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Atualizado: Projeto ATLAS- Cargueiros médios

In Aviões de Combate, Aviões de Transporte, Defesa, Operação de resgate- SAR, Plano Brasil, Sistemas de Armas, tecnologia on 16/08/2010 by E.M.Pinto Marcado: , , , , ,

Projeto Atlas

Subprojeto- CONVECTOR.

Cargueiro médio

Autor E.M.Pinto

Atualização

P-390 Neptuno

Prefácio

Nos idos de 2004 e 2005 na pareceria com Defesa BR do meu amigo Roberto Silva escrevi um artigo o qual denominei Projeto Atlas, onde propunha  uma série de aeronaves cargueiras que julgava serem necessárias à Força Aérea e a nossa indústria, entre entre elas, sugeri o desenvolvimento de uma aeronave baseada na plataforma do Ant-170, proposta hoje em avaliação por diversas nações (leia C-112- Ant-70).

A proposição pioneira foi efetuada tendo em conta a necessidade da Força Aérea Brasileira mediante o envelhecimento da força de cargueiros baseadas nas aeronaves Lockheed Martin C 130 Hércules, claro, na altura fui chamado de louco, nas especificações propunha um avião a jato e tentei argumentar quanto a necessidade dessa e de outras características.

Pensava numa aeronave capaz de efetuar em menos tempo uma operação de transporte e mobilidade de forças, com alcance continental, com capacidade de se evadir rapidamente da zona de conflito sem expor-se demasiadamente ao risco. Para minha surpresa, a resposta dada pela EMBRAER- FAB e Governo Federal foi algo ainda melhor o desenvolvimento de um cargueiro nacional o KC 390 que veio de encontro com as aspirações e requisitos que havia pensado, exceptuando-se um deles o da capacidade de carga .

O tempo passou e o projeto Atlas ficou parado,por muito tempo avaliava uma atualização do programa mas a falta de tempo impedia, porém hoje tomei a coragem de o concluir, e pedindo ajuda ao amigo Junio Pinheiro que efetuou algumas artes, resolvi reescrever o programa ATLAS considerando atualizações e propondo novos projetos que considero, seriam bastante interessantes ao programa KC-X I.

Como de costume nos projetos de simulação e autorias minhas, costumo denomina-los com nomes de deuses ou figuras miltológicas, para tanto este programa tratará da aeronave EMBRAER 390 a qual são denominadas com diferentes nomes mediante as propostas:

  • KC-390: Subprojeto- CONVECTOR- Cargueiro e reabastecedor.
  • E-390: Subprojeto- MINERVA- Aeronave de alerta aéreo antecipado.
  • R-390: Subprojeto- ATENA- Aeronave de inteligência eletrônica e censoriamente Remoto (ISR).
  • AC-390: subprojeto- EFESTOS- Aeronave de ataque e combate-sar.
  • P-390: subprojeto- NEPTUNO- Aeronave de Patrulha Marítima.

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KC 390- subprojeto- CONVECTOR

O KC-390 é um projeto de desenvolvimento e produção de um jato militar de transporte, cujo anúncio foi efetuado pela primeira vez na feira de materiais de defesa Latin America Aero & Defence (LAAD), no Rio de Janeiro no ano de 2007. Dois anos mais tarde o programa foi formalmente lançado e em 2010 na ocasião da feira internacional Farnborough 2010 no Reino Unido a Força Aérea anunciou a intenção de aquisição de 28 aeronaves.

O projeto teve a sua primeira encomenda e apoio oficial do governo Brasileiro que segundo fontes do Plano Brasil, poderá efetuar a aquisição de até 70 aeronaves para equipar seus esquadrões de transporte. O mercado estimado pela EMBRAER contempla a possibilidade de exportação de cerca de 700 exemplares e promete ser um sucesso de vendas tendo concorrentes respeitáveis.

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O Embraer KC-390 visa ser uma aeronave para transporte tático/logístico e ao mesmo tempo de reabastecimento aéreo que promete estabelecer um novo padrão para o transporte militar médio, a Força Aérea Brasileira pretende pioneiramente apresentar uma aeronave capaz de efetuar ambas as missões REVO- Transporte, em outras palavras, todas as aeronaves adquiriras serão aptas a efetuar ambas as missões sem necessidade de conversões.

A aeronave foi inicialmente desenvolvida para atender aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira, que cogita usá-la em substituição ao C-130 Hercules. A Embraer almeja alcançar com o projeto a posição de ser o virtual substituto para as demais Forças Aéreas de países que possuem em sua frota essa classe de cargueiro militar.


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O projeto é inovador e quebra a tendência ocidental de projetar cargueiros médios turbohélices, em vez disto o KC 390 será uma aeronave turbo jato, que utilizará a tecnologia fly-by-wire e aviônica atualizada, cuja cabine será concebida em ambiente glass cockpit.

