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Exclusivo- Mais Informações sobre os Submarinos Brasileiros

In Defesa, Plano Brasil, Submarinos on 30/05/2010 by E.M.Pinto Marcado: ,

https://i0.wp.com/www.meretmarine.com/objets/500/26046.jpg

Sugestão: Daniel Besson

Texto e Tradução

E.M.Pinto

Plano Brasil

A DCNS deu inicio a construção do  primeiro de quatro navios S-BR  neste dia 27 deMaio passado  em  Cherbourg França.

Tal como o que tem sido feito para os demais clientes (Chileno e  Malásia ), a seção frontal do casco será produzida na França sendo que as demais seções do navio serão construídas nas novas instalações  do estaleiro naval que encontra-se em construção no Brasil na base em Sepetiba oeste do Rio de Janeiro onde será finalizada a construção do navio.

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O projeto representa um milhão de horas de trabalho e uma  vez concluída a seção frontal o casco deverá atravessar o Atlântico  no final de 2012.

A DCNs insiste em reafirmar o seu compromisso com a transferência de tecnologia, cujo contrato é muito amplo e completo, o qual prevê a transferência inclusive de equipamentos sensíveis tradicionalmente fornecidos pela DCNS para outros clientes, mas que neste caso serão produzidos no Brasil, numa parceria inédita.

Ao todo, cerca de 130 engenheiros e técnicos no Brasil devem acompanhar a construção do submarino em Cherbourg, estando assim aptos a desempenharem futuramente a construção dos demais navios em solo Brasileiro.

Segundo informações do fabricante o primeiro submarino deverá ser entregue a Marinha do Brasil já em 2017, sendo que seus  três navios irmãos, construídos inteiramente em Sepetba, deverão ser concluídas em 2018, 2020 e 2021.

Um tipo derivado do Scorpène

Com 75 metros de comprimento e  um deslocamento de 2000 toneladas submerso, os submarinos são oriundos de um modelo derivado do tipo Scorpene, antes comercializado conjuntamente pela DCNS e Navantia.

https://i0.wp.com/www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/marlin1.jpg

Para atender às necessidades da Marinha do Brasil, o tamanho dos novos navios será maior, cerca de 9 metros  a mais que os da Malásia.

Esta extensão no casco irá permitir acomodar uma tripulação maior além de prover maior autonomia, provendo espaço para reservas adicionais de suprimentos (comida para a tripulação) e combustível para motores diesel.


Comparativo das dimensões segundo a Mer et Marins, a imagem  aqui apresentada foi editada segundo a original presente no  TurboSquid.


O contrato prevê a independência do Brasil no que toca a construção de submarinos e por si só, já duplicou a produção de navios contratados à DCNs.

Os navios brasileiros terão inúmeras diferenças em relação aos demais modelos, estas incluem  um maior diâmetro do casco. Os brasileiros, no entanto, optaram por um leme em formato de x e não a habitual cruz presente nos demais navios da Classe.

Há mudanças também nos requisitos dos sistemas de propulsão  e escolha do sistema  MTU de quatro motores à diesel com uma potência unitária de 600 kW. O fabricante alemão já forneceu aos Scorpene da Malásia sistemas semelhantes.
Os navios serão equipados com amplos sistemas de automação, de forma que poderão operar com a capacidade combate sendo necessária uma tripulação de somente 30 homens para a sua condução.

Os navios serão equipados com tubos de torpedos de 533 milímetros, aptos ao lançamento de torpedos pesados (Arthemis Torpedos de nova geração, evolução do Black Shark) e mísseis Exocet SM39 anti-navio.


https://i0.wp.com/www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/exocet.jpg

Um programa para € 6.7bi

Além das embarcações de propulsão convencional, o programa brasileiro inclui assistência técnica francesa no projeto de construção do primeiro submarino nuclear de ataque Brasileiro.

A França participará  em muitas partes do projeto, porém, não atuará na seções nucleares do submarino.

Os brasileiros esperam completar o seu primeiro reator, no meio desta década, e a quilha  do primeiro submarino nuclear, SNBR deverá ser batida já em  2016 estando prevista a sua entrada no serviço ativo para 2025.

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Finalmente, no âmbito de contratos assinados em Setembro passado, a DCNS também presta assistência juntamente a contratante principal, na construção da nova base e estaleiro construído em Sepetiba.

Estas instalações serão construídas por uma empresa criada em regime de  joint venture entre a DCNS e a empresa brasileira Odebrecht, que detém 59% da joint venture. Esta nova empresa foi criada em Agosto passado e foi  batizada de Itaguaí Construções Navais. O custo total do programa, conhecido como “PROSUB” no Brasil é de 6,7 bilhões de euros, e é dividido entre a DCNS e seus parceiros.

Leia Também

Atualizado: Para onde vai a esquadra de Portugal?

Fonte: Mer et Marine

48 Respostas to “Exclusivo- Mais Informações sobre os Submarinos Brasileiros”

  1. Se esse submarino é toda essa “maravilha”, porque o Chile e a Malásia tiveram inúmeros problemas de operação e a Índia que esta tendo problemas com a transferência de tecnologia.

  2. nossa bem interresante que navio

  3. Outros paises tb tiveram com os submarinos alemães,o Scorpene é um excelente submarino,mesmo que não seja o melhor do mundo foi o que nos deu oportunidade de transferencia,é isso que vc tem que ver Jackson.
    Volto a repetir é um excelente submarino,não é qualquer sonar que detecta ele.

