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Pyongyang ameaça dar resposta nuclear a exercícios militares

In Conflitos, Exercícios Militares, Geopolítica on 24/07/2010 by E.M.Pinto Marcado: , ,

https://i1.wp.com/en.rian.ru/images/15813/26/158132650.jpgGoverno da Coreia do Norte diz que pode usar poder nuclear para responder às manobras de EUA e Coreia do Sul no Mar do Japão

O governo da Coreia do Norte ameaçou utilizar seu poder nuclear em uma “guerra santa” contra o

desdobramento militar em massa

previsto a partir deste domingo para o Mar do Japão por Estados Unidos e Coreia do Sul.

Os dois aliados realizarão quatro dias de manobras aéreas e navais lideradas pelo porta-aviões nuclear americano “George Washington”, com participação de 20 navios de guerra, 200 caças de combate e 8 mil soldados.

Apesar de insistirem em seu caráter defensivo, Washington e Seul confessam que o objetivo desses exercícios militares é enviar uma “mensagem dissuasória” ao regime de Kim Jong-il após o afundamento em março do navio de guerra sul-coreano “Cheonan”, em incidente que causou 46 mortes.

As manobras, cuja data foi anunciada esta semana, tinham sido planejadas pouco depois que uma investigação internacional financiada por Seul concluiu em maio que o naufrágio, ocorrido perto da fronteira marítima entre as duas Coreias, foi obra de um ataque norte-coreano.

Seul, Washington e Tóquio, que participará pela primeira vez como observador nos exercícios militares, atribuem esse fato a um torpedo de um submarino norte-coreano, mas o governo comunista de Pyongyang negou sua responsabilidade durante todo o tempo.

A China, principal aliado internacional da Coreia do Norte, evitou condenar o afundamento da embarcação, criticou os exercícios militares de EUA e Coreia do Sul, e pediu “contenção” aos envolvidos com o objetivo de diminuir a tensão.

O afundamento do “Cheonan” fez aumentar as tensões na sempre instável península coreana e, como costuma ocorrer quando há exercícios militares planejados da Coreia do Sul, Pyongyang emitiu duras ameaças neste sábado, pelo terceiro dia consecutivo.

Ameaça nuclear

A Comissão Nacional de Defesa norte-coreana, o poderoso órgão militar presidido por Kim Jong-il, afirmou, em comunicado publicado pela agência oficial “KCNA”, que “o Exército e o povo da Coreia do Norte contra-atacarão, de forma legítima, com seu poder dissuasório nuclear” perante essas manobras.

Seul e Washington “ameaçam este território com uma guerra nuclear sob o pretexto” de responder ao naufrágio do navio, e por isso Pyongyang tem legitimidade para “começar uma guerra santa de represália baseada em seu poder dissuasório nuclear”, segundo a “KCNA”.

Em seu comunicado, o poderoso órgão militar norte-coreano voltou a negar participação no afundamento do “Cheonan”, como concluiu em maio uma comissão internacional de investigação em Seul.

O sábado foi o terceiro dia consecutivo em que a Coreia do Norte negou sua responsabilidade nesse fato e lançou, ao mesmo tempo, duras ameaças contra manobras que considera um “grave perigo” para a paz mundial.

EUA pedem cautela

Perante a crescente retórica bélica norte-coreana, os EUA reagiram com cautela e pediram que adote uma atitude “construtiva”, enquanto os responsáveis militares da Coreia do Sul aumentaram sua vigilância nas áreas fronteiriças.

Um responsável da Junta do Estado-Maior sul-coreana disse à agência local “Yonhap” que, por enquanto, não foram detectadas situações suspeitas apesar de ter sido reforçada a vigilância da Linha de Demarcação Militar entre as duas Coreias.

A fronteira, uma das mais protegidas do mundo, se encontra dentro da Zona Desmilitarizada (DMZ) de Panmunjom, que foi visitada esta semana pelos secretários de Estado e Defesa lateral dos EUA, Hillary Clinton e Robert Gates, respectivamente, em outro claro sinal de aviso a Pyongyang.

