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A história da energia Nuclear Parte V

In Energia, Geopolítica, História, Plano Brasil, tecnologia on 17/08/2010 by E.M.Pinto Marcado: , ,

https://i1.wp.com/www.yearinspecialoperations.com/wp-content/uploads/2010/04/16.jpgArsenais nucleares

Autor: Eduardo Nicácio

Plano Brasil

Parte I

Parte II

Parte III

Parte IV

Parte V

Parte VI

Parte VII

Parte VIII

Com gastos militares que atingiram US$ 478,2 bilhões em 2005, ou 48% do total mundial, os Estados Unidos estão no topo das nações que mais gastam com o chamado setor militar. Para se ter uma idéia do que isso representa os gastos de Reino Unido, França, Japão e China, os quatro países mais militarizados, exceto os EUA, somaram juntos ‘modestos’ US$ 177,5 bilhões.

Esses números fazem parte de um levantamento realizado pelo SIPRI (Stockholm International Peace Research Institute), que aponta também para a crescente e alarmante ‘terceirização’ das atividades relacionadas à guerra e aos assuntos de ‘segurança’, principalmente nos EUA.

Não é por acaso que nesses quase quatro anos de invasão e ocupação do Iraque, o número oficial de baixas norte-americanas é relativamente baixo, apenas 3.000 soldados. Isso se dá porque os ‘terceirizados’ não aparecem nas estatísticas oficiais, afinal, não são responsabilidade do governo dos EUA, mas sim de suas empresas, as ‘contractors’.

A selvageria e agressividade do imperialismo estadunidense contra os povos dos países dominados, como demonstrado pelas dezenas de guerras de rapina que ele promoveu ao longo do século XX e nesse começo de século XXI que presenciamos, têm sido amparadas por um formidável arsenal nuclear, usado para chantagem, persuasão e intimidação.

Arsenais nucleares dos EUA e da Rússia entre 1945 e 2005.

Como mostra levantamento recentemente publicado no Boletim dos Cientistas Atômicos, a maior concentração de armas de destruição em massa, neste caso as nucleares, encontra-se em território norte-americano, ou está localizada em bases dos EUA em países da OTAN. Os cientistas norte-americanos, concretamente, fizeram esta importante denúncia, baseada em fatos e pesquisas, sobre o potencial destruidor dessa imensa quantidade de armas nucleares em poder dos EUA.

A ameaça recente de um ataque nuclear de Israel contra o Irã, com o apoio dos EUA, traz à tona a questão do arsenal nuclear israelense, cuja existência nunca foi assumida pelos governos israelitas.


Onde estão as bombas?


A edição de novembro/dezembro de 2006 do Boletim dos Cientistas Atômicos (Bulletin of the Atomic Scientists) traz um artigo que mostra que os Estados Unidos armazenam suas quase 10 mil ogivas nucleares em 18 localidades de 12 estados e seis países europeus.

Hans M. Kristensen, da Federação de Cientistas Americanos (FAS) e Robert S. Norris, do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC), identificaram as localizações prováveis das armas nucleares através do cruzamento de informações de anos de monitoramento de documentos desclassificados (públicos), declarações oficiais, relatórios, vazamentos de informações e conversas com oficiais da ativa e da reserva, além de fotos comerciais de satélite de alta resolução.

De acordo com eles, a maior concentração de ogivas nucleares encontra-se na Instalação de Armas Estratégicas do Pacífico em Bangor, estado de Washington. Ali estão localizadas mais de 2.300 ogivas – provavelmente a maior concentração de armas nucleares num único lugar em todo o mundo. Cerca de metade dessas ogivas é composta de mísseis balísticos submarinos em ação no oceano Pacífico.

Cerca de 1.700 ogivas estão espalhadas na forma de mísseis balísticos em submarinos classe Ohio, que operam nos oceanos Pacífico e Atlântico, e aproximadamente 400 ogivas estão em oito bases em seis países europeus – Bélgica, Alemanha, Itália, Holanda, Turquia e Grã-Bretanha (para maiores informações sobre ogivas norte-americanas na Europa, acesse http://www.nukestrat.com/us/afn/nato.htm). Os Estados Unidos são o único estado nuclear que mantém armas nucleares em países estrangeiros.

O crescimento das localidades de armazenamento nuclear dos EUA diminuiu consideravelmente na década passada em comparação com o período entre 1992 e 1997, quando o Pentágono removeu armas nucleares de 10 estados e numerosas bases européias. Ao longo da década passada, os Estados Unidos removeram armas nucleares de três estados – Califórnia, Virgínia e Dakota do Sul, e de um país europeu – Grécia.

Os especialistas mostram que mais de 2/3 de todas as ogivas nucleares dos EUA estão ainda armazenadas em bases para mísseis balísticos e bombardeiros, ainda que a Guerra Fria tenha terminado há mais de 16 anos. Mais de 2.000 dessas ogivas estão em prontidão para lançamento. Somente 28% das ogivas norte-americanas foram transferidas para instalações de armazenamento separadas. A maior destas, um abrigo subterrâneo na Base Aérea de Kirtland em Albuquerque, Novo México, armazena mais de 1.900 ogivas.

As dez localidades norte-americanas que atualmente mantêm armas nucleares são: a Instalação para Armas Estratégicas do Pacífico, Bangor, Washington; Base Aérea de Nellis, Nevada; Base Aérea de Warren, Wyoming; Base Aérea de Kirtland, Novo México; Base Aérea de Malmstrom, Montana; Base Aérea de Minot, Dakota do Norte; Planta Pantex, Texas; Base Aérea de Barksdale, Louisiana; Base Aérea de Whiteman, Missouri; e a Instalação para Armas Estratégicas do Atlântico, em Kings Bay, Geórgia.

O governo dos EUA se recusa a divulgar onde armazena as armas nucleares, mas os pesquisadores são enfáticos em afirmar que todas as localidades são conhecidas há anos por armazenar armas nucleares. A segurança das armas nucleares é determinada não pelo conhecimento de sua localização, mas pela proteção militar física das instalações e para que as armas não possam ser detonadas por pessoal não-autorizado.

De acordo com o relatório “Global nuclear stockpiles, 1945-2006” (Estoques Nucleares globais, 1945-2006), a distribuição das armas nucleares no mundo é atualmente a seguinte:

EUA – aproximadamente 10.000 ogivas, das quais mais de 5.113 operacionais;

Rússia – aproximadamente 5.000 ogivas operacionais;

França – cerca de 350 ogivas operacionais;

Grã-Bretanha – cerca de 200 ogivas operacionais;

China – aproximadamente 200 ogivas operacionais;

Índia e Paquistão – cerca de 160 ogivas operacionais, considerados os dois arsenais;

Israel [*] – entre 120 e 180 ogivas operacionais, apesar das negativas do governo israelense;

Coréia do Norte – cerca de 10 ogivas operacionais;

[*] Outras fontes estimam que Israel possua entre 150 e 300 ogivas, além de um sofisticado sistema de lançamento composto por aviões bombardeiros e mísseis balísticos de médio e longo alcance conhecidos como Jericho.


Submarino nuclear


Submarinos são embarcações que navegam e executam operações preferencialmente submersas. Embora possam ter diversos empregos, como pesquisa e serviços em plataformas de prospecção de petróleo, é, no entanto, na aplicação militar que eles têm maior destaque.


Submarinos Nucleares x Submarinos Convencionais


Os submarinos de propulsão convencional são submarinos cuja energia, tanto para propulsão quanto para o uso a bordo, provém de um conjunto de baterias recarregadas através do acionamento de grupos diesel geradores instalados a bordo. A operação de carregamento das baterias requer grande quantidade de combustível, que é armazenado no próprio submarino, e oxigênio; proveniente do ar atmosférico, admitido através de tubos especiais de ventilação (Snorkel). Isso faz com que esses submarinos, além de carregar muito combustível, sejam obrigados a permanecer próximos à superfície por longos períodos de tempo, tornando-se lentos e vulneráveis. Sua autonomia dificilmente chega aos 40 dias de operação.

