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Marinha adquire 8 aeronaves C-1A Trader

In Aérea, Aviões de Combate, Defesa, Naval, Negócios e serviços on 13/08/2010 by E.M.Pinto Marcado: , , , ,

https://i1.wp.com/cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/7/1/7/1012717.jpgTexto: E.M.Pinto

Plano Brasil

A Marinha do Brasil adquiriu  oito células da variante cargueira a da aeronave Traker que anos atrás operou a bordo do nosso Navio Aeródromo, A 11 Minas Gerais.

As novas aeronaves adquiridas são da versão C-1A Trader que  serão modernizados e utilizados para  missões COD  ( Carrier Onboard Delivery) e Reabastecimento em Voo – REVO.

A escolha destas células foi bastante acertada, uma vez que os Trader, diferem das variantes anti-submarino e AEW, por possuir uma célula de diâmetro mais alargado, comportando assim mais tripulantes e com maior volume interno.

A Marinha assim espera reativar a sua força aeronaval embarcada no NAe A-12 São Paulo, contando com aeronaves de apoio COD e REVO e futuramente, com outras células que serão convertidas para a função de alerta aéreo antecipado,  AEW (Airborne early warning).

A aquisição destas aeronaves era bastante aguardada e agora o passo seguinte será a efetivação dos contratos de update das células convertendo-as para as funções que irão efetuar.

DIRETORIA DE AERONÁUTICA DA MARINHA
EXTRATO DE CONTRATO Nº 1

Carta de Oferta e Aceite BR-P-SDI
Processo:NUP 63003.000415/2010-53; Objeto: Aquisição de 08 (oito) células de aeronaves C1-A Enquadramento: Decreto nº 3.831, de 1º de Junho de 2001; Partes: Acordo por Troca de Notas celebrado entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América. Valor: U$ 234.806,00 Vigência:
06/08/2010; Assinatura 06/08/2010. CA DILERMANDO RIBEIRO LIMA Adido Naval nos Estados Unidos da América e no Canadá.

EXTRATO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 1
Carta de Oferta e Aceite BR-P-SDI Processo:NUP 63003.000415/2010-53; Objeto: Aquisição de 08 (oito) células de aeronaves C1-A Enquadramento: Decreto nº 3.831, de 1º de Junho de 2001; Partes: Acordo por Troca de Notas celebrado entre
o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados
Unidos da América. Valor: US$ 234.806,00.Vigência: 16/07/2010 ;Assinatura 16/07/2010. S CA DILERMANDO RIBEIRO LIMA Adido Naval nos Estados Unidos da América e no Canadá.

EXTRATOS DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO
TCAL Nº 63003000194/2010-13; Objeto: Transporte de oito células de aeronaves C-1 A TRADER adquiridas junto ao Governo dos Estados Unidos da América por meio do programa FOREIGN MILITARY SALES -FMS CASE; Enquadramento: Caput do Art. 25, I
da Lei 8.666/1993; Justificativa:; Valor: U$ 99.969,00 (Noventa e nove mil, novecentos e sessenta e nove dólares americanos)DAT 11/03/2010. CMG RÔMULO BRANDÃO MAIA – Ordenador de Despesas. Ratificação: 11/03/2010 por CA NELSON GARRONE
PALMA VELLOSO – Diretor de Aeronáutica da Marinha

TCAL Nº 63003000238/2010-13; Objeto: Aquisição de cinquenta e seis capacetes de voo
24/03/2010 por CA NELSON GARRONE PALMA VELLOSO – Diretor
de Aeronáutica da Marinha
Enquadramento: Caput do Art. 25, I da Lei 8.666/1993; Justificativa:; Valor: U$ 99.512,00 (Noventa e nove mil, quinhentos e doze dólares americanos)DAT 24/03/2010. CMG RÔMULO BRANDÃO MAIA – Ordenador de Despesas Ratificação:

TCAL Nº 63003000277/2010-11; Objeto: Visita técnica para inspeção
das células da aeronave S-2G Tracker no Uruguai Enquadramento:
Caput do Art. 25, I da Lei 8.666/1993; Justificativa:; Valor: U$7.991,00 (Sete mil, novecentos e noventa e um dólares americanos) DAT 31/03/2010. CMG RÔMULO BRANDÃO MAIA – Ordenador
de Despesas – Ratificação: 31/03/2010 por CA Nelson Garrone
Palma Velloso – Diretor de Aeronáutica da Marinha

Fotos Turbo trakers da aviação naval Argentina

Fonte: Poder Naval

https://i1.wp.com/upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3a/S2TrackerSaoPaulo.jpg

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26 Respostas to “Marinha adquire 8 aeronaves C-1A Trader”

  1. Fica aespectativa para as aeronaves de Alerta Antecipado. Qual o melhor disposição e especificação de radar para se adaptar aos Trakers?

