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Sobre o KC-X II

In Aviões de Combate, Aviões de Transporte on 07/09/2010 by E.M.Pinto Marcado: ,

https://i2.wp.com/www.key.aero/central/images/news/1777.jpg

Fontes ouvidas por T&D comentaram que, até o final do ano, é bem provável que a Força Aérea Brasileira (FAB) adquira dois reabastecedores aéreos novos.  O que ainda não estaria definido seria o modelo: o Boeing 767 ou o A330.

Por outro lado, essas mesmas fontes informaram que vem aumentando dentro do circulo do governo federal a  “simpatia” pelo Gripen dentro do processo de escolha do caça do F-X2, inclusive por motivos políticos, reflexos de posições contrárias ao Brasil em recentes decisões internacionais envolvendo o Irã. É aguardar mais um pouco para se conferir…

https://i1.wp.com/images.aviationnewsrelease.com/Home/kc-767_9.jpg

Fonte: Tecnologia&Defesa

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45 Respostas to “Sobre o KC-X II”

  1. A respeito do gripen, é o que realmente agregaria “mow how” e transferência de tecnologia, possibilitando ao brasil independência(é uma chance única da embraer ter seu vetor).

  2. Aprendi que mais vale o certo do que o duvidoso, o Rafale já é um avião pronto, testado e aprovado.
    Diferente do Gripen, um projeto que Ninguem Garante seus custos finais, e nem mesmo o governo sueco aceitou bancar..
    E agora querem nos empurrar essa gambiarra multinacional a qualquer custo, como se fosse a 8º maravilha do mundo.

  3. Tenho uma divida aqui, este 2 tanques que possivelmente o Brasil poderá adquirir são os mesmos que a EADS North América e a Boeing estão a apresentar nos EUA, ou são os tradicionais aviões tanques que já operam no continente Europeu, Asiático e Americano?

  4. E que venha o ng seguido de um projeto de 5ª ou 6ª geração.

  5. Se alguém souber, opine. Qual é a diferença entre caça estratégico e caça de superioridade aérea?

  6. Não gosto desse tipo de notinha, isso é coisa para colunista social, não tem nada aí que vale a pena comentar, sobre o KC-X, o negócio parou, e nem RFP foi emitido.

  7. Para 36 caças 2 reabastecedores ta otimo porem a noticia do gripem vencer e um noticia ruim. O Rafale e bem melhor por ser um bi reator, ter menos componentes americanos. Um Raio de ação maior.
    Comcordo com a compra de 64 Rafales e 100 Gripens, ou até melhor 84 Rafales e 120 F-16, O Rafale ocuparia o lugar do Mirage 2000 e o F16 ocuparia o lugar do F-5.

  8. Karlus, creio que o modelo do Airbus MRTT sejam os mesmos adquiridos pela RAF e RAAF já o 767KC talvez o mesmo da Itália e Japão.
    Lembrando que o Brasil opera o sistema de cesto (como os Marines) os modelos oferecidos no KC-X d aUSAF são do tipo flying boom, com a sonda no reabastecedor

    Flying boom

    Cesto

    Sds
    E.M.Pinto

  9. (…)” vem aumentando dentro do circulo do governo federal a “simpatia” pelo Gripen dentro do processo de escolha do caça do F-X2, inclusive por motivos políticos, reflexos de posições contrárias ao Brasil em recentes decisões internacionais ” (…)

    Também tenho tido sinalizações a este respeito.

    Creio que o presidente francês não conseguiu captar o quão é delicado e ao mesmo tempo importante para o Brasil este momento político em questões de interesses internacionais do Brasil.

    Ao assumir postura de forma contundente em oposição a estes interesses, tem demonstrado uma certa insensibilidade quanto as opiniões de seu mais novo aliado estratégico.

    Agindo assim, demonstra apenas interesse comercial nesta parceria, desmerecendo o viés político internacional intencionado também por nosso presidente.

    Ledo engano dos que desmerecem as habilidades em negociar dos franceses.
    Poderão sim, se desejarem, contornar este pequeno deslize mas, não é claro sem um belo agrado em sua proposta, estarão eles dispostos a fazê-lo?

