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Reflexões sobre a defesa nacional: Defesa do mar territorial e zona econômica exclusiva – Parte 1 de 4

In Defesa, Geopolítica, Naval, Opinião, Plano Brasil on 28/08/2010 by Vympel1274


Autor: Vympel 1274

Plano Brasil

Leia

Parte 2 de 4

1. Definição das ameaças.

Quando se fala de defesa do nosso mar territorial, muitas vezes encontramos no blog, várias opiniões quanto a composição do que seria uma marinha pronta para garantir nossa soberania no mar. Alguns dizem que deveríamos ter tantos porta-aviões, tantos submarinos, tantos navios, etc…

Talvez o que realmente faz falta seja uma definição de quais seriam as verdadeiras ameaças para nossa soberania nas três principais dimensões (mar, ar e terra), com base nas necessidades e nas atitudes das principais potências que hoje regem o mundo, analisando suas ações no passado, presente e que poderão tomar no futuro.

O momento em que forem definidos os possíveis adversários (por mais que pareçam “improváveis”, não quer dizer que sejam “impossíveis”), será o momento em que poderemos desenvolver / adquirir equipamentos de defesa, próprios para a missão que lhe seria destinada.

De nada adianta gastar bilhões de dólares em investimento de forças navais as quais não poderiam garantir sua própria sobrevivência em um combate moderno e que não tenham as características necessárias para enfrentar essas ameaças, pois uma estratégia baseada no poderio naval embarcado (devido á influência militar norte-americana), necessita de uma gama de investimentos que são, na realidade, impossíveis para o país a curto e médio prazos. São necessárias escoltas especializadas, aeronaves especializadas, sistemas de detecção e alerta antecipado de desenvolvimento próprio, sistemas de guerra eletrônica (ECM, ECCM, ESM, etc..), sistemas de defesa aérea de área e de ponto. E por aí vai…

Porta-aviões A12 São Paulo. Será que dispomos de meios navais suficientes para garantir a operação em combate com segurança deste “concentrador de recursos” num ambiente moderno?

Tal decisão deve ser tomada com base na realidade de nossas condições financeiras e industriais, pois o desenvolvimento de certas tecnologias demoram por vezes anos para chegarem ao estágio de amadurecimento (Ex: soviéticos e chineses apesar de anos de pesquisa e desenvolvimento, não chegaram ao nível de especialização dos Estados Unidos em aviação embarcada). Deveríamos analisar as características do nosso mar territorial e de nossa costa, das nossas rotas de comércio exterior e da composição dos meios militares dos nossos possíveis futuros adversários. Só assim poderíamos definir que tipo de forças armadas são necessárias para nosso país. O melhor exemplo de uma doutrina não adaptada á realidade dos tempos modernos e as características da força militar do inimigo foi a “linha Maginot”, causando a derrota da França perante a Alemanha na 2ª guerra mundial.

Aeronaves A-4 “Skywahk” embarcados no porta-aviões A12 São Paulo. Serão aeronaves capazes de fornecer defesa aérea a grande distância para a força tarefa e enfrentar caças de alto desempenho de maneira eficaz?

2. Caracterização das ameaças.

Como já foi dito, futuras ameaças por mais que pareçam “improváveis”, não quer dizer que sejam “impossíveis”. Temos que ter em mente que, ao definir uma suposta ameaça, o país ou organização armada também irá tomar providências quanto a ser vista como ameaça, o que pode ser desde um pronunciamento público (os EUA dizem ser “paranóia” a invasão da Amazônia), quanto uma demonstração legítima de força (constituição da 4ª frota para a América latina, além dos EUA não terem ratificado a convenção sobre o direito do mar). Comumente, as autoridades do nosso país tem suas decisões condicionadas á essa característica. Para a definição de ameaças, temos que considerar os seguintes fatores:

a) A ameaça tem capacidade militar de desdobramento?

b) A ameaça tem uma economia capaz de sustentar o “esforço de guerra” por tempo apreciável?

c) Nosso país tem algo que desperte o interesse da ameaça?

d) A ameaça (ou ameaças) tem respaldo entre os seus cidadãos para uma eventual guerra?

Estes são apenas alguns pontos á serem observados na definição de ameaças. Por exemplo, nos últimos anos:

Foram feitas declarações veladas ou não, a respeito da internacionalização de áreas do território nacional? (Amazônia verde e azul)

Foram feitas sondagens a respeito da internacionalização do mar territorial? (exploração de petróleo na plataforma continental e pré-sal)

Foram feitos protestos a respeito de problemas internos do nosso país que causem empatia na população mundial? (movimentos indígenas e movimentos dos sem terra)

Existe a tendência de não fornecer tecnologia de ponta para nosso país? (negativa de fornecer o M61A1 Vulcan, de 20 mm, instalado no AMX italiano, para o Brasil e o condicionamento da venda de mísseis BVR no começo do programa FX-2/F-18, ficando os referidos mísseis estocados em território americano, sendo fornecidos ao Brasil quando o mesmo fosse ameaçado por uma força extrangeira).

O AMX italiano, armado com um canhão M61A1 de seis canos calibre 20 mm. Foi negado o fornecimento da aeronave para o Brasil com o referido canhão, sendo adotado em seu lugar o DEFA 554 francês de 30 mm. Se somos considerados aliados, porque negar nosso acesso a tecnologia?

Ou seja, são países que estão fortemente armados (e que precisam de uma razão para manter o seu orçamento militar), que necessitam de recursos minerais, pois os seus recursos foram totalmente explorados ou são inexistentes (petróleo, urânio, etc..) ou países que se aproveitam de problemas internos do país alvo para justificar suas agressões militares (realizando o chamado “trabalho de convencimento”, que pode vir a durar anos ou poucos dias).

