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A história da energia Nuclear Parte IV

In Ciência, Conflitos, Energia, tecnologia on 08/08/2010 by E.M.Pinto Marcado: , ,

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Aplicações da Energia Nuclear

Reatores Nucleares

Parte I

Parte II

Parte III

Parte IV

Parte V

Parte VI

Parte VII

Parte VIII

Eduardo Nicácio para o Plano Brasil

Modelo esquemático dos reatores de Angra 1 e 2.O

O projeto de uma Usina Nuclear é fiscalizado e analisado, passo a passo, por uma equipe diferente da que o elaborou: o Órgão Fiscalizador. Da mesma forma, a construção é fiscalizada e auditada por equipes do Órgão Fiscalizador que não foram envolvidas diretamente ou indiretamente na obra. É claro que existem vazamentos em Reatores Nucleares, como existem em outras usinas térmicas. O que não existe é vazamento de Reatores Nucleares, como muitas vezes se faz crer pela mídia.

As águas de refrigeração dos Circuitos Primário e Secundários circulam por meio de bombas rotativas (para “puxar” a água) em sistemas fechados. Em qualquer instalação industrial e também nos Reatores Nucleares, bombas de refrigeração são colocadas em diques, como um “box” de banheiro, dotados de ralos, para recolher a água que possa vazar pelas “juntas”. No caso de vazamento em Reatores, a água recolhida vai para um tanque, onde é analisada e tratada, podendo até voltar para o circuito correspondente.

Aí está a diferença: podem existir vazamentos, inclusive para dentro da Contenção, ou seja, no Reator e não para o meio ambiente, isto é, do Reator. Por esse motivo, os “vazamentos” ocorridos em 1986 (de água) e em 1995 (falhas em varetas), ambos dentro da instalação, não causaram maior preocupação por parte dos operadores de Angra I. No segundo caso, a Usina operou ainda por cerca de três meses, sob controle, até a parada prevista para manutenção. Não houve parada de emergência. Em resumo e comparando com um fato do dia a dia: é como se uma torneira de uma pia em um apartamento estivesse com defeito, pingando ou deixando escorrer água (vazando). Existiria um vazamento no apartamento ou até no edifício, mas não se deveria dizer que teria havido um vazamento do edifício.

Bomba A

A bomba atômica é uma aplicação bélica da fissão nuclear que utiliza a imensa quantidade de energia e radiação liberadas numa reação de fissão em cadeia para causar destruição. Podemos descrever esta ação por etapas:

Exemplo de uma Bomba A

1) O início da explosão de uma bomba atômica corresponde ao início da reação em cadeia que ocorre em pleno ar. Ao ser detonada, atinge temperaturas da ordem de milhões de graus Celsius.

2) Após 10/4 segundos, a massa gasosa em que se transformou a bomba emite elevadas quantidades de raio X e raios ultravioleta, podendo destruir a retina e cegar pessoas que olharem diretamente para o clarão.

3) Entre 10/4 e 6 segundos, a radiação já foi totalmente absorvida pelo ar ao redor, que se transforma numa enorme bola de fogo cuja expansão provoca a destruição de todos os materiais inflamáveis num raio médio de 1 km, assim como queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus, dependendo da distância do ponto zero e dos obstáculos entre a pessoa e explosão.

4) Após 6 segundos, a esfera de fogo atinge o solo iniciando uma onda de choques e devastação que se propaga através de um deslocamento de ar comparável a um furacão, com ventos de 200 a 400 km/h.

5) Após 2 minutos a esfera de fogo já se transformou completamente num cogumelo que atinge a estratosfera. As partículas radioativas se espalham pela atmosfera levadas pelos ventos fortes e acabam se precipitando em diversos pontos da Terra durante muitos anos.

Fissão nuclear

A palavra fissão significa partição, quebra, divisão. Fissão nuclear é a quebra de um núcleo atômico pesado e instável através de bombardeamento desse núcleo com nêutrons moderados, originando dois núcleos atômicos médios, mais 2 ou 3 nêutrons e uma quantidade de energia enorme.


