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O CHANCELER ANTÍTESE DE RIO BRANCO

In Geopolítica, Opinião on 18/07/2010 by E.M.Pinto Marcado: ,

https://i0.wp.com/www.blogdostreck.com.br/UpLoad/Imagem//IMG352.jpgPublicado no “O SUL” em 16 de Julho de 2010

Sugestão

Paulo Ricardo da Rocha Paiva

Coronel de Infantaria e Estado-Maior

Forças Armadas, Rio Branco nunca precisou escudar suas vitórias nestas instituições nacionais, porém, nunca descartou o significado vital em mantê-las preparadas e aptas para a guerra. O princípio de uma nação armada, hoje, mais do que nunca, revela capacidade de avaliação, noção da realidade do tempo presente e visão prospectiva do cenário mundial para as próximas décadas. Justo o que não se depreendeu do posicionamento dos painelistas, um ex-ministro de relações exteriores e dois professores provocados por Willian Waack em seu programa na televisão.

O primeiro comparou credibilidades no jogo diplomático, condenando apenas o Irã em face das escamoteações para ganhar tempo na questão gerada pelo seu projeto que jura ser energético, assim como jurou o Iraque acusado injustamente de produzir armas de destruição em massa. Neste caso, como confiar na boa fé dos EUA que, de imediato, procura desacreditar a celebração de um acordo, agravando sanções com linguagem de pressão ainda mais reticente. Disse que o Brasil da forma como atuou, francamente não dá para perceber aonde quer chegar o ex-chanceler Celso Lafer, não está contribuindo para uma solução pacífica. Com certeza, radicalismos é que não vão dirimir o impasse com uma nação de brio, decidida a fazer valer sua soberania, não para contestar a comunidade internacional, mas, sim, para se  impor à tirania do Conselho de Segurança da ONU, à qual já se submeteram outros “emergentes” menos determinados e carentes de liderança.

Na contramão do inigualável Barão do Rio Branco valorizou ainda a postura do País em face do TNP, inclusive quanto ao acordo correlato com a Argentina. Deve ser dito, este último castrou solução mais inteligente que viabilizaria, aos dois países em conjunto, alcançar um nível dissuasório compatível. Certamente, tivéssemos naquelas oportunidades um presidente e um chanceler com visão prospectiva, não teríamos assinado tratado que nos obriga a lutar ao invés de dissuadir e, também, teríamos ajustado com a nação irmã, sim, um acordo perene na área nuclear para o desenvolvimento de um projeto defensivo definitivo, com cientistas brasileiros e argentinos pesquisando em arsenais comuns de forma a nos aliviar o peso da missão que não podemos cumprir, da guerra que vamos perder.

Que não se duvide, o “patrimônio da humanidade” e as reservas do pré-sal das bacias de Campos, do Rio de Janeiro e no entorno das Malvinas estão na mira de um conselho viciado de potencias nucleares e será reivindicado “em prol do bem de todos e em nome da tão propalada comunidade internacional”. Ainda segundo esse “expert em assuntos estratégicos”, o Brasil não precisa de poder maior para garantir as suas segurança e soberania. Estão querendo zombar do soldado que vai verter o sangue na selva , não estão nem aí para aviadores e marinheiros que vão enfrentar meios aeronavais de última geração com os “yellow submarines” e os caças que ainda negociamos, é de pasmar, nos mesmos mercadores da morte encastelados no Conselho de “ Insegurança”.

Questionado sobre a postura do País em face do protocolo de intenções de fiscalização de instalações nucleares, entreguista, simplesmente proscreveu o Barão dando a entender que o País estava em posição muito cômoda, pois, poderia abrir o segredo do processo, reconhecidamente revolucionário de enriquecimento de urânio, muito mais em conta do que os demais, em troca de uma redução convincente de ogivas atômicas. Durma-se com esta ingenuidade franciscana. Alerta Brasil!

