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Militares apoiam Chávez após ruptura de relações com Colômbia

In Defesa on 23/07/2010 by E.M.Pinto

https://i1.wp.com/i2.r7.com/data/files/2C92/94A4/2772/4723/0127/8B8D/A76D/7786/VENEZUELA-chavez-20100313-reuters-HG.jpg

Forças Armadas da Venezuela dizem estar dispostas a “executar as tarefas que forem impostas pelo comandante-em-chefe”

As Forças Armadas da Venezuela deram nesta sexta-feira seu apoio ao presidente Hugo Chávez, que rompeu relações com a Colômbia, e asseguraram que estão se preparando para cumprir as ordens do chefe de Estado.

“A Forças Armadas Nacionais Bolivarianas mantêm sua preparação operacional e estão dispostas a executar as tarefas que forem impostas pelo comandante-em-chefe e presidente da República”, declarou o ministro da Defesa, general Carlos Mata, que leu uma declaração por meio da televisão oficial VTV.

“Conte o governo com uma resposta contundente se forças estrangeiras tentarem violar o solo sagrado do maior homem da América”, acrescentou, referindo-se ao Libertador e grande herói venezuelano, Simón Bolívar.

O ministro desmentiu “categoricamente” as declarações do embaixador colombiano na OEA, Luis Hoyos, que na quinta-feira, em uma sessão especial do organismo, denunciou a presença de cerca de 1.500 guerrilheiros colombianos dentro das fronteiras da Venezuela, o que motivou o presidente Chávez a romper relações com Bogotá.

Mata assegurou que os esforços dos militares venezuelanos “têm sido enormes” para combater o narcotráfico e a presença de rebeldes em seu território, e que é responsabilidade da “oligarquia colombiana” se “existe sangue” na história destes países vizinhos.

O presidente Chávez ordenou que as Forças Armadas se mantenham em “alerta máximo” na fronteira ante a possibilidade de alguma agressão.

Na noite de quinta-feira, o ministro da Defesa afirmou que a situação na extensa fronteira entre Colômbia e Venezuela é “normal”, em declarações concedidas ao término de uma reunião extraordinária do Conselho de Defesa da Nação, organismo máximo consultor do país sobre segurança e defesa.

Ao terminar de ler a declaração, o ministro da Defesa bradou o lema “Pátria socialista ou morte! Venceremos!”, utilizado pelo presidente Hugo Chávez e pelos militares em seus atos públicos.

Fonte: Último Segundo

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10 Respostas to “Militares apoiam Chávez após ruptura de relações com Colômbia”

  1. O que impressiona é a disposição da Força em fomentar mais ainda o problema.Parece que o governo Venezuelano não mede consequencias.Se darão por satisfeitos quando tiverem o territorio ocupado e as riquesas usurpadas…Ja que é assim,que assim seja…Amem.

  2. “Forças Armadas da Venezuela dizem estar dispostas a “executar as tarefas que forem impostas pelo comandante-em-chefe”

    Imagine se algum dos militares lá vai ser louco de dizer alguma coisa diferente em público :-)

  3. Coisa de maluco…

    Bem, se o trabalho de desestabilização mundial for a cabo pelos reptilianos, sinto que vão ter que arcar com as conseqüências de vídeos que irão pipocar pela net dos rituais praticados no Bohemian Club.

    Existe todo um trabalho para tentar achar uma saída honrosa para os reptilianos, mas parece, que eles não querem ser ajudados.

    Agindo desta forma, fica muito difícil tentar salvar a pele e dignidade dos mesmos. Estão cegos e a uma passo da insanidade…

    Reptiliano rebelde.

  4. A droga è q os ianks já estão dando pitacos no assunto da sua colônia , a colômbia, contra a Venezuela..espero q n FAs estejam prontas e atentas na fronteiras entre esses 2 países comandados por loucos e insuflados pelos aSSaSSinos dos ianks..Dividir p reinar.Vamos ver o valor da Unasul.

  5. O senhor Chaves é um maluco beleza,e o atual presidente da colômbia,tudo indica que é um incendiário patético;somasse a isso, um índio tonto e uma secretária de estado rápida no gatilho.
    Temos então um circo dos infernos.
    É…,está do jeito que o diabo gosta.

  6. Em uma possível guerra contra a Colômbia, eles teríam que se preparar para lutar contra o EUA também… pois, talvez, haverá apoio Norte-Americano à Colômbia e pelas estatísticas, o exército Colombiano é maior e pelo o jeito, melhor treinado em matas fechadas, como na Amazônia Colombiana e Venezuelana, por exemplo. Entretanto, a Venezuela é melhor equipada, com muitos tanques de guerra. Velhinhos, mas funcionam; Caças modernos, como o SU-30, fabricado na Rússia. Finalizando, a marinha é muito equilibrada entre os dois países, logo, sería uma guerra um tanto equilibrada.