  4. Qualquer sonar tem dificuldade pra detectar um submarino,por isso eles são armas tão temidas(mesmo os convencionais).Quanto ao que foi o unico que nos deu “transferencia”,curioso eu não me lembro de ter avido um processo de compra,ja que o governo o negociou de forma direta com a França,eu so espero que não ocorra como outras decisões politicas que esquecem de avaliar o quesito tecnico-operacional.O scorpene é derivado de um submarino nuclear e com isso trouxe todo “compricador” de opoeração pra um convencional.O Brasil podia ter comprado o barracuda,enconto isso desenvolveriamos uma classe “br”.

  5. Acho muito difícil que que mudem o diâmetro do casco. Isto seria equivalente a outro submarino. Um projeto novo. Tudo teria que ser recalculado. Gostaria de saber de onde veio esta informação.

    O acréscimo de mais uma seção ao casco do Scorpene, que estava previsto desde o início do projeto da classe, faz todo sentido. Todavia, se considerarmos a aumento no comprimento e aumento do diâmetro, creio que ele passaria muito das 2.000 ton.

    Leo

  6. Vamos esperar pra ver se acontecerá mesmo essas supostas transferências de tecnologia q os francesses juram de joelhos q irão transferir ao Brasil.

    Eu particularmente não acredito nisso. Acho q vão querer transferir ao Brasil algo sem nenhum valor.

  7. Jackson, vamos por partes.

    1º O Governo Brasileiro necessitava de algum país que operasse e construisse navios, leia-se submarinos convencionais e nucleares, por este motivo muitos países foram desclassificados nesta “peneirada”, sobrando apenas França e Rússia, que são países que operam as duas classes de submarino.

    2º Por vias legais, recorremos ao dois países, porém com enormes salvaguardas de tecnologia os Russos tiveram seu projeto desqualificado pelo comando da Marinha, visto que eles apenas vendiam os equipamentos, e não transferiam tecnologia, ponto crucial para um futuro acordo.

    3º Os Franceses, por outro lado, ofereceram os submarinos Scorpene, com total transferência de tecnologia, é importante salientar, que este programa da marinha visava obter conhecimento necessário para posteriormente evoluir e projetar e construir um submarino de propulsão nuclear, sem mencionar o fato de que o Scorpene usa vários sistemas dos submarinos nucleares franceses.

    4º Com o anúncio de que a França colaboraria no projeto do SNBR ficou clara a vantagem do país europeu frente aos demais, e não seria surpresa alguma o Scorpene ser anunciado como vencedor da concorrência, pois além de passar todo o Know-How e Know Why para a construção de submarinos diesel-elétricos eles dariam uma “maozinha” no nuclear, era a melhor parceria possível no momento, sem concorrências.

    5º Muitos na época do fechamento do contrato inundaram os meios de comunicação em prol dos submarinos alemães, com argumentos infundados e muitas vezes descabidos, entre eles, destacamos que anteriormente houve uma parceria com HDW para transferência de tecnologia, mais na realidade não era isto que acontecia, visto que, uma das partes mais críticas da construção de um sub é a proa, onde todas estas foram produzidas na Alemanha e posteriormente montadas nos submarinos aqui no Brasil,além de dificuldades em acesso aos sistemas do navio, entre outros entreveres, inclusive na modificação do projeto alemão para o submarino Tikuna, todo auxílio de técnicos da HDW custava os olhos da cara e por este motivo não foram construídos mais exemplares.

    6º Ficou claro na época do contrato uma campanha lobista, que a HDW poderia projetar um submarino nuclear, hora esta, eles nunca projetaram um submarino com estas características, seria praticamente pagar para uma empresa externa desenvolver uma tecnologia sem retirar 1 euro do bolso, pois este dinheiro seria pago pelo Brasil,e por favor não me venham dizer que é simples, que exige apenas um alongamento do casco, e este tipo de coisa, pois na realidade existem diferenças monstruosas em projetos que deslocam 2000tn submerso para outro que desloca 6000tn, é simplesmente infundado este argumento.

    7º Quando você menciona, que poderíamos comprar o Barracuda, eu te pergunto, e sua manutenção? visto que não temos capacidade para manter este vetor operacional,pessoal capaz de realizar tal manutenção, inclusive não temos uma base específica para este tipo de embarcação, por isto a construção de uma nova base naval, toda preparada para este tipo de submarino, o que é importante salientar, é que a França nos ofereceu a venda de um submarino nuclear, porém acertadamente negamos a oferta, pois acarretaria muitos custos adicionais pelos fatos cidados acima.

    Por final Jackon, como falei anteriormente para você, fica complicado discutir com pessoas que baseiam seus arguentos nos “achismos”, mais uma vez ficou claro seu total desconhecimento dos fatos ao mencionar que o Brasil negociou diretamente com a França e ninguém mais, por este motivo, peço encarecidamente que leia um pouco mais, antes de vim falar baboseiras em um espaço onde deve-se acima de tudo, divulgar informações, e não “achismos”.

    Grande Abraço, Lanterna Verde.

