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Ex-gerente do programa do caça ‘Lavi’ defende que Israel não compre F-35

In Aviões de Combate, Opinião, tecnologia on 31/07/2010 by E.M.Pinto Marcado: , , ,

https://i1.wp.com/www.flightglobal.com/assets/getAsset.aspx

O ex-gerente do Programa do caça Lavi (foto acima) e Ministro da Defesa israelense Moshe Arens, escreveu um artigo no jornal Haaretz que seria melhor Israel lançar o desenvolvimento conjunto de um programa de caça com a Rússia ou a Índia, ao invés de gastar US$ 11 bilhões para comprar 75 jatos F-35.

https://i0.wp.com/www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Sukhoi_T_50_PAK_FA_by_nellenmellen.jpgNota do Editor:

Eu acredito que esta também seria uma saída viável para Força Aérea e Marinha do Brasil.

E.M.Pinto

Fonte: Poder Aéreo

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20 Respostas to “Ex-gerente do programa do caça ‘Lavi’ defende que Israel não compre F-35”

  1. Basta imaginar a posição de Israel hoje teve o projeto Lavi jato não foi cancelada.
    Por Moshe Arens
    Quem teria acreditado? Alguns anos atrás, Israel foi o desenvolvimento de aeronaves do mundo caça mais avançado, o Lavi, enquanto os fabricantes do mundo ocidental aeronaves estavam batendo o seu caminho à nossa porta, ansioso para participar do projeto Lavi, ou tentar vender seu avião concorrentes ao Ar Israel Force . E agora, Israel vai de chapéu na mão pedindo uma chance para ser autorizado a adquirir as aeronaves F-35, a um preço de US $ 150 milhões cada. Mas não é só o preço astronômico. Israel disse que o F-35 deve ser tomado como é – não há alterações ou modificações para atender às necessidades específicas de Israel, e absolutamente nenhum sistema israelense incluído. Leve-o ou deixe-o.

    Basta imaginar a posição de Israel hoje teve o projeto Lavi não foi cancelada. O IAF estaria operando caças mais avançados do mundo, promovido ao longo dos anos para incorporar a experiência operacional e de tecnologia mais recente. Grande parte da indústria de Israel teria movido um grande passo à frente, Israel Aerospace Industries teria se tornado uma empresa líder no desenvolvimento de aviões de caça e, sobretudo, uma série de opções será aberta ao IAF na escolha de seu próximo combate.

    F-35 Lightning II, também conhecido como Joint Strike Fighter, fabricado pela Lockheed Martin Corp

    Foto: AP
    Quais foram as reivindicações estranhos apregoada pelos opositores do Lavi? O projeto, segundo eles, era grande demais para Israel. Estes céticos tacanho não tinha acreditado que poderíamos convencer o Congresso E.U. para financiar a maior parte do projeto e, certamente, foram incapazes de prever um crescimento econômico de Israel nos anos vindouros. Agora eles estão olhando para um preço de US $ 3 bilhões para 20 F-35s. Eles disseram que Israel não deveria ser o desenvolvimento de plataformas militares, mas apenas sistemas de acessório para ser montado sobre a plataforma. Agora Israel não será permitida a montar sistemas de Israel sobre o F-35.

    E onde estaríamos hoje se tivéssemos acreditado que absurdo de não desenvolvimento de plataformas? Fora do lançamento de satélites não-tripulados e de negócios do veículo-antena. Onde eles estão hoje, as pessoas que no momento estupidamente levou a cruzada contra o Lavi? Surpreendentemente, 23 anos depois, alguns ainda estão envolvidos na tomada de decisões sobre segurança nacional. Eles eram contra o desenvolvimento do Lavi, contra o desenvolvimento de um satélite de reconhecimento de Israel e contra o desenvolvimento do míssil interceptador Arrow balísticos. Mas, imperturbável, eles continuam.

    Eles admitem que estavam errados? Admitir os erros do passado é uma rara qualidade humana, mas há exceções. Dan Halutz, um ace piloto e comandante da IAF e ex-chefe de equipe, no momento, como muitos oficiais superiores IAF apoiante do cancelamento do projeto Lavi, reconhece em seu livro recente, que foi um erro de cancelar o projeto.

