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Brasília entra na briga por fábrica de aviões

In Aviação Civil, Negócios e serviços on 13/08/2010 by E.M.Pinto Marcado: ,

https://i2.wp.com/www.aviationnews.eu/blog/wp-content/uploads/2008/09/fokker-xf70-xf100-series.jpg

A acanhada indústria brasiliense pode receber um reforço de peso para turbinar a economia local.

O Governo do Distrito Federal entrou na briga para trazer a fábrica de aeronaves da holandesa Next Generation Aircraft. Quatro países estão na lista de interessados: Argentina, África do Sul, Brasil e Turquia. Na disputa interna, Minas Gerais e Goiás manifestaram interesse. O governador do DF, Rogério Rosso, participou no início do mês, em Amsterdã, de uma reunião com os executivos da empresa e trouxe na bagagem uma carta de intenções assinada pelo presidente da companhia, Jaap Jacobson, para a instalação de um complexo industrial na cidade.

Com investimentos de R$ 1,6 bilhão, o negócio pode movimentar R$ 4 bilhões por ano e gerar 10 mil empregos diretos.

O objetivo é recriar o Fokker 100, do grupo Rekkof. A aeronave, batizada como F100-NG, teve a aerodinâmica modernizada e recebeu novos motores e equipamentos eletrônicos. A empresa trabalha no novo modelo desde o fim de 2008 e recebeu, neste ano, um crédito de 20 milhões de euros (o equivalente a R$ 45 milhões) do governo holandês para dar andamento ao projeto. A expectativa da NG Aircraft é fazer o primeiro avião voar em 1º de outubro de 2015. Em 2017, será lançado o F70-NG, de menor porte.

https://i0.wp.com/www.fliegerweb.com/user_bilder/Fokker100NG_400x263.jpgPara tanto, a empresa escolherá a cidade-sede da montadora no próximo 30 de setembro.

Para conseguir atrair o negócio, o Distrito Federal precisa dispor de área para instalação do parque industrial, de uma boa política fiscal e de um pacote de incentivos. O GDF tem três locais para oferecer: dois na saída norte, um próximo a Sobradinho e outro na altura da Granja do Torto; a terceira opção fica na DF-140, perto da estação de rádio da Marinha.

A área mínima para abrigar o projeto é de 300 hectares três milhões de metros quadrados, o equivalente a 300 campos de futebol. As terras pertencem ao GDF e poderão ser repassadas à fabricante por meio do Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico (Pró-DF).

A ideia empolga tanto o governador que ele quer criar o Polo Aeronáutico de Brasília para abrigar o terminal de cargas local e a montadora. O êxito desse projeto vai inserir definitivamente o Distrito Federal na produção de alta tecnologia global, diz Rosso.https://i2.wp.com/www.flyvba.com.br/livredecolagem/wp-content/uploads/2010/03/FokkerF100.jpg

Segundo ele, o desafio urgente é encontrar parceiros que apostem no projeto. O mundo está atento a Brasília e só é preciso perceber as oportunidades. Parque A NG produzirá, inicialmente, 75% da aeronave fora da Holanda.

Apenas a cabine será feita no país europeu, que tem a tecnologia e a licença para tanto. Para montar a maior parte do avião, é necessária a produção de 36 mil itens, distribuída em um parque industrial formado por 14 fábricas.

As peças são enviadas para a montadora, que fica no centro do terreno. Depois de cinco anos, a empresa holandesa passará a fabricar todo o avião no local.

Cada fábrica do complexo deverá gerar em média 700 empregos.

Para o presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Antônio Rocha, a cidade tem condições de suprir a mão de obra técnica. As universidades de Brasília formam muitos jovens capacitados.

Além disso, o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem) prepara-se para começar, no Gama, um centro de formação justamente para o setor, diz Rocha.

De acordo com o presidente, a iniciativa do GDF pode dar à indústria um papel fundamental na economia local.

O valor para instalação do complexo é de 700 milhões de euros R$ 1,6 bilhão. A NG procura um parceiro brasileiro para viabilizar 30% dos custos. Para tanto, linhas de créditos como a do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) podem ser fundamentais para avalizar a instalação.