  8. Jack vc está errado,primeiro que ouve consultas diretas para o fornecimento da tecnlogia do sub,tanto que a frança dando o ok dela pra transferencia vendeu os subs sem concorrencia,dos paises que dominam a tecnologia só a frança topou,tanto que nem houve licitação,é uma tecnologia sensivel,se vc procurar mais pelo assunto vai ver que estou certo,e quanto ao sonar existem submarinos e submarinos,por exemplo o segundo melhor submarino chines tem um nivel de ruido que facilita a sua localização nos níveis de um submarino russo dos anos 70,só a frança amigo topou transferir.levamos um não de americanos,russos e ingleses ,chineses,e quanto ao casco do barracuda vc está errado,foi oferecido o casco do barracuda primeiro,mas a marinha pegou o scorpene por cair como uma luva para o nosso sub,acho estranho esses seus questionamentos,vc deveria estar feliz,por nosso país estar começando uma caminhada para um clube seleto de nações,mas vc parece que tem uma magoa,ou um descredito,não importa por qual livro se aprende a ler ,se é do professor A,B ou C,isso não é time de futebol.

  9. Lanterna Verde vc esqueceu de mencionar que o casco do Scorpene cai como uma luva pro nosso sub,o casco do barracuda foi oferecido.

  10. E tem outra Jack das forças armadas a Marinha e o Exército são as mais organizadas,tem séculos de tradição e serviços prestados ao Brasil,a nossa marinha ao contrario da FAB não escolhe um equipamento pelo preço e sim pela sua capacidade tenho plena confiança na marinha e em seus analistas!

  11. Olá E.M.Pinto,

    lembra daquela troca de idéias que tivemos sobre as diferenças do nosso Sub-BR p/ o Scorpene padrão ? Agora sabemos o quanto mais comprido ele será, além da novidade do maior diâmetro do casco – cuja medida não é informada. Esses 2 dados o aproximarão um pouco mais do que será nosso futuro Sub-Nuc, apresentando características de operação mais próximas deste, diminuindo o salto de passar dos IKL-1400 ( relativamente pequeno ) p/ um nuclear de porte muito maior, pelo menos é o que eu, leigo, acho. Abs.

  12. Baqueiro, também achei bastante estranha esta questão do diâmetro, pelo que sabia( ou achava que sabia) o SNBR teria o casco baseado no Barracuda mas com maior diâmetro.
    esta informação para mim é uma surpresa embora não descarto que a fonte tenha se equivocado com o modelo.
    Também foi surpresa os 9 metros, para mim inicialmente eram 7 depois os colegas da Alide informaram que seria 5 e agora a Mer et Marine afirma ser 9m.
    Fica também a confirmação do formato do leme em X ao invés de cruz.
    a operação com o artemis e SM-39 (muito bons por sinal). e a AUtomação para operação com mínimo de tripulantes, muito boas informações.
    No frigir dos ovos concluí que de fato SBR será um navio praticamente novo e não apenas um modelo esticado do Scorpène.
    Agora para quem acha que a HDW iria ceder em algo fica a pergunta, eles mexeriam no casco do U -214 para alongá-lo e aumentar sua autonomia? a que custo?

    Sds
    E.M.Pinto

  13. E.M.Pinto :Baqueiro, também achei bastante estranha esta questão do diâmetro, pelo que sabia( ou achava que sabia) …

    Já li que uma das vantagens do leme em ‘X’ é que permite o sub assentar no fundo do mar e ficar virtualmente invisível aos sensores inimigos, só a espera p/ atacar. Quanto aos alemães, pelo que eu sei inicialmente não queriam nem retirar o AIP pois diziam que foram projetados já p/ o terem e que não entendiam o motivo do Brasil não querer este equipamento. Depois que perderam começaram a falar que poderiam até ajudar no projeto do Sub-nuc, um tipo de submarino que eles nunca projetaram nem construíram.

  14. Outro problema do Jackson é que ele mencionou a Índia como outro cliente da DCNS. A índia comprou submarinos da Rússia! A Rússia tem recebido crítica do governo indiano por problemas operacionais dos subs Kilo.

    Interessante os lemes em forma de “X”, mas qual é vantagem operacional desse novo modelo? Teria a ver com a manobrabilidade do submarinos submerso ou com assinatura acústica das hélices? É difícil encontrar informações sobre esse tipo de leme. Outro destaque interessante do texto é a diferença estrutural dos submarinos destinados para o Brasil serem bem diferentes de outros países: a nescessidade brasileira exige navios maiores, ou mais trabalhados! Não é pra menos mesmo, uma costa com 7.367 Km necessita de de uma frota de submarinos capacitados para cobrir essa gigantesca área, isso sem falar da zona econômica exclusiva. O casulo de proteção das hélices deve ser outra inovação dessas unidades, pela lógica! O uso de mísseis com certeza é outro intem importantíssimo aos novos submarinos do Brasil ja que possibilitam um maior poder de dissuasão para os mesmos e uma evolução da marinha.

    Valeu

  15. Já a algum tempo, não tenho dúvidas, trata-se realmente de uma outra nave “baseada” no projeto Scorpène.

    Bem, no campo da especulação, o motivo deste alongamento, diga-se en passant, ‘considerável’, bem como este diâmetro maior – irá mostrar-se ‘surpreendeste’ para todos.

    Quem tiver oportunidade e tempo busque maior informação sobre os estudos realizados pelos franceses quando deram inicio ao projeto Scorpène, este foi idealizado para, digamos, capacidades especiais, isto desde a raiz.

    . . . o mais é CLASSIFIED.

