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Força Aérea Brasileira moderniza aeronaves modelo Bandeirante

In Aérea, Aviões de Transporte, Defesa on 21/07/2010 by E.M.Pinto Marcado: , ,

https://i0.wp.com/www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/6505/i1072114364257265.jpgNo início do mês de agosto, a primeira aeronave C-95M da Força Aérea Brasileira (FAB) vai alçar voo e alcançar horizontes de natureza bastante significativa. Esses aviões modelo Bandeirante, um dos principais da Força, datam de 1973 e estão passando por um processo de modernização e terão sua história reescrita: foram modernizados com alta tecnologia e estão em contagem regressiva para, novamente, entrar em plena atividade.

Ao todo, até 2013, 54 aeronaves Bandeirantes – das 95 que o Brasil possui nas versões C-95 A/B/C e P-95 A/B – terão o mesmo conceito de modernização. O projeto é coordenado no Rio de Janeiro, pelo Comando- Geral de Apoio (COMGAP), por intermédio de uma de suas unidades subordinadas, o Parque de Material Aeronáutico dos Afonsos (PAMA-AF). Dois aviões, inicialmente, passarão por uma fase de testes, para, no mês de outubro e novembro,respectivamente, serem distribuídos para as Unidades Aéreas.

Mas essas duas decolagens guardam significados que não podem ser lidos ao pé da letra: simbolizam a renovação tecnológica da FAB e acende a luz da economia no desenvolvimento de projetos de forte impacto para o Brasil. “Fizemos um estudo e chegamos à conclusão de que o custo da modernização é bem menor do que o da substituição”, garante o Major Paulo César Guerreiro Lima, coordenador do projeto.

nova configuração

As aeronaves serão modernizadas em três fases. Na primeira, os instrumentos de navegação são ‘encorpados’ e ganham o reforço de um painel Glass Cockpit – aquele painel robusto que mostra a vida do avião –, totalmente convertido em tela LCD. Na segunda etapa, sistemas importantes, como de mecânica e hidráulica, são convertidos em outros mais confiáveis e avançados.

A última fase completa o ciclo de revitalização e dá o toque final com pintura, forração interna e outras ações dessa mesma linha. Empresas nacionais do campo da aviação fazem as duas primeiras etapas, enquanto a própria FAB, através do PAMA-AF é responsável pela terceira. Depois de todo esse processo, as aeronaves estarão prontas para novamente servir ao seu propósito – que inclui patrulha marítima,assalto aeroterrestre, busca e resgate, transporte de pessoal e cargas e outros – por mais vinte anos.
De acordo com o Major Guerreiro, quatro aviões experimentam essa modernização e voltam aos céus ainda neste ano. “Essa é nossa expectativa. Projetamos trabalhar em mais sete aeronaves simultaneamente ”, planeja o Major. A devolução das aeronaves modernizadas será realizada em sistema de rodízio entre as unidades da FAB que possuem esse avião em sua frota.

Tripulações operacionais

Do alto das muitas habilidades e sabedorias arregimentadas ao longo de anos de voo nos Bandeirantes, pilotos também ganham atenção nesse processo de modernidade. Vão fazer curso de readaptação às novas máquinas, imprimindo ainda mais qualidade aos trabalhos comandados pela FAB, já que estarão em contato com o que há de mais moderno em equipamentos de navegação e comunicação na aviação.

Fonte: COMGAP via Cavok

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13 Respostas to “Força Aérea Brasileira moderniza aeronaves modelo Bandeirante”

  1. Finalmente saiu a modernizaçao do Bandecos !!!

    Abs.

  2. Tempo de vacas magra, tem de se aproveitar td q se tem…inclusive os velhos bandeirante, vai nos dar autonômia e capacidade p voar + alto…mt bom.

  3. O Bandeirantes ainda é um dos melhores aviões do mundo em seu segmento. Os EUA usam aviões consagrados há mais de 50 anos e ninguém lá reclama disso, pelo contrário, eles sentem orgulho da longevidade de sua tecnologia.

  4. Que maravilha isso! É uma avião super charmoso, voei muito neles indo para o interior e pousando em pistas de chão batido, levei alguns sustos, sacudi muito dentro deles, mas gostava muito e ainda gosto dessas máquinas, que são um orgulho para o Brasil.

  5. parabens pela otima ideia de aproveitar uma exelente aeronave que em minha opinião poderia voltar a ser fabricada com mesmo desenho, mas a estrotura em materias mais modernos e leves que tornaria melhor o que ja é muito bom. Eu sou muito mais um banderante com duas PW pt6 do que uma do caravan aqui na Amazonia.As regionais perderam a grande anv que foi o começo de empresas como a TAM e outras mais .

  6. parabens pela otima ideia de aproveitar uma exelente aeronave que em minha opinião poderia voltar a ser fabricada com mesmo desenho, mas a estrotura em materias mais modernos e leves que tornaria melhor o que ja é muito bom. Eu sou muito mais um bandeirante com duas PW pt6 do que uma do caravan aqui na Amazonia.As regionais perderam a grande anv que foi o começo de empresas como a TAM e outras mais .

  7. Poderia melhorar o Bandeco colocar rampa traseira e aumentar sua capacidade.
    Pronto estarimos com um belo aviao e quem sabe ate mesmo com um bom mercado.

    Abs.

  8. André Oliveira :
    O Bandeirantes ainda é um dos melhores aviões do mundo em seu segmento. Os EUA usam aviões consagrados há mais de 50 anos e ninguém lá reclama disso, pelo contrário, eles sentem orgulho da longevidade de sua tecnologia.

    bem comentado andré la até mesmo os fuzis são antigos e continuam sendo empregados só que modificados e atualizados e eles sentem orgulho por terem desenvolvido o mesmo e ele poder ser utilizado por tanto tempo.

  9. ACHO QUE UMA REVITALIZAÇÃO EM NOSSO CASO É VITAL, MAS PERGUNTO e QUANTO AO DESGASTE DO METAL AEREO? SIM POIS ESSE TEM TEMPO LIMITADO, PROVAVELMENTE É POR ISSO QUE VÃO MODENIZAR 54 DAS 95 AERONAVES.
    GRANDE ABRAÇO.

  10. Porque tambem não fazemos isto com os Miragem III, caso os mesmo não estejam com
    fadiga metalica? Temos que ter no minimo 100 aviões operacionais. A Suissa ainda os tem.( Caso não esteja emganado)

  11. “Miragem III”? Se cada reforma dessa custar US$ 10 milhões, sou mais adquirir um Yak-130/M-346 (de treinamento mesmo) com capacidade de ataque leve…

    Mirage III não dá mais… Nem Mirage 2000… O GF tem que anunciar logo o vencedor do FX-2, seja quem for, e garantir verbas para aquisição e operação dos mesmos, até chegar às 120/150 unidades pretendidas pela FAB. E que não demore até 2040 para chegar a esses números…

  12. Se cada reforma dessa custar US$ 10 milhões, sou mais adquirir um Yak-130/M-346 (de treinamento mesmo) com capacidade de ataque leve. Em termos de caça ,será uma excelente aquisição.

  13. Reciclar ferro velho é politicamente correto.Bem ao gosto de ambientalistas debiloides. kkkkk

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