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Mudanças no comando das Foras Armadas

In Defesa on 26/08/2010 by E.M.Pinto Marcado:

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O general José Carlos de Nardi, natural de Farroupilha, foi nomeado ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. Na reserva desde abril, o oficial foi reconvocado a pedido do ministro da Defesa, Nelson Jobim, para ocupar o cargo criado com o objetivo de coordenar as ações em conjunto do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

A criação do Estado-Maior Conjunto integra um projeto de reestruturação das Forças Armadas que, entre outros pontos, dá poder de polícia aos militares nas áreas de fronteira. Basicamente, integrantes das três forças poderão fazer patrulhamento, revistar pessoas, veículos, embarcações e aeronaves, assim como efetuar prisões em flagrante sempre que não houver policiais presentes. A lei foi sancionada ontem pelo presidente Lula. Ele também assinou projeto de lei enviado ao Congresso que cria 488 cargos comissionados na Defesa ao custo anual de R$ 18,9 milhões.

O general De Nardi, 66 anos, começou a carreira no Exército em 1° de Março de 1961, na então escola preparatória de Porto Alegre (hoje Colégio Militar). Formado em Ciências Econômicas pela PUCRS em 1973, tornou-se comandante do 3° Grupo de Artilharia Antiaérea de Caxias do Sul entre 1991 e 1992. De 1994 a 1996, trabalhou como adido militar na embaixada brasileira em Santiago (Chile).


Cada arma terá representante em conselho dos chefes


O oficial alcançou em 2005 o posto de comandante da 6ª Divisão de Exército, em Porto Alegre. No ano seguinte, foi promovido a general de exército e passou a comandante militar do Oeste, em Campo Grande (MS). Antes de ir para a reserva, era o titular do Comando Militar do Sul.

De Nardi assume efetivamente o cargo em 6 de setembro. Com ele trabalharão três militares de alta patente um general de exército, um tenente-brigadeiro e um almirante. Além disso, existirá um conselho dos chefes do Estado-Maior de cada força. Eles se reunirão sob a orientação do general gaúcho para determinar ordens coordenadas.

Fonte: Valor via Notimp

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10 Respostas to “Mudanças no comando das Foras Armadas”

  1. Favor corrigir título do POST.

  2. É interessante para as Forças Armadas, convocar alguém da reserva?
    Não desmerecendo os feitos do José Carlos de Nardi, mas alguém da ativa, com um gás novo não seria mais prudente?

  3. Nada contra o general José Carlos de Nardi, más olhando a foto acima, junto com o General Enzo Peri, penso que os oficiais deveriam chegar mais ‘jovens’ a patente de general. Bem como, começar a exercer funções de alto nível , como comandante do Exército Brasileiro, mais cedo.

    Creio que para começar a exercer os postos mais altos, como comandante do Exército,da FAB e da MB, em torno dos 56 anos, seria mais adequado.

    O mesmo vale para a FAB e MB…

  4. Wi :Nada contra o general José Carlos de Nardi, más olhando a foto acima, junto com o General Enzo Peri, penso que os oficiais deveriam chegar mais ‘jovens’ a patente de general. Bem como, começar a exercer funções de alto nível , como comandante do Exército Brasileiro, mais cedo.
    Creio que para começar a exercer os postos mais altos, como comandante do Exército,da FAB e da MB, em torno dos 56 anos, seria mais adequado.
    O mesmo vale para a FAB e MB…

    Sem desmerecer o conhecimento e carreira de ambos acima, concordo contigo. As Forças Armadas precisam de um fôlego jovem em seu alto comando. Sim, é preciso ouvir e respeitar a opinião e experiência dos mais velhos. Não tenho dúvida disso, mas sinceramente as situação de conflito atuais estão ligadas a geração bits and bites. Bem, é o que penso, mas não esqueçam os velhinhos não. A quilometragem destes ai de cima é de grande importância…

  5. Wi :
    Nada contra o general José Carlos de Nardi, más olhando a foto acima, junto com o General Enzo Peri, penso que os oficiais deveriam chegar mais ‘jovens’ a patente de general. Bem como, começar a exercer funções de alto nível , como comandante do Exército Brasileiro, mais cedo.
    Creio que para começar a exercer os postos mais altos, como comandante do Exército,da FAB e da MB, em torno dos 56 anos, seria mais adequado.
    O mesmo vale para a FAB e MB…

    Se o cara não tiver problema de próstata, tudo bem. A idade só traz experiência e ponderação. Todos chegaremos lá.

  6. VaimelhorasFAs no seu todo? Então távalendo .Sds.

  7. Pro cara chegar a Gen. de Exército com 56 anos só se ele comer etapas….nada contra os jovens, mas experiência é tudo. Ninguém quer pentelho, nervosinho, sem experiência, comandando uma força poderosa.

  8. Sobre esta questão da idade, falo sem uma base de dados concreta e sem pretensões. É palpite, especulação…Más blogs também são são bons para isto.

    Fernando Gonzalez,

    creio que aos 56 anos, a grande maioria já passou da fase de “pentelho, nervosinho” e o ajuste de idade que propus não é nada muito diferente do que já é praxe…É uma diferença de uns 6 anos mais jovem , em média…

    O próprio Gen. Enzo Peri:

    “Foi promovido a general-de-brigada combatente em 31 de março de 1995 (com 54 anos), exercendo os cargos de secretário-geral do Exército, comandante do 2º Grupamento de Engenharia, comandante do 1º Grupamento de Engenharia e diretor de Obras de Cooperação.

    Em 31 de março de 1999 (com 58 anos), ascendeu ao posto de general-de-divisão, no qual desempenhou as funções de comandante da 2ª Região Militar e de vice-chefe do Departamento de Engenharia e Construção.

    Atingiu o posto máximo da carreira, general-de-exército (com 62 anos) , em 31 de março de 2003”

    (Wikipédia)
    .

    E o Gen. José Carlos de Nardi;

    “em 31 de março de 1998 (com 56 anos), foi promovido a oficial-general, sendo nomeado comandante da artilharia divisionária da 6ª Divisão de Exército, sediada em Porto Alegre-RS.”

  9. Acho que a escolha foi boa… Pouco interessa a idade/sexo/cor/credo/religião do mesmo e sim sua competência, se ele a possui então não existe criticas de minha parte.

    sds

  10. também reparei na decrepitude … mais tem seu lado bom .. velhinhos são mais ponderados … etc.

    porém… tem o lado inverso… com a atual e futuras tecnologias de guerra…ha situação que demandam uma ação instintiva e não ponderativa…

    dificil equacionar o problema… idade e posto de comando .. .

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