Em 1934, Enrico Fermi, bombardeando núcleos com nêutrons de velocidade moderada, observou que os núcleos bombardeados capturavam os nêutrons. Pouco tempo depois, após o bombardeamento de urânio com nêutrons moderados, a equipe do cientista alemão Otto Hahn constatou a presença de átomos de bário, vindo a concluir que, após o bombardeio, núcleos instáveis de urânio, partiam-se praticamente ao meio. Como os nêutrons não possuem carga elétrica, não sofrem desvio de sua trajetória, devido ao campo eletromagnético do átomo. Estando muito acelerado, atravessariam completamente o átomo; estando a uma velocidade muito lenta, seriam rebatidos; mas com velocidade moderada, ficam retidos, e o novo núcleo formado, instável, sofre desintegração posterior com emissão de partículas beta. Somente alguns átomos são capazes de sofrer fissão, entre eles o urânio-235 e o plutônio.

A enorme quantidade de energia produzida numa fissão nuclear provém da transformação da matéria em energia. Na fissão nuclear há uma significativa perda de massa, isto é, a massa dos produtos é menor que a massa dos reagentes. Tal possibilidade está expressa na famosa equação de Einstein: E=mc2, onde E é energia, m massa e c a velocidade da luz no vácuo. No processo de fissão, cerca de 87,5% da energia liberada aparece na forma de energia cinética dos produtos da fissão e cerca de 12,5% como energia eletromagnética.

Reação em Cadeia e Massa Crítica Esse bombardeamento do núcleo de um átomo com um nêutron causa a fissão do núcleo desse átomo e a liberação de 2 ou 3 novos nêutrons. Esses nêutrons podem provocar a fissão de 2 ou 3 átomos que irão liberar outros nêutrons.

A reação em cadeia só ocorre acima de determinada massa de urânio. A mesma ocorre com velocidade máxima quando a amostra do material físsil é grande suficiente para a maioria dos nêutrons emitidos serem capturados por outros núcleos. Portanto, a reação em cadeia se mantém, se a massa do material é superior a certo valor característico chamado massa crítica. Para o urânio-235, a massa crítica é de aproximadamente 3,25 kg.

Alguns elementos químicos, como o boro, na forma de ácido bórico ou de metal, e o cádmio, em barras metálicas, têm a propriedade de absorver nêutrons, porque seus núcleos podem conter ainda um número de nêutrons superior ao existente em seu estado natural, resultando na formação de isótopos de boro e de cádmio.


A primeira bomba atômica


Em 1939, Einstein informou ao presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt, que talvez fosse possível construir uma bomba atômica. Em 1945, um homem genial inventava uma bomba capaz de destruir toda a vida no planeta.

Trinity: primeiro teste nuclear da História, em 16 de julho de 1945, no Novo México, EUA. Potência: 40 kTon.

No início da década de 40, um grupo de cientistas foi ao Novo México para tentar detonar uma bomba atômica, antes que os alemães construíssem a sua. Muitos cientistas, tentando escapar do nazismo e do fascismo, encontraram abrigo nos Estados Unidos, onde continuaram suas pesquisas. Enrico Fermi era um deles. Em 1942, foi o primeiro físico a produzir uma reação atômica em cadeia, sob controle, comprovando assim a teoria de Einstein. O experimento secreto aconteceu em Chicago.

Na Alemanha, uma experiência semelhante havia fracassado. Em silêncio, os americanos continuaram as pesquisas em Los Alamos – Novo México. A pergunta que os cientistas precisavam responder era a seguinte: uma reação em cadeia, não controlada, poderia ser usada para fazer uma bomba? Havia quem temesse que a bomba faria explodir todo o planeta. Ao mesmo tempo, os americanos anteviam a possibilidade de usar a bomba contra o Japão, forçando, assim, o fim da guerra.

Em julho de 1945, dois aparelhos foram levados, secretamente, até o deserto do Novo México. Os americanos estavam ansiosos para testar a nova invenção. A explosão foi tão poderosa que chegou a ser vista de três estados americanos. Havia começado a era nuclear.


Hiroshima e Nagasaki


“Soldados alemães, cidadãs e cidadãos da Alemanha: nosso líder, Adolf Hitler, se foi…”.

Com esse pronunciamento no dia 8 de maio de 1945 o almirante Dönitz, que fora nomeado por Hitler seu sucessor, anunciou pela rádio a rendição incondicional da Alemanha. Hitler e sua companheira de anos Eva Braun, haviam cometido suicídio no dia 30 de abril de 1945, após seu bunker em Berlim estar totalmente cercado pelo exército vermelho da URSS.