    Então, qual é o uso de chorar sobre o leite derramado? Existem alternativas para engolir nosso orgulho e descascar para fora $ 3 bilhões para 20 F-35s? (O plano original tinha sido a aquisição de 75 aeronaves, que teria trazido o preço acima de US $ 11 bilhões, mas que era demasiado caro.) Antes de assumir esse compromisso, um pouco de esforço intelectual devem ser investidos em olhar para outras opções.

    Será que Israel ainda tem a capacidade tecnológica para projetar um avião de combate de primeira linha? Isso precisa ser analisado com alguma profundidade. Sem dúvida, algumas das capacidades que existiam na época do projeto Lavi foi perdido ao longo dos anos, mas como tem sido provado uma e outra vez, Israel tem a capacidade tecnológica de classe mundial. Seu sucesso em veículos aéreos não tripulados é apenas um dos vários exemplos.

    Se se verificar que a capacidade de projeto de aeronaves de caça da IAF próximo não existe em Israel, onde poderíamos ir de lá? Não ao Congresso E.U. em busca de financiamento, porque teríamos de lembrar-lhes que 27 anos atrás, eles eram tolos para investir US $ 1 bilhão no desenvolvimento do Lavi que Israel decidiu que não queria. Teríamos que procurar parceiros que estejam dispostos a investir recursos em um projeto como este, que tem a capacidade tecnológica necessária, e que não estão envolvidos no projeto F-35.

    Existem esses candidatos? Em teoria, sim. França, com uma grande indústria aeronáutica, optou por não participar do projeto F-35. A Índia, com uma capacidade considerável aeronáutica e uma economia crescendo meteoricamente, poderia ser outro candidato. E lá é a Rússia. Talvez nenhum deles estaria interessado, e talvez todos eles seriam. Vale a pena tentar. Traduzido no google.
    Se a relação do governo Brasileiro com o governo Israelim fosse boa, poderíamos nos lançar como parceiros no projeto.

  2. É meu caro E.M.Pinto, esse é teu pensamento, esse é meu pensamento, esse é o pensamento de muitos brasileiro, porem te pergunto esse é o pensamento do nosso MD. será o pensamento do GF. duvido muito.

  3. Embora o Pak-Fa aparentemente seja superior ao F-35 Israel é dependente dos EUA e é provável que os mesmos não permitissem tamanha “afronta”. Já no nosso caso não dependemos de ninguém e o Pak-Fa seria uma ótima alternativa. Imagino eu que seria muito interessante a compra de Mirage-2000 de segunda mão agora e entra no projeto russo ou chinês de nova geração… e não participar de um caça de geração atual 4 geração…

    sds

  4. Mas é isso que eu também venho defendendo quanto ao Brasil.

  5. F 22 F35 SAO PROJETOS FALIDOS
    f35 e uma jaca que o ministro Nelson Jobim nos salvo de entra na furada
    PAK 50 alem de ser mais economomico mostra sinas bem superiores do Marketing de hollywood F 22
    ele tem toda razao a Russia e uma otima opicao
    esa Pedra F 35 nem com dois motores e asas vai voar
    parabens pela pela sensatez

  6. Pois é, eu também acho (como o E. M. Pinto, o Mangabeira e a torcida do Flamengo) que o Pak-FA seria a melhor solução para a FAB, mas acho que tem uma questão anterior: precisamos ter claro o que queremos para o Brasil, em termos estratégicos, antes de tudo.

    Muitos criticaram o Jobim por ter dito que o F-35 era “muita tecnologia pra nós”. Não sei exatamente o que ele quis dizer com isso, mas certamente não foi no sentido literal, pois a frase do Jobim vinha acompanhada de “com este preço fica inviável” (ou algo assim), e “sem TT, impraticável” (ou algo assim, cito de cabeça).

    pelo visto o Ministro da Defesa de Israel está pensando mais ou menos como o Jobim, ao menos no que se refere ao F-35. E, de certo modo, ao que se refere a parcerias também (“seria melhor Israel lançar o desenvolvimento conjunto de um programa de caça com a Rússia ou a Índia…”).