O trabalho de convencimento é de extrema importância, devido á necessidade de fazer com que a população desses países apóie integralmente as ações de suas forças armadas na frente de combate, sejam quais elas forem, e que seus soldados tenham um horizonte definido, para que sua “vontade de lutar” seja eterna e justa. No Iraque, ainda não acharam nenhum vestígio de armas de destruição em massa. Quais responsáveis pela guerra foram presos? Sendo uma guerra movida sem o aval das nações unidas, pode ser considerada uma guerra criminosa, mas quem foi preso por ordenar tal guerra?

O que se observa é que a história da humanidade sempre completa um círculo. E esse círculo seria que, são sempre os mesmos países que exploraram os outros em algum momento da história, são os que voltam a fazer o mesmo no futuro, utilizando sempre os mesmos métodos, apenas adaptados para os momentos atuais. Quem não estiver preparado devidamente, será dominado e ainda passará para a história como “eixo do mal”.

3. A riqueza está no mar

Ignorada por milhões de brasileiros, entretanto, já vem sendo debatida em certos círculos militares e políticos nacionais a chamada Amazônia Azul, definida como uma região maior e mais rica do que a Amazônia Verde, pois compreende uma faixa de 200 milhas marítimas de largura ao longo do litoral do Brasil, chamada de Zona de Exploração Exclusiva (ZEE – com 3,6 milhões de km²), e que o país pleiteia na ONU que seja alargada em alguns pontos para até 350 milhas por efeito da Plataforma Continental (PC – acrescentando outros 900 mil km²). Toda essa área marítima soma 4,4 milhões de quilômetros quadrados, 10% maior do que a ocupada pela floresta amazônica, acrescentando ao país o equivalente a mais de 50% de seu atual território.

Conforme estabelecido na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, ratificada por quase cem países, inclusive o Brasil, todos os bens econômicos existentes no seio da massa líquida, sobre o leito do mar e no subsolo marinho, ao longo de uma faixa litorânea de 200 milhas marítimas de largura, na chamada Zona Econômica Exclusiva (ZEE), constituem propriedade exclusiva do país ribeirinho. Em alguns casos, a Plataforma Continental (PC) prolongamento natural da massa terrestre de um Estado costeiro – ultrapassa essa distância, podendo estender a propriedade econômica do Estado a até 350 milhas marítimas. Essas áreas somadas – ZEE mais a PC – caracterizam a imensa Amazônia Azul, medindo quase 4,5 milhões de Km², o que acrescenta ao País uma área equivalente a mais de 50% de sua extensão territorial.

É necessário que o Brasil crie mecanismos não apenas para defesa da Amazônia Verde, mas também da chamada Amazônia Azul, que, da mesma forma que a terrestre, também é sistematicamente invadida por exploradores estrangeiros. Já em 1963 tivemos a chamada “Guerra da Lagosta“, para evitar que embarcações francesas viessem explorar essa pesca em nossas águas. E a convenção do Direito do Mar – que não foi ratificada pelos Estados Unidos – estabelece que se o país não explorar os recursos vivos na Zona de Exploração Exclusiva, terá de permitir a outros que o façam. Já na extensão pleiteada até 350 milhas, o país ganharia a exclusividade na exploração dos recursos do solo e subsolo marinhos (mas não dos recursos vivos da camada líquida).

Recursos encontrados na zona econômica exclusiva

4. Definindo as possíveis ameaças

Ao se definir a ameaça, deve-se analisar as condições de desdobramento que ela necessita para mover uma agressão contra o brasil. O território nacional pode ser ameaçado de várias formas:

a) Desembarque anfíbio, apoiado por uma poderosa marinha (litoral warfare);

b) Concentração de força militar próximo á nossas fronteiras (bases em um país latino-americano com fronteiras comuns ao Brasil);

c) Ataque aéreo por aeronaves estratégicas (baseadas em seu próprio território) ou táticas (baseadas em porta-aviôes ou países amigos);

d) Fomento de movimentos insurretos, visando atrair atenção internacional para justificar uma intervenção (ONG, MST e índios).

O controle britânico do MST – O controle que o Establishment britânico vem mantendo sobre o MST, praticamente desde sua fundação, presenteando o movimento com ajuda financeira, ao mesmo tempo em que se converteu, por meio de várias de suas fundações, no principal patrocinador da imagem internacional do MST, fornecendo-lhe um disfarce de genuíno movimento em prol da justiça social. A relação do MST com a Casa de Windsor se realiza principalmente por intermédio de dois canais, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e o Ministério de Desenvolvimento e Cooperação Internacional, o antigo Departamento Colonial.

Com base em todos estes dados, quais seriam os países que poderiam ameaçar o Brasil?

Rússia e China não dispõem de capacidade de desdobramento naval, com condições de controle de áreas marítimas, e nem são os principais algozes nos últimos anos. Os países latino-americanos não tem nem marinhas de envergadura suficiente para competir com o Brasil nem economias capazes de sustentar um “esforço de guerra” aprazível. Restam as forças militares da OTAN/EUA, as quais já mostraram repetidas vezes, intenções de caráter militar contra o Brasil. A criação da IV frota é o melhor exemplo da “diplomacia do porrete”, em que os EUA intimidam países com os quais não mantém relações políticas tão boas. A principal característica dos chamados CSG (Carrier Strike Group – Grupo de ataque centrado em porta-aviôes), os quais formam as frotas de combate da marinha americana, representando a principal força de projeção estratégica do governo americano, é a multiplicidade de tarefas os quais podem realizar, devido a diversidade e especialização dos meios de combate que dispõem. Esta formação de combate é variável de acordo com a necessidade, mas em linhas gerais, tem a mesma constituição.

Área de responsabilidade da IV frota da marinha dos Estados Unidos e brasão representativo do comando sul.

Cabe ao autor informar que esta não é nenhuma dissertação com caráter político, mas sim uma proposta, que surgiu de uma análise fria e objetiva dos acontecimentos dos últimos anos no mundo, principalmente devido ao Brasil seguir sua meta política que, normalmente, colide com as metas de Washington (Ex: atual crise nuclear no Irã).

Continua..