Já nos submarinos de propulsão nuclear a energia provém da fissão nuclear em reatores termo-nucleares. A sua reserva de energia é muito maior que a de um submarino convencional, não precisando recorrer ao “snorkel” para gerá-la. Os submarinos nucleares podem operar permanentemente submersos por longos períodos, ficando sua autonomia limitada apenas pela resistência humana.


Propulsão dos Submarinos Nucleares


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Submarino de propulsão nuclear francês Le Terrible.

Uma planta de propulsão de um submarino nuclear é constituída por um ou mais reatores termo-nucleares do tipo PWR – Pressurized Water Reactor, (reator a água pressurizada) que são resfriados por um ou mais circuitos fechados (circuitos primários), constituídos de bomba, gerador de vapor e pressurizador. Os geradores de vapor produzem vapor que trabalha em um circuito fechado (circuitos secundários), constituído de turbinas, condensadores e bombas. As turbinas acionam os geradores elétricos de bordo e, ainda podem acionar diretamente a linha de eixo de propulsão ou acionar um gerador elétrico, cuja energia alimentará um MEP – motor elétrico de propulsão.


Submarinos Nucleares de Ataque


A tabela abaixo apresenta as características principais dos submarinos nucleares de ataque de cada um dos cinco países que os possuem:


Submarinos Nucleares Balísticos


A tabela abaixo apresenta as características principais dos submarinos nucleares balísticos (capazes de lançamento de mísseis balísticos) de cada um dos cinco países que os possuem:

Navios nucleares


As plantas propulsoras de navios de superfície são compostas por motores diesel, turbinas a gás ou a vapor e motores elétricos, utilizados isoladamente ou em forma combinada, de modo a atender os requisitos de operação e otimizar os custos de instalação e manutenção. A energia necessária à movimentação desses equipamentos pode ser proveniente de combustíveis fósseis, os mais variados, ou da fissão nuclear de materiais radioativos.

Navios com propulsão nuclear têm como principal característica a utilização de um reator nuclear de água pressurizada (PWR – Pressurized Water Reactor), por meio do qual é produzido vapor para a movimentação das turbinas de propulsão e para geração da energia elétrica necessária a bordo.

Embora alguns países tenham utilizado a propulsão nuclear em navios mercantes e navios quebra-gelo, seu uso se consagrou em navios militares do tipo porta-aviões (CVN) e cruzadores (CGN), permitindo, graças à grande capacidade de armazenamento de energia, a manutenção de altas velocidades por longos períodos de tempo, sem necessidade de reabastecimento.

A tabela a seguir mostra as principais características dos navios de superfície com propulsão nuclear ( clique nas tabelas para vê-las em maior definição).


NAVIOS DE SUPERFÍCIE COM PROPULSÃO NUCLEAR – NAVIOS DE GUERRA.


Míssil balístico intercontinental (ICBM)


Um míssil balístico intercontinental, ou ICBM, é um míssil balístico que possui um alcance extremamente elevado (maior que 5.500 km ou 3.500 milhas), normalmente desenvolvido para carregar armas nucleares.


Míssil balístico Minuteman, dos EUA, capaz de levar múltiplas ogivas nucleares.


Os ICBMs se diferenciam dos demais mísseis balísticos por possuírem um alcance e velocidades maiores do que os mesmos. Outras classes de mísseis balísticos são os mísseis balísticos de alcance médio (IRBMs) mísseis balísticos de curto alcance e os mísseis balísticos de palco. Estas categorias são essencialmente subjetivas, sendo os limites entre as mesmas escolhidas pelas autoridades competentes.

As seguintes nações possuem sistemas de ICBM operacionais: a Rússia, os Estados Unidos, a França , o Reino Unido e a China. A Índia possui IRBMs, mas estão no processo de desenvolvimento de ICBMs, assim como o Paquistão. Acredita-se que a Coréia do Norte também esteja desenvolvendo um foguete ICBMs Taepodong-2, tendo realizado testes com sucesso limitado em 1998 e 2006.

Em 2002, os Estados Unidos e a Rússia assinaram o acordo SORT visando a redução de seu estoque de ICBMs para não mais que 2.200 ogivas cada.


