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Invasão do Iraque foi “ilegal”, diz vice-premiê britânico Clegg

In Conflitos, Geopolítica, História, Terrorismo on 22/07/2010 by konner7 Marcado: , , ,

https://i1.wp.com/www.tribunalatina.com/es/img2/Nick-Clegg-.jpg

LONDRES (Reuters) – O vice-primeiro-ministro britânico, Nick Clegg, qualificou nesta quarta-feira de ilegal a invasão ao Iraque em 2003, colocando o novo governo de coalizão sob pressão para mostrar uma maior clareza em sua posição sobre essa guerra.

Clegg se apresentou no Parlamento, enquanto o primeiro-ministro David Cameron visita os Estados Unidos.

Cameron, como grande parte de seu partido conservador, que é maioria na coalizão, apoiou a participação britânica na invasão do Iraque durante o governo trabalhista anterior.

Uma porta-voz do primeiro-ministro disse que Clegg só estava expressando sua opinião pessoal e não disse qual é a posição exata da coalizão.

O comentário do líder liberal democrata poderia ser considerado uma crítica a Jack Straw, que foi ministro das Relações Exteriores durante a invasão.

“Estou feliz de relatar tudo o que estamos fazendo neste governo de coalizão… que reuniu dois grupos de trabalho que estão juntos pelo interesse nacional e para arrumar o caos que havia”, disse Clegg.

“Talvez tenhamos que esperar suas memórias (de Straw), o que poderia explicar seu papel na decisão mais desastrosa de todas, que foi a invasão ilegal do Iraque”, acrescentou.

(Reportagem de Sumeet Desai)

Fonte:  Reuters

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24 Respostas to “Invasão do Iraque foi “ilegal”, diz vice-premiê britânico Clegg”

  1. Isso ainda vai fede muito.

  2. Tarde de mais Ines ja e morta junto com ela milhoes de inocente
    em troca de oil

  3. É…, mas ainda da tempo de refletir sobre o Irã, se bem que acho que a decisão já está tomada, é só uma questão de tempo.

  4. E Ele diria outra coisa

  5. Concordo Vandrade. Só que, no caso do Irã, as conseqüências serão bem mais catastróficas. Acho que os “donos do mundo” não serão inteligentes o suficiente para medirem essas conseqüências.

  6. Assassinos!! Tanto os servos ingleses que os patrões Yankees!

    Isso não é ódio, é um dado de fato, mais de 1 MILHAO de iraquianos já perderam a vida, e a culpa é da intervenção militar destes crápulas!

    Pouco importa agora vir com este “Mea Colpa”, pois não terão o perdão da humanidade, que quando a aurora da bonança chegar, baterá na porta exigindo o pagamento dos saldos de vidas atrasados, obrigando-os a “acertar as contas”!!

    Espero estar ainda vivo para ver, pois o mundo gira, e ninguém é divino, aqui se faz a alguém, e ele te faz pagar, quero ver!!!

    Abri o olho Brasil, não cometa os mesmos erros dos “Primos do Norte”, pois um dia até o nosso tempo de potência passará… e o que ficará para nós colhermos com os outros povos humanos na época das vacas magras, amor ou ódio, compaixão ou vingança??

  7. Só agora que ele se deu conta?

  8. Dizer que foi ilegal é só uma forma de suavizar as coisas, foi um ato criminoso perpetrado por “gente”(?) que já perdeu todo o sentido de humanidade…

    Um pouco sobre estes crimes:
    ……………………………………….

    “Falluja é mais grave que hiroshima”