A Segunda Guerra Mundial terminava, mas somente no continente europeu. No Pacífico o Japão ainda resistia às investidas norte-americanas. Em maio de 1945 os líderes aliados reunidos na Conferência de Potsdan, haviam exigido a rendição incondicional do império japonês. Essa imposição já era aceita por uma parte do gabinete japonês, mas não pelos generais – o Japão nunca havia perdido uma guerra.

Eram 8h 16min 8s do dia 6 de agosto de 1945. A interrogação foi a primeira reação de um dos tripulantes do Enola Gay, após presenciar a devastação produzida pela primeira bomba atômica jogada sobre uma cidade povoada.

Cidade de Hiroshima, Japão, após o bombardeamento. 100 mil pessoas morreram nesse ataque.

Enola Gay foi o nome dado ao avião norte-americano B-29 pelo seu comandante em homenagem à própria mãe. A cidade era Hiroshima, no Japão, que desapareceu em baixo de uma nuvem em forma de cogumelo. As notícias sobre a cidade eram desencontradas, e ninguém sabia exatamente o que ocorrera. No dia 9 outra bomba atômica foi lançada sobre a cidade de Nagasaki. Os norte-americanos haviam treinado durante meses uma esquadrilha de B-29 para um ataque especial. Nos aviões, quase ninguém sabia o que transportava.

Morreram cerca de 100 mil pessoas em Hiroshima e 80 mil em Nagasaki. As vítimas eram civis, cidadãos comuns, já que nenhuma das duas cidades era alvo militar muito importante. O cenário histórico dessa tragédia que permanece até hoje na memória de milhares de japoneses era a guerra no Pacífico, entre Japão e Estados Unidos no contexto do término da Segunda Guerra Mundial.

Cidade de Nagasaki, Japão, após o bombardeamento dos EUA. 80 mil pessoas morreram nesse ataque.

Os generais japoneses ainda tentaram resistir, até serem convencidos do contrário pelo próprio imperador Hiroito. No dia 15 de agosto de 1945 os japoneses escutam pelo rádio a rendição incondicional do país. Em 2 de setembro o encouraçado norte-americano USS Missouri entrou na baía de Tóquio e a paz foi assinada. A Segunda Guerra chegava ao fim, deixando um saldo de 50 milhões de mortos em seis anos. A bomba atômica tinha sido mais um episódio desumano na história da Segunda Guerra Mundial.

“Será que não existia uma maneira menos estúpida de forçar a rendição japonesa?”

Para alguns historiadores o governo norte-americano tinha que dar um basta, pois não podia mais resistir às pressões do Congresso, que não aceitava mais perdas de vidas norte-americanas, numa guerra que já se prolongara demais. Uma outra corrente, entretanto, acharia que estúpida é a pergunta feita acima, já que o uso de armas atômicas contra o Japão não correspondia a qualquer necessidade bélica. O Japão estava em negociações secretas com os Estados Unidos para capitulação definitiva. Era uma questão de dias.

Para essa segunda corrente, as bombas atômicas tinham outro endereço: a URSS. Se até agora EUA e URSS estavam do mesmo lado, isso era fruto de uma aliança circunstancial, contra um inimigo comum que já não os preocupava mais: o nazifascismo.

As bombas de Hiroshima e Nagasaki, segundo essa última interpretação, marcam o início do contexto conhecido como “Guerra Fria”: a disputa político-ideológica e militar que bi-polarizou o mundo entre o socialismo soviético e o capitalismo norte-americano por mais de 40 anos, até a desintegração da URSS, a reunificação da Alemanha e mais simbolicamente a queda do muro de Berlim em novembro de 1989.

Nas duas conferências que selaram o final da guerra, realizadas pelos três grandes vencedores – norte-americanos, britânicos e soviéticos – em Yalta e Potsdam, são estabelecidos os pontos de divisão do mundo entre os blocos capitalista e socialista. Em 25 de abril de 1945 a Conferência de São Francisco criou a Organização das Nações Unidas, cuja carta foi promulgada em junho.

