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Anti-americano Não, Contra o seu Intervencionismo, Sim!

In Conflitos, Geopolítica, História, Opinião on 31/07/2010 by E.M.Pinto Marcado: , , ,

http://afrocityblog.files.wordpress.com/2009/05/vampire_obama.jpg

Por Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 30 de julho de 2010.

Para o Plano Brasil

“A pura raça Anglo-americana está destinada a estender-se por todo o mundo com a força de um tufão. A raça Hispano-mourisca será abatida”.
(New Orleans Creole Courier, 27.01.1855 )

Alguns leitores ficaram indignados ao ler meus dois últimos artigos, onde relato o vazamento de documentos secretos americanos, pelo site Wikileaks, sobre a Guerra do Afeganistão onde expus dois dos inúmeros “Crimes de Guerra” cometidos pelas tropas do “Tio Sam”, no Iraque. Não sou, absolutamente, contra qualquer povo, norte-americano ou não, mas tenho total aversão a qualquer tipo de intervenção. (http://wikileaks.org/wiki/Afghan_War_Diary,_2004-2010)

–  Paladinos “Pero no Mucho”

Analisando as intervenções armadas ou não na história da humanidade observamos que o interesse geopolítico ou geoeconômico foi e continuará sendo o agente catalisador de cada uma delas. As justificativas apresentadas aos incautos como defesa da democracia, manutenção dos direitos humanos e tantos outros têm, na verdade, a finalidade pura e simples de garantir o acesso das potências hegemônicas aos recursos naturais ou assegurar sua influência política em Estados que se tornaram ou pretendam se tornar independentes.

Não há interesse, por parte das nações poderosas, de que surjam novas e fortes economias alterando sua posição de domínio no mundo. A permanência do “status quo” justifica quaisquer tipos de retaliações, intervenções, massacres mascarados pela mídia através de termos simpáticos. É interessante observar que o tratamento dispensado aos seus “aliados”, mesmo que estejam infligindo as mesmas regras, não estão sujeitos a este tipo de retaliação, senão, como explicar a sua omissão quando ocorreu o extermínio de milhares de curdos pela Turquia ou seu apoio explícito ao governo Saudita que tem mostrado o mais profundo desprezo pelos direitos humanos.

Quando seus interesses geoeconômicos não estão em jogo os “paladinos da justiça” permitem o extermínio de milhões de pessoas como na guerra pela independência de Biafra e na guerra do Sudão.

–  GUERRA HISPANO-AMERICANA (1898)

Em 1898, o encouraçado “USS Maine”, ancorado em Havana, foi explodido pelos próprios americanos para ser usado como pretexto para desencadear uma Guerra contra a Espanha.

Filipinas

Os nacionalistas, liderados por Emilio Aguinaldo, iniciaram uma rebelião em 1896. Em 1898, a Espanha perdeu a guerra contra os EUA e cedeu as Filipinas em troca do pagamento de 20 milhões de dólares. Os nacionalistas foram esmagados pelas tropas norte-americanas. A cobrança de pesados impostos desencadeou o primeiro conflito dos americanos contra os muçulmanos filipinos. Os americanos não atenderam às reivindicações do Sultão de Sulu que exigia que os americanos agissem como os espanhóis, no passado, e os deixassem em paz, isentando seu povo de qualquer taxação. Os civis americanos começaram a ser hostilizados e os fuzileiros foram sistematicamente atacados e mortos pelos “Amuks”. A presença americana nas ilhas desencadeou a “Jihad”, a guerra santa contra o invasor e os americanos responderam com “Operações de Extermínio”. O General Jake Smith determinou a seus fuzileiros “Kill and burn!” (Matem e queimem!), ordenando também que “Kill every one over tem” (Matassem todos acima dos dez anos de idade). Na ilha de Jolo, os “Moros” refugiaram-se no alto da cratera de um vulcão extinto, o Bud Dajo e os “Paladinos as Justiça”, em março de 1906, apoiados pelo navio Pampanga, cercaram e mataram mil homens, mulheres e crianças. No Bud Bagsak, em junho de 1913, 2.000 rebeldes, incluindo 196 mulheres e 340 crianças, armados de facas e lanças, foram aniquilados.

Os americanos não sabem, ainda, porque os muçulmanos os odeiam!

–  PANAMÁ (1903)

Fomentado pelos americanos, eclodiu em 3 de novembro de 1903, um movimento separatista que culminou com a independência do Panamá em relação à Colômbia. Imediatamente, os Norte-americanos reconheceram novo país e enviaram suas Forças Navais para impedir a chegada de tropas colombianas. Logo em seguida, foi firmado o Tratado “Hay-Bunau-Varilla”, que concedia aos Estados Unidos o uso, controle e ocupação perpétua da Zona do Canal, uma faixa de 16 km de largura através do istmo.

–  IRÃ (1953)

A CIA e o M-16 (serviço secreto inglês) arquitetaram um golpe de Estado no Irã, Operação Ajax (TP AJAX), em 1953, cujo objetivo era derrubar o primeiro-ministro Mohammad Mossadegh, que estatizara as empresas petrolíferas estrangeiras. Os serviços secretos ocidentais aliciaram o general iraniano Fazlullah Zahedi que deveria derrubar o governo nacionalista de Mossadegh. Fazlullah organizou uma passeata que “representava a vontade popular” para usar como pretexto “atender aos anseios do povo” afastando, no dia 19 de agosto de 1953, o Primeiro-ministro Mossadegh e trazendo de volta o Xá Reza Pahlevi. Em agosto de 1953, o Xá Reza Pahlevi recuperou seus poderes, assumindo o papel de fantoche dos interesses anglo-americanos no Irã, que formaram um consórcio para continuar explorando o petróleo iraniano. A Anglo-Iranian ficou com 40% e as empresas norte-americanas com o restante. Os nacionalistas iranianos haviam se refugiado nas mesquitas e seus líderes religiosos lideraram a Revolução Xiita, de 1979, que causou mais estragos aos interesses anglo-americanos do que o nacionalismo secular de Mossadegh.

Sem a intervenção o Irã teria hoje um regime secular no poder e, provavelmente, integrado na globalização e não dominado pelos fundamentalistas.

–  VIETNAM (1965/1973)

O envolvimento militar americano que teve início, na década de 1950, com o envio de equipamentos e observadores militares para apoiar os franceses, aumentou, significativamente, a partir de 1960. Em 1965, o presidente americano Lyndon Johnson ordenou uma operação sistemática de bombardeio aéreo do Vietnam do Norte. Um mês depois, os primeiros combatentes americanos desembarcam no Vietnam.