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15 Respostas to “O CHANCELER ANTÍTESE DE RIO BRANCO”

  1. Concordo com todos os pontos descritos neste texto. No Brasil ainda existem ingenuidade suficiente para assinar um protocolo do TNP, sem contra-partida nenhuma, além de reconhecer a China como economia de mercado e ver seu mercado inundado por calçados e outros bens gerados a partir de mão de obra quade escrava, onde não existe compromisso com leis trabalhistas como em nosso país.
    O Brasil, ao invés de assinar protocolo adicional ao TNP, deve deixar de vez o TNP. Ferramenta que o CS da ONU e seus membros criaram para manter o status quo atual, mesmo vendo suas nações perdendo importância em termos econômicos para nações emergentes. Voltamos a questionar, porque Israel, Paquistão, Coréia do Norte, Índia, China, Rússia, França, Inglaterra, e os Americanos podem e o Brasil não pode?
    Se uma destas nações resolver explorar o pré-sal, o fará e despeito de qualquer tentativa de contenção de algum brasileiro. Esta sendo feito desta forma no dia de hoje pela Inglaterra nas Malvinas, e eles subirão pelo Atlântico na mesma longitude até o limite de nossas águas territorias, se assim o quiserem. Seus submarinos nucleares, satélites e SLBM farão o resto.
    Abra o olho Brasil e deixe de ser ingênuo.

  2. Este senhor, Celso Lafer, que tirou seus sapatos em determinada ocasião, em um aeroporto norte americano, a pedido de uma autoridade policial, local, este mesmo, e o entao dito ministro de assuntos estrategicos, senhor Ronaldo Sanderberg, assinaram, um dito acordo de entrega, gratuita aos norte americanos, do Centro de Lançamento de Alcantara, que felizmente, pararece, nao vingou, pelo menos em parte.

    Tal acordo, um texto de 15 paginas, na qual, segue algumas clausulas; 1) a area central, nervosa, de controle e monitoramento de lançamento e acopanhamento dos
    eventos, ficavam sob maos ianques, os quais ditariam quem poderia ter ou nao acesso
    à mesma, os proprios brasileiros seriam subordinados a tal. 2) os norte americanos poderiam embarcar e desembarcar conteineres hermeticamente fechados, sem autorização de autoridades brasileiras, no Centro de lançamento. 3) eles, ianques, permitiram, ou não os lançamentos. 4) o monitoramento, acompanhamento de um lançamento, qualquer,
    ficariam a criterios de norte americanos, repassarem ou nao, a nos BRASILEIROS. 5)
    as receitas oriundas de eventuais lançamentos, nao poderiam ser investidas, rein
    vestidas em programas espaciais brasileiro.

    Nesta era de AERONAUTICA e ESPAÇO, de dominio do ESPECTRO ELETROMAGNETICO, em
    um país, nosso BRASIL, que detem quase 96% das RESERVAS de NIOBIO, elemento fundamental, imprescindivel……..reservas estas, (NIOBIO), justamente concentradas na regiao RAPOSA SERRA do SOL….

    Bem, este senhor Celso Lafer è capaz de tirar muito mais que seu par de sapatos
    para os NORTE AMERICANOS.

    Vejam outra imoralidade, um verdadeiro CRIME de LESA PATRIA, nos idos de 1.990,
    o “PROTOCOLO 505″…(Collor)

    Recentemente tivemos o caso do senhor reitor, um tal TIMOTY MOUHOLAND, reitor da UNIVERSIDADE DE BRASILIA, um outro reitor, da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO,
    idem,…corruptela barata, a altura de “VERDADEIROS BAIXINHOS da XUXA” .

    Didis, Dedes, Mussuns, Zacarias, Chaves, Chapolins….Infelismente, realmente somos
    uma NAÇÃO DE BAIXINHOS, deveras, a NACIONALIDADE segue seu curso.

    Por GUARARAPES e MONTE CASTELO!

    BRASIL!