    Layla Anwar*

    22.Jul.10
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    FallujaA leitura do fundamentado texto de Layla Anwar deixa o leitor como uma angústia revoltante e algumas interrogações: Como é possível no século XXI tamanha barbárie? O que significa direitos humanos para o poder nos EUA? Como é possível os governos de todos e cada um dos nossos países colaboraram, e pior, terem relações de subordinação com tão desapiedados criminosos? Cada vez é mais evidente por que razão os EUA não aceitaram para os cidadãos norte-americanos a territorialidade do Tribunal Penal Internacional.
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    Esta informação é demasiado importante para ser somente anotada… e este é apenas um comentário apressado.
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    Acabei de assistir a uma reposição da Arabic-interview, da Al-Jazeera, conduzida por Ahmad Mansour com o Professor Chris Busby. O Professor Busby é Cientista e Director da Green Audit, e conselheiro científico do Comité Europeu para os Riscos de Radiação. Para saber mais sobre o Professor Busby e o seu trabalho pode procurar no Google: Chris Busby Uranium.
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    O Professor Busby publicou vários artigos sobre radiação, urânio e contaminação em países como o Líbano, Kosovo, Gaza e, claro, Iraque.
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    Falar-vos-ei das suas recentes descobertas, que eram o tema do programa emitido pela Al-Jazeera. Como alguns de vocês saberão, Falluja é uma cidade proibida. Foi sujeita a intensos bombardeamentos em 2004, com bombas DU e fósforo branco, e depois disso transformou-se numa zona interdita – o que significa que tanto as autoridades-fantoche como as forças invasoras e ocupantes norte-americanas não permitem que se conduza nenhum estudo em Falluja. Falluja está cercada. Evidentemente que tanto os norte-americanos como os iraquianos sabem de alguma coisa que escondem do público. E é aqui que entra o Professor C. Busby. Determinado em ir até ao fundo do que aconteceu em Falluja em 2004. Sendo um cientista de renome na sua área, conduziu pesquisas e exames em Falluja cujos resultados preliminares serão publicados nas próximas semanas – assim esperamos. O Professor Busby encontrou bastantes obstáculos enquanto desenvolvia o seu projecto. Nem ele nem nenhum membro da sua equipa foram autorizados a entrar em Falluja para realizar entrevistas. Logo, na sua opinião, quando a porta principal se fecha, torna-se necessário encontrar outras portas para abrir. E foi o que fez. Conseguiu reunir uma equipa de iraquianos de Falluja para conduzir os exames por ele. A pesquisa baseou-se em 721 famílias de Falluja, num total de 4.500 participantes – vivendo em zonas com diferentes níveis de radiação. Os resultados foram comparados com um grupo padrão – um exemplo do mesmo número de famílias vivendo numa zona não-radioactiva noutro país árabe. Para esse efeito comparativo, escolheu três outros países – Kuwait, Egipto e Jordânia.
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    Antes de avançarmos para os resultados preliminares, devo salientar o seguinte:
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    • As autoridades iraquianas ameaçaram todos os envolvidos na pesquisa, de prisão e detenção, caso cooperassem com os “terroristas” que os estavam a entrevistar. Por outras palavras, foram ameaçados na alçada da lei anti-terrorista.
    • As forças norte-americanas proibiram o Professor Busby de obter quaisquer dados, argumentando que Falluja é uma zona insurgente.
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    Os médicos de Falluja recusaram o pedido para prestarem declarações que seriam transmitidas em directo para o programa de Ahmad Mansour, já que receberam inúmeras ameaças de morte e temem pelas suas vidas.Noutras palavras, este estudo foi conduzido em condições extremamente difíceis. Mas foi conduzido.