Fases de vôo


As seguintes fases de vôo podem ser distinguidas:

Fase de arranque — 3 a 5 minutos (para um foguete sólido menor do que para um foguete com propelentes líquidos); a altitude no final desta fase é normalmente entre 150 e 400 km, dependendo da trajetória escolhida, e a velocidade de saída é normalmente de 7 km/s;

Fase intermediária — aproximadamente 25 minutos — vôo sub-orbital numa órbita elíptica; a órbita é parte de uma elipse com eixo principal vertical; o apogeu (metade da fase intermediária) ocorre numa altitude de cerca de 1200 km; o eixo intermediário possui um tamanho entre metade do raio da Terra e o raio da elipse; a projeção da órbita na superfície da Terra é próxima de um grande círculo, ligeiramente deformada devido à rotação da Terra durante o tempo de vôo; o míssil pode lançar também várias ogivas independentes, incluindo contramedidas.

Fase de reentrada (iniciando-se a 100 km de altitude) — 2 minutos — o impacto ocorre numa velocidade de até 4 km/s (para ICBMs antigos, menor que 1 km/s).


História


Míssil V-2 Alemão, usado contra a Inglaterra na Segunda Guerra Mundial: precursor dos modernos mísseis balísticos.

O progenitor do ICBM foi o alemão A9/10, o qual nunca foi desenvolvido, mas apenas proposto por Wernher von Braun. O progenitor do IRBM foi o alemão Foguete V2 (Vergeltung ou “represália”, oficialmente chamado de A4) foguete desenvolvido por von Braun que usava propelente líquido e um sistema de guia inercial. Era lançado de um lançador móvel, o qual o tornava menos suscetível para ataques aéreos dos Aliados. Depois da 2ª Guerra Mundial von Braun e outros cientistas nazistas foram transferidos secretamente para os Estados Unidos para trabalhar diretamente para o Exército estadunidense através da Operação Paperclip, desenvolvendo o V2 para o Redstone IRBM e Jupiter IRBM. Devido aos artigos do tratado, os Estados Unidos foram capazes de criar bases de IRBMs em países próximos a URSS com um alcance estratégico.

A URSS não teve território similar na década de 50, então sob a direção do engenheiro de propulsão reativa Sergei Korolev, projetou um programa para desenvolver seus próprios foguetes. Korolev teve acesso a alguns materiais dos V2 capturados, mas descobriu que o seu design era pobre, desenvolvendo o seu próprio design distinto, o R-7, que foi testado em agosto de 1957 e, em 4 de outubro de 1957, colocou o primeiro satélite (Sputnik) no espaço, assim abrindo a era da exploração espacial para a humanidade.

Nos Estados Unidos, a competição entre as forças armadas significaria que cada força desenvolveria seu próprio programa de ICBMs, em um lento progresso. O primeiro ICBM estadunidense foi o Atlas, operacional em 1959. Ambos, o R7 e o Atlas requeriam uma grande base de lançamento, o que os tornava vulneráveis a ataques, e não poderiam ser mantidos em um estado de pronta utilização.

Sob a direção de Robert McNamara, os Estados Unidos o desenvolvimento de ICBMs propelidos a combustíveis sólidos: o Minuteman, o Polaris e o Skybolt. ICBMs modernos tendem a serem menores que seus ancestrais (devido ao aumento da precisão e ao fato de as ogivas ficarem menores e mais leves), e usam combustíveis sólidos, fazendo-os menos úteis como bases para lançamentos de veículos orbitais. O desenvolvimento desses sistemas foi governado pela teoria estratégica de Destruição Mutuamente Garantida (em inglês: MAD).

ICBMs modernos

ICBMs modernos tipicamente carregam MIRV’s (Multiple Independent Reintrance Vehicle), onde cada qual carrega uma ogiva nuclear separada, permitindo um único míssil acertar múltiplos alvos. MIRV foi um resultado da rápida diminuição em tamanho e peso das modernas ogivas e os Tratados de Limitação de Armas Estratégicas, onde foram impostas limitações no número de veículos de lançamentos. O Sistema Nacional de Mísseis de Defesa dos EUA, no Alasca, foi considerado operacional em 2004.