    O F-35 foi pensado (ao menos era assim divulgado na época) para ser o “low” do F-22 e pra ser um “stealth” de exportação, para os países mais próximos dos EUA e que tivessem participado com $$$ no desenvolvimento do JSF. De uma hora pra outra mudou tudo.

    O problema está no cancelamento de pedidos do F-22. Agora o F-35 precisa ser tudo aquilo que ele não foi projetado para ser: um substituto do F-22. E ele não é um F-22, não é tão furtivo quanto, não tem a mesma autonomia, não tem a mesma capacidade de carga, não tem a mesma agilidade etc. E isso parece que está encarecendo e atrasando o projeto mais e mais, pois estão querendo que o F-35 seja aquilo que ele não é e nem foi projetado para ser. Talvez, em breve, os EUA resolvam comprar mais F-22 por descobrirem que o F-35 está saindo mais caro que o “caça mais caro da história”. Não me surpreenderia com uma retomada da produção do F-22 em pouco tempo, até porque o F-22 é mais caça que o F-35, muito mais!

    Por outro lado, em paralelo a isso tudo, surgiu o PAK-FA. O PAK-FA não foi projetado para concorrer (ou enfrentar) o F-35, mas sim o F-22. Então, mesmo que o PAK não consiga ser um F-22 totalmente, ainda assim parece que pode ser (ou será) bem mais que o F-35. Mais furtivo, com maior carga paga e maior autonomia, provavelmente mais barato (diria até bem mais barato), tecnologicamente pode até ser um pouco inferior ao caça americano, em termos de tecnologia embarcada, mas não acredito em uma discrepância muito grande, que realmente faça uma diferença muito grande.

    E isso, é claro, interessa a muitos países. Pois se o F-35 será a espinha dorsal da USAF e da US Navy (e dos Marines também), quem não quer ter um caça mais poderoso, ou no mínimo no mesmo patamar (com condições de combate reais), dos caças dos EUA, e a um preço menor e com muitas outras vantagens (como TT, por exemplo)? Até Israel está pensando nisso (quem diria!!!).

    Voltando ao nosso FX-2. Nós, ao contrário de Israel e India, não temos uma capacidade tecnológica muito grande em termos aeroespacial no campo militar (no campo civil somos até superiores, mas no militar, não). Nós precisamos da ELBIT para fazer a modernização dos F-5 e estamos longe de poder desenvolver algo parecido ao Tejas (o AMX ficou pelo caminho, não houve sequência/superação do projeto no campo militar, e isso para o desenvolvimento tecnológico é problema).

    Então, penso o seguinte: precisamos do FX-2, precisamos da parceria com a França (não vejo outra no momento que possa nos trazer melhor benefício estratégico, em se tratando dos atuais participantes do FX-2), para retomar, ou atualizar, nossa tecnologia aeroespacial no campo militar. É difícil absorver tecnologia de caça de quinta geração quando nem caças supersônicos (de geração nenhuma) somos capazes de produzir. Neste sentido o FX-2 é o que o MD quer que ele seja: uma atualização tecnológica. E o Rafale cumprirá bem o papel, além de poder servir a MB também, o que é importante, pois nunca tivemos um caça avançado embarcado (aliás, nem caça tínhamos até a chegada do Skyhawk). Logo teremos, e um dos melhores do mundo, o que capacitará a MB, em breve, a algo até hoje impensável. E se se cumprir o planejamento de 2 NAe em médio prazo, equipados com Rafales, a conversa já passa a ser outra com qualquer um, com qualquer país no mundo. Pois um NAe capacitado é uma arma de política internacional muito eficaz (os EUA sabem bem disso), muito mais eficaz que qualquer conferência de cúpula…hehehe

    Mas uma pergunta que fica sem resposta (ao menos não acho resposta nenhuma): a dupla SU-35 e PAK não cumpriria este papel de atualização tecnológica prevista no FX2 muito bem e com vantagens? Ok, a Russia não quis fazer TT, é o que dizem. Mas será? Não está claro este ponto pra mim.

