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Farc se mostram abertas ao diálogo

In Conflitos, Geopolítica, Segurança Pública, Terrorismo on 31/07/2010 by E.M.Pinto Marcado: , , ,

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O chefe das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Alfonso Cano, enviou uma mensagem de vídeo de 36 minutos à rede de notícias árabe Al Jazeera, onde declarou estar aberto ao diálogo de paz com o presidente eleito, Juan Manuel Santos.

Sem mencionar os golpes sofridos pelas forças de guerrilha, o líder das Farc disse no vídeo que o grupo não está ameaçado.

Estamos desenvolvendo com convicção nossos planos político e militares, mas sem perder de vista a busca pela paz declarou.

Além disso, a respeito das contínuas acusações de ligações das Farc com grupos armados ilegais e com o tráfico de drogas, Cano disse que estas são infundadas.

As Farc lutam desde a década de 1960 para impor um regime socialista por meio de armas, mas dos 18 mil combatentes que tinham, agora possuem cerca de 8 mil, segundo números do governo.

Lula x Uribe Na tentativa de melhorar as relações com a Colômbia, abaladas por declarações do presidente Álvaro Uribe, o presidente Lula conversou por telefone com o presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos. Lula disse a Santos que pretende preservar as relações com a Colômbia e intensificá-las com o novo governo, de acordo com a Presidência.

O presidente reiterou que jamais pretendeu interferir na política interna colombiana e convidou Santos para vir ao Brasil.

O presidente Lula considera que foi uma conversa bastante positiva e que ajudou nessa preparação para uma distensão do cenário declarou o porta-voz do governo, Marcelo Baumbach.

Popular Juan Manuel Santos vai assumir o cargo na semana que vem com o mais alto grau de popularidade, maior do que o presidente Álvaro Uribe, a quem se atribui uma queda drástica na violência no país, indicou uma pesquisa de opinião ontem.

A Colômbia está muito mais segura agora do que quando Uribe assumiu o poder em 2002, graças a uma ofensiva apoiada pelos Estados Unidos contra os guerrilheiros de esquerda.

O sucesso dele contra os rebeldes e traficantes de drogas o manteve popular e trouxe aumento nos investimentos.

Fonte: O Globo via CCOMSEX

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14 Respostas to “Farc se mostram abertas ao diálogo”

  1. E teriam outra opção a escolher?Ou paz ou morte.Se diferenças se resolvessem na Bordunada.Embora tambem a filosofia Su Tzu tão endeuzada em nossos dias não tem mais efeito porque grandões jamais deixam de quer mais e de oprimir.

  2. Que tal se deixassemos ideologias de lado e passassemos a discutir o problema pois é para isso que deveriamos estar aqui.

  3. Pode-se perguntar:

    Por que as FARC não abandonam a luta armada, fundam um partido e disputam eleições democráticas?
    .
    Porque elas já tentaram isso. Em 1984 firmaram uma trégua com o então presidente da Colômbia Belisario Betancourt. As FARC abandonaram as armas e se transformaram num partido político, União Patriótica (UP).

    Resultado: As força conservadoras, exercito e paramilitares, com a vista grossa do governo da Colômbia, se aproveitaram do fato, da exposição pública e assassinaram três mil militantes, oito congressistas, dois candidatos presidenciais, 11 prefeitos e 13 deputados regionais.

    Com isto, as Farc que tinham obtido em pouco tempo bons resultados nas urnas, voltaram ou foram empurradas…de volta para selva e a guerrilha.

  4. Abaixo, uma visão mais ampla sobre a questão colombiana. É um texto longo más aos interessados no assunto, vale uma leitura:
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    A democracia na Colômbia nunca existiu de fato e ainda está por ser construída.

    Características como flexibilidade, dialogo, capacidade mínima de conviver com as diferenças e até mesmo soma-las, elementos básicos de uma democracia, sempre estiveram ausentes na política Colombiana.
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    Sobre a Colômbia tem alguns dados estruturais necessários ao bom entendimento das coisas. O primeiro é a enorme capacidade de sobrevivência do sistema partidário. O sistema partidário colombiano girou em torno do Partido Conservador e do Partido Liberal desde a independência, basicamente, até as eleições de 2006 [recondução de Álvaro Uribe; até então, a reeleição para mandato sucessivo era proibida]. As formas de relacionamento existentes entre os partidos variaram. Na maior parte do tempo esse relacionamento se deu por meio da violência. Liberais e conservadores não eram adversários políticos, eram inimigos.
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    -Os conservadores, nascidos das antigas oligarquias e nobreza espanholas, pré-independencia, tinham como apoio a Igreja e o Exército. Os conservadores do século 19 eram entidades incutidas de um sentido de poder divino e os pilares sobre os quais assentavam seu projeto eram a fé, a tradição e a hierarquia . Eles lutavam pela manutenção da estrutura do antigo regime, garantindo, com isto, a manutenção do poder e de seus privilégios.
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    -Os liberais, por sua vez, objetivavam derrubar toda a base de sustentação do
    governo conservador. Eles lutavam pela revisão dos títulos de propriedade de terra, pela
    laicização da sociedade e do Estado, pelo fim dos privilégios e foros especiais, por uma
    legislação mais igualitária, e, por fim, por participação no poder político.
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    Ao contrário do que a mídia em geral informa, a violência colombiana não começa com guerrilheiros indo para o mato na segunda metade do século XX. A violência vem do século XIX, quando, por exemplo, os liberais tomavam o poder, fechavam as igrejas e matavam os padres. Eram anticlericais furiosos. E, evidentemente, quando os conservadores pegavam os liberais, fuzilavam também.
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    O dado básico da vida política colombiana é esse: liberais e conservadores eram inimigos uns dos outros.
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    E eles entravam em conflito armado, com freqüência. Na virada do século XIX para o XX houve a famosa Guerra dos Mil Dias [1899-1902]. Essa foi, certamente, a mais longa e mais sangrenta das guerras civis colombianas até então, mas houve outras.
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    É o país mais violento da América Latina. Na Colômbia, não se acertaram nunca. Começou na independência, chegou ao ponto altíssimo no período que vai de 1948 a 1953.
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    A Colômbia moderna vai começar mais ou menos no mesmo ano em que começou o Brasil moderno, em 1930, quando o Partido Liberal consegue ganhar as eleições, rompendo um longuíssimo ciclo de domínio conservador.
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    Dois meses antes da Crise de 1929, dólares de uma indenização pela perda do Panamá
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    É a presidência de [Henrique] Olaya Herrera [1930-34]. Beneficiada também por uma curiosidade histórica. Como se sabe, no início do século XX a Colômbia perdeu o Panamá. Os Estados Unidos efetuaram uma secessão [em 1903]. Eles queriam ali na parte sul da América Central um país que fosse independente, para poder construir um canal com condições mais vantajosas.
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    Acontece que a Colômbia pediu uma indenização aos Estados Unidos pela perda daquilo que era um departamento — o equivalente a um estado, no Brasil. Por uma incrível coincidência, ou algo estranho que o destino armou, essa indenização foi paga à Colômbia no ano de 1929, uns dois meses antes que estourasse a Crise, a famosa Sexta-feira Negra, no final de outubro de 29.
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    A Crise de 29 arrebentou os países sul-americanos. Na Colômbia isso não existiu, porque ela tinha um enorme encaixe em dólares. Quer dizer, a depreciação dos preços dos produtos de exportação — no caso colombiano, basicamente o café, o mesmo que acontecia aqui no Brasil — não afetou a capacidade de importação da Colômbia. Ela tinha os dólares.
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    Isso quer dizer que o governo de Olaya Herrera, que chega ao poder em 30, se depara com uma situação ruim na agricultura, mas financeiramente a Colômbia está tranqüila. Então, é possível aos presidentes liberais da década dos 30, Olaya Herrera e Alfonso López [Pumarejo], que governa de 1934 a 1938, efetuar aquilo que era o receituário contra a crise, quer dizer, intervenção do Estado, abrir estradas, fazer obras públicas.
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    E nos anos 30 a Colômbia não conhece a crise. De 1938 a 1942 mantém-se o Partido Liberal no poder, com a presidência de Eduardo Santos, dono daquele grande diário de Bogotá, o El Tiempo. Era o Estadão de lá. Era o grande jornal dos negócios.
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    Um golpe, divisão dos liberais
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    Em 1942, Alfonso López volta ao poder e, em 1945, um golpe o depõe. Esse homem era odiado pelo Partido Conservador, era realmente odiado. E esse golpe não tem muito a ver com interferência estrangeira, até porque em 45 os Estados Unidos estão eliminando na América do Sul aqueles que eles vêm como ligados ao nazifascismo. É o caso de Getúlio [Vargas] aqui, de [Juan Domingo] Perón na Argentina, que eles derrubam — só que Perón volta ao poder em 1946 por eleições.
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    Enfim, não é uma questão norte-americana. É uma questão interna, tanto que o Partido Liberal não perde o poder. Alfonso López, esse, perde. Ele é afastado do mandato, mas o período presidencial que pertencia aos liberais foi completado pelo vice. É uma espécie de parto indolor, uma cirurgia que, digamos, não causou muitos problemas. Mas em 46 tem início a tragédia colombiana. Por que a tragédia colombiana?
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    Porque é nesse momento que se definem uma série de processos que, em alguma medida, estão presentes até os dias de hoje. A partir do final dos anos 30, e principalmente dos anos 40, o Partido Liberal começa a sofrer uma pressão interna no sentido de se deslocar para a esquerda.
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    Em 1946, os liberais se dividem nas eleições. A pressão do deslocamento para a esquerda leva a uma outra candidatura. Os setores liberais mais tradicionais disputam a eleição com o nome de Gabriel Turbay e aquilo que, digamos, seria uma esquerda liberal vai disputar a eleição com [Jorge] Eliécer Gaitán.
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    Quais eram as questões básicas de Gaitán?
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    Os dois períodos presidenciais de López, assim como Getúlio tinha feito no Brasil e Perón na Argentina, haviam organizado o movimento sindical. Houve uma política intencional de sindicalização, de organização e de fortalecimento dos sindicatos nos sete anos de Alfonso López.
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    Gaitán propõe sindicalização rural e é assassinado
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    Eliécer Gaitán entra na arena política com uma proposta que é inaceitável para a oligarquia liberal, a sindicalização rural. A organização dos trabalhadores agrícolas.
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    .Dividido o Partido Liberal, os conservadores vão ganhar. É a presidência do Mariano Ospina Pérez [1946-50]. Aí já se vai entrar num contexto de Guerra Fria. E mantém-se aquela polarização entre conservadores e liberais que caracterizou a história da Colômbia. “O liberal é o demônio”. Pelo liberalismo, o comunismo vai pedir passagem. É essa a idéia.
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    O Bogotazo, em 1948, desata novo ciclo de violência
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    Em 1948 [9 de abril] há o assassinato de Gaitán e o Bogotazo, que são aqueles famosos três dias durante os quais as massas bogotanas ocupam a cidade, a ordem só é restabelecida quando unidades militares, de pontos diferentes do país, convergem sobre Bogotá, porque a guarnição militar de Bogotá e os efetivos policiais são derrotados pelo levante popular.
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    Os liberais acusam os conservadores de terem matado Gaitán. Os conservadores dizem que não foram eles. Dizem que foi a direita liberal, a que temia a sindicalização rural. Esse crime tenebroso e nefasto até hoje não foi desvendado.
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    O certo é o seguinte: terminado o Bogotazo, os dois partidos estão prontos para cair na jugular um do outro. Num contexto de Guerra Fria, 1948, os conservadores já têm um apoio, senão explícito e aberto, mas implícito dos Estados Unidos, que preferem, obviamente, um governo conservador.
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    E a guerra civil não declarada começa. Essa guerra civil que vai de 1948 a 1953 foi terrível. A estimativa é de 300 mil mortos. Morreu muito mais gente do que na guerra da Coréia, que ocorreu na mesma época, de 1950 a 53.
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    O que se tem hoje é a mesma guerra. Acho que a imprensa não percebe que a Colômbia vive a mesma guerra desde a independência.
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    Há muito tempo. Há um século e meio.
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    É até difícil mencionar alguns atos. Pegavam mulheres grávidas e explodiam a barriga, coisas que nos levam a pensar: “O que tem na cabeça desse sujeito?” E se vê isso no século XIX.
