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Baixas silenciosas

In Conflitos, Defesa, Geopolítica on 14/08/2010 by konner7 Marcado: , ,

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Produzem-se em silêncio e segredo entre os efetivos estadunidenses que combatem ou combateram nas guerras que W. Bush lançou e Barack Obama continua. Junho foi o mês mais cruel: suicidaram-se 32 soldados, um número superior ao de qualquer mês da guerra do Vietnã. Onze não estavam em atividade e sete dos restantes cumpriam serviço militar no Iraque e/ou Afeganistão. São cifras oficiais (www.defense.gov, em 15/07/2010). Em 2009 245 efetivos ceifaram suas próprias vidas e a cifra este ano pode ser superada: 145 se suicidaram no primeiro semestre e 1713 tentaram-no, sem êxito. A taxa é mais alta que a da correspondente [aos suicídios] na população civil dos EUA.

O militar Tim Embree testemunhou em 25 de fevereiro, ante a Comissão de Assuntos relativos aos Veteranos da Câmara de Representantes. Declarou em nome dos 180 000 associados de Veteranos Estadunidenses do Iraque e do Afeganistão (IAVA, em sua sigla em inglês), países aos quais foi enviado para combater duas vezes:

“No ano passado mais efetivos tiraram suas próprias vidas do que morreram em combate no Afeganistão – assinalou. A maioria de nós conhece um companheiro que o fez ao regressar para casa e os números não incluem sequer a quem se suicida quando termina seu serviço: estes estão fora do sistema e suas mortes podem ser ignoradas” (www.iava.org, 15-7-10).

Talvez não fossem seres humanos,mas apenas material descartável.

Embree recordou as cifras publicadas pelo semanário Army Times, que divulga notícias do exército e possibilidades de carreira na instituição:

“18 veteranos se suicidam a cada dia e se registra uma média mensal de 950 tentativas de suicídio entre veteranos que recebem do departamento federal correspondente algum tripo de tratamento (www.armytimes.com, 24/04/2010)”.

Trata-se de veteranos de todas as guerras que os EUA desencadeou em terras estrangeiras e padecem, em geral, de PTSD [Post-Traumatic Stress Disorder]. Antes se chamava de neurose de guerra ou fatiga de combate ou choque e ainda outros nomes. O PTSD reúne todos esses sintomas.

A publicação mensal Archives of General Psychiatry divulgou uma pesquisa independente sobre 18 300 soldados examinados depois de terem voltado do Iraque há três meses ou há um ano: de 20 a 30% sofriam de PTSD e uma depressão profunda abatia a 16% (www.archpsyc.amaasn.org, junho de 2010). A dificuldade dos veteranos em se reintegrarem à vida civil, a violência doméstica que protagonizam, os casamentos desfeitos, a drogadicção e os suicídios se explicam. Em fins de 2009, segundo dados do Departamento de Veteranos do governo, mais de 537 mil dos 2,04 milhões que serviram no Iraque e no Afeganistão solicitaram atendimento médico (www.ptsd.va.gov, fevereiro 2010).

A dificuldade se agrava porque regressam a um país com um desemprego cada vez maior. Segundo uma investigação da IAVA, 14,7% dos veteranos são desocupados, índice 5% superior à media nacional (www.iava.org, 2/4/2010). Assim, o número dos que perderam suas casas aumenta. Um informe da Coalizão Nacional dos Sem-Teto [National Coalition for the Homeless] indica que 33% vive nas ruas e que um milhão e meio corre o risco de ficar sem teto devido à pobreza e à falta de amparo do estado (www.nchv.org, setembro de 2009). Estão ausentes dessas cifras os veteranos fisicamente incapacitados de buscar e manter um trabalho.

Kevin e George Lucey, pais de um soldado que tirou a própria vida contaram uma das tantas histórias que os números escondem. Em 22 de junho de 2004 seu filho, Jeff, de 23 anos se jogou do sótão da casa (www.democracynow.org, 8/9/2010). Era cabo do corpo de fuzileiros [mariners] e tinha regressado do Iraque em julho do ano anterior. A mãe relatou que um mês depois de ter começado a participar da invasão enviava cartas para a sua noiva, nas quais dizia das “coisas imorais” que ele estava fazendo. Uma vez em casa, Jeff começou a falar frases desconexas sobre Nasiriya, a cidade a sudeste de Bagdá em que teve lugar a primeira grande batalha dos invasores contra o exército regular iraquiano. Um dia recebeu sua irmã Amy com lágrimas nos olhos, dizendo-lhe que era um assassino. Antes de se suicidar, deixou sobre sua cama as chapas de identificação dos efetivos iraquianos que havia matado, ainda que eles estivessem sem armas. Jeff costumava observá-las com frequência.

Os psiquiatras e psicólogos militares carecem de conhecimentos para enfrentar essas enfermidades. Mark Russel, comandante da Marinha especializado em enfermidades mentais descobriu que 90% do pessoal que cumpre essas funções não tem a formação necessária para atender aos casos de PTSD. Limitam-se a prescrever drogas como Paroxetina, Prozac ou Gabapentina [Neurontin], que acentuam e até produzem os sintomas, e a devolverem os soldados a suas unidades (www.usatoday.com, em 17/1/2007).

Na segunda-feira passada (9/8) o presidente Obama disse ante uma convenção de veteranos incapacitados em Atlanta que seu governo estava tomando os máximos esforços para prevenir o suicídio e outras consequências do PTSD. Para o pai de Jeff, isso é pura hipocrisia.

Tradução: Katarina Peixoto

Fonte: Carta Maior

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48 Respostas to “Baixas silenciosas”

  1. Hipocrisia, concordo.

  2. Lutar sem justa causa dá nisso.

  3. Com a o alistamento compulsório, isso seria visto com outros olhos pela sociedade, mas hoje a tropa americana é profissional, cheio de latinos e imigrantes em suas fileiras. A sociedade americana está pouco se lixando para estes caras. Uns buscam o Green Card, outros uma remuneração temporária. O melhor mesmo seriam se transformar em Mercenários, pois assim teriam uma profissão para sempre, não temporária. Voltam e como a Guerra não é algo ainda 100% aceita pelos americanos, os ex combatentes não têm vez nesta sociedade. No Brasil e em outros países como a Rússia, foi e seria pior. Lá ainda se têm algum respeito pelos ex-combatentes, mas ninguém dá almoço de graça para estes caras. Estão mais preocupados em índices do mercado financeiro e manter seu clube de golf.
    É cruel e todo mundo que se aventura nesta história de Iraque/Afeganistão sem uma carreira militar definida pode se preocupar, pois o retorno será pior que o período no front. Sempre é assim. Em todas as Guerras foi assim, inclusive no Brasil com Getúlio desprezando os pracinhas depois da WWII.

  4. MAIS MAIS MORTE NÃO BASTA É A MENTE INSANA DOS HOMENS.

  5. A resistência Afegã e Irakianos só agradece, contínuem.

  6. Suicídios conscientes são lamentáveis e moralmente condenáveis. A ação militar americana no Oriente Médio se fez/faz necessária. Urge mudança estratégica. Não se combate uma ideia apenas com bombas, mas com outra ideia. A força da palavra acompanhando a força militar. O que se está combatendo não é o islamismo, mas o pseudoilamismo. O soldado americano precisa estar mais bem informado sobre as reais implicações, que vão alem da ameaça à Democracia. É preciso combater estes fanáticos a qualquer preço ou o mundo perecerá.

  7. A diversão dos caras é atirar com AK, e depois voltam pra casa pra chorar…

  8. Eu não canso de repetir: Desejo que os gordos fedorentos permaneçam no Iraque e no Afeganistão. A lição ainda não foi aprendida. A sociedade americana ainda não aprendeu. É triste, mas o pior aconteceu no Iraque e Afeganistão. Famílias foram dizimadas, crianças foram mortas, mulheres foram estupradas, civis foram mortos. Para que? Eles (os gordos fedorentos) precisam respeitar as diferenças, precisam respeitar as outras crenças, precisam respeitar as outras sociedades. Tudo é relativo. O que é certo para a sociedade americana, pode não ser correto para outro povo. São culturas milenares. Temos que aceitar seus volores locais. O capitalismo pode não ser o melhor caminho A democracia pode ter várias facetas.

  9. Todo o meu respeito e meus sentimentos a família dos mortos. Os EUA são um país contraditório. Quando estão em combate os soldados são amados e tem tudo a disposição. Depois da baixa eles são jogados na sociedade como lixo descartável, ou mesmo em combate, quando questionam alguma coisa, são tratados com desprezo..Muitos daqueles, que já possuem tendência ou adquirem doenças psiquiatrícas, acabam não tendo apoio médico e multidisciplinar e dão cabo da vida. O menos trágico é que eles não estejam matando suas famílias junto..

