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Alcântara terá lançamento de VSB-30 em Setembro

In Ciência, Defesa, tecnologia on 18/08/2010 by Lucasu Marcado: , ,

https://i1.wp.com/www.apolo11.com/imagens/etc/vsb30_lit_2.jpg


O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) divulgou ontem (16) que está previsto para o mês de setembro a realização de uma campanha com dois lançamentos de foguetes, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.

O primeiro foguete será do modelo Orion, usado para testes de aferição e calibração de sistemas, tais como telemetria, rastreio e controle. Já o segundo lançamento envolverá um VSB-30, numa iniciativa binacional entre Brasil e Alemanha. Com capacidade de transporte de até 400 kg de cargas úteis, o VSB-30 realizará experimentos de microgravidade, provavelmente com cargas úteis de instituições dos dois países.

Os últimos meses têm sido muito agitados no CLA. Entre julho e início de agosto, foram executados vários lançamentos de foguetes de pequeno porte (FTB e FTI), dentro da Operação FogTrein I, com o objetivo de testar a infraestrutura do centro e treinar a equipe técnica.

Fonte: Panorama Espacial
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22 Respostas to “Alcântara terá lançamento de VSB-30 em Setembro”

  1. ‘Com capacidade de transporte de até 400 kg de cargas úteis’ … qual é o alcance ???

  2. O Brasil à caminho do Espaço. Caminho sem volta…

  3. Gostando ou não ja se faz realidade não so o desenvolvimento mas a extrategica localização daquela que desponta viavel base de lançamentos.Seleto segmento em Nação acessivel que tanto temor desperta na concorrencia monopolizadora e restrita.

  4. xtreme :
    ‘Com capacidade de transporte de até 400 kg de cargas úteis’ … qual é o alcance ???

    rsrsrs Ja esta pensando em carga extra?Nucks!

  5. 1maluquinho :

    xtreme :
    ‘Com capacidade de transporte de até 400 kg de cargas úteis’ … qual é o alcance ???

    rsrsrs Ja esta pensando em carga extra?Nucks!

    Ñ precisa ser NUKs, + pode ser outro explosivo.Sds.

  6. O VSB-30 é resultado de uma parceria entre o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e a Agência Espacial Alemã (DLR), que financiou parte do seu desenvolvimento. Desenvolvido pelo IAE para atender ao Programa Brasileiro de Microgravidade, coordenado pela AEB, e ao Programa Europeu de Microgravidade da Agência Espacial Européia (ESA), com o objetivo de substituir os foguetes britânicos Skylark, cuja produção está descontinuada.
    O VSB-30 é um foguete de sondagem, de dois estágios, não-guiado, sendo estabilizado por empenas e lançado através de trilhos. No seu primeiro estágio, há um propulsor booster, chamado S31 e o segundo com um propulsor S30, de emprego também nos VS-30, VS-30/ORION e Sonda III. Ambos propulsores são alimentado com propelente sólido composite a base de polibutadieno hidroxilado e possuem envelopes-motores feitos em aço SAE 4140.

    O VSB-30 exibe também: um jogo de três empenas em cada estágio dispostas, circunferencialmente, a 120 graus; um sistema de Indução de Rolamento (SIR), no módulo dianteiro do primeiro estágio, que utiliza três micro-propulsores a propelente sólido, idênticos aos do VLS-1 e designados por PIR (Propulsor Impulsor de Rolamento). Sistema este que tem por função induzir o foguete ao rolamento, na decolagem, a fim de diminuir as áreas de dispersão de impacto dos motores e da carga útil.

    O foguete recebeu pouca contribuição internacional para o projeto, donde o Brasil desenvolveu tecnologia própria, adotando soluções de engenharia distintas daquelas adotadas na Europa e nos Estados Unidos, algumas até preferíveis.

    A massa da carga útil influencia no apogeu e no período de microgravidade, podendo o valor nominal de 400kg variar.

    Em 16 de outubro de 2009 a Aeronáutica e o DCTA anunciaram a certificação do VSB-30, tornando-o apto para produção em série. Até o momento, as regras de produção, comercialização e de pagamento de royalties ainda serão definidas pela FAB. O VSB-30 é o primeiro foguete brasileiro a conseguir a certificação

    O futuro do VSB-30 é promissor. Haja vista que sem o inglês Skylark, a Agência Espacial Europeia poderá se voltar para o VSB-30 para substituí-lo. Os europeus precisam de dois foguetes por ano, e o VSB-30 está praticamente sozinho para suprir essa demanda. Além do mercado nacional que deverá utilizar outros dois foguetes.

    Com isso o VSB-30 pode se transformar em um produto de exportação brasileiro. No caso de haver encomendas, um possível acordo entre o IAE e indústrias brasileiras que já mostraram interesse, pode concretizar essa possibilidade de industrialização do foguete.