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33 Respostas to “Reflexões sobre a defesa nacional: Defesa do mar territorial e zona econômica exclusiva – Parte 1 de 4”

  1. legal essa matéria

  2. O fato de a sociedade ja estar discutindo sobre nossa soberania ja é um começo.anos de detrato com nossas forças armadas, hoje é necessário que algo seja feito. e já.

  3. Não sou especialista nem tampouco estrategista mas a materia é boa.O que é melhor para nós?…DISSUADIr…Hummm mais uns 3 NAes como pensam Almirantes de galocha do planalto.Sera que o Brasil pensa em atacar alguem ou se juntar a coalizões?Os EUA buscam parceiros para suas empreitadas e a Europa ja esta se cansando.Precisamos de uma Marinha rapida e bem equipada pois a rapidez é essencia para proteger tão grande litoral e não de enormes banheiras flutuantes.Desenvolver embarcações de menor porte dotadas propulsão potente tanto faz convencional ou atonica.Equipadas com sistemas avançados de armamentos,seria menos dispendioso e muito mais eficaz.Ja Submarinos o quanto mais pudermos ter.Lulinha abandona esse sonho teu de por o Brasil entre os policiais e realmente ponha em pratica a toque de caixa o reaparelhamento pra anteontem se possivel obrigado.

  4. Paulo Roberto Schmid :
    O fato de a sociedade ja estar discutindo sobre nossa soberania ja é um começo.anos de detrato com nossas forças armadas, hoje é necessário que algo seja feito. e já.

    Sim, a matéria está mt boa, e eu prego q temos de possuir dois PAs e no mínimo uns 27 Subs SSks e 06 Sub Nucks, acordo estratégicos com seis países na africa p bases nos mesmos, e ilhas artificiais no mar ; e nosso Vls e satélite geoestacionário. A FAB com caças e, a MB, novos, modernos de 5 geração, produzidos pela n EMBRAER; temos ser um pouco + independentes em n defesa. O norte do país tem de ser militarizado, por isso ou por aquilo,e logo, p ontem.

  5. Como no jogo de Xadrez. O debate é salutar e a sociedade brasileira precisa investir na sua defesa. O custo disto tbém deve ser discutido, mas não evitado, é preciso investir. satélite geoestácionário e outros equipamentos de ponta devem possuir sua defesa. De nada vai adiantar colocar um satélite em órbita e deixa-lo sozinho, será alvo fáci. Tudo é complexo. Precisamos de tecnologia, armas inéditas de alto desempenho. Como diz o ditado: “Ladrão não põe o pé onde não conhece.”

  6. Matéria excelente, o problema é que a sociedade se preocupa com outras coisas, teria que levar esse tema mais adiante a conhecimento de muitos.

  7. Perfeito jussara!!
    A idéia que eu tive com esse post foi justamente a frase que a jussara escreveu:

    ” Precisamos de tecnologia, armas inéditas de alto desempenho”

    Todos nós nos impressionamos com a imponência dos porta aviões, isso é verdade, mas no caso do Brasil, são totalmente inadequados, visto quem pode ser tornar o algoz de amanhã, tem sua estratégia totalmente centrada neles! Nunca teremos, pelo menos nos próximos 50 anos, condições de “igualar” as forças..

    Como num jogo de xadrez…

  8. Precisamos de algo a contrapor frotas, como submarinos e uma opcao mais barata e o caca bombardeiro Su-34 fullback com misseis moskit supersonicos.

  9. É necessário analisar essa questão até de uma forma estratégica e geopolítica: recomendo que vejam esse video do defesanet sobre a ativação da quarta frota americana http://www.youtube.com/watch?v=m5RT-TuNGyk&feature=related.
    Se de fato essa impotência da marinha brasileira sobre o Atlântico Sul foi o causador da reativação dessa frota americana, estamos não só atrasados em questão de defesa marítima (para variar), mas também disponibilisando um mar -literalmente- de oportunidades contra o continente americano, que é a visão norte-americana segundo o professor Sampaio. Porém, vindo dos EUA, todo cuidado é pouco.

    No começo da matéria vc levantou quais seriam as verdadeiras ameaças para nossa soberania. Acredito que qualquer violação á soberania do Brasil seja uma ameaça ao país. Em outra palavras: qualquer indivíduo que prejudique os interesses do Brasil delituosamente é seu inimigo, independente de como seja sua origem ou meios. Por exemplo, se ignorarmos que o roubo de água da amazônia é uma violação da soberania brasileira, como ocorreu no episódio da lagosta exemplificado no texto, esse crime poderá elvoluir para uma perda ainda maior por alguns países interessados nessa água, usando o pretexto de aumentar os investimentos na região amazônica. Consequentemente, a necessidade de navios nessa area será maior para roubar ainda mais água. Então, teríamos inimigos “invisíveis” rindo dos brasileiros alheios ao que se passa, enquanto são roubadas milhões de metros cúbicos de água bem de baixo de nosso nariz.

    Se esse meio “imperceptível” de desrespeito ao país é perigoso, o que dirá as ações diretas! Quero lembrar que os EUA foram atacados pelo menos duas vezes em toda sua história de forma inesperada e avassaladora. Primeiro durante a Segunda Guerra Mundial com o ataque de Pearl Harbor em 1941, e segundo em 11 de setembro. Esses episódios indicam que o inimigo pode ser inesperado (á exemplo do roubo da água), então é difícil definir que os inimigos sejam previsíveis ou que sejam apenas nações. Indicam também que dissuasão não é suficiente para desencorajar ataques ousados como esses. Ou seja, que adianta ter a maior marinha do mundo se o inimigo ignora tal condição, agindo de forma furtiva ou imprevisível. A pirataria é outro exemplo de adversário, justamente por atacar toda riqueza produzida e transportada por uma nação pelo mar. Se a pirataria não for contida, eles podem controlar o tráfico marítimo internacional por converterem o produto roubado em ameaça ainda maior (compra de armas mais sofisticadas ou influência á outros criminosos).

