprender a usar e da o passo maior.
    Lembro-te da guerra Israel Arabes em que os Soviéticos cederam baterias de mísseis aos arabes, enquanto a sbaterias eram operadas pelso soviéticos um muro de fogo surgiu a frente dos caças israelenses, por outro lado, foi só intregarem para os seus donos ( os árabes ) e Israel deitou e rolou aniquilando uam a uma.
    dou outro exemplo Bagidad a seguna cidade mais defendida do mundo sucumbiu a 96 horas de ataques, com menos capacidade do que isto a Sérvia dificultou em muito o trabalho da OTAN.
    Resumo da ópera, Não adianta ter é preciso saber usar, e acho que é isso que o Exército está desenvolvendo.
    sds
    E.M.Pinto

  17. Caros amigos, li e reli alguns comentários e não pude deixar de contribuir um pouco. Bem vamos lá, o sistema especificado na matéria realmente é um dos sistemas mais avançados que se tem conhecimento atualmente de fácil aquisição, tem de acordo com as características do fabricante um determinado uso tático- veja bem, não estratégico! Os sistemas de grande porte como S-300 ou S-400 ou até S-500 tem um emprego estratégico altamente focado para aquilo que lhe permite seu alcance. Como o amigo bem disse sobre o caso da Venezuela – comprou sem saber usar e sem saber onde usá-lo e para quê – Grandes sistemas anti-aéreos como Patriot, Spider, S-300 etc, envolvem uma grande complexidade de operação que mesmo para os EUA, podem acreditar é muito difícil de administrar por motivos vários – abater um alvo a 250 km de distância por exemplo é de uma enorme complexidade e risco, principalmente se não tiver uma malha específica e dedicada de radares de cobertura para compatibilização com os sistemas de uso civil – tal que para o emprego destes sistemas no Brasil hoje é um sonho ainda muito distante. No caso deste sistema tático, o emprego é para acompanhamento do avanço da própria “tropa” em grossos modos dizendo, e não como defesa em si do próprio espaço brasileiro… (continuo em seguida)

  18. Muito Boas colocações Ziller, isto é algo que não nos damos conta de mencionar a complexidade de se operar um sistema deste em um espaço civil.
    uma coisa é ficar esperando a presa passar diante da mira e atirar, a outra é ter que atirar na presa no meio da multidão.
    Um exemplo destes é o 11 de setembro em que o comando militar demorou para avaliar os potenciais alvos por conta da saturação do espaço aéreo.
    em uma região de conflito a defesa antiáerea tem o serviço facilitado tal como o exemplo do caçador esperando a presa, já num ambiente em que estão envolvidos inúmeros meios civis é complicado oeprar.
    Obrigado pelo comentário elucidador e seja bem vindo ao Plano Brasil
    E.M.Pinto

  19. bom acompra do tor m2 e bem vinda e ebem planejada pelo eb ja que a funçao dele e protejer os batalhoes en delocamento o que faz parte da estrategia de mobilidade.complementan do o que o ALLISON ZILLER disse os s300 sao caros precisan de uma estrategia de uso nao os s400 naoserian vendido e sefossen serian compradepratileira sem transferencia de tecnologia dificudade de logistica e os brasilerios nao saberian nen usar en sua plenitude.

  20. Obrigado a todos em especial ao amigo E.M.Pinto pelas boas! Sempre que puder ajudar será um grande prazer …

  21. Só adicionando aos comentários anteriores, acho que também seja de grande importância, táticas de posicionamento e despistamento desses sistemas anti-aereos móveis pelo terreno, se aproveitando de vantagens topográficas possíveis.

    Porque, após a detecção e rastreamento pelo radar de vigilância, passando para o controle de fogo, a aeronave-alvo poderá ser alertada pela suas contramedidas e impor um regime de evasão seguido de localização do lançador, para que depois seja designado um grupo de neutralização desse sistema.

    Por isso, acredito que o deslocamento adequado da plataforma, adequado posicionamento para que a zona sem-escapatória do inimigo em relação ao míssil seja reduzida, e o adequado emprego de técnicas de contra-medidas e despistamento por variação de elevação mais a interferência eletrônica, são meios que elevam a letalidade e sobrevivência dessas armas no campo de operações.

  22. Tor-M2E e S-300 ou de prefência S-400 em grande quantidade rápido para o BRASIL,
    e também começar a desenvolver sistemas anti-aéreos para nosso país, para não ficarmos dependentes de outras nações, principalmente nessa área que é ponto chave numa possivel guerra!