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    Como o programa ainda não foi carregado no youtube, não posso proporcionar uma transcrição oral absolutamente exacta. Mas tomei breves notas e memorizei o necessário. Farei o possível para apresentar todos os factos a que hoje assisti. E então o que é que os EUA e os seus fantoches iraquianos não querem que o público saiba? E porque é que não autorizam quaisquer medições dos níveis de radiação em Falluja, e porque é que proíbem até a AIEA de entrar na cidade? Que é que aconteceu em Falluja, exactamente? Que tipos de bombas foram usadas? Somente DU ou outra coisa mais?
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    • Algo que é bastante curioso em Falluja é a subida dramática das taxas de cancro, num curto espaço de tempo, por exemplo em 2004. Exemplos fornecidos pelo Professor Busby:
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    • Taxa de leucemia infantil aumentou 40 vezes desde 2004 em comparação com anos anteriores. Comparada com a Jordânia é 38 vezes maior.
    • Taxa de cancro da mama cresceu 10 vezes desde 2004
    • Taxa de cancro linfático cresceu também 10 vezes desde 2004.
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    2) Outra curiosidade em Falluja é o dramático aumento nas taxas de mortalidade infantil. Comparada com dois outros países árabes, como o Kuwait e o Egipto, que não estão contaminados pelas radiações, é este o retrato:
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    • Mortalidade infantil em Falluja é de 80 crianças por cada 1.000 nascimentos, em comparação com o Kuwait, com 9 crianças por cada 1.000 nascimentos, e com o Egipto, com 19 crianças por cada 1.000 (assim, a taxa de mortalidade infantil no Iraque é 4 vezes maior do que no Egipto e 9 vezes maior que no Kuwait).
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    3) A terceira particularidade em Falluja é o número de malformações congénitas que explodiram repentinamente desde 2004. Este é um assunto que já abordei no passado. Mas não é toda a verdade, hoje aprendi um pouco mais. A radiação de qualquer dos agentes utilizados pelas forças de “libertação” não só causaram massivas deformações genéticas como também, e não menos importante:
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    • Provocaram alterações estruturais a nível celular. Por sua vez, isto significa que devido às alterações genéticas dos rapazes (falta de cromossoma X), estes têm mais probabilidades de morrer à nascença, e as raparigas têm mais probabilidades de sobreviver com fortes deformações. Outro exemplo adiantado pelo Professor Busby: antes de 2003, as taxas de natalidade em Falluja eram as seguintes: 1.050 rapazes para 1.000 raparigas. Em 2005, somente 350 rapazes nasceram – o que significa que a maioria não sobreviveu.
    • Tal como para as raparigas, e é aqui que jaz a tragédia, a radiação causa mudanças no DNA, o que significa que caso sobreviva, e tente reproduzir, darão provavelmente à luz filhas geneticamente desfiguradas e filhos nados-mortos.
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    • As conclusões anteriores são suportadas noutros estudos conduzidos nos filhos e netos que sobreviveram a Hiroshima (realizado em 2007) e que evidencia que até a terceira geração exibe malformações congénitas, incluindo doenças (cancro, problemas cardio-vasculares) numa taxa de aumento de 50 vezes. Em Chernobyl, por outro lado, estudos em animais na mesma área demonstram que os efeitos da radiação modificaram geneticamente 22 gerações. Em suma, a radiação é transmitida de gene para gene e tem efeitos cumulativos com o passar do tempo. (não dissecarei o porquê – as propriedades acumulativas/ memória das células e a actividade do sistema imunológico – poderá ler mais detalhes sobre isso quando o artigo do Professor Busby for publicado) [1].
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    • Algumas destas deformações em crianças são tão grotescas que, tanto a Al-Jazeera como a BBC (que produziu um documentário sobre a mesma matéria), recusaram a difusão destas imagens.
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    Exemplos das deformações que Ahmad Mansour revelou em imagens:
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    • Crianças nascidas sem olhos

