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11 de Setembro: Nove Anos Depois

In Conflitos, História on 11/09/2010 by konner7 Marcado: ,

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

Avião da United Airlines bate contra a torre sul do “World Trade Center” às 09:03. A colisão dos dois aviões sequestrados pelos terroristas, e o subsequente colapso da torres mataram mais de 2.800 pessoas. Nova York, 11 de Setembro de 2001.

O dia 11 de setembro entrou para o calendário mundial em 2001, quando uma série de atentados terroristas em solo americano mataram quase 3 mil pessoas.  As cenas mais impactantes desta  tragédia foram vistas por  milhões de pessoas, ao vivo, pela televisão. Passados nove anos, vale lembrar o que aconteceu naquele dia e como este episódio mudou o curso da história americana e mundial.

https://i2.wp.com/especiais.ig.com.br/zoom/wp-content/blogs.dir/7/files/11-de-setembro/setembro_0002.jpgFoto: David Surowiecki/Getty Images

Pessoas caem do “World Trade Center” ao pular de um andar em chamas, depois da colisão dos dois aviões com as torres norte e sul. Nova York, 11 de Setembro de 2001.

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Foto: Gregg Brown/Getty Images

Escombros das torres gêmeas, momentos após a queda da torre do “World Trade Center”. Nova York, 11 de Setembro, de 2001.

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Foto: Jim Watson/Getty Images

Um bombeiro de Nova York chama trabalhadores de resgate para entrar nos escombros do “World Trade Center”. Nova York, 14 de Setembro de 2001.

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

Redemoinhos de fumaça em Manhattan, momentos após a queda da torre do “World Trade Center”. Nova York, 11 de Setembro de 2001.

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Foto: Mario Tama/Getty Images

Os destroços do “World Trade Center” vistos através de uma janela quebrada de um apartamento próximo. Nova York, 13 de Setembro de 2001.

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Foto: Eric Draper/The White House/Getty Images

Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, fala com o Vice Dick Cheney por telefone a bordo do Air Force One, após a partida da base da força aérea em Nebraska. 11 de Setembro de 2001.

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Foto: Mario Tama/Getty Images

Vista do Pentágono após ataque terrorista em 11 de setembro de 2001. Washington, 11 de setembro de 2001.

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Foto: Space Imaging/Getty Images

Imagem do satélite IKONOS mostra a cidade de Nova York, em 15 de Setembro de 2001.

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Foto: Robert Giroux/Getty Images

Fumaça sai das Torres Gêmeas do “World Trade Center” após a colisão dos dois aviões sequestrados por terroristas. Nova York, 11 de Setembro de 2001.

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

Obra de uma criança é apresentada no “Terrapin Chelsea Art Gallery”. A Arte faz parte de uma mostra de trabalhos infantis dos filhos das vítimas do ataque ao “World Trade Center”. Nova York, 9 de Setembro de 2004.

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Foto: Ron Agam/Getty Images

Bombeiros de Nova York descansam durante as operações de salvamento após a colisão dos aviões sequestrados com as Torres Gêmeas do “World Trade Center”. Nova York, 11 de Setembro de 2001.

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

Imagens do fotojornalista Joe McNallys em exibição na “Grand Central Station” de Nova York. Entitulada “Faces do Marco Zero” é uma mostra de oitenta e cinco fotografias Polaroid em tamnho real tiradas por McNally de trabalhadores, sobreviventes, e parentes das vítimas do ataque de 11 de Setembro.

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Foto: Mario Tama/Getty Images

Pessoas andando em área próxima ao “World Trade Center” depois que duas aeronaves colidiram com as Torres Gêmeas em um suposto ataque terrorista. Nova York, 11 de Setembro de 2001.

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Foto: Mario Tama/Getty Images

Uma fotografia da cidade de Nova York de antes do ataque de 11 de setembro presa a uma cerca do outro lado do rio em memória às vítimas do ataque terrorista ao ” World Trade Center”.

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Foto: Mario Tama/Getty Images

Os destroços do “World Trade Center” vistos através da janela de um apartamento dois dias após o ataque às Torres Gêmeas. Nova York, 13 de Setembro de 2001.

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Foto: Eric Thayer/Reuters

Local onde se encontrava o “World Trade Center” antes do ataque terrorista agora em construção. Nova York, 7 de Setembro de 2010.

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

Policial ao lado do “Marco Zero” durante celebração em memória às vítimas do ataque terrorista de 11 de setembro. Nova York, 11 de Setembro de 2002.

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Foto: Mark Lennihan/AP Photo

Um bosque com 16 carvalhos brancos é plantado no Memorial Nacional de 11 de Setembro. Após nove anos, estas plantas são as primeiras de 400 que serão plantadas ao redor do memorial. Nova York, 28 de Agosto, 2010.

