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CONSIDERAÇÕES SOBRE O MÍSSIL PATRIOT PAC-3

In Defesa, Defesa Anti Aérea, Mísseis, Plano Brasil, tecnologia on 18/07/2010 by bosco123 Marcado: , , ,


Autor: Bosco

Plano Brasil

CONSIDERAÇÕES SOBRE O MÍSSIL PATRIOT PAC-3

O sistema de mísseis Patriot, colocado em operação a partir da década de 80 para defesa antiaérea de média e grande altitude é considerado um dos mais modernos do mundo, senão o mais moderno.


É sabido que o alcance da versão original era de 70 km, já a versão PAC-2 (Patriot Advanced Capability-2) teve o alcance máximo estendido para 160 km. Provavelmente contra alvos altos, em rota de aproximação, vôo lento e não manobrando. Contra mísseis balísticos táticos o alcance não deve passar de algumas poucas dezenas de quilômetros.

https://i2.wp.com/www.army-technology.com/projects/patriot/images/pat6.jpg

Míssil Patriot PAC-2 com 908 kg e 160 km de alcance


Na década de 90 um programa do Exército Americano designado ERINT (Interceptador de Alcance Estendido) destinado a gerar um míssil mais eficaz contra mísseis balísticos, resultou no que viria a ser conhecido como Patriot PAC-3. O PAC-3 é um míssil completamente diferente dos Patriots originais, conservando apenas o nome por compartilhar os mesmos sistemas de lançamento, comando e controle.

https://i0.wp.com/www.ausairpower.net/PAC-3-ERINT-Cutaway-1S.jpgCorte transversal de um PAC-3

https://i1.wp.com/www.acig.org/artman/uploads/pac3.jpg

Diferente do míssil Patriot original que pesa 908 kg, o PAC3 pesa 312 kg e tem um diâmetro quase 2 vezes menor, o que faz com que 4 caibam em um mesmo espaço destinado a apenas um Patriot.


Também, o PAC3 é dotado de um sistema de radar ativo e não semi-ativo e não possui espoleta de proximidade, destruindo o alvo por impacto direto. Método mais indicado para se contrapor aos mísseis balísticos.


https://i1.wp.com/www.ausairpower.net/PAC-3-ERINT-Launch-1S.jpgMíssil Patriot PAC-3 com 312 kg e com improváveis 20 km de alcance

Seu sistema de direção também conta com foguetes de controle de atitude e não só controles aerodinâmicos, como no Patriot.


Por incrível que pareça para os mais atentos, todas as fontes disponíveis na internet dão conta que o alcance desse míssil não passa de 20 km. Ora! Tal dado não resiste a uma análise mais atenta.

https://i2.wp.com/www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2008/09/patriot-pac-3-a.jpg
Lançador PAC-3

Foge do escopo desse artigo o motivo desses dados aparentemente errados terem sido divulgados e nunca corrigidos por fontes oficiais ou mais fidedignas. Fato é que o bom senso permite deduzir que o alcance do PAC-3, apesar de quase 3 vezes mais leve, não deve ser muito menor que o do Patriot PAC-2. Na verdade, pode ser até maior, ficando próximo a dos mísseis S-400 russos, muito mais pesados.

https://i2.wp.com/www.dahe.cn/xwzx/zt/ss/mdtjs/lcjs/W020100201546382348642.jpgLançador Patriot com 16 mísseis PAC-3


Como se pode chegar a esta conclusão? Tanto por algumas “evidências” que soltam aos olhos como por questões técnicas pertinentes à tecnologia de foguetes e mísseis.

Pra começar o próprio programa que deu origem ao míssil PAC-3 o chama de ERINT, ou seja, “interceptador de alcance extendido”. Claro que muito provavelmente o termo “alcance” nesse caso pode não estar ligado diretamente a distância máxima de interceptação e sim a capacidade global de letalidade do míssil, mas já é um dado no mínimo interessante.


https://i0.wp.com/www.army-technology.com/projects/surface-launched/images/Slamraam_8.jpg

Míssil SLAMRAAM com 152 kg e 25 km de alcance

Em segundo lugar vemos que mísseis com custo e massa bem menor, como por exemplo, o SLAMRAAM, com 152 kg de peso, tem alcance na faixa de 25 km, aparentemente “maior” que a do PAC-3 que é muito mais caro e com o dobro do peso e que sabidamente tem um envelope de atuação mais amplo.

Também o míssil ESSM da Marinha Americana, com massa de 280 kg, tem alcance de 50 km. Mais que o dobro do alcance divulgado do PAC-3, embora esse tenha massa 40 kg maior.


Outro fato interessante é que o Exército Americano planeja ser dotado no futuro apenas da “versão” PAC-3 para a defesa de grande altitude (HIMAD) e contra mísseis balísticos até 40 km, ficando a defesa contra mísseis balísticos em nível mais alto por conta do míssil THAAD (30 a 150 km de altitude e 200 km de alcance).


Como um míssil anunciado como tendo apenas 20 km de alcance e capaz de interceptar alvos a apenas 15 km de altitude poderia substituir os confiáveis Patriot com performance de 160 km e 24 km respectivamente?

https://i1.wp.com/www.ausairpower.net/000-ESSM-1S.jpgMíssil ESSM com 280 kg e 50 km de alcance



Outro fator que chama a atenção é a intenção do fabricante em propor uma versão do PAC-3 de lançamento vertical a partir dos lançadores Mk41 da marinha. Tal versão seria capaz de substituir os mísseis Standard de defesa de área atualmente em uso.


A versão SM-2 ER Block IV tem 250 km de alcance pelo menos.
O fabricante estaria delirando ou os dados disponíveis na internet é que não batem?


Uma outra informação que deve se somar à discussão diz respeito a uma versão mais atualizada do PAC-3 ter sido escolhida para compor o sistema de defesa de grande alcance MEADS, que será desdobrado a partir de 2013 para alguns países europeus e também para os EUA. Esse sistema sup-ar multinacional será o míssil padrão de grande alcance de vários países. Teria esse míssil apenas 20 km de alcance?

http://missiledefense.files.wordpress.com/2010/03/meads-launcher.jpg
Futuro lançador do sistema MEADS que usará o PAC-3

Alguns poderão achar estranho o fato de um míssil pesando apenas 320 kg poder ter alcance igual ou até mesmo superior a um que pese 908 kg (Patriot) ou um de quase 2 t (S-400), mas isso pode sim ser possível.
O PAC-3 é quase 3 vezes mais leve que um Patriot e tem um diâmetro quase 2 vezes menor, mas seu comprimento é similar.

https://i0.wp.com/image34.webshots.com/35/7/6/50/271270650EEblDs_ph.jpgSistema MEADS de lançamento vertical que usa o míssil PAC-3

A relação entre a massa total do míssil versus a massa do propelente é similar em termos percentuais. Também o composto usado no motor foguete deve ser, no mínimo, o mesmo, com a mesma densidade de energia por quilo de peso.


Podemos chegar à conclusão que o impulso específico (tempo de queima) do motor do PAC-3 é pelo menos igual a do Patriot PAC-2.


https://i2.wp.com/www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2008/09/patriot-3.jpghttp://img.blog.yahoo.co.kr/ybi/1/24/56/shinecommerce/folder/39/img_39_23188_7?1240124413.jpg

Lançador do PAC-2

Já o PAC-3 muito provavelmente tem uma potência menor que a do PAC-2, mas isso não seria de relevância tendo em vista que o primeiro pesa quase 3 vezes menos, como dito antes.


Ser quase 3 vezes mais leve quer dizer que é preciso gastar menos propelente para vencer a força de gravidade, e ter um diâmetro quase a metade quer dizer ter um coeficiente de arrasto também significativamente menor, o que resulta em menor consumo e melhor aproveitamento energético.


Uma versão atualizada do PAC-3 conhecida como MSE (Missile Segment Enhancemet) possui um motor maior e mais potente e duplicou o alcance de interceptação contra aeronaves e expandiu em 50% o alcance contra mísseis balísticos.


Se chegarmos a conclusão que o PAC-3 tinha um alcance pelo menos igual ao do míssil anterior (PAC-2), esta nova versão MSE deverá ter algo próximo de 300 km de alcance. O dobro da performance do Patriot PAC-2 e muito próximo do S-400.


Acaba que o peso extra de propelente tanto do Patriot quanto do míssil de maior alcance disponível no sistema S-400 serve apenas para vencer o peso e o arrasto também muito maior, sem influir de modo significante na performance.


A única maneira do PAC3 ter um alcance muito menor, como parecem nos querer fazer acreditar, é se ele utilizasse um propelente muito inferior ou se a fração de peso do PAC3 em relação ao propelente fosse também muito menor.
Não parece ser esse o caso.

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23 Respostas to “CONSIDERAÇÕES SOBRE O MÍSSIL PATRIOT PAC-3”

  1. “um dos mais modernos do mundo, senão o mais moderno.”

    O autor desse artigo esta chamando os comentáristas do Blog pra briga. (irônia mode on).

    Acho esse sistema perfeito, e é uma pena que os Estados Unidos só venderem para países aliados.

  2. Não sei por que chamaria os comentaristas para uma briga.

    O que chama atenção é o fato do sistema ainda ser conteirado, mesmo sendo avançadíssimo.

    No mais, percebe-se o uso de tecnologia de ponta no combustível, na estrutura (mais leve) e nos sistemas.

  3. PAULO,NADA É PERFEITO COM CERTEZA TEM FALHAS….

  4. Bosco,
    parabens está simplesmente muito bom!

  5. Alguém tem informação como anda o desenvolvimento do Sistema Astros III, ouvi dizer que teria um alcance próximo aos 300 Km.

  6. Voces não entenderam a irônia…

    Os russofilos adoram colocar o sitema S-300 como o mais perfeito, o mais lindo, o melhor de todos, o invencivel e blá blá blá…

  7. Sonho meu ver o Brasil operando 360 caças multi-missão nos próximos 20 anos, em 20 novas e/ou modernizadas bases aéreas, com sistemas Astros 2020 para defesa anti-aérea…

    Ah, sonho meu…

  8. Valeu Bosco!

    Excelente matéria e ótimas perguntas pertinentes.

    Abraços.

  9. Ilya,

    O fato de ser lançado verticalmente é interessante, mas não fundamental. Como tudo, traz vantagens, mas também algumas desvantagens.
    O PAC-3 por exemplo pode ser lançado verticalmente também, como atesta o futuro sistema MEADS e a proposta para a US Navy.
    O sistema Patriot padrão não optou por esse conceito por operar também com um radar fixo de varredura eletrônica que cobre “apenas” 130°. Seriam necessários 3 lançadores para cobrir simultaneamente 360°, desde que também existam 3 radares, o que é pouco usual. Ou então, radares e lançadores devem conteirar para se voltar em direção à possível ameaça sem precisar contudo, mudar a elevação.
    Não podemos nos esquecer que na função “antibalístico” a ameaça vem sempre de uma determinada direção, ao contrário de mísseis cruise ou aeronaves, daí não ser fundamental a um míssil antibalístico ser de lançameto vertical.
    Num cenário em que seja possível ameaças de várias direções seria interessante ter 3 radares e com certeza existiriam pelo menos 12 lançadores quadrúplos, apontados para as 3 direções.
    No cômputo geral não faz tanta diferença ser ou não lançado verticalmente quando se usa radares fixos de varredura eletrônica.
    O sistema MEADS, ao contrário, vai usar radar giratório para vigilância de 360°, daí terem optado pelo método de lançamento vertical. Radares fixos adicionais serão usados apenas contra mísseis balísticos ou outros alvos difíceis.
    Já para mísseis navais, acho fundamental o lançamento vertical.

    Um abraço a todos.

  10. Caro Bosco.
    Obrigado pela deferência, em responder-me.
    Sei que os russos têm em conta os mísseis “cruise” como arma de grande perigo. Daí, preocuparam-se primordialmente com os mesmos. De qualquer forma, imagens dos lançamentos verticais são sempre impressionantes.

    Mais uma vez, obrigado pela atenção.

    Caro Sr. Paulo.
    Eu sou talvez, aquilo pelo qual batizaste de “russófilo”, no entanto, não fico rebaixando sistemas por serem eles de produção americana, chinesa ou mesmo argentina. As armas russas, por outro lado, são vítimas ainda de escárnio sem sentido, advindos com toda certeza, do clima histriônico da antiga “guerra fria”.
    Fato é que a Rússia conseguiu manter as suas principais equipes de projetos, durante o incrível fosso econômico no qual se abateu, imediatamente após o fim da U.R.S.S., permitindo desta forma, a continuidade e evolução tecnológica dos seus sistemas.

    Toda nação que investe em educação e tecnologia, colhe frutos. Por décadas os soviéticos, dos quais os russos são herdeiros diretos, colheram louros nas competições acadêmicas de matemática, química e física. A Coréia do Sul investiu fortemente no seu sistema educacional, e colhe agora os seus dividendos.
    O Brasil obteve nos últimos oito anos, alguns avanços significativos, elevando-se em 2.0 em relação ao passado. Mas, este avanço ainda é tímido para as nossas ambições.

  11. E , parece, q eles estão preparando um atque ao Irã e prepárando p o contra atque dos mesmo…quem autorizar o uso do seu espaço tbm ganha presente dos Iranianos? Vamos ver + adiante.

  12. Acredito que o falado AStros 3 é um sistema de artilharia e não de defesa aérea.
    E é bem difícil guiar um progétil até 300km.

    Acho muito relevante a pergunta sobre as distâncias também concordo que não está certo, mas o PAC-3 tem perfil de vôo totalmente diferente e o veículo de interceptação faz o ataque em uma linha quase vertical. Se fosse horizontal jamais acertaria o alvo, não é como um míssil aerodinâmico que é lançado como uma flecha e via perdendo força e eficiência ao longo do alcance. Lançar o KEV, ou seja lá como se chama, para os lados seria um desperdício de força e reduziria enormente a eficiência do impacto.

    O corpo do Pac-3 é mais um lançador espacial do que realmente um míssil, é para dar velocidade e não simplesmente jogar longe.

    Acho que é legal lembrar que se a proporção de combustível é a mesma então o PAC-2 mesmo sendo menos aerodinâmico ainda vai ter quase três vezes mais energia cinética. E isso eu garanto que faz muita diferença no alcance máximo. Enquanto que as vantagens de ser aerodinâmico vão se reduzindo conforme a altitude.

    Tirarmos conclusões com dados limitados e sem calculos é bastate perigoso.

  13. Ilya,
    Concordo. Também acho fantástico o sistema de lançamento à frio dos russos. Sem dúvida nisso eles são experts.

  14. João,
    Suas considerações são interessantes. Minha intenção não é tirar conclusão e sim colocar em discussão. Com certeza o PAC-3 não tem 300 km de alcance horizontal (não acredito que seja tanto) mas acho pouco provável que tenha somente “20 km”.
    Alguns países que escolheram o MEADS poderiam ter optado pelo SAMP-T francês/europeu com 100 km de alcance (baseado no ASTER-30).
    A Alemanha vai usar o SL Iris-t com 15 km de alcance como míssil secundário provendo defesa ao MEADS. Ora! Pouco provável que o “principal” tenha apenas 20 km de alcance.
    Quanto a alegada altitude de interceptação de 15 km também acho pouco tendo em vista por exemplo o sistema adotado de “controle de atitude” usando 180 foguetes. Tal método é mais eficiente em atmosfera bastante rarafeita (ou no vácuo).
    Não podemos nos esquecer que embora seja um míssil competente na função antibalístico endoatmosférico, ele, ao contrário do THAAD, será usado também como míssil sup-ar convencional contra alvos aerodinâmicos.
    Um abraço.

  15. Bosco,

    “Minha intenção não é tirar conclusão e sim colocar em discussão.”

    É acho que o mais interessante é exatamente o que as especificações não nos dizem, equilibrando os pontos de vista mais sóbrios agente consegue até chegar à algumas conclusões lógicas, mesmo que tenham pouca validade.

    Eu não confio muito no que divulgam, mas me parece que o design daquele veículo de energia cinética não tem nehuma ênfase em aerodinâmica, na atmosfera ele iria perder velociade muito rápido, isso se não derretesse com o atrito, já que ele voa a quase 3km por segundo.

    E como nós sabemos que interceptações até 25km os Patriot e S-300 convencionais podem fazer eu não vejo muito sentido em criar um veículo espacial para ser utilizado em altitudes abaixo dos 25 ou 29 mil metros,15km deve ser o mínimo.

    Um abraço.

  16. Bosco,
    Agora pensando melhor fiquei em dúvida se o Pac-3 colide com o alvo inteiro ou se acontece uma separação. O veículo de enrgia cinética que eu estava falando faz parte do Interceptador antibalístico e não do Patriot ou do THAADs.
    Mesmo assim, como voçê falou, o alcance divulgado ainda é muito mais baixo do que se esperaria.

    Abraço.

  17. João,
    O PAC-3 colide inteiro com o alvo. Já o THAAD lança um véiculo de destruição cinética
    dotado de foguetes mas com certa aerodinâmica, já que tem uso endoatmosférico, ainda que a 150 km de altitude.
    Os SM-3 e GBI (sediados no Alaska e na Califórnia) lançam veículos de destruição cinética aptos ao espaço, sem nenhuma aerodinâmica, já que foram desenvolvidos para interceptar os mísseis balísticos na fase intermediária (interceptação exoatmosférica).
    Quanto ao ângulo de reentrada a que você se referiu, quanto menor a distância de lançamento, menos agudo é o ângulo. Ou seja, os mísseis balísticos táticos (até 300 km) e os de curto alcance-SRBM (até 1000 km), passíveis de serem interceptados pelo PAC-3, chegam quase na vertical. Já os MRBM, IRBM, ICBM diminuem o ângulo de reentrada progressivamente, ficando cada vez mais agudo.
    Esse assunto é bem interessante, pra não dizer, apaixonante.
    Ontem, pesquisando na net, consegui achar já algumas referências dando conta que o alcance do PAC-3 seja da ordem de 100 km contra alvos atmosféricos e metade disso contra alvos balísticos. Vou colocar a referência depois, está no meu navegador e tenho que procurar.rsrsrrs
    Um abraço.

  18. Bosco,

    Obrigado!
    Um abraço.

  19. Um Skihauk atinge o nono andar e não o oitavo ou décimo em mil klm .Então tudo isso aì são SUCATAS que serão vendidas para Países Serviçais e Idiotas ou os Judeus alugam aos TOLOS>

  20. SOMOS TAN IMBECILES QUE ATE MY HACE REIR-ME,DE CHORADAS DE ALGUNOS BLOGUEROS AFICIONADOS DE OLOCAUSTO, CREIA USTEDES EN REALIDAD DE PRESENCIAR UNA GUERRA NUCLEAR ENTRE U.S.A. Y RUSIA? PARA DEPOS DEL PARTIDO SENTAROS EN BARES, O EN SOFAS CANTANDO LA VITORIA, ESTAMOS PROMOSIONANDO ALGO QUE NI SI QUIERA NUMCA HEMOS VISTO ALGO ORIVEL Y UNICO, CREO QUE DEVEMOS ESTAR AQUI A CRITICAR ESTES IDEIAS BELICISTAS,QUE NO NOS LLEVA A NEMGUN LADO POSITIVA DELA VIDA SOLO DIREI UNA COSA LA FUTURA GUERA ENTRE AMBOS NO HABRA TIEMPO NI SI QUIERA PARA ESTES CACHARO MISILILLOS, SI CONOCEN LA CAPACIDAD DISTRUITIVA DE UNO Y OTRO

