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U.S. Army contrata finalização do projeto da Excalibur Ib

In Defesa, Sistemas de Armas on 04/09/2010 by konner7 Marcado: ,

https://i2.wp.com/www.deagel.com/library1/medium/m02006120700077.jpg

O U. S. Army assinou com a Raytheon Company um contrato de US$23 milhões para que a empresa finalize o projeto da granada de 155mm Exaclibur IB, guiada por GPS. A Excalibur IB é baseada na variante Ia, já testada em combate, e as entregas devem acontecer de 2012 em diante.

Fonte: Segurança&Defesa

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10 Respostas to “U.S. Army contrata finalização do projeto da Excalibur Ib”

  1. A tecnológia na arte de matar. Sds.

  2. É uma poderosa arma , para aqueles que creem que artilharia é coisa do passado:

    ………….

    Some quick Excalibur facts:

    • The Excalibur Ia projectile can fire up to 24 kilometers. Excalibur Ib, currently in competition phase, will reach up to 40 kilometers.
    • Both Excalibur editions hit with unprecedented accuracy, hitting targets within 10 meters of aim.
    • Applicable to 155 mm howitzers, including the M109A6-PIM and M777A2, the Excalibur round was first fired in combat in Iraq in May 2007.

    In-depth Background

    Excalibur is the next-generation family of projectiles for U.S. Army and Marine Corps artillery. Excalibur uses satellite guidance to provide precision accuracy for all current and future 155 mm howitzers, including the M109A6-PIM and the M777A2. Excalibur produces a wide range of effects in all terrains, at extended ranges and in all weather conditions.

    In November 2004, the Raytheon Missile Systems and BAE Systems Excalibur teams successfully fired an Excalibur Ia round to a target 20 kilometers down range, impacting 3.4 meters from the aim point. In December 2004, the program proved reliability by repeating the test and impacting within 6.9 meters.

    The current variant (Excalibur Ia) has a minimum range of 7.5 kilometers and can be fired as far as 24 kilometers. The Excalibur projectile also has a better than 10 meter accuracy, which is the current requirement. Fuze settings including height of burst (HOB), point detonating (PD) and point-detonate delay (PDD) are used on the Excalibur round to target obscure or hard-to-reach areas including rooftops, trenches and the insides of buildings. Successful First Article and Sequential Environmental Test-Safety (SET-S) tests in 2006 validated the performance, safety and reliability of the Excalibur under a full spectrum of environmental conditions.

    In March 2007, Excalibur Ia successfully completed a Limited User Test in Yuma, Ariz. According to industry officials, having passed this final testing phase demonstrated that Excalibur was ready for early fielding. Inside the Army reported the 155 mm precision artillery shell was successfully fired in combat for the first time in May of that year. According to DVIDS, Soldiers from the 1st Squadron, 7th Calvary Regiment and the 1st Battalion, 82nd Field Artillery Regiment, who had the honor of firing Excalibur’s historic first round in combat, two consecutive rounds of the XM982 Excalibur penetrated an observation post in an insurgent safehouse. On Feb. 25, 2008, the Excalibur round was fired in Afghanistan for the first time from a M777A2.

    The next iteration of the Excalibur, Ib, is a less expensive and more reliable version of Excalibur Ia. Currently in a competitive bidding process, the Ib round will reach up to 40 kilometers with clear-cut ballistic exactness of less than 10 meters from target.

  3. como funciona?

  4. Funciona parecido com o sistema de correios e telégrafos, você “escreve” o endereço onde a “mercadoria” tem que ser entregue e ela chega. rsrsrsr
    Brincadeira Panzer.
    Esse projétil é guiado por um sistema inercial e por GPS.
    Um abraço.

  5. ok ótimo ‘quase’ semi-míssil… gps.. erro máximo 10m .. alcance 40km…

    A previsão era fabricar 60 mil.. agora oficialmente 6.3 mil… no máximo.. custo elevado ?? … ou quem sabe … já não assim tão ‘Lancelote-Graal’ ..ops..necessário..rsrs

    Não discuto a eficácia ..etc .. discuto a praticidade/logística .. de ter que deslocar TODO aparato para lançar o petardo (se não levarem ‘chumbo’ antes..rs) e sair corredo..rsrs .. 40km hj em dia são nada… fácil para se retalhar.. continuo não vejo futuro para isso.. a tendência são os mísseis .. aviões robotizados…helicópteros… etc … assim penso.