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Foto: Mario Tama/Getty Images

Bombeiro durante a operação de resgate às vítimas do atentado de 11 de setembro. Nova York, 11 de setembro de 2010.

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Foto: Mario Tama/Gettty Images

Fotografia do policial Glen Pettit, uma vítima de 11 de setembro (cujo o nome está escrito incorretamente) em exibição na exposição de fotografias intitulada “12 de Setembro” concebida pelo fotógrafo Bill Keokosky.

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Foto: Scott Gries/Getty Images

Um mural com oferendas às vítimas do ataque ao “World Trade Center”, em East Village, Nova York.

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Foto: Joe Raedle/Getty Images

Tamrah Edwards chora em um memorial às vítimas do “World Trade Center”. Nova York, 14 de Setembro, 2001.

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Foto: Jose Jimenez/Primera Hora/Getty Images

Pessoas fogem enquanto a Torre Norte do “World Trade Center” desmorona depois dos ataques com os aviões sequestrados. Nova York, 11 de Setembro de 2001.

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Foto: Mark Lennihan/AP Photo

Construção continua no local do antigo “World Trade Center”. Em 11 de Setembro de 2010 acontece o nono aniversário dos atentados ao World Trade Center. Nova York, 1 de Setembro de 2010.

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

Os líderes islâmicos e os organizadores de mais de 55 mesquitas protestam na Câmara Municipal de Nova York para defender a presença de mesquitas nos Estados Unidos. Enquanto a proposta de uma nova mesquita está sendo apoiada pelo prefeito Michael Bloomberg, uma nova pesquisa conduzida pela Universidade Quinnipiac revelou que dois terços dos nova-iorquinos são contra a mesquita e o centro comunitário na Park 51. Nova York, 01 de Setembro de 2010.

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Foto: Eric Thayer/Reuters

Um trabalhador usa adesivo contra a proposta da construção do centro cultural mulçumano e da Mesquita perto do local do antigo “World Trade Center”. Nova York, 7 de Setembro de 2010.

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

As luzes gêmeas do “Tributo de Luz” aparecem no horizonte de Nova York . A luz de dois feixes é uma recordação temporária dos ataques de 11 de Setembro. Nova Iorque, 11 de Março de 2002.

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Foto: Mate Eric J. Tilford/AP Photo

As ruínas do “World Trade Center” continuam a arder quase uma semana após os ataques terroristas. Os prédios ao redor ficaram severamente danificados pelos escombros da Torres Gêmeas Nova York, 17 de Setembro de 2001.

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Foto: Jose Jimenez/Primera Hora/Getty Images

Um homem cai do “World Trade Center” depois que dois aviões colidiram com as Torres Gêmeas em um ataque terrorista. Nova York, 11 de Setembro, de 2001.

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

Obra de uma criança é apresentada no “Terrapin Chelsea Art Gallery”. A Arte faz parte de uma mostra de trabalhos infantis dos filhos das vítimas do ataque ao “World Trade Center”. Nova York, 9 de Setembro de 2004.

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Foto: Jose Jimenez/Primera Hora via Getty Images

Policial observa as torres do “World Trade Center” durante os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Nova York, 11 de Setembro de 2001.

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Foto: Jose Jimenez/Primera Hora/Getty Images

Vista da Rua Park Place e da Avenida West Broadway quase um ano após os atentados contra as Torres Gêmeas. Nova Iorque, 9 de Setembro de 2002.

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

Operários protestam contra o atraso nas obras de reconstrução das novas torres após os atentados de 11 de Setembro de 2001. Nova Iorque, 9 de Março de 2010.

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Foto: Mario Tama/Getty Images

Após 9 anos dos atentados que derrubaram as Torres Gêmeas, começam a subir novos prédios no local. Nova York, 1 de setembro de 2010.

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

Mulheres observam obras no local onde ocorreram os atentados de 11 de setembro. Nova York, 7 de setembro de 2010.

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Foto: Michael Appleton/NY Daily News Archive via Getty Images

Mulher observa colagem com fotografias de vítimas do “World Trade Center”, em Nova York. Nova York, 6 de setembro de 2003.

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Foto: Jim Watson/Getty Images

Vista do “World Trade Center” após atentado terrorista. Nova York, 13 de Setembro 2001.

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

Pessoas passam por área em construção. O local abrigava o “World Trade Center”. Nova York, 7 de setembro de 2010.

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Foto: Spencer Platt/Getty Images

Trabalho de remoção de escombros no local onde ruíram as torres gêmeas. Nova York, em 25 de março de 2002.

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Foto: Eric Thayer/Reuters

Obras no local onde as torres do” World Trade Center” ruíram em 11 de setembro de 2001. Nova York, 7 de setