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Governo cria Centros Integrados para combater incêndios

In Segurança Pública on 24/08/2010 by E.M.Pinto Marcado:

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Objetivo do Ministério do Meio Ambiente é evitar que o número de focos deste ano ultrapasse o resgistrado em 2007.

Mais de R$ 28 milhões já foram destinados neste ano, pelo Governo Federal, ao combate a incêndios, que acumulam 37.788 casos em 2010. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) criou uma série de Centros Integrados que têm trabalhado em conjunto aos Estados para evitar que o número de focos deste ano ultrapasse o registrado em 2007 (189 mil), quando as queimadas atingiram o pico na série histórica.

Segundo o coordenador do Programa Nacional de Combate ao Fogo (Pronafogo), Waniu de Amorim, outros R$ 30 milhões também foram liberados pelo Governo Federal. “Com a criação desses Centros Integrados de combate ao fogo, o contingente de homens foi mais que dobrado, quando comparado a 2007, e os recursos precisaram ser, além de aplicados de uma forma mais inteligente, também serem aumentados”, explicou o coordenador.

Ainda de acordo com Amorim, o dinheiro está sendo destinado à contratação de novas aeronaves, que realizam o combate ao fogo em regiões de difícil acesso pelo chão – caso da Ilha do Bananal (TO), maior ilha fluvial do mundo e que registra um enorme número de focos de incêndios -, e também na manutenção do efetivo destinado às ações integradas.

Hoje, o número de homens designados, apenas por órgãos federais, para a missão contra o fogo é de 1.248. Além desses, os Estados com as maiores taxas de focos destinaram homens do Corpo de Bombeiros. Mato Grosso (região com maior indício de casos) destinou 800 homens, Pará separou 450, e o Tocantins tem um contingente de 350 brigadistas.

Os Centros Integrados também contam com a participação de 12 homens do exército, que trabalham na área de logística, e outros 250 estão em treinamento para entrarem em campo ainda este ano.

Os órgãos que fazem parte da ação, do MMA, têm como objetivo associar trabalhos de fiscalização, monitoramento e combate aos focos de incêndio, além de efetuarem autuações em caso de crimes ambientais.

“Nessa época de estiagem, qualquer tipo de queimada está proibida, então também temos como objetivo punir os infratores. A situação já está critica e tem gente queimando vegetação de forma clandestina, o que favorece na propagação desses focos de incêndio. Temos de unir forças para controlar a situação”, concluiu.

Fonte: Último Segundo

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20 Respostas to “Governo cria Centros Integrados para combater incêndios”

  1. E.M.PINTO MUITO BOA A REPORTAGEM,VC DEU CONTINUIDADE SOBRE O ASSUNTO MUITO BOM,AGORA O GOVERNO TEM Q COMPRA OS AVIOES ADEQUADOS PARA O COMBATE CONTRA O FOGO.
    QUEM SABE O KC 390 BOMBEIRO.
    ABS..
    ROBERTO

  2. Por favor.. Alguém sabe que modelo é o avião da imagem??? Achei muito legal xD

  3. Este é o avião Russo Beriev 200 A-40 versão de combate a incêndio.
    sds
    E.M.Pinto

  4. ROBERTO CIRQUEIRA :
    E.M.PINTO MUITO BOA A REPORTAGEM,VC DEU CONTINUIDADE SOBRE O ASSUNTO MUITO BOM,AGORA O GOVERNO TEM Q COMPRA OS AVIOES ADEQUADOS PARA O COMBATE CONTRA O FOGO.
    QUEM SABE O KC 390 BOMBEIRO.
    ABS..
    ROBERTO

    E.M.Pinto :
    Este é o avião Russo Beriev 200 A-40 versão de combate a incêndio.
    sds
    E.M.Pinto

    Ele é realmente mt bom, + quem tem uma EMBRAER ñ precisa comprar de pais nenhum.Sds.

  5. Off topic,

    sugestão de matéria para postar aqui no PB:
    ……………..