    • Crianças com duas e três cabeças

    • Crianças nascidas sem orifícios

    • Crianças nascidas com tumores cerebrais e retinais malignos

    • Crianças nascidas sem órgãos vitais

    • Crianças nascidas sem membros ou com excesso dos mesmos

    • Crianças nascidas sem genitais

    • Crianças nascidas com severas malformações cardíacas

    Mais…
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    • Sobre esse assunto, os médicos em Falluja foram questionados acerca da relevância para o estudo da comparação das taxas de deformação congénita no espaço de um mês (comparando-o com o mês anterior). Eis o resultado: somente no espaço de um mês, os recém-nascidos com malformações cresceram de uma(mês anterior) para três vezes por dia (mês corrente, que para efeitos de estudo foi Fevereiro de 2010).
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    • O urânio é introduzido na corrente sanguínea através da ingestão e inalação.
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    Os níveis massivos de urânio a que a população de Falluja foi sujeita também concorre para o aumento vertiginoso de cancro nos pulmões, vasos linfáticos e mama, na população adulta.
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    Com estas conclusões preliminares, o Professor Busby e a sua equipa concluíram que, em comparação com Hiroshima e Nagazaki, Falluja é pior. E cito o Professor Busby: “A situação em Falluja é horrenda e assustadora, mais perigosa e grave que Hiroshima…”
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    Uma nota lateral, ou talvez não:
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    Referi que estes eram resultados preliminares. Porquê?
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    Porque o Professor Busby tem sido molestado, viu os seus fundos de pesquisa cortados, portas fechadas, foi ameaçado (tal como outros cientistas que tentaram conduzir estudos semelhantes nos anos 90, no Iraque). As implicações políticas são enormes e perigosas para os EUA e seus homens de mão. Significa que as evidências científicas de crimes de guerra estão aqui mesmo na ponta dos dedos…
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    Logo, a vida do Professor Busby não tem sido fácil. A pesquisa que conduziu e produziu com grande dificuldade foi enviada para a revista científica Lancet, para uma revisão do Comité Científico. A revista científica Lancet recusou-o, afirmando que não tinha tempo para o rever. Os laboratórios que, no passado, cooperaram com ele no teste a amostras recusaram colaborar quando souberam que as amostras provinham do Iraque. Só dois laboratórios estão disponíveis para testar as amostras do material/agente usado em Falluja – e fazem-no a um preço exorbitante – pela natureza sensível do estudo. Também devido à falta de verbas, o Professor Busby tem cerca de 20 amostras de Falluja para teste – que guarda cuidadosamente. Aguarda os fundos necessários para testar as amostras.
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    Quando questionado por Ahmad Mansour acerca da sua perseverança perante os enormes obstáculos que tem enfrentado, a sua resposta foi:
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    “Toda a minha vida procurei a verdade, sou um caçador da verdade nesta selva de mentiras. Também tenho filhos. As crianças não são só o nosso futuro, são os portadores das gerações futuras. Nos últimos 50 anos temos contaminado o planeta (com radiação) e passamos esta herança para os nossos filhos e netos. Devemos a verdade à população de Falluja.”
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    Quando questionado como lida com a escassez de fundos e o excesso de portas fechadas na cara, respondeu:
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    “Confio na boa vontade de pessoas que enviam pequenas quantias, e acredito verdadeiramente que quanto a porta principal se fecha, outras se abrem.
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    Quando há vontade, há caminho.”
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    Tiro-lhe o chapéu, Professor Busby.
    .
    Insto a que todos que leiam este artigo, todas as pessoas de consciência, insto a que todos os iraquianos (mexam-se por amor de Deus!) e todos os árabes contactem o Professor Busby e doem para que as amostras de Falluja sejam testadas e a verdade venha ao de cima. Terminarei este artigo com uma última citação que dedico a este grande homem:
    .
    “A verdade tem asas que não podem ser cortadas”
    .
    Tenho de terminar. Já é madrugada. Ainda não dormi. Quis colocar este artigo disponível ao mundo… a questão que levo comigo para a cama – se é que conseguirei fechar os olhos – é a mesma questão que tenho colocado desde 2003
    Porquê? Que fez o povo iraquiano, que fizeram as crianças iraquianas para merecer isto?
    .
    A conclusão é horrível…
    .

    Nota do tradutor:
    [1] A autora refere-se ao texto “Cancer, Infant Mortality and Birth Sex-Ratio in Fallujah, Iraq 2005–2009”, Chris Busby, Malak Hamdan and Entesar Ariabi, Int. J. Environ. Res. Public Health 2010, 7, 2828-2837; doi:10.3390/ijerph7072828.

    * Layla Anwar é membro da Arab Woman Blues, uma organização que considera que a sua pátria a nação árabe.

    Este texto foi publicado em http://uruknet.com/?p=m67560&hd=&size=1&l=e

    Tradução de José Pedro Ribeiro

  9. Francoorp

    “e o que ficará para nós colhermos com os outros povos humanos na época das vacas magras, amor ou ódio, compaixão ou vingança??”

    Interessante o que vc disse… E eu pergunto o que será dos EUA quando ficar doente velho e cansado de mais pra se defender?? Quero ta vivo nessa época, e ver o grande “urso” sendo devorado pelos “lobos” famintos, e pelo mal que fizeram a esse mundo bem merecem esse destino sombrio.
    Ou serão como a Rússia de hoje, um “tubarão” dentuço sem musculatura pra morde, cercado por “piranhas”(China e os separatistas) prontos para arrancar os pedaços de sua carcaça envelhecida… Mas de longe o maior problema sendo os “parasitas” que sobrevivem em seu ventre, que o enfraquecem e não permitem que desenvolva (fuja) da situação que se encontra.

    abraços

  10. QUE VERGONHA ESTE INDIVIDUO VIR AGORA FALAR DE ILEGALIDADE DE SEU PAÍS. PODIA TER ANTES DITO QUE FOI UM ERRO SEM PRECEDENTES, BASTARIA.

