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Rússia — Cosmódromo Vostotchni entrará em funcionamento em 2018 no Extremo Oriente

In Ciência, Espaço, tecnologia on 29/08/2010 by konner7 Marcado: , ,

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Moscou (Lusa) — A Rússia começará a lançar todas as suas naves espaciais pilotadas a partir do Cosmódromo Vostotchni em 2018, anunciou Serguei Ivanov, vice-primeiro-ministro do Governo russo.

Ivanov comentava assim as palavras do primeiro-ministro Vladimir Putin que defendeu, numa reunião realizada no local onde irá nascer o novo centro espacial, na região do Amur, no extremo oriente russo, a construção de um novo cosmódromo.

“Em 2005, começámos a falar da necessidade de construir esse cosmódromo. Depois da desintegração da União Soviética, o cosmódromo de Baikanur ficou no território do Cazaquistão amigo”, declarou Putin.

Fonte: Sapo

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9 Respostas to “Rússia — Cosmódromo Vostotchni entrará em funcionamento em 2018 no Extremo Oriente”

  1. A Rússia precisa urgentemente de um kozmodrom. Recuperar o que restou da infraestrutura espacial da era soviética. O povo kazakh (minoria em sua própria república), que não simpatiza muito com os russos e vê um incômodo a partilha de Baikonur, sonha com o dia em que a presença russa não passe de lembrança ruim de um passado que se foi. Repararam na escolha de palavras de Putin, “Cazaquistão amigo”?

    Sabe ele o quanto são “queridos” por lá.

  2. Chamar a presença russa no Cazaquistão de lembrança ruim é revisionismo histórico. Antes e depois da união soviética, o Cazaquistão é um grande pasto. Durante o período soviético eles tinham uma perspectiva de futuro, tinham fonte de sustento, tinham orgulho de fazer parte de algo maior, um projeto para o mundo… o que eles têm hoje? O recorde de corrupção?

  3. Eles acabam de perder uma boa grana…+ alguma coisa tem de valer o patriótismo.Sds.

  4. Rodrigo :Chamar a presença russa no Cazaquistão de lembrança ruim é revisionismo histórico. Antes e depois da união soviética, o Cazaquistão é um grande pasto. Durante o período soviético eles tinham uma perspectiva de futuro, tinham fonte de sustento, tinham orgulho de fazer parte de algo maior, um projeto para o mundo… o que eles têm hoje? O recorde de corrupção?

    Com todo o respeito à tua opinião, Rodrigo, é melhor você examinar os informes e relatos da era soviética e do atual Cazaquistão. Para eles, assim como a todas às soviex republics, fizeram parte do Império Russo. Ainda hoje o são. E tem lembranças nada boas daquele período. O antigo lider kazakh da era soviética (e logo após), Nursultan Nazarbayev, chegou a dizer numa reportagem: “Não queremos ser o irmão menor de ninguém”. Um claro aviso aos senhores do Kremlin. Aliás, meu falecido ex-professor de russo que lá esteve confirmaria isso hoje…

  5. Demorou…mais saiu!!
    Enquanto aqui, temos a melhor base do Mundooo em localização, e tudo a passos de tartaruga!

    Rodrigo, até onde eu sei, poucas “colonias” da URSS gostava da Russia, se fosse tão funcional, não teria falido!

    abraço

  6. Quanta blasfêmia e ignorãncia em alguns comentários. A verdade é a seguinte, para quem quiser realmente saber. URSS era uma união de repúblicas, portanto era natural que no planejamento federativo se analisassem as melhores localizações geograficas para instalações militares, espaciais, navais, centros de pesquisas, zonas econômicas e etc. Não é verdade a hostilidade alegada acima do povo cazaque para com os Russos, muito pelo contrário, as relações bilaterais são excelentes e de mútuo interesse, inclusive em termos estratégicos. Não deve se desconsiderar, no entanto, que o Cazaquistão é hoje uma nação soberana e se relaciona abertamente com países ocidentais sem que isso afete seus laços históricos com a Russia. Por fim tem a questão das bases de lançamentos espaciais. É sabido que há mais de dez anos os Russos vem preparando a transição de muitas instalações sob seu domínio no estrangeiro para seu sólo. Na medida que o país se estabiliza economicamente, as negociações com os governos cedentes de territórios se concretizam em acordos de ressarcimento e contra-partidas, estas instalações vitais de alta teconolgia espacial e militar retomam seu status tal como era na era soviética.