    Tem se falado muito também a respeito do Sea Gripen, segundo algumas informações este aparelho teria sua produção total somente aqui no Brasil, o que creio ser muito interessante.

    O programa Sea Gripen esta sendo oferecido como um programa de parceria entre a Saab e um país/países [maior aproximação India-Brasil] que estejam em busca de uma maior independência nos seus programas de aviação de caça naval.

    O Sea Gripen está sendo estudado tanto para operações CATOBAR (lançado por catapulta) e STOBAR (lançado com ski-jump). Haverá, obviamente, diferenças em termos de peso máximo de decolagem entre as duas versões.

    No conceito CATOBAR o Sea Gripen terá o peso máximo de decolagem (MTOW) de 16.500 kg e um peso máximo de pouso de 11.500 kg. No conceito STOBAR os pesos dependerão diretamente do tamanho físico do convoo do navio aeródromo.

    A grosso modo a carga paga (payload combustível e armamento cairá em 1/3 quando comparada com o modelo CATOBAR.
    Não haverá nenhuma diferença na capacidade de retorno da aeronave nos dois modelos.

    O país que deseje ter uma marinha com uma esquadra baseada em NAe, irá sem duvida obter no Sea Gripen uma melhor opção [custo /operação] de caça baseado em porta aviões do futuro.

    O Sea Gripen será uma alternativa muito interessante para países com navios aeródromos de menor porte, o que é o nosso caso. Sua bem equilibrada relação de peso/tamanho quando comparado com às alternativas bi-motores maiores permitirá a expansão das missões da aviação de caça embarcada de puramente “defesa aérea” na direção de um conceito mais amplo de “operações de cunho estratégico”, sem que seja necessário trocar de navios aeródromos.

    Vejo portanto, um único aparelho operacional em — NAe CATOBAR e STOBAR, salvo engano na Estratégia Nacional de Defesa diz algo sobre :

    — A Marinha trabalhará com a indústria nacional de material de defesa para desenvolver um avião versátil, de defesa e ataque, que maximize o potencial aéreo defensivo e ofensivo da Força Naval.

    É provável que eu esteja totalmente enganado, mas, o Sea Gripen está se tornando também um grade apelo pela SAAB junto ao FX-2, e não duvidaria se algo estivesse sendo costurado com a Índia.

    O que para mim é ainda mais interessante, é o fato de que os próximos dois Nae previstos para a Marinha poderão com base neste conceito vir a ser com ski-jump o que tornaria bem mais econômico sua operação.

  10. Pra compensar o temor de um segundo projeto AMX,provavelmente haveria ai um projeto entre linha de 5º geração,já em andamento na SAAB?

  11. E.M.Pinto :Karlus, creio que o modelo do Airbus MRTT sejam os mesmos adquiridos pela RAF e RAAF já o 767KC talvez o mesmo da Itália e Japão.Lembrando que o Brasil opera o sistema de cesto (como os Marines) os modelos oferecidos no KC-X d aUSAF são do tipo flying boom, com a sonda no reabastecedor
    Flying boomhttp://op-for.com/pigsonparade.jpgCestohttp://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/middle/7/4/5/1113547.jpg
    SdsE.M.Pinto

    Obrigado pela informação E.M.Pinto

  12. Ao Konner 7. eu acredito q oa franco vão dar uma guinada e levar o FX 2, até pq seu caça e realmente superior, e o gripen SEA como td a familia vai ainda se tornar uma realidade, sem falar em sua baixa autonômia, q se reconfigurada , vai diminuir em mt seu feeling. Vamos ver, creio mesmo q vai dar rafales,Sds.

  13. O coração e o cérebro do rafale(processadores)são americanos,para os que defendem sua “independência”.

  14. Leamartine Pinheiro de Souza :
    Adquirir o Gripen, repleto de peças norte-emericanas, para que os EUA embarguem qualquer venda futura como fizeram com os Super Tucanos para a Venezuela, é o mesmo que declarar-nos colônia comercial dos EUA, sem o menor respeito à nossa Soberania como Nação Independente.