    Quem quiser entender um pouco mais sobre este comportamento das autoridades norte americanas pode assisitr a um documentário sobre o “Heróis Esquecidos do 11 de setembro” – http://freedocumentaries.org/int.php?filmID=129

    Está em Inglês, não tem legendas, mas é um bom documento…

  10. Ebenezer :
    Lutar sem justa causa dá nisso.

    Muito bem observado

  11. Antônio Salles :Suicídios conscientes são lamentáveis e moralmente condenáveis. A ação militar americana no Oriente Médio se fez/faz necessária. Urge mudança estratégica. Não se combate uma ideia apenas com bombas, mas com outra ideia. A força da palavra acompanhando a força militar. O que se está combatendo não é o islamismo, mas o pseudoilamismo. O soldado americano precisa estar mais bem informado sobre as reais implicações, que vão alem da ameaça à Democracia. É preciso combater estes fanáticos a qualquer preço ou o mundo perecerá.

    Prezado, nenhum suicídio é consciente.. Isto é um ato derivado de uma enfermidade psiquiátrica séria que não foi tratada a tempo…Os combatentes muçulmanos se imolam conscientemente, mas o fazem contra os objetivos do imperialismo…Agora essa questão de pseudoislamismo é uma falácia, mais um conceito preconceituso utilizado para mistificar a real intenção das ações militares norte americanas: manter a posse do petróleo e o domínio sobre aquela região.Os EUA falhaam nas duas ações, por sinal e nunca deveriam ter entrado naqueles países.

  12. “14,7% dos veteranos são desocupados, índice 5% superior à media nacional (www.iava.org, 2/4/2010). Assim, o número dos que perderam suas casas aumenta. Um informe da Coalizão Nacional dos Sem-Teto [National Coalition for the Homeless] indica que 33% vive nas ruas e que um milhão e meio corre o risco de ficar sem teto devido à pobreza e à falta de amparo do estado (www.nchv.org, setembro de 2009). Estão ausentes dessas cifras os veteranos fisicamente incapacitados de buscar e manter um trabalho.”
    …………………………………..

    Para os poderosos e muito corruptos e ricos do EUA, que são os únicos que se beneficiam de fato, destas guerras coloniais estadunidenses, os soldados são bucha de canhão e a única coisa que incomoda a esta gente, não são as mortes em sí,nem o grande número de desajustados socialmente entre os veteranos.

    Se importam somente com a repercussão na opinião pública, em não perder o apoio para continuação das atuais guerra$$ e em ganhar apoio para outras futuras e lucrativas guerra$$$ . E para isto, as mídia de (des)informação e entretenimento são os seus principais instrumentos…

  13. Diga-se que as mortes dentro do efetivo de EUA/OTAN no Afeganistão nunca foram realmente significativas.

    Más mesmo assim , acompanhar a evolução do número destas mortes proporciona uma visão clara e incontestável de como está, depois de nove anos de ocupação, evoluindo a guerra e o controle sobre o Afeganistão:
    ……………………………………….
    *(citação)

    “Caiu um véu de silêncio sobre o desenvolvimento da Guerra do Afganistão. A impressão que se tem é de que os talibãs foram desbaratados e o governo títere controla o país. Mas eis que o portal Terra acaba de divulgar números fresquinhos sobre a letalidade do conflito para os soldados da Coalizão. Quem quiser que faça a sua leitura:

    – 2001 (início em outubro), 12;

    – 2002, 69;

    – 2003, 57;

    – 2004, 60;

    – 2005, 131;

    – 2006, 191;

    – 2007, 232;

    – 2008, 295;

    – 2009, 521;

    – 2010 (até hoje, 26 de junho), 305.

    Total em nove anos de guerra, 1876. O contribuinte norte-americano tem consciência de para onde está indo o seu dinheiro? E os europeus, tão orgulhosos das glórias passadas, têm consciência de que viraram bucha de canhão? ”

    *(Fernando Pinto da Silva)
    ———————————————

  14. LOBO DO MAR :
    Eu não canso de repetir: Desejo que os gordos fedorentos permaneçam no Iraque e no Afeganistão. A lição ainda não foi aprendida. A sociedade americana ainda não aprendeu. É triste, mas o pior aconteceu no Iraque e Afeganistão. Famílias foram dizimadas, crianças foram mortas, mulheres foram estupradas, civis foram mortos. Para que? Eles (os gordos fedorentos) precisam respeitar as diferenças, precisam respeitar as outras crenças, precisam respeitar as outras sociedades. Tudo é relativo. O que é certo para a sociedade americana, pode não ser correto para outro povo. São culturas milenares. Temos que aceitar seus volores locais. O capitalismo pode não ser o melhor caminho A democracia pode ter várias facetas.

    O preconceito e ódio são tão giros…

    Sinceramente não tens vergonha na cara por escreveres estas merdas?! Só mesmo na net é que tal coisa é possível….

    Vou perder um pouco do meu tempo para ver se te ensino alguma coisa. Tenta aprender:

    1.º “Gordos” – É verdade nos EUA há 50% de obesos, no Brasil só são 40%, mas claro é suficiente para o insulto. Um pormenor, por regra, os países mais desenvolvidos têm uma maior população obesa.

    2.º “Famílias foram dizimadas, crianças foram mortas, mulheres foram estupradas, civis foram mortos.” – Obviamente para ti Saddam Hussein e os Taliban são o exemplo perfeito na terra de respeito pelos direitos humanos?No Iraque a maioria da população era oprimida, pois não praticava a mesma religião ou não concordava com a ditadura. No Afeganistão todos eram oprimidos… Lá as mulheres não passavam de simples gado com o qual podes praticar sexo… Mas sem dúvidas, os males do mundo são culpa dos EUA.

    3.º “O que é certo para a sociedade americana, pode não ser correto para outro povo. São culturas milenares. Temos que aceitar seus volores locais.” – Sabias que era tradição as tribos amazónicas guerrearem-se mutuamente? E esse processo de guerra era necessário na vida social para a passagem adulta? Mas então porque é que eles foram obrigados a abandonar essas práticas culturais? A lapidão não é cultura. A excissão não é cultura. A escravidão não é cultura. O medo não é cultura. A ignorância não é cultura. A tortura não é cultura. A decapitação não é cultura. A apologia do suicídio não é cultura. O tráfico de heroína não é cultura. Se isto se perder o mundo fica um local melhor.

    4.º “O capitalismo pode não ser o melhor caminho A democracia pode ter várias facetas.” – Vais mesmo obrigar-me a explicar-te a diferença entre capitalismo e democracia? Eu faço um esforço: a República Popular China é uma ditadura capitalista, A Rússia é uma quasi-ditadura/ quasi-democracia capitalista, a Coreia do Norte e Cuba são ditaduras “comunistas” (mais correctamente “estalinistas” mas é demasiado complicado explicar-te neste momento a complexidade ideológica das ditaduras pós século XIX), sendo que Cuba está em processo de transformação para o capitalismo e a Coreia do Norte em caminho acelerado para a extinção por fome.
    Democracia é um sistema político. Capitalismo é um sistema económico. É mesmo que dizeres que o futebol é melhor que a industria automóvel, porque os futebolistas compram carros… Conseguiste compreender?

    Cumprimentos

  15. André… apoio-te naquilo que escreves.
    E já me cansei de escrever algo ao contrário… pois os “cegos” somos nós. Nem vontade de comentar tenho. Abordo algumas questões que mais me interessa.
    Esses tipos de comentários são apenas por ódio, nem é uma condenação pela parte politica da questão; é todo o povo EUA não presta, infelizmente os comentários destas gentes… acho que nem vale pena dizer mais. É isto que temos…

    André… esse teu belo comentário vias receber uns de volta das gentes que acham que estão correctos com a atitudes e na forma de pensar… e partem logo de principio que “nós” estamos a defender os EUA… nem conseguem ver nada… ainda bem que nem todos são iguais… aprendem a criticar com fundamento e aprendem a ser Homens… por são este Homens com H grande que podem fazer um mundo melhor.
    Sds

  16. A imbecilidade maior de certos elementos ocidentalistas se constata em vermos que, após anos de guerra morte e desgraça, os EUA não vão conseguir seus objetivos no Oriente Médio e Af-Pak e os seus inimigos estão mais fortes, mais determinados e mais capacitados em prejuízo das sociedades que os EUA visam defender (e todos sabemos que isso é uma mentira)..Os suicídios decorrem disso, da impossibilidade efetiva dos EUA mudarem a história a seu favor…

  17. André, essas pessoas que secretam seu ódio contra os EUA não deveriam, por exemplo, neste momento estarem utilizando computador e internet.
    Têm que ter coerência: se têm ódio visceral àquele país e tudo que representa não podem usufruir sequer se suas invenções. Por exemplo computador e internet.
    Detestam o capitalismo e a democracia. Mas pq não se evadem para Cuba e Coréia do Norte?
    Vão embora daqui.

  18. anticomunista, eu proponha melhor… um lugarzinho no Afeganistão…. ao lado dos democratas Talibãs.. ou no Irão nos grandes defensores das mulheres… Coreia do norte… talvez não, pois iram desaparecer sem deixar rasto…
    Infelizmente temos de fazer comentários deste tipo… desculpem-me editores por este meu comportamento que foge muito á minha maneira de ser. Mas não resisto a ser um pouco igual a esses senhores. Um pouco de humor irónico não faz mal a ninguém.