Uma vantagem à disposição da capital da República é o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). Os recursos são oferecidos pelo governo federal para gerar o desenvolvimento econômico da região, mas o fundo é subutilizado pelos empresários locais. Só em 2010 foram previstos R$ 4,1 bilhões para todos os Estados DF, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul , sendo R$ 789,6 milhões para o setor empresarial brasiliense. Até o fim de julho, apenas 19,75% do montante havia sido emprestado no Distrito Federal. Se os R$ 633 milhões restantes não forem usados até o fim de setembro, eles retornarão aos cofres da União.

Custos O F100-NG tem capacidade para 122 passageiros e o F70-NG, para 85. A produção de cada aeronave na Europa gira em torno de US$ 10 milhões (R$ 17,7 milhões), com preço de venda de US$ 28 milhões (R$ 49,5 milhões).

O objetivo é aproveitar a mão de obra e os benefícios brasileiros para reduzir esses custos. Para os primeiros 12 meses de funcionamento, o parque industrial deverá produzir 60 unidades, com aumento gradativo para, em cinco anos, alcançar a fabricação anual de 84 aeronaves. O faturamento inicial esperado é de R$ 3 bilhões, podendo ultrapassar rapidamente a faixa de R$ 4 bilhões.

https://i1.wp.com/nycaviation.com/newspage/wp-content/uploads/2010/03/rekkof-xf100-620.jpg

Fonte: Correio Braziliense via Notimp

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33 Respostas to “Brasília entra na briga por fábrica de aviões”

  1. Opa! Mas ai entraria em concorrência com a Embraer! GF mande esta fábrica embora!

  2. espero que um dos três concorrentes brasileiros vença mas fico pensando se Brasília não e muito pequena para isso acho que vai da MG.

  3. outra coisa a nosso favor é que temos cultura aeronáutica torna o investimento mais seguro coisa que a Turquia e Argentina não tem.

    quanto a concorrência e natural o próprio EUA tem uma fabrica da embraer que compete com seus produtos e tem também a boeing e a Lockheed

  4. Mais uma fabrica legal, mas, mais um concorrente?

  5. Pessoal!!! Sem bairrismos….Uma fábrica de produtos aeronáuticos é bem vinda em qualquer país do mundo… só alguns desprovidos de lúcida visão pode discordar de concorrencia com produtos nacionais, ainda mais qndo será produzido aqui mesmo… alguém acha que a EMBRAER é de propriedade de brasileiros? tá enganado… BR ela só tem no nome… o importante são os empregos diretos e, principalmente os indiretos… sem falar na qualificação da mão-de-obra e desnvolvimento de tecnologias… em suma, VIVA A CONCORRÊNCIA… melhor ainda qndo ela ocorre em nosso país… (em tempo: alguém se lembra da ladainha que foi qndo o Collor abriu o país para entrada das industrias de autos mundiais – não que tivessemos uma embracar, pois toda industria automobilistica da época era de multinacionais – hoje produzimos carros tão bons qnto os de fora; pensem nisso…)

  6. O problema não mora na concorrência, ela é bem vinda. Mas, no fato que o Fokker é uma aeronave sem futuro. Repaginado ou não.

  7. Nesta aventura eu não embarco.

  8. Ótima noticia, trabalho a anos na Embraer e sempre sonhava em ver outras fabricas de avião no país, concorrência é sempre bom.

  9. “fato que o Fokker é uma aeronave sem futuro”

    E os holandeses são amadores em apostar 700 milhões de euros em uma aeronave sem futuro, certo? Gostam de queimar dinheiro…

    Seria efeito da maconha que eles fumam?

    Só aqui mesmo…

  10. Concordo contigo Ilya Ehrenburg, para mim F-100 NG é tão sem futuro quanto outros NG

  11. Meu caro Ilya, so me responde uma coisinha;Qual o porjeto mais velho e que voce acharia sem futuro: O fokker 100,o C-1A Trader ou o P-3 Orion, claro guadada suas devidas finalidades, será que a gloriosa é tão despreparada nas escolhas de seus vetores para operalos em TO.colega mais vale um projeto antigo bem refeito do que um projeto novo que é uma meleca, tal qual o F-35. Agora voce imagina se realmente vier esta empresa para nosso pais independente do estado, quantas ou melhor quantos novos postos de trabalhos serão criados pensa nisso camarada.