    Permitir por incapacidade de exploração que outros países usufruem das riquesas da amazônia azul é ináceitável. Não apenas pela permissão que se é obrigado á conceder aos exploradores, mas pela negligência do próprio Brasil não se interessar pelo mar e tudo o que ele pode nos oferecer. Quando falamos em riquesa da Amazônia Azul muitos voltam sua atenção apenas para o pré-sal, o que não deixa de ser compreensível. Mas o “mar brasileiro” tem muito mais do que substâncias usadas para geração energética, o transporte marítimo é outra importância do mar para o Brasil (inserido na mencionada prática da pirataria), bem como a pesca, o turismo etc.
    Não falta definição de inimigos, ameaças existem independente se vem do mar, do ar ou em solo ja que essas “dimensões” são opções de como atacar. O que não pode existir é a incapacidade do Estado em se defender.

  10. Concordo plenamente andré…

    No começo do post, disse “o país ou organização armada”, isso inclui também grupos não estatais (mesmo que existam os que trabalham vinculados á certos governos)que de alguma forma usufruem de nossa indulgência á respeito de nossa segurança. São elementos assimétricos que atuam fora dos padrões dos governos e que torna seu enfrentamento muito díficil (exemplo dos traficantes de drogas que usam “submarinos artesanais” para o tráfico de drogas).

    felicidades…

  11. O BRASIL ESTÁ EM GUERRA SIM!.

    -Esta matéria foi boa,mostrando os possíveis cenários beligerante com o Brasil;contudo o nosso Brasil está travando uma guerra em que submarinos,avião supersônicos e armas sofisticadas que estão a ser comprada pelo Brasil,não lograrão êxito.
    -O combate à droga;está infelizmente é real e o que é pior,estamos perdendo.

  12. O problema que por aqui tudo acaba em pizza isto porque a sociedade ainda não tomou a atitude de sair pra rua e exigir pois se fizermos isso engrema rapido.Do jeito que vai a passo de Jabuti e ainda tem gente que se encanta so com promessas…Olhem o Irã,fez lanchas rapidas bem armadas.Eu acho que por nossa costa enorme deveriamos fazer embarcações pequenas,modernas,rapidas,bem armadas,pois isso se encaixa mais eficasmente as necessidades do omento enquanto esperariamos o restante.Devemos reaparelhar mas devemos tambem criar e temos centros e pessoas capazes para isso.Mine submarinos não tripulados stealth ainda não forão feitos porque não tentamos?

  13. Olá, Vympel1274

    Excelente matéria como é já de seu costume.

    Sobre o canhão M61A1 já ouvi falar inclusive por militares que o que ouve foi uma escolha da FAB de usar 2 canhões DEFA 30 mm no lugar do M61A1 20 mm, pois o calibre 30 mm é mais indicado em missões de ataque, e por se dois, mais confiável que só um. Pode ser que eles não conhecessem toda a verdade, mas concordo que o 30 mm é mais eficiente que o 20 mm em missões de ataque ao solo.

    Quanto ao São Paulo A12 e seus A-4M vejo com bons olhos, claro que não da para encarar de frente com a força naval norte Americana, porém contra as forças navais da America do sul e até de alguns países da Europa sim… Os A-4 armados com mísseis anti-navios de médio e longo alcance vai trazer um tremendo “respeito” poderia o A-12 se uma ameaça para todas as marinhas da região. Claro se bem escoltado por submarinos e navios com bom desempenho antiaéreo, aparentemente as coisas vão para esse lado uma vez que o “novo” governo terá a mesma mentalidade de investimento nas forças armadas… A-12 + A-4M + C-1 Traders e S-2 Tracker + novos e modernos navios escoltas + submarinos novos e os modernizados = MB pronta para inimigos de médios poder como algumas nações européias.

    Agora contra os EUA (cujo eu considero uma real ameaça) essa formação que apresentei não significa nada… Teríamos que pensar em defesa, pois um ataque direto é bobagem contra eles.
    Nesse caso uma grande frota (17/48) de submarinos convencionais ou não é o melhor caminho, se não da para encarar de frente vamos superá-los onde podemos, mas não só submarinos uma frota de caças baseados em terra aí sim capaz de enfrentar os portas aviões EUA de frente, claro que pra isso teríamos que ter um numero relativamente grande de aviões de caça, digo isso pois a marinha americana não tem os mesmos recursos aéreos que a sua força aérea, se o Brasil (FAB) tivesse algo como 700 caças de quarta geração e de boa qualidade como o Su-35BM, Rafale F3, EF-2000, F-16F, mesmo o Gripen NG nem mesmo a marinha americana se aproximaria das nossas águas sem um convite… Bem 700 caças e mais toda a logística atrás aviões de alerta antecipado, aviões de reabastecimentos, transporte, VANTs, satélites etc, etc, etc…

    Se o ataque vier de bases dos países vizinhos ficaria tudo muito mais difícil, pois teríamos que enfrenta o exercito, a aeronáutica e mais a marinha, e nesse caso o melhor seria bombardear as bases aéreas deles antes que os F-22 levantassem vôo pra isso o ASTRO III e seu MT-300 Matador deveriam estar prontos e com um alcance de preferência maior que 300 km… Um poderoso sistema de defesa aéreo faz falta no Brasil, aliás, dois, seria um entre os S-500/S-400/S-300 para defesa das cidades e o outro o Tor-M2 para a defesa e nossos soldados (eu também rsrsr).

    Também vejo muitas criticas sobre a falta de carros blindados do Brasil, não compartilho com essa idéia, pois a cada dia ficam mais vulneráveis as novas armas inclusive as pessoais, assim sendo defendo a compra dos mais de 2000 Guaranis 3X3 para transporte e no futuro gostaria que a EB encomendasse mais 1000 Guaranis 4X4 com canhões 120 mm para missões de saturação e só… Acho melhor investir em helicópteros de ataque do que em tanques pesados, já que esses são os maiores inimigos dos tanques. E quanto aos helicópteros de ataque acho que o melhor seria uma frota de mais de 100 Mi-35 eles podem transportar soldados e atacar ao mesmo tempo, não vejo necessidade de usar um puro de ataque, suas missões são saturação e não combate e para combater helicópteros inimigos temos o Super Tucano que podia se modernizado obtendo a capacidade de lançar mísseis das pontas das asas (ex: míssil IGLA).