  3. Eu assisti esse programa e a matéria não se corresponde.
    O programa, como sempre foi só para jogar pedra no governo, tiveram que aceitar alguma coisinha, porque obviamente a política externa é de um sucesso tal que não podem falar totalmente contra.
    O tal Waak é um inepto total, ele acho que nem acabou o ensino fundamental, mas nele não é um problema de educação, mas de incapacidade cerebral.
    A globo escolhe para “áncoras” aqueles que comprovem uma subserviência no limite da subnormalidade.
    Então, convidam sempre 3 “analistas” ou ex-Ministros todos contra o governo, e o coitado do Waak sempre falando coisas que leu na wikipedia antes do programa. O Waak e a Waldvogel, nos dois casos um blend de paraguaio e árabe mas com sobrenomes holandês e deutsche, são os 2 âncoras mais subservientes com que conta a Globo. Já comentei antes, com a licença do Editor vou copiar o comentário do 25-abril:
    ————————————————————
    Acho que nunca deveria-se limitar a difusão da cultura ianque aqui dentro do Brasil, acho melhor a liberdade completa para o cidadão escolher o que assistir.
    Nossa cultura é mais forte.
    Enquanto às mentiras dos telejornais, também o mais importante é a liberdade, mas não vamos deixar de criticar a ignorantes como as âncoras de “Entre Aspas” e “Globonews Painel”, kkkk esse povo não existe, Mônica Waldvogel uma dona do lar que escapou de um hospital psiquiátrico, e William Waak um cara que nunca entende o que estão falando, mas sempre curte uma de importante kkkkk. Além disso, os dois com sobrenomes saxões, a minina alemão e o senhor importante holandês! kkkkk É óbvio que não são seus verdadeiros sobrenomes.
    Todo isso é lixo, o povo não presta para essa turma de actores fantasiados de jornalistas. Em 2006 estavam todos falando mal do Lula, lembram Alexandre Garcia todos os dias batendo no Lula etc, e o tal do Lula consiguiu mais dum 60% dos votos.

  4. É bom ouvir de um militar uma postura menos crítica em relação ao governo.

    Já em certos blogs militares – o DefesaBR, por exemplo -, há quem, nas entrelinhas, já chame por um golpe de estado. Eu digo isso a sério, eles ainda hoje usam a ladainha da ameaça do comunismo pra justificar o golpe. Me parece que os militares brasileiros guardam saudades daquela época.

  5. O comentario do Ilmo Cel é perfeito. Não tenho nem palavras para felicitalo.

  6. Alguns, acostumados a passividade, ainda não entenderam o novo posicionamento da política externa brasileira. INDEPENDENCIA em busca de beneficiar o Estado nacional e não simplesmente dizer amém a tudo que vier do “Grande Irmão” do norte. Busca incessante de mercado para produtos brasileiros, fazendo-nos INDEPENDENTE de países quebrados (EUA e UE) mas que detem poder militar. Fortalecimento do MERCOSUL, das relações com a África, Oceania, Oriente Médio. Independencia na produção de material nuclear para nossas usinas. Independencia na produção de petróleo. Embaixadas em TODOS os paises do mundo. INDEPENDENCIA que não ia contra os ideais de Rio Branco. Brasilidade e INDEPENDENCIA!

  7. Carlos Cruz :Alguns, acostumados a passividade, ainda não entenderam o novo posicionamento da política externa brasileira. INDEPENDENCIA em busca de beneficiar o Estado nacional e não simplesmente dizer amém a tudo que vier do “Grande Irmão” do norte. Busca incessante de mercado para produtos brasileiros, fazendo-nos INDEPENDENTE de países quebrados (EUA e UE) mas que detem poder militar. Fortalecimento do MERCOSUL, das relações com a África, Oceania, Oriente Médio. Independencia na produção de material nuclear para nossas usinas. Independencia na produção de petróleo. Embaixadas em TODOS os paises do mundo. INDEPENDENCIA que não ia contra os ideais de Rio Branco. Brasilidade e INDEPENDENCIA!

    alerta Brasil como diz o texto.Vamos buscar entender os meios militar eletronicos de 5 geração;avioes de 5 geração fazer simuladores para criar um campo de defesa e ataque enquanto e´ cedo porque ja estão robando agua.O irã desenvolve sua defesa por meios turbulentos,ajuntar engenheiros,tecnicos pessoas civis com patriotismo que ama a familia brasileira (principalmente a sua familia) e´ questão de honra para nossos militares quando entrar num incidente lutar numa mesma igualdade ecapacidade de defesa e ataque se preocupar com menos baixas no militar como civil, sendo que o civil e´a peça mais importante de um país para denunciar qualquer anormalidade de um estrageiro contra a nação.Tem pessoas inteligentes que quer se doar; Salomão um homen sabio ESCREVEU (quero que leiam ECLESIASTES capitulo 9 versiculos 11 ao 15)na Biblia o sabio pobre tem muitos na nossa nação;nosso povo e´inteligente capaz como aquele mineiro voces sabem que estou falando.Ex:tenho um projeto energia limpa cadê o dinheiro para desenvolve-lo e assim se vão os dias e a nossa nação no AMARELO . Do Rio G. do SUL a Rondonia vamos se ajuntar, o governo tem que ser o chamariz pela nossa DEFESA. Os grandes projetos começam pelos pequenos projetos.