  2. Deveriamos na pior daas hipóteses, comprar uns vikings para função ASW né ai sim ficaria mais chique, alguem saberia me dizer se ja começaram a modernizar os A-4?????

  3. Òtimo, estamos a caminho da especialização, assim q tem q ser.

  4. Qual seria o inconveniente de adptar estes “Traders” a função de ASW ??
    Penso que a sua maior autonomia e maior capacidade carga os tornariam mais capazes do que os “Trackers” originais!

  5. Bom, é um avião velho…
    É certo que será modernizado. Servirá para estabelecer a doutrina até, quem sabe, termos os nossos dois porta-aviões que estão dentro dos planos da Marinha Brasileira.

  6. Creio que não ficaremos no estado da arte, mas pelo menos estaremos em operação e adestramento. menos ruim.Ah que o opalão num dê xabu outra vez.

  7. Calheiros que eu saiba o Sampa está em testes de mar, efetuados dentro do cronograma para entregá-lo no fim do ano.
    sds
    E.M.Pinto

  8. Isto mesmo Danial, para esta função não se necessita de uma aeronave tão nova,a s células dos tracker e trader, ainda tem muita vida útil, estas aeronaves serão aparelhadas com motores novos, aviônica nova e radaresnovos.
    no caso da variante AEW será mais complexo. mas veja, para esta função estes aviões estão muito bem, pois uma aeronave para este perfil tem por objetivo servir de plataforma para o radar nada mais, servindo de alerta aéreo antecipado, sua função é permanecer no ar rastreando os céus e vetorando os caças.
    um helicóptero faria isto, tendo a vantagem de que o turbohélice é mais rápido chga mais rápido e sai mais rápido, uma aeronave a jato voaria mais alto e mais rápido, mas também gastaria mais combustível ao mesmo tempo que o turboélice da para o gasto.
    Sds
    E.M.Pinto

  9. Concordo com o DANIEL, essas aviões estão muito velhos, será que a EMBRAER não teria condições de fabricar um modelo similar com uma tecnologia de ponta…
    sei não mas ta parecendo que aos Trakers é um tapa buraco maior do que o proprio buraco.
    Abração

  10. Se tivéssemos porta aviões da classe Nimitz, estes seriam meios totalmente inadequados… más dentro do nosso contexto acho que tanto os Traders, como os Trackers,como os AF-1 , todos modernizados, são adequados ao que temos:

    – O opalão ( reformado e modernizado).

    O qual, junto com estes vetores aéreos ( idem modernizados) formam um conjunto próximo do melhor possível, dentro da equação custo/beneficio.

    Este conjunto no teatro das marinhas sul americanas é efetivo. Além de servir para mostrar bandeira nos países da América do Sul e nos países africanos da face atlântica.

    Servirá também para manter e aperfeiçoar a doutrina…

  11. Só acho que mesmo sendo com o A-12, está mais que na hora de começar a investir em Vants com capacidade de alerta aéreo antecipado.

  12. Alguém saberia me dizer quantas aeronaves Traders ou Trackers a Marinha já dispunha antes dessa compra ?

  13. Nenhuma Nelson, quem operava o P16 Tracker era a FAB.
    as células adquiridas pela Marinha nada tem haver com aquelas operadas pela FAB.
    sds
    E.M.Pintohttps://pbrasil.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=approvecomment&p=6168&c=34099&_wpnonce=97669379a7

  14. Como manutenção de doutrina, da capacidade de operar um PA; a modernização do A-12, dos A-4, a comprar desses Traders/Tracker modernizados fazem sentido. Ou seja, é manter a capacidade operacional da Marinha em relação aos PAs. Mas vamos aguardar para que novos PAs realmente efetivos, junto com as novas escoltas e submarinos coloquem a MB no nível de uma Armada Espanhola, por exemplo.