Fonte: último Segundo

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27 Respostas to “Pyongyang ameaça dar resposta nuclear a exercícios militares”

  1. Estou torcendo para que o senhor Pyongyang reflita sobre o que disse, ameaçar nações com armas nucleares é um grande erro, e se a CORÉIA DO NORTE atacar a CORÉIA DO SUL com armas nucleares, a CORÉIA DO NORTE estará assinando seu atestado de óbito, porque será atacada por muitos países do mundo e esses terão aval para atacar com armas de destruição em massa, e a CHINA não poderá fazer absolutamnte nada para salvar a CORÉIA DO NORTE, porque a CHINA não vai entrar em uma guerra contra o mundo, porque se fizer vai assinar seu atestado de óbito junto com a CORÉIA DO NORTE.

    Deixo claro não estou defendendo os imperialistas americanos e seus parceiros, mais não se deve ameaçar nações com armas de destruição em massa em hipótese nenhuma!

    Estou torcendo pela paz entre as duas nações na ÁSIA e no ORIENTE MÉDIO também, mais com declarações como essa do senhor Pyongyang fica difícil, não estou querendo dizer que a CORÉIA DO NORTE não pode ter armas nucleares, mais construir armas de destruição em massa e começar a ameaçar nações com essas armas é um erro que o mundo inteiro não aceita, então estou torcendo para que o senhor Pyongyang reflita sobre o que disse!

  2. Essa é uma situação que merece muita cautela e bom senso de ambas as partes envolvidas.

  3. Vale a pena ler as matérias de lisa Karpova e Rick Rozoff:

    http://engforum.pravda.ru/showthread.php?290575

  4. Isso e conversa fiada eles so fariam se fossem atacados e so

  5. Por gentileza, dirijo a pergunta a alguém que tenha conhecimento do seguinte:
    Para fazer esses “20 navios de guerra, 200 caças de combate e 8 mil soldados.” virarem pó, que bombinha nuclear seria suficiente para jogá-los sobre eles sem se sentir seus efeitos em terra?

  6. “jogar sobre eles”

  7. A Pyongyang já respondeu, ontem:

    DPRK threatens N-revenge for sea of Japan Military Exercises

    http://www.itar-tass.com/eng/level2.html?NewsID=15344473&PageNum=0

    http://www.kcna.co.jp/index-e.htm

    http://www.kcna.co.jp/e-news.html

  8. Os EUA estão mais uma vez,entrando em uma atoleiro.
    Erra,uma vez é humano,depende do erro,é claro;e esse primeiro erro foi na década de 50 para 60.
    Nessa época o outro lado não tinha a bomba atômica.
    Cometer esse mesmo erro já é coisa de burro.
    Eles, os americanos,não burro;eles podem ser qualquer coisa,más burro não!
    É só compara a forma com eles estão se comportando com relação a Coréia do norte e com o Irã.

  9. Me lembro de um ditado antigo, que diz:
    -Quem com muitas pedras bole, uma lhe caia na cabeça.

    Os EUA devem ter uma ótica bem diferente que temos, pois estão em “todo canto”, interferindo, ameaçando, insuflando, enfim, ou estão confusos, ou o ganho com vendas de armas tem lhes subido demais a cabeça para tomarem o caminho que tem tomado. Torço mesmo para que o povo também daquele país não venha padecer pela ganância de alguns.

  10. NOSSA! A coreia do norte não gosta nem um pouco de um conflito também.

    Ass: http://faltasacanagem.wordpress.com/

  11. Ate parece que eles tem essa coragem numa loucura dessas nem a China aliada historica diria nada se os yankes retaliassem com muitas bombas nucleares ..

    Coisa de ditador louco mesmo .

    sds

  12. http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-clube-dos-paises-atomicos#more

    O clube dos países atômicos
    Enviado por luisnassif, sab, 24/07/2010 – 23:17
    Tomás Rosa Bueno

    Em política internacional, se uma ação parece imprudente ou insensível e os responsáveis por ela não são malucos de carteirinha, em geral é porque foi feita para parecer assim, de propósito. Para mandar um recado.

    Veja-se por exemplo o ataque de Israel em águas internacionais contra uma frota de barcos civis, que resultou na morte de nove passageiros turcos. Havia muitas maneiras que não implicavam o uso de violência para impedir que ela chegasse a um porto de Gaza; ou então, se os israelenses não se importavam em matar um ou dois passageiros para mandar um aviso de primeiro nível todos os candidatos a amigos humanitários de Gaza, poderiam ter esperado até que a frota tivesse efetivamente violado o bloqueio e atingido águas territoriais, onde se poderia dizer que Israel o direito de patrulhar e controlar, tornando qualquer possível dano que se abatesse sobre o responsabilidade dos que tentavam furar o bloqueio, e dando às ações de Israel pelo menos uma aparência de legalidade. Mas não, preferiram fazê-lo em águas internacionais, de um modo que garantisse a erupção de violência. E mataram nove civis desarmados no processo.