  11. wi,isso foi incrivel q materia,fiquei imprescionado.

  12. Lamentável… Criaram uma guerra sem o aval das Nações Unidas. Pra mim, começaram errados…

  13. Isso só mostra que os britanicos estão querendo de alguma forma ficar de fora do que aconteceu e vai acontecer ainda, essa besta só esta sendo mais uma marionete do grande teatro montado para distrair o resto do mundo, enquanto os americanos, britanicos, etc, vão destruindo paises inteiros, afinal de contas alguem tem que trabalhar enquando os americanos dormem e tem lindos sonhos, espero que eles acordem numa madruga de muito fria e escura, para que eles tenham noção do que estão fazendo com o resto do mundo.

  14. Se reconhecem q cometeram um crime contra as leis internacionais, pq ainda ñ prenderma os violadores das mesmas? Sabem o nome e os enderços deles, Interpol, e vamos prender os bandidos, TPI neles, os lamentos silêncioso dos mortos no Irak destroçados pedem “JUSTIÇA ” , eu digo o nome de doi: O tal de bush e o seu amigo tonyblair…prenda-os.

  15. Os EUA e a OTAN se capacitam para o que chamam de “Ataque Global Imediato Convencional”. Com a alteração do caráter da OTAN, que passará a atuar em todos os continentes e mares, até as Ilhas Malvinas e outros territórios próximos da América do Sul são reais ou potenciais bases militares da aliança agressiva.

  16. Roberto,

    e na grande mídia corporativa, TVs, radio,jornais ou revistas, existe um silencio sepulcral a respeito de fatos como este em Falluja.

    Como escreveu o jornalista John Pilger:

    “A Associeted Press disse que o Pentágono gasta 4 bilhões e 700 milhões U$ em relações públicas: isto é, para ganhar os corações e as mentes não de membros das tribos afegãs recalcitrantes, mas de estadunidenses. A isto chama-se «domínio da informação».

    O poder imperial estadunidense flui através de uma cultura mediática onde a palavra imperial é um anátema. Mencioná-la é uma heresia. As campanhas coloniais são realmente «guerras de percepção», escreveu o actual comandante David Petraus, onde os media popularizam os termos e as condições. «Narrativa» é a palavra acreditada porque é pós-moderna e carente de contexto e verdade. A narrativa do Iraque é que a guerra está ganha, e a narrativa do Afeganistão é que esta é uma «guerra boa».”

    Destacando:

    “As campanhas coloniais são realmente «guerras de percepção», escreveu o atual comandante David Petraus,…”

  17. Amados colegas! NÃO quero sair do infoque aqui, mais deixar uma interrogação no ar: Em blogs de ufologia afirma-se que os americanos sabiam de informações secretas de Sadan Rusen antes de se tornarem inimigos que, na antiga Suméria que fica no Sul do Iraque em templos sumérios, foram descoberto em passagem secretas varios PORTAIS dos DEUSES antigos que, segundo a religiosidade dos sacerdotes que guardavam os PORTAIS que era a passagens dos DEUSES do seu mundo vindo de ORION para a terra tipo BURRACO DE MINHOCA que é a passagem para outras DIMENSÕES COSMICAS, inumeros cientistas americanos, ingleses, franceses e iraquianos começaram a trabalhar secretamente como poderiam abrir o PORTAL DIMENSIONAL, apos vários problemas politicos e com a sede de petróleo e outros subsidios gerou-se o plano maquiavélico com os amigos dos americanos envolvidos neste projeto agora proibido pela quebra das relações diplomaticas, gerou-se o PLANO DO ATAQUE incluindo as supostas armas quimicas, então começou o ATAQUE ao IRAQUE, dizem os bloqs que os portais estão em poder dos americanos e seus aliados mais chegados, em outros blogs falam de experiências secretas de tais países com construções de portais que possibilita viagens no TEMPO E ESPAÇO fatos estes TOP SECRETOS, SEJA ou não verdade a insanidade e a hipócrisia levaram inúmeras vida e destruiram a nação iraquiana.

  18. O problema é exatamente que o pessoal não esta assimilando as coisas.
    Vou resumir tudo para que intentam o ponto de vista mundial.

