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Munições silenciosas para operações clandestinas da URSS/Rússia

In Armas pessoais, Curiosidades, Defesa, Inteligência e Espionagem, Plano Brasil, Sistemas de Armas, Terrorismo on 15/08/2010 by Vympel1274 Marcado: , , , , ,

Autor: Vympel1274

Plano Brasil

Durante a guerra fria, a então União Soviética competia pela dominação mundial com os EUA/OTAN tendo como resultado disto, inúmeros conflitos velados ou não, pela supremacia política e militar. Dentre esses conflitos, existiam as chamadas “covert ops”, ou seja, operações secretas (assassinatos e infiltrações), as quais exigiam pessoal extremamente treinado e equipado com as mais modernas armas disponíveis, que pudessem realizar disparos com um mínimo de assinatura acústica e visual (ruído e clarão), além de serem compactas para dissimular seu uso pelos agentes dos órgãos de inteligência.

As unidades Spetsnaz do KGB organizariam o seqüestro ou assassinato de líderes importantes do inimigo (políticos e militares) dentro de seu próprio território, para criar pânico em meio à população civil e desorganizar as operações militares. Muitas destas missões seriam levadas a cabo antes que o inimigo pudesse reagir e algumas aconteceriam antes mesmo que a guerra ou conflito tivesse sido declarado. Os soviéticos perceberam que os equipamentos padrões das forças armadas não se adequavam ao tipo de missão exigida.

Figura 01 – Pistola silenciada PB/6P9 calibre 9×18 mm, modelo 1967. Baseada na pistola Makarov, incorporava um grande supressor de ruído, o que a tornava difícil sua dissimulação e emprego.

Atendendo aos pedidos das unidades Spetsnaz do KGB, o projetista de armas Igor Yakovlevich Stechkin desenvolveu um tipo novo de munição que não necessitava do uso de silenciadores para serem disparadas em silêncio.

As principais causas do elevado ruído que faz um projétil ao ser disparado, são o grande volume dos gases em expansão e a grande velocidade inicial desenvolvida pelo projétil, criando a onda sonora. Stechkin resolveu esse problema, encapsulando a explosão do propelente (pólvora) dentro do estojo e controlando a velocidade inicial do projétil. Nasciam assim, os SP (Spetsialnyj Patron – Cartucho especial).

A munição SP-2

O desenvolvimento da munição 9×18 mm SP-1 não evoluiu e nunca alcançou o estágio de produção. A munição 7,62×39 mm SP-2 foi produzida em pequenas quantidades. No interior do estojo da SP-2, havia uma pequena carga de propelente que, quando deflagrada, acionava um pistão curto, e esse por sua vez, ejetava o projétil do estojo. A expansão dos gases era contida no interior do estojo por este mesmo pistão, reduzindo quase completamente o ruído provocado pelo disparo da referida munição, sendo adotada pelo KGB para uso em operações clandestinas.

A munição PZAM

Para melhorar o desempenho e talvez visando confundir os especialistas do ocidente, foi adotado um projétil pontiagudo com o mesmo desenho do 7,62×39 mm, em substituição ao anterior, de forma arredondada. O pistão foi mantido, o estojo passou a ser produzido em aço e ser mais longo (63 mm), o que levou a nova designação da munição (7,62×63 mm PZ), a qual evoluiu para PZA e posteriormente, para PZAM. Esta munição foi utilizada pela pistola silenciosa P4M durante a década de 60.

Figura 02 – Munições PZA (á esquerda) e PZAM (á direita). Ambas as munições são de calibre 7.62×63 mm, sendo utilizadas pela pistola S4M “Groza”, a qual tem como capacidade máxima dois tiros. Em cada ilustração, a munição do lado esquerdo não se encontra deflagrada (observem o projétil ainda no estojo), a do lado direito encontra-se deflagrada (observem o pistão ejetor do projétil extendido em seu ponto máximo).

Armamento calibre PZ, PZA e PZAM (7.62×63 mm) em serviço:

Pistola S4M “Groza”

Figura 03 – Mostra duas vistas da pistola S4M “Groza”.