  7. Beto :Quanta blasfêmia e ignorãncia em alguns comentários. A verdade é a seguinte, para quem quiser realmente saber. URSS era uma união de repúblicas, portanto era natural que no planejamento federativo se analisassem as melhores localizações geograficas para instalações militares, espaciais, navais, centros de pesquisas, zonas econômicas e etc. Não é verdade a hostilidade alegada acima do povo cazaque para com os Russos, muito pelo contrário, as relações bilaterais são excelentes e de mútuo interesse, inclusive em termos estratégicos. Não deve se desconsiderar, no entanto, que o Cazaquistão é hoje uma nação soberana e se relaciona abertamente com países ocidentais sem que isso afete seus laços históricos com a Russia. Por fim tem a questão das bases de lançamentos espaciais. É sabido que há mais de dez anos os Russos vem preparando a transição de muitas instalações sob seu domínio no estrangeiro para seu sólo. Na medida que o país se estabiliza economicamente, as negociações com os governos cedentes de territórios se concretizam em acordos de ressarcimento e contra-partidas, estas instalações vitais de alta teconolgia espacial e militar retomam seu status tal como era na era soviética.

    Fácil assim.

  8. Mas esse pessoal que adora a Rússia sempre se esquece ou não admite que ela foi quase tão imperialista quando os EUA. O Cazaquistão, depois de anos de ocupação russa a cultura original do país foi destruída, o povo daquele lugar acabou por ser russificado. E essa idéia de URSS ser uma federação era só no papel, de fato Lênin planou a URSS como uma federação, mas após a Stalin chegar ao poder o ideal de federação foi sendo substituído pela total controle da Russia sobre a outras repúblicas.

  9. Vou comentar por partes. Compreendo a ironia e o ceticismo de Antonio Salles e dido que nada é e nunca foi facil nas relaçoes entre Estados.Nem economia nem politica são ciências exatas, sobretudo por lidar muitas vezes com o imponderável nas relaçoes humanas. Contudo, planejamento e determinação, estratégias nacionais definidas e objetivos de longo prazo lastreados em recursos financeiros estáveis permitem que nações cresçam e sustentem condições de potencias globais. É fato inconteste que, diferente do passado, em que a Russia, sendo uma nação predominantemente agrária e industrialmente atrasada, a Revolução de fevereiro de 1917 (considerada por muitos historiadores como equivalente à Revolução Francesa) a transformou radicalmente. Já nos anos 30 tinha pib e economia concorrente com os principais países europeus e Estados Unidos, que viviam o drama da crise das bolsas de 1929. A segunda grande guerra surpreendeu o ocidente e mostrou o quanto eles tinham dado saltos gigantesco, em termos de desenvolvimento, ao sair da condição de país atacado e invadido para a condição de vencedores da guerra e segunda potência do planeta. A queda do comunismo e o desaparecimento da Urss ainda cobra seus butims em termos econômicos. Mas é uma coisa temporal. A herança econômica, tecnológica, educacional e social soviética, nesse aspecto, pode-se dizer, é uma vantagem e tanto que os Russos dispóem. Portanto, as condições para a uma retormar, diria até rapida, para a sua condição de potência está mais que assegurada.
    Ao Paulo Henrique apenas digo que não se trata de adorar a Russia. A questão ideológica do comunismo não tem mais razão nenhuma que justifique uma “russofobia” entre nós, ja que a Russia é hoje é um sistema democrático com eleições livre, voto popular e pluripartidarismo, economia de mercado, poderes executivo, legislativo e judiciário, liberdade de imprensa e opinião igual o nosso, inclusive algumas mazelas como corrupção. Mas qual país não Tem? Para encurtar o assunto, a verdade é que não se pode negar é que eles estão indissoluvelmente ligados a história universal do último século. O sistema político inaugurado por eles em 1917 praticamente dividiram a humanidade ao meio. Isso é inegavel.

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