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    Em 1950, em meio a esse conflito, há eleições que são uma verdadeira patifaria e o Partido Conservador continua no poder por meio de Laureano Gómez [1950-51; Gómez tem um ataque cardíaco, passa a presidência para o vice, Roberto Urdaneta Arbeláez, mas continua a mandar]. Se Ospina, apesar de ser um assassino, era um homem um pouco mais equilibrado, Laureano Gómez não é, não.
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    Ele tem uma entidade sinistra no governo, um jesuíta confessor dele, com quem ele se confessa todo dia, porque ele é um católico fervoroso. Esse homem se chama Felix Restrepo. Acaba caindo nas boas graças de Laureano Gómez. E Restrepo não tem dúvidas: entre liberais e comunistas não há diferença nenhuma. É preciso matar todos.
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    E é nesse período, nessa guerra civil não declarada, que tem início a atividade das Farc [Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia]. Ela começa como uma guerrilha do Partido Liberal, de autodefesa dos camponeses que eram ligados às oligarquias liberais.
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    Eles têm que se defender. De arma na mão, vão ocupando algumas áreas do interior da Colômbia, de onde vem a idéia das repúblicas independentes, que foi o que caracterizou as Farc: ocupam um território e chamam esse território de República. E ficam ali. É um santuário, convergem para ali famílias de camponeses liberais e aquilo vai engrossando..
    A guerrilha, que era liberal, se firmou. Firmou-se, inclusive, porque nenhum dos dois partidos no poder, apesar do anticomunismo virulento e violento dos conservadores, desenvolve uma estratégia de enfrentamento. A guerrilha liberal vai se transformar nos chamados Grupos de Autodefesa Campesina. Já constituem um afastamento em relação ao Partido Liberal. Eles agora são autônomos e independentes. Não quer dizer que tenham se ligado ao Partido Comunista, porque o Partido Comunista na Colômbia, como em vários outros casos na América Latina, é um partido essencialmente urbano.
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    Esses grupos guerrilheiros vão se firmando nas suas zonas chamadas de libertação, Repúblicas Independentes, e vão sofrendo um giro ideológico. A Revolução Cubana ajuda muito também nesse sentido. Eles vão se tornando marxistas, ou marxistas-leninistas, como queira. Mas eles têm uma diferença sensível em relação aos outros grupos guerrilheiros: não têm uma estratégia de tomada do poder. Eles só enfrentam as Forças Armadas quando as Forças Armadas vão para cima deles. Eles não saem de suas zonas independentes. O que é o caso até hoje.
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    O narcotráfico começa nos anos 70.
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    O dado básico é o seguinte: como a demanda norte-americana estava aumentando, ela se aquece desde o final dos anos 60, a Bolívia não dava conta sozinha dessa demanda, os traficantes que operam nos Estados Unidos recorrem à Colômbia.
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    Já havia uma tradição de ingresso de marijuana colombiana — a Colômbia sempre foi uma grande produtora de marijuana, maconha — nos Estados Unidos. Pegavam ali rumo ao norte, entravam no Golfo do México e jogavam aquilo em qualquer um dos estados que se abrem para o Golfo do México.
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    É nos anos 70 que a Colômbia começa a produção de cocaína.
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    País privilegiado… Quando rebenta, no início do governo Reagan, a chamada crise da dívida externa, a Colômbia é a única que sai incólume, não tem dívida externa. O encaixe em dólares do Banco Central colombiano é tão volumoso, por causa do narcotráfico, que acumulou narcodólares, que a Colômbia novamente não é afetada pela crise.Em 1929, ela tinha o encaixe de dólares pagos pela indenização relativa à perda do Panamá. Em 1981, as autoridades econômicas adotam a sábia medida de aceitar depósitos em dólares sem perguntar a origem. Entrava-se num banco com uma maleta de cinco milhões de dólares e ninguém perguntava nada. “Pronto, está registrado. O senhor tem uma conta aqui com cinco milhões de dólares, convertido em tantos pesos”.
    Assim, o Banco Central ficou abarrotado de dólares. É claro que crise da dívida não era problema para a Colômbia.
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    É nos anos 80 que se começa a armar o novo ciclo vicioso da violência colombiana. Porque de um lado se tem o fortalecimento das Farc, e o fortalecimento do narcotráfico, mas ao mesmo tempo se tem a formação das AUC [Autodefesas Unidas da Colômbia]. São os paramilitares. E no norte, o ELN, Exército de Libertação Nacional.
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    Fonte: Antonio Carlos Peixoto – No Observatório da Imprensa & Gramsci e o Brasil.
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  5. Wi esse é o caminho natural da guerrilha e de todas as formas de resistencia.Adotarem a paz e enveredarem na politica.E ai surge apenas mais um partido que se revelara tão semelhante como os outros por mais diversificada que seja sua filosofia e tudo na Humanidade somente…da prosseguimento.