  21. YENPE ADMAS YA TERMINOU LA GUERA FRIA, Y EL FIN DE UNION SOVIETICA, Y PORQUE SIGUE EL OTAN. ALIANZA QUE YO LO CONSIDERO COBARDE, PORQUE HAI MOTIVOS POR TAL TODOS ESTOS PAISES SOLO ENCONTRA DE RUSIA, POR ALGO SERA O POR MIEDO O POR PARANOIA, QUEREMOS UN MUNDO EN PAZ, DONDE LOS RECURSOS NO SE ENPEÑAM EN ARMAMENTOS QUE NO BAN A SER UTILIZADOS, QUE POEDEN AYUDAR A MEJORAR LA DIZIGUALIDAD SOCIAL, EN LA TIERA, CON ESO HABRA MUI POCA SECTARISMO, O COMBATIR ALGUNOS INFERMIDADES QUE NO TIENE CURA, OTROS POR FALTA DE RECURSOS PARA INVESTICASION

  22. Eu seguiria o mesmo raciocínio com os “S” russos, aqueles mísseis são grandes demais para ter somente aquela autonomia, se o Patriot PAC 3 realmente pode chegar a estes 300 KM com pouco combustível e sendo pequeno e tal, não creio que os russos sejam assim ineficientes ao ponto de ter que colocar 2Ton de combustível para superar o arrasto devida as suas proporções… tem algo ai que não me quadra mesmo que todos mintam a respeito de um ou de outro sistema.

    Boa matéria Bosco, mas creio que o alcance não supere na melhor das conspirações os 50-70 KM… mas chegar a 300KM so vendo e olha la que pode ser ilusão de ótica!!

    E eu ainda prefiro os “S” russos, pelo menos funcionam contra qualquer um, até mesmo contra os Russos, mas eles não fazem embargo e nem restrições freqüentes pois não tem intenções de atacar ou invadir nações pelo mundo, talvez pro pressão geo-política, mas em se tratando de recursos naturais, tudo o que precisam eles têm dentro da mãe Russia.

    São um fornecedor mais confiável.

    Valeu !!

  23. Francoorp,

    Os sistemas russos S-300 e S-400 também possuem mísseis menores, a exemplo do Patriot. Esta tendência está se generalizando.
    Avanços na aerodinâmica, química de propelentes, pilotos automáticos, etc, faz com que os mísseis mais modernos tenham grande alcance.
    Só o fato do míssil subir em grande altitude onde o ar é mais rarefeito e o empuxo do motor aumenta sem aumentar o consumo, armazenando energia potencial, e descer depois que acaba o combustível contra um alvo aerodinâmico já implica num grande incremento de alcance.
    Quanto aos 300 km é mesmo apenas uma suposição baseado nas informações disponíveis. Acho que alcances contra alvos atmosféricos de 80/100 km para o PAC-3 e de 150/200 km para o PAC-3 MSE são bem mais realistas.
    Contra alvos balísticos eu diria que os alcances estão na faixa de 20 km para o PAC-3 e 40 km para o PAC-3 MSE.
    O problema é que quando divulgaram o alcance do PAC-3 parece que se referiram à sua função antibalístico. Os 20 km (generalizado nas diversas fontes) não era referente a alvos atmosféricos. Mas aí pegou, porque um copia do outro.
    A versão PAC-1 do Patriot tinha um alcance de 70 km, já a versão PAC-2 foi para 160 km. Quando quiseram incrementar a capacidade antibalística, automaticamente o alcance antiaéreo aumentaria. Ao invés de seguirem a fórmula de força bruta, fizeram o PAC-3 seguindo um conceito completamente diferente.
    A era dos grandes mísseis está no fim. Cada vez estarão menores. Pode escrever.

    Um abraço.

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