ICBMs podem ser desenvolvidos de múltiplas plataformas:

  • Em silo de míssil, que oferece alguma proteção de ataque militar (incluindo, nas esperanças dos desenvolvedores, alguma proteção a um primeiro ataque nuclear);
  • Em submarinos: submarino lançador de mísseis balísticos (SLMB); a maioria ou todos SLBMs possuem o longo alcance dos ICBMs (o oposto dos IRBMs);
  • Em caminhões pesados; isto aplica para uma versão do RT-2UTTH Topol russo, capaz de se mover através de terrenos sem estrada, e lançando um míssil de qualquer ponto ao longo de sua rota;
  • Em lançadores móveis sobre trilhos; este modo de lançamento se aplica, por exemplo, para o SS-24 “Scapel” russo.

Os três último tipos são móveis e, por isso mesmo, difíceis de se localizar.

Mísseis específicos.


ICBMs terrestres e mísseis de cruzeiro


A Força Aérea dos Estados Unidos atualmente opera 500 ICBMs em cerca de 3 bases localizadas primariamente ao norte dos estados das Montanhas Rochosas. Estes são da variante única do ICBM LGM-30 Minuteman III. Mísseis Peacekeeper (mantenedor da paz) foram planejados em 2005.

Mísseis balísticos de submarinos


Tipos específicos de mísseis balísticos de submarinos incluem:

  • Classe George Washington
  • https://i0.wp.com/op-for.com/GW.jpg

  • Classe Ethan Allen
  • https://i2.wp.com/www.globalsecurity.org/wmd/systems/images/ssbn608_03.jpg
  • Classe Lafayette
  • https://i0.wp.com/www.navsource.org/archives/08/0862601.jpg
  • Classe Benjamin Franklin
  • https://i0.wp.com/www.steelnavy.com/images/bwn_simonbolivar/USssbn641_SBolivar-Allen.jpg
  • Classe Ohio
  • https://i1.wp.com/www.submarinehistory.com/files/ohio2.jpg
  • Classe ResolutionClasse Vanguard
  • https://i0.wp.com/b-29s-over-korea.com/Submarines-in-the-U.S.NAVY/images/submarine_vanguard_class_nuclear.jpg
  • Classe Typhoon
  • https://i2.wp.com/karadeniz-press.ro/kara/wp-content/uploads/2010/03/typhoon-class-submarine-russian-navy.jpg
  • Classe Delta IV
  • https://i2.wp.com/www.enemyforces.net/navy/667.jpg
  • Classe Le Redoutable
  • https://i1.wp.com/www.military-today.com/navy/le_redoutable_class.jpg
  • Classe Triomphant
  • https://i2.wp.com/www.webinfrance.com/wp-content/uploads/2008/03/submarine-leterrible.png
  • Classe Xia
  • https://i0.wp.com/www.military-today.com/navy/xia_class.jpgSubmarino classe Borei
  • https://i1.wp.com/lh4.ggpht.com/_cTaLGgz4Ru8/SmwheStWPkI/AAAAAAAANdY/GrpTgEF9Mz8/Borei%20class%20submarine.jpeg

Parte I

Parte II

Parte III

Parte IV

Parte V

Parte VI

Parte VII

Parte VIII

Referências Bibliográficas


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5 Respostas to “A história da energia Nuclear Parte V”

  1. onde estaum os navios russos com prpulsao nuclear? Navios classe kirov que eu saiba tem outros?

  2. Luis, não deu para aprofundar muito no tema, pois essa parte (Aplicação da Energia Nuclear) tomou muito tempo do trabalho (e tive que fazer todas as 88 páginas sozinho).

    Mais à frente, posso pesquisar mais e escrever um novo artigo somente sobre navios à propulsão nuclear dos EUA, da URSS (Rússia), China, França e outros países que detenham essa tecnologia.

    Abraço.

  3. Ótima matéria, essa foto desse sub nuclear, aindas vamos ter “os” nossos.Sds.

  4. “Em lançadores móveis sobre trilhos; este modo de lançamento se aplica, por exemplo, para o SS-24 “Scapel” russo.” Curioso método de lançamento ^^

  5. Um blog de excelência. Parabéns!
    Marilda – ESG 95

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