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Usaf estuda atualização dos caças F 22 Raptor

In Aérea, Aviões de Combate, Defesa on 06/08/2010 by E.M.Pinto Marcado: , ,

https://i1.wp.com/cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2010/01/090729-F-0990S-791.jpg

Tradução: Justin Case para o Blog Plano Brasil

A Força Aérea dos Estados Unidos confirmou à Flight International que a está pendente decisão de se lançar uma grande atualização de 63 aeronaves da frota de Lockheed Martin F‑22.

Embora a decisão deva ser feita internamente dentro de poucos meses, a Força Aérea irá esperar para informar a decisão até que a administração Obama divulgue a proposta orçamentária para o ano fiscal de 2012, em fevereiro próximo.

Em análise está uma proposta para atualizar quase a metade da frota operacional de 186 F-22 da USAF, com um conjunto de armas novas e avançadas que entraram em serviço durante os últimos anos, além de equipamentos avançados de comunicação que ainda estão em desenvolvimento.

A proposta surge depois que o Departamento de Defesa decidiu encerrar a produção do F-22 no início de 2012. Como parte dessa decisão, foi aceita uma proposta da Força Aérea para investir US$ 1,3 bilhão em um “programa de configuração comum”, que deverá consolidar as seis versões diferentes do F-22 ora existentes em três tipos básicos.http://2.bp.blogspot.com/_PQ_7ZjzHC4A/S0J5D9O6q8I/AAAAAAAAH4g/_QYDDd7pmBw/s400/800px-F-22_Raptor_edit1_(cropped).jpg

Para a frota de treinamento e teste, a USAF está modernizando 37 F-22 Block 10, que incluem dois tipos de aeronaves de teste em configuração de produção, ao padrão Block 20. Isso inclui um novo processador central integrado, que irá eliminar uma configuração de software mais antiga que não se mostrou confiável nos ensaios operacionais quase uma década atrás.

Nesse plano de configuração comum, a frota de combate de F-22 será separada em grupos de 63 aeronaves do Block 30 e 87 do Block 35.

As aeronaves do Block 30 serão atualizadas com as capacidades do Increment 3.1, que incluem os modos de ataque ar-solo e eletrônico para o radar Northrop Grumman APG-77.

https://i0.wp.com/download.ultradownloads.uol.com.br/wallpaper/103668_Papel-de-Parede-F-22-Raptor--103668_1680x1050.jpg

Enquanto isso, as aeronaves do Block 35 também serão modernizadas com as armas ar-ar mais avançadas da USAF – os mísseis Raytheon AIM-120D AMRAAM e os AIM-9X Sidewinder. O pacote, chamado Increment 3.2, também adiciona um sistema automático de anticolisão com o solo, além do data-link avançado multifuncional. O último permitirá ao F‑22 transmitir dados para outros aviões stealth.

Oficiais da Força Aérea estão agora discutindo se devem atualizar também as 63 aeronaves Block 30 para o padrão Block 35. Se a proposta for aceita, a USAF irá operar uma frota de 150 F-22 com capacidades idênticas.

http://virquodmachina.files.wordpress.com/2010/01/f-22-raptor-amber-cockpit1.jpgMas a frota de Raptors ainda sentirá falta de uma série de características comuns aos caças mais modernos, que incluem um sensor infravermelho para busca e acompanhamento passivos, além de um sistema de visada no capacete capaz de permitir lançamento de mísseis ar-ar fora do campo de visão dos sistemas eletrônicos.

É possível, contudo, que a Força Aérea decida adicionar novas capacidades ao F-22 além das previstas no pacote Increment 3.2. Um exemplo é o sistema de abertura distribuída, ora instalado no Lockheed Martin F-35, que prevê a cobertura óptica de 360° em torno da aeronave.

De acordo com Jim Pitts, presidente da Northrop Grumman Electronic Systems, é provável que a USAF esteja interessada em adotar este sistema em outras aeronaves assim que os pilotos se familiarizem com as suas capacidades.