  6. Coitadinhas das FARC… foram tão oprimidas que se tornaram adolescentes rebeldes que torturam matam, fazem trafíco de drogas e ainda por cima tem ajuda de gente que posta artigos pra justificar qualquer barbaridade que eles cometam.

  7. Natanael eu nem quero entrar nessa area de suposto intercambio guerrilha PT porque pra mim tudo o que vier a surgir na midia em relação a especulações não passa de material e combustivel para o lado sujo da disputa politica eleitoral.

  8. agora que a Colombia devia ESMAGÁ-LOS… rendição ou a morte… escória !

    e que a sociedade brasileira como um todo não se engane com o MST e suas crias… seus líderes tem pensamentos dispares sobre o que é democracia.

  9. Vamos negociar,isso é mt bom ; q td corra bem,afinal são moradores da mesma casa a colômbia. Ps.: Expulsem esses ianks daí,estão fomentando a cizânia entre nós.

  10. Anistia geral e irrestrita p td.

  11. 1maluquinho :
    Wi esse é o caminho natural da guerrilha e de todas as formas de resistencia.Adotarem a paz e enveredarem na politica.E ai surge apenas mais um partido que se revelara tão semelhante como os outros por mais diversificada que seja sua filosofia e tudo na Humanidade somente…da prosseguimento.

    maluquinho,

    é por aí mesmo, este é o caminho de quem tem neurônios funcionando em seu cérebro.

    Esperemos que as Farc e também os paramilitares… Deponham as armas e se integrem na vida política colombiana. Más isto só se consegue se todos os setores da sociedade colombiana envolvidos fizerem concessões e para isto é preciso grandeza…

    Só que o EUA e certos setores colombianos envolvidos com o narcotráfico e paramilitarismo não tem interesse nenhum em acabar com as FARC, nem por negociações políticas nem por extermínio físico por meios
    militares… mante-la sob controle sim, más extingui-las, nunca!

    Se duvidar, até mesmo a própria inteligencia estadunidense dá um jeito indireto de fazer algumas armas chegarem para as Farc…

  12. Correto WI…em toda parte do mundo se usam algo para continuarem a mentir,manipular,iludir.Olhe pro nosso Nordeste,poderiam acabar com a fome e a sede mas quando isso fizerem onde vão buscar fundamentos para seus interesses?

  13. Negociar com a Farc! Seria a mesma coisa que os governos federal e estadual negociarem com o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC), que no seu discurso tendem a se imaginar como partidos políticos antissistema, especialmente este segundo. Para o PCC seus membros são apenas vitimas de um sistema econômico e social desigual.Quem concorda que o governo da Colômbia deva negociar com a FARC, também deve concordar com os ataques do PCC ao governo de São Paulo em 2006, e talvez o de hoje.

    Qualquer tentativa de “culpar” o governo colombiano pela ação da FARC é irracional, estupido e sem sentido.

    Somente existe uma solução para o problema colombiano, as FARC e os paramilitares abandonarem as armas. A Colômbia É UMA DEMOCRACIA. Os seus presidentes são eleitos constitucionalmente em eleições competitivas, com liberdade de imprensa e direito de voto amplo. A FARC é uma organização terrorista, que vive a margem da lei, e tem como missão instituir uma ditadura comunista destruindo o ordenamento legal e democrático do país. Lembro que em 91 um grupo da FARC invadiu o Brasil e atacou de surpresa um destacamento do exercito brasileiro às margens do rio Traíra. Nesse ataque morreram três militares brasileiros e outros nove ficaram feridos. Todo o armamento, munições e equipamentos do posto foram roubados.

    Infelizmente a FARC recebe muito apoio no Brasil, principalmente dos partidos e organizações de esquerda integrantes do Foro de São Paulo (Mais informações em http://pt.wikinews.org/wiki/FARC_pedem_para_participar_mais_ativamente_do_Foro_de_S%C3%A3o_Paulo). Inclusive existe um vídeo na internet em que Hugo Chavez afirma ter conhecido Lula e Raúl Reyes (comandante da FARC morto em ataque no Equador) num dos encontros do Foro de São Paulo (http://www.youtube.com/watch?v=dO_Lqqm9pXA).

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