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Inpe discute desenvolvimento de satélite franco-brasileiro

In Ciência, Espaço, Negócios e serviços, tecnologia on 26/08/2010 by E.M.Pinto Marcado: , , ,

https://pbrasil.files.wordpress.com/2010/08/sgbsatelitegeoestacionariobrasileiro.jpg?w=300

Uma equipe do Centro Nacional de Estudos Espaciais da França (Cnes) encontra-se no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT), de São José dos Campos (SP), para concluir a primeira fase de desenvolvimento de um satélite inovador de meteorologia, que será usado na medição de chuva e na coleta de dados sobre mudanças climáticas.

A proposta vislumbra a fabricação de um satélite franco-brasileiro para orbitar em regiões tropicais, como a Amazônia, permitindo o monitoramento mais freqüente e eficaz de precipitação sobre a floresta e fornecendo novos dados sobre o comportamento do clima.

“As reuniões com o Cnes são de extrema importância e podem ser um passo importante na concretização desta iniciativa do Inpe, de desenvolver um satélite que terá, sem dúvida, um papel crucial no acompanhamento do clima”, afirma Marco Antônio Chamon, coordenador de Gestão Tecnológica do Instituto.

Com lançamento previsto para 2016, o satélite em questão terá como base a plataforma multimissão (PMM), desenvolvida pelo Inpe, e levará um radiômetro – responsável pela mediação de chuva – a ser desenvolvido em conjunto pelos dois países. A proposta é fabricar um instrumento baseado no radiômetro francês Madras, com características mais avançadas, permitindo obter informações ainda não disponibilizadas pelos satélites atuais.

As discussões bilaterais para esta missão tiveram início em outubro de 2009 e devem culminar em um acordo após a aprovação, pelos órgãos governamentais competentes, de um relatório a ser divulgado em outubro próximo.

No Brasil, este relatório deve ser avaliado pela Agência Espacial Brasileira (AEB/MCT) e, na França, depende da aprovação de um comitê de avaliação de projetos do Cnes. Este acordo, que beneficiará toda a comunidade científica, é importante para ambos os países, tanto em termos de avanços tecnológicos quanto de desenvolvimento industrial.

As quatro etapas desta cooperação – projeto, fabricação, lançamento e operação -, assim como os custos da missão, devem ser divididos de forma igualitária, em proposta que está em discussão pelos dois países. A fabricação poderá ser compartilhada por empresas brasileiras e francesas, com uma parte do satélite sendo desenvolvida no Brasil e outra na França.

A proposta inicial é que a fase de integração e testes do satélite seja realizada no Inpe, que neste caso absorveria os custos relativos a esta etapa do desenvolvimento. O acordo no setor espacial proposto por Inpe e Cnes visa ainda reforçar os laços de cooperação internacional já existentes entre os dois países.

Fonte: Convergência digital via CCOMSEX

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14 Respostas to “Inpe discute desenvolvimento de satélite franco-brasileiro”

  1. isso aew agora eles não vão mais nos sabotar na barreira do inferno, vai ser dentro do impe mesmo¬¬

    esse país consegue se superar!

  2. Um satélite francês sobre a Amazônia,o INPE deve é estar doido.

  3. Só faltava essa….

  4. jakson almeida :
    Um satélite francês sobre a Amazônia,o INPE deve é estar doido.

    Vai ser produzidos a quatro mãos,teremos domínio sobre td as fases do mesmo…aprendemos ,depois e depois,+ sempre honrando n compromissos.Ah! mantenha sempre dois olhos , ou + se possível, sobre os mesmos. são mt pró ianks..Sds.

  5. Para quem gosta de colocar areia na sopa…
    Dividir custos adquirir experiência/tecnologia, não me parece uma idéia muito ruim, mas a França é um país de comedores de queijo podre inimigos da bondosa SAAB… Devemos é confiar nas parcerias de sempre como a EUA ta eles nos sabotaram algumas dezenas de vezes, mas tudo bem…bla, bla, bla, bla o negocio é reclamar!!