Fonte: Flight global

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21 Respostas to “Usaf estuda atualização dos caças F 22 Raptor”

  1. Uma pena que a adoção dos radares laterais previstos no projeto original não está sendo cogitada. O mesmo daria um ângulo de varredura de 240º, o dobro em relação a ângulo atual de 120° (60º para cada lado).
    Isso faria do F-22 um verdadeiro mini-AWACS já que mudanças de software possibilitarão alcances da ordem de 400 km para alvos de reduzido RCS ao APG-77.
    Essa atualização eu aguardava com ansiedade. rsrsrs Um pena!

  2. 186 unidades apenas do F-22, e o Brasil querendo comprar 36 de 4° geração,
    tudo bem que não somos um país belicoso como os EUA, mas bem que eu queria
    ver uns PAK-FA T-50 voando por aqui…. apenas um sonho…

  3. Bosco, acredito que o AESA performando a 400Km no conjuto dos sistemas laterais, no âmbito dos diferentes azimutes, e não no longitudinal tipo cone frontal do radar.

    Para esse tipo de serviço, acredito que a capacidade de estreitamento do feixe doppler e focalização da potência presentes nos novos PESA, consiga obter o alcance de 400Km. A diferença seria a menor capacidade de aquisição de alvos enquanto varrendo o espaço aéreo, o que traz grandes vantagens para o AESA, especialmente em relação à visibilidade do RCS adversário.

    Por exemplo, mesmo os atuais projetos envolvendo novas plataformas de alerta aéreo antecipado e controle, mantém radares tipo radome giratório ou fixos com emissões em phased array de varredura eletrônica passiva, pois buscam num espectro mais profundo do espaço aéreo, porém os possíveis problemas de rastreio com alvos de baixo RCS são compensados com seu enorme conjunto de processamento e absurda potência, já que se encaixa na sua doutrina operacional.

    Assim, talvez para um caça que busque adaptar-se à doutrina de mini-awacs, teria de manter pelo menos uma composição de radar/processadores integrados/datalink próxima a de Awacs.

    Abraços

  4. os russos terão que tirar leite de pedra para fazer o Putin T-50 ..ops.. PAK-FA ..melhor que o F-22 … ;)

  5. Eu não teria tanta certeza assim xtreme, o PAK FA foi projetado para se contrapor ao F22 e não o contrário, portanto, foi desenhado sobre os erros do F22, mudá-los vai ser uma tarefa entanto para os EUA.
    tanto o é que há quem pense o mais correto é desenvolver um novo caça ao invés de remendar, coisa que a US Navy está providenciando já para 2020.
    Sds
    E.M.Pinto

  6. Alguns países chegaram a conversar com a Lockheed Martin (fabricante do F-22) se havería alguma possibilidade de aquisição do Raptor. Mas o Governo do EUA bloqueou, porque “não querem divulgar a tecnología stealth para outros países, mas eles qua se negiciam a venda do Raptor para os Australianos, levando a Austrália para um alvorosso (pareciam que tinham ganhado a copa de Rugby), mas não conseguiram, porque também foi vetado, mas por congresso. Pelo menos, eles terão o F-35.

  7. E.M.Pinto :
    Eu não teria tanta certeza assim xtreme
    Sds
    E.M.Pinto

    mas como eles ..os Russos…sabem qual os erros do F22 … já ‘vazou’ tudo sobre o mesmo ??? … que erros seriam ???

  8. Xtreme, toda e qualquer arma é desenvolvida para se contrapor a uma ameaça, tudo segue uma estratégia de atuação prevista e mais que estudada, o programa PAK FA bem como outros programas de sistemas mais recentes estão em desenvolvimento tecnologias capazes de descompensar certas vantagens de sistemas inovadores como por exemplo a furtividade dos 5G, novas tecnologias como furtividade ativa e outras como plasma são tecnologias que visam superar o adversário.
    O F22 sofre de alguns problemas como por exemplo denunciar sua posição assim que entra em contato com outros vetores ao redor como os awacs por exemplo, a estratégia russa foi desenvolver um caça cujo RCS frontal é menor já expliquei isto aqui, a intenção do pak é abater quem entre na Rússia e portanto o RCS frontal pequeno é sua vantagem.
    O sistema de coleta de informações radar, flir IRST conjugados do PAK FA dar-lhe-ão vantagens uma vez que é previsto para ele enxergar mais longe (radar com 400km de alcance) mísseis com maior alcance e sistema situacional tri dimensional com antenas espalhadas por diversos pontos da fuselagem, vantagem esta que nem o novo Raptor terá por exemplo…
    Alia-se a isto o alto custo de hora de voo do F 22, algo como 50 mil dólares e os elevados intervalos de parada de manutenção de 20 horas para cada 1 hora voada segundo algumas fontes.
    aliado a isto o PAK possui maior alcance e capacidade de carga.
    Óbvio que o Raptor será atualizado para contrabalançar isto, mas isto não encerra o velho jogo do gato e rato.
    A questão é que um foi desenvolvido quase 30 anos depois do outro e muito se aprendeu de diversas formas, uma delas a espionagem.
    O difícil é inventar a roda, depois….
    Sds
    E.M.Pinto

  9. E.M.PINTO ISSO É Q FALTA PRO NOSSO PAÍS,ESPIONAGEM DE PONTA.O Q VC ACHA?

  10. Renan Neves :
    186 unidades apenas do F-22, e o Brasil querendo comprar 36 de 4° geração,
    tudo bem que não somos um país belicoso como os EUA, mas bem que eu queria
    ver uns PAK-FA T-50 voando por aqui…. apenas um sonho…

    Tem umas bestas lá em|Brasília q ñ conseguem o futuro, e nem planejar o mesmo,perdemos outra x.

  11. Roberto, o Brasil também pratica espionagem de ponta, o que falta é coordenação e vergonha na cara para levar adiante projetos de nível tecnológico espionados.
    Queres um exemplo? a Marinha gastou 1 bi de dolares em programas de espionagem para desenvolver a capacidade nuclear.
    nada de errado esta é a tónica do mundo.
    Mas as vuvuzelas anti nacionais tentaram até derrubar almirantes por este episódio, o tiro veio de dentro mesmo e não de fora como muitos reclamam.
    Por outro lado, teve um laudo da abin se não estou enganado que afirmou que o Brasil perde por ano cerca de 10000 idéias que são roubadas e levadas para o exterior, muitas delas são convertidas em tecnologias pagas com o nosso dinheiro e que depois pagamos caro por isso.
    Falta é coragem e vergonha na cara só isso.
    Sds
    E.M.Pinto

  12. […] View post: Usaf estuda atualização dos caças F 22 Raptor « PLANO BRASIL […]

  13. E.M.Pinto :
    Roberto, o Brasil também pratica espionagem de ponta, o que falta é coordenação e vergonha na cara para levar adiante projetos de nível tecnológico espionados.
    Queres um exemplo? a Marinha gastou 1 bi de dolares em programas de espionagem para desenvolver a capacidade nuclear.
    nada de errado esta é a tónica do mundo.
    Mas as vuvuzelas anti nacionais tentaram até derrubar almirantes por este episódio, o tiro veio de dentro mesmo e não de fora como muitos reclamam.
    Por outro lado, teve um laudo da abin se não estou enganado que afirmou que o Brasil perde por ano cerca de 10000 idéias que são roubadas e levadas para o exterior, muitas delas são convertidas em tecnologias pagas com o nosso dinheiro e que depois pagamos caro por isso.
    Falta é coragem e vergonha na cara só isso.
    Sds
    E.M.Pinto

    Mt bom exemplo apresentado, o miserável do fogo amigo,os malditos “Bocudos”,se fosse em certos países democraticos ,os mesmos estariam em cana,um ficou por + 10 anos por falar contra…nossa ABIN, os Hárpias Brasucas, deveria monitorar esses e outros,podemos ser contra,se a prática ñ fosse global. O q ñ é o caso.

  14. compreendi não é um erro de projeto em si… e sim seu ‘envelhecimento’ dada a época de sua concepção … ;)

  15. O Raptor é o oponente a ser batido. Como foi o F-16 nos anos 80 e 90. Vou deixar muita gente com raiva, mas não acredito que o PAK seja superior ao F-22, pode ser um bom ponto de partida, mas ele ainda é muito 4,5 +++ geração e não quinta.

  16. OBRIGADO E.M.PINTO PELA A EXPLICAÇAO,VALEU UM ABRAÇO…

  17. Eu ñ acredito, ele tem ser melhor p poder se contrapor , aliás os rússos sempre agem assim;o SU 50 será bem + rápido,levará + carga, + furtivo e bem + barato q o f 22, espere e vc verá.

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