    Vamos dizer que o argumento “oficial” seja verdadeiro em relação ao SU-35, oferecido no FX2. Mas em relação ao PAK-FA isso já não é bem verdade, pois a Russia (ao menos foi noticiado em todo lugar, inclusive em órgãos oficiais) ofereceu a parceria ao Brasil, juntamente com a India, para desenvolver o PAK-FA. O Mangabeira inclusive assinou um termo de intenções na época, com a Russia. Então, esta história está mal contada (ou está escondida?), na minha opinião. E pelo visto, não era o governo (ao menos não todo ele) que não queria o PAK-FA, pois o Mangabeira era do governo. A FAB (COPAC ou comando da FAB, e não a FAB toda) talvez não quisesse material russo, como dizem?…pode ser. Quem sabe?….

    E pensando alto novamente: FX-2 resolvido (suponhamos), TT em andamento, tudo como o planejado…Vamos ficar de fora de uma aliança com os países do BRIC (Russia e India, no caso) num programa tão importante como o PAK-FA? Será?

    Será que o FX-2 encerra o assunto “defesa aérea” no Brasil nos próximos 40 anos? Duvido um pouco. Acho que existe margem para mais coisas. Na minha opinião, depende um pouco de quem vença as eleições, creio que uma parceria com a Russia sai no outro dia da posse (sem querer fazer propaganda política deste ou daquele ou entrar neste mérito da questão, mas é que faz parte do meu argumento, o que posso fazer?). E isso não teria nada a ver com o FX-2. O FX-2 é projeto de transição e está ligado a uma necessidade antiga da FAB (repor seus caças atuais que logo se tornarão peças de museu). E mais uma vez, vejo aqui o FX-2 como a solução para isso.

    Mas a aproximação com os BRIC, Russia e India, será uma tentação estratégica para um futuro próximo…imaginando (sem ser o Polvo Paul) que vença quem eu imagino que vá vencer. Caso contrário, é outra história, tudo muda e não sei nem especular a respeito.

    Então, concluindo a “novela” que escrevi aqui: acho o Fx-2 um projeto de transição e necessário (aliás, está atrasado, já devia estar em andamento, como os Subs). Mas ficar só no Fx-2 é loucura do ponto de vista da defesa e do ponto de vista estratégico. E acho que, assim como o Mangabeira pensou, uma aproximação com os BRICs nesta questão será tentador em breve, pois India e Russia, assim como a França, tem interesses estratégicos, por motivos diversos, similares ao do Brasil (um mundo cada vez mais multipolar).

    abraços a todos

  7. Meu pensamento se assemelha ao teu Pinto…Penso que deveriamos dar a quem merece,que são a Industria Nacional,FAB e nossos CTs,que buscariam as parceirias necessarias para a execução do FX.

  8. Calheiros.
    Do governo federal já foi.
    Do MD duvido que seja
    Da
    FAB tenho absoluta certeza que nunca seria.
    Sds
    E.M.Pinto

  9. Nefiemia de Goes…Eu não respondo por meu Governo,nem por nossa Força Aerea,nem por nossas industrias e tampouco sou a voz da maioria de meu povo.Mas te afirmo que cada vez mais temos esperanças na paz e harmonia entre os povos.Estamos nos concientizando de tudo na esfera geopolitica.O que mais temos alem de naturaias riquesas é solida industria e admiraveis Centros de Pesquisas,militar,Civil e universitarios capacitados em surpreender ate nós mesmos pela qualidade e capacidade.Embora exista bloco A e Bloco B vejo mudanças antes inemaginaveis Geopoliticamente.Tenham certesa que em dias,meses ou poucos anos veremos anuncio de uma grande surpresa na area aeronautica e aeroespacial com a junção de alguns entendimentos entre importantes nações.

  10. Sobre o artigo do ex-gerente do projeto Lavi, vejo mais como uma forma de pressionar os EUA por preços mais competitivos, além da possibilidade da Indústria Israelense poder realizar algumas modificações com os sistemas deles.

    Sobre o Lavi, seria um ótimo caça, no mesmo nível dos Eurocanards. O J-10B está ae para para demonstrar.

    Sobre Israel participar em um projeto externo como parceiro e não meramente como fornecedor de sistemas,acho difícil, teria de ter a concordãncia dos EUA, uma vez que a verbas de Defesa deles é bastante subsidiada pelo governo Americano.