Quanto ao Japão, que teve mais de um milhão e oitocentas mil vítimas, além de 40% das cidades arrasadas e a economia totalmente destruída, foi desmilitarizado e ocupado pelos Estados Unidos até 1951, quando as Nações Unidas (exceto a URSS e China), concluíram com ele, o Tratado de São Francisco, devolvendo sua soberania e marcando sua reconstrução integrada ao capitalismo internacional.

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Corrida EUA x URSS


A crença de que agentes soviéticos procuravam se infiltrar por todos os lados era apenas uma das faces do clima de pavor anticomunista vivido pelos norte-americanos. Desde 1949, quando a União Soviética realizou seu primeiro teste nuclear, havia também o receio de que os soviéticos subitamente decidissem utilizar a bomba atômica.

O fim da Segunda Guerra Mundial (1945) marcou o início da Guerra Fria entre as duas superpotências mundiais à época: os EUA e a URSS.

Gradualmente, foi se cristalizando na opinião pública dos Estados Unidos a idéia de que a União Soviética preparava em segredo um fulminante ataque nuclear contra o território norte-americano, a ser desencadeado sem prévio aviso. Imaginava-se que os impiedosos soviéticos não hesitariam em cometer assassinato em massa, como parte de seu projeto de conquistar o mundo. A crença de que o apocalipse nuclear poderia acontecer a qualquer momento – talvez dali a cinco minutos – acentuava o clima de pânico.

A montagem de abrigos subterrâneos antiatômicos tornou-se um dos ramos mais lucrativos da indústria de construção civil nos anos 50: nenhuma família se sentiria totalmente protegida a menos que contasse com um deles em sua casa. A Defesa Civil, por sua vez, desenvolveu esquemas de emergência, a serem imediatamente ativados caso alguma cidade norte-americana fosse vítima de um ataque nuclear.

Assistindo à televisão, as crianças aprendiam como deveriam agir, caso tal ataque fosse realizado. Um personagem de desenho animado – Burt, a tartaruga – repetia as instruções: “Jogue-se ao chão, cubra os olhos!” Outro filme, também repetido à exaustão, dava mais detalhes:

“Este é Tony, um escoteiro mirim. Tony sabe que a bomba pode explodir a qualquer momento. Mas ele está preparado: jogue-se ao chão, cubra os olhos! Muito bem, Tony! O clarão da bomba exige reflexos rápidos!

“Tony sabe o que fazer – não se desespera, nem sai correndo.

Fica parado, até o perigo passar.

A Defesa Civil virá socorrê-lo.

Ela nos protege em caso de ataque nuclear.

Devemos obedecer suas instruções.

Devemos saber nos abrigar também nos ônibus escolares ou coletivos:

jogue-se ao chão, cubra os olhos!

E afaste-se das janelas, por causa dos cacos de vidro!”

Preparar a população para o caso de um ataque atômico era apenas uma das medidas a serem tomadas. Outras tinham a ver com a conquista de uma superioridade nuclear inquestionável em relação à União Soviética. Se os Estados Unidos não eram mais o único país a dispor de bombas atômicas, então que ao menos possuísse mais e melhores bombas. O governo passou a investir um volume cada vez maior de recursos no desenvolvimento de novos modelos de bombas nucleares, sempre mais poderosas.

Ivy Mike: primeiro teste termonuclear da história, com potência de 10,4 Mton (ou 10,4 milhões de toneladas de TNT).

Em novembro de 1952, finalmente, foi realizado o primeiro teste com a bomba de hidrogênio, também conhecida como bomba H. Ao contrário das que tinham sido jogadas no Japão em 1945, baseadas no principio da fissão nuclear, a bomba de hidrogênio funciona com base na fusão nuclear – o que implica uma explosão muitas vezes mais destrutiva. A primeira bomba H, que explodiu no teste realizado na ilha de Elugelab, no atol de Eniwetok, no Pacífico, tinha uma potência quase mil vezes superior à da bomba de Hiroshima. No futuro seriam desenvolvidos novos modelos de bomba H, ainda mais poderosos. Nenhum preço parecia alto demais na luta contra a subversão em escala internacional.


Bomba H


A bomba de hidrogênio ou também conhecida como bomba de fusão é uma das maiores armas existentes na terra. Essa bomba tem uma força explosiva muitas vezes maior que a da bomba atômica. Sua explosão tem poder de produzir precipitação radioativa com capacidade mortífera. E para entender seu funcionamento, vamos a alguns conceitos básicos.