    Sim, vc está certo, isso pode realmente ocorrer. Daí a defesa pelo rafale, é bem + facil conseguir processadores q as peças dos gripen , em caso de emgargo.Sds

  15. Acho o A-330 melhor. Além de mais moderno que o 767, tem uma capacidade de combustível muito maior. Acho a quantia de 2 pouca, visto que, completadas as compras para o FX, que deverão ser 120, a demanda seria bem maior. Temos o KC-390, mas o alcance e capacidade de transferência de combustivel é menor. A vantagem do A-330 sobre o 767, além do que já citei, é sua capacidade de tranferência mais rápida, o que permitiria abastecer o mesmo numero de aviões em tempo menor, ou um numero maior de aviões no mesmo tempo que o avião americano.

  16. Se conseguir processadores fosse tão simples os chineses não usavam processadores americanos em seus computadores.Os franceses não precisariam dos processadores IBM no rafale poderiam produzi-los ,então porque não os produzem.

  17. Concordo com que escreves, mas os custos de operação e aquisição do 330 são maiores… o 767 poderia em parte ser mantido ou feito manutenção aí ao contrario do tanque europeu que penso que o Brasil não estaria certificado para fazer tal manutenção… esse provável numero de 330 não justificaria a FA investir em qualificar ou abrir um “centro” no Brasil. Uma das unidades do avião que mais dinheiro “move” são as turbinas, se não me engano a GE tem o maior e mais importante centro de turbinas na América latina.
    Uma outra opção, isso vendo que o Brasil é ou foi uma boa operadora do 767 era transformar os que já estão em “abandono” civil em tanques. Adaptar e construir aí no Brasil tal com a Empresa Israelita está a fazer ao tanque da Colômbia, o 767 já tem muitas unidades a voar e isso poderia trazer vantagem ao país, onde outros países poderiam contratar o Brasil para fazer o mesmo, readaptar ou fazer manutenção dos mesmos.
    Em suma, os gastos de aquisição e mantê-lo em operação seriam sempre mais baixo do que a opção do 330. Mas o MRTT é sim mais avançado em determinados aspectos… esse 767 KC internacional não tem anda haver com o que está a concorrer no EUA com a EADS North América, a nível tecnológico é outra história e os argumentos são outros.

  18. Esqueci-me de citar, Relativo ao comentário do daniel rosa.

  19. O gripen NG glaglaglaglagla. O que uma notícia sobre o KC-X e esquecem do KC390, tem a ver com FX2. Estão misturando dois temas bem diferentes. Mais uma contra-informação do pessoal lobista e consultores do vetor peso pulga. Gripen NG no Brasil, bem, prefiro fiar com os F5EM mesmo perdendo canopi por ai… Trocar seis por meia dúzia pelo preço exorbitante que os Suecos querem por este arremedo de caça.

  20. Karlus, para o 767 a VEM engenharia do Rio Grande do SUl está apta a desempenhar o papel e tem a certificação para isto.
    Quanto ao A-330 julgo que não teria problemas em ser feito na oficina da TAM de são Carlos São Paulo.
    sds
    E.M.Pinto

  21. karlus73 :Esqueci-me de citar, Relativo ao comentário do daniel rosa.

    Karlus, acho o 330 muito melhor. Concordo com suas colocações, mas estamos falando de um Brasil que quer “crescer e aparecer” no cenário internacional. Claro que até o presente momento o 767 teve mais unidades produzidas, talvez tenha uma logistica melhor, mas é um avião que não se produz mais. A Boeing ofereceu ele para a USAF na tentativa de manter a linha ainda aberta. O 330 esta em plena produção. Claro que sendo maior, talvez seja mais honeroso. Porém, abastecer mais caças, mais rápido e a uma distância maior, acho que por sí só já seria uma tremenda vantagem. Bem, vamos esperar para ver. Não duvido que dê o 767, se o programa for em frente. Mas eu preferiria ver o 330. Para mim ele tem um potencial muito maior. Um abraço e boa semana.

  22. jakson almeida :
    Se conseguir processadores fosse tão simples os chineses não usavam processadores americanos em seus computadores.Os franceses não precisariam dos processadores IBM no rafale poderiam produzi-los ,então porque não os produzem.