  12. Senhores vocês podem querer me crucificar, mas acho que a Embraer carece de concorrência interna.
    Há uma demanda enorme para turbo hélices mono e multimotores no país e no mundo, há demanda para helicópteros (nunca entendi o porque da Embraer não investir nisso) a demandas em muitos campos, UAV, aviação desportiva entre outras áreas onde a Embraer não atua como o do desenvolvimento de trens de alta velocidade que caberiam perfeitamente no seu escopo.
    Bem tudo isso para dizer que, o cobertor é curto e a Embraer tem que focar em certas fatias do mercado, porém se tivermos empresas complementares dentro do país desenvolvendo e produzindo estas ausências, quem ganha é o país e não vejo problemas nisso ao contrário, vejo solução.
    O que não concordo é com Dumpins para estas empresas se instalarem, financiamento com retorno em pesquisa desenvolvimento, participação nas tecnologias e royalts, patentes.
    Mas não dar dinheiro para instalar concorrente, isto não, ai sou contra, mas a indústria se instalar e competir num mercado que se encontra deficitário eu sou plenamente a favor.
    saudações
    E.M.Pinto

  13. Meu caro E.M.Pinto, não seria a nossa carga tributária um dos maiores impecilio ao nosso densenvolvimento ou ate mesmo o envestimento por parte da maioria dos investidores em nosso pais? vejamos, qual facilidade o GF da aos nossos empresario para que haja envestimentos solidos em pequisa e tecnologia neste pais? lembra-se da engesa em que banca rota ficou por falta de apoio, me diz se houvesse investimentos em educação técnica e técnologica e com insentivo, muito não se dispunha a investir em area de tecnologia avançada tal como trens de alta velocidade e ate mesmo de velocidade estável, então não viriamos o que é hoje um verdadeiro caos no transporte de carga dos nossos produtos.A embraer deve sim investir detro desua área mas muitos mais empresario tb devem ter acesso a financiamento para tb criarem outras embraeis claro em outras areas.Ah desculpas me empoguei.

  14. Acho bom a instalacao da fabrica no Brasil. nao importa se e Brasilia ou MG. O importante sao os empregos criados, quase todos de boa qualidade.

  15. Calheiros, estou plenamente de acordo com ausa explanação.
    Sds
    E.M.Pinto

  16. Claudecir Mees :
    Mais uma fabrica legal, mas, mais um concorrente?

    Com certeza, se bemvindos; é + emppregos p nós Brasucas.

  17. Ola Pessoal,

    Muito interessante ver a discussao entre os pros e contras desta possibilidade de uma nova fabrica de avioes no Brasil. Admito que no inicio tbm fiquei pensativo com a possibilidade mas acho que vale a pena lembrar alguns pontos:

    1- O mercado de aviacao civil é Global. Nao importa onde o aviao seja feito, sua projecao vale pra todos os paises onde o mercado seja disponivel (ex. a Embraer que vende aprox. 90% de sua producao civil para o exterior);
    2- A Fokker é uma companhia que tem reconhecida tecnologia e know-how em aeronaves e para este projeto-fabrica ela ja dispoe de 70% do capital necessario ou seja, está a procura de algum parceiro de risco(usando estes 30% como forma de negociacao sobre qual governo ou empresa pode dar mais beneficios). Em outras palavras, a fabrica vai sair, quer o Brasil e a EMB queiram ou nao e seja no Brasil ou nao;
    3- A possibilidade de ter mais um parque industrial aeronautico é incrivel. A quantidade empresas que se desenvolvem ( = empregos) gera um circulo virtuoso que bem poucos paises tem a oportunidade de ve-los crescer. O valor de divisas (U$) que entram no pais pela venda deste produto super manufaturado esta no topo da lista dos mais rentaveis.