My Lai

Fonte: www.dwelle.de

“O sol despontava sobre o Mar do Sul da China, quando helicópteros das Forças Armadas norte-americanas sobrevoaram a aldeia de My Lai, no Vietnã, à procura de guerrilheiros em março de 1968. Soldados da ‘Companhia Charlie’ da Infantaria do Exército dos EUA cercaram o povoado e, em três horas, LIQUIDARAM SEUS 500 HABITANTES. O fotógrafo militar Ron Haeberle acompanhou os soldados comandados pelo tenente William Calley, de 25 anos, e documentou toda a brutalidade da chacina. Suas fotos do massacre de adultos e crianças, da matança de animais, do envenenamento de poços e incêndio de casas e depósitos ajudaram, mais tarde, a esclarecer o ‘Crime de Guerra’. As autoridades militares dos EUA, sob a administração de Richard Nixon, conseguiram esconder o massacre por mais de um ano. Somente em novembro de 1969, as primeiras reportagens sobre o caso foram publicadas na imprensa norte-americana, sobretudo no jornal New York Times. Soldados norte-americanos, SUPOSTAMENTE DEFENSORES DA LIBERDADE E DA DEMOCRACIA na luta contra o comunismo, foram desmascarados como um bando de assassinos. Vários integrantes da ‘Companhia Charlie’ admitiram publicamente tratar-se de um ‘CRIME IMPERDOÁVEL’. Enquanto isso, o tenente William Calley não via absolutamente nada de anormal. Admitiu apenas que uma das maiores tragédias de sua vida foi executar operações cujo sentido desconhecia”.

(http://www.amazoniaenossaselva.com.br/Pal2.asp?Cod=6&Sld=38)

Tranh Phong

Fonte: Howard Kurtz – The Washington Post

Rompendo um silêncio de 32 anos, o ex-senador e ex-tenente da Marinha, Bob Kerrey, revelou ter tido um papel importante na matança de mais de uma dúzia de civis durante a Guerra do Vietnã. ‘Fiquei tão envergonhado que queria morrer’, disse Kerrey, condecorado com a Medalha de Honra, a The Wall Street Journal, referindo-se a um artigo que será publicado no domingo. ‘Isso está me matando. Estou cansado de ver as pessoas me descreverem como herói e ficar escondendo isso dentro de mim’, disse o ex-senador. Kerrey afirmou que sua unidade de elite da Marinha (Seal), matou os civis inadvertidamente, depois de acreditar que havia sido atacada por vietcongues na vila de Tranh Phong, em 25 de fevereiro de 1969”.

Agente Laranja

“As consequências dos produtos químicos americanos continuam sendo extremamente graves, e continuarão persistindo até meados do século 21 no Vietnã”, prevê o professor Câu. Somente na província de Quang Tri (centro do país), onde se encontrava a zona desmilitarizada que separava o Vietnã do Norte e o Vietnã do Sul durante o conflito, foram registradas mais de 15.000 vítimas do agente laranja no censo organizado em 1998.

Studies and Observations Group (MAC SOG)

Fonte: ISTOÉ – Edição 1498 – 17 de Junho de 1.998

“Unida a um grupo de mercenários, uma unidade de elite do Exército invade uma aldeia num território neutro, joga Sarin (um gás que atua sobre o sistema nervoso) e mata pelo menos 100 pessoas, a maioria mulheres e crianças. A missão principal dessa unidade era eliminar soldados de seu país que haviam desertado e viviam entre os aldeões. Depois do massacre, a unidade é cercada por tropas inimigas e pede apoio aéreo, que vem em forma de bombardeio de gás sobre as tropas inimigas. Ao contrário do que possa parecer à primeira vista, esse episódio não foi obra das tropas iraquianas de Saddam Hussein durante a Guerra Irã-Iraque (1980-1988), quando o ditador não hesitou em usar armas químicas contra o próprio povo”.

–  GRANADA (1983)

Uma aliança de esquerda liderada, em 1979, por Maurice Bishop, derruba o primeiro-ministro, Eric Gaury, e instala um governo que estreita relações com Cuba, despertando apreensão nos Estados Unidos. Durante quatro anos Reagan impôs sanções econômicas a Granada e ao final deste período fomentou o golpe militar que culminou com o assassinato do 1º Min Maurice Bishop. Em seguida, promoveu a invasão da pequena ilha com tropas norte-americanas e um pequeno contingente de militares caribenhos. O presidente Reagan justificou a ação sob a alegação de que a medida de força fora solicitada pelos países do Caribe, e que o aeroporto em construção destinava-se a uma base soviética. O aeroporto fazia parte dos planos do governo para incentivar o turismo no país (sua principal fonte de renda ainda hoje). Jornalistas verificaram que os americanos haviam bombardeado um hospital psiquiátrico matando 47 doentes e destruído diversas instalações civis.

–  NICARÁGUA – Escândalo ‘Irã-Contras’ (1986)

O procurador-geral dos EUA, Edwin Meese, confirmou em 25 de novembro de 1986, que milhões de dólares provenientes das vendas de armas ao Irã foram enviados secretamente aos “Contras”, os rebeldes nicaraguenses que lutavam, com apoio norte americano, para derrubar o governo da Nicarágua. A notícia foi particularmente penosa para os congressistas que em 1984 haviam aprovado a emenda Boland, que proibia ajuda militar direta ou indireta dos EUA aos “Contras”. Nos primeiros meses de 1987, novos detalhes foram surgindo e o caso foi ganhando apelidos – escândalo das armas “Irã-contras”, “Irãnágua”, “Irãgate”.

–  IRAQUE

Operation Desert Fox (1998)

A Câmara dos Representantes dos EUA estava a menos de 24 horas da votação que muito provavelmente resultaria no início do processo de ‘impeachment’ presidencial quando as sirenes de alerta de ataque soaram do outro lado do mundo, em Bagdá. Bill Clinton havia desencadeado o mais violento ataque ao Iraque desde a Guerra do Golfo, adiando a discussão do ‘impeachment’.

Operation Iraq Freedom (2003)

Powell e as Fotos dos Armazéns

Fonte: Folha Online – 05 de fevereiro de 2003

“O secretário de Estado dos EUA, Colin Powell, mostrou hoje fotos que, segundo os Estados Unidos, comprovam que o Iraque mantém armas de destruição em massa. Durante sessão no Conselho de Segurança da ONU, em Nova York, para apresentar evidências de que o Iraque violou a resolução da ONU (Organização das Nações Unidas), Powell acusou o Iraque de ‘limpar’ armazéns que abrigavam supostas armas de destruição de massa. Powell mostrou fotos realizadas por satélites de três instalações no Iraque”.

As instalações mostradas nas fotografias de Powell já tinham sido destruídas na “Operation Desert Storm”, mas isso é um mero detalhe.

Falso Resgate da Recruta Lynch

Fonte: BBC – 15 de maio, 2003.

A recruta Jessica Lynch se tornou um ícone da Guerra no Iraque, e a história de sua captura por iraquianos e seu resgate por forças especiais dos Estados Unidos se tornou um dos grandes momentos patrióticos do conflito. Mas, a história dela é um dos mais impressionantes casos de manipulação de informação já concebidos”.

Dossiê Blair

Fonte: Dominic Evans – RTP.PT – 06 de Junho de 2003

“O primeiro-ministro Tony Blair foi acusado na sexta-feira de recorrer aos mesmos métodos de propaganda de Saddam Hussein, por causa descoberta de que trechos de um dossiê do governo sobre o Iraque foram plagiados de trabalhos acadêmicos. O dossiê foi publicado nesta semana em uma página do governo na internet e dizia que o Iraque montou uma intensa campanha para enganar e intimidar os inspetores de armas da ONU. (…) O documento dizia ter recolhido informações ‘de várias fontes, inclusive de material de inteligência (do serviço secreto)’. Na sexta-feira, porém, as autoridades admitiram, constrangidas, que pedaços inteiros do texto foram copiados – erros gramaticais inclusive – de uma tese acadêmica. Reservadamente, alguns ministros admitem que é difícil recolher informações sigilosas sobre o Iraque”.