  19. O anticomunista falou tudo.Se gosta de comuna vai embora pra CN e Cuba.

  20. Não entendo certos comentários…

    Alguém acha que os caras do DOI-CODI estão a se suicidar devido aos crimes (MORTES e TORTURAS) que cometeram?

    Alguém acha mesmo que tudo isto tem sempre, em todos os casos, a ver com a “punição” da consciência? Se isto for verdade então porque os neo-nazistas ou os ex-nazistas praticam seus crimes e não sentem nada? Porque o assassino FIDEL ou Staline, Mao Tse-tung, dentre outros, não sofreram de DEPRESSÃO também?

    Diga-se, Mao Tse-tung, mandou matar entre 50 a 70 milhões de pessoas!!!!

    O “camarada” sofria de depressão?

    Sem descartar nenhuma possibilidade, mas julgar com a “certeza” de certos comentários é também precipitação! Ora, ora, cada caso é um caso!

  21. LOBO DO MAR :Eu não canso de repetir: Desejo que os gordos fedorentos permaneçam no Iraque e no Afeganistão. A lição ainda não foi aprendida. A sociedade americana ainda não aprendeu. É triste, mas o pior aconteceu no Iraque e Afeganistão. Famílias foram dizimadas, crianças foram mortas, mulheres foram estupradas, civis foram mortos. Para que? Eles (os gordos fedorentos) precisam respeitar as diferenças, precisam respeitar as outras crenças, precisam respeitar as outras sociedades. Tudo é relativo. O que é certo para a sociedade americana, pode não ser correto para outro povo. São culturas milenares. Temos que aceitar seus volores locais. O capitalismo pode não ser o melhor caminho A democracia pode ter várias facetas.

    Prezados patricios Andre e Karlus3,
    Relendo meu comentário, continuo convícto daquilo que postei. Da mesma forma respeito a opinião de vocês. Temos que combater o imperialismo imposto por qualquer nação, temos que condenarmos as guerras de conquista, temos que respeitarmos e ajudarmos as nações menores a mais pobres. É fato que a guerra do Iraque teve como motivo o petróleo. Cadê as armas de destruição em massa? Os americanos não respeitaram nem a recomendação da ONU. As guerra do Iraque e Afeganistão só vão gerar mais terroristas e combatentes. O caminho não é esse. Os países ricos tem que levar educação, desenvolvimento e empregos. Cada povo procura o seu destino. Lembram do Vietnam? Depois que os EUA foram varridos de lá, aos poucos encontrou o seu iquilibrio, se insere no mundo e cumpre o seu papel. Hoje, até os americanos são seus parceiros comerciais. Os talebans, no Afeganistão, também serão substituidos um dia. Mas, o papel de substituição, cabe ao povo afegão e não aos ocidentais.

  22. André Oliveira :

    Antônio Salles :Suicídios conscientes são lamentáveis e moralmente condenáveis. A ação militar americana no Oriente Médio se fez/faz necessária. Urge mudança estratégica. Não se combate uma ideia apenas com bombas, mas com outra ideia. A força da palavra acompanhando a força militar. O que se está combatendo não é o islamismo, mas o pseudoilamismo. O soldado americano precisa estar mais bem informado sobre as reais implicações, que vão alem da ameaça à Democracia. É preciso combater estes fanáticos a qualquer preço ou o mundo perecerá.

    Prezado, nenhum suicídio é consciente.. Isto é um ato derivado de uma enfermidade psiquiátrica séria que não foi tratada a tempo…Os combatentes muçulmanos se imolam conscientemente, mas o fazem contra os objetivos do imperialismo…Agora essa questão de pseudoislamismo é uma falácia, mais um conceito preconceituso utilizado para mistificar a real intenção das ações militares norte americanas: manter a posse do petróleo e o domínio sobre aquela região.Os EUA falhaam nas duas ações, por sinal e nunca deveriam ter entrado naqueles países.

    André Oliveira
    1) Infelizmente suicídios conscientes existem sim, camarada Oliveira. E , nesses casos, não são causados por patologias psíquicas, mas por fria reflexão do indivíduo que acredita numa solução final para seu(s) problema(s) pessoal(is), convicto de que só a sua morte o poderá livrar. Ele tem O motivo! Uma aspiração insatisfeita, uma decepção qualquer etc. Aliás, você cometeu uma flagrante contradição ao citar o exemplo dos muçulmanos que “se imolam conscientemente”, isto é, você lhes apresentou O motivo, “contra os objetivos do imperialismo” (yankee). E, assim, você pretende apresentar uma justificativa, qualquer que ela seja.
    2) Pseudoislamismo não é falácia não. Antes o fosse. É o termo usado para definir uma distorção dentro daquela religião, o islam (palavra que se traduz, até onde sei, por submissão, e que tem como patriarca Mohamed {Maomé}), que apregoa a violência (justificando, assim, vinganças e assassinatos) para se atingir o Paraíso. Usam a violência e o medo para intimidar “os infiéis” e propagar, o que estes fanáticos crêem ser, o Islam. O islam é contrário a tudo isso, a essa distorção. Tem como filosofia a paz, a tolerância e o bem, nunca o ódio. A religião cristã também passou por isso na Idade Média. Fanáticos do Santo Ofício mataram centenas de milhares de pessoas (alguns estudiosos crêem que foram milhões os sacrificados, taxados de infiéis, anticristos, discípulos de satan). Centenas de milhares de adeptos do cristianismo assassinaram seus irmãos nas fogueiras da Santa Inquisição, direta ou indiretamente. Presentemente, a História está a repetir-se. Urge que o mundo se conscientize da terrível ameaça que essa distorção religiosa (especificamente o pseudoislamismo) representa nos dias atuais. O clero muçulmano do Iran é basicamente formado pela chamada “ala radical”, que já afirmou a respeito do mundo, em meados da déc de 1980, que se suas diretrizes (ou algo parecido com isso) não forem aceitas, “preferimos vê-lo destruído”. Ações desses citados fanáticos estão ocorrendo neste instante na África. Conflitos estão sendo estimulados entre muçulmanos e não-muçulmanos pela Al-Qaeda. Nas soviex-republics há indícios de forte intolerância de muçulmanos contra não-muçulmanos. Sempre tratamos essas coisas “como problema deles”. Mas o inquietante já é a proximidade geográfica com que isto vem acontecendo. Em suas fronteiras aplicam qualquer repressão contra “os infiéis”. Se aqui, no Ocidente ou partes da Ásia não-islâmica, manifesta-se uma crítica contra muçulmanos, eles tratam o caso como ofensa grave a Maomé. Eu sempre parto do princípio de que, antes de acontecer, a desgraça manda avisos. É uma pura verdade histórica. Infalível. Remontem passo a passo as maiores catástrofes da História e vejam por si mesmos os alertas que foram sucessivamente desprezados! Sir Winston Churchill alertava enfaticamente sobre as reais intenções de Hitler quando a Alemanha Nazi afirmou que cessaria suas pretensões territoriais referentes à Tcheco-Eslováquia (depois de haver negociado com eles, Hitler chamava (pelas costas) tanto Chamberlain (Reino Unido) quanto Deladier {França} de “vermes”). Já Stalin ignorou graves evidências de um ataque à União Soviética, colhidas pelo melhor espião em atidade naquele momento: Richard Sorge (alemão que trabalhava no consulado da Alemanha em Tóquio). Quanto ao ataque japonês à Pearl Harbour (dez 1941), nem se fala. Nove anos antes deste ataque, em 1932, um almirante norteamericano idealizou um plano sobre um suposto ataque japonês ao território americano (Ilhas Havaianas). Em síntese, foi o plano de que os japoneses se serviram. Mas as altas patentes da marinha americana rejeitaram essa evidência taxando-a de “fantasiosa”. Todos estes acontecimentos poderiam ter sido evitados ou, pelo menos, minimizados seus efeitos. Recentemente o líder líbio Muamar Khadaffi (outro fanático perigoso) cortou relações diplomáticas com a Suíça porquê esta aprovou uma lei proibindo construção de minaretes (torres de mesquitas) no país, cedendo vontade de seus povos (a Suíça é uma federação, como sabem) que se sentiam incomodados com a presença muçulmana cada vez maior, transformando, assim, em querela grave um direito suíço. Eles, em seu território, estes pseudomuçulmanos, exigem seus direitos e o negam aos demais povos. Isto não é islâmico. Isto não é cristão. Não passa de egoísmo barato institucionalizado. Percebe a diferença?
    3) Imperialismo norteamericano, André? Começo afirmando que não sou fã dos EUA. Esta República existe e tem interesses econômicos e políticos no mundo, como seus irmãos-primos britânicos o tiveram em passado recente, isso é um fato. Todos os grandes impérios do passado também tiveram seus interesses econômicos no mundo conhecido, ou até onde suas fronteiras alcançassem. Que os EUA não pretendem abrir mão de seu poder, todos sabem; mas a questão de início é saber se, no lugar deles, abriríamos nós mão desse poder. Conhecendo a natureza humana (e não estou aqui generalizando) o suficiente, já sei a resposta. Afirmo com toda a propriedade: ninguém neste fórum o faria. Eu não o faria. Você, André, não o faria. Existe o mito de se acreditar que todas as falácias (falácia foi o termo empregado por você acima) econômicas do mundo são culpa dos EUA, o que é um absurdo! O mundo em que vivemos ainda é, e será por muito tempo, (vou usar este termo) capitalista. Com todas as deformidades do capitalismo. O Homem é capitalista (que ninguém aqui cite Marx, Lenin, Trotsky, Mao ou Fidel. Estes nunca viveram o socialismo – que dizer do comunismo! – alguns viveram o capitalismo de estado, o que é diferente). Faz parte de nossa evolução, por assim dizer, espiritual (atentem: nada tem aqui ver com religião!). O envolvimento norteamericano com países árabes produtores de petróleo, a garantia de sua posição hegemônica ali dentro, faz parte de sua política de domínio mundo, que eles já tem. Não precisam dominar o mundo militarmente falando. Se me permitem opinar, ouço muitas invectivas contra os EUA. Mas pouco vejo as pessoas de fora de lá melhorarem socialmente falando.