    É por estes motivos e mais ainda pelo fato de que novos competidores irao surgir nos proximos anos (industrias instaladas na Russia, China, Japao e Canada) que seria importantissimo tentar trazer esta fabrica para o Brasil (ja que temos a chance – bastaria deixar de construir “1” estadio novo para a Copa de 2014!!!). O projeto e design dessa classe de avioes regionais ja nao é misterio pras companhias de aeronaves e mais ainda, as vendas sao garantidas para os avioes que sejam competitivos com alguma inovacao. Qto aos que pensam que o NG nao tera futuro segue abaixo um trecho das novas caracteristicas desta maquina (as metas) retiradas de uma pequena apresentacao que me foi enviada por um colega que tbm trabalha com aeronaves.

    “F-100NG:
    10% lighter – 18% less fuel – 18% less CO2 – 70% less noise
    15% less operating cost than its nearest competitor” (sub-entendido Embraer!!)

    Agora é so esperar pra ver. Sorte nossa que a Emb nao dorme no ponto!!! Sds.

  18. Como diz um colega, não existe almoço de graça… Estes caras vem atrás de financiamento do BNDES. E a morada ideal para isso é Brasília.

  19. mais fabricas podem trazer mais pesquisa, mais impostos, parcerias entre universidades, pesquisadores e entre as duas empresas tb para projetos conjuntos, alem disso, pode favorecer para trazer fabricantes da cadeia de suprimentos/fornecedores, o que da mais dinamismo, economia, logistica, empregos… sera sem duvida, muito positivo se vier…

  20. EMBRAER…what do you think of that? good or bad idea? realistic or not?

    O presidente da Dassault Falcon, do grupo francês Dassault Aviation, fabricante do jato Rafale, disse que caso a decisão do Brasil seja favorável ao caça francês, dentro do projeto do F-X2, a parceria com a Embraer na área militar poderá ser ampliada na área de jatos executivos. ” Nossos jatos têm concorrência limitada com os da Embraer. Podemos trabalhar juntos”.

    http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?datan=13/08/2010&page=mostra_notimpol#7

  21. O que eu vejo:

    Os holandeses querendo voltar ao mercado, com um projeto “repaginado” mais ou menos como um 737-800 em relação à um 737-200. Procurando um local para uma “planta” que seja mais barato que a própria Holanda.

    Agrega valor ao Brasil? vale a pena financiar uma planta dessas se já temos uma Embraer, que tem produtos tão ou mais competitivos que esse Fokker 100/70 atualizado?? E desenvolvidos com ENGENHARIA nacional??? Onde eles vão agregar??

    Sobre uma concorrência interna, Edilson, concordo, existia a Neiva que foi incorporada pela Embraer. Talvez o mercado careça de um fabricante de aviões leves. Seria interessante o Governo financiar a implantação nos mesmos moldes da Embraer, começando pequeno, com um projeto de avião tipo Bandeirante, ou até mais simples, mas desenvolvido aqui, para as condiçoes do Brasil.

    Outra Helibrás não, por favor.

    []’s

  22. De toda a forma irá existir essa nova concorrencia, entao que seja fabricado aqui, assim teremos mais postos de trabalho, alem de que seja possivel a redução de custas na fabricação de aeronaves, já que algumas peças terão sua demanda aumentada

  23. Se essa fábrica vier pra cá, será excelente. Concorrência sempre é positiva. Além do mais, será ótimo para as empresas aqui do Brasil que fornecem para a Embraer terem mais um comprador para seus produtos. Uma nova fábrica também poderia absorver parte dos 4000 funcionários que foram mandados embora e seria um empreendimento bem mais interessante para ser financiado pelo BNDES do que hidrelétricas no Ecuador, por exemplo.

  24. A briga bonita ainda vai começar.Vamos ver se o Sr.Sarney aceitara dividir igualmente os royaltes de seu protetorado…è,acho que RJ,SP e ES terão mais um aliado.

  25. Sim eles vão criar empregos e esperam lucrar muito com nossa mão de obra barata.Vamos ver se eles conseguem se criar na casa da EMBRAER e com o poder que a Embraer tem.Caso não consigam que deixem os impostos pagos antes de sair.

  26. Tenho minhas duvidas quanto as promessas dos concorrentes do FX.A Embraer ja é uma pedra no sapato deles e implementar ela na Defesa o mercado deles ainda diminui mais.Sinceramente não me empolgo com nada que tenho ouvido destes senhores e suas promessas.