A pistola S4M é uma das armas soviéticas menos conhecidas. Desenvolvida durante os anos 60, foi incorporada para serviço ativo nas unidades Spetsnaz do KGB em 1965. Tem dois canos e é alimentada e descarregada aos pares, pois sua munição vem em “clipes” de aço com duas munições. Utiliza as munições PZ, PZA e PZAM (7.62×63 mm).

Tipo: Acão simples
Calibres:
7.62×63 PZ PZA / PZAM
Peso vazio:
n / d
Comprimento:
140 milímetros
Barrel comprimento:
88 milímetros
Capacidade:
02 disparos

A munição SP-3

Nos anos 70, foi desenvolvida outra munição, a 7,62×38 mm SP-3, que viria a ser empregada pela pistola de dois canos MSP. A SP-3, quando comparada á PZAM, tem comprimento de estojo menor (38 x 63 mm) e voltou a ser produzido dos mesmos materiais anteriores. O sistema de pistão, que era de fase única, passou a ter duas fases, devido ao menor comprimento do estojo. O desempenho foi reduzido em 25 % quando comparado á PZAM, mesmo assim foi considerado suficiente para o uso nos serviços de espionagem soviéticos.

Figura 04 – Mostra a munição SP-3, em um “clip” para duas munições. A munição do lado direito se encontra deflagrada, com o pistão ejetor do projétil extendido ao seu ponto máximo e o projétil ejetado ao lado.

Figura 05 – Esquema de funcionamento da munição SP-3.

1 – Base do estojo, com espoleta

2 – Carga de propelente

3 – Pistão encurtado de duas fases

4 – Projétil do tipo M43

5 – Força de expansão dos gases

6 – Ponto de máxima expansão do pistão de duas fases

Armamento calibre SP-3 (7.62×38 mm) em serviço:

Pistola MSP

Figura 06 – Mostra a pistola silenciada MSP. A esquerda, a pistola fechada, com um “clip” de duas munições não deflagradas. Á direita mostra a pistola MSP aberta, com um “clip” de duas munições deflagradas (observem os pistões extendidos).

Em 1972, o exercito soviético e o KGB aprovaram para serviço a pistola silenciada MSP, a qual adotava o novo cartucho SP-3. Foi designada para substituir a anterior, S4M que empregava munições PZAM, consideradas pesadas demais. Tem como principal característica o silêncio de seu disparo.

Tipo: Ação simples
Calibres:
7.62×38 SP-3
Peso vazia:
530 g
Comprimento:
115 milímetros
Comprimento do cano:
66 milímetros
Capacidade:
02 tiros em canos separados

A munição SP-4

O principal problema com as munições SP-3 e PZAM era que, quando disparadas, o pistão interno era projetado para fora do estojo, impossibilitando o uso dessas munições em armas automáticas. Durante os anos 70 e 80, foi desenvolvida a munição 7,62×42 mm SP-4, a qual utilizou o mesmo princípio básico dos pistões internos, mas com uma diferença significativa: o pistão de duplo estágio foi substituído por um pistão de estágio único, mas que o mesmo não se projetava para fora do estojo, mesmo depois de acionado. O projétil M43 foi substituído por um projétil cilíndrico, feito de aço e latão. Foi adotada para serviço em 1983, com a pistola PSS e a faca de combate NRS-2. Ainda encontra-se em utilização em unidades Spetsnaz do FSB, SVR, MVD, do exército e marinha.

Figura 07 – Mostra duas munições SP-4. A do lado esquerdo se encontra não deflagrada (observem o projétil cilíndrico inserido no estojo), a do lado direito encontra-se deflagrada (observem o pistão ejetor do projétil em seu ponto máximo de expansão.

Figura 08 – Mostra uma munição SP-4 (á esquerda), comparada com uma munição 9×19 mm (direita).


Figura 09 – Esquema de funcionamento da munição SP-4.