Terá capacidade para transportar 19 ton de carga, porém as últimas declarações aponta para a capacidade de transportar até mesmo 23 ton em condições especiais, isto possibilita o transporte de veículos blindados e sistemas mais pesados do que o C 130 é capaz de transportar.


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O programa visa conceber uma aeronave capaz de efetuar as seguintes funções:

  • Transporte e lançamento de cargas e paraquedistas
  • Ajuda humanitária
  • Reabastecimento em voo
  • Evacuação Aeromédica
  • Transporte de veículos
  • Lançamento a baixa altura (LAPES – Low Altitude Parachute Extracting System).

A aeronave será ainda apta a efetuar operações em pistas curtas não pavimentadas e será equipada com a tecnologia CARP (Computed Air Release Point), integrada ao sistema digital de comandos de vôo (fly-by-wire), o que resultará em maior precisão no lançamento de cargas e menor carga de trabalho para a tripulação.será equipado com sistemas de autodefesa  RWR / chaff & flare, sonda de reabastecimento.


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O avião terá ainda moderno sistema aviônico, incluindo dois visores frontais (Head-Up Display – HUD), e sistema completo de autodefesa. O KC-390 será totalmente compatível com a tecnologia de visão noturna (Night Vision Goggles – NVG).


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Mais rápido que seus competidores, o jato poderá operar em pistas curtas e semi-preparadas. Dentre as principais missões, será utilizado para transporte de tropas e cargas, incluindo nos ambientes da Antártida e da Amazônia, como avião reabastecedor, para busca e resgate (SAR) e na evacuação médica (Medical Evacuation – MEDEVAC).


Três vista do KC 390


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Especificações Técnicas


Envergadura: 33,94 m

Comprimento: 33,43 m

Altura: 11,43 m

Pesos vazio: Não declarado

Peso Máximo de decolagem (MTOW): 58.500 kg (missões táticas); 65.000 kg (normal) e 72.000 kg (transporte logístico)

Carga útil máxima: até 23.000 kg

Tripulação: 3 integrantes, piloto, co-piloto e engenheiro de voo, capacidade de transporte de 80 soldados equipados ou 64 paraquedistas.

Velocidade máxima: Mach0 .80

Velocidade de cruzeiro: 850 km/h

Alcance:

Cruzeiro de longo alcance com 19.000 kg de carga: 6.204 km

Transferência de combustível: 2.495 km raio de missão REVO

Teto de serviço: 10.973 m

Autonomia: não declarada

Distância de decolagem:

Missões táticas:1.100 m

Normal: 1.300 m

Transporte logístic: 1.630 m

Fator de carga:

Missões táticas em pista semipreparada: 3g

Norma: 2,5 g

Transporte logístico: 2,25 g

Pressurização: 7,6 psi

Motor: 2 turbofans- ainda não definido.

Proposição de outras versões.

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Imagem superior demonstra a versatilidade da célula mediante a sua configuração para diversos tipos de missões ( Imagem: EMBRAER)

Com o envelhecimento da frota de aeronaves E-99 e R-99 a FAB necessitará de um programa de atualização (MLU) para estes vetores, também consta na END que a Força Aérea Brasileira buscará a aquisição de mais aeronaves para as funções de alerta aéreo antecipado (AEW) sensoriamento remoto (ISR) e reconhecimento.

Tendo em vista isto, proponho nesta sequência de artigos o desenvolvimento de novas aeronaves para estas funções, todas baseadas na célula do KC 390. A proposição se justifica em vários fatores, um deles, o de padronização de células, o que reduziria os custos logísticos e de treinamento de tripulações. Uma escolha como esta contribuiria para ampliação da escala de produção da aeronave uma vez que mais modelos seriam adquiridos e ainda que não fossem 100% compatíveis compartilhariam uma gama variada de sistemas e sensores tais como motores, o cockpit e seus instrumentos e etc.

Outro fator seria o da oferta de uma célula com capacidade de expansão ao longo do ciclo de vida, por compartilhar a célula de uma aeronave cargueira a tripulação teria disponível um volume interno maior, o qual promoveria maior conforto interno e ainda tornaria a célula apta a receber mais módulos de sistemas.

Por último, a FAB contaria com uma célula com maior autonomia, com maior robustez e possibilidade de integrar em apenas um dos modelos duas funções o de sensoriamento remoto e o de reconhecimento.

Desta forma estas aeronaves poderiam inicialmente complementar a atual frota de aeronaves destinadas a estas missões e futuramente substituí-las por completo.

Além destas versões, proponho também o desenvolvimento de uma aeronave de ataque baseada na mesma célula e que devido a sua aviônica embarcada e sistemas optoeletrônicos, poderia em tempos de paz  efetuar as missões de busca e salvamento, em missões de combate atuaria como um AC -130 Spectre em apoio, ataque a infantaria ou mesmo missões combate-SAR.