    Pode-se dizer qualquer coisa sobre os militares israelenses, exceto que são incompetentes – e com certeza não são malucos. De modo que todas as desculpas esfarrapadas dadas depois sobre a “reação inesperada” das vítimas e o inquérito unilateral obviamente tendencioso sobre o incidente fazem parte do espetáculo: Israel não cometeu um “erro” ao decidir atacar a frota como o fez, nem os que executaram o ataque foram incompetentes. O recado foi bem claro: faremos o que for preciso para evitar o furo do bloqueio a Gaza, e não nos importamos com o que o resto do mundo pensa. Tão claro que, apesar das manifestações de indignação internacional sobre a morte de nove civis em águas internacionais, e apesar de toda a barulheira sobre o envio de “centenas” de novas frotas, até agora nada foi feito para responsabilizar Israel pelas suas ações, e os moradores de Gaza continuam abandonados à própria sorte, sendo coletivamente punidos por terem votado errado há quatro anos.

    Acessoriamente, outro recado foi mandado: os israelenses são cães raivosos, vejam o que eles fizeram e pensem no que podem fazer se não forem apaziguados. Que esse “apaziguamento”, sob a forma de sanções contra o Irã, tenha servido outros propósitos é apenas parte do jogo: nós arranjamos uma desculpa para vocês, vocês cobrem as nossas costas, e nós dois falamos sobre outra coisa enquanto fazemos o que temos de fazer. Mais do que nunca, o que se faz não importa, o importante é que se é visto fazendo – e “ver” está aberto a manipulações de todo tipo.

    A invasão do Iraque em 2003 é outro exemplo, em uma escala maior. Depois de criado o precedente do Afeganistão e montada a base de propaganda pró-guerra sobre uma base de provas frágeis e – como foi revelado depois – francamente falsas, mesmo diante das maiores manifestações de massa em todo o mundo na história recente, o plano de guerra foi executado até a invasão e a ocupação de um país soberano, resultando na destruição quase completa da infra-estrutura econômica do Iraque e em incontáveis milhares de mortes de civis. Novamente, o recado foi claro: não ligamos a mínima para o que o mundo pensa, nem para as leis internacionais: vamos travar guerras preventivas de agressão contra qualquer país, no momento em que bem entendermos, por qualquer razão que julguemos adequada.

    Quem disse que Israel limitou-se a empregar os meios à sua disposição impedir que artigos potencialmente perigosos chegassem às mãos dos “terroristas” de Gaza tinham razão afinal de contas, e nós estávamos errados, como de costume: a perigosíssima idéia de que cidadãos comuns possam passar por cima dos governos e tomar a questão de Gaza nas suas próprias mãos para acabar com o bloqueio precisava ser extirpada por qualquer meio, mandando um recado que matasse no berço quaisquer outras iniciativas semelhantes no futuro – o que estava em jogo era a segurança dos que controlam Israel e o uso do seu poderio militar. E aqueles que contrapunham as necessidades de “segurança mundial” às acusações de “roubo de petróleo” como a força motriz que conduziu à invasão do Iraque também estavam certos, e nós, outra vez errados: a guerra contra o Iraque não aconteceu por causa de petróleo (apesar de que ter o controle direto da terceira maior reserva de petróleo do mundo é um efeito colateral não desprezível): tratava-se de mandar um recado, e criar um precedente: temos o direito de decidir quem pode fazer o que, e vamos fazer cumprir este direito por qualquer meio, inclusive com guerras de agressão e matanças de civis. E, mediante manipulações, chantagens e ameaças, vamos fazer isto com o pleno apoio das instituições internacionais criadas justamente para nos impedir de o fazer.

    Em um momento em que a emergência de novas potências mundiais começa a desafiar os proprietários deste mundo em todas as frentes, era urgente impor um limite: podemos aprender a conviver com a concorrência comercial e até mesmo incentivá-la dentro de certos limites para nos tornarmos mais competitivos, mas não vamos entregar o controle total que temos sobre os destinos do mundo. Continuaremos a tomar as decisões finais, e vocês vão continuar a cumpri-las. Podem fazer o que quiserem com os seus próprios vizinhos, contanto que nós possamos continuar fazendo o que quisermos com vocês – e, através de vocês, também com os seus seus vizinhos.