    De prefêrencia sistemas de curto, médio e longo alcance, e em grande quantidade, para podermos nos defender do que vier e de onde vier!

  23. O Brasil antes precisaria melhorar o que já possui. Ou seja, equipar as unidades dotatas de sistemas Igla (EB e FAB) e Mistral (FN) de bons radares de vigilância.
    Pelo que sei os fuzileiros estão mais bem equipados nesse sentido.
    Uma boa opção seria o Saber de fabricação nacional.
    Também seria interessante a aquisição de visores térmicos para complementar esses mísseis dotando-os de capacidade noturna.
    A aquisição de pedestais montados em viaturas leves também seria interessante para a defesa de baixa altitude.
    A defesa de baixa altitude estaria bem dimensionada com esses recursos de baixo custo, faltaria incrementar a defesa de média altitude.
    Nada contra sistemas mais sofisticados para a defesa de baixa/média altitude como o TOR, Pantsir, etc, mas acho que temos que ser realistas e melhorar o que já temos sem precisar gastar com o que não temos.
    Para a defesa de bases aéreas talvez um sistema de baixa/média altitude pudesse ser justificável. No caso, o Pantsir como o da foto acima pode ser uma opção interessante.
    Na defesa de média altitude muitos produtos estão disponíveis no mercado. Ao gosto do freguês.
    Se insistem em sistemas de origem russa um muito bom para o exército é o BUK M1, mas há outros de origens as mais diversas. Eu particularmente gosto muito do americano SLAMRAAM pela simplicidade e por ser um sistema altamente “desmembrado” e redundante, ideal para aumentar o nível de sobrevivência.
    Quanto aos sistemas de grande altitude eu não considero ideal para o Brasil no momento. Os custos são altos e estaríamos melhor servidos com uma boa aviação de caça, radares de solo e R-99 ligados em rede.
    Sistemas de grande altitude hoje disponíveis são complexos, caros e adequados a combaterem mísseis balísticos, armas que não existem em nosso teatro de operações.
    Tais mísseis, se introduzidos em nosso TO obrigaria o uso de armas stand-off cada vez mais sofisticadas e levaria a uma corrida armamentista na região de cunho totalmente artificial, já que não há nenhum cenário de ameaça real visível em médio e longo prazo.
    Um abraço a todos.

  24. Correção:
    O Sistema que ilustra esse post é o TOR e não o Pantsir.
    O Pantsir ilustra o post sobre a compra de mísseis pela Síria.

  25. O Brasil está desenvolvendo um sistema antiaéreo com pouca distância eu não lembro o nome, esse tor foi concebido para proteger o S300. Se não me engano esse sistema tor quem quer comprar é o exército, por tanto para proteger seus comboios, e seu arsenal. Acredito que a defesa anti-aera deveria ser competência da aeronáutica. Estou dizendo que assim a aeronáutica podia encomendar alguns s400 para proteger as cidadades, e o exército o Tor. Assim poderíamos ter esse material integral he,he.

  26. Agora, caso o Igla tenha ficado aquém das expectativas e não tenha agradado ao exército, aí sim estaria justificado adotar um sistema de defesa de baixa altitude mais sofisticado como o TOR, ficando o Igla relegado a um segundo plano.
    Mas eu acho que se espremer o Igla ainda dá um bom caldo. rsrsrs

  27. E.M.Pinto

    Só agora pude vê essa matéria… valeu pelo esclarecimento.

    abraços

  28. esto é muito bom formar os jovem para o futuro por que nós pressisa de pessoas inteligente, que busca intender melhor o bom funcionamento do povo brasileiro de uma forma inteligente fazendo o povo feliz sem comular poder para se proprio,a feliciidade é toda forma que o ser humano pode alcansar, como falou o presidente o mundo pressisa paz amor solidariedade, ele vem levando isso pra os grande só que eles continua com a pulítica dá ou desse,seria bom se o mundo divesse mas sincibilidade sem buscar paz atraves das armas,como fala um amigo meu que estuda na mesma, eem o mundo pode acabar com fogfo[...]

  29. o brasil tb precisa dos melhores avião de caças ex,os caças russo na minha opinião são os melhores na atualidade,vir um treinamento dos caças russos quando estive naquele pais, e muita eficiencia para apenas 1 avião os suhkoi, o poder de fogo e grande demais não a tempo de outro avião escapar do bombardeio e um avião de voo muito rapido desaparece no ar de repente,muito bom.

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