    Os países da OTAN, liderados pelos EUA, fazem guerra no oriente médio. Morrem milhares, se não milhões de pessoas. Os familiares se voltam contra a invasão estrangeira ilegal em seus país e ajuda/patrocinam/acobertam os talibãns e outros grupos guerrilheiros, apelidados de terroristas.

    Para cara bomba que cai e explode um quarteirão, dezenas de casas explodem e os familiares vão sim se unir com os “terroristas” para combater os invasores extrangeiros.

    O Ocidente (do norte) vem criando um medo sobre uma cultura religiosa muito redicula que desde tempos vem satanizando os muçulmanos, sempre de AK-47 na mão, turbante e “morrendo por Allah” matando os “infiéis”.

    Essa “Guerra ao Terror” é auto-sustentável. Quanto mais se invade e ataca, mas inimigos tem. Ou vocês acham mesmo que o pobre coitado do pequeno Rassan vai agradecer aos EUA por matarem o talibã, mesmo que para isso tenham matado seus amigos, explodido sua casa e exterminado toda a sua família? Ele iria ,com certeza, entrar para a guerrilha, mas não para “morrer por Allah” (como a maioria pensa), mas sim vingar sua família.

    Por favor. Si coloquem naquele lugar, naquelas circunstâncias, em que a vida humana depende a opinião/escolha/comodidade de um general de 45 anos sonhando ser alguém no alto poder político.

    Acham que ele exitaria em sacrificar pobres coitados num suposto “efeito colateral” de uma guerra que todos nós já sabemos para que?

    O problema do Ocidente não é os “terroristas”de fora, mas o doidos de dentro, que controlam essas nações.

    Eu sou aquele que vem para mostrar o outro lado do dado, pois essa guerra não é uma moera de “dois lados”, como muitos pensam. É um dado com 6 lados.

    ___________________________

    Erros ortográficos acontecem quando se digita rápido. Não vou corrigir nenhum deles!

  19. Quero ver quem vai aparecer aqui pra se queixar de antiamericanismo.

  20. Não gosto da politica Americana e penso que sejam culpados ´por muita injustiça pelo mundo.Dominações sempre tem um fim mas a questão é quem vira depois deles?Com Russia ou China talvez a humanidade esteja muito pior do que agora.Uma nova ordem mundial é questão de tempo pois o modelo atual não é mais aceitavel.Infelizmente o homem so se harmoniza apos traumatizante catastrofe.

  21. N

    1maluquinho :Com Russia ou China talvez a humanidade esteja muito pior do que agora.

    Não há razão pra pensar isso. Essa impressão deve ter algo a ver com os regimes atuais desses países – regimes que são mais autoritários em comparação com a democracia americana. Mas se uma nação é democrática ou não, interfere pouco em sua política externa. Desde o séc. XIX os EUA têm sido um país muito beligerante: e eles já eram uma democracia. Em comparação, a Rússia e especialmente a China têm sido bem mais restritas e disciplinadas. Até a União Soviética, que durante a Guerra Fria era satanizada no bloco ocidental, era menos beligerante que os EUA. A União Soviética até posava de anti-imperialista.

    Isso reflete um período da história grega antiga, o da Guerra do Peloponeso. Um dos motrizes dessa guerra era a hostilidade das cidades-estados gregas em relação à Atenas, uma cidade que, depois da guerra contra a Pérsia, passara a atuar como um império explorador em relação às suas cidades irmãs. Isso as levou a se unirem a uma coligação peloponesa, chefiada pela Lacedemônia, para conter o expansionismo ateniense – algo que fizeram com sucesso. Ou seja, as cidades gregas preferiam Lacedemônia à Atenas. Que Lacedemônia era uma aristocracia, enquanto Atenas era uma democracia, não mudava sua opinião a respeito delas.

    Penso que em breve veremos um quadro igual a esse da Guerra do Peloponeso. A Lacedemônia moderna, creio eu, será a China.

    Mas no fim das contas, só há uma única coisa obriga um país – seja democrático ou não – a se comportar de modo respeitoso em relação a outro: a capacidade deste outro país de responder a provocações. Infelizmente a única coisa que um país poderoso respeita é outro país poderoso. Se o Brasil crescer em poder – poder econômico e militar -, estaremos bem, seja quem for o “chefe” do mundo, os EUA ou a China.

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