  23. LOBO DO MAR:
    Claro que cada um tem a sua opinião… as forças imperialista e rudes de todas que nações comentem atrocidades merecem a nossa condenação e devemos combater como tu dizes, mas não da forma como fazes, porque assim tornaste igual ou pior do que eles.
    Também sabemos que um dos motivos da guerra do Iraque foi o petróleo também sei isso… também sei que não é o país que mais vai lucrar no Iraque na sua exploração; há outros ditos neutros que já estão lá meter a patinha… pois quando se fala de dinheiro todos os “macaquinhos” sobem á arvore.
    Para começar há uma má interpretação deste tema… isto é notório em alguns comentários. Acho quem nem vale a pena dizer nada, o defourt faz referência a isso.

  24. Apoiado lobo do mar, perfeito seu comemtário,
    fez os cachorrinhos de washington virem todos juntos latir neste post(e)…

  25. Não vale a pena. Para mim fim deste post… já estou a ver uma mente iluminada (Pedro) Post seguinte…

  26. LOBO DO MAR disse isso aqui:

    Os países ricos tem que levar educação, desenvolvimento e empregos. Cada povo procura o seu destino. Lembram do Vietnam? Depois que os EUA foram varridos de lá, aos poucos encontrou o seu iquilibrio, se insere no mundo e cumpre o seu papel. Hoje, até os americanos são seus parceiros comerciais. Os talebans, no Afeganistão, também serão substituidos um dia. Mas, o papel de substituição, cabe ao povo afegão e não aos ocidentais.

    Ué. Os países ricos tem que dar tudo aquilo ali, ou cada povo procura seu destinho?
    E os bilhões que sao doados aos africanos que desviam tudo?
    De novo essa história? Os EUA não foram varridos do Vietnã. Saíral de lá por pressões internas. Houve muito mais baixas do lado vietnamita.
    Encontrou seu equilívrio depois que os americanos saíram? Melhoraram nos anos 80 (final) e 90 com a abertura dos mercados, estimulada pelos….EUA.
    Varridos, humilhados, escorraçados foram os soviéticos do….Afeganistão.

  27. LOBO DO MAR :

    LOBO DO MAR :Eu não canso de repetir: Desejo que os gordos fedorentos permaneçam no Iraque e no Afeganistão. A lição ainda não foi aprendida. A sociedade americana ainda não aprendeu. É triste, mas o pior aconteceu no Iraque e Afeganistão. Famílias foram dizimadas, crianças foram mortas, mulheres foram estupradas, civis foram mortos. Para que? Eles (os gordos fedorentos) precisam respeitar as diferenças, precisam respeitar as outras crenças, precisam respeitar as outras sociedades. Tudo é relativo. O que é certo para a sociedade americana, pode não ser correto para outro povo. São culturas milenares. Temos que aceitar seus volores locais. O capitalismo pode não ser o melhor caminho A democracia pode ter várias facetas.

    Prezados patricios Andre e Karlus3,
    Relendo meu comentário, continuo convícto daquilo que postei. Da mesma forma respeito a opinião de vocês. Temos que combater o imperialismo imposto por qualquer nação, temos que condenarmos as guerras de conquista, temos que respeitarmos e ajudarmos as nações menores a mais pobres. É fato que a guerra do Iraque teve como motivo o petróleo. Cadê as armas de destruição em massa? Os americanos não respeitaram nem a recomendação da ONU. As guerra do Iraque e Afeganistão só vão gerar mais terroristas e combatentes. O caminho não é esse. Os países ricos tem que levar educação, desenvolvimento e empregos. Cada povo procura o seu destino. Lembram do Vietnam? Depois que os EUA foram varridos de lá, aos poucos encontrou o seu iquilibrio, se insere no mundo e cumpre o seu papel. Hoje, até os americanos são seus parceiros comerciais. Os talebans, no Afeganistão, também serão substituidos um dia. Mas, o papel de substituição, cabe ao povo afegão e não aos ocidentais.

    Mas mais uma vez vemos as coisas de maneira diferente: Os países democráticos não têm esta obrigação “Os países ricos tem que levar educação, desenvolvimento e empregos.”. A primeira função deles é proteger as suas populações. Além disso devem promover um mundo melhor para todos. Mas a primeira é mais importante, é por isso que são eleitos.

  28. Voltando ao tópico, o fenômeno suicídio faz parte de qualquer guerra.

  29. Antônio Salles :
    Voltando ao tópico, o fenômeno suicídio faz parte de qualquer guerra.

    Verdade. E pode ter origem em qualquer factor: stress do combate, separação da família, doença psicológica, etc…

  30. Antônio Salles :
    Suicídios conscientes são lamentáveis e moralmente condenáveis. A ação militar americana no Oriente Médio se fez/faz necessária. Urge mudança estratégica. Não se combate uma ideia apenas com bombas, mas com outra ideia. A força da palavra acompanhando a força militar. O que se está combatendo não é o islamismo, mas o pseudoilamismo. O soldado americano precisa estar mais bem informado sobre as reais implicações, que vão alem da ameaça à Democracia. É preciso combater estes fanáticos a qualquer preço ou o mundo perecerá.

    Tomara q os ianks tenham lido o seu comentário e continuem no Irak, no Afeganistão…e se matando.Mt bom.

  31. Aqui os brasileiros continuam no Brasil. Se matando também, mais de 50 mil por ano.

  32. Sem guerra.

  33. anticomunista :
    Aqui os brasileiros continuam no Brasil. Se matando também, mais de 50 mil por ano.

    anticomunista :
    Sem guerra.

    ..é a nossa guerra interna, civíl. É só pegam os criminosos, qdo os mortos são filhos da elite , qdo morre o Zé da silva aSSaSSinado , qdo a policia entra atirando, ñ aparece q o matou, ou então, foi o bandido,já morto , q estava do outro lado do morro e conseguiu matar o mesmo dessa lado..vc está certo.

  34. carlos argus :

    Antônio Salles :Suicídios conscientes são lamentáveis e moralmente condenáveis. A ação militar americana no Oriente Médio se fez/faz necessária. Urge mudança estratégica. Não se combate uma ideia apenas com bombas, mas com outra ideia. A força da palavra acompanhando a força militar. O que se está combatendo não é o islamismo, mas o pseudoilamismo. O soldado americano precisa estar mais bem informado sobre as reais implicações, que vão alem da ameaça à Democracia. É preciso combater estes fanáticos a qualquer preço ou o mundo perecerá.

    Tomara q os ianks tenham lido o seu comentário e continuem no Irak, no Afeganistão…e se matando.Mt bom.

    Bin Laden chegou a dizer antes da invasão norte-americana noa Afeganistão e no Iraque: “Vamos fazer com que venham (os Yankees) para nosso território. (…) É perfeito”. Vc pode não acreditar, Carlos Argus, mas a verdade é que eles (os yankees) podem ser o único obstáculo entre estes fanáticos e nós. Não se está enfrentando um inimigo comum, está se enfrentando fanáticos religiosos suicídas! Fanáticos dispostos a enfrentar o mundo e libertá-lo de infiéis: nós! Sentado numa confortável poltrona é fácil torcer pela queda da Águia. O meu desejo é que ela mude de atitude e tenha mais bom senso. Trate o mundo melhor. No dia em que os EUA desabarem como potência mundial (e aí está o paradoxo), vc conhecerá uma nova era. Não necessariamente melhor. Ruim com ela, pior sem ela.

    É o velho provincianismo: guerra deles, problema deles. Eu bato na velha tecla: relembrem a História.

  35. Os problemas do Brasil já são suficientes. Vamos concentrar nossa atenção aqui dentro. Muito a fazer para nos preocuparmos com estes suicídios do exercito Yankee.