Subprojeto MINERVA- E 390


Concepção artística do hipotético E-390, arte Junio Pinheiro para o Plano Brasil.

O E-390 AEW&C (do inglês Airborne Early Warning and Control) seria uma aeronave de Alerta Aéreo Antecipado e Controle, com capacidade autônoma de vigilância e controle aéreo. Concebido para atender aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira (FAB) para uma aeronave de vigilância aérea, capaz de prover dados de inteligência sobre aeronaves voando a baixa ou grande altitude.

A plataforma poderia fazer uso da integração um sistema atualizado do radar Erieye selecionado para o E 99, porém de uma versão mais avançada e com capacidades mais avantajadas que seu predecessor.

O programa poderia por exemplo priorizar a integração, evoluções e nacionalização de grande parte dos sistemas tal como os mostradores em telas de cristal líquido, intercambiáveis entre si, MFD (Multi-Function Displays) e EICAS (Engine Indication and Crew Alerting System).

Devido as dimensões da célula a aeronave poderia embarcar mais módulos de missão bem como tripulantes estendendo as capacidades operacionais relativamente ao E 99.

A aeronave poderia receber novos sistemas de comunicação e navegação; sistema de enlace de dados datalink; sensores de monitoramento de sinais de comunicações clandestinas; consoles de comando e controle (estações de trabalho); entre outros equipamentos.

A aeronave seria capacitada a atuar numa vasta gama de missões, entre as quais: comando e controle; vigilância e controle de fronteiras; vigilância marítima; monitoramento de sinais de comunicações; coordenação de operações de busca e salvamento; vetoração de caças e gerenciamento do espaço aéreo.

A atualização dos sistemas embarcados deveria levar em conta uma nova versão do radar Ericsson PS-890 Erieye (radar de vigilância e controle aéreo), denominado aqui hipoteticamente de PS-890 BR, que poderia ser desenvolvido em conjunto com empresas nacionais buscando uma nacionalização e capacitação para futuros desenvolvimentos.

Também poderiam ser considerados os desenvolvimentos de sistemas de radares secundários de identificação amigo-inimigo, sistema de medidas  e contra medidas eletrônicas de apoio, ESM, ECM,  COMINT / ELINT (sensores de monitoramento de sinais de comunicações), datalink (sistema de transmissão e recepção de dados seguro. RWR / chaff & flare (sistemas de autodefesa).

Veja Também sub-projeto MINERVA II


Subprojeto ATENA- R-390


Concepção artística do hipotético R-390, arte Junio Pinheiro para o Plano Brasil.

Tal como a variante de AEW&C os EMB 145 RS/AGS – Remote Sensing (ou Monitoramento Remoto), os R99 da FAB poderiam ser gradualmente substituídos por uma nova aeronave  baseada no projeto KC 390 desenvolvida integrando sensores mais atualizados e de preferência nacionalizados.

O sensoriamento remoto é uma das ferramentas mais utilizadas para o monitoramento da superfície terrestre e é o meio mais efetivo de coletar dados, extrair informações e desenvolver conhecimentos sobre o meio ambiente global.

Os principais sensores embarcados no R99 são:

  • O radar SAR (Synthetic Aperture Radar);
  • O sensor hiperespectral HSS (Hiperespectral Scanner System);
  • O sensor multiespectral MSS (Multiespectral Scanner System);
  • O sensor infravermelho OIS (Optical Infrared Sensor).

O Radar-SAR, ao contrário dos sensores ópticos, permite a aquisição de imagens a qualquer tempo, independente da ocorrência de nuvens, chuva, nevoeiro, fumaça e da iluminação solar. Dessa forma, as imagens radar podem ser geradas em qualquer altura, durante o dia ou à noite e sobre as mais variadas condições atmosféricas.

A participação da indústria nacional no desenvolvimento de um sistema mais atual e capaz é fundamental, a integração de uma radar como esse numa plataforma tal como a proposta seria um salto qualitativo nas operações de reconhecimento, cartografia e sensoriamento hoje efetuados pela FAB.

Chamo a atenção para o desenvolvimento nacional de um sensor hiperespectral HSS e também multiespectral MSS de maior resolução, estes sistemas complementam os dados de radar. estes sensores permitem a obtenção de informações detalhadas da superfície e oferecem uma alternativa rápida e eficiente de obtenção de informações estratégicas para o monitoramento do solo e reconhecimento.

Permitem aidentificação de identificação de alvos que não poderiam ser identificados por sensores com resolução espectral menor como, por exemplo, a ocorrência de um mineral de difícil identificação em uma área de exploração. O HSS e o MSS revelam ainda grande potencial no estudo da composição de coberturas superficiais como vegetação, água, solos e composição atmosférica.