  8. E é bom mesmo que não reste uma só ponta de dúvidas ao nosso Governo e Forças Armadas:
    A “Comunidade Internacional”, encabeçada pelos EUA, vão continuar tomando para si, tudo aquilo que pertença a outrem e que ambicionem! E o Brasil, não é nenhum “bruxo”, para escapar disso não: Apenas uma força militar respeitável, reforçada por armas nucleares e ICBMs é que será capaz de dissuadi-los.

  9. Grato fico em ver que há militares que não endossam as vivandeiras dos quartéis presentes entre os diplomatas de pijama e a grande imprensa. Capachos e golpistas estes elementos foram contra os interesses do Brasil em todas as circunstâncias nestes últimos anos, chegando a vergonha máxima de tirarem saátos para serem revistados em aeroportos..Minhas homenagens ao único patriota da era FHC, o Ministro Pratini de Morais..

  10. Wolfpack :
    Concordo com todos os pontos descritos neste texto. No Brasil ainda existem ingenuidade suficiente para assinar um protocolo do TNP, sem contra-partida nenhuma,

    Boa noite Wolfpack! Eu diria que não é “ingenuidade” e nem “colonialismo” é traíragem mesmo… gente vai estudar lá fora e volta pensando que é um deles, gente que se orgulha de ter dupla cidadania (adorando a segunda e desprezando a primeira), gente que despreza a sua cultura e adota a de terceiros. É este tipo de gente que eu me refiro.

  11. ora amigo, da Argentina nao esperemos nunca um concenso, o Brasil tem que permanecer no Mercosul, mas nunca confiar na Argentina, porque na menor oportunidade vai ficar do lado dos americanos, como sempre ficou (menos quando e’ vantagem pra eles) ..
    Temos que pensar no Brasil, sozinho, porque na America do Sul num pega , nao fica pais nenhum pra nos apoiar..Nem Bolivariano, nem muito menos os aliados dos americanos(Chile,Peru, Colombia), o Paraguay quer ver-nos pelas costas..
    A Argentina nao chega em consenso nem para sair da crise financeira deles..

  12. A manchete fala “O Chanceler”, não entendo essa referência ao Celso Amorim, essa era a manchete original?

    O Coronel se omite de mencionar o feito pelo governo, assim não dá.
    Em outra matéria fala:
    “tudo graças ao amadorismo e à falta de visão estratégica que caracterizaram os últimos governos deste País.”
    É fácil falar contra o governo, dizer que precisamos tal coisa para ontem, blahblahblah, mas não é ético pôr o governo atual junto com os governos entreguistas.
    Acho o coronel tem um problema com os caras deste governo.
    Agora é moda posar de anti-americano, tipo o G.Heleno, esquecendo que o militar brasileiro foi sempre educado para ser subserviente dos ianques.
    Eu sou a favor dos militares, mas o povo brasileiro não paga o salário deles para que mexam com política.
    —————————
    Eu gostaria aqueles que gostam de política, que falem de como fazer dinheiro, como fazer progredir a economia do país, como fazer para virar a quinta economia, como aumentar a produção, virar autosuficientes em trigo etc etc.
    É fácil dizer, precisamos 6 subnucs, 20 subnucs, mas o mais importante, o melhor dito, o primeiro, é a economia, sem a insistência na economia nem existiria o pre-sal. Como falou o Lula o outro dia, agora temos o pre-sal para defender, mas sem uma política de investimentos não se tivesse descoberto o pre-sal.
    ————————————-
    O Lula assinou a criação de 28 novos pelotões de fronteira, mas nenhum dos nossos mili-políticos fala disso, brincadeira.
    Uma conduta ética, começa pelo reconhecimento ao trabalho dos outros.

  13. “Voltamos a questionar, porque Israel, Paquistão, Coréia do Norte, Índia, China, Rússia, França, Inglaterra, e os Americanos podem e o Brasil não pode?”

    Amigo,

    a Alemanha, Japão, Itália e outros países também fazem o mesmo questionamento.

    Resposta, em minha opinião: Poder militar decorrente do imenso poder econômico, que se tem descoberto, produto mais de Holywood do que Wall Street.

    A questão mais interessante no meu ponto de vista, é como irá ficar o equilíbrio de forças entre a nova super potência emergente e o resto do mundo ocidental (ou que adote o rito democrático)?

