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Canhões Nexter LG-1 MkIII para o Exército da Colômbia

In Defesa, Negócios e serviços, Sistemas de Armas, Terrestre on 03/09/2010 by E.M.Pinto Marcado: , , ,

https://i0.wp.com/www.tecnodefesa.com.br/images/stories/obuslg1.jpg

O Exército da Colômbia recebeu recentemente da empresa francesa Nexter, o primeiro lote de obuses LG-1 Mk-III tipo Howitzer de 105 mm. Essas peças de artilharia fazem parte de um lote de 20 unidades encomendadas por US$ 32 milhões.

Os LG-1 Mk-III irão reforçar a capacidade da artilharia do Exército da Colômbia, que conta atualmente com obuses M-101-1 de 105 mm, entre outros modelos.

Esses novos e modernos canhões estão sendo destinados ao Batalhão de Artilharia Nº10 Santa Barbara, baseado na localidade de Buenavista (Guajira) onde foram formados cinco novos sub-grupos de baterias de canhões.

Com essa aquisição, a Colômbia aumenta significativamente sua capacidade de artilharia na zona de fronteira com a Venezuela, linha de defesa onde o Exército Colombiano concentra, além dos M-101-1, os potentes obuses SBT 155/52 mm e morteiros de 120 mm, também pertencentes ao Batalhão de Artilharia Nº10.

O obus rebocado Nexter LG-1 Mk-III é uma peça de artilharia especialmente adaptada para uso de forças de intervenção rápida que necessitam operar em terrenos de geografia difícil. É uma arma leve, fácil de manusear e ideal para ser transportada via aérea (helicópteros ou lançada de paraquedas), bem como ser usada em operações anfíbias. A eficiência e versatilidade desse obus foi comprovada no Afeganistão.

O LG-1 em suas diferentes versões, foram adotados por vários países, entre eles, Indonésia, Canadá, Tailândia e Bélgica.

A versão Mk-III do LG-1 se diferencia das demais por inovações tecnológicas. Pesando 1520 kg, a arma é entregue dotada de um navegador inercial Kearfott Corporation KN-4051, um monitor de comando e controle Aeronautics, uma unidade auxiliar de geração de energia e um dispositivo anti-vibração fornecido pela Dynamica. Esta versão permite também a integração de equipamentos de gerenciamento tático, como por exemplo, o sistema Atlas da Thales Joint & Land Systems.

O LG-1 foi projetado segundo normas standard OTAN e pode disparar todos os tipos de projeteis de 105 mm padrão da organização atlântica, especialmente as munições M1, a qual oferece um alcance de 11 km. Também é compatível com a munição Extended Range da Nexter, cujo alcance é superior a 17 km.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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7 Respostas to “Canhões Nexter LG-1 MkIII para o Exército da Colômbia”

  1. xtreme :canhão??? … penso ser uma arma já ultrapassada… ainda mais com misseis terra-terra.. aviões teleguiados… questiono sua eficácia em conflitos atuais.
    ninguem vai ‘telegrafar’ para o inimigo ..olhe instale seus canhões ao longo da fronteira norte ..quadrante 34.. vou começar a invasão por lá pela manhã as 8hs…rsrsrs.
    do mesmo modo.. comando tem um monte de alvo fixo (canhões) conforme imagem de satélite/avião robotizado …e são do tipo N ..alcace de 10km… saturação na área… que não sobre nem um ‘porca’…rsrsrs.
    ps. ah mais é contra a Venezuela..esta explicado.. lembrei da ‘fantástica’ fabrica das ‘ultramodernas’ metralhadoras.. AK47…rs.

    Quanta desinformação einh ?? As guerras não são jogos de playstation..Os obuses são tão importantes quanto qualquer outra arma, até porque mísseis (com sistema de guiagem) são caríssimos e país nenhum, a não ser os EUA, tem 500 misseis para jogar em outro país..Nem todos os países tem VANTs , bombas guiadas a laser ou GPS e mesmo assim não é tão fácil como parece usar estes artefatos, e as baterias de artilharia de hoje e sempre não atuam sozinhas..