Tortura no Iraque

Fonte: Deutsche Welle – 04 de maio de 2004

“Imprensa e especialistas em conflitos da Alemanha são unânimes: a responsabilidade sobre os abusos contra presos no Iraque é fruto da política equivocada de Washington. As fotos do presídio de Abu Ghraib, nas vizinhanças de Bagdá, correram mundo, causando indignação. Elas mostram soldados norte-americanos torturando, abusando sexualmente e humilhando civis e militares iraquianos, justamente nos locais de tortura e execução tradicionais de Saddam Hussein. No sábado (01/05), nova revelação: soldados britânicos também estariam envolvidos em práticas semelhantes. O ministério da Defesa do Reino Unido promete investigar a autenticidade das denúncias contra suas tropas. Verdadeiras ou não, uma coisa é certa: a imagem do ‘bom ocupador’ caiu definitivamente por terra”.

–  AFEGANISTÃO

Operation Enduring Freedom (2001)

As tropas americanas estão literalmente sendo trucidadas no Afeganistão, sem solução à vista. Obama está atolado numa terra em que a cada primavera os bulbos de papoula eclodem fortalecendo e multiplicando os combatentes Talibãs num ciclo que se repete há dez anos e, certamente, não será interrompido a curto ou médio prazo. Se o governo americano tivesse investido na reconstrução da economia rural afegã, teriam proporcionado aos agricultores uma alternativa real para que eles se libertassem do jugo Talibã. Certamente, não é uma solução que agrade aos acionistas da indústria bélica americana, portanto, o sangue americano assim como os inúmeros casos de “danos colaterais” continuarão servindo de adubo para as papoulas que fortalecem e multiplicam as hordas Talibãs.

Solicito Publicação

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)

Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)

Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS)

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)

Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E-mail: hiramrs@terra.com.br

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35 Respostas to “Anti-americano Não, Contra o seu Intervencionismo, Sim!”

  1. bom texto, mas parcial, não explica motivos e fatos alegados para as invasões, mesmo que tais possam estar forjados ou não….

  2. Pero no mucho si…Eles sabem que não aceitamos mais ser serviçais coadjuvantes,se não aceitam sugiro supusitorio de maracujina…Hoje não mais nos iludimos por Disney nem compactuamos com terrorismo,extremismos,radicalismos,mentiras no jogo sujo geopolitico e sabotagens imundas de todos os tipos,embargos que impeçam povos de evoluirem.A sociedade Brasileira não se influencia e se manipula mais por essas coisas.O exemplo Chileno a parte e o Chines impussionista com nossa capacidade de crescer-mos com tudo que necessitamos pelo potencial natural e intelectual que temos,com todos nossas diferenças sociais e dificuldades leva-nos ao lugar de Nação livre e consciente da melhor que é o amor.

  3. Eu ia escrever “”” CONSCIENTES DA MELHOR PAZ QUE É O AMOR”””

  4. D3lta :
    bom texto, mas parcial, não explica motivos e fatos alegados para as invasões, mesmo que tais possam estar forjados ou não….

    Explica sim. E vai a raiz da questão:
    .

    “Analisando as intervenções armadas ou não na história da humanidade observamos que o interesse geopolítico ou geoeconômico foi e continuará sendo o agente catalisador de cada uma delas. As justificativas apresentadas aos incautos como defesa da democracia, manutenção dos direitos humanos e tantos outros têm, na verdade, a finalidade pura e simples de garantir o acesso das potências hegemônicas aos recursos naturais ou assegurar sua influência política em Estados que se tornaram ou pretendam se tornar independentes.

    Não há interesse, por parte das nações poderosas, de que surjam novas e fortes economias alterando sua posição de domínio no mundo. A permanência do “status quo” justifica quaisquer tipos de retaliações, intervenções, massacres mascarados pela mídia através de termos simpáticos. É interessante observar que o tratamento dispensado aos seus “aliados”, mesmo que estejam infligindo as mesmas regras, não estão sujeitos a este tipo de retaliação, senão, como explicar a sua omissão quando ocorreu o extermínio de milhares de curdos pela Turquia ou seu apoio explícito ao governo Saudita que tem mostrado o mais profundo desprezo pelos direitos humanos.

    Quando seus interesses geoeconômicos não estão em jogo os “paladinos da justiça” permitem o extermínio de milhões de pessoas como na guerra pela independência de Biafra e na guerra do Sudão.”
    …………………………………………….

    Quanto aos “fatos alegados para as invasões”, são o que são : Apenas alegações…para satisfazer o grande público interno e externo.

  5. Excelente texto. Parabéns!

  6. Wi :
    Não há interesse, por parte das nações poderosas, de que surjam novas e fortes economias alterando sua posição de domínio no mundo. A permanência do “status quo” justifica quaisquer tipos de retaliações, intervenções, massacres mascarados pela mídia através de termos simpáticos. É interessante observar que o tratamento dispensado aos seus “aliados”, mesmo que estejam infligindo as mesmas regras, não estão sujeitos a este tipo de retaliação, senão, como explicar a sua omissão quando ocorreu o extermínio de milhares de curdos pela Turquia ou seu apoio explícito ao governo Saudita que tem mostrado o mais profundo desprezo pelos direitos humanos.
    Quando seus interesses geoeconômicos não estão em jogo os “paladinos da justiça” permitem o extermínio de milhões de pessoas como na guerra pela independência de Biafra e na guerra do Sudão.”
    …………………………………………….
    Quanto aos “fatos alegados para as invasões”, são o que são : Apenas alegações…para satisfazer o grande público interno e externo.

    Essa é a cara de quem domina e que acha que o resto são seus serviçais e os oprimidos seus escravos.

  7. Imperio Romano, Imperio Otomano, Imperio Britanico, Imperio Russo, Imperio Americano:São exemplos de nações que invadiram e conquistaram outros povos. Esse seculo sera de quem, talvez o Imperio Chines(espero que não).
    Existe uma maxima simples:Se deseja a paz, prepare-se pra guerra,portanto culpar outros pela sua propria fraqueza e o primeiro sinal que o conquistador quer ver em outro povo a ser conquistado.A India e um bom exemplo de pais que veio a se tornar uma potencia militar respeitada por seus proprios meritos e não foi invadida nesse tempo.Essa ideologia que os outros vão nos invadir,conquistar e seja la o que mais for não passa de uma cultura de vira-latas,se você se comporta como uma galinha,e como uma galinha que vão te tratar,mas se você se comporta como um leão, e como um leão que vão te tratar.

  8. É por esses fatos q eu fico desconfiados com os ianks,invasões uma atrás da outra…ñ são confiáveis..agr estão na colômbia, sua nova colonia..

  9. Diz um velho ditado, que o pior cego é aquele que não quer enxergar;Meu caro D3lta,o que mais seria nescessario pro colega entender o não pacionismo e sim a pura verdade dos fatos,de todo o escrito acima, me fez lembrar de um amigo ex-marinha que morava em Natal e que participou da segunda guerra, onde ele falou que muitos dos navios torpedeados nas costas brasileiras, não foram os Alemães e sim os Americanos que os botaram apiqui e isso sim é sabidos e encobertos por muitos nos brasileiros; Te digo mais prá manter o padrão e o statús esses Yanks não medirão esforços até mesmo forjando qualquer tipo de informações falsa á midia.