1 – Base do estojo, com espoleta

2 – Carga de propelente

3 – Pistão encurtado

4 – Projétil cilíndrico, feito de aço e cobre

5 – Força de expansão dos gases

6 – Ponto de máxima expansão do pistão

7 – Projétil ejetado

Armamento calibre SP-4 (7.62×42 mm) em serviço:

Pistola PSS

Figura 10 – Pistola PSS com sua munição SP-4.

A pistola PSS é projetada para ataque e defesa pessoal em curta distância quando o tiro silencioso e sem clarão é vital. Para este fim, a munição 7,62 × 42 milímetros SP- 4, que retém os gases da queima do propelente e o clarão dentro do estojo da munição, realizando um tiro praticamente silencioso. A ausência de um supressor de ruído a torna muito compacta, portanto conveniente para o transporte dissimulado, mantendo-se sempre pronta para uso. Com apenas 0,7 kg e 165 milímetros de comprimento, o PSS é muito compacta, quando em comparação a qualquer arma com um supressor de som instalado.

Tipo: Ação Dupla:
Calibre:
7.62×42 mm SP-4
Comprimento:
170 milímetros
Peso carregado:
850 g
Capacidade do carregador:
06 tiros

Revólver OTs-38


Figura 11 – Revólver OTs – 38 com sua munição SP-4.

O revólver OT-38 é um dos últimos projetos do falecido Igor Iakovlevich Stechkin. Desenvolvido para disparar munições silenciosas especiais, este revólver muitas características incomuns soluções técnicas. Especialmente projetada a munição silenciosa 7.62×42 milímetros, atinge volume reduzido de descarga, bloqueando os gases dentro do estojo. A segurança é ambidestra, permitindo armar o gatilho e travá-lo nessa posição, permitindo um tiro rápido e preciso. O disparo não ocorre a partir do alto da câmara, mas de baixo, minimizando o recuo e aumentando a precisão. O cano superior, muitas vezes confundido com o cano por onde sai o projétil, é na realidade o alojamento para mira laser integral. Esta arma é altamente especializada, concebido para operações secretas e clandestinas, e não é usado como uma arma padrão. Foi concebida como uma alternativa para a pistola silenciosa PSS.

Tipo: Ação Dupla:
Calibre:
7.62×42 mm SP-4
Comprimento:
191 milímetros
Peso carregado:
880 g
Capacidade do carregador:
05 tiros

Faca de combate NRS-2

Figura 12 – Mostra a faca NRS-2 e sua bainha metálica, com cortador de arame.

NRS (Nozh Razvedchika Strelayushiy ScoutFaca de unidades de reconhecimento especial). A NRS-2 é uma faca de combate destinada á unidades especiais de reconhecimento Spetsnaz GRU. A faca foi projetada para atacar o inimigo em combate próximo, com sua lâmina, mas também pode disparar um projétil silenciosamente e sem clarão á uma distância de até 25 m. A NRS-2 pode disparar um único tiro, da munição SP-4. O cano está na parte de trás da empunhadura. A extremidade do cano por onde sai o projétil é coberto com uma tampa de borracha removível.

Figura 13 – Mostra a munição SP-4 e seu alojamento/disparador localizado na empunhadura.

Figura 14 – Mostra o orifício de saída do projétil SP-4 na parte traseira da empunhadura.

Figura 15 – Mostra efetivos Spetsnaz em treinamento. Durante a guerra fria, as unidades Spetsnaz GRU tinham como função prioritária a destruição das armas nucleares da OTAN/EUA. Operavam na retaguarda em até 1000 km dentro do território inimigo. Nessas condições, seus armamentos eram desenvolvidos e produzidos exclusivamente para essas unidades.