  6. E pra quem nunca souba como funciona um exército, este dispositivo atuará de forma integrada as demais armas de combate (Infantaria e Cavalaria) em função de um objetivo esperado, neutralizar o inimigo. O que é importante ressaltar é que, mesmo mais cara, esta granada potencializa a força atualmente disponível e reduz danos colaterais..O mesmo princípio está sendo usado para as munições de morteiros..

  7. xtreme,
    Canhões/obuseiros, são para apoio de fogo. Eles sempre serão úteis já que acompanham as forças amigas dando apoio a infantaria/cavalaria.
    Não precisam ter um alcance estrondoso. Para alvos estratégicos existem outras opções como as que você citou, mas um exército em movimento sempre irá necessitar de um apoio de fogo aproximado para suas forças de manobra.
    Quarenta quilômetros para a artilharia de campanha é exagerado de bom, nem precisava tanto. Já começa a ser meio estratégico, cobrindo alvos bem no interior do território inimigo.
    Com orientação INS/GPS então um canhão passa a desempenhar outras funções, como bater alvos de ponto na guerra urbana, por exemplo.
    A relação de custo benefício proporcionada por um canhão é excepcional, não tendo rival. Também a taxa de fogo sustentado não tem igual, equivalendo ao de morteiros, só que com muito mais alcance e precisão. Uma bateria com 4 canhões pode manter uma taxa de fogo de pelo menos 16 disparos por minuto, martelando as forças inimigas durante horas ou dias com baixo custo. Isto nem mísseis, helicópteros, UAVs, pode fazer.
    Mesmo os lançadores de foguetes (MLRS, ASTROS, etc) não possuem a taxa de fogo sustentado de obuseiros/canhões. Lançadores múltiplos de foguetes podem ter mais alcance e colocar uma carga maior num determinado intervalo de tempo, mas não tem uma boa taxa de fogo sustentado, fundamental para o apoio de fogo.

    Um abraço.

  8. O Brasil e a França tem uma granada que em parte ao longo da sua trajetória ela se comporta como foguete,em teste,porém não sei sobre a sua precisão e nem sobre o seu alcance,se há alguém que tenha a tal informação melhor que eu,por favor nos diga.

  9. mas BOSCO …
    apoio de fogo … taxa de fogo sustentando…

    com a evolução dos armamentos.. da arte de fazer a guera… até que ponto o que vc. citou será de fato necessário…

    até o deslocamento da infantaria … será debaixo de fogo cerrado ? creio que cada vez menos…

    vislumbro a guerra de infraestrutura… aonde se ‘sangra’ o inimigo atacando sua base industrial/energética/telecomunicação/transporte …

    invadir é cada vez mais oneroso e ineficaz …

    se pode derrotar um país .. destruindo sua infraestrutura base… sua capacidade de agir/reagir… tornando fácil conquistar determinada extensão territorial sem uma invasão completa…

  10. xtreme,
    Concordo com você, mas sempre haverá uma linha de frente, mesmo que o país seja atacado estrategicamente.
    Na linha de frente, onde há combate aproximado, essas armas de apoio indireto de “curto alcance” serão necessárias.

    Lucena,
    Existem muitos métodos de aumentar o alcance de um projétil de artilharia. Um deles é o RAP (projétil assistido por foguete). Ele induz uma maior imprecisão e reduz a carga útil, mas aumenta o alcance em torno de 30% ou mais.
    Desconheço algum programa conjunto Brasil/França nesse sentido. Desconheço também se o Brasil usa esse tipo de projétil.
    Outro método é o “base bleed”, que parece um foguete, mas não é. Ele apenas equaliza a pressão atrás do projétil quando ele avança acionando uma carga pirotécnica na base. Aumenta o alcance uns 20% e é mais usado que o RAP por não ter as deficiências deste (reduzir muito a carga útil e deteriorar a precisão).
    Também não sei se o Brasil adota este tipo de projétil.
    Um abraço.

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