  7. Ai vai nais algumas caracteristicas do VSB-30:
    Comprimento: 12.639.6 mm

    Diâmetro dos estágios: 577 mm
    Massa total na decolagem: 2.579 kg

    Massa de propelente:

    Primeiro estágio: 670 kg
    Segundo estágio: 874 kg

    Massa prevista de carga útil: 400 kg

    As características de vôo para uma carga útil de 400 kg são:

    Velocidade máxima: 2.000 m/s
    Aceleração máxima: 11 g
    Mach Máximo: 6,9
    Apogeu: 276 km (elevação: 87,3 ) Tempo de microgravidade: 350 s

  8. 1maluquinho :

    xtreme :
    ‘Com capacidade de transporte de até 400 kg de cargas úteis’ … qual é o alcance ???

    rsrsrs Ja esta pensando em carga extra?Nucks!

    hehehe.. só eu né… ??? ;)

  9. paulosetz,

    muito interessantes as informações, obrigado.

  10. Cuidado os americanos estão de olho para não haver nova sabotagem deve a força aérea esta ligada em toda aproximidade com americanos não se brinca estamos vivendo tempos das escutas da 2 guerra mundial.

  11. GenivaldoAramar,Resende,Alcantara são monitorados 24hs por dia por satelites Americanos e cameras da inspeção Internacional e damos tchauzinho pra eles todos todos os dias.

  12. Provavelmente os Russos podem entrar na parceria Brasil-Ucrania…Quem sabe ele sobe 7 de setembro junto com anuncio do SU…Os Russos estavam em Brasilia (2010) e prometiam total transferencia e fabricação do zero aqui.

  13. Genivaldo :
    Cuidado os americanos estão de olho para não haver nova sabotagem deve a força aérea esta ligada em toda aproximidade com americanos não se brinca estamos vivendo tempos das escutas da 2 guerra mundial.

    E no mar tbm, coloque os n “Timbiras e Barrosos ” na área, só p apreciarem os lançamentos. Nenhum iank é confiável ; olho neles e trabucos,c (S) mesmo, na mão.Sds.

  14. Genivaldo :
    Cuidado os americanos estão de olho para não haver nova sabotagem deve a força aérea esta ligada em toda aproximidade com americanos não se brinca estamos vivendo tempos das escutas da 2 guerra mundial.

    E no mar tbm, coloque os n “Timbiras e Barrosos ” na área, só p apreciarem os lançamentos. Nenhum iank é confiável ; olho neles e trabucos,c (S) mesmo, na mão.Sds.

    carlos argus :

    1maluquinho :

    xtreme :
    ‘Com capacidade de transporte de até 400 kg de cargas úteis’ … qual é o alcance ???

    rsrsrs Ja esta pensando em carga extra?Nucks!

    Ñ precisa ser NUKs, + pode ser outro explosivo.Sds.

    Pode ser uma bomba termobárica, essa q estamos fazendo pesquisas sobre as mesmas.

  15. So falta a tecnologia para guiamento dos misseis se é que ja nao a tem.
    Com certeza ja devem existir projetos confidenciais de misseis de grande alcance que nao sao divulgados por um motivo obvio.
    Lembrando que esse alcance é em direçao ao espaço… deve no minimo triplicar se for lançado em uma trajetoria horizontal! sera que alguem pode confirmar isso?
    abraços

  16. Cuidado com as cargas de C4.

  17. Tenham a certesa que o mar estara povoado por nós e mais alguem.O perigo vem do espaço (satelites).

  18. O VSB 30 lança satélite? Pergunto isso porque, segundo matéria do jornal La Nacion ( http://www.lanacion.com.ar/herramientas/galeria-infografias/infografiasEmbed.asp?nota_id=1294852&multimedio_id=36763&multimediofile_id=51303‘ ), hoje somente Rússia, Ucrânia, Japão, EUA, China, Índia e UE podem lançar satélites. E, segundo a mesma matéria do jornal, em três anos a Argentina “se juntará a esse seleto grupo”. Seria verdade? A Argentina está na frente do Brasil, no campo espacial????? A matéria foi reproduzida agora no blog ” http://www.desarolloydefensa.blogspot.com “.

  19. O endereço certo do blog, onde está a matéria do La Nación na íntegra, é http://www.desarrolloydefensa.blogspot.com .

  20. Pelo que sei eles tinham um projeto de missil de longo alcance mas na area espacial boiei…Eu sou um contra essa aproximação com Los Hermanos e penço que se pudessem ja teriam bebido nosso sangue a muito tempo.Agora se borram de medo do Chile com os EUA e da UK e vem em nós quem sabe o unico apoio..Eu os deixaria no vacuo da propria sorte daquele que conspira e se adequa a conveniencias…

  21. “”PENSO”” rsrsrs desculpem

  22. Bom dia pessoal!

    Segue abaixo algumas noticias que li sobre o projeto argentino.