    Se houver desequilíbrio aumenta a possibilidade de guerra em escala planetária, e conseqüente uso de armas atômicas (fim da civilização, porém, o planeta, a vida e o homem sobrevive – paus e pedras)…

    Qual a quantidade mínima de ogivas para tanto em ambos os lados (aumenta conforme a eficiência das contra medidas), no presente?

    Percebem?

  14. Robinson :
    ora amigo, da Argentina nao esperemos nunca um concenso, o Brasil tem que permanecer no Mercosul, mas nunca confiar na Argentina, porque na menor oportunidade vai ficar do lado dos americanos, como sempre ficou (menos quando e’ vantagem pra eles) ..
    Temos que pensar no Brasil, sozinho, porque na America do Sul num pega , nao fica pais nenhum pra nos apoiar..Nem Bolivariano, nem muito menos os aliados dos americanos(Chile,Peru, Colombia), o Paraguay quer ver-nos pelas costas..
    A Argentina nao chega em consenso nem para sair da crise financeira deles..

    País tem interesses, é o BRASIL tem o seu, então , temos de nos armar nessa selva cheias de monstros, pois hoje está bem pior q ontem.

  15. Prezados
    1-Wolfpack*em concordância
    2-Antonio Flávio*em concordância
    3- Milton Brás Cabral* a política externa pode ser satisfatória mas deixa a desejar na AS; nossa crista está muito baixa engolindo desaforos de alguns “caudilhos” sem eira nem beira; no mais em concordância
    4-Rafael* os militares não deram golpe de estado, simplesmente foram instados, pelo povo, para que impedissem a cubanização do País; não temos saudades, temos, sim, orgulho de um tempo em que”anões do orçamento”,”mensaleiros”,”aloprados”,”pizzaiolos” e “distribuidores de panetone” não faziam parte do linguajar do cidadão comum
    5- Marco Antonio Lins* que bom, pude satisfazêlo em concordância com seu pensamento
    6- Carlos Cruz* em concordância quanto ao contido no seu texto; ENTRETANTO, esta independência faltou na concessão selvagem das reservas indígenas, sem coragem para fazer reverter/denunciar os absurdos admitidos/assinados na ONU e defendidos abertamente pelas ONGs que, todo mundo sabe, são patrocinadas pelas potencias militares que não escondem sua cobiça pela AMAZÕNIA
    7-Age* é mais oumenos por aí
    8-Intruder* em concordância
    9-André Oliveira* é por aí
    10-Nascimento* em concordância
    11-Robinson* Brasil e Argentina, se não se unirem como os povos de língua inglesa, estarão condenados à subserviência no cenário internacional, sem condições de dissuadirem as ameaças aos invejáveis recursos naturais de seus territórios e entornos litorâneos. Os EUA sabem disso, daí prestigiarem os termos atuais do acordo nuclear entre os dois países da AS, sem fins militares.
    12- Milton Bras Cabral* quem sabe,uma leitura mais cuidadosa; não há nenhuma alusão ao ATUAL CHANCELER Celso Amorim no texto; não há nenhuma omissão, muito pelo contrário, o posicionamento do Brasil em prol de um acordo definitivo é ressaltado; quanto a este governo ser menos ou mais entreguista, sou de opinião que o governo Lula é muito mais desintegrador/pulverizador da nacionalidade, HOJE vivemos uma era de cizânia: com resevas indígenas em acelerado processo de “KOZOVONIZAÇÃO, com quilombolas constituino “zonas liberadas” em cantões estaduais, áreas em que antigamente todos os brasileiros podiam ir e vir livremente, inclusive os nossos irmãos de origem européia que são tão brasileiros como os primeiros; quanto aos militares brasileiros serem educados para serem sempre subservientes aos ianques, acho que o senhor poderia se informar mais um pouco,isto é uma injustiça; faço minhas as suas palavras: acho que o senhor tem algum problema com os militares! Quanto ao mais, de que adianta ser a 5ª economia do mundo se não temos as mínimas condicôes de nos impormos como tal junto ao CS/ONU, já os 28 Pel Fron que foram criados, francamente meu amigo, essas medidas paliativas são para quem gosta de se enganar
    13- Fernando Cinzato* o senhor já parou para pensar: em verdade dissuasão nuclear é garantia de sobrevida, quem tem não vai ser incomodado, ou o senhor acha que os EUA vão ter peito para fazer com a Coréia do Norte o que fizeram com oIraque?
    14- Carlos Argus* em concordância

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