    Estou falando de contrabando mesmo, e dos originais de fabrica, Sds.

  23. ENgraçado como os defensores do Rafale adoram insistir nessa mentira fantasiosa de que o mesmo seria 100% francês quando o mesmo possue elementos chaves, que não podem ser substituídos por similares, que são “made in USA”. Igualmente risível é essa implicância com “Uzamericanú feio e bobo que num deixaram a gente vendê avião po cumpanhêro Chavis”. E agora fica aquela perguntinha básica: É melhor vender duas dúzias de Super Tucano para a Venezuela ou vender mais de 100 STs para a U.S Navy?

  24. Gripen e um ATRASO no Brasil
    NA Inglaterra nao passa de um JATINHO DE TREINAMENTO
    agora pro Brasil imagine
    E UMA PIADA ELE TER ENTRADO NO FX-2

  25. Ta a Venezuela comprou Su-30,mas sua força aérea não tem condições de opera-los,quem ta com cara de bobo.

  26. Os mesmos gripentelhos, com os mesmos tró-lo-lóoos de sempre…
    Esse Jakson papagaio mesmo já enche a paciência…

  27. Que brios tem uma nação onde o ministro da defesa morde a corda e altera o relatório elaborado ela força aérea apenas para beneficiar o fabricante que o levou para jantar em um castelo?

  28. daniel rosa :

    karlus73 :Esqueci-me de citar, Relativo ao comentário do daniel rosa.

    Karlus, acho o 330 muito melhor. Concordo com suas colocações, mas estamos falando de um Brasil que quer “crescer e aparecer” no cenário internacional. Claro que até o presente momento o 767 teve mais unidades produzidas, talvez tenha uma logistica melhor, mas é um avião que não se produz mais. A Boeing ofereceu ele para a USAF na tentativa de manter a linha ainda aberta. O 330 esta em plena produção. Claro que sendo maior, talvez seja mais honeroso. Porém, abastecer mais caças, mais rápido e a uma distância maior, acho que por sí só já seria uma tremenda vantagem. Bem, vamos esperar para ver. Não duvido que dê o 767, se o programa for em frente. Mas eu preferiria ver o 330. Para mim ele tem um potencial muito maior. Um abraço e boa semana.

    Claro que compreendo o seu ponto de vista e é claro que também está correcto.
    A linha de produção do 767 e através do site da Boeing tem encomendas este ano para aquele modelo ou seja entre os pedidos dos anos anteriores e este ano a linha continua a produzir (também desconhecia este facto e até estou um pouco admirado) deve estar a meio gás pois é o modelo que menos produz mas continua activo.
    Agora não sei se isto poderá estar relacionado por uma suposta vitoria no programa de aviões abastecedores que vai equipar os próximos anos a FA americana. Diga-se de passagem que não tem nada a haver com o 767 que conhecemos a nível de todos os aspectos (não é nada ultrapassado) concorre com o330 com especificações próprias para os EUA.
    Já li muita informação sobre os mesmos e o trunfo da Boeing baseia-se nos postos de trabalho que cria, directamente e indirectamente em vários estados, fomenta uma panóplia de indústrias locais e acima de tudo (aquilo que referi do ultimo comentário) são os custos de operação. Dizem ainda que num período de vida útil das aeronaves (40 ano) os EUA podem poupar 10 bilhões de dólares além dos mesmos gastarem menos de 24 % de combustível.
    Neste caso como vão ser muitos até poderá justificar a escolha do 767, caso do Brasil; o 330 até poderia ser uma boa escolha já que os números são poucos e dou-te razão.
    Este 330 que concorre para a USAF e USN?? é um avião e como eles dizem made in usa pois será quase todo americano muito pouco de europeu terá e os argumentos da Airbus são os memos que apontas. De facto vai ser uma luta renhida.
    Mais um pormenor curioso, essa história de levar mais e ter maior autonomia foi pensada pela Boeing, eles ainda ponderaram usar o 777 mas escolheram o 767 pelos pontos que enumerei.
    Sds

  29. E o engraçado é que ainda tem gente que acredita que o Rafale pode derrotar até o F-22.

  30. Como tudo vira pro FX2…

    Fico pensando o que será di projeto do submarino nuclear brasileiro se não optarmos pelo Rafale.