  10. isso só prova o que todos sabiamos, pelo menos os que procuram se inteirar da mais pura verdade.Parabens pelo texto.

  11. Seria importante fazer uma relaçao de paises em que os Estados Unidos interviram no continente americano, do Alasca à Patagônia, não será uma grande surpresa de guais os Estados Unidos se envolveram com interverção militar ou através de agentes da CIA.

    O(quase)Envolvimento do Brasil na Guerra do Vietnam
    Um dos acontecimentos mais expressivos das décadas de 60 e 70 do século XX
    foi a Guerra do Vietnã na sua chamada “fase americana” (1964-1973). Os Estados
    Unidos enviaram tropas para a região na sua luta contra o comunismo, porém sua
    máquina de guerra “atolou” contra o grupo de guerrilheiros comunistas locais
    denominado “Vietcong”. A repercussão da guerra foi mundial – tanto que quase
    envolveu o Brasil, um país muito longe do Sudeste Asiático.
    O Brasil e o Começo da Guerra do Vietnã
    Entre 2 e 4 de agosto de 1964, foram registrados ataques a destróieres norteamericanos
    em “águas internacionais” por barcos-patrulha vietnamitas no golfo de
    Tonquin, litoral do Vietnã do Norte. Apesar das dúvidas e da falta de informações, esses
    “ataques” eram tudo o que o presidente dos Estados Unidos, Lyndon Johnson, mais
    desejava: no dia 5 de agosto, ele conseguiu poderes para conduzir a intervenção no
    Vietnã, dentro da premissa de que os Estados Unidos estariam ajudando um país
    ameaçado pelo comunismo. Começavam os bombardeios ao Vietnã do Norte – a “fase
    americana” da Guerra do Vietnã.
    As reações ao incidente de Tonquin no Brasil foram totalmente favoráveis às
    ações dos Estados Unidos, em particular, na imprensa. A Folha de São Paulo começou
    com um destaque cauteloso, no dia 4 de agosto de 1964, uma vez que as notícias ainda
    não eram conclusivas. No dia 5, não restavam mais dúvidas: barcos norte-americanos
    foram atacados por lanchas de guerra norte-vietnamitas, o que fizera com que os norteamericanos
    bombardeassem o Vietnã do Norte e anunciassem que medidas de
    contenção ao comunismo seriam tomadas no Vietnã do Sul, conforme afirmara o jornal.
    A China era a “grande culpada de tudo”, pois havia levado os norte-vietnamitas
    a lutarem por uma expansão em que eles não teriam vez, versava o editorial da Folha de
    São Paulo do dia 7 de agosto de 1964, junto com manchetes que informavam que tropas
    chinesas estavam de prontidão, caso os norte-americanos invadissem o Vietnã do Norte
    – fato este que, efetivamente, não ocorreu. Destacando que a reação norte-americana foi
    inevitável, o editorial considerava duas alternativas:
    1º – a “neutralização” da região, deixando abandonada para a “dominação
    chinesa”;
    2º – uma grande ofensiva que neutralizasse as ações comunistas, podendo-se
    usar, inclusive, bombas atômicas.
    Os chineses (e até mesmo os soviéticos) não estimularam seus vizinhos
    vietnamitas à guerra efetivamente, mas este tipo de notícia acusatória ao mundo
    comunista era bem típico do momento. Os expurgos feitos pelos militares nos meses
    seguintes ao golpe de 1964, em março, monopolizaram o espaço na imprensa brasileira,
    que estava a favor dos militares na queda de João Goulart, embora temerosa com os
    caminhos seguidos pelo governo militar, que parecia não querer abandonar tão cedo o
    poder. Porém, nos momentos iniciais do golpe, a pregação anticomunista e o fim da
    “bagunça” administrativa do governo Goulart eram retratados com grande euforia. Com
    o anticomunismo ainda em evidência, a cobertura do Incidente de Tonquin não poderia
    escapar dessa lógica.
    Regime Militar e a Guerra do Vietnã
    No dia 6, a posição do governo brasileiro ganhava primeira página na Folha de
    São Paulo: o Brasil era solidário aos Estados Unidos e contrário à agressão nortevietnamita.
    Como era uma intervenção para auxiliar um país que estava sendo atacado
    pelo comunismo – o mesmo motivo que os militares haviam alegado para justificar sua
    ascensão ao poder em 1964 –, a posição do governo brasileiro de apoiar os Estados
    Unidos foi bastante lógica.
    Desde as primeiras notícias do agravamento da crise no Sudeste Asiático, o
    governo militar brasileiro mostrava-se muito preocupado com a situação, desejando um
    rápido desfecho, de preferência com os resultados favoráveis aos norte-americanos. O
    risco não era apenas de um eventual exemplo a grupos de oposição, que ainda poderiam
    exercer alguma reação dentro do Brasil naquele momento, mas também a pressão dos
    seus próprios aliados, os Estados Unidos, que queriam a presença de tropas brasileiras
    no conflito vietnamita.
    O presidente Castelo Branco era informado sobre a maioria das operações que
    eram efetuadas no Vietnã pelo próprio Johnson, por meio do embaixador Lincoln
    Gordon. Numa carta de Johnson para Castelo Branco (datada de 25/07/65), o então
    Presidente dos Estados Unidos deixou clara a sua intenção:

    “”Fui informado de que o governo brasileiro já providenciou o envio de café e
    medicamentos para o Vietnã, através da Cruz Vermelha Brasileira, e tenho certeza de
    que esses artigos são muito necessários àquele país. Em vista das atuais circunstâncias,
    porém, parece que se fará necessária ajuda adicional, e estou muito interessado em
    conhecer seu ponto de vista em relação a que tipo de assistência adicional o governo
    brasileiro talvez pudesse fornecer.””
    O governo norte-americano condicionou um empréstimo ao Brasil, no valor de
    150 milhões de dólares, à presença de tropas brasileiras no Vietnã.
    A “Diretriz particular e íntima para o ministro Juraci Magalhães”, ministro do
    Exterior na época, comentando o pedido norte-americano, afirmou:

    “”O caso do Vietnã está repercutindo em cheio sobre o Governo do Brasil. O embaixador
    Gordon, em sua última conferência comigo, antes do Natal, me transmitiu o pedido do
    presidente Johnson para o nosso país colaborar no esforço norte-americano. (…) Sugeriu
    então que enviássemos meios de guerra (tropas terrestres, navios ou aviões), médicos ou
    mesmo enfermeiros.””
    Castelo Branco nunca cogitou a idéia de mandar tropas ao Vietnã, sendo esta
    política justificada pela lógica dos preceitos da Escola Superior de Guerra. Por esses
    conceitos, o Brasil deveria defender uma área específica, surgindo daí a teoria dos
    Círculos Concêntricos ou cones, ou seja, áreas estratégicas delimitadas que o Brasil
    deveria intervir em casos de emergência. O Brasil teria de se preocupar com o “círculo
    concêntrico” do Atlântico Sul, intervindo (quer por alianças, quer por pressão militar)
    nos instáveis vizinhos Paraguai, Bolívia, Venezuela, Uruguai e na sempre rival
    Argentina; o “cone” da margem do Atlântico, preocupando-se com o litoral africano,
    que assistia a inúmeras lutas de caráter anticolonial (muitas delas defendendo a
    revolução socialista); e o “cone” norte, barrando a influência da Revolução Cubana (o
    que explicaria a presença de tropas brasileiras na República Dominicana, em 1965). O
    papel dos Estados Unidos seria o de auxiliar todos os lugares do mundo onde existisse
    ameaça comunista, como estavam fazendo no Sudeste Asiático. Dentro dessa lógica, a
    presença brasileira no Vietnã do Sul seria desnecessária, já que o país já estava
    cumprindo o seu papel dentro do continente americano.
    O governo de Castelo Branco deu apoio ao governo de Lyndon Johnson e ao
    governo do Vietnã do Sul exportando café e enviando ajuda médica através da Cruz
    Vermelha do Brasil. Apesar do auxílio brasileiro limitar-se apenas ao envio de café e de
    medicamentos, os sul-vietnamitas colocaram o nome do país num monumento, com
    nomes de todos os países que ajudavam o Vietnã do Sul.
    Não seria a última vez que o governo dos Estados Unidos iria propor que o
    Brasil se envolvesse diretamente no Vietnã: Henry Kissinger, assessor para assuntos de
    Segurança Nacional, numa carta escrita em nome do presidente Richard Nixon (1969-
    1974) e endereçada ao presidente Médici, datada de 16 de julho de 1973, solicitava que
    o Brasil substituísse o Canadá na comissão de quatro países que tentariam monitorar o tratado de paz celebrado pelas conversações de Paris, assinado em 27 de janeiro do
    mesmo ano (tratado que deixou a situação igual ao instável acordo de Genebra de
    1954), pois “o governo é ideologicamente sólido e o país tem experiência
    internacional”. O governo Médici recusou a oferta – o Vietnã era um problema
    “espinhoso” demais para o regime militar brasileiro participar.

    Orivaldo Leme Biagi é Mestre e Doutor em História pela UNICAMP, leciona na
    FAAT (Faculdades Atibaia) e autor de O Imaginário e as Guerras da Imprensa –
    Estudo das Coberturas Realizadas pela Imprensa Brasileira da Guerra da Coréia
    (1950-1953) e da Guerra do Vietnã na sua chamada “Fase Americana” (1964-1973).
    Rio de Janeiro: Papel Virtual, 2004.

  12. Barac Ozama ou Obama Bin Laden???…Bordunada neles…

  13. O Imperador Vampiro esta com as presas cariadas e seu sequito de sanguessugas falidas agora temem a insandecida turba vingativa que forjaram

  14. PARABENS SENHOR PRESIDENTE LULA POR OFERECER ASILO A CONDENADA IRANIANA…Auele que não tiver pecados que lhe atirem a primeira pedra.

  15. Carta a um amigo sobre o poder norte-americano

    Minha opinião sobre a atitude dos Estados Unidos na guerra contra o terrorismo e o tremendo poder que esse país detém, como poder hegemônico atual. Eis minha opinião.

    Se se refere ao tremendo poder dos Estados Unidos, acho que o mundo tem muita sorte em que este poder esteja nas mãos de um país democrata, amante da liberdade e dos direitos individuais.

    Nunca houve uma guerra entre dois países democratas. Devido ao regime político, seria impossível aos Estados Unidos fazer uma guerra de conquista. Apesar de seus muitos defeitos (corrigíveis), a democracia é ainda a maior conquista do homem no sentido ético. Não é a religião.

    Os Estados Unidos, no último século, depois de consolidados, não ocuparam nenhum território pela força. A Luisiânia e o Alaska, foram comprados. O Havaí passou a fazer parte dos Estados Unidos por meio de um plebiscito, aprovado por 97% da população. Os Estados Unidos compraram as Filipinas da Espanha e a libertaram. Invadiram Granada, Panamá e Haiti (protetorados) para restaurar a democracia. Dominaram a Europa e o Japão na Segunda Guerra Mundial e proporcionaram o progresso às nações dominadas, que hoje se encontram entre as mais prósperas do mundo.

    Enquanto os Estados Unidos faziam o Plano Marshal para reerguer a Europa Ocidental, a União Soviética cobrava pesadas reparações de guerra à Alemanha Oriental, reduzindo-a à miséria. Algum maluco acusou os Estados Unidos de desejarem incorporar territórios, quando o General McClarck, chefe das operações na Itália na Segunda Grande Guerra, respondeu: “Não queremos da Itália senão um pedaço de terra: o suficiente para enterrarmos nossos mortos”.

    Mesmo esquecendo a incomensurável contribuição dos Estados Unidos para a ciência, a tecnologia e a defesa dos ideais democráticos e liberais, temos que reconhecer que foram os Estados Unidos que decidiram a primeira e a segunda guerra mundial a favor dos países livres e contra a ditadura alemã. Ao contrário, foi a Rússia que iniciou a primeira guerra mundial e também a segunda, esta por meio de um plano sinistro com Hitler. A Alemanha invadiu a Polônia pelo oeste e os comunistas invadiram a leste. Ajudando a Inglaterra, mesmo antes de entrar no conflito, os Estados Unidos ajudaram a ganhar a Batalha da Inglaterra, que liquidou com grande parte da aviação nazista. Depois, ajudando a Rússia, evitaram que os nazistas tomassem a União Soviética.

    Depois, os Estados Unidos empreenderam um esforço permanente para evitar o expansionismo soviético, a começar da Reunião de Breton Woods, onde foram fundados os bancos de fomento, WB e IMF, para evitar a miséria em muitos países, que é um caldo de cultura excelente para a invasão do totalitarismo vermelho. A recuperação do Japão, e da Coréia do Sul, promovida pelos Estados Unidos, também foi um esforço para evitar o expansionismo soviético no leste asiático.

    Várias ditaduras surgiram no mundo como reação ao expansionismo soviético, a começar do fascismo, na Itália e no nazismo, na Alemanha (se não fosse o expansionismo soviético, não teríamos nem fascismo nem nazismo). Depois, tivemos reações ao comunismo, muitos deles com ajuda americana, na Espanha, em Portugal, no Brasil (1935, 1964 e 1968), no Uruguai e em outros países sul-americanos. Os Estados Unidos se empenharam também no Coréia do Sul e no Vietnam, quando tiveram que enfrentar a China e União Soviética, em guerra por procuração. Finalmente, abandonaram o Vietnã sob pressão da população americana. Eles não perderam a guerra, apenas se retiraram. Não se pode dizer que perdeu a guerra um país que, para cada baixa, causou mais de vinte baixas no adversário.

    Não fora os Estados Unidos, hoje o mundo inteiro estaria debaixo do tacão das botas dos comunistas. Não existe preço para isto, pois o comunismo é a pior desgraça que pode ocorrer a um país.

    Imagine se o poder hegemônico que hoje tem os Estados Unidos estivesse nas mãos dos comunistas! Eles invadiriam o mundo, com tanques de guerra e exércitos, a fim de explorar todas as nações, como fizeram com no Leste Europeu. Depois, implantariam o regime de esquerda, que levou à ruína todas as nações em que foi tentado, além do genocídio, dos campos de trabalho forçado, da rede infernal de mentiras sobre todos os assuntos.