    Bem é mais o menos isso que eu acho valeu ^^

  14. Considerando que o autor deixa claro que uma eventual guerra contra uma força extrangeira, necessariamente seria contra uma coalizão EUA/OTAN por conta de ser hoje a única força capaz de manter uma empreitada dessa magnitude, de nada adiantaria porta-aviões, submarinos, aviões, fragatas etc, contra essa força. Apenas armamentos nucleares com seus respectivos meios de lançamento a qualquer lugar do globo, exerceria a dissuação necessária para os manter bem longe.

  15. Amigo thor…

    A razão de montar um esquema convencional dissuasório como eu digo, é justamente para evitar o desenvolvimento de armas nucleares!!!

    Com as outras partes do post que virão á seguir, você verá que a dissuasão convencional pode ser sim, empregada com eficiência contra uma força de tal magnitude, utilizando-se de táticas modernas, de meios de combate modernos, juntamente com uma organização militar direcionada para explorar as fraquezas da força inimiga..

    Exemplo: as guerras de Israel contra os países árabes, quando a superioridade de meios materiais (tanto qualitativamente quanto quantitativamente) dos exércitos árabes era imensamente superior á dos israelenses…

    Israel utilizando-se de técnicas e táticas modernas (além de forças armadas altamente treinadas)e específicas para explorar a fraqueza dos exercitos árabes (operar somente sob proteção dos SAM), das forças aéreas árabes (incapacidade de combater os israelenses por falta de treinamento, apesar de operarem aeronaves de melhor desempenho), venceu a coalizão árabe.

    Não se pode raciocinar somente em números de avioes, submarinos, caças numa guerra, existem muitos fatores de desequilibrio nas entrelinhas que “os menos curiosos” não notaram ainda, mas todos aprendemos..

    Acredite, desenvolvimento de armas nucleares somente em último caso, pois aí poderíamos ficar como o Irã (que precisa somente de UMA ogiva nuclear, que é para ameaçar Israel) e a coreia do norte (que precisa de DUAS ogivas, para ameaçar o japão e a coréia do sul)…

    Armas nucleares são “baratas” de desenvolver, mas a aplicação prática delas é de custo grande demais…e mesmo assim pense: os EUA tem 5.000 delas, e nós?

  16. Excelente Reflexão.

    Sobre os meios militares para mantermos nossa soberanis, falarei mais para frente, depois das outras partes desta Reflexão.

    Mas acho que, atos políticos podemafastar, ou na pior das hipóteses adiar tais ameaças. Por ex: por que bater de frente TODA SANTA HORA com os EUA? Tenho certeza que no caso do Irã a intenção foi boa, mas a posição tomada, TERRÍVEL.

    Uma maior aproximação dos EUA não nos faria mal algum.

    Só uma opinião zinha sobre meios militartes, mas não prop´riamente sobre “O” meio: Cancelem o tratado dos misseis, e vamos produzí-los com alcance superior, mesmo que convencionais, mas bastante precisos.

  17. ANDRÉ O CAUSADOR DA ATIVAÇÃO MDA QUARTA FROTA É O PRÉ-SAL MEU AMIGO….Estrategistas vivem sonhando com possibilidades infinitas e a realidade ta ai na frente de todos.Os Americanos povoando o Atlantico Sul com uma magnifica super base movel e os Ingleses fazendo o mesmo.Desde que o Brasil anunciou o pré-sal o mundo se alvoroçou.Estamos no meio de uma gigantesca placa tectonica e o fundo do Atlantico Sul é puro deposito de materia fossil.Os gringos ja se tocaram disso so falta a gente se ligar tambem.E a Inglaterra temendo nova investida Argentina por causa das riquesas subaquaticas reforça e intensifica a presença…ACORDA POVO BRASILEIRO VAMOS PARAR DE FICARMOS SONHANDO COM MARAVILHAS E NOS TOCAR-MOS DO QUE REALMENTE SE EVIDENCIA ANTES QUE SEJA TARDE.

  18. Esta foto do Pão de Açucar em determinada época do ano e em um horario especifico forma o desenho de uma Fênix,como se estivesse sido esculpido a mão.

  19. Vympel1274 28/08/2010 às 21:56 | #15 Citar Amigo thor…

    A razão de montar um esquema convencional dissuasório como eu digo, é justamente para evitar o desenvolvimento de armas nucleares!!!

    Com as outras partes do post que virão á seguir, você verá que a dissuasão convencional pode ser sim, empregada com eficiência contra uma força de tal magnitude, utilizando-se de táticas modernas, de meios de combate modernos, juntamente com uma organização militar direcionada para explorar as fraquezas da força inimiga..

    Exemplo: as guerras de Israel contra os países árabes, quando a superioridade de meios materiais (tanto qualitativamente quanto quantitativamente) dos exércitos árabes era imensamente superior á dos israelenses…

    Israel utilizando-se de técnicas e táticas modernas (além de forças armadas altamente treinadas)e específicas para explorar a fraqueza dos exercitos árabes (operar somente sob proteção dos SAM), das forças aéreas árabes (incapacidade de combater os israelenses por falta de treinamento, apesar de operarem aeronaves de melhor desempenho), venceu a coalizão árabe.

    Não se pode raciocinar somente em números de avioes, submarinos, caças numa guerra, existem muitos fatores de desequilibrio nas entrelinhas que “os menos curiosos” não notaram ainda, mas todos aprendemos..