    Os obuseiros são armas fundamentais hoje e continuarão assim por muito tempo…E só pra te ajudar, o modelo em questão atende os requisitos de volume de fogo e mobilidade..Ele não foi projetado para ficar estático num único local. Ele é leve justamente para disparar suas salvas e se recolocar em outro local visando evitar o fogo de contrabateria e apoiar de modo mais eficaz as forças de infantaria e blindados…Além do que, ela compõe um quadro da arma de artilharia, ou seja, não pode ser analisada de forma isolada, mas no contexto de várias armas e forças atuando associadas, uma protejendo a outra, em função de um objetivo militar que é neutralizar as forças inimigas..

    E ler o que você escreveu sobre os AK-47, que é e foi o melhor fuzil de assaltó já criado e não uma metralhadora tem qualificam como uma pessoa sem a mínima capacidade sobre o tema..

    Detalhe: a Venezuela vai fabricar os fuzis AK-103, um aperfeiçoamento do AK-47, mas isso para você deve ser irrelevante já que se trata de uma metralhadora velha..

    Cara, estuda um pouquinho antes de escrever, tá tudo facinho aqui na internet…
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Artilharia
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_yom_kippur
    http://www.military.com/forums/0,15240,145617,00.html

  2. continuo discordando…

    obuseiros irão virar peças de museu .. questão de tempo… a forma de fazer guerras mudam…

    quanto a minha referência sobre o AK-47 … é o fato de pouco importar para ganhar uma guerra… (no caso do Chaves ele sonha com uma revolução bolivariana engolfando toda o continente.. entao a ‘fantástica fábrica’ de vamos armar as guerrilhas).

    por fim… vou comer um pastelzinho de belem…hehehe ;)

    ps. i lov u PS3…

  3. Eu também acho os obuses importantes, e creio que este lance de ligar o calibre dos Obuses com os dos MBT’s(105/120mm) muito pratico e padronizador.

    O lance é que mesmo que existam armas mais modernas existem também os meios de contra medidas eletrônicas que fazem os mísseis, Vant’s e outros perderem completamente o rumo e a serventia, além obviamente que abatendo os satélites a outra nação não poderia utilizar e comandar toda esta parafernália eletrônica… enquanto que os velhos e bons obuses podem funcionar manualmente e a “olho” no campo de batalha, isso os faz ainda extremamente úteis.

    E tem o som do disparo dos Obuses 105mm que pra mim são realmente um orgasmo…

    E os AK-47 jà foram importantes para ganhar guerra sim, veja no caso do Vietnam onde outras armas além do fuzil e do soldado na floresta tinham pouca capacidade para mudar o curso do conflito… já a fabrica da Venezuela vai montar e não fabricar completamente os AK-103(7,62mm).

    Valeu!!

  4. a forma de fazer guerra sempre evolue … A Batalha de Bzura é passado.

    o principal motivo dos EUA perderem a guerra no Vietnã .. foi o contexto geopolitico … o engajamento da Russia/China … guerras acima de tudo se fazem com suprimentos … Erwin Rommel que o diga..rsrs

  5. xtreme :a forma de fazer guerra sempre evolue … A Batalha de Bzura é passado.
    o principal motivo dos EUA perderem a guerra no Vietnã .. foi o contexto geopolitico … o engajamento da Russia/China … guerras acima de tudo se fazem com suprimentos … Erwin Rommel que o diga..rsrs

    A ignorância transborda do tema militar e entra no da política…Você vai falar mais besterias ainda apenas com afirmações genéricas (contexto geopolítico explica tudo – desde o incêndio em Roma até a queda das Torres Gêmeas) . Toma cuidado…Repito: estude antes de escrever…Ou pelo menos tente entender o que os debatedores escrevem, coisa que vc não conseguiu…

  6. A questão é que hoje e sempre, as forças militares devem saer encaradas em todo o seu conjunto. Os canhões são uma parte deste conjunto..

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