    E no mais, concordo que o PAKFA seria a melhor opção para o FX-2, desde que tivesse um nível de TT, que permitisse pelo menos, a integração de armas, sistemas e sensores à gosto da FAB, junto com a manutenção integral da célula e motores no Brasil. E para o GAP, o óbvio : 36 Su-35 BMs. E paralelo a isso, participação no desenvolvimento conjunto da versão Stealth do Gripen com a Suécia.

    []’s

  11. E toda vez que se toca no assunto ressurge o lobby nesse ou naquele pepino que buscamos para a perfeita salada.Todo e qualquer pepino é indigesto e talvez não somente ao Avestruz.Vamos criar minha Cobrada não queremos mais ser meros montadores e produtores com resalvas do que é permitido e do que não é…Caça Nacional com a grandesa tecnologica independente que uma grande e prospera Nação que encanta o mundo em conseguir crescer superando desigualdades e obstaculos JA.

  12. Vou jogar uma carta na mesa;

    Deixar apenas voto favorável do FX-2 agora, com condição de aceite para o candidato eleito (na verdade é quase uma desistência).

    Motivo: pressão do momento eleitoral, ele é real e atrapalha sim e muito.

    Parâmetros: ter apenas o eleito, 1 apenas do FX-2, e submetê-lo em paralelo com uma proposta de forno do PAK-FA que sempre fomos convidados( negociar espaço para ToT, imprescindível) a junta de defesa que será convocada. Nela optar por compra do vencedor do FX-2-o eleito, ou partir com vistas no possível ToT para o PAK-FA e compra de um Low avançado por hora, com custo moderado. Preferível Low com capacidade naval. Aqui deixo meu pitaco, uns 32 Grippens naval (preparo para conversão), mas gasto em investimentos voltados ao PAK-FA.

    Vou tomar pedradas, mas enfim, sou um abortivo do SU35, passei para o Rafale, e agora opto mesmo pelo PAK-FA.

  13. Israel é alida dos EUA e não vai entrar em outro projeto, tipo PAKFA.
    Mas esse projeto de caça desenvolvio por eles seria uma boa, inicio de um futuro promisso espero que o projeto continue.
    Em relação ao FX2 o ideal seria que viesse os Su35 e depois o PAKFA estarímos bem equipados.
    Como foi dito acima em outro comentário, espero realmente que a Rússia ainda tenha chance e que a FAB não atrapalhe as negociações com Russos, claro se ela existir.

    Abs.

  14. Israel não tem outra opção tera que comprar o f35 goste dele ou não ou americanos ficaram bem aborrecidos com seus parceiros e pura verdade o brasil não e o unico a passar por tal situação como essa ,vamos la brasil ousadia e mais coragem menos dependencia americana lula um exemplo depender pouco dos americanos

  15. Darkman o que tem de Russos zazando aqui e são elite em suas areas.

  16. Ainda, relativo ao “FX2”, uma coisa que me parece certa é que Marinha e Exército, têm metas bem claras: Defender Ambas as Amazônias (Azul e Verde, respectivamente), da invasão estrangeira e combater pesca ilegal e narco-guerrilhas.

    A FAB, por outro lado, não possui um meta tão clara e a razão principal para isso é que nossa doutrina militar é puramente de auto-defesa. Entretanto, a Força Aérea é, essencialmente, uma arma de ataque! Creio que temos aí um problema filosófico em sua origem.

    Enquanto o Governo, o MD e a Força Aérea, não souberem exatamente o que querem, acho que vai ser difícil qualquer coisa de bom acontecer.

    Creio que, mesmo com a nossa doutrina de auto-defesa, nossa força aérea deveria ser equipada e treinada como uma força de ataque, inclusive com caças bombardeiros pesados, de longo alcance e armados para tal. Não como preparação para uma “aventura militar”, mas porque a capacidade de agressão é a essência da arma aérea.

  17. Obrigado por sua exposição HORNET a mim serviu muito…Parceria militar com a França sim porque complementa nossos interesses Geopoliticos.Parceiria BRIC sim e ainda incluo a Africa do Sul e Israel porque complementa o que mais almejamos,independencia tecno-cientifica.

  18. Os SSioniSStras querem um consorcio com os Rússos,+em certo país…

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