  36. Antônio Salles :

    carlos argus :

    Antônio Salles :Suicídios conscientes são lamentáveis e moralmente condenáveis. A ação militar americana no Oriente Médio se fez/faz necessária. Urge mudança estratégica. Não se combate uma ideia apenas com bombas, mas com outra ideia. A força da palavra acompanhando a força militar. O que se está combatendo não é o islamismo, mas o pseudoilamismo. O soldado americano precisa estar mais bem informado sobre as reais implicações, que vão alem da ameaça à Democracia. É preciso combater estes fanáticos a qualquer preço ou o mundo perecerá.

    Tomara q os ianks tenham lido o seu comentário e continuem no Irak, no Afeganistão…e se matando.Mt bom.

    Bin Laden chegou a dizer antes da invasão norte-americana noa Afeganistão e no Iraque: “Vamos fazer com que venham (os Yankees) para nosso território. (…) É perfeito”. Vc pode não acreditar, Carlos Argus, mas a verdade é que eles (os yankees) podem ser o único obstáculo entre estes fanáticos e nós. Não se está enfrentando um inimigo comum, está se enfrentando fanáticos religiosos suicídas! Fanáticos dispostos a enfrentar o mundo e libertá-lo de infiéis: nós! Sentado numa confortável poltrona é fácil torcer pela queda da Águia. O meu desejo é que ela mude de atitude e tenha mais bom senso. Trate o mundo melhor. No dia em que os EUA desabarem como potência mundial (e aí está o paradoxo), vc conhecerá uma nova era. Não necessariamente melhor. Ruim com ela, pior sem ela.
    É o velho provincianismo: guerra deles, problema deles. Eu bato na velha tecla: relembrem a História.

    Nós nunca termos problemas com os Semitas árabes, são mt bem aceitos por mim e outros = a eu, sua religião , suas crenças , estão entre nós, dos drusos libaneses ao resto…é essas 60.000 morte internas( tá bom o número, arredondei )e pela ganância das n elites, + seremos maioria dentro de no máximo +16 a 21 anos…aê então, diminua um pouco o massacres, estamos dando netos a eles, com as filhas deles.Sds.

  37. carlos argus :

    Antônio Salles :

    carlos argus :

    Antônio Salles :Suicídios conscientes são lamentáveis e moralmente condenáveis. A ação militar americana no Oriente Médio se fez/faz necessária. Urge mudança estratégica. Não se combate uma ideia apenas com bombas, mas com outra ideia. A força da palavra acompanhando a força militar. O que se está combatendo não é o islamismo, mas o pseudoilamismo. O soldado americano precisa estar mais bem informado sobre as reais implicações, que vão alem da ameaça à Democracia. É preciso combater estes fanáticos a qualquer preço ou o mundo perecerá.

    Tomara q os ianks tenham lido o seu comentário e continuem no Irak, no Afeganistão…e se matando.Mt bom.

    Bin Laden chegou a dizer antes da invasão norte-americana noa Afeganistão e no Iraque: “Vamos fazer com que venham (os Yankees) para nosso território. (…) É perfeito”. Vc pode não acreditar, Carlos Argus, mas a verdade é que eles (os yankees) podem ser o único obstáculo entre estes fanáticos e nós. Não se está enfrentando um inimigo comum, está se enfrentando fanáticos religiosos suicídas! Fanáticos dispostos a enfrentar o mundo e libertá-lo de infiéis: nós! Sentado numa confortável poltrona é fácil torcer pela queda da Águia. O meu desejo é que ela mude de atitude e tenha mais bom senso. Trate o mundo melhor. No dia em que os EUA desabarem como potência mundial (e aí está o paradoxo), vc conhecerá uma nova era. Não necessariamente melhor. Ruim com ela, pior sem ela.É o velho provincianismo: guerra deles, problema deles. Eu bato na velha tecla: relembrem a História.

    Nós nunca termos problemas com os Semitas árabes, são mt bem aceitos por mim e outros = a eu, sua religião , suas crenças , estão entre nós, dos drusos libaneses ao resto…é essas 60.000 morte internas( tá bom o número, arredondei )e pela ganância das n elites, + seremos maioria dentro de no máximo +16 a 21 anos…aê então, diminua um pouco o massacres, estamos dando netos a eles, com as filhas deles.Sds.

    Vc é muslim (muçulmano)?

    Devo deixar bem claro: NÃO SOU anti-islâmico. Sou resolutamente contra o fanatismo religioso, o que é diferente. Ademais, e a História comprova, acho dificil o islamismo tornar-se a religião oficial do mundo como eles acreditam e apregoam. Na Idade Média a fanática Igreja Católica de então acreditava e se empenhava para tornar o que chamavam “cristianismo” a crença mundial. Mataram incontáveis “infieis” nesse processo, esquecendo a pedra angular da doutrina: amai-vos uns aos outros. O mesmo ocorre hoje. Só se trocam os nomes das religiões. Acho perigosa esse mal disfarçada intolerância dos auto-designados muçulmanos.

  38. Antônio Salles :

    carlos argus :

    Antônio Salles :

    carlos argus :

    Antônio Salles :Suicídios conscientes são lamentáveis e moralmente condenáveis. A ação militar americana no Oriente Médio se fez/faz necessária. Urge mudança estratégica. Não se combate uma ideia apenas com bombas, mas com outra ideia. A força da palavra acompanhando a força militar. O que se está combatendo não é o islamismo, mas o pseudoilamismo. O soldado americano precisa estar mais bem informado sobre as reais implicações, que vão alem da ameaça à Democracia. É preciso combater estes fanáticos a qualquer preço ou o mundo perecerá.

    Tomara q os ianks tenham lido o seu comentário e continuem no Irak, no Afeganistão…e se matando.Mt bom.

    Bin Laden chegou a dizer antes da invasão norte-americana noa Afeganistão e no Iraque: “Vamos fazer com que venham (os Yankees) para nosso território. (…) É perfeito”. Vc pode não acreditar, Carlos Argus, mas a verdade é que eles (os yankees) podem ser o único obstáculo entre estes fanáticos e nós. Não se está enfrentando um inimigo comum, está se enfrentando fanáticos religiosos suicídas! Fanáticos dispostos a enfrentar o mundo e libertá-lo de infiéis: nós! Sentado numa confortável poltrona é fácil torcer pela queda da Águia. O meu desejo é que ela mude de atitude e tenha mais bom senso. Trate o mundo melhor. No dia em que os EUA desabarem como potência mundial (e aí está o paradoxo), vc conhecerá uma nova era. Não necessariamente melhor. Ruim com ela, pior sem ela.É o velho provincianismo: guerra deles, problema deles. Eu bato na velha tecla: relembrem a História.

    Nós nunca termos problemas com os Semitas árabes, são mt bem aceitos por mim e outros = a eu, sua religião , suas crenças , estão entre nós, dos drusos libaneses ao resto…é essas 60.000 morte internas( tá bom o número, arredondei )e pela ganância das n elites, + seremos maioria dentro de no máximo +16 a 21 anos…aê então, diminua um pouco o massacres, estamos dando netos a eles, com as filhas deles.Sds.

    Vc é muslim (muçulmano)?
    Devo deixar bem claro: NÃO SOU anti-islâmico. Sou resolutamente contra o fanatismo religioso, o que é diferente. Ademais, e a História comprova, acho dificil o islamismo tornar-se a religião oficial do mundo como eles acreditam e apregoam. Na Idade Média a fanática Igreja Católica de então acreditava e se empenhava para tornar o que chamavam “cristianismo” a crença mundial. Mataram incontáveis “infieis” nesse processo, esquecendo a pedra angular da doutrina: amai-vos uns aos outros. O mesmo ocorre hoje. Só se trocam os nomes das religiões. Acho perigosa esse mal disfarçada intolerância dos auto-designados muçulmanos.

    Minha religião e protestante de cunho judaíco, e fundamentalistas tem em td as religões, lamentávelmente,TODAS.( sou felasha e Palestinos)

  39. Antônio Salles:

    “É preciso combater estes fanáticos a qualquer preço ou o mundo perecerá.”
    ………………

    Isto é fanatismo e radicalismo da pior espécie, repleto de generalizações e travestido de razoabilidade…

  40. Se o mundo na ocasião tivesse consciência do que os nazis pretendiam, de fato, com suas promessas de paz, não acreditaria que estas palavras mesmas fossem “fanatismo e radicalismo da pior espécie, repleto de generalizações e travestido de razoabilidade…”

  41. Ademais, nações e povos que tomaram suas precauções, minimizaram ações ofensivas de seus inimigos e sobreviveram. É A História. É A Prova!

  42. Quando se trata de enfrentar perigo hediondo, o remédio a ser empregado deve ser o apropriado. Canalhas hipócritas travestidos de governantes “amantes da Paz” tem aparecido sempre. Como serpentes, aproximam-se de suas vítimas iludidas por promessas de amizade e de paz até o momento propício do bote.

    Ahmadinejad, que já negou o Holocausto, É um perigo! E poderá se tornar autor ou co-autor de um genocídio. Guardem minhas palavras.