    []’s

  15. Aos poucos a Marinha vai conseguindo reforçar a ala aérea embarcada no A12 São Paulo. Quando todas as aeronaves estiverem disponíveis, a Força Aeronaval terá à sua disposição aeronaves para defesa aérea da frota A-4M, em processo de modernização na Embraer, C-1 para COD e REVO, S-2 para AEW, além dos helicópteros MH-16 Sea Hawk (SH-70B Sea Hawk) e UH-15/A Super Cougar (EC-725), para missões de guerra antisubmarino (ASW), guerra antisuperfície (ASuW), transporte geral e busca e salvamento (SAR).

  16. Grato pelo

    E.M.Pinto :Nenhuma Nelson, quem operava o P16 Tracker era a FAB.as células adquiridas pela Marinha nada tem haver com aquelas operadas pela FAB.sdsE.M.Pintohttps://pbrasil.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=approvecomment&p=6168&c=34099&_wpnonce=97669379a7

    Grato pelo esclarecimento amigo E.M.Pinto, mais uma coisa, você sabe se a FAB ainda possui essas aeronaves operando?

  17. Alguem sabe se a MB tem a inteção de operar aeronaves de asa fixa nas operações ASW?

  18. Amigos não esqueçam, que no final somos índios, isso vai sair muito caro 12 vezes mais caro,lembra do P-3A, lembra do vidrinho espelho sendo trocado por 100 kg de ouro puro na colonização, isso ainda não mudo, o barato sai caro no final, ainda temos que moderniza e compra armamentos, e ai que vamos dança “CARAMURUUUUUUUUUU”

  19. Já estão para chega às maravilhosas aeronaves C-1A ‘Trader, olha que maravilha, visão do INFERNO.

    .

    .

    .

    .

  20. Enquanto não fabricamos nossos próprios caças,
    as modernizações, que estão sendo feitas em boa parte no Brasil,além da economia e domínio sobre os equipamentos, agregam conhecimento e capacitação para a indústria nacional de defesa.

    Por exemplo, no caso do AMX e AF-1:
    ……………………………..
    *(Citação)

    “No AMX, ausência de um radar multímodo vai ser corrigida e já foi feita a assinatura do contrato de compra de 60 unidades do radar FIAR/Mectron SCP-01 Scipio, otimizado para funções ar-solo e ar-mar, mas também capaz de operar em modo ar-ar (autodefesa). O A-1 terá como armamento de curto alcance os mísseis MAA-1B Piranha (e quem sabe o A-Darter), orientados por infravermelhos, da Mectron.

    Outra deficiência da aeronave diz respeito ao seu motor, que começa a apresentar problemas na disponibilidade de peças de reposição, encarecendo a logística de manutenção do modelo. Quanto ao armamento disponível, uma das mais gritantes deficiências do avião, uma revolução acontece. A nova suíte aviônica, similar a utilizada no F-5 EM e A-29, facilitará sobremaneira a operação da aeronave, aliviando a carga de trabalho do piloto através de modernos mostradores digitais multifuncionais, comandos HOTAS (mãos no manete e manche) e sistemas digitalizados de comunicação rádio e datalink.
    O novo equipamento designador laser que está sendo introduzido, de origem israelense, permite ao A-1 realizar ataques stand-off com bombas guiadas, e como o novo cockpit digital já virá preparado para o uso de NVG, os óculos de visão noturna Anvis transformarão a noite em dia para os pilotos de ataque da FAB. O radar multímodo tem papel crucial nas missões de ataque antinavio, um dos principais perfis de operação do A-1, permitindo programar os mísseis do tipo Exocet ou Harpoon com os últimos parâmetros de localização de seus alvos, além de prover orientação de meio curso para mísseis disparados por outro A-1, por exemplo.

    Outra arma fundamental na modernização do A-1 é o míssil anti-radiação MAR-1, da Mectron. 100 unidades foram adquiridas pelo Paquistão, o que comprova a efetividade técnica do projeto. Armamento típico de emprego no primeiro dia de uma guerra aérea, o MAR-1 destrói radares guiando-se pelas suas emissões, deste modo limpando o caminho para outras aeronaves atacarem alvos de grande valor, enquanto a defesa aérea inimiga fica virtualmente às cegas. É um armamento estratégico, e na opinião deste jornalista, um dos principais a disposição do arsenal da FAB no momento. Já está anunciada a integração ao A-1 das bombas guiadas do fabricante brasileiro Britanite, semelhantes aos kits GBU-12 e GBU-16 adaptáveis para artefatos da série Mk-82 e Mk-84. Outra arma de fabricação nacional, a controvertida bomba cluster, também está confirmada na lista de armamentos do A-1.