    Sobre o lançador:

    Ainda que seja muito pouco mediático, existe um programa espacial argentino, bem vivo e relativamente ambicioso. O seu cerne gira em torno do chamado “Projeto Tronador”. O projeto consiste no desenvolvimento faseado de um lançador de satélites a combustível líquido.
    A primeira fase tem a designação de “Tronador I” e tratar-se-á de um veículo balístico com o principal objetivo de conceber, testar e provar um motor de combustível líquido de concepção argentina.
    O motor a combustível líquido está a ser desenvolvido pela CONAE, a agência espacial argentina em colaboração com o Centro Atómico Bariloche e o Instituto Universitário Aeronáutico da “Fuerza Aérea Argentina”.
    O foguetão “Tronador I” terá uma altura de 3,4 metros e pesará pouco mais de 60 kg. O seu motor recorrerá a anilina como combustível liquido e a ácido nítrico na função de oxidante. O motor deverá ser capaz de produzir um impulso de 550 kg e será lançado a partir da base de “del Chamical”, na província de La Rioja. O foguetão foi concebido para alcançar uma altitude máxima entre os 15 e os 20 kms, variando com o ângulo de lançamento.
    O “Tronador I” será composto por sete secções distintas, em que a superior contêm aquilo a que os argentinos chamam de “Ojiva Cónica” que terá um peso máximo de 4 kg. Imediatamente abaixo, segue uma secção de instrumentos alojando um receptor GPS, dois acelerómetros e outros instrumentos, assim como baterias e reguladores de tensão para a alimentação elétrica de todos estes sistemas.
    A fase seguinte do “Projeto Tronador” será desenvolvida em torno de um foguetão de dimensões maiores designado muito adequadamente como “Tronador II”. Este foguetão já não será meramente balístico, como o seu antecessor, mas será capaz de realizar um voo controlado e dirigido, graças a sistemas de controlo remoto e navegação desenvolvidos inteiramente na Argentina.
    A cooperação com o Brasil produziu o “projeto carga útil VS-30. O projeto decorre de um acordo assinado entre o Brasil e a Argentina em 1998 e que deverá produzir o primeiro resultado concreto dentro de alguns anos com o envio de uma experiência de “validação ambiental” de uma carga útil tecnológica não-propulsada argentina num veículo lançador de satélites brasileiro VS-30. A experiência irá comprovar, num voo suborbital, o desempenho do hardware e software, do sistema de navegação por GPS e do sistema de controlo de atitude que orientará a “carga útil” por intermédio de pequenos jatos de gás frio. A “carga útil” conterá também uma experiência brasileira de microgravidade.
    O programa espacial argentino é portanto modesto e relativamente pouco ambicioso. Talvez num e no outro aspecto seja adequado às presentes graves dificuldades económicas argentinas (o país está praticamente em bancarrota), mas tem a inteligência bastante para criar as bases de um lançador de satélites nativo, através da aprendizagem do projeto Tronador, procura realizar um “salto quântico” usando a plataforma brasileira de lançamento para testar uma carga útil, antes mesmo do país ter meios próprios para o lançar e, sobretudo, recorre a uma lógica de cooperação e parceria com o Brasil, país em que a tecnologia aeroespacial está mais madura, para alavancar um programa espacial muito embrionário, mas que (se não faltar o dinheiro) pode dar à Argentina as bases para um programa espacial autónomo.
    Fontes:
    http://www.conae.gov.ar/accesoalespacio/tronador.html
    http://www.conae.gov.ar/accesoalespacio/vs30.html
    http://movv.org/2009/05/19/sobre-os-projetos-argentinos-tronador-i-e-ii-e-o-carga-util-vs-30-com-o-brasil/

    Sobre os Satélites:

    A Comissão Nacional de Atividades Espaciais (CONAE) é o organismo do Estado Nacional que promove, gerencia e executa todas as atividades relacionadas com a área espacial na Argentina. Criada em 1991, trata-se de uma agência especializada que tem como missão fundamental propor e executar o Plano Espacial Nacional.

    Satélites argentinos no espaço
    A CONAE definiu duas famílias de missões satelitais, segundo os instrumentos principais que leva a bordo. A série SAC, com instrumentos focalizados na categoria óptico, e a série SAOCOM, com instrumentos na categoria das microondas (radar). Já foram lançados três satélites nacionais da série SAC, construídos totalmente na Argentina, por profissionais argentinos: o SAC-B, o SAC-A e o SAC-C. Atualmente estão em construção os satélites de teleobservação SAC-D/Aquarius e SAOCOM 1 A, que dão continuidade e ampliam as prestações do programa satelital nacional.