  31. Cheguei a conclusão que esse negócio de Transferência de Tecnologia é igual à Mendingo Recusando Moeda.

    Se vcs não me derem a Tecnologia eu não compro.

    Tem que comprar logo, e começar / participar de um programa para um futuro próximo.

    Compra logo os SH, já que a linha de produção dele é 10x maior que a dos outros concorrentes.

    Para nossa defesa rasgo o acordo de mísseis, compra logo uns Russos.

    Umas Fragatas modernosas com mísseis de longo alcance.

    Mais submarinos.

    02 Porta aviões com suas força tarefa completa, sim, pois além do poder de dissuasão causada pelos meios acima citados, acredito que temos que ter capacidade de revidar. Ou seja, além de pensarem 10 x antes de nos atacar por causa de nossas defesas, teriam que pensar tbem no PODER DE RETALIAÇÃO.

    Esse negócio de ficar atrás de tecnologia dos outros já encheu o saco. Vamos desenvolver, vopiar, engenharia reversa, etc. Qualquer coisa, mas ficar parado nessa de ToT, já deu né.

  32. Os Gripentelhos…
    Choram, choram, e ficam semeando a mentira que o Gripen é o que a FAB quer.

    Não aceitam que o primeiro relatório rascunho vazado pra imprensa não tinha endosso do Alto Comando da FAB…
    Os suecos gastaram uma grana boa em lobbys sujos pra melar o Fx, jogaram pesado mesmo, com tanta mentira na mídia, que mereciam o Prêmio Pinóquio.

    Pior de tudo é colocar um prefeitinho do ABC pra voar num Gripen pra dizer asneiras depois, tinham uma opção melhor, Silvio Santos, Edir Macedo…heheheee

    E o mais ridículo é colocar em horário comercial, várias vezes, aquela propagandinha furada, com o Gripen Autocad NG voando, dizendo que é o caça do povo…..rssssss

  33. P>
    Claro que compreendo o seu ponto de vista e é claro que também está correcto.A linha de produção do 767 e através do site da Boeing tem encomendas este ano para aquele modelo ou seja entre os pedidos dos anos anteriores e este…

    Karlus, a Boeing quer mais é vender a sardinha dela! Gerações de emprego e economias a parte, nosso projeto é bem menos volumoso que o americano! Eu ainda acho que eles optarão pelo 767, que é produto da casa. Americano é assim… AMERICANO! Algo que infelizmente nos falta, sermos BRASILEIROS DE VERDADE, DE CORAÇÃO E ALMA! Eu acho que eventualmente possa dar o 767. Claro que os aviões tanques sairiam novos de fabrica ( no caso dos fornecidos a USAF). Quanto a linha de montagem do 767, realmente ela anda meio que a conta gotas, pois os pedidos hoje em dia se centram nos 777, 787, A-330, A-350, que estão gerações a frente do 767! Certamente sua versão tanque será muito boa, mas acho o A-330 um grande atrativo, por conseguir, como já citei, bombear mais combustível no mesmo tempo, e levar mais combustível para transferência, por ter uma célula maior.
    Um abraço.

  34. HMS_TIRELESS :
    ENgraçado como os defensores do Rafale adoram insistir nessa mentira fantasiosa de que o mesmo seria 100% francês quando o mesmo possue elementos chaves, que não podem ser substituídos por similares, que são “made in USA”. Igualmente risível é essa implicância com “Uzamericanú feio e bobo que num deixaram a gente vendê avião po cumpanhêro Chavis”. E agora fica aquela perguntinha básica: É melhor vender duas dúzias de Super Tucano para a Venezuela ou vender mais de 100 STs para a U.S Navy?

    É desde qdo o ianks vão comprar 100Sts nossos? Eles já nos lançaram fora, Sds.

  35. Fica assim não – Leamartine Pinheiro de Souza.

    Na realidade, são categorias de reabastecedores aéreos totalmente diferentes, foi só por isso !!

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