  16. Ainda, relativamente aos Scorpene, vale a pena considerar que o Chile optou por eles e não pelos Alemães, mesmo tendo vizinhos como Brasil e Argentina que operam subs Alemães e, com excelentes resultados, diga-se de passagem.
    O Chile, não é nenhum País “amador” em termos de força militar e, de modo geral têm os equipamentos mais modernos do continente Sul Americano! Se escolheram os subs franceses, com certeza o fizeram por bons motivos.
    Também não tenho dúvidas da capacidade da nossa Marinha: Eles sabem muito bem o que fazem e o que contratam.

  17. Consulta não é igual a processo de compra, se informem melhor. O sub nuclear ao que me consta terá cerca de 100m ou mais e um deslocamento de cerca de 6000 t, portanto incompatível com o scorpene, se o objetivo da marinha e fazer um “Nautilus br” ela estará cometendo um erro enorme.Quanto as modificações que estão sendo divulgadas,da-se a entender ser um sub praticamente novo,então porque não projetar um nuclear direto, pagando a consultoria aos franceses.Pra aqueles que dizem que a operação de um nuclear e altamente custosa eu gostaria de medir pra vocês estudarem os números econômicos do Brasil e verão que dinheiro o Brasil tem, o que não tem é administração eficiente pra investi-lo(isso sem contar a “politicagem”).Quanto a capacidade e experiência de projetar um nuclear que muitos questionam,um sub convencional lança torpedos e mísseis, um nuclear não!Podem do assim utilizar os mesmos sistemas de armas, quanto à propulsão dos submarinos franceses, esta e feita utilizando um motor elétrico acoplado diretamente ao eixo, o que permiti eliminar o eixo e a caixa de engrenagens da transmissão mecânica, necessitando nesse caso de uma fonte de energia elétrica, que pode ser de origem diesel elétrica ou nuclear. Mas claro a historia de vários paises esta cheia de “ações políticas” que mostraram no futuro ter sido um enorme erro técnico-operacional. Um exemplo, Israel assinou um acordo de cooperação com os franceses e quando eles entraram em guerra com os árabes os franceses alegaram que não podiam fornecer material de defesa pra Israel porque uma lei os impedia, os israelenses foram “socorridos” pelos americanos que transferiram equipamentos que eram usados no Vietnã. No Brasil temos como exemplo o fal,parafal,g-3,m-16 e tantos outros fusis que estão em uso criando um problema de logística em caso de combate,porque o governo não decide comprar um “pacote único de armas”o que facilitaria essa logística,cadê a decisão “política-estrategica”.

  18. Acho que vocês estão fazendo uma confusão com a questão do diâmetro do casco.

    Acredito, até que alguém prove com dados oficiais, que o diâmetro do S-BR vai ser o mesmo do Scorpene. Não faz o menor sentido a informação de que este diâmetro seja outro. Até porque não houve tempo suficiente entre a assinatura do contrato e o reprojeto total do Scorpene para outro diâmetro, sobretudo se considerármos que sua proa acaba de ser inciada.

    Com relação ao SNBR, nas palavras do antigo coordenador do programa Alm. Othon, inicialmente se pensava em fazer um reator que coubesse numa versão, então em estudo pela IKL, chamada IKL2000. Muito provavelmente com diãmetro semelhante a classe Rubis.

    Todavia, segundo o Almirante, logo se percebeu que para que o reator do sub funcionasse com circulação natural seria necessário um submarino com diâmetro bem maior, algo como a classe Swiftsure com cerca de 9.8m diâmetro.

    Portanto, informações que dizem que o Scorpene, ou qualquer coisa com diâmetro “ligeiramente” maior, não tem o menor sentido. Especulações sobre o Barracuda, são apenas “especulações”. A DCN vai transferir ao Brasil tecnologia de projetos de casco de submarinos, com softwares e seus bancos de dados, por isso o custo do total do programa ser tão elevado.

    Algumas informações interessantes podem ser ouvidas numa entrevista do Alm. Othon no link abaixo: http://naval.com.br/downloads/Entrevista%20Alte%20Othon%20PN%2008-01-09.mp3

  19. Leonardo, a confusão se há é da Mer Et Marine quem lançou a matéria a qual foi traduzida pelo PB.
    O link da matéria original está colocado logo ao fim da matéria.
    Sds
    E.M.Pinto

  20. E.M.Pinto,

    Sim a informação é deles. Só acho que devem ter feito alguma confusão com o diâmetro do S-BR e do SNBR. Coisa de imprensa…

    Leo

  21. Cara?!?!?
    Tem alguém aqui que acredita que compra de material de Defesa você faz por “licitação” pura e simples? Parece que tem um…

    Os SBR, creio que essa nomenclatura seja a mais correta definitivamente não são mais Scorpenes, é um modelo baseado nele e só. O formato do leme e o maior comprimento já o tornam outro navio, será o nome da classe que nós dermos por aqui quando os primeiros chegarem…

    Agora só um aparte Jakson, procure se informar sobre os diversoS (frisa o S) comunicados que a Marinha já lançou ao público sobre os motivos de sua decisão, incluindo um que foi lançado aqui no blog mesmo, aí depois você pensa de novo se a Marinha avaliou ou não o projeto e se ele foi só escolha política ou não.