    Acredite, desenvolvimento de armas nucleares somente em último caso, pois aí poderíamos ficar como o Irã (que precisa somente de UMA ogiva nuclear, que é para ameaçar Israel) e a coreia do norte (que precisa de DUAS ogivas, para ameaçar o japão e a coréia do sul)…

    Armas nucleares são “baratas” de desenvolver, mas a aplicação prática delas é de custo grande demais…e mesmo assim pense: os EUA tem 5.000 delas, e nós?
    AS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL FALÃO EM UM MILHÃO DE SOLDADOS NAS TRÊS FORÇAS BEM TREINADAS E ARMADAS E COM TATICAS DE GUERRA BEM MODERNAS E CAPACITADAS,CONCORDO COM VC O CAMINHO É ESSE….

  20. […] Parte I […]

  21. Jussara :Como no jogo de Xadrez. O debate é salutar e a sociedade brasileira precisa investir na sua defesa. O custo disto tbém deve ser discutido, mas não evitado, é preciso investir. satélite geoestácionário e outros equipamentos de ponta devem possuir sua defesa. De nada vai adiantar colocar um satélite em órbita e deixa-lo sozinho, será alvo fáci. Tudo é complexo. Precisamos de tecnologia, armas inéditas de alto desempenho. Como diz o ditado: “Ladrão não põe o pé onde não conhece.”

    Tem muito ladrão que põe o pé onde não conhece, Jussara!

  22. ROBERTO CIRQUEIRA :AS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL FALÃO EM UM MILHÃO DE SOLDADOS NAS TRÊS FORÇAS BEM TREINADAS E ARMADAS E COM TATICAS DE GUERRA BEM MODERNAS E CAPACITADAS,CONCORDO COM VC O CAMINHO É ESSE….

    O problema é a União ter essa grana toda de soldos a pagar rsrsrs

  23. É PRECISO QUE TENHAMOS EM MENTE O SEGUINTE:

    1)Precisamos adquirir capacidade de dissuasão de imediato;

    2)o “gap” tecnológico, em termos de armamento convencional, é muito forte, precisando pesado investimento em defesa e vontade política para o desenvolvimento de projetos que só vão apresentar resultados a longo prazo;

    3)já enriquecemos urânio a 20%, podendo, em curto prazo, passarmos a enriquecê-lo a mais 80%, visto que nosso processo pertinente é revolucionário, reconhecidamente superior e mais em conta do que o das potências militares que nos ameaçam(de olho na Amazônia e no pré-sal);

    4) não podemos aceitar a sugestão imbecil/entreguista, de um Celso Lafer ou de um Guilhon de entregar o segredo em troca de uma redução mais convincente de suas ogivas pelos integrantes permanentes do CDS/ONU;4)a denúncia do “TNP” vai gerar uma gritaria geral dos “todopoderosos”, em nome da tão propalada comunidade internacional, como se a Dinamarca, o México, a Colômbia, a Africa ou a Coréia dos Sul se sentíssem ameaçados pelos brasileiros _”menos competentes e sem responsabilidade para gerirem tal capacidade defensiva”_;

    5)o País, seus governantes, a sociedade deve se unir para resistir à estas pressões, pois, somente com este poder dissuasório se conseguirá liberar nossa descendência da necessidade de lutar pela posse de nossos incomparáveis recursos naturais.

  24. Uma das coisas mais absurdas que eu já li na blogosfera é a afirmação de que o MST sofre influência da Grã Bretanha..A mente colonizada vê crime em qualquer movimento social..Considero este artigo, fruto de concepções completamente distanciadas de um mínimo de consciência política e de conhecimento da realidade social brasileira..Esse artigo rebaixa o nível deste Blog, pois esbarra na fantasia…Estabelece ameaças sem base mínima na realidade e daí parte para o uso da mesma lenga lenga de que a história se repete e bla, bla, bla… O parágrafo final é uma pérola “[…]Cabe ao autor informar que esta não é nenhuma dissertação com caráter político[…], tá bom..Conta outra né..

  25. A expressão é livre para se criticar é uma vantagem ou talvez até desgraça da democracia…
    Pode ser absurda a afirmação de controle britânico sobre um movimento social, um movimento que considero ser de arruaceiros sem controle que perdeu seu real sentido movimento social à anos? Pode ser que não, afinal quantos movimentos de insurreição social já existiram no mundo que foram patrocinados por potências? Vários…
    Em último dos últimos casos, o controle de um movimento destes (mesmo que eu pessoalmente considere sem controle) no cunho ideológico está nas mãos de um alemão que nem mais neste mundo vive, e um alemão que pregava as massas mas quando sua filha foi casar ele queria mais era saber se o marido da menina seria um homem de posses ou não… Mítica? não sei, mas também não me atrevo a duvidar.

    Falta de consciência política é se atacar chamando de absurdo aquilo que foi escrito com a intenção de dar sugestões e de acrescentar sobre um assunto cuja nossa classe política se limita a ser reticente e nossa classe intelectual ou que se diz intelectual foge, se esconde e até repudia, e aliás, essa mesma classe intelectual vigente no país prefere defender movimentos de cunho social que há muito já perderam a doutrina do social de vista, que a há muito não pensam mais na sociedade e sim em defender interesses particulares ou de grupos restritos (e não falo de minorias).

    Se vivemos em uma ilha de paz e tranquilidade como nossa boa sociedade, cultura e mídia insiste em divulgar após gerações e gerações, ela deveria lembrar de nossas origens de onde surgimos e como nos tornamos independentes, será que você conhece a real história por trás disso?
    Ameaças existem a todo o momento e por isso que o pensamento de se ter uma força de defesa capaz se faz necessário, prevenção. Para que a paz seja encerrada basta ela existir, ou parecer existir, assim como concordo que para que a guerra se encerre basta que ela exista, mas os caminhos que levam as conclusões são muito diferentes e em especial considero que a segunda conclusão seja muito mais custosa que a primeira. Portanto é tanta fantasia pensar no fim de nossa paz? Alarmista? Ou simplesmente uma tentativa de trazer uma luz aos olhos da sociedade?
    Não… não há nada de errado se dizer que isso é certo ou errado, mas a crítica deve se resguardar tanto na concordância quanto na descordância.