    Se agora prá fazer sucesso
    Pra vender disco de protesto
    Todo mundo tem que reclamar
    Eu vou tirar meu pé da estrada
    E entrar também nessa jogada
    E vamos ver quem é que vai güentar
    Porque eu fui o primeiro
    E já passou tanto janeiro
    Mas se todos gostam eu vou voltar

    Tô trancado aqui no quarto
    De pijama
    Porque tem visita estranha na sala
    Aí eu pego e passo a vista no jornal
    Um piloto rouba um Mig
    Gelo em Marte diz a Viking
    Mas no entanto não há
    galinha em meu quintal
    Compro móveis estofados
    Me aposento com saúde
    Pela assistência social

    Dois problemas se misturam
    A verdade do universo
    E a prestação que vai vencer
    Entro com a garrafa de bebida enrustida
    Porque minha mulher não pode ver
    Ligo o rádio e ouço um chato
    Que me grita nos ouvidos
    Pare o mundo que eu quero descer

    Olho os livros na estante
    Que nada dizem de importante
    Servem só prá quem não sabe ler
    E a empregada me bate à porta
    Me explicando que tá todo torta
    E que já não sabe o que vai
    dar prá mim comer

    Falam em nuvens passageiras
    Mandam ver qualquer besteira
    E eu não tenho nada prá escolher

    Apesar dessa voz chata e irrenitente
    Eu não tô aqui prá me queixar
    E nem sou apenas o cantor
    Eu já passei por Elvis Presley
    Imitei Mr. Bob Dylan, you know…
    E eu já cansei de ver o sol se pôr
    Agora eu sou apenas um latino-americano
    Que não tem cheiro nem sabor

    E as perguntas continuam sempre as mesmas
    Quem eu sou, de onde venho, onde vou dar
    E todo mundo explica tudo
    Como a luz acende
    Como o avião pode voar
    Ao meu lado o dicionário
    Cheio de palavras
    Que eu sei que nunca vou usar
    Mas agora eu também resolvi
    Dar uma queixadinha
    Porque eu sou um rapaz latino-americano
    Que também sabe se lamentar
    E sendo nuvem passageira
    Não me leva nem à beira
    Disso tudo que eu quero chegar
    E fim de papo

    Raul Seixas
    Música: “EU TAMBEM VOU RECLAMAR”

  6. Já não tem um satélite sino-brasileiro pra isso?

  7. Eu também vou reclamar…

  8. Eu vejo com bons olhos,pois capacita nosso país,e ajuda no desenvolvimento,cabe lembrar que desenvolvimento conjunto ajuda a baratear,custos,em pesquisa,produção,não significa que nossa satelite será o o deles tb,e mesmo que fosse os E.U.A,compartilham informações sobre o clima em diversos lugares do mundo,para muitos países.
    Cabe lembrar tb que na época da privatização da Embratel,oantigo governo não colocou na venda da Embratel uma GOLD SHARE,e a World Com,que comprou a Embratel,tinha acesso se quisesse as comunicações sigilosas do Governo.
    E pra finalizar não é só a Amazonia,mas regiões tropicais
    Regiões tropicais :

    Região tropicalé o trópico de Capricórnio e o trópico de Câncer.

  9. Os satelites do Brasil tem que ser especiais por causa de um fato nao divulgado pela imprensa normal. Isto devido ao AMAS, anomalia magnetica do atlantico sul. Quem quizer pesquisar, sugiro o Wikipedia. Eu tambem nao sei muito.

  10. Mais um passo da parceria França-Brasil… afinal vcs acham que só um lado sai ganhando? e tem outra, eles tem territorio na Amazonia, a Guiana…

  11. Cabe lembrar que as fotos obtidas pelo governo sobre a amazonia,são de satelites americanos ou europeus…rsrs.

  12. BARCA :
    Cabe lembrar que as fotos obtidas pelo governo sobre a amazonia,são de satelites americanos ou europeus…rsrs.

    Te lembrar sempre q vc está vigiado, constantemente…

  13. vou dizer algo q de uma maneira meio tosca, escapa aos nossos ouvidos. por exemplo, tenho uma ideia bizarra de q cada país so alcança progresso se seguir o curso da sua formação — EUA, liberalismo-neoliberalismo, China taoismo-confucionismo, Russia comunismo. portanto, o Brasil so vai alcançar o progresso nas asas do positivismo [?!], pois é amigo, somente nele.

    comico é pensar que o positivismo nasceu na França, tv muitas repercussoes aq no brasil-republica, como por exemplo um dos nossos ‘fundadores’ benjamin constant.
    sem contar a influencia religiosa-filosofica q guardamos com os franceses.

    assim, como num acredito em coincidencia, num seria obvio entrever
    uma nova ligação mais estreita com nossos irmaos q falam com o
    biquinho.

    ps:esqueci de alguma forma de mencionar o nome, Santos D’ummont…

  14. Não vejo problemas para o Brasil neste acordo de interação de tecnologia,ao contrário somará mais conhecimento para a engenharia espacial brasileira.
    A amazônia brasileira está há muito tempo explorada por gringos,quer com satélite,”turistas”,ONG,..etc.
    Não devemos é perde esta oportunidade de ouro.

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