Noticia publicada no site IntelNews.com:

Inteligência russa suspeita de assassinato de comandante checheno na Turquia

Postado em 12 dezembro de 2008 por intelNews

Outro ex-comandante checheno foi assassinado no exterior e o Serviço de Inteligência Externa (SVR) é mais uma vez suspeito de ter realizado o assassinato. Desta vez foi o Islam Dzhanibekov, que vivia em Istambul, na Turquia, desde 2002. Dzhanibekov, que foi morto em 9 de dezembro, teria sido morto por disparos de uma  pistola 7,62 MSP. Este tipo de arma tem sido utilizado pela KGB e suas agências sucessoras desde o início dos anos 1970, principalmente devido ao seu tamanho pequeno e operação silenciosa. O assassinato de Dzhanibekov ocorre três meses após uma operação semelhante, contra outro comandante checheno em Istambul, Gazhi Edilsultanov, que também foi alvejado por uma arma MSP 7,62. A morte de Dzhanibekov parece ser a última de uma longa série de assassinatos de líderes chechenos militares exilados. Em 2004, três agentes de inteligência russos foram presos no Catar pelo assassinato do Zelimkhan Yandarbiyev, autodenominado ex-presidente da República rebelde da Chechênia, que estava morando nesse estado do Golfo. Todos os três agentes, Aleksandr Fetisov, Anatoly Yablochkov e Vasily Pugachyov, acabaram por ser devolvidos à Rússia, onde provavelmente foram dadas novas identidades antes de voltar a trabalhar para os serviços secretos russos. O SVR, é acima de tudo, a agência de inteligência externa da Rússia, sendo a sucessora da primeira diretoria (inteligência externa) do KGB.

Agradecimentos a Maxim Popenker, criador do site world.guns.ru, o melhor site de armamentos já criado!


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16 Respostas to “Munições silenciosas para operações clandestinas da URSS/Rússia”

  1. Os russos pelo visto aprimoraram o método de “tirar de circulação” certos elememntos… Alexander Litvinenko (ex coronel do antigo KGB) .. Andrei Lugovoi.Dmity Kovtun … contaminados com polonio 210 em 2006.

    Certas atividades não admitem ‘novos’ empregos…rsrs

  2. очень хорошо

  3. Estes russos…risos…

    Este tipo de estratégia (“decapitação” da rede de poder) não funciona mais, devido a interdependência do próprio poder e IMPREVISIBILIDADE nas reações deste tipo de rede mais horizontal, muito, mas muito diferente ao da guerra fria.

    E pior, se houver erro de julgamento, isto pode desencadear conflitos que evoluirão para cenários catastróficos.

    É hora de substituir a cultura da espionagem pela da INTELIGÊNCIA.

    Abraços.

  4. Uma música da época da guerra fria: http://www.youtube.com/watch?v=6iaR3WO71j4

  5. Se o Serviço de Inteligência Americano tivesse atuado como o dos russos eles não teriam tido o 11 de setembro, pois tiveram N chance de pegar Osama Bin Laden.
    Agora os Russos são mestres em criar estes brinquedinhos.

  6. Putz, adorei, quero uma faca daquela pra mim…

  7. Raptor:

    Outra música da mesma época, más nacional…

  8. Pelo contrário Wolfpack…

    O 11 de setembro foi um terrível e pavoroso sucesso, em minha opinião.

    No Sec.XX houve episódios graves de por muito pouco, não termos uma guerra generalizada, tendo grandes possibilidades de descambar para a Nuclear, cometidos pelos ditos melhores serviços de “inteligência” (era mais focado na espionagem). A rede baseada em “link’s” humanos, é muito frágil, instável, falha e não confiável (mesmo com o ritual Homer da rosquinha…rs.).

    O que você prefere…

    Em minha opinião, em uma sociedade da informação, os riscos não compensam os fins.

    Não dá para usar Maquiavel neste nível.

    São outras e bem diferentes as exigências deste século.

    Um grande abraço

  9. Existem aqueles que não gostam da voz que contradiz as próprias crenças, estes têm medo deste confronto, pois a voz da razão pode mudar a própria posição radicada atraves de debates ou demonstrações de outras realidades àquela em que acredita.