    Se você enxergou caratér político na dissertação, que bom, ou não, como já diria Caetano, por vezes me pergunto se tudo nesse mundo não tem fundo político no final, mas de fato o texto não faz menção à partidarismo ou a doutrina política alguma, o artigo fala de termos capacidade de nos defendermos diante de uma série de possíveis adversários e é assim que se trabalha com prevenção, precisa-se localizar todas as possíveis adversidades e ainda assim estamos sempre a mercê de uma nova variável.

    Finalmente, o autor tem liberdade de escrever e os comentaristas tem liberdade de criticar, mas creio que chamar de absurdo e resumir em dizer que é “lenga-lenga” é exatamente fazer aquilo que não acrescenta é usar a dávida da liberdade de expressão para nada, é considerar que a tão amada democracia, direito de defesa e etc… servem só para bravata ou dizer simplesmente não e ponto.
    Mas a liberdade aqui está e impera para isso.

    Ps..:: Rebaixado estaria o blog em censurar as críticas, mesmo que tão pouco construtivas.

    Saudações do Carcará

    Salve Vympel12, Ad sumus!

  26. Vympel1274 :Amigo thor…
    A razão de montar um esquema convencional dissuasório como eu digo, é justamente para evitar o desenvolvimento de armas nucleares!!!
    Com as outras partes do post que virão á seguir, você verá que a dissuasão convencional pode ser sim, empregada com eficiência contra uma força de tal magnitude, utilizando-se de táticas modernas, de meios de combate modernos, juntamente com uma organização militar direcionada para explorar as fraquezas da força inimiga..
    Exemplo: as guerras de Israel contra os países árabes, quando a superioridade de meios materiais (tanto qualitativamente quanto quantitativamente) dos exércitos árabes era imensamente superior á dos israelenses…
    Israel utilizando-se de técnicas e táticas modernas (além de forças armadas altamente treinadas)e específicas para explorar a fraqueza dos exercitos árabes (operar somente sob proteção dos SAM), das forças aéreas árabes (incapacidade de combater os israelenses por falta de treinamento, apesar de operarem aeronaves de melhor desempenho), venceu a coalizão árabe.
    Não se pode raciocinar somente em números de avioes, submarinos, caças numa guerra, existem muitos fatores de desequilibrio nas entrelinhas que “os menos curiosos” não notaram ainda, mas todos aprendemos..
    Acredite, desenvolvimento de armas nucleares somente em último caso, pois aí poderíamos ficar como o Irã (que precisa somente de UMA ogiva nuclear, que é para ameaçar Israel) e a coreia do norte (que precisa de DUAS ogivas, para ameaçar o japão e a coréia do sul)…
    Armas nucleares são “baratas” de desenvolver, mas a aplicação prática delas é de custo grande demais…e mesmo assim pense: os EUA tem 5.000 delas, e nós?

    Vympel 12 ao relatar sobre treinamento toca num ponto capital. Em publicações da déc 80 sobre aviões militares, no assunto Guerra das Malvinas (curioso notar que os anglo-saxônicos, em suas referências sobre este episódio, escrevem Falkland’s affair, não usando, até onde sei, a palavra guerra. Alguém aí me corrija se eu estiver errado) traçou-se um paralelo sobre a atuação dos pilotos da marinha britânica (caças AV-8 Harriers) e os pilotos da Força Aérea e Marinha Argentinas (caças Mirage e Skyhawks). O treinamento fez toda a diferença! O argentino, embora com bom treinamento e logrando algumas vitórias táticas, não se comparou em combate ao britânico, cujo treinamento era muito superior, vencendo, assim, os sul-americanos .

    A citada publicação (acho que o nome era Aviões Militares, hoje encontrada em sebos) alegou que, segundo analistas, se argentinos e britânicos trocassem o equipamento, os resultados finais teriam sido os mesmos.

    Mas, parece, existem exceções. Num outro relato publicado sobre treinamento de pilotos de combate, lia-se: “(Segunda Guerra Mundial, Ilhas do Oceano Pacífico) Experientes pilotos japoneses (caças aeronavais Zero?) tornaram-se presa fácil de jovens e inexperientes pilotos americanos que dispunham do novo caça… (não me recordo que avião-caça se utilizarm. Seria o P-51 Mustang?)”.

  27. Antônio Salles,
    Sobre a 2ª Guerra o que sei é que os pilotos americanos dispunham de algum treimamento sim e os pilotos japoneses se tornaram vítimas da fragilidade de suas aeronaves que podiam ser mais rápidas e manobráveis porém menos protegidas, ao contrário das americanas que foram desenvolvidas esperando o fogo inimigo.

    O principal caça americano no teatro do pacífico (da força Aérea) ao que me consta foi o P-38 devido a seu alcance ainda maior que o do P-51 e por parte da Marinha temos os F-6 Hell Cat e o mítico F-4U Corsair, esse último era concorrente para os Zeros em todos os aspectos!

  28. Luiz9medeiros :Antônio Salles,Sobre a 2ª Guerra o que sei é que os pilotos americanos dispunham de algum treimamento sim e os pilotos japoneses se tornaram vítimas da fragilidade de suas aeronaves que podiam ser mais rápidas e manobráveis porém menos protegidas, ao contrário das americanas que foram desenvolvidas esperando o fogo inimigo.
    O principal caça americano no teatro do pacífico (da força Aérea) ao que me consta foi o P-38 devido a seu alcance ainda maior que o do P-51 e por parte da Marinha temos os F-6 Hell Cat e o mítico F-4U Corsair, esse último era concorrente para os Zeros em todos os aspectos!

    Então, se minha memória ainda não me engana, a referência era ao F-4U, Luiz.