    Por outro lado, um êxito muito importante foi a posta em órbita do satélite de observação da Terra SAC-C, no ano de 2000. Este satélite argentino obtém imagens de todo o território nacional e países limítrofes em tempo real, e produz imagens do resto do mundo no modo armazenado. O satélite SAC-C tem como missão a monitoria do meio ambiente e de catástrofes naturais.

    Estes desenvolvimentos tecnológicos realizados na área espacial permitem que a Argentina maneje informação satelital, de produção própria, para benefício de áreas vitais para o país, como a agricultura -por exemplo, para a estimativa de colheitas ou estudos de cultivos-. São múltiplas as áreas que utilizam informação provida pela CONAE. A gestão de emergências naturais, hidrologia, reflorestamento, mineração e pesca são apenas alguns exemplos.

    No desenvolvimento da atividade espacial nacional participam mais de 100 entes, organismos, universidades e empresas argentinas, trabalhando nos projetos e atividades do Plano Espacial Nacional, tais como o Ministério da Saúde da Nação, a Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Alimentação, a CNEA, o CONICET, entre outros, além de universidades nacionais e particulares.

    Uma agência espacial integrada ao mundo
    Há múltiplos acordos de cooperação que a Argentina mantém com agências espaciais de outros países, onde a CONAE atua em projetos associativos. Entre as agências com as quais a CONAE trabalha estão a AEB-INPE do Brasil, a ASI da Itália, a NASA e NOAA dos Estados Unidos, o CNES da França, o DLR da Alemanha, a ESA da Europa e a NSAU de Ucrânia.

    Em 2001, a NASA e a CONAE criaram a primeira constelação para a observação da Terra, denominada “Constelação Matutina”, composta pelos satélites Terra, EO-1 e Landsat 7 que, junto ao argentino SAC-C, operou até agosto de 2005, tomando imagens de todo o mundo de forma consecutiva.

    A agência espacial italiana ASI e a CONAE estão desenvolvendo, em conjunto, o “Sistema Ítalo-Argentino de Satélites para a Gestão de Emergências” (SIASGE), formado pelos dois satélites argentinos SAOCOM, e quatro satélites italianos (com instrumentos óticos e de radar). Assim, a Argentina e Itália obterão informação sobre emergências naturais como incêndios, inundações, erupções vulcânicas ou terremotos.

    As missões satelitais da CONAE
    O Plano Espacial Nacional prevê a execução de um conjunto de missões satelitais argentinas e sua realização com sócios. O Plano explicita duas linhas de satélites, a série SAC, com instrumentos argentinos de observação da Terra focalizados na categoria óptico, e a série SAOCOM, com os instrumentos argentinos focalizados na categoria das microondas. Até agora foram construídos e postos em órbita, o SAC-A, o SAC-B e o SAC-C, cuja construção se realizou totalmente na Argentina, com a empresa INVAP como empreiteira principal.

    As seguintes são algumas características dos satélites do Plano Espacial Nacional:

    Satélite de observação da Terra SAC-C
    Posto em órbita no dia 21 de novembro de 2000. Leva três instrumentos argentinos focalizados na categoria ótico, e está dedicado a observar o meio ambiente, à monitoria de catástrofes naturais e antrópicas e a estudos marinhos, costeiros e agrícolas. A NASA se associou a esta missão contribuindo com os serviços de lançamento e dois instrumentos para medições científicas.

    Satélites de observação da Terra SAOCOM 1 A e SAOCOM 1 B
    Atualmente em construção. Levam instrumentos na categoria das microondas (radar), e sua posta em órbita está prevista para 2011. Neste novo desenvolvimento argentino participa a agência espacial da Bélgica e da Itália. Os SAOCOM conformam junto com os satélites COSMO Skymed da Itália (de radar) o “Sistema Ítalo-Argentino de Satélites para a Gestão de Emergências” (SIASGE). Com o SIASGE obter-se-á informação sobre emergências naturais, como incêndios, inundações, erupções, terremotos, etc. Trata-se de uma proposta diferenciada do setor puramente ambiental, que constitui uma ferramenta de avançada para o Sistema Federal de Emergências da Argentina.

    Satélite de observação da Terra SAC-D/Aquarius
    Atualmente em construção, tem data de lançamento prevista para maio de 2010. É uma missão mista; o Centro Goddard e o Jet Propulsion Laboratory (JPL) da NASA são os sócios da CONAE neste satélite. Também as agências espaciais da França e Itália participam com instrumentos científicos. Com esta missão de avançada medir-se-á por primeira vez a salinidade do mar desde o espaço, serão detectados focos de alta temperatura na superfície terrestre (dados com os quais obter-se-ão mapas de risco de incêndios na Argentina) e medir-se-á a umidade do solo, para dar alertas precoces de inundações.

    http://www.pt.argentina.ar/_pt/ciencia-e-educacao/C1477-argentina-no-espaco.php

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