    Pessoas assim normalmente se sentem mais a vontade onde outros estão ali garantindo que o seu saber é o justo, dizem crer no mesmo que ele para confortá-lo, pois em reunião todos sentem-se importantes por crêem profundamente na mesma idéia(ideologia), e assim seguram-se uns aos outros na ilusão de que estão certos, vivendo estes momentos felizes como se fossem a verdade absoluta da realidade universal… mas sempre acaba o sonho um dia, e a voz da idéia contraditória chega forte para demonstrar a PROVA CABAL de que algo não enquadra na teoria dos “verdadeiros”, e chega até mesmo a ser interpretada como ódio nos confrontos dos que acreditam na verdade universal… tolos e cegos pela propaganda dos manipuladores são os que acreditam em um mundo com duas formas únicas de existência, o preto e o branco, o bom e o mau,e não vêem pois que a verdade é no mínimo a mistura das duas cores em uma sò, e é onde o bom e o mau são um comportamento de ocasião ou de oportunidade!!

    Continuem não acreditando na Mãe Russia senhores, e continuem com o auto-engano de que tudo o que fazem é de baixa qualidade ou para o uso exclusivo da propaganda, pois quando a verdade chegar te encontrará desprevenido e desprotegido, e terás um novo trauma que te acompanhará para sempre em sua vida!

    Esta acima é somente mais um indicio, pois as provas reais virão somente dos confrontos diretos entre realidades opostas.

  10. Um belo exemplo de lambança dos serviços secretos e erro de estratégia:

    O defragrador da 1GM e consequente 2GM e…

    Conhecem “laranja” (bode espiatório) pela cara…

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Gavrilo_Princip

  11. Sabe-se o que se pode considerar “verdade” para efeitos práticos…

    Quando cada pessoa busca por SI PRÓPRIO (busca solitária e não doutrinação em grupo) a “verdade” dos fatos e quando se percebe que os pontos de vista caminham para uma mesma direção…

    Pensem, reflitam, chequem, argumentem e descubram a “verdade” por vocês mesmos…

    É o único modo de se manter a mente LIVRE… e um dos pré requisitos para se ver mais longe…

  12. Perfeito Francoorp…

    Muito se fala em mal e bem, mocinho e bandido…isso é somente uma propaganda pra arregimentar novos voluntários para se lutar em guerras causadas por interesses de terceiros.

    Cada caso é um caso, e cada país vai agir de acordo com seus próprios problemas internos.

    O que revolta é alguem auto-intitulado defensor da democracia e da liberdade que sempre manipula a mídia nacional e internacional para ver o que eles querem q seja visto, e ainda fazem você passar por vilão da história..

    Hiupocrisia é uma constante, nunca termina..

  13. Pessoal, meu mairo medo é um só hoje em dia… E está ao nosso lado. Eu acredito na transição e mudança de comando e adminstração de tempos em tempos, pois só assim podemos nos desenvolver. Acontece nas empresas, com alguma mudança na vida pessoal e por ai vai. Na política deve ser a mesma coisa. Estamos diante de um fato histórico, por um lado bom, e por outro preocupante. O mesmo partido governando uma Nação pelo maior período em sua história. Mostra amadurecimento da democracia, mas este período todo deixará marcas irreversíveis e vícios dificeis de mudar. Uma máquina estatal gigantesca, impostos altos, baixa performance/produtividade das empresas privadas devido ao “custo Brasil” necessário para fazer a máquina GF andar. Isso sim me preocupa mais que Kandahar/Cabul/Haifa/Bagda ou Teerã.
    Lembrem-se do vídeo do garoto Leandro abaixo…

  14. xtreme :
    Os russos pelo visto aprimoraram o método de “tirar de circulação” certos elememntos… Alexander Litvinenko (ex coronel do antigo KGB) .. Andrei Lugovoi.Dmity Kovtun … contaminados com polonio 210 em 2006.
    Certas atividades não admitem ‘novos’ empregos…rsrs

    Eram os ex deles..ainda bem.Eles nos supreendendo, o q tem + p sabermmos. …

  15. Isto que é um presidente democrata ,ficou discutindo com o garoto, qualquer outro no seu posto, os seguranças simplesmente nem deixariam o moleque chegar perto para falar sequer um há!

  16. com o engenho e cientistas que a russia possui,e agora que entrou no sistema capitalista,se investirem tanto em investigaçao e educaçao como investiam no fabrico de armamento,ira ser a potencia que dara cartas ao mundo,como ja se viu ,o maior imperio actual esta em igual declinio,como o imperio romano .

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