Faz-se necessário o desenvolvimento de sistemas OIS, sensor imageador para obtenção de dados em tempo real, que congrega câmeras de TV em cores para uso diurno e câmaras infravermelho para uso diurno e noturno.

Este sistema permite efetuar operações de reconhecimento, identificação, monitoração e rastreio de alvos a grandes distâncias. Pode ser empregado em missões de busca e salvamento, ações policiais, combate a incêndios florestais, entre outros.

FLIR entre outros sistemas poderiam ser integrados a célula R-390 dando maiores capacidades as aeronaves desta função, a FAB poderia optar por substituir a frota de aeronaves ISR, reconhecimento e foto por uma única plataforma integrando os sistemas e os embarcando no R-390 reduzindo assim o custo logístico da operacionalidade de várias aeronaves diferentes.


Veja Também sub-projeto ATENA II


Subprojeto EFESTOS- AC 390


Concepção artística do hipotético AC-390, arte Junio Pinheiro para o Plano Brasil.

Falta a FAB uma aeronave pesada capaz de prover apoio aéreo aproximado direto à tropas terrestres, escolta de comboios ou mesmo em operações urbanas. Esta aeronave é de fundamental importância para regiões como Amazônia e Pantanal, onde grupos insurgentes incautos na selva tornam difícil o combate para as forças que lá se encontram.

Outra função importante que o AC-390 executaria seria a de interdição aérea, missão a qual a aeronave é usada como plataforma de ataque contra alvos pré-selecionados ou mesmo alvos de oportunidade. Serviria de plataforma de defesa de e proteção de forças terrestres, bases aéreas e de posições de tropas.

Devido aos seus sistemas de aquisição de alvos tais como radar e FLIR e seu sistemas de armas, este tipo de aeronave também chamadas de Gunship, pode efetuar uma gama variada de missões como por exemplo busca e resgate, localizando os sinistrados efetuando o apoio de fogo a força de resgate em seguida e destruindo alvos estratégicos.

Porém seus sensores podem ser empregados em missões de vigilância, patrulha e reconhecimento.

Um Gunship nacional poderia operar armado com canhões convencionais, por exemplo o AC-130 está armado com canhões de 40mm e de 105mm; metralhadores de 25 mm, este tipo de armas poderia compor a série de armamentos de uma aeronave semelhante nacional, entretanto outros tipos de armas como mísseis táticos (cruzeiro) foguetes, e até mesmo canhões a laser poderiam ser considerados num eventual desenvolvimento de um AC-390.

O Ministério da Defesa tem no CTA um grupo que estuda o desenvolvimento de lasers e sua aplicação como arma embarcada poderia fazer parte dos programas tecnológicos das forças armadas, tanto para um sistema de defesa de ponto quanto para uma arma embarcada tendo como plataforma o AC-390.

As missões primárias do AC-390 seriam

  • Apoio aéreo aproximado.
  • Interdição aérea.
  • Proteção de forças terrestres.
  • Combate-SAR.
  • Apoio a salvamento.
  • Reconhecimento armado.

As aeronaves seriam equipadas com sistemas de armas automáticos de tiro lateral integradas à sofisticados sensores e controles de navegação e de tiro, que proporcionariam poder de fogo e precisão cirúrgica quando necessário, porém a aeronave seria capacitada também a efetuar ataque de saturação com canhões e foguetes, estando apta a operar a todo tempo sobre quaisquer condições meteorológicas.

O pacote de sensores embarcados numa aeronave como esta inclui:

  • Sistema de televisão
  • Flir
  • Radar
  • Sistema inercial e de posicionamento global

Permite que a aeronave identifique visualmente ou eletrônicamente as forças amigas e os alvos em qualquer situação. As aeronaves podem empregar radar de longo alcance para identificação e detecção de alvos.

O AC-390 seria uma ferramenta valiosa na defesa da Amazônia e Pantanal e uma arma terrível contra insurgentes, narcotraficantes e contrabandistas que violassem a fronteira ou que hostilizassem ordem pública e a soberania do país.

Clique na imagem para ver o AC 390 cuspindo fogo


Subprojeto NEPTUNO- P- 390


Concepção artística do hipotético P-390, arte Junio Pinheiro para o Plano Brasil.

Confesso que não era a minha intenção propor um modelo do KC-390 destinado a função de Patrulha marítima, ao mesmo tempo não vejo o porque não apresentar tal proposta.

Considero que a plataforma ideal (a jato) seria um vetor baseado na aeronave  EJet 190, apresentado no projeto NEPTUNO II, entretanto  acredito que haveria espaço para a EMBRAER e suas associadas num programa como este proporem uma gama de aeronaves destinadas a este fim que poderiam  manter a interoperabilidade inúmeros sistemas padrões, desenvolvidos. Desta forma  a EMBRAER ofereceria aos clientes de destino diversos vetores com capacidades diferentes.