  43. Wi :Antônio Salles:
    “É preciso combater estes fanáticos a qualquer preço ou o mundo perecerá.”………………
    Isto é fanatismo e radicalismo da pior espécie, repleto de generalizações e travestido de razoabilidade…

    Mas talvez você, Wi< tenha argumentos que PROVEM que estas minhas palavras sejam "fanatismo e radicalismo da pior espécie, repleto de generalizações e travestido de razoabilidade".

  44. As provas estão todas presentes e escritas, no seu próprio comentário…

  45. Antônio Salles :
    Quando se trata de enfrentar perigo hediondo, o remédio a ser empregado deve ser o apropriado. Canalhas hipócritas travestidos de governantes “amantes da Paz” tem aparecido sempre. Como serpentes, aproximam-se de suas vítimas iludidas por promessas de amizade e de paz até o momento propício do bote.
    Ahmadinejad, que já negou o Holocausto, É um perigo! E poderá se tornar autor ou co-autor de um genocídio. Guardem minhas palavras.

    .

    “perigo hediondo”, “Canalhas hipócritas”, “serpentes”…

    Quanto ódio e preconceito…! quais são suas razões concretas para tanto ódio homicida e sede de vingança?

    Cuidado para não morrer envenenado com a própria saliva…

    ………………

    Apenas uma correção sobre o presidente iraniano.

    O insuspeito historiador estadunidense Juan Cole, da Universidade de Michigan e especialista em matéria de mundo islâmico, garantiu que o presidente do Irã nunca pregou a destruição de Israel. E ele é insuspeito, diga-se de passagem, porque é um crítico ferrenho de Ahmadinejad.

    O historiador estadunidense domina o idioma persa, falado no Irã, e garante que a imprensa ocidental, deliberadamente ou não, tem feito má tradução e interpretação errada das declarações de Ahmadinejad.

    Cole argumentou que o presidente iraniano nunca ameaçou atacar Israel ou matar civis judeus, como a todo o momento é afirmado por analistas das mais variadas tendências. O que diz Ahmadinejad, segundo Cole, é esperar que o regime de ocupação israelense entre em colapso, assim como ocorreu com a União Soviética e seria um erro matar civis judeus.

    E o mais próximo que ele chegou de “negar o holocausto” foi quando disse: “Se ocorreu ou se não ocorreu, não importa; os palestinos não tem que pagar por isso” .

    Sua opinião, ou a minha, não vem ao caso. O FATO é que ele não negou o holocausto, apenas disse que um outro povo que não teve coisa alguma a ver com a história está sofrendo as conseqüências disso até hoje e que não deveria ser assim. Eu pessoalmente, acho que o presidente iraniano está se lixando, como boa parte dos líderes do Oriente Médio, embora não todos, para os palestinos, e que essa declarações são retórica oportunista, mas o conteúdo da segunda parte dela me parece escorreito: aliás, pensadores judeus como Ilan Pappé e Michael Neumann manifestam opiniões semelhantes.

    As agências de notícias pegaram o “se ocorreu ou não”, que era secundário em face do argumento em prol dos palestinos, e amplificaram por dez mil (afinal, admita-se, há a dúvida implícita a respeito de um fato histórico inquestionável) para continuar a demonizar Ahmadinejad (estranhamente poupando Khamenei, que é quem detém a última palavra), no interesse de fazer pressão sobre o programa de enriquecimento de urânio.

    O Irã reconhece todas as religiões ditas “do deserto”, ou abraâmicas. Judeus iranianos, por meio de depoimentos a repórteres estrangeiros, mais de uma vez disseram que são perfeitamente integrados à sociedade e são uma minoria benquista e respeitada, como os cristãos. Os ba’hai enfrentam cerceamento, por outro lado, já que são classificados convenientemente como agremiação política (coisa que a Alemanha faz com a Cientologia para que o Verfassungschützamt, o órgão de inteligência interna, possa mantê-los sob vigilância, coisa que o guardião da liberdade, os EUA, já censuraram em seu aliado germânico).

  46. Eu tenho amigos comunistas, capitalistas, ateus, cristãos, espíritas, budistas, flamenguistas, botafoguenses, Portenses, benfiquense etc. etc. etc.

    Mas uma coisa é perceptível em todas as sociedades e contra a qual não há Psiquiatria ou remédio no MUNDO que possa combater: um ato de desespero, pensado ou impensado, sempre um ato de desespero!

  47. SR WI

    Já fui mais colérico do que sou hoje. Estou me cuidando há tempos para não “morrer envenenado pela própria saliva”, não fique preocupado (estou sensibilizado por sua preocupação com minha saúde!). Penso que ainda vou viver muito tempo.

    Pra começar, quero te fazer uma pergunta, Wi: Em teu último post, a partir da frase “Apenas uma correção sobre o presidente iraniano”, aquelas palavras são tuas? Pensei de início que fossem. Aí veio a decepção. Bastou uma simples pesquisa para mostrar o belo papelão pintado.

    ***
    “Ódio”? Talvez. “Preconceito”? Veremos…

    Prá quem quer ensinar conduta melhor, você deixa muito a desejar, Wi. Vamos por partes.

    Citando seu post (ou, pelo menos, pensando que o texto abaixo fosse seu):

    1. “Apenas uma correção sobre o presidente iraniano.

    O insuspeito historiador estadunidense Juan Cole, da Universidade de Michigan e especialista em matéria de mundo islâmico, garantiu que o presidente do Irã nunca pregou a destruição de Israel. E ele é insuspeito, diga-se de passagem, porque é um crítico ferrenho de Ahmadinejad.
    O historiador estadunidense domina o idioma persa, falado no Irã, e garante que a imprensa ocidental, deliberadamente ou não, tem feito má tradução e interpretação errada das declarações de Ahmadinejad.
    Cole argumentou que o presidente iraniano nunca ameaçou atacar Israel ou matar civis judeus, como a todo o momento é afirmado por analistas das mais variadas tendências. O que diz Ahmadinejad, segundo Cole, é esperar que o regime de ocupação israelense entre em colapso, assim como ocorreu com a União Soviética e seria um erro matar civis judeus.
    E o mais próximo que ele chegou de “negar o holocausto” foi quando disse: “Se ocorreu ou se não ocorreu, não importa; os palestinos não tem que pagar por isso” .
    Sua opinião, ou a minha, não vem ao caso. O FATO é que ele não negou o holocausto, apenas disse que um outro povo que não teve coisa alguma a ver com a história está sofrendo as conseqüências disso até hoje e que não deveria ser assim. Eu pessoalmente, acho que o presidente iraniano está se lixando, como boa parte dos líderes do Oriente Médio, embora não todos, para os palestinos, e que essa declarações são retórica oportunista, mas o conteúdo da segunda parte dela me parece escorreito: aliás, pensadores judeus como Ilan Pappé e Michael Neumann manifestam opiniões semelhantes.
    As agências de notícias pegaram o “se ocorreu ou não”, que era secundário em face do argumento em prol dos palestinos, e amplificaram por dez mil (afinal, admita-se, há a dúvida implícita a respeito de um fato histórico inquestionável) para continuar a demonizar Ahmadinejad (estranhamente poupando Khamenei, que é quem detém a última palavra), no interesse de fazer pressão sobre o programa de enriquecimento de urânio.
    O Irã reconhece todas as religiões ditas “do deserto”, ou abraâmicas. Judeus iranianos, por meio de depoimentos a repórteres estrangeiros, mais de uma vez disseram que são perfeitamente integrados à sociedade e são uma minoria benquista e respeitada, como os cristãos. Os ba’hai enfrentam cerceamento, por outro lado, já que são classificados convenientemente como agremiação política (coisa que a Alemanha faz com a Cientologia para que o Verfassungschützamt, o órgão de inteligência interna, possa mantê-los sob vigilância, coisa que o guardião da liberdade, os EUA, já censuraram em seu aliado germânico).”
    ***
    ————————————————————————————————-
    Agora, compare o “seu” (na verdade de autoria de Mário Augusto Jakobskind) texto na íntegra obtido no site. Você faria melhor se o lesse com mais atenção:

    Link do texto original para comparação: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=9&id_noticia=125385

    HILLARY CLINTON APRENDEU: O BRASIL NÃO É MAIS QUINTAL DOS EUA
    MADAME HILLARY CLINTON VEIO AO BRASIL PARA BOTAR BANCA E VISIVELMENTE PRESSIONAR O GOVERNO BRASILEIRO NO SENTIDO DE MUDAR DE POSIÇÃO EM RELAÇÃO À QUESTÃONUCLEAR DO IRÃ. DE QUEBRA, MADAME AINDA SUGERIU QUE O BRASIL COMPRASSE OS JATOS DA BOEING PARA A FORÇA AÉREA BRASILEIRA. NA VERDADE, A SECRETÁRIA DE ESTADO NORTE-AMERICANA NOS DOIS CASOS VERDADEIRAMENTE CUMPRIU MISSÃO DO COMPLEXO INDUSTRIAL MILITAR.