    Quanto ao estado das células, a modernização permitirá a padronização de determinadas diferenças entre os três distintos lotes de produção do A-1, que começou a operar na FAB em 1989. Como foi aprendido no programa do F5-EM, este processo demanda esmerado planejamento e está sujeito a muitos imprevistos. Deve-se comentar aqui que dez células não serão modernizadas, devido a problemas de estocagem em Santa Cruz, e servirão de fonte de peças de reposição e apoio a treinamento no solo. 43 aeronaves foram contratadas para esta modernização, tendo a EMBRAER como principal integradora e a Elbit/Aeroeletrônica como empresa associada ao programa.

    Equipado com um radar eficaz, aviônica digital no estado da arte, sensores como FLIR, telêmetro laser e dotado de um eficiente datalink, e principalmente, equipado com armas capazes de lançamento à distância, o A-1 se transformará numa dor de cabeça terrível para seus possíveis adversários. Pequeno e veloz, habilitado a voar grandes distâncias e de ser reabastecido em vôo, o AMX pode destruir com eficácia alvos como usinas hidrelétricas, pontes, pátios ferroviários, refinarias, centros de comando, depósitos de suprimentos, bases aéreas, e mesmo atacar forças navais inimigas, tanto em águas azuis quanto na faixa litorânea.
    .
    O AF-1 Falcão
    .
    No caso da modernização da Marinha para seus caças AF-1 Falcão, o padrão a seguir será o mesmo da modernização do A-1, com diferenças no radar, provavelmente um modelo israelense focado em missões ar-mar, e em alguns detalhes de equipamento específicos de aviões navais. Os sistemas de aviônica dos AF-1 serão completamente modernizados, juntamente com a revitalização estrutural das células e revisão completa de motores e acessórios. Mísseis já operados pela Marinha Brasileira, como o Exocet, poderão fazer parte do arsenal do pequeno jato, em suas versões aerolançaveis. Capacete integrado a visor designador de alvos, mísseis de curto e médio alcance e sistemas de contramedidas eletrônicas ativas e passivas complementam o pacote.

    A frota de AF-1 será reduzida a 12 exemplares (09 monoplaces e 03 biplaces) modernizados, dos 23 adquiridos no Kuwait. Se cumpridas todas as metas em termos de equipamentos, aviônica e armamento, a Marinha do Brasil passará a contar com um eficaz avião de ataque, e relativamente capaz de missões de interceptação, se equipado com mísseis BVR. Importante que se diga que a Marinha compreende a necessidade de um vetor de AEW&C para operar embarcado, em parceria com os AF-1, provendo a cobertura radar e a consciência situacional dos caças frente a um amplo leque de ameaças. Estudos já foram iniciados de modo a dotar o porta aviões São Paulo com um grupo de comando e controle aerotransportado, equipado com aeronaves do tipo Tracker P-16 convertidas para motores turbo hélice e equipadas com o sistema digital sueco Erieye, o mesmo modelo de radar dos EMBRAER E-99A do Esquadrão Guardião (2º/6ºGAV).

    Itens importantes, como geradores de oxigênio a bordo (OBOGS), novo sistema de controle ambiental e a completa revisão das táticas e doutrinas de emprego certamente trarão de volta para os A-4K Skyhawk a letalidade que a aeronave não oferecia em sua configuração atual, que além de ser completamente analógica, só permitia ao modelo carregar bombas “burras” e disparar obsoletos mísseis ar-ar AIM-9 Sidewinder de geração anterior. Traduzindo, o AF-1 servia única e exclusivamente para treinamento e manutenção da proficiência das tripulações navais em operações embarcadas, sem oferecer efetividade como sistema de armas, devido à defasagem tecnológica. Mas se enganam aqueles que julgam que a Marinha do Brasil ficou parada no tempo.