Por exemplo um patrulheiro baseado nos seguintes modelos:

EMB-390

EMB-190

EMB-145

As aeronaves poderiam compartilhar inúmeros sistemas embarcados sendo diferenciadas pelas suas autonomias, custos e capacidades, porém destinadas aos mais diferentes fins e orçamentos.

A aeronave em questão se destinaria as funções de ELINT, guerra anti-submarino, interdição naval (Guerra de superfície:anti-navio) e patrulha marítima.

O P-390 objeto deste hipotético programa possuiria mais capacidade de embarque de sistemas, bem como maior autonomia por conta da introdução de uma carga adicional de tanques de combustível.

A aeronave transportaria mais armas e teria mais espaço interno para a tripulação.

A suite eltrônica embarcada poderia compartilhar inúmeros sistemas dos demais programas apresentado, tais como:

  • FLIR;
  • O radar SAR (Synthetic Aperture Radar);
  • O sensor hiperespectral HSS (Hiperespectral Scanner System);
  • O sensor multiespectral MSS (Multiespectral Scanner System);
  • O sensor infravermelho OIS (Optical Infrared Sensor);
  • Comunicação por satélite.

Haveria inúmeras oportunidades para a industria nacional pois os demais sistemas como o desenvolvimento de um radar de varredura e vigilância marítima, bem como designadores laser para armas de precisão.

Sistemas de detecção de anomalias magnéticas (MAD), sistemas de ejeção de sonoboias

Quanto ao sistema de armas do patrulheiro tenho algumas críticas, estas se baseiam no fato de haverem inúmeras armas operadas pelas diferentes forças (Marina e Força Aérea).

Acredito que a padronização das armas seria um ganho e deveria ser buscada na escolha do armamento das aeronaves e  plataformas de todas as forças.

E certo de que a Marinha desenvolverá o seu próprio míssil antinavio ou superfície-superfíce, MAN-1, esta arma poderia ter seu desenvolvimento também em uma versão lançada do ar Ar-superfície e integrada os sistemas de armas do partulheiro.

Porém os demais sistemas deveriam buscar o máximo a sinergia operativa com adoção de mísseis padrão, no meu ponto de vista a operação pela Marinha do Excocet e pela FAB do Harpoon demanda problemas logísticos, o ideal no meu ponto de vista seria ter o MAN-1 em suas futuras versões como míssil Back-up e optar ou pelo AM-39 Excocet e suas futuras versões.

https://i0.wp.com/nodong.org/files/attach/images/320/513/246/Exocet_AM39_P1220892-detoured.jpgAM-39 Excocet

Ou pelo Harpoon e suas versões mais atualizadas:

https://i2.wp.com/www.air-and-space.com/20070329%20Pt%20Mugu/_BEL8337%20AGM-84%20Harpoon%20l.jpgAGM-84 Harpoon

Sabe-se que a FAB adotará o torpedo MK 46 para seus P-3BR, assim como a Marinha continuará os operando em seus navios e helicóptero, porém uma arma mais moderna poderia ser adotada por ambas as forças e neste cenário o torpedo MK 54 de 324mm, seria uma das armas elegíveis.

A justificativa para esta arma reside no fato de que recentemente a Raytheon Missile Systems apresentou no Singapore Airshow o Fish Hawk, um sistema lançador de torpedo antisubmarino “stand-off” de longo alcance e altitude.

O sistema utiliza kits de asas e  de guiagem no torpedo leve Mk.54 e incorpora  componentes da arma stand-off”, AGM-154 JSOW. A arma  foi desenvolvida como resposta à mudança  doutrinárias na Guerra Antissubmarino (ASW),O sistema foi desenvolvido para operar nos patrulheiros P-8A Poseidon, cujo os perfís de operação diferem em muito dos do P-3, como por exemplo o seu lançamento em altitudes maiores uma vez que o jato poderá operar em maiores altitudes, cobrindo áreas maiores.

O lançamento de torpedos a alturas de 27 mil pés seria imprecisa, desta forma a arma usa de um sistema de voo (planando) direcionando-se por diversos sistemas até chegarao local de mergulho, isto permite a busca durante a a queda e mesmo a mudança de prioridade de alvo.

https://i1.wp.com/www.indiastrategic.in/image/Fish_Hawk.jpgTorepedo MK 54 Fish Hawk versão lançada de grande altitude.

Esta proposição baseia-se em aspirações pessoais e sugestões de nossos leitores, e não se resumem a apresentar o modelo proposto para as nossas forças armadas e sim propor uma gama de modelos de aeronaves destinadas a diferentes clientes ecujos sistemas poderiam ser padronizados entre diversas versões de aviões da gama EMBRAER.