  22. Acredito que a diferença de diâmetro, só ocorra dos Scorpene DCNS para os S-80 Navantia que apesar de basearem as linhas gerais do design na antiga parceria franco-espanhola, serão dimensões maiores.

    Não devem haver diferenças significativas de casco para o SSK brasileiro.

  23. “Segundo informações do fabricante o primeiro submarino deverá ser entregue a Marinha do Brasil já em 2017, sendo que seus três navios irmãos, construídos inteiramente em Sepetba, deverão ser concluídas em 2018, 2020 e 2021.”

    JÁ EM 2017 (!)

  24. É Q VENHAM LOGO OS eSCOPÉNES, UNS 25 ssks e 06 SubNUks…

  25. Pessoal, me ocorreu uma possível explicação para o provável tamanho do nosso Scorpene. A explicação é bem simples: Terá 75 metros mesmo, por que essa medida é o resultado do tamanho do Scorpene SEM AIP (66 mts) + a seção secção AIP (8,3 mts), simples assim!
    A DCNS não iria fabricar uma secção nova de 5/6 mts, só pra nós, porque isso sairia bem caro. Já tem a secção de 8,3 mts do modulo AIP nas sua plantas de CAD e o corte das chapas já está programado nas suas máquinas numéricas, então é o que vamos ter: Um sub convencional, com um modulo AIP no meio, mas SEM o AIP.
    Pelo menos, pra mim, é o que faz mais sentido.
    []s a Todos.

  26. […] A DCNS deu inicio a construção do  primeiro de quatro navios S-BR  neste dia 27 deMaio passado  em  Cherbourg França. Tal como o que tem sido feito para os demais […] View full post on WordPress.com Top Posts […]

  27. Será que a Marinha planeja desenvolver um reactor nuclear mais pequeno, como para reciclar os 4 SBRs no futuro?
    Esse seria um bom motivo para se poupar dos AIP.

  28. Caro milton creio que não.
    O reator desenvolvido será para a família de subs com 6000 ton 3xmais pesados.
    108 m e com um casco de diâmetro bem avantajado em relação aos Tupi e aos SBR.
    Os pLanos da marinha são para 6 navios que estarão em operação até 2050 dai a diante creio, haverá uma nova classe de navios.
    Sds
    E.M.Pinto

  29. Luiz Medeiros:
    Processo de compra militar não é licitação,se informe e leia o comentario antes de criticar.Leia a materia do poder naval abaixo(de 27/04/2010):
    Cade a transferencia de tecnologia dos indianos?

    http://www.naval.com.br/blog/2010/04/27/scorpene-da-india-so-em-2015/

  30. DAqui a pouco os franceses vão querer o pagamento de um “sobrepreço” como estão fazendo com os indianos.

  31. Jackson agora sim entendo as sua intenção, atacar tudo o que for acordo ou proposta francesa não é isso?
    As JAcas francesas agora são o Rafale, o Caracal, e o scorpene, mesmo a eurocopter sendo multinacional (frança Alemanha)
    QUal a próxiam as Fremm também são problemas? são Italo Francesas mas deve também ser uma jaca…
    qual a sugestão que você nos dá? os U-214
    leia então este artigo e depois conversamos
    https://pbrasil.wordpress.com/2010/05/04/para-onde-vai-a-esquadra-de-portugal/
    Mas já sei o desfecho, você continuará com as suas convicções e não há o que fazer.
    Portanto, façamos assim, continue criticando e apontando seu ponto de vista mas sem se esquecer de que os baseamos em fatos e documentos e pessoas envolvidas nos programas e não em suposições pessoais.
    Talvêz você devesse perguntar ao primeiro ministro de Portugal a opinião dele quanto o tema…
    SDs
    E.M.Pinto

  32. Nossa Jackson, que história é essa de que submarino nuclear não lança torpedos e mísseis, e depois diz que usa os mesmos armamentos? Parece um ambientalista do Greenpeace dizendo na matéria da Sônia Bridi que “o Brasil não precisa de submarino nuclear, não temos inimigos para um submarino nuclear”, dando a impreção aos leigos que a energia nuclear é só para quem tem inimigos, ou alguma referência aos mísseis nucleares desses submarinos; (A jornalista tinha que perguntar “se o Brasil precisa mergulhar nessas águas?” contrariando a própria matéria no inicio?).

    Não confundir sistema energético com armamentos ou qualquer outro componente do navio. Armamento é armamento; energia é energia! São independentes. Inclsusive existiu submarino com míssil balístico com propulsão convencional, chamado SSB. A energia nuclear de submarino influencia apenas no tamanho do casco, para acomodar o reator. Já os SSBNs provocam modificação ainda maiores no casco por causa do tamanho dos mísseis nucleares. Além disso, a esquadra precisa de mais submarinos elétricos, até porque a Marinha quer outra frota no nordeste e precisa desses meios naquele setor do país.