    Precisamos julgar as nações, e as pessoas, pelo que fazem, e não pelo que dizem. Se cometermos a estultice de julgar os esquerdistas pelo que dizem, concluiremos que eles, no governo, proporcionarão justiça social, igualdade, respeito aos direitos humanos, fraternidade — o verdadeiro paraíso na terra. No entanto, toda esta demagogia não passa de um truque para conquistar o poder. Assim que usurpam o poder estabelecem o mais cruel totalitarismo, aniquilando e torturando todos seus inimigos. A União Soviética, obcecada com a idéia de igualar a produção industrial americana, estabeleceu milhares de campos de trabalhos forçados, principalmente na Sibéria em temperaturas que podiam chegar até a 60 graus negativos.

    Só o gulag de Vorkuta tinha mais de 400 mil escravos. As cidades eram obrigadas a manter cotas de escravos a serem enviados para os campos de trabalhos forçados para substituir os que morriam devido aos maus tratos ou de fome. Os escravos (os trabalhadores, em nome de quem foi instituído o comunismo) eram obrigados a cumprir cotas de produção, sob pena de não receberam a mísera refeição (algumas fatias de pão preto e sopa rala) e morrerem de fome. Para as cidades fornecedoras de escravos era fácil cumprir as cotas. Bastava acusar as pessoas de “inimigas do povo” ou “lacaios do imperialismo americano” ou outras bobagens.

    Havia também mulheres nos gulags, e o serviço era tão pesado que seus úteros saíam para fora e elas eram obrigadas a trabalhar com os úteros dependurados. (Tenho reprodução do desenho de um guarda de um desses gulags, já que não se permitiam fotografias ali.) Este é o comunismo real, o ideal de Lula e seus bandidos do PT, na maioria treinados em terrorismo na ilha-presídio de Cuba, como o José Dirceu. Esta é a JUSTIÇA SOCIAL da esquerda.

    Será que eu sou maniqueísta ou será que a verdade é que é dura demais para ser aceita? Se quiser, posso lhe mostrar documentos e filmes sobre os gulags, sobre a construção da Estrada de Ferro Stalin, em que morreram milhares de escravos, sobre o monstro Mao Tsé-tung, sobre o açougueiro Pol Pot e outros. Todos eles estavam à procura do comunista perfeito. Pol Pot fazia coleção de crânios, matou um terço da população de seu país e não achou o comunista perfeito (o jornal da Globo mostrou o museu de crânios de Pol Pot). Se quiser assistir a uns vídeos horripilantes sobre os vermelhos, venha até minha casa que terei o prazer de mostrá-lo.

    As pessoas, principalmente os empresários (que mais teriam a perder com a esquerdização do País) preferem enfiar a cabeça na areia e não enxergar o que está acontecendo. Como denunciou o Professor Olavo de Carvalho, está em ação um plano sub-reptício de conquista do Brasil para as idéias de esquerda. Não se trata de conquista de território, porém de conquista da opinião pública. O objetivo é que o País se torne comunista aos poucos, de maneira que ninguém perceba.

    Pensa que estou vendo fantasmas? Este plano já está em adiantadíssima fase. Os sindicatos, os professores, os intelectuais, os jornalistas, muitos empresários, já rezam pela cartilha de esquerda. A escola pública foi colocada a serviço da pregação marxista e os professores são “capacitados” (doutrinados) para fazer a lavagem cerebral dos alunos. Se quiser, posso lhe mostrar alguns livros adotados nas escolas primárias e secundárias do Brasil, atualmente. Cheios de mentiras, consideram os empresários privados como bandidos, e os burocratas do governo como anjinhos cheiros de patriotismo. Quando citam alguns heróis de nossa história é para ridicularizá-los. E exaltam os guerrilheiros assassinos (especialmente do MST). Dizem que a intentona comunista dos anos 35, que assaltou mercados no Nordeste, que assassinou vários militares é uma mentira que nunca existiu. Esta mentira é até ensinada no Telecurso 2000, transmitido pela televisão, patrocinada por órgãos de classe dos empresários, como FIEMG, etc.

    Como os comunas sempre procuram manter a população na ignorância (para não ameaçarem seu poder), inventaram uma tal de Escola Plural, inspirada em princípios do cubano Miguel Arroyo, que veio a Belo Horizonte a convite do PT para implantar esta nova visão da deseducação. A Escola Plural visa resolver o problema da repetência da maneira mais imbecil: passando todo mundo, até débeis mentais. Além disso, na Escola Plural, o professor não pode repreender os alunos (o princípio da quebra da autoridade em ação) que se tornam cada vez mais atrevidos. Alguns alunos até ameaçam de morte os professores. Isto aconteceu com dois sobrinhos meus, que até mudaram de profissão.

    Enquanto isso, o Governo Itamar faz propaganda na televisão sobre a “qualidade” do ensino em Minas e na “capacitação” (realmente doutrinação) de milhares de professores.

    Completando o cerco, os bandidos que tentaram subverter o País em 1964 estão sendo recompensados com “indenizações” pagas com o dinheiro da população e ex-terroristas, como Aloísio Nunes, ex-chofer do perigosíssimo Marighela, é ministro… da JUSTIÇA!

    A verdade é que o comunismo, que está sendo implantado no Brasil, é a volta da barbárie. É uma religião fanática e, como todas as religiões fanáticas, desperta o que há de pior nas pessoas (bin Laden que o diga).

    Perguntaram a Leonardo Boff sua opinião sobre o atentado de bin Laden. Cheio de ódio e de estupidez, como sói acontecer com fanáticos, principalmente de esquerda, ele respondeu: –“Lamento que, em vez de três aviões, não fossem 25, pois assim matariam mais americanos, aliviando o sofrimento dos pobres das favelas do Brasil”.

    Não dá para entender o raciocínio do ex-frade franciscano. Como concluiu ele que matar americanos alivia o sofrimento dos pobres do Brasil? Por que ele não se preocupa com a miséria de Cuba e da Coréia do Norte, onde o governo está até ensinando o povo a comer grama, onde foram aplicados os princípios que ele defende? Seria exagero dizer que o ex-frade está completamente esquizofrênico?

    O mundo jamais pagará aos Estados Unidos a dívida que lhe deve. É um país admirável sobre todos os aspectos, não porque sejam americanos, pois não existe a raça americana. Todos são absorvidos pelo grande sonho americano de um país livre, de oportunidades ilimitadas, resultado de milhares de anos de evolução das idéias democráticas. Se tirarmos a contribuição dos Estados Unidos (e de outros países capitalistas) para a civilização, o mundo voltaria à Idade Média, ou antes.

    O prodígio americano é realmente a vitória, não de um país, mas da humanidade, pois este país demonstrou a potencialidade do ser humano quando sujeito a um clima de liberdade.

    Os Estados Unidos são a concretização dos sonhos de liberdade que nasceram na Inglaterra e na França, nos séculos XVII e XVIII, nas mentes privilegiadas dos iluministas, como Adam Smith, Locke, Newton, Hume, Voltaire, Montesquieu, Diderot, Thomas Jefferson, Thomas Paine, Tocqueville e tantos outros, de uma safra de gênios que não mais se repetiu.

    No século XX tivemos, em contraste, uma safra de açougueiros, com Lênin, Stalin, Mussolini, Hitler, Mao Tsé-Tung, Pol Pot, Fidel Castro, Hosxa, Ulbricht, Honnecker, Saddam Hussein, bin Laden, et caterva. No entanto, esses açougueiros, hoje em dia, no Brasil, têm muito mais adeptos que os gênios do Iluminismo. Ao contrário, a palavra “Liberal”, que define a linha política dos iluministas e , no Brasil, grandes nomes como Tiradentes, Ruy Barbosa, Roberto Campos, Henry Maksoud e J. O. de Meira Penna, virou palavrão, por causa do trabalho de sapa da esquerda.