O foco é apresentar possibilidades e discutir o que seria interessante para o país, e neste caso  do hipotético  P-390 abordamos os seus sistemas optoeletrônicos e sistemas de armas.

Falarei um pouco do sistema de missão que poderia ser desenvolvido pelo país e que também poderia ser padrão a todas as aeronaves, isto será abordado na proposição do P-190 o qual considero mais indicado para o Brasil,.

Reforço que ambas aeronaves (p-390 e P-190) poderiam coexistir e compartilhar os  sistemas de ramas e elerônicos, entretanto não necessariamente nossas Forças armadas deveriam operar as duas .

Concepção artística do hipotético P-390, arte Junio Pinheiro para o Plano Brasil.

Veja Também sub-projeto NEPTUNO II

Agradecimentos: Junio Pinheiro pelas imagens concebidas e cedidas especialmente para o Plano Brasil.


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39 Respostas to “Atualizado: Projeto ATLAS- Cargueiros médios”

  1. Parabéns meu amigo!!

    É sem dúvida alguma um belo trabalho.
    O AC-390 Gunship, ficou ótimo e é o meu predileto.
    Saudações

  2. Caro E.M.Pinto,

    Parabéns pela matéria e pelo site, acompanho diariamente o blog e com certeza posso afirmar que é o melhor site de temas de defesa brasileiro. Lendo a matéria gostaria de saber se essa plataforma não suportaria um Avião Bombardeio ou essa versão não seria compativel a um exemplar Tupi de menores proporções ao B-52 Estadunidense ?

    Abraço,

  3. Parabéns pela matéria,a arte está excelente.Uma duvida,porque a designação C390?

  4. o kc pode ser adaptado para avião comercial, capaz de operar em qualquer tipo de lugar, mesmo aqueles sem infraestrutura completa ? alguem pode me esclarecer ?

  5. Uma beleza de Gunship. Ágil e veloz o suficiente pra surpreender qualquer força terrestre.

  6. Cara…excelente concepção de versões para o C-390…achei perfeito ter lembrado do AC-390, para suporte de fogo á unidades avançadas das FFAA…

    Excepcional artigo, valeu mesmo!

  7. Saúdo o empenho de nossos engenheiros aeronauticos! Viva o Brasil!

  8. Vinicius a designação C segue a norte americana Cargo.
    sds
    E.M.Pinto

  9. Luiz, é possivel sim, porém por ser um avião dedicadoa s funções militares o seu custo operacional é maior que o de um comercial, e isto inviabilizaria a sua operação, ams pode sim ser usado por uma empresa comercial a questão é se compensa.
    Flávio, a conversão para um bombardeiro seria possível, sim, a questão é se e para que?

    Creio que o mais correto caso fosse o interesse da FAB em possuir um bombardeiro seria o desenvolvimento de raiz de um bombardeiro. um avião completamente novo e não um adaptado.
    A célula de um cargueiro tem suas limitações como razão de subida, limitação em manobras G, raios de curva entre outras, isto não seria problemas para para os modelos propostos no artigo, mas um bombardeiro necessitaria de características como capacidade de manobra entre outras, nas condições que o B 52 opera não são necessários, é verdade, mas não somos a USAF nem operaríamos um bombardeiro da década de 40-50 com impunidade num céu dominado.
    Portanto meu ponto de vista é de que seria melhor desenvolver um avião novo para estas funções, algo como um B1-B ou mesmo Su-34, não se preocupe abordarei isto no projeto denominado PANDORA.
    Obrigado pela paricipação e a todos pelo apoio
    Sds
    E.M.Pinto

  10. Nossa, que belo presente E.M.Pinto. As artes estão espetaculares. Parabéns. O EFESTOS ficou demais. Abç

  11. E.M.Pinto Parabéns pela matéria, só faltou uma concepção para P-390 (Patrulha Marítima). Mais uma vez Parabéns.

  12. Salve Nelson, estou ponderando aversão Patrulha do EMB 390, porém considero que a plataforma ideal (a jato) seria o Emb 190, também estou considerando uma aeronave turbo-hélice, será apresentado no projeto NEPTUNO futuramente…
    rsrsrs, mas antes preciso acabar a tese, rsrsrs.
    Sds
    E.M.Pinto

  13. Vejam que banco de inteligencia nós temos!..O Minerva -E-390 é extrordinario o AC-390 não fica atras. Parabens mesmo,Sr!….

  14. Muito bom o artigo, parabéns.
    As várias possibilidades de utilização do 390 em várias funções… é sem duvida este ponto que fará este projecto ter sucesso.
    Já agora uma duvida… as parceria para construção desta aeronave só saberá quando o vencedor do FX-2 for anunciado? Certo. Ou não está assim tão colado ao finalista?