    A Patagônia e a Grande Guerra das Águas

    Patagônia: vende-se o fim do mundo

    21/8/2010, Pepe Escobar, Asia Times Online

    reproduzido em Huffington Post

    http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/pepe-escobar-a-patagonia-e-a-grande-guerra-das-aguas.html

  6. Projetar e desenvolver um avião de combate a incêndio leva algum tempo, ao meu ver o Brasil deveria ter no mínimo um Esquadrão dedicado a Combates de Incêndio, com no mínimo 20 aeronaves. Os modelos poderiam ser o próprio Beriev 200 A-40 ou Bombardier CL-450. Mas, pensando nas dimensões continentais do nosso país, creio que o ideal seria o russo, pois além de combate a incêndio pode caso necessário ser utilizado para transporte além de mais algumas milhares de funções.

  7. Acho que as alterações na célula do KC-390 para tranformá-lo em avião bombeiro seriam demasiadamente caras… o Beriev é comprovadamente um excelente avião. Indo de encontro ao que disse o Nelson, acho que um esquadrão só não, mas pelo menos um por região, com pelo menos 6 aviões, o que seria um excelente compromisso no combate a incêndios, principalmente nesta época do ano! Vale lembrar que o fogo faz parte da renovação da flora, desde que algo não provocado pelo homem, pois a natureza é infinitamente mais sábia que o homem, mas não se pode deixar sair do controle e destruir alguns tipos de àrvores um tanto raras que temos.

  8. O bicho é bonito!!!
    Caraca!!!
    Virou papel de parede!

  9. Acho que as alterações na célula do KC-390 para tranformá-lo em avião bombeiro seriam demasiadamente caras… o Beriev é comprovadamente um excelente avião. Indo de encontro ao que disse o Nelson, acho que um esquadrão só não, mas pelo menos um por região, com pelo menos 6 aviões, o que seria um excelente compromisso no combate a incêndios, principalmente nesta época do ano! Vale lembrar que o fogo faz parte da renovação da flora, desde que algo não provocado pelo homem, pois a natureza é infinitamente mais sábia que o homem, mas não se pode deixar sair do controle e destruir alguns tipos de àrvores um tanto raras que temos.
    DANIEL É UMA BOA COLOCAÇAO E CONCORDO COM VC, MAIS TAMBEM PODEMOS FABRICAR UM MODELO PROPRIO PELA A EMBRAER O Q VC ACHA?
    ABS..
    ROBERTO

  10. A questão que deveria vir primeiro é: Aviões de combate a incêndio são úteis no Brasil? Caso positivo, onde?

    Eu me fazia as mesmas perguntas que vocês até perguntar para uma engenheira florestal. Esse aviões são úteis para incêndios na copa das árvores como geralmente acontecem em floresta de pinheiros como a que aparece na foto. Mas nas regiões de mata fechada do Brasil o dispersante ou àgua que fossem lançados iam ficar na copa das árvores e não iam alcançar as chamas lá embaixo. Inclusive um tipo particularmente danoso de incêndio que ocorre por aqui é abaixo da superfície. E em ambos os casos aviões seriam inúteis.

    As técnicas mas eficientes por aqui usam forma humana e uma boa dose de tática mesmo, que é o uso de incêndios controlados para impedir controlas as chamas.

    Agora alguns helicópteros ou aviões, ou uma força de bombeiros paraquedistas (como nos EUA) provavelmente seria bem útil.

  11. Putz, a penúltima frase ficou horrível. Leia-se: As técnicas mas eficientes por aqui usam força humana e uma boa dose de tática mesmo, que é o uso de incêndios controlados para impedir a expansão dos incêndios, negando-lhes combustível.

  12. Roberto, tudo depende da necessidade de mercado. A Embraer não tem por habito trocar os pés pelas mãos… além do que se vc reparar o Beriev é um hidroavião, e foi entencionalmente projetado desta forma, afinal, ele enche seus tanques em sua própria pista de pouso, ou seja, um lago…
    Claro, ele pode ter seus tanques cheios em aeroportos também, e vale citar que são muito poucos os paises que detem a tecnologia desse tipo de fuselagem/casco! Claro que seria fantástico ver algo do tipo feito pela Embraer, e se tirarmos a capacidade anfíbia do avião, acho que apesar do trabalho que daria, o KC-390 poderia sim ter uma versão bombeiro… mas, desde que o mercado tenha necessidade para absorver uma quantidade o suficiente para tornar a empreitada lucrativa!
    Obrigado por suas palavras e uma excelente semana (que já chegou na metade hahaha)!

  13. Renato, boa tarde. Concordo com sua colocação, mas temos que levar em consideração que, quando existe um incêndio provocado pelo homem, a mata em sí está comprometida, repleta de “buracos” por onde o forte fluxo de agua do avião bombeiro poderia facilmente entrar… ensopar o solo e parte do sub-solo seria de grande ajuda, diminuindo a intensidade do fogo, e permitindo a entrada de bombeiros para terminar o serviço. Agora, fogo em floresta fechada, ocorre, mas não é tão grave assim. Veja, quando a floresta está intacta, a natureza meio que “programa” queimadas, a fim de fortalecer e revitalizar sua “população verde”! Este tipo de avião teria muito mais utilidade em àreas onde o homem esta pondo suas “patinhas”, abrindo “buracos”, queimando e destruindo para usar o solo em agricultura. Como eu disse um pouco acima, a natureza é sábia, mas onde nós homens colocamos nossas mãos, a coisa desanda… e é ai que este avião entraria em cena…
    Uma boa tarde.

  14. Lindos estes jatos Beriev BE-200. Ficaria orgulhosíssimo de ver a FAB com um grupamento de uns 6 jatos destes combatento incêndios por todo o Brasil e América do Sul.

  15. Ok, Daniel mas a questão é se essa “ajuda” compensa o custo, combustível, manutenção, projeto de aeronave etc. Que é a minha questão inicial.

    Mas imagino que se a Embraer não pensou numa versão assim deve ter suas razões. E olha que eles tem o Ipanema que é de uso agrícola. Inclusive na Farnborough tinha uma avião que parecia um Ipanema adaptado para contra-insurgência, tinha até vidros blindados, acho.

  16. Alguns países usam suas Forças Armadas ou organizações públicas para operar esse serviço. Em outros, de forma exclusiva ou complementar, atuam empresas aéreas especializadas. Algumas dessas empresas, verdadeiros “mambembes aeronáuticos”, percorrem o mundo oferecendo os seus serviços nas estações secas, mais favoráveis a incêndios, das diversas regiões. Mobilizam-se helicópteros e aviões especializados de vários tipos em verdadeiras “forças-tarefas” que permanecem de plantão 24 horas por dia atentas aos chamados das entidades de Defesa Civil.

    Várias aeronaves vêm sendo adaptadas para o uso contra-incêndio: desde os velhos Catalinas (anfíbios, muitos ainda em perfeita e confiável operação, sobretudo no Canadá) até os conhecidos C-130 Hércules (que a nossa Força Aérea – FAB – opera). Na Itália, um modelo de fabricação nacional, semelhante ao Búfalo que a FAB ainda opera, também é conversível para a missão contra-incêndio. Como avião especialmente projetado para o combate ao fogo há ainda o CL-415 (equipado com turboélices), fabricado pela Canadair/Bombardier Inc. (infelizmente, hoje, de certa forma persona non grata no Brasil, dada a complicada disputa comercial que tem mantido com a nossa Embraer). Esse avião é o sucessor de um outro, o CL-215 (motores a pistão) da mesma Bombardier, ainda empregado. São muitos os aviões que podem ser convertidos para o uso contra-incêndio, aliás a tônica internacional é o uso de aeronaves de transporte ou militares adaptadas a esse emprego.

    Por que não temos em nosso país esquema semelhante de proteção contra incêndios florestais? Na área governamental há o já mencionado impasse constitucional: as Forças Armadas (em especial a FAB) não se motivam para essa missão porque não têm essa atribuição constitucional. Os Corpos de Bombeiros ou Polícias Militares, que a têm, não dispõem de estruturas e recursos que lhes permitam atuar nesses serviços. Na área privada, porque estamos em uma economia de mercado, os empreendimentos somente ocorrem quando o negócio realmente existe, ou seja, quando há retorno previsível aos investimentos, o que seria assegurado, nesse caso, pela criação de demanda regular para os serviços. A falta de ação da área governamental responsável pela proteção ao meio ambiente certamente explica a inexistência de investimentos nesse que pode vir a ser um nicho de mercado para a nossa aviação geral e, em particular, por força de regulamentação, para o seu segmento agrícola.

    Constituir um sistema nacional parece ser a chave do problema: ele poderia ser a “mola propulsora” dos empreendimentos, pois suas dotações orçamentárias – devidamente equacionadas pela legislação que o criasse – permitiriam a licitação de serviços aéreos especializados em combate a incêndios. Esse sistema contaria com aviões especializados, pessoal sempre adestrado e o devido esquema logístico (incluindo os insumos químicos que ajudam na contenção e na extinção dos incêndios florestais). Seria apto a intervir em qualquer local do território nacional nas emergências que ocorrem em épocas bem identificadas no calendário.

    Em um país em que tanto há por fazer, quando se fala no uso de aviões para a proteção contra incêndios logo surge quem afirme tratar-se de uma solução cara, de um luxo. É preciso lembrar que a recuperação dos trechos de florestas, cuja devastação pelo fogo traz reflexos de diversas formas à qualidade ambiental, pode levar mais de dez anos e que em muitos incêndios se perdem vidas humanas ou se deixam populações ao desabrigo. Quanto “custa” uma área de uma Reserva Florestal ?
    A população paga impostos também para ser protegida contra calamidades. Uma frota de aviões pronta para o combate a incêndios florestais é uma espécie de apólice de seguro contra esses desastres. E não fará sentido dizer que uma apólice de seguro foi cara quando dela se fizer uso. Teria custado muito caro, isto sim, a sua falta! A ativação de serviços aéreos especializados contra incêndios florestais representaria ainda mais um impulso para a nossa aviação geral. Considerando-se, ainda, as necessidades de apoio logístico para as operações, teríamos, certamente, a geração de vários novos empregos, um benefício adicional para a economia brasileira.

    Devemos criar condições para que helicópteros e aviões especializados em combate a incêndios possam tornar-se disponíveis para emprego em tempo hábil nas grandes calamidades. Seja pela estruturação desses serviços por órgãos públicos, civis ou militares, seja pelo incentivo à iniciativa privada. A devida atenção ao problema, com ações, algumas delas sugeridas neste texto, perfeitamente exeqüíveis em prazos razoavelmente curtos, é questão que deveria ser enfrentada logo. É preciso que o nosso país se equipe devidamente para agir nas ocorrências de incêndios florestais (e também urbanos) de forma adequada e eficiente. É preciso que as pessoas tenham um mínimo de respeito pelo meio ambiente. Esse respeito se deve demonstrar com medidas que levem a proteção ao meio ambiente do discurso à prática.

    Fonte: Wilson Cavalcanti Coronel-Aviador da reserva e Engenheiro Aeronáutico.

  17. Renato :Ok, Daniel mas a questão é se essa “ajuda” compensa o custo, combustível, manutenção, projeto de aeronave etc. Que é a minha questão inicial.
    Mas imagino que se a Embraer não pensou numa versão assim deve ter suas razões. E olha que eles tem o Ipanema que é de uso agrícola. Inclusive na Farnborough tinha uma avião que parecia um Ipanema adaptado para contra-insurgência, tinha até vidros blindados, acho.

    Renato, bom dia. Em se tratando de preservação da natureza, penso que os meios justificam os fins… tudo é uma questão de conscientização! Seria mais ou menos algo do tipo “ha meu, hora voo custa caro, combustível caro, manutenção cara… deixa queimar…uma hora acaba”! Realmente, uma hora acaba… não vai ter mais o que queimar! Acho que para corrigirmos problemas criados por nós mesmos não se deve usar custos como desculpa! Em miudos, nenhum dinheiro do mundo trará de volta o Moa, ave extinta no século 19. Dinheiro nenhum no mundo trará de volta uma infinidade de animais extintos com a ajuda de nós seres humanos! Talvez tentando economizar divisas sabe-se lá para que, temos um Rio Tietê literalmente podre correndo a capital paulista…
    Só queria lhe dizer que uma coisa leva a outra, e nessa torrente de gerenciamento incorreto, estamos acabando com o planeta e ainda assim tentando poupar dinheiro onde ele não deveria ser poupado, pois o nosso futuro esta em uma nascente de rio, ou em um broto que insiste em romper o duro e ressecado asfalto.
    Um bom dia.

  18. Daniel :

    Renato :Ok, Daniel mas a questão é se essa “ajuda” compensa o custo, combustível, manutenção, projeto de aeronave etc. Que é a minha questão inicial.
    Mas imagino que se a Embraer não pensou numa versão assim deve ter suas razões. E olha que eles tem o Ipanema que é de uso agrícola. Inclusive na Farnborough tinha uma avião que parecia um Ipanema adaptado para contra-insurgência, tinha até vidros blindados, acho.

    Renato, bom dia. Em se tratando de preservação da natureza, penso que os meios justificam os fins… tudo é uma questão de conscientização! Seria mais ou menos algo do tipo “ha meu, hora voo custa caro, combustível caro, manutenção cara… deixa queimar…uma hora acaba”! Realmente, uma hora acaba… não vai ter mais o que queimar! Acho que para corrigirmos problemas criados por nós mesmos não se deve usar custos como desculpa! Em miudos, nenhum dinheiro do mundo trará de volta o Moa, ave extinta no século 19. Dinheiro nenhum no mundo trará de volta uma infinidade de animais extintos com a ajuda de nós seres humanos! Talvez tentando economizar divisas sabe-se lá para que, temos um Rio Tietê literalmente podre correndo a capital paulista…
    Só queria lhe dizer que uma coisa leva a outra, e nessa torrente de gerenciamento incorreto, estamos acabando com o planeta e ainda assim tentando poupar dinheiro onde ele não deveria ser poupado, pois o nosso futuro esta em uma nascente de rio, ou em um broto que insiste em romper o duro e ressecado asfalto.
    Um bom dia.

    Você não entendeu o que eu quis dizer. Em momento nenhum falei em deixar queimar. Boas intenções não justificam trabalho mal-feito. Minha pergunta ainda é se avião é o melhor meio de apagar incêndios florestais no Brasil. É óbvio que a relação custo benefício tem de compensar, se for mais eficiente se conter incêndio com gente no chão é desse jeito que a coisa deve ser feita. Essa história de comprar sem planejar ou pesquisar é justamente o reflexo desse gerenciamento ruim que você critica.

    Enfim, eu sei lá qual é o melhor meio, sem esse cálculo qualquer proposta é chute. Não acho que deve-se comprar avião anti-incêndio só porque parece algo legal ou porque com os gringos funciona.

  19. Renato, vamos lá então! Talvéz eu não tenha sido o suficientemente claro em minha opinião! Eu considero o avião uma ótima ferramenta para combate a incêndios. Imagine-se em um caminhão de bombeiros e a sua frente uma mata cerrada, com os focos de incêndio centenas de metros acima! Como levar a àgua até lá? Minha opinião é que via aérea seria muito mais rapido, eficiente, e efetivo. Veja, não me deixo levar pela “beleza” dos aviões, e sim por sua funcionalidade. Quer algo mais “bizonho” que um Stuka? Quanto a sua efetividade, nada a questionar…
    Mesmo nos descampados pelo homem, onde o acesso por caminhões de bombeiro seriam mais faceis, acho que um avião destes faria o serviço de um caminhão com uma velocidade muito maior! Mas… esta é só a minha opinião. Seria bom tê-los para nos ajudar. Um incremento a mais para combater incêndios nesses tempos tão secos. Um abraço à você e um excelente final de semana.
    PS: lembrando que esta é apenas a minha opinião ok? Não sou técnico, apenas um entusiasta. Abç

  20. Há… também não disse que vc falou pra deixar queimar…foi apenas uma figura de linguagem tentando encaixar no contexto, beleza? Abç

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