    O comunismo representa a renúncia a toda a evolução social ocorrida no ocidente, com a colaboração de tantos gênios, e a adoção da barbárie dos novos gêngis-cãs do oriente. A riquíssima tradição européia já foi jogada fora nos livros das escolas públicas no Brasil que, em vez da Revolução Francesa (que acabou com o absolutismo), estudam a Revolução Russa (que trouxe o absolutismo de volta), em vez de Montesquieu (paladino da democracia-divisão de poderes), estudam Prestes e Olga Benário (paladinos do totalitarismo), em vez de Caxias, estudam Che Guevara, em vez de Emanuel Kant, estudam Marx e Lênin, em vez de Pietro Ubaldi, estudam Leonardo Boff e Frei Betto, mentor do Lula, o tetra-candidato.

    Rejeitar os Estados Unidos significa alinhar-se com aqueles bandidos, que chacinaram, no século passado, quase duzentos milhões de pessoas, além de provocarem as guerras mais bárbaras de toda a História. Quando a mim, fico com os iluministas e muito me orgulho de ser liberal, como eles, e envergonhar-me-ia de ser de esquerda, como Stalin, Mao Tsé-tung, Pol Pot, Maighela e Lula.

    Eis o resultado prático do liberalismo: com apenas 6% da população mundial, os Estados Unidos são responsáveis por mais de 40% da produção econômica. Isto se explica por apenas duas palavras: liberdade econômica. Quanto à Rússia, com toda sua rede de intrigas e com o fracassado comunismo, tem um PIB cerca de metade do Brasil, um país (o nosso) que não tem governo… tem quadrilha.

    Os Estados Unidos produzem cerca de 40 vezes mais que o Brasil e 80 vezes mais que a Rússia, que é o maior país do mundo, com as maiores reservas minerais, que prometia ultrapassar a produção americana em 1970 (que piada!!!).

    Apesar de seus defeitos, o capitalismo (ou economia de livre mercado) é o regime que proporcionou mais dignidade e maior distribuição de renda à população. Tem muitos defeitos, mas, utopias à parte, é o menos ruim que existe, como observou Churchill. O Estado hipertrofiado, como preconizado pelas esquerdas, tem muito mais defeitos que o mercado. Como disse o grande estadista americano Thomas Jefferson: “O Estado não é a solução. O Estado é o problema!)

    As ideologias de esquerda só têm promessas. Aponte um único exemplo em que tenha beneficiado um povo. Na prática, é a volta da barbárie.

    Acabo de ouvir pela televisão que 25 famílias da Coréia do Norte pediram asilo em um embaixada, se não me engano, da Espanha. Este é um fenômeno comum. Apesar de toda a opressão de um Estado policial, as vítimas de paraísos socialistas estão sempre tentando fugir para os paises capitalistas. Um terço de Cuba já fugiu para os Estados Unidos e outros cubanos continuam tentando, apesar da vigilância do exército cubano, que afunda as jangadas, construídas com portas, mesas e janelas, atirando nelas sacos de areia e jogando os tripulantes aos tubarões do Caribe.

    Em Berlim tiveram que fazer um muro, guarnecido por metralhadoras, para evitar a fuga do “paraíso comunista” para o “inferno” capitalista, além de centenas de quilômetros de fronteiras protegidas com arame farpado. Na Albânia, outro “paraíso” comunista, também ocorreu a fuga em massa. Primeiro, para a Itália. Depois para Côsovo. Depois para Macedônia e outros países do leste europeu. Dizem que, na Alemanha, eles cometem crimes, pois preferem ficar em uma cadeia capitalista que em um “paraíso” comunista. Será que esta fuga em massa de países comunistas não quer dizer nada? Por que não fogem de países capitalistas para países comunistas? Será que teremos que experimentar o Lula e seu séqüito de fósseis ideológicos, para reduzir o Brasil a uma miséria típica dos países socialistas, para ficarmos livres desta ameaça vermelha que não pára de nos atormentar?

    Quanto à resposta dos Estados Unidos ao covarde e estúpido ataque terrorista de 11 de setembro, acho que está agindo de maneira admirável, muito ponderada e eficiente. Espero que acabem logo de exterminar aqueles bandidos paranóicos da Al Qaeda. Depois, é preciso caçar outros marginais, como Saddam Hussein, o ditador da Coréia do Norte e Fidel Castro (o chefe do Lula, do José Dirceu e do Garotinho), que continua a promover guerrilhas vermelhas por todo o lado.

    Como disse o barbudo das Antilhas: “Recuperaremos na América Latina o que perdemos no Leste Europeu”. Vamos deixar que isso aconteça?

  16. […] | Author: Política Externa.com …Com grifos em vermelho por Daniel Cardoso Tavares. Fonte: https://pbrasil.wordpress.com/2010/07/31/anti-americano-nao-contra-o-seu-intervencionismo-sim/#more-2… Por Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 30 de julho de […]

  17. Que linda e apaixonada carta entre Confrades heim Felipe…Tada essa metodologia de Caça Fantasmas em prol do bem estar comum mundial de Chuck Noris divulgadas por varias esferas dos canais midialiticos,governamentais e sociais mundo afora ja estamos carecas em conhecer seus artificios e formas para levarem a humanidade se convencer e transformar-se por propria vontade em uma histeria hipinotica coletiva em zumbis da Bandeira Estrelada.

  18. Irmãos Brasileiros…O sussesso que este Forun vem conquistando e o momento Geopolitico Mundial aqui trazem pessoas de muitas Nacionalidades localizadas em multiplos Paises.Vamos segurar a onda e nos esmerar-mos no melhor para que não venham ter uma ideia equivocada de nossa Patria e Povo.Incentiva-los tambem ao cordial intercambio de ideias que so vem a somar ao bem comum universal.De uma forma mesmo que indireta estamos representando a atual consciencia Nacional.

  19. Felipe,

    Não li seu texto todo, ele é muito longo. Mas vendo que ele é um encômio à política externa americana, respondo-lhe o seguinte:

    Só porque os EUA são uma democracia, não quer dizer que sua política externa seja de promoção sincera de valores democráticos. A história mostra que a verdade sobre os EUA não é essa.

    Todos sabem que os EUA promoveram golpes contra democracias. Argentina, Austrália, Brasil, Chile, Cuba (pré-Castro), Espanha, Grécia, Guatemala, Irã, Paquistão, Portugal, Turquia, Venezuela: todos esses países servem como prova de que, quando é para proteger seus interesses, os EUA podem promover ou apoiar golpes de estado contra regimes democráticos, ou ainda manter relações amigáveis com regimes autocráticos pré-estabelecidos. Os próprios presidentes americanos o admitem. Quando ainda era presidente, Bill Clinton, por exemplo, desculpou-se com o povo da Grécia, em viagem a esse país, pelo envolvimento da CIA na derrubada do presidente eleito Andreas Papandreou. E houve um pedido similar de desculpas ao povo da Guatemala, o primeiro país latinoamericano a sofrer com esse tipo de interferência americana.