  15. Karlus, o programa KC -X nada tem haver com o FX.
    O KC-X é tocado exclusivamente pela FAB e EMBRAER, os sócios que adentram no programa são incluídos mediante suas competências, porém é a EMBRAER e FAB quem conduzem o desenvolvimentos apenas repassando as suas necessidades ao fornecedor que por sua vez adentra em regime de contrato de riscos.
    De um modo simplista é mais ou menos o que se passa numa montadora de veículos cujo projeto é inteiramente de uma marca (seja qual for) após o veículo desenvolvido a montadora parte em busca de fornecedores.
    O FX 2 não ocorre assim, a FAB procura um parceiro que tenha um produto já desenvolvido e de maneira reversa queira compartilhar tecnologias cedendo a EMBRAER e as demais empresas nacionais as capacidades e tecnologias.
    Em suma o Brasil está comprando a tecnologia e tentando capacitar suas indústrias a certas competências que de outra forma demandaria custos e tempo em escala maior.
    O que se passa entre FX-2 e KC-X é que o forncedor ( Boeing, SAAB e DAssault) poderão usar como barganha a possibilidade de ingressar no programa KC-X cedendo tecnologias das quais já dispõe, comprometendo-se a desenvolver certas tecnologias que de outra formas seriam desenvolvidas e custariam mais tempo, estas empresas podem ainda compartilhar os custos de desenvolvimento do programa ( e lucros como é óbvio), além do fato de poderem exercer pressões para que seus governos efetuem aquisições de algumas aeronaves, tal como fez a França que nas palavras do seu secretário de defesa Ervé Morin, estaria dispostas a adquirir entre 10-12 “carrinhos de mão” KC X.
    instrumento de pressão, apenas isto.
    no vídeo que disponibilizei o Ten Brig Saito explica isto de maneira clara.
    sds e grande abraço
    E.M.Pinto

  16. Caro Edilson,

    Parabéns pela matéria, e porque não dizer pela antecipação do KC-390 :)

    E, esperemos que todas essas versões do KC-390 se tornem realidade, especialmente o AEW&C e Patrulhamento Marítimo… a versão Spectre acho difícil heim.

    []’s

  17. fico bobo como uma empresa como a embraer pode fazer avioes de 1 linha de varios tipo e modelo e nao consegue fazer um caça de 1 linha para enfretar o su-35/gripen-ng/rafale etc…
    se ((( A Coreia do Sul e a Indonésia vão desenvolver conjuntamente um caça de geração 4.5, de acordo com um memorando assinado no mês passado.)))
    nao fica fora disso embraer vc sao uma grande empresa!

    brasil é grande!>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

  18. obrigado, E. M. PINTO, perguntei por que parece que alguns ANTONOVS possuem essa dualidade, e no porte parece que o KC equivale aos 767’s, e qunto ao custo operacional, pensei que fosse dado pela equação capacidade de carga versus consumo de combustível, voce pode aprofundar o assunto pra mim ? POIS PARECE QUE AS TURBINAS PRETENDIDAS também equipam modelos comerciais….

  19. essa foi a matéria mais completa que li sobre o KC.

    Como os amigos já disseram, belo presente do blog pra gente.

    abraços a todos

  20. No meu ponto de vista, este KC390 será o passo fundamental para a Embraer competir com a Boeing e Airbus no desenvolvimento de awronaves de grande porte para uso civil. O que eles aprenderão com este desenvolvimento dará outro frutos comc erteza. Parabéns ao Blog. As caixas de asas terão o suporte da Dassault, com certeza. A Boeing nunca desejará um concorrente como a Embraer em seu mercado cativo. A SAAB não dispõe de tal tecnologia. [ ]s

  21. Caro Sr. E. M. Pinto,
    Interessantíssima a sua concepção do projeto ATLAS.
    Quando li tempos atrás que a FAB estava comprando e re-potencionalizando os velhos ORION (ajudando a desencalhar o depósito da Davis Monthan AFB), fiquei surpreso; e escrevi neste site o comentário que reproduzo abaixo:
    “Por estas razões é que não entendo o porque da FAB ter optado ainda por “re-potencializar” o P3V-1, que creio eu, já esteja também perto do seu fim de vida operacional. Que horizonte a FAB vislumbra para esta plataforma; mais 30 anos? Não creio. Porque não optou por uma solução, guardado o paralelo, semelhante a do K-390? Ou seja tendo como modelo algo como o P-8 Poseidon.”

    Posto isto meus parabéns pela sua visão com o seu E-390: Subprojeto- MINERVA- Aeronave de alerta aéreo antecipado.
    Saudações
    Lopes

  22. Muito boa matéria E.M.
    Parabéns.

  23. Uma pena que nosso KC-390 não tenha usado o conceito USB, aproveitando o efeito
    Coanda, ao invés desse conceito mais tradicional com jato soprado no flap. O sistema USB com motores montados no dorso da asa é mais eficaz para reduzir a velocidade de vôo e permitir pousos e decolagens curtos.
    Snif, snif,…..