    A Marinha não projeta um submarino nuclear diretamente porque ela precisaria desenvolver cascos resistentes até achar o padrão certo de segurança para a planta do reator. Não é simplismente construir um submarino nuclear, como se fosse a tarefa mais fácil que existe. Se fosse assim a maioria dos países teriam esse tipo de tecnologia. A energia nuclear ainda é a maior revolução tecnológica do setor naval. Não é para o Brasil pagar para os outros desenvolverem seu submarino nuclear, é para o Brasil aprender á construir seu próprio submarino nuclear. E a istituição não tem tempo para isso. A Marinha tem que “pular” etapas (a construção de vários cascos) para ter o submarino nuclear, ou seja, ela teria que fazer alguns prótotipos de cascos até definir um que atenda a necessidade do reator. Por isso que ela recorre á compra de tecnologia externa, no caso francesa, para adquirir experiência nessa fase do projeto. Essa é a concepção que temos que ter em mente: projeto. Segundo fontes, a marinha atinge a fase de enriquecimento de urânio nesse ano de 2010, concluindo o reator em 2014. A fase de construção do casco específico de submarino nuclear encerra o desenvolvimento do projeto nuclear da Marinha.

    Pois é Luis Medeiros, a nomeclatura SBR é a mais correta, mas como essa classe de submarinos ainda não tem nome, usamos scorpene como referência. Alguem aí teria alguma informação sobre os lemes em X?

  33. Intruder, é o que poderia ser também, essa possibilidade.

    Aparentemente, a introdução do sistema AIP nos Scorpene BR, pode se dar mesmo sem a integração durante o processo de produção e montagem das seções. Ou seja, pode ser feita, graças à flexibilidade do projeto do casco, posteriormente à finalização, se identificada a necessidade pela MB num futuro.

    Acredito que sua modularidade presente à sala de máquinas, é de grande proveito para modernizações e adaptações de desempenho.

    Obrigado

  34. Pessoal para quem quiser saber mais sobre a escolha do Scorpene. Revista da marinha explicando a escolha.
    link: http://www.mar.mil.br/ciama/html/indexperiscopio2010/periscopio63web1.pdf

  35. Andre:
    “Nossa Jackson, que história é essa de que submarino nuclear não lança torpedos e mísseis”
    Me mostra onde eu escrevi isso,por favor leia o “comentario antes de criticar”

  36. Os submarinos scorpene são um dos melhores do mundo sem dúvida, e se os oficiais a MARINHA DO BRASIL decidiram conjuntamente que seria melhor os frenceses prestarem apenas assistência técnica na construção do submarino núclear brasileiro, pode ter certeza que essa foi a melhor escolha sem dúvida!

    Em relação aos problemas apresentados por alguns submarinos scorpene, isso já aconteceu com todos os países que desenvolvem tecnologias militares de ultima geração, o que interessa nesses casos é que os problemas são resolvidos, e em 90% dos casos não voltam há acontecer, e isso significa que provavelmente os submarinos scorpene brasileiros não terá problemas, pois o grau de maturidade que a DCNS conseguiu com a fabricação dos submarinos scorpene já é excelente!

    Não podemos nos esquecer, quem decidiu fazer esta escolha foi os oficiais da MARINHA DO BRASIL, que estudaram muitos anos para poder decidir o que é melhor para a sobêrania de nosso país em casos extremos, ou melhor em uma guerra!

    DA-LHE BRASIL!

  37. E.M.Pinto:
    Eu considero o projeto fremm muito interessante,e poderiamos utilizarmos como base para as nossas fragatas, alem do uso do sistema de misseis anti-aereo aster,pra você ver que eu não sou contra os produtos franceses,o que não me agrada em negociar com franceses e a falta de carater dos mesmos,eu escrevo isso devido a experiencias profissionais que eu tenho com empresas francesas.
    Quanto ao ec-725 ,vamos consider o valor de R$5,2bi por 50 ec-725 ,e chegaremos a R$104mi por helicoptero (pelado)ou alguem acredita que eles viram com todos os avionicos e equipamentos disponiveis,se esta de bom agrado sermos “roubados” pelos franceses,fazer o que!O que eu questiono é que essa compra foi decidida diretamente pelo governo e não pelos militares que a tiveram empurrado “goela” abaixo.No momento tivemos uma demostração da “parceria estrategica” com os franceses,no caso do Ira e dos subsidios agricolas.Eu ouvi o relatorio de um piloto da usaf que combateu na primeira guerra do golfo e dize que os franceses simplesmente ligavam o radar dos seu m2000 durante o ataque a bagda,foram muito corajosos não ,so um comentario, os americanos executavam o ataque com o radar desligado.Grandes combatentes os franceses, não?

  38. ok, eu falava de 2 tamanhos de reactor, um que será usado no SNBR, e mais um que -se se consigue desenvolver- seria usado no futuro nos scorpenes. sds

  39. Jackson você não leu o que escrevi apouco sobre os EC 725BR.
    Você está discordando até mesmo do AOJR que é piloto militar de carreira e especialista em helicópteros com acessoria a própria USNAVy.
    pense um pouco
    segue mais uma vez a lista da negociação, e será a última vez que apresneto estes dados, pois não adianta vocês ou não leem ou não querem ler, sendo assim perco o meu tempo.
    ==================================================