    As poucas aeronaves mantidas em condições de vôo permitiram a Aviação Naval formar certa quantidade de aviadores de asas fixa, mesmo que em pequeno número, e as operações conjuntas com a FAB aprimoraram técnicas de reabastecimento em vôo (a marinha não dispõe de aeronave cisterna) e mesmo permitiu o conhecimento de novas táticas, procedimentos operacionais, etc. Com a modernização, este seleto grupo de oficiais aviadores navais, qualificados e confirmados em operações de pouso e decolagem no convés de um porta aviões, muito bem treinados e equipados, certamente poderão voar os AF-1 no máximo de suas possibilidades como avião de ataque.

    Uma observação importante diz respeito ao emprego do A-4 como interceptador. Este avião é subsônico, não conta com pós combustor em seu reator, portanto desenvolve baixa velocidade. E, apesar da sua extrema manobrabilidade e de ser um delta com cauda convencional capaz de levar grandes cargas, o fato é que o AF-1 não foi projetado para este tipo de missão, mesmo se dotado de radar moderno e usando mísseis de médio e curto alcance. A Marinha do Brasil ainda procura o seu caça de defesa da frota. Uma solução de baixo custo poderia ser a compra de células usadas das versões C e D do F/A-18 Hornet mais antigos, e sua posterior modernização no Brasil para o padrão F5-EM de aviônica, retrofit estrutural e compatibilização da aeronave com a catapulta e aparelho de parada do NAe São Paulo. Obviamente, tal cenário ganharia mais probabilidade de acontecer caso o Super Hornet F18-E/F vença a concorrência do FX-2 da FAB. Mas permanece a certeza, o AF-1 não é um interceptador. Ele é excelente no combate aéreo aproximado, mas seu emprego mais eficaz é como aeronave de ataque, sem dúvida.”

    *(Texto de Roberto Caiafa, Jornalista WEBASAS)
    ————————————————

  21. Essas aeronaves, por menos que tenham voado, tem mais de 50 anos de idade. De operação pelo menos uns 40.

    Realmente acredito que o Brasil precisa mudar essa postura de continuar comprando coisa usada e começar a adquirir aeronaves novas. Ou ainda, desenvolver suas aeronaves com tecnologia nacional, banisse se a aeronave fabricada no Brasil for uma M… pelo menos e nossa M.. e não Estrangeiras

  22. É Ricardo, não dá pra ficar alegre não, isso chega até as FAAs do Brasil, porque para eles(EUA) é lixo.


    É uma tristeza, ainda vamos superar todas essas dificuldades que nos a tormenta, para mais tarde valorizarmos aquilo que tivermos, desde material bélico até as parcerias que hoje nos são negado.

  23. “…aeronaves do tipo Tracker P-16 convertidas para motores turbo hélice e equipadas com o sistema digital sueco Erieye, o mesmo…”

    Não sabe como um Tracker dobra as asas e escreve uma asneira sem tamanho como essa…
    No mais são de chorar as idéias da MB p/ sua aviação embarcada, trabalhinho de amador, mas gastando dinheiro publico.

  24. Antes de postar a matéria já tinha observado este erro do jornalista Roberto Caiafa e pode haver outros… más isso não invalida o texto, que no geral está correto.

    Quanto a atualizações e modernizações , estas são feitas no mundo inteiro, são válidas e não são obstáculo para a compra de equipamentos novos, nacionais ou importados.

  25. Cuidado com essa devoção cega aos USA…também gosto de tecnologia apurada e tal, mas gosto mais do meu país e tradições…estamos atrasados devido a incompetência histórica de nossa classe dominante inerte,ignorante ,acéfala,viciada e preguiçosa…culpa de nossa colonização “exploratória” lusitana,se fosse germânica as coisas seriam diferentes. O fator tempo ,nossos políticos e empresários não tem visão desenvolvimentista…espero que tomem decisões o mais rápido possível,pois o inimigo é cruel e está a espreita. Prioridades:

    Abraço,

  26. ola, amigos
    vejo que vcs estão apenas preocupados em falar de si mesmos e “dizerem” o que sabem;falando mal do próximo.
    Este lugar é um forum de debate profissional, visionario, que debate soluções e aponta seus horizonte.
    Suas demandas pessoais devem ser deixadas no seu campo.
    Mas sobre o comentario de tecnologia nacional para um avião navalizado esbarra no mercado que é curtissimo e dominado interiamente por americanos, franceses e russos.
    Seria interessante ensaios de parcerias neste setor. Sabemos o que o Brasil já tem alguma estrada neste campo.

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