  24. Parabéns meu amigo

  25. Parabéns ,excelente matéria. Só falta os KC 390 sair das pranchetas.

  26. Vejo uma Otima ideia porem acho melhor a utilização EMB-195 para a missão de AEW&C e e uma otoma ideia seiara Construir uma verção do EMB-195 ASW, com o grande sucesso da familia Ejet poderia ser uma opção barata e com grande acesso a pessas para reposição.
    Sera qua daria certo?

  27. Realmente muito informativa a matéria, Parabéns Pinto!

    Tem somente o caso de que não vejo a EMBRAER muito empolgada em fazer uma nova versão de AEW&C, afinal ela já tem uma aeronave com esta função… poderia ser feita se tivesse um pedido direto pra ela, agora colocar no mercado algo assim por espontânea vontade eu duvido muito que realizem um programa variante do KC-390 com estas funções.

    Valeu o trabalho!

  28. Excelente matéria, e vejo boas possibilidades em todas essas adaptações, até mesmo em um eventual patrulheiro marítimo…

    O grande trunfo do KC-390 para estas funções é exatamente seu tamanho, com isso pode-se chegar quem sabe até a uma “zona de descanso” dentro da aeronave e adapatações para maior transporte de combustível, ademais a capacidade de reabastecimento em vôo já demonstra o trunfo de manter o avião o máximo de tempo possível em vôo…

    Aproveitamento total do vetor, utilização ao extremo da célula para a realização dos mais diversos tipos de operação gerando escala de pedidos e obviamente de produção, não somente para o cliente interno, mas também para possíveis clientes externos.

  29. Perguntei sobre o nome porque a Embraer produziu o C95,C97(121 na frança),C99,VU9(C120 no Uruguai),me parece não manteve a mesma linha ,foi um pulo muito grande para C390.Poderia o nome C390 fazer alusão ao nome E190 do qual parece ser derivado?Ou brincando,é por que ele venderá 3 vezes mais que o C130?

  30. Julgavam Vulcans e Hercules obsoletos e se mostraram prestativos nas Malvinas e Iraque.Conhecem a nova fortaleza voadora o C-390.

  31. achei muito bons os novos projetos baseados no KC-390,e penso que poderiam ser utilissimos para a FAB.pórem, acho, sinceramente que seria mais interessantes a concretização dos projetos E-195 e R-195,alem do P-195, demonstrados no defesaBR, que utilizando a plataforma do Emb-195, alçariam o Brasil a um seleto grupo de operadores de aeronaves estratégicas de longo alcance e performace formidavel …obrigado!!!

  32. Caracas o que já estava perfeito ficou ainda melhor com o Neptuno, o Poseidon P8 ganha um adversário de peso. Parabéns pelo excelente trabalho. O melhor trabalho sobre a família KC390 até hoje. [ ]s

  33. Sensacional E.M.Pinto, Parabéns mais uma vez, gostaria de saber se o espaço destinado as rodas ao lado não poderia ser usado também para abrigar algum torpedo ou míssil, como acontece no F-15 e F-22, é apenas uma pergunta e desculpem se eu estiver viajando muito na maionese.
    Mais um vez parabéns pelo excelente trabalho

  34. Nelson não daria a menos que fossem ampliados, pessoalmente acho que a introdução de um bomb bay seria mais indicado.
    falarei disso no Programa P-190 NEPTUNO II.
    obrigado e saudações
    E.M.Pinto

  35. E certo que uma verção de patrulja maritima do KC-390 e um otima opção, porem qual sera + barato de operar um P-390 ou um P-190.
    Essa verção não seria melhor equipada com o torpedo MU-90e mísseis Excocet?

  36. Muito legal!!! E.M Pinto gostaría que houvesse mais Brasileiro que se preocupassem com as nossas Forças Armadas. Meu sonho é ver um Brasil forte, com Ordem e acima de tudo com muito Progresso. Tanto Econômico, quanto Social. Só te peço mais uma coisa… faça um projeto, tipo… “Atlas Marítimo”. Um projeto para o reaparelhamento de nossas corvetas e a criação de nossas fragatas e outros navíos de batalha… sería legal também. =)

  37. HR já tem, veja no programa Mar de titã e entre nos programas clicando nas imagens dos navios
    falta concluí-los, futuramente acabarei os programas e atualizarei os que estão publicados.
    segue o link

    https://pbrasil.wordpress.com/projetos/mar-de-tita/projetos-mt/

    ABraço
    E.M.Pinto

  38. […] artigo MINERVA a qual propunha a aeronave EMBRAER 390 como plataforma de alerta antecipado, acredito que seria […]

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