  27. Só tem uma explicação para ESSA POSSÍVEL NOVA FÁBRICA de aeronaves:
    – O vencedor do FX-2 RAFALE F3!
    Já que a EMBRAER não quer o caça francês essa é um hipotético pólo industrial para transferência tecnológica!

  28. Não sou contra empreendedores, ao contrário. Sou favorável a qualquer indústria, diga-se. Mas, no que tange ao projeto deste post, devo manifestar minhas dúvidas sinceras.

    O Fokker 100 apareceu com uma solução econômica para trajetos curtos e médios, com capacidade de 100 lugares. Seu custo operacional era, então, sensivelmente mais baixo, com os concorrentes da Boeing (737-series) e Airbus (A320-319). No entanto, hoje, ele possui várias outras aeronaves para trajetos curtos, que proporcionam melhor desempenho econômico, tal como os E-Jets da Embraer…

    Se você fosse adquirir aeronaves novas para sua empresa aérea, para trajetos curtos e médios, você escolheria um Fokker-100, mesmo que repaginado?
    Ou escolheria o moderníssimo Superjet-100 da Sukhoy, ou então os aprovadíssimos jatos da linha da Embraer (E-170, E-190)?

    Como investidor, eu seria extremamente reticente quanto a este projeto. E para responder ao amigo que em sua intervenção, apontou uma suposta inefabilidade (de inefável; que nada possa ser dito) dos executores por serem holandeses, lembro, que não são eles (os holandeses) exemplo de competência empresarial na Europa, muito pelo contrário, dentre os executivos europeus, colhem-se piadas sobre os filhos de Amsterdã (ou Amsterdan. Que se escolha)…

    Em tempo: uma fonte informou-me que a Argentina desponta como favorita para a instalação de tal indústria.

  29. Querendo ou não a tt vai ser repassada a ela direta ou indiretamente com a Dessault gostando ou não pois ´[e ela que nos representa no segmento.

  30. Que tola humanidade que guarda suas riquesas em solo norte-americano.Vamos la buscar nosso ouro e veremos se eles nos devolvem…Antes batiamos as portas do mundo implorando comprar algo moderno que precisavamos.Agora mudou e terão de vendernos aquilo que queremos comprar e que precisamos na forma como desejamos ou então busquem outros contratos mundo afora…Algo me diz que a Titia Dilma ganhando vai ter um piripaque e fechar com SU-35BM ou quem sabe SU-37 Terminator e tambem sistemas de defesa anti-misseis.A França nação amiga e aliada devera aceitar ja que temos com a mesma bons contratos.Deveriamos nos aproximar-mos tambem um pouco mais da Russia na sentido reciproco e não com a China.Uma coisa é certa,nossa sociedade desperta,nossos militares são honrados e nossos centros de pesquisas brilhantes.Muitos te invejam amado Brasil e queriam ser voce.

  31. Bom gente, vai concorrer com a Embraer? Sim. Mas pensem, ela vai concorrer com a Embraer seja onde ela se instale, afinal, a maioria das vendas é exportada.
    Se essa industria se instalar na Africa do Sul, Argentina ou Turquia, vai concorrer com a Embraer do mesmo jeito.
    Então que se instale por aqui, e traga toda a tecnologia, empregos, PIB, que ela vai levar para onde for, seja onde for e ponto final.

  32. Que venham,que gerem empregos.O que mais a EMBRAER gosta é de competir e competindo se destaca dentre produtos assemelhados e se firma cada vez mais como referencia.

  33. Pessoal, a Embraer ja trabalha em uma nova familia de jatos com maior capacidade, ou seja ela esta em evolução, ja tem a aprovação das principais cias aereas do mundo, essa farbica vindo pra ca é importante pra gerar empregos, mas até lá a embraer ja esta mais amadurecida, outro detalhe é que o F-100 ja estava no mercando enquanto a Embraer ainda fabriva o Brasilia…a embraer cresceu , os Holandeses é que pararam no tempo, ou seja, mercado para esse avião existira, mas não creio que haverá perda significativa de mercado para a Embraer, o que poderia exitir é uma parceiria entre ambas uma vez que a embraer pretende fabricar aviões acima de 130 até 200, uma parceira com idia de fabricar um produto até 120 lugares seria, interessante.

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