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Navio de guerra abate UAVs com laser

In Defesa, tecnologia on 21/07/2010 by E.M.Pinto Marcado: ,

A companhia Raytheon e uma equipe da US Navy usaram um feixe combinado de laser para derrubar quatro UAVs em voo durante testes sobre a água, em maio deste ano.

Os alvos aéreos foram engajados e destruídos pelo Navy’s Laser Weapon System (LaWS) guiado pela suíte de sensores de um CIWS (Close-in Weapon System) Phalanx.

O LaWS emprega seis lasers de uso industrial que focam simultâneamente no alvo

Os engajamentos serviram para validar a viabilidade operacional da combinação Phalanx-LaWS sobre o mar, segundo o presidente da Raytheon Missile Systems, Dr. Taylor W. Lawrence.

A equipe Raytheon- Navy demonstrou a capacidade dos sistemas de detectar, rastrear, engajar e destruir alvos dinâmicos em alcances táticos significativos em ambiente marítimo.

Para o teste, o LaWS foi montado em uma plataforma próxima de um reparo Phalanx Block 1B. O operador do Phalanx usou o modo de superfície do Block 1B para rastreamento eletroótico e os sensores de rádio frequência do sistema para prover dados de alcance para o LaWS. Quando o Phalanx adquiriu os UAVs, o LaWS os destruiu.

Foi a primeira vez que um feixe de laser de estado sólido de 32 Megawatt (MW) de energia dirigida, foi disparado por um navio de guerra a uma distância de mais de 2 milhas, destruindo drones voando a mais de 300 milhas por hora.

Abaixo, um vídeo mostrando a destruição de um dos drones.

Fonte: Poder Naval

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15 Respostas to “Navio de guerra abate UAVs com laser”

  1. É o futuro que está chegando: As armas de “energia dirigida” e os canhões eletromagnéticos, são a próxima fronteira no desenvolvimento bélico.

    Também, devido as dimensões dos sistemas de geração de energia e potência requeridas, a marinha será a primeira das forças militares a emprega-los com sucesso.

  2. Pergunta boba, o que impede alguém de revestir um UAV com um espelho ou material com alta reflexividade?

  3. Henrique esta é uma das estrategias contra este tipo de armas.
    Não é boba não é até inteligente
    Sds
    E.M.Pinto

  4. Intruder :
    É o futuro que está chegando: As armas de “energia dirigida” e os canhões eletromagnéticos, são a próxima fronteira no desenvolvimento bélico.
    Também, devido as dimensões dos sistemas de geração de energia e potência requeridas, a marinha será a primeira das forças militares a emprega-los com sucesso.

    Henrique :
    Pergunta boba, o que impede alguém de revestir um UAV com um espelho ou material com alta reflexividade?

    Diziam tbm q o caça raptor era o melhor , invisível…provou-se exatamente o oposto, e eles ñ são os únicos a “brincar” com esse tipos de armas..vão se surpreender .

  5. Prefiro a cautela, pois manter um feixe laser apontado para um “pombo se asas” ou um missil por um tempo parece ser algo fácil, porém para travar o mesmo combate a uma aeronave com manobrabilidade parece ainda ser algo de ficção científica. []s

  6. Vale ressaltar que apenas um feixe foi incidido sobre o alvo o que explica a relativa demora para o abater.
    num sistema operacional é de se experar que pelo menos 2 ou 3 outros emisores disparem sobre o alvo, aumentando a energia concentrada e super aquecendo.
    Outra utilidade deste sistema consiste em não necessariamente abater o alvo e sim cegá-lo com a fritura dos seus sistemas eletroóticos e mesmo do radar devido a emissão eletromagnética.
    A guerra do futuro nos reserva surpresas esperadas.
    Avante pesquisadores e centros de pesquisa as medidas estão em curso, avancem com as contra-medidas.
    sds
    E.M.Pinto

  7. adeus baioneta… cade meu sabre jedi …rsrs

  8. Um feixe laser de alta potência como defesa de ponto parece crível. A questão é saber que tipo de contramedidas poderiam ser adotadas. Será que a atmosfera não gera algum tipo de degradação nesse feixe???? No espaço imagino que seria bem mais eficiente.

    []’s

  9. Claro que sim Nick mas nuam distância de 2-3 km creio que a defesa de ponto seria mais eficiente e precisa.
    Sds
    E.M.Pinto

  10. Henrique :
    Pergunta boba, o que impede alguém de revestir um UAV com um espelho ou material com alta reflexividade?

    Henrique:
    Convém lembrar que “refletir” um laser, embora possível, não é tão fácil assim: Fundamentalmente, depende do comprimento de onda do feixe laser:
    No resumo, o refletor, teria de ser projetado para a frequencia do laser utilizado.
    Só para exemplificar, existem estudos de laser até na frequencia de raios X e, nessa frequencia, uma superfície brilhante seria inútil para refleti-lo.

    Além disso, devido a sua própria natureza ( um raio de luz monocromático e de lus “coerente”), o laser é mais dificil (mas não impossível) de ser neutralizado dessa forma. Abaixo um link que pode te interessar;
    https://www.llnl.gov/str/Dunn.html
    []s
    Intruder

  11. Nick :
    Um feixe laser de alta potência como defesa de ponto parece crível. A questão é saber que tipo de contramedidas poderiam ser adotadas. Será que a atmosfera não gera algum tipo de degradação nesse feixe???? No espaço imagino que seria bem mais eficiente.
    []‘s

    quanto a isso você esta certo… o sistema americano para destruir ICBMs…. faz correção computadorizada do desvio do feixe devido a ‘colisão” com aos atomos de gases que compõe nossa atmosfera.

    http://www.mda.mil/news/10news0002.html

  12. Acho que aviões transportarão canhões com raios laser como vemos em filmes.

  13. Genivaldo :
    Acho que aviões transportarão canhões com raios laser como vemos em filmes.

    Com certeza, mas isso ainda vai demorar um pouco. Existem três problemas básicos:
    – Eficiência do Gerador de Pulso laser que ainda é muito baixa;
    – Fonte de energia que precisa ser bem mais compacta e potente do que é possível embarcar hoje em um avião;
    – Capacidade de dissipação de calor do Laser e do seu sistema de lentes de focalização, que precisam ser muito mais eficientes do que hoje é possível;

    Tudo isso ainda é consideravelmente dificultado com a miniaturização necessária para se embarcar isso em um caça ou um carro de combate e aposentar ou no mínimo concorrer seriamente com os canhões e misseis atuais.
    E mais, sem esquecer que, quando falamos em “abater” um avião em uma escaramuça, estamos falando em MegaWats de potência e não nos 50/100 KiloWats hoje possíveis.
    Por isso é que acho que a marinha é que vai sair na frente nesta questão: Em um navio existem bem mais potencia e espaço disponíveis.
    []s
    Intruder

  14. 1maluquinho :
    Tadinha de nossas Vants no Atlantico Sul

    Serão armados com as mesmas armas dos ianks, eles ñ são os únicos nesse campo de pequisas , fique certo disso, o BRASIL e outros países o fazem, e estão tbm adiantados nessa área. apenas ñ fazemos alarde de n estágio nosso avanços. Sds.

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