    … já foi mais de mil vezes desmentida por outras fontes, mas vocês insistem em repetir esta ladainha.
    1º o preço ai envolvido não é da compra dos helicópteros.
    O programa prevê a construção da nova fabrica, com todo o ferramental
    2º o programa inclui o desenvolvimento de um helicóptero nacional
    3ª o Programa inclui o desenvolvimento de um vant Helicóptero nacional
    4º O programa prevê 50 helicópteros para as FA, com diferencial os EC 725 BR terão suas células com índice muito maior de Materiais compóstos o que demandará TT para empresas nacionais.
    5º O Programa preve a formação de engenheiros e projetistas cujas turmas de engenharia (02 primeiras) já estão na eurocopter fazendo seus estágios, quando retornarem terão capacidade de tocar em frente o programa nacional.
    6º Treinamento das equipes (já em execução).
    7º Todos nós sabemos fazer contas, junte isto ai apresentado eme diga de onde você tirou que cada helicóptero custará 50 milhões, ou melhor, ao ler qualquer matéria sobre o assunto seja mais crítico e procure as informações corretas.
    Acha caro o que estamos pagando por ter isto ai?
    A Fab pagou 300 milhões por 6 BHawk sabia? 50 milhões cada 1? claro que não, tem um pacote de treinamento e armas incluso 1+1= 2 mas 2 também pode ser 2= 6-4.
    Paga mais mas leva mais também…
    Estes mesmo argumentos servem para os submarinos
    oram assinados, pelo Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Marcus Vinicius Oliveira dos Santos, e colocados em eficácia, em 3 de setembro, todos os contratos comerciais referentes ao Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB):

    1. Compra do Pacote de Material e Logístico para os 4 (quatro) Submarinos Convencionais (S-BR);

    2. Construção dos 4 S-BR;

    3. Projeto e Construção do Submarino com Propulsão Nuclear (SN-BR) – este contrato incorpora a compra do pacote de Material e Logístico para o SN-BR;
    4. Compra de Torpedos e Despistadores;
    5. Projeto e Construção de um Estaleiro e de uma Base Naval;
    6. Administração, Planejamento e Coordenação do Projeto e da Construção do SN-BR;
    7. Transferência de Tecnologia;
    8. e OFFSET.

    Esses contratos foram celebrados com as seguintes instituições:

    a) Direction des Constructions Navales et Services (DCNS);

    b) Construtora Norberto Odebrecht;

    c) Consórcio Baía de Sepetiba (composto pela DCNS e Odebrecht); e

    d) Itaguaí Construções Navais (Sociedade de Propósito Específico composta da DCNS, Odebrecht e MB).

    O custo total do PROSUB é da ordem de 6,7 bilhões de euros, dos quais 4,3 bilhões serão objeto de financiamento externo em 20 anos, já aprovado pelo senado em 2 de setembro, e o restante será custeado diretamente com recursos do Tesouro Nacional.

    Com a assinatura desses contratos, a Marinha do Brasil receberá, até 2015, um Estaleiro e uma Base Naval dedicados à construção e ao apoio de submarinos, e incorporará à nossa Armada o primeiro dos quatro submarinos convencionais, até 2017, e o submarino com propulsão nuclear, até 2021.

    Fonte: Marinha do Brasil

    ink: http://www.mar.mil.br/ciama/html/indexperiscopio2010/periscopio63web1.pdf
    =======================================
    Pergunta, A França está botando alguma coisa goela abaixo? faça as contas individuais de cada um e me respnda depois.
    Agora fica ao vosso critério acreditar nas fonte sou não, acreditar que sai ou não, acreditar que foi feito ou não.
    Há alguns meses atras teve gente dizendo que os submarinos sequer iriam ser construídos por n razões todas elas estupidas e infantís sem o mínimo de critério ou verdade.

    Nada posso fazer se não aceitam os fatos, o submarino já tá na ponta dos massaricos, e ainda tem gente que não acredita.
    quanto as imposições da França, não to vendo onde, das duas uma, ou o cego sou eu ou são vocês.

    sds
    E.M.Pinto

  40. Ja tinhamos os Subs Alemães e aprendemos a esmiuçar ele.Agora com o Scorpene teremos acesso a uma tecnologia semelhante mas diferenciada.A experiencia Naval adquirida com o tempo nos proporciona a estarmos entre os poucos que detem construção e operação.Apenas acho que todas as mudanças nas Forças são morosas demais para uma necessidade eminente.

  41. Fico feliz pela Força de Submarinos que está entrando em uma nova fase com unidades francesas, antecedidos por subs italianos, americanos, ingleses e alemães. Espero que essa seja a úlima geração de submarinos estrangeiros do Brasil, como é o plano da Marinha.

    Só me resta agora torcer para que tudo de certo e saia conforme os prazos. Agora o que me intrigou e ainda me intriga e se o Sub nuclear ainda será baseado na classe Los Angeles….

  42. otima materia E.M.Pinto:
    otima noticia, que isso me parece que será superior o do chile isso mostra que foi uma otima compra .