    E a situção de hoje é a mesma. Veja-se a Arábia Saudita. No território desse país – um país com um governo mais opressor e antidemocrático que o do Irã -, há bases americanas instaladas com o escopo de garantir a continuidade do governo, isto é, com o fim de garantir que o povo saudita não derrube esse regime opressor, uma monarquia absolutista islâmica alinhada com os EUA. Em troca disso, a casa real saudita controla o preço do petróleo de modo que ele não saia tão caro no mercado internacional.

    E essas coisas eu não digo para demonizar os EUA. Em todos os países, a história é essa. Os governos de todos os países fazem aquilo que convém aos seus interesses econômicos ou estratégicos. Capitalista, socialista, democrático, ditatorial: não faz diferença. E a história mais remota prova o que digo. A Guerra do Peloponeso, por exemplo, surgiu devido ao interesse das cidades-estados gregas em contrabalançar a força militar de Atenas, uma cidade irmã que, apesar de democrática, praticava com seus vizinhos uma política imperialista de exploração econômica e de intimidação militar. Como disse, a política externa de todo o país do mundo e da história, democrático ou não, é a mesma: é à base do egoísmo.

    O que separa os EUA dos outros países é somente o grau de sua hipocrisia.

    Veja-se o que Martin van Creveld, um historiador militar de Israel, disse dos EUA numa entrevista:

    Quanto aos EUA, eu não acho que eles sigam qualquer conjunto particular de princípios [militares], com exceção de hipocrisia: quer dizer, a sincera necessidade de disfarçar sua extraordinária sede de poder com belas frases sobre liberdade, democracia, direito das mulheres, etc.

    http://www.sonshi.com/vancreveld.html

    Na política doméstica, os EUA podem seguir Locke. Mas na externa, seguem Hobbes.

    Quanto ao Brasil, nosso país é igualmente egoísta. O Brasil, a China e a Índia também tem uma política externa baseada em interesses práticos. A nossa diferença em relação aos EUA é de que não fazemos poses ridículas de portadores da moral, de promotores de supostos valores universais que devem ser obedecidos mesmo que à base de ameaças de guerra. Fazemos negócios com países, quer democráticos ou não, porque negócios são negócios.

  20. Os EUA são uma praga no mundo!
    Como não se antiamericano diante de tantas atrocidades, cinismo, covardia. E tem gente que ainda defende esses animais do inferno, não existe justificativa aceita para o massacre de civis!!! Mas é incrível como tem um monte de “macaquitis filhis de puti” que os defendem como a maior nação democrática que já existiu e pior defendem nossa alienação que esses genocidas, têm gente com merda na cabeça, só assim para imaginar que tem gente que não vê nada de mais nas tantas atrocidades cometidas por esses porcos miseráveis… Não culpo seu povo “estúpido, idiota, burro, arrogante, em franca decadência (não moral pois nunca tiveram mesmo) mas sim economicamente ” pelos crimes cometidos nas guerras pelos seus soldados, de fato culpo seus governos por todas essas desgraças.

  21. Escreveu bonito Rafael e me traz felicidade em ver Brasileiros despertando da entorpecida sugada do Imperador Vampiro…Quanto essa parte do seu post que cito “””Quanto ao Brasil, nosso país é igualmente egoísta. O Brasil, a China e a Índia também tem uma política externa baseada em interesses práticos. A nossa diferença em relação aos EUA é de que não fazemos poses ridículas de portadores da moral, de promotores de supostos valores universais que devem ser obedecidos mesmo que à base de ameaças de guerra. Fazemos negócios com países, quer democráticos ou não, porque negócios são negócios”””.Em Geopolitica e Comercio Exterior temos sempre que buscar o que é do melhor interesse a nós sem jogar sujo.

  22. D3lta :
    bom texto, mas parcial, não explica motivos e fatos alegados para as invasões, mesmo que tais possam estar forjados ou não….

    Como não tem?? Estão dentro do texto, mas são as motivações reais e não as de propaganda!! :wink:

  23. Vale lembrar que mesmo no próprio território americano ocorreram inúmeras e fortes demonstrações antidemocráticas. O racismo do sul impedindo a igualdade de direitos. A política sexista que impedia o direito ao voto das mulheres e o ingresso à universidade. A perseguição e julgamento público de pessoas com ideais socialistas. A pressão de grandes corporações subvertendo o interesse coletivo. Até na própria fundação do estado americano demonstra-se claramente como a democracia americana se desenvolveu. Na pancada – Guerra de Secessão. Ou seja, nos EUA a democracia não é de fato, é apenas uma democracia de conveniência.

  24. OMG, Só de descordar do “pensamento comum” o pessoal me metralha!! KKKKK

    Po galera, dá uma chance para a dúvida né.. hehehe

    Mas olha que frase interessante no artigo (uma delas) :

    “Sem a intervenção o Irã teria hoje um regime secular no poder e, provavelmente, integrado na globalização e não dominado pelos fundamentalistas.”

    Bom, podemos concluir, que alguém tem bola de cristal, só pode….

  25. Felipe :
    Carta a um amigo sobre o poder norte-americano
    Minha opinião sobre a atitude dos Estados Unidos na guerra contra o terrorismo e o tremendo poder que esse país detém, como poder hegemônico atual. Eis minha opinião.
    Se se refere ao tremendo poder dos Estados Unidos, acho que o mundo tem muita sorte em que este poder esteja nas mãos de um país democrata, amante da liberdade e dos direitos individuais.
    (…)

    Concordo com esta opinião!
    As sociedades livres revêem-se nos USA, os únicos que cometendo erros (quem os não comete, que “atire a primeira pedra”), como dizia, os únicos que cometendo erros, acabam por os reconhecer e muita vez até tentar compensar. Ou será que esse país não é ele próprio uma construção livre e participada por pessoas com origem nos quatro cantos do mundo (assim como o Brasil!).
    Aos contestatários recomendo uma reavaliação fria e de mente aberta (e talvez a leitura de “A Obsessão antiamericana” do Jean-François Revel.

  26. O Sultão de Brunei é perpetuo no poder e ninguem reclama e o adoram,porque?Sera porque ele oferece tudo de graça a sua sociedade?

  27. 1maluquinho :
    O Sultão de Brunei é perpetuo no poder e ninguem reclama e o adoram,porque?Sera porque ele oferece tudo de graça a sua sociedade?

    Vamos importá-lo para o Brasil, quem sabe ele não multiplica a mágica aqui também!! KKK

  28. Qualquer negócio com os EUA é o seguinte eles lá e a gente aqui! qualquer coisa além disso fique esperto rsrs

  29. Gosto muito de ler os textos publicados neste blog. Gosto mais ainda de ler os comentários postados pelo pessoal.
    Eles expõe as linhas de pensamentos distintas, as ideologias de cada um, e um debate consiso e direto, dentro do respeito mutuo.
    Cada um coloca a sua opinião, sob a sua forma de escrever e de falar é claro, o que também é respeitado por todos.
    O que fica claro são duas correntes de pensamento distintas: pró-americanos e contra-americanos o que é muito bom para os debates pois fomenta a discussão e força o conhecimento sobre os mais diversos assuntos.
    É isso ai pessoal. Estão de parabéns. Continuem escrevendo pois só assim podemos construir formadores de opinião dentro de nossa sociedade democrática.

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