Seu funcionamento é baseado em fusão nuclear, ou seja, junção de dois ou mais átomos leves para se transformarem em átomos pesados. Um exemplo muito simples de fusão são as estrelas (como o nosso Sol), que brilham pela fusão de hidrogênio, e formando átomos de hélio. Quando a fusão ocorre, esse átomo criado possui um núcleo mais estável e com cerca de 70% da massa dos átomos de hidrogênio combinados, portanto produz uma grande quantidade de energia (30% da massa), que no caso do sol e estrelas, se dá na forma de radiação eletromagnética (das ondas de rádio aos raios gama, passando pelo espectro da luz visível, infravermelhos – calor, ultravioleta e raios x).

Alguns efeitos causados durante a explosão de uma bomba de H são as precipitações radioativas, que são mais ou menos como uma “neve radioativa”; ondas de choque, que são efeitos de choque térmico e eletromagnético, além do chamado inverno nuclear, que é uma espécie de fumaça espessa e tóxica que bloqueia a luz do sol e provocaria severas mudanças no planeta.

Ao explodir, uma bomba de hidrogênio funciona em fases. Primeiro a bomba explode, em milésimos de segundo ela fornece calor e pressão necessários para a fusão e quando ocorre a reação, grandes quantidades de energia são liberadas produzindo uma gigantesca explosão.

Parte I

Parte II

Parte III

Parte IV

Parte V

Parte VI

Parte VII

Parte VIII

Referências Bibliográficas


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ANGELO, CLAUDIO; GARCIA, RAFAEL. Brasil projeta super-reator nuclear. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u574275.shtml. Acessado em 28/04/2010.

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Instituto de Estudos Avançados. Fundamentos da Energia Nuclear. Disponível em: http://www.ieav.cta.br/enu/yuji/nuclear.php. Acessado em 15/03/2010.

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http://www.mar.mil.br/pnm/pnm.htm. Acessado em 16/03/2010.

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7 Respostas to “A história da energia Nuclear Parte IV”

  1. E.M.Pinto, ao entrar agora no blog recebi o aviso abaixo do navegador. Informo para seu conhecimento. Acesso foi às 13h33min 08-08-2010.
    Att. Hélio Corrêa

    O site em pbrasil.wordpress.com contém elementos do site spsaviation.net que parece hospedar malwares (softwares que podem danificar o seu computador ou podem agir sem o seu consentimento). Uma simples visita a um site que contém malware pode infectar o seu computador.
    Para obter informações detalhadas sobre os problemas com esses elementos, visite a Página de diagnóstico de Navegação segura. do Google para spsaviation.net.

  2. muito boa a materia, venho acompanhado desde a primeira postagem! E bomba H pro Brasil já já já!

    e amigos e caro E.M.Pinto, lhe deixo aqui o link do site Defesabrasil para que os amigos vejam oque o site posta como o novo fuzil da Imbel, o tao aguardado novo fuzil para o nosso Exercito! Sera que sera esse mesmo? eu gostei!
    http://www.defesabrasil.com/site/noticias/industria-nacional/novo-fuzil-da-imbel-da-as-caras.php

    abraços!

  3. Obrigado Diego, pelo incentivo.

    A propósito, temos, hoje, tecnologia para construir tanto uma quanto outra… Aliás, há pelo menos 2 décadas possuimos conhecimento sobre a bomba A e, mais recentemente, com os estudos do Dr Dalton Barroso, do IME, aprendemos também os segredos dos artefatos termonucleares.

    Acompanhe as próximas partes.

    Abraço

  4. Nota 1000, parabens E.M. Pinto e Edu Nicácio. Gosto muito de artigos que misturem assuntos técnicos com história. Fica muito mais interessante. Continuem nessa linha que está ótimo.

  5. Caramba Edu, está maravilhosa a série.

    Aguardamos as próximas levas.

    Parabéns.

    Abraços.

  6. Andre de POA :
    Nota 1000, parabens E.M. Pinto e Edu Nicácio. Gosto muito de artigos que misturem assuntos técnicos com história. Fica muito mais interessante. Continuem nessa linha que está ótimo.

    É isso aê, realmente está mt boa a matéria. poarabéns.

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