  7. Isso tudo é falatório, não se preocupem…
    Uribe tinha de fazer algo para chamar a atenção
    antes de deixa o poder o/

    Se a Venezuela e Colômbia entrarem em guerra,
    os dois vão sair perdendo…
    Vão acabar com economia arruinadas e as FARCs
    voltam a ter domínio sobre uma vasta região!

  8. Esta é uma questão onde a política nacional se mistura ao xadrez geopolítico estadunidense na América do sul.

    Folha de São Paulo:

    “O centro da crise é a acusação da Colômbia de que a Venezuela já teve 87 acampamentos guerrilheiros colombianos, e ocorre quando a campanha do tucano José Serra afirma que o PT da adversária Dilma Rousseff tem relações com as Farc.

    Há, então, chance de contaminação da questão Venezuela-Colômbia na eleição (aqui no Brasil) .”

    (Esta é a torcida da FSP….)
    ——————————————-

    Sim, não esqueçamos que estamos em ano de eleições.

    Podemos esperar então, muita repercussão, amplificação dos acontecimentos misturada com desinformação e uma enorme torcida para que a situação ‘desgringole’ de vez.

    Este é o trabalho dos orgãos midiáticos na América do sul, pertencentes a brigada midiática yanke, defender e promover os interesses estadunidenses. E isto inclui promover a subida ao poder de mandatários que sirvam aos seus interesses.

    Aqui no Brasil, a coincidência das ilações do Indio em relação a candidata governista e suas ligações com as FARCs, a quais foram amplamente repercutidas nos orgãos da brigada midiática yanke sediadas no Brasil e as provocações de Uribe à Chaves (que facilmente nela cai..).

    Podem não ser “coincidências” e visam provocar um ambiente de instabilidade e se possível, um clima de histeria e medo que favoreça as divisões, a opção militar (desagregadora) e que enfraqueça as plataformas politicas que defendam os interesses locais e regionais.
    ———————————-
    Do Opera Mundi (Breno altman):

    “O presidente colombiano parece mirar dois objetivos. O primeiro deles é interno: a reiteração da “linha dura” como política interna facilita sua aposta de manter hegemonia sobre os setores militares e sociais que conseguiu agregar durante seu governo. O segundo, porém, tem alcance internacional. O uribismo é parte da política norte-americana para combater Chávez e outro governos progressistas; mesmo fora do poder, o líder ultradireitista não quer perder protagonismo e se apresenta como avalista para manter Santos na mesma conduta.

    Fontes do Palácio de Miraflores não hesitam em afirmar que as provocações de Uribe, além de fixar seu alvo no presidente venezuelano, seriam estranhamente coincidentes com o discurso de José Serra e Indio da Costa no Brasil, retomando a pauta de eventuais relações entre o PT e a guerrilha colombiana. Esses analistas afirmam que o governante de Bogotá deu um lance para se manter em evidência na disputa regional entre os blocos de esquerda e direita.

    Autoridades venezuelanas, nos bastidores, se empenham para que haja uma condenação generelizada, dos países latino-americanos, à conduta de Bogotá e ao cúmplice silêncio norte-americano. Não desejam que outras nações sigam o caminho da ruptura, mas Chávez parece convencido que seu colega colombiano não poderá ser detido com meias-palavras ou atos de conciliação.”
    ……………………………………..

    A velha tática de promover o caos, insuflar o medo e provocar divisões do tipo direita/esquerda, onde naturalmente, um dos lados vai buscar proteção lá no norte e se submeter aos interesses estadunidenses…

    Direita e esquerda, velhas dicotomias do século XX,
    enquanto doutrinas de desenvolvimento e administração, cabem muito bem no Brasil e A.S, más deveriam ter como limite de suas disputas, os interesses nacionais e regionais.

  9. HR :
    Em uma possível guerra contra a Colômbia, eles teríam que se preparar para lutar contra o EUA também… pois, talvez, haverá apoio Norte-Americano à Colômbia e pelas estatísticas, o exército Colombiano é maior e pelo o jeito, melhor treinado em matas fechadas, como na Amazônia Colombiana e Venezuelana, por exemplo. Entretanto, a Venezuela é melhor equipada, com muitos tanques de guerra. Velhinhos, mas funcionam; Caças modernos, como o SU-30, fabricado na Rússia. Finalizando, a marinha é muito equilibrada entre os dois países, logo, sería uma guerra um tanto equilibrada.

    Eu não creio que os Americanos se envolveriam diretamente mas logisticamente sim.

  10. O alvo real dessa intriga toda é a UNASUL,ela aos poucos esta tirando a OEA do centro das decisões da região e com isso,os EUA perde certas influencias políticas.
    Então a jogada é,colocá-la em uma situação conflitante com relação aos seus membros e implodila com uma ajuda da colômbia,que aliás está fazendo um excelente papel de quinta coluna

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