    Há uma guerra acontecendo, e as potências nucleares vêm se preparando para ela, e tomando posições estratégicas, desde antes mesmo que os seus adversários percebessem que havia uma disputa. O Irã é o atual campo de batalha desta guerra, o lugar onde eles vão dar mais um passo para garantir o seu poder. É por isso que a Turquia e o Brasil não poderiam ser autorizados a negociar uma saída para o impasse nuclear iraniano, é por isso que a Declaração de Teerã tinha de ser ignorada e uma nova rodada de sanções precisava ser imposta ao Irã: a única solução aceitável para eles é que os iranianos renunciem ao direito de desenvolver a sua própria tecnologia nuclear para fins civis, independentemente de esse direito estar consagrado nas leis internacionais e em tratados internacionais em vigor. E essa “solução” tem de ser alcançado pelos seus próprios esforços e meios, e não pela intervenção de novatos intrometidos como o Brasil ou a Turquia. Esses países têm de ser mantidos no seu lugar como parte do problema e nem por um momento devem achar que podem ser parte da solução.

    A meta atual das potências nucleares, que a vêm perseguindo com diligência nas duas últimas décadas, passo a passo, é fazer com que o desenvolvimento do ciclo completo da tecnologia nuclear para fins civis seja um monopólio de quem já o domina, os “estados nucleares” do Tratado de Não Proliferação. Os meios para esse fim são o Protocolo Adicional do TNP, tornando as inspeções intrusivas da AIEA obrigatórias para todos os países (exceto os estados nucleares, é claro), e a proibição de transferências internacionais de tecnologia nuclear, mediante novas regras sobre o comércio nuclear impostas pelo Grupo de Fornecedores Nucleares (GFN). Depois de estabelecido o precedente iraniano, fixando o “direito” das potências nucleares a forçar um país a renunciar aos seus direitos, eles vão resolver os “problemas” restantes: Brasil, Turquia, Argentina, Coreia do Sul, Paquistão, África do Sul e, em última instância, a Índia, já objeto de pesadas pressões americanas nas negociações do NSG, apesar de ter firmado em 2008 um acordo de cooperação nuclear com os Estados Unidos.

    A justificação das potências nucleares para a tentativa de torpedear o Tratado de Não Proliferação é que este conteria “lacunas” que permitiriam que os seus signatários desenvolvam programas nucleares paralelos, clandestinos, para a confecção de armas atômicas. Esta alegação, porém, não resiste à análise: nenhum signatário do TNP jamais desenvolveu armas atômicas. A Coreia do Norte retirou-se do Tratado e expulsou os inspetores da ONU do país antes de desenvolver os seus fogos de artifício nucleares, e os únicos países possuidores de um arsenal nuclear além dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança são a Índia, o Paquistão e Israel, nenhum deles signatário do TNP, e todos aliados dos EUA. E, pelo menos no caso de Israel, esse arsenal atômico foi desenvolvido com o apoio ativo dos Estados Unidos, enquanto a Índia e o Paquistão beneficiaram-se do silêncio cúmplice das potências nucleares enquanto desenvolviam os seus brinquedos atômicos. Essa tentativa, feita pelos maiores responsáveis pela proliferação de armas atômicas e baseada em premissas falsas e portanto com objetivos não revelados (mas óbvios), precisa ser combatida com determinação pelos países para os quais o fim do TNP e a imposição de restrições ao desenvolvimento independente de tecnologia nuclear serão mais prejudiciais: Turquia, Egito, Coreia do Sul e Indonésia, entre outros. E, mais ainda que estes, o Brasil, por ter atingido, ao contrário do Irã, um estágio de domínio da tecnologia nuclear em que o desenvolvimento de armas atômicas é uma possibilidade concreta, não uma acusação infundada e desonesta.