  29. ESQUEMA CONVENCIONAL DISSUASSÓRIO IMPLICA EM DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE ARMAMENTOS DE PONTA/ÚLTIMA GERAÇÃO PARA FAZER FRENTE AOS DO PROVÁVEL OPONENTE QUE JÁ OS FABRICA EM SÉRIE. A GRANDE REALIDADE É QUE PRECISAMOS DE PODER DISSUASÓRIO NÃO PARA HOJE MAS PARA ONTEM. ANTES DE ALCANÇARMOS O PADRÃO CONVENCIONAL DISSUASÓRIO DESEJÁVEL, UM GRUPO DE ATAQUE CENTRADO EM PORTA-AVIÕES(CSG)PODE, DE REPENTE,SER DESLOCADO PARA A BACIA DE CAMPOS E O TAL ESQUEMA AINDA VAI ESTAR NO PAPEL SEM O CORRESPONDENTE MATERIAL BÉLICO QUE O TORNE EFETIVO/EFICAZ. NÃO IMPORTA QUE OS EUA TENHAM 5000 OGIVAS: A CORÉIA DO NORTE, AGORA, SABE PERFEITAMENTE QUE, COM AS MEIA DÚZIA QUE POSSUI, OS EUA NÃO VÃO MAIS DO QUE FAZER EXERCÍCIOS NOS MARES ORIENTAIS, PORÉM, NÃO VÃO PAGAR O PREÇO DE TEREM ALGUMAS “CSG” PULVERIZADAS NO MAR AMARELO EM APOIO A UMA INTERVENÇÃO NAQUELE PEQUENO MAS TEMIDO PAÍS.

  30. paulo ricardo da rocha paiva :

    ESQUEMA CONVENCIONAL DISSUASSÓRIO IMPLICA EM DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE ARMAMENTOS DE PONTA/ÚLTIMA GERAÇÃO PARA FAZER FRENTE AOS DO PROVÁVEL OPONENTE QUE JÁ OS FABRICA EM SÉRIE. A GRANDE REALIDADE É QUE PRECISAMOS DE PODER DISSUASÓRIO NÃO PARA HOJE MAS PARA ONTEM. ANTES DE ALCANÇARMOS O PADRÃO CONVENCIONAL DISSUASÓRIO DESEJÁVEL, UM GRUPO DE ATAQUE CENTRADO EM PORTA-AVIÕES(CSG)PODE, DE REPENTE,SER DESLOCADO PARA A BACIA DE CAMPOS E O TAL ESQUEMA AINDA VAI ESTAR NO PAPEL SEM O CORRESPONDENTE MATERIAL BÉLICO QUE O TORNE EFETIVO/EFICAZ. NÃO IMPORTA QUE OS EUA TENHAM 5000 OGIVAS: A CORÉIA DO NORTE, AGORA, SABE PERFEITAMENTE QUE, COM AS MEIA DÚZIA QUE POSSUI, OS EUA NÃO VÃO MAIS DO QUE FAZER EXERCÍCIOS NOS MARES ORIENTAIS, PORÉM, NÃO VÃO PAGAR O PREÇO DE TEREM ALGUMAS “CSG” PULVERIZADAS NO MAR AMARELO EM APOIO A UMA INTERVENÇÃO NAQUELE PEQUENO MAS TEMIDO PAÍS.

    Entendo o valor do argumento do senhor, mas me ponho a pensar…

    Será que nós brasileiros arriscaríamos tanto ao nível de utilizar armas nucleares contra o segundo país no mundo que mais possui tais artefatos?

    Coréia do norte e Irã são países extremistas em que o primeiro, pelo fato da maioria da população morrer de fome e ser a ditadura mais isolada do mundo, não tem influência de seu próprio povo, ficando as decisões á cargo de uma minoria de ditadores literalmente sem saída, pois se o seu governo cair, os primeiroa á serem executados serão eles próprios..

    O segundo, no caso o Irã, é quase uma teocracia na acepção própria da palavra, onde se acredita que ao morrer pela jihad, vai para o céu, ter 70 virgens e sentar ao lado de alá…

    Acredito que nossa visão da vida (brasileiros) seja muito diferente da desses países, em que, se forem exterminados por uma (ou várias) armas nucleares, ainda estão no lucro, quando se considera os valores que defendem…

    Muito me surpreende sua posição (sem querer ofender) algo que extremista, quanto á armas nucleares, pois a posse e principalmente o uso das mesmas mesmo contra um poderio convencional avassalador, seria argumento suficiente para que todo o brasil fosse vaporizado, dado á superioridade deles nessa matéria.

    O combate convencional assimétrico, por mais que o inimigo convencional destrua a infraestrutura do país, não se compara com os danos dos artefatos nucleares, fora o fato da impossibilidade de manter combate irregular contra o inimigo em um ambiente radioativo!!!

    Tenho certeza que o sr se lembra da doutrina de lassidão, profetizada por várias vezes no ambiente militar, mas para que essa estratégia possa ser levada a cabo, o ambiente não pode estar contaminado com radiacão, pois seria o que aconteceria se passássemos para este nível da guerra.

    Me pergunto se vale a pena combater 5000 ogivas nucleares com uma, cinco ou dez ogivas que sejam (mas depois desse enfrentamento, o país seria praticamente inabitável), ou combater o inimigo avassaladormente superior, utilizando técnicas assimétricas de luta em nosso próprio território, que por mais que durem anos ou décadas, um dia, quando tudo terminasse, poderíamos reconstruir o que foi destruído!

    Realmente me surpreendeu sua posição…

    Obrigado pelo comentário

    “Jedi”

  31. Senhores, entendamos o seguinte: A partir do momento em que utilizamos armas nucleares contra quem quer que seja, estamos dando motivos para que eles também as utilizem contra nós…o detalhe é que eles teriam milhares de ogiva a mais que nós! quem sairia mais no prejuízo? Além disso, no caso de uma invasão, o território onde estas mesmas seriam utilizadas seria o nosso(tanto por nossa parte, para atacar a força tarefa deles próxima a nossa costa, quanto deles na retaliação contra nosso território). Para atacarmos o território deles, necessitamos de veiculos de entrega (mísseis balísticos, pois um AMX não teria capacidade para tanto), e essa já é outra tecnologia que teríamos que desenvolver…

    “contra a força não há resistência, somente esperteza”

  32. Excelente analise!!

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