    Por Mário Augusto Jakobskind, no Direto da Redação
    Clinton agiu como se o Brasil ainda fosse governado por dirigentes subservientes que mudavam de posição apenas com um pito de algum representante estadunidense, como acontecia nos tempos de FHC, amigão de Bill Clinton. A secretária de Estado deve ter aprendido uma lição, qual seja, a de que os tempos de “pátio traseiro” e “quintal” acabaram. Ou seja, os tempos são outros e não adianta pressão e ameaças. Hillary Clinton, em suma, portou-se como uma Condoleezza Rice loura.

    Os gajos midiáticos se superaram em matéria de salamaleque a Clinton e foram acionados para desancar em cima do Irã. De quebra, Lula e o ministro Celso Amorim não foram poupados. De agora em diante, Mahmoud Ahmadinejad vai ser apresentado como ainda mais pernicioso do que antes. Os colunistas de sempre vão alertar em matéria de “perigo da bomba atômica”. E vão continuar dizendo que Ahmadinejad quer varrer Israel do mapa.

    Em entrevista ao jornal Brasil de Fato, o insuspeito historiador estadunidense Juan Cole, da Universidade de Michigan e especialista em matéria de mundo islâmico, garantiu que o presidente do Irã nunca pregou a destruição de Israel. E ele é insuspeito, diga-se de passagem, porque é um crítico ferrenho de Ahmadinejad.

    O historiador estadunidense domina o idioma persa, falado no Irã, e garante que a imprensa ocidental, deliberadamente ou não, tem feito má tradução e interpretação errada das declarações de Ahmadinejad.

    Cole argumentou que o presidente iraniano nunca ameaçou atacar Israel ou matar civis judeus, como a todo o momento é afirmado por analistas das mais variadas tendências. O que diz Ahmadinejad, segundo Cole, é esperar que o regime de ocupação israelense entre em colapso, assim como ocorreu com a União Soviética e seria um erro matar civis judeus.

    Ahmadinejad, no entanto, comete um equívoco, aproveitado pelo lobby israelense, quando se refere ao Holocausto. No entender de Cole, ao subestimar o número de judeus assassinados pelo 3º Reich, o líder iraniano NA PRÁTICA NEGA a tragédia. Mas o dirigente do Irã, diz em certo momento, lembra Cole, que “mesmo que o Holocausto de fato tenha acontecido, certamente ele foi obra do governo alemão e, por isso, deveria ter sido concedida aos judeus a Bavária ou alguma outra parte do território alemão, e não a terra natal dos palestinos”.

    Em relação à questão nuclear, o erro de tradução ou interpretação das palavras de Ahmadinejad segue o mesmo diapasão, segundo ainda o professor estadunidense. Ou seja, ele é apresentado como instigador de guerras e só falta dizer, como antigamente se fazia com os comunistas, que come criancinhas. Ahmadinejad negou inúmeras vezes que o Irã possua um programa de armas nucleares e chegou a enfatizar que tais armas matariam um alto número de civis inocentes e que, portanto, (as armas) são anti-islâmicas, já que essa religião não permite tal prática.

    Mas Madame Clinton e o governo israelense, sob o comando do troglodita Benyamin Netanyahu, interpretam à maneira que querem o ideário de Ahmadinejad. Há quem diga até que Madame Clinton está repetindo o então secretário de Estado norte-americano Colin Powell nas semanas que antecederam a invasão e ocupação do Iraque ao denunciar na ONU a existência de armas de destruição em massa. Deu no que deu.

    Neste momento, a questão palestina está estagnada. Netanyahu aproveita o embalo e procura convencer o mundo, juntamente com o governo dos Estados Unidos, que é preciso endurecer o jogo contra o Irã por causa da suposta bomba atômica. E mesmo se existisse a tal bomba atômica, por que Israel pode ter e o Irã não? Por que Paquistão e Índia também podem?

    Mas a matéria de fundo no Oriente Médio, a resolução da questão palestina, se arrasta. A Liga Árabe acabou de se posicionar em favor de uma retomada das conversações entre palestinos e israelenses. E neste momento, o governo israelense procura colocar a boca no trombone para evitar que haja alguma possibilidade de acordo que signifique suspender os assentamentos em território palestino.

    Aí, quanto mais se demonizar Ahmadinejad e colocar Israel como eterna vítima, melhor para o projeto colonial do governo de Netanyahu. O resto, bom, o resto é perfumaria. Resta saber agora que relatório Madame Clinton entregará ao chefe Obama.
    ***
    ————————————————————————————————————————-
    Você afirma em “SEU” texto:

    “Sua opinião, ou a minha, não vem ao caso. O FATO é que ELE NÃO NEGOU o holocausto, apenas disse que um outro povo que não teve coisa alguma a ver com a história está sofrendo as conseqüências disso até hoje e que não deveria ser assim.”
    ————————————————————————————————————————–
    ***

    Agora, para comparação, reprodução de trecho do texto original, mais acima (6º parágrafo), OMITIDO por você:

    “No entender de Cole, ao subestimar o número de judeus assassinados pelo 3º Reich, o líder iraniano na PRÁTICA NEGA a tragédia.”
    ——————————————————————————————————–
    Ou seja, você, Wi, não apenas OMITIU: você deliberadamente DISTORCEU um texto que VOCÊ parcialmente copiou, apresentando como SEU. O que você qualificou de FATO, em letras garrafais, é MENTIRA. E isso é grave! Tira sua credibilidade. Uma matéria do jornalista senhor Mário Augusto Jakobskind que NÃO fez esta afirmação. Numa transcrição, aquele que redige tem o dever esclarecer aos leitores que aquelas não são palavras suas. Você não fez isso aqui. Por quê? Você age como aquele espertalhão ingênuo: “Nunca afirmei que fosse meu, o texto.” E também nunca afirmou que NÃO o fosse. O que se quer aqui são palavras suas, e não apenas citações de terceiros (estas, devidamente apresentadas como citações). Aliás, eu pergunto: os dois últimos parágrafos são propriedade intelectual sua ou também foram copiados de outra fonte? Que que há? Afinal, você não tem idéias próprias, não pensa por si?!

    Pra quem questiona minha conduta, Wi, e minhas idéias, isso é no mínimo decepcionante. Uma verificação simples e a coisa desabou… Esperava mais de ti. Isso é embuste. Portanto, não use mais esse estratagema com as pessoas pois nem todos caem nele.

    Quando se deseja expressar-se seriamente e sinceramente, tem-se que seguir certas normas. Proceder de maneira diferente. Site O Vermelho. Foi dessa fonte que você bebeu? Esse panfleto infeliz? O Vermelho.org.br? A mesma fonte/matéria que taxa Netanyahu de troglodita? E você repreende meu linguajar? Mas certamente você costuma repreender o(s) jornalista(s) deste site, quando cometem desvios de linguagem. Uma fonte de gosto muito duvidoso. Parcialidade, prá lá de discutível. Tenho grande apreço pelos comunistas, devo dizer. Não pelos pseudocomunistas. Aliás, suas amizades e relações são bem conhecidas (Não estou atacando qualquer jornalista do citado site em particular). Claro, estou expressando opinião minha! Mas isso não está em discussão aqui. Parafraseando uma boa alma, você, Wi, não passa de plagiário de baixo estofo que não sabe sequer imitar o modelo que escolheu.

    Você citou “o insuspeito” Juan Cole. Fiquei de momento, devo dizer, um pouco impressionado! “Poxa! Esse cara (Wi) é um intelectual. Um pesquisador nato. Sabe das coisas! Entrei numa fria. Como vou fazer pra sair dessa?!” É triste, decepcionante, constatar que você não é nem sombra do que parecia.

    Para aqueles que desejarem obter mais material que complementem as afirmações de Mr Cole, até ajudo. Eis entrevista no site O Brasil de Fato:

    http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/internacional/201cahmadinejad-nao-ameaca-atacar-israel201d/view

    E o Marca Texto:

    http://omarcatexto.blogspot.com/

    Sem colocar em dúvida a competência acadêmica do “insuspeito” Mr Juan Cole (que alem do persa, também fala árabe e urdu), eu sigo aquele critério de optar por uma segunda e terceira opiniões. Quero ouvir/ler outros historiadores. Em todos os meus escritos afirmei aqui o que penso. Usei MINHAS palavras. Não tentei apresentar-me em nenhum momento reformador moral, servindo-me de citações alheias, como você fez, Wi. “Fanático”?! “Preconceituoso”?! Tenho idéias próprias como todo mundo. Você pode ou não concordar com elas. Foram termos fortes o que empreguei ali, admito e lamento.

    E não mudarei minha opinião a respeito do Sr Ahmadinejad e Hugo Chavez, para citar apenas esses dois. Ditadores (no caso do venezuelano) são todos iguais e terminam quase todos da mesma forma. “Demonizar” o líder iraniano? Seu passado já o fez.
    Àqueles que me classificarem de tolo e teimoso, eu digo que, como muitos pelo mundo, venho acompanhando (esporadicamente, confesso) os rumos da revolução islâmica no Irã há mais de trinta anos. Meu tempo de acreditar em tudo o que a imprensa ocidental alegou a respeito daquele país passou. Como muitos, inicialmente tive má impressão daquele sistema teocrático. Mas vi matérias de jornalistas ocidentais de que o Irã não era o bicho de sete cabeças diabólico que afirmaram. Mas o FATO é que esta “revolução” acordou o mundo para uma nova realidade: a expansão do fanatismo islâmico (e é isso que eu qualifico de pseudoislâmico) no mundo. Vem acontecendo desde 1979. E não se restringe apenas à invectivas ao Tio Sam.