    Apesar de ser um dos principais interessados em combater essa tentativa, enquanto a Turquia assume uma posição firme no NSG contra mais restrições sobre o comércio internacional de tecnologia nuclear e continua forte e publicamente envolvida nas negociações do programa nuclear iraniano, o Brasil queima o capital político adquirido e, cedendo a pressões não declaradas de partes não esclarecidas, fica em casa lambendo os dedos queimados e em geral promete comportar-se direitinho de agora em diante. Porém, como mostra claramente o exemplo iraniano, “comportar-se” não é uma garantia de ser deixado em paz, e os brasileiros podem ter a certeza de que serão os próximos na fila para este tipo especial de imposição de “conformidade” se abandonarem o campo de batalha agora e permitirem que a violação dos direitos do Irã seja levada a termo.

    Como já foi dito inúmeras vezes, a defesa dos direitos iranianos à tecnologia nuclear pacífica não é um capricho do presidente, nem uma tentativa da diplomacia brasileira de “projetar” o país no cenário internacional, ela é antes demais nada uma defesa dos nossos próprios direitos a um desenvolvimento independente e, neste sentido, é vital para a nossa política externa. Abandoná-la agora atenta contra o interesse nacional, compromete o nosso futuro como nação desenvolvida plenamente autônoma e põe a perder a nossa reputação internacional de seriedade e honestidade. Se estamos sendo pressionados para sair de cena, o governo tem a obrigação de esclarecer quem o faz, e como o faz, para manter a nossa tradição de transparência nas relações internacionais e para que os cidadãos brasileiros possam decidir com conhecimento de causa se querem ceder a elas.

  13. o ‘grande lider’ norte coreano sabe .. se fizer bobagem o regime não dura 30 minutos (ele menos..rs) … e se dispararem qualquer coisa … quase certeza que será interceptado (claro M acontecem)…

  14. Mundo louco, imagine um Ahmadinejad com armas nucleares ? Nao é a toa que foram designados como Eixo do Mal…

  15. Obama “amarelou”, ele mudou o local das manobras navais.

    Rick Rozoff tinha razão, o Mar Amarelo pertence a China (e Korea).

    Leia a matérid de hoje, da BBC:

    http://engforum.pravda.ru/showthread.php?290567

  16. Se houver guerra nuclear, nao so as Koreias sofrerao, o mundo como conhecemos ira mudar. Como ja esta mudando. Aonde quer que estejamos nos sentiremos os efeitos. Parece que a profecia se cumprira antes do previsto. Por falar na Koreia, parece que a do sul rompeu o tratado de 300 km para misseis e desenvouveu um de 1500 km. E ficou por isso mesmo? Ninguem reclamou?

  17. Eixo do mal são os EUA e seus aliados, que invadem outros países..

  18. “Calaboca, Kim”…

  19. “Calaboca, Hillary e Gates”

    GOOGLE: “Yellow Sea +Sea of Japan”

    Resultado: http://engforum.pravda.ru/showthread.php?290567

    GLOBAL-MILITARY.COM:

    USS George Washington’s drill in the SEA OF JAPAN, NOT in the YELLOW SEA”

    A China falou mais alto! Hillary e Gates não deu a notícia sobre a mudança do local dos exercícios, O GLOBO e a A FOLHA DE S.PAULO não pulicou NADA hoje, só a BBC deu a notícia (ontem).

  20. Entidad Surcoreana Presenta Nueva Suspecha Sobre Caso Del “Cheonan”:

    http://engforum.pravda.ru/showthread.php?290748

  21. rogerio :
    Isso e conversa fiada eles so fariam se fossem atacados e so

    concordo rogerio o processo de lançamento e os resultados não seriam a favor, só o fariam em um acesso de loucura extrema para suicídio.

  22. “O Ministro da Defesa da Coreia do Sul disse que transferiu os exercícios para o Mar do Japão, em vez do planejado Mar Amarelo.” – O GLOBO/INDEPENDENT – Stephen Foley – 26.07.2010

    http://engforum.pravda.ru/showthread.php?290787

  23. Estão espremendo mt a laranja…vão levar um jato no olho…A China grita q ali é seu quintal, e no seu quintal tbm tem armas atômicas…tem q se evitar + problemas, o chinese estão arrependidod do aval contra o Irã..ñ vai ter + aprovações.

  24. FLASHPOINTS for GLOBAL (Nuclear?) WAR ? – por Giordano Bruno – 10 de Junho 2010.

    http://neithercorp.us/npress/?p=556

  25. PYONGYANG – July 25, 2010

    DPRK: WARMONGERS TO MEET STERN PUNISHMENT:

    http://engforum.pravda.ru/showthread.php?290842

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