  43. Olha agora falta o Brasil dar um pouco mais atenção ao Programa Espacial Brasileiro.

  44. E.M.Pinto :
    Jackson você não leu o que escrevi apouco sobre os EC 725BR.
    Você está discordando até mesmo do AOJR que é piloto militar de carreira e especialista em helicópteros com acessoria a própria USNAVy.
    pense um pouco
    segue mais uma vez a lista da negociação, e será a última vez que apresneto estes dados, pois não adianta vocês ou não leem ou não querem ler, sendo assim perco o meu tempo.
    ==================================================
    … já foi mais de mil vezes desmentida por outras fontes, mas vocês insistem em repetir esta ladainha.
    1º o preço ai envolvido não é da compra dos helicópteros.
    O programa prevê a construção da nova fabrica, com todo o ferramental
    2º o programa inclui o desenvolvimento de um helicóptero nacional
    3ª o Programa inclui o desenvolvimento de um vant Helicóptero nacional
    4º O programa prevê 50 helicópteros para as FA, com diferencial os EC 725 BR terão suas células com índice muito maior de Materiais compóstos o que demandará TT para empresas nacionais.
    5º O Programa preve a formação de engenheiros e projetistas cujas turmas de engenharia (02 primeiras) já estão na eurocopter fazendo seus estágios, quando retornarem terão capacidade de tocar em frente o programa nacional.
    6º Treinamento das equipes (já em execução).
    7º Todos nós sabemos fazer contas, junte isto ai apresentado eme diga de onde você tirou que cada helicóptero custará 50 milhões, ou melhor, ao ler qualquer matéria sobre o assunto seja mais crítico e procure as informações corretas.
    Acha caro o que estamos pagando por ter isto ai?
    A Fab pagou 300 milhões por 6 BHawk sabia? 50 milhões cada 1? claro que não, tem um pacote de treinamento e armas incluso 1+1= 2 mas 2 também pode ser 2= 6-4.
    Paga mais mas leva mais também…
    Estes mesmo argumentos servem para os submarinos
    oram assinados, pelo Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Marcus Vinicius Oliveira dos Santos, e colocados em eficácia, em 3 de setembro, todos os contratos comerciais referentes ao Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB):
    1. Compra do Pacote de Material e Logístico para os 4 (quatro) Submarinos Convencionais (S-BR);
    2. Construção dos 4 S-BR;
    3. Projeto e Construção do Submarino com Propulsão Nuclear (SN-BR) – este contrato incorpora a compra do pacote de Material e Logístico para o SN-BR;
    4. Compra de Torpedos e Despistadores;
    5. Projeto e Construção de um Estaleiro e de uma Base Naval;
    6. Administração, Planejamento e Coordenação do Projeto e da Construção do SN-BR;
    7. Transferência de Tecnologia;
    8. e OFFSET.
    Esses contratos foram celebrados com as seguintes instituições:
    a) Direction des Constructions Navales et Services (DCNS);
    b) Construtora Norberto Odebrecht;
    c) Consórcio Baía de Sepetiba (composto pela DCNS e Odebrecht); e
    d) Itaguaí Construções Navais (Sociedade de Propósito Específico composta da DCNS, Odebrecht e MB).
    O custo total do PROSUB é da ordem de 6,7 bilhões de euros, dos quais 4,3 bilhões serão objeto de financiamento externo em 20 anos, já aprovado pelo senado em 2 de setembro, e o restante será custeado diretamente com recursos do Tesouro Nacional.
    Com a assinatura desses contratos, a Marinha do Brasil receberá, até 2015, um Estaleiro e uma Base Naval dedicados à construção e ao apoio de submarinos, e incorporará à nossa Armada o primeiro dos quatro submarinos convencionais, até 2017, e o submarino com propulsão nuclear, até 2021.
    Fonte: Marinha do Brasil
    ink: http://www.mar.mil.br/ciama/html/indexperiscopio2010/periscopio63web1.pdf
    =======================================
    Pergunta, A França está botando alguma coisa goela abaixo? faça as contas individuais de cada um e me respnda depois.
    Agora fica ao vosso critério acreditar nas fonte sou não, acreditar que sai ou não, acreditar que foi feito ou não.
    Há alguns meses atras teve gente dizendo que os submarinos sequer iriam ser construídos por n razões todas elas estupidas e infantís sem o mínimo de critério ou verdade.
    Nada posso fazer se não aceitam os fatos, o submarino já tá na ponta dos massaricos, e ainda tem gente que não acredita.
    quanto as imposições da França, não to vendo onde, das duas uma, ou o cego sou eu ou são vocês.
    sds
    E.M.Pinto

    Perfeito!

  45. Jackson,
    Li o comentário várias vezes para entender!
    Vc escreveu tantos comentários que nem se lembra onde está essa frase Jackson?
    Está no seu terceiro comentário, apos o intruder. A frase fica depois dos parenteses.
    O trecho diz assim: “Quanto a capacidade e experiência de projetar um nuclear que muitos questionam,um sub convencional lança torpedos e mísseis, um nuclear não!”
    Achou?

    Não precisa ficar nervoso! Eu li o comentário e não entendi aquilo.
    Falei da reportagem da globo como forma de indignação com a reportagem.
    Se eu interpretei mal aquele trecho, desculpe. Se vc poder explicar o que quiz dizer eu leio. Mas parece que eu também exagerei com tantas explicações, quem comenta em sites navais tem noção do assunto. Desculpa o excesso, mas que ficou estranha aquela frase dos mísseis e topedos em submarino nuclear ficou.
    Na paz aí Jackson!

  46. Andre:
    “um nuclear não!”.Você reparou o(!) ponto de exclamação?.Um convencional assim como um nuclear pode lançar quase todas as mesmas armas,excluindo-se os misseis balisticos.

  47. Não sabia ou não lembrava o helicóptero VANT, que bom!
    Parabéns Pinto pelo relatório, o senhor tem que postar e tem que estar nos comentários, haja tempo pra o editor dizer tudo várias vezes, meu deus!
    ProSub: tomara a FAB tivesse o mesmo comportamento que a Marinha
    Viva a Marinha do Brasil!!!

  48. Galera com este submarino nuclear vamos afundar muitos porta-aviões americanos.
    Risos..risos…risos…
    Viva o Brasil!!!
    Abraços a todos.

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