    Não vi até agora nenhuma ação mais efetiva daquela teocracia no sentido de coibir crescentes abusos de seus adeptos (pseudo) muçulmanos contra populações indefesas de partes da África e Ásia. O clero muçulmano do Irã transformou o problema palestino numa questão de consciência. As agências ocidentais e asiáticas (ex Japão) todas, durante todo esse tempo, estiveram distorcendo a Pérsia?! E militares israelenses, sob os auspícios ou assessoramento dos EUA, estiveram em todos os casos, em todos os momentos, por trás de uma campanha para difamar o Irã?! Acho difícil de acreditar. Admito o problema palestino-israelense. Não tomo partido, é problema deles. E estou consciente dos abusos cometidos por Israel. Isto também tem sido destaque na Imprensa Ocidental. Particularmente, penso que é uma guerra que Israel vai perder. Procuro ser pragmático. O Irã, que tencionou liderar a orientação, o pensamento, o que eles chamam Islam, no mundo (e suas ações o provam) perdeu o controle da situação: No começo da presente década, jornalistas iranianos foram assassinados por radicais do Afeganistão, quando ali trabalhavam, e os dois países quase foram à guerra. O islam radical tomou rumo próprio. Não tem bandeira. E isso, na cabeça de alguns, pode isentar o Irã de sua responsabilidade. Mas, na prática, tudo começou ali. O clero iraniano, parece-me que ainda na déc de 1980, teria afirmado (vi num telejornal , senhores pesquisadores, atentem e corrijam-me se eu estiver errado) num comunicado algo do tipo “se o mundo não acatar (…) preferimos vê-lo destruído”. Mas existem outros comunicados alarmantes. Pra não falar das revoltas populares que andam acontecendo lá dentro (mas talvez tudo não passe de um plano arquitetado por israelenses e norte-americanos para “demonizar” Ahmadinejad).Inútil tentar citá-los todos. Uma ação mais enérgica de Teheran no sentido de coibir o que os adeptos de SEU islam perpetrem ações violentas na África e Ásia, como citei, seria muito bem-vinda. Melhoraria muito sua imagem perante o mundo repleto de “ódio e preconceito”. Leitores deste tópico podem pesquisar por conta própria e tirar suas conclusões. Como vêem, uma polêmica inútil.

    Meu pensamento é: A violência não certa. Mas, às vezes ela é NECESSÁRIA. Vigilância (interna e externa). Contra o aventureiro infrator violento de qualquer espécie, que não possa ser contido pelos meios usuais, conforme o caso, aplicar contra ele a ULTRAVIOLÊNCIA. Isso é histórico. E dá bons resultados. A sobrevivência de um povo depende disso. E, na prática, sempre foi assim. É cruel, mas é a vida neste mundo em que vivemos. Se isso é qualificado de “ódio” e “preconceito”, paciência.

    Inútil, portanto, continuar este post. Muito do que escrevi neste site, opiniões pessoais que complementam o que afirmei, pode ser encontrado em outros posts. Tedioso transcrevê-lo para cá. Nada mais tenho a acrescentar.
    Vou terminar aqui antes que me torne mais uma Baixa Silenciosa…

    Agradeço a equipe deste site Plano Brasil

    PS: quaisquer falhas de transcrição minha, comuniquem-me de imediato.

  48. PEDIDO DE DESCULPAS / RETRATAÇÃO

    MEA CULPA

    Camaradas integrantes e moderadores deste conceituado Site Plano Brasil:

    Venho por meio desta apresentar meu mais sincero lamento e REPÚDIO por REPROVÁVEL atitude perpetrado POR MINHA PESSOA em meu post anterior deste tópico Baixas Silenciosas ao Sr Wi, participante deste Site. Tomado por forte emoção, dei vazão aos meus instintos pessoais do momento. Passado o instante de orgulho e vaidade feridos pelo “calor” da situação, compreendi a extensão de meu ato, isto é, o que acreditei ser o esclarecimento de uma situação acabou transformando-se num terremoto desnecessário e desagradável. Ao reler com devido cuidado meu post-denúncia compreendi chocado meu flagrante erro de avaliação e caindo em afirmações ALTAMENTE INJURIOSAS. Eu poderia (e deveria) ter resolvido a situação de forma diferente, usando bom senso. De facto, quem deseja esclarecer uma questão pendente jamais agiria daquela forma pouco pensada que agi.

    Não é fácil reconhecer um erro. Tomado de lancinante ARREPENDIMENTO, iniciei de imediato a composição desta mensagem.

    Quero deixar claro que o que afirmo abaixo faço-o por iniciativa própria, SEM NENHUMA pressão ou coação física ou moral de quem quer que seja:

    O Sr Wi, como sabem, desejoso de expor contrária opinião à minha, cometeu PEQUENO erro de avaliação e interpretação de determinado site, que foi, por sua vez, interpretado de forma terrivelmente ERRÔNEA por mim, Antônio Salles.

    Ele NÃO perpetrou qualquer ofensa ou ataque a minha pessoa, como FIZ parecer; apenas, à sua maneira, questionou minha forma agressiva de expressão, um inalienável direito que lhe cabe.

    Ele NÃO incorreu em calúnia a mim em nenhum momento. E não desejei fazer o mesmo, como pode ter parecido. Julguei que estava no meu direito de resposta. Mas agora, reconheço, extrapolei IRRESPONSAVELMENTE esse direito, recaindo eu próprio em calúnia. E isto tirou, ali, minha credibilidade. Incorri em erro GRAVE.

    Ele NÃO é nenhum “plagiador de baixo estofo” como INJUSTAMENTE afirmei. Isto foi, vejo agora, INJÚRIA de minha parte.

    Ele NÃO agiu como nenhum espertalhão ingênuo, como foi afirmado por minha pessoa. Simplesmente deduzi por minha conta e sem nenhuma prova.

    E ele NÃO usou de nenhum “embuste” ou “estratagema” como afirmei.

    Peço aos leitores do citado post Baixas Silenciosas que DESCONSIDEREM e REPUDIEM meu post-resposta ao Sr Wi que tratou de uma entrevista ao historiador norte-americano JUAN COLE, ferrenho opositor ao líder iraniano Ahmadinejad. Eu afirmei, injustamente, que Sr Wi havia omitido e distorcido deliberadamente o texto de uma matéria do jornalista do Site Vermelho.org.br Sr Mário Augusto Jakobskind. A questão ali foi se Ahmadinejad negou ou não o Holocausto. A meu ver, o Sr Wi incorreu em simples erro de interpretação do referido texto do senhor Jakobskind (um erro muito natural, sem qualquer consequência mais grave). O ERRO GRAVE partiu deste que escreve, muito constrangido, estas linhas ao tomar a impensada medida que tomou.

    Que o NOME de Sr Wi seja, a partir deste instante, e na consciência de todos aqueles que leram meu CALUNIOSO post anterior a este, de alguma forma, REABILITADO. Considerado pessoa ÍNTEGRA.

    Rogo o perdão de todos, isto é, moderadores, demais integrantes e participantes do Site Plano Brasil e que, a meu turno, MEU NOME seja um dia REABILITADO pela gafe cometida por mim mesmo. Que eu não seja visto como caluniador irresponsável.

    Sr WI, peço-lhe sinceras desculpas pelo lamentável ocorrido, pois ultrapassei em muito meus direitos de resposta o que foi testemunhado por muitos.

    Quero aqui deixar claro, mais uma vez, como já foi devidamente escrito em posts deste site, que as opiniões minhas aqui publicadas, referentes às personalidades citadas em posts anteriores, são pessoais e continuam em meu juízo. Minha retratação é dirigida para e tão somente ao Sr Wi.

    Assim sendo, rogo aos senhores moderadores e/ou equipe técnica deste conceituado Site Plano Brasil que publiquem aqui, neste tópico Baixas Silenciosas, e encaminhem esta minha mensagem ao e-mail pessoal do Sr Wi (especialmente à sua pessoa!) E demais integrantes/participantes dos tópicos.

    Ainda uma vez, rogo aos membros da equipe técnica, moderadores e demais integrantes deste Site Plano Brasil que DESCONSIDEREM e, se possível e permissível, APAGUEM aquele meu post infeliz.

    Para quem desejar entrar em contato direto comigo para mais esclarecimentos sobre este caso, invectivas à minha pessoa etc, disponho aqui um de meus e-mails pessoais:

    jasb@oi.com.br

    Sr Wi, peço, com sincero arrependimento, seu PERDÃO.

    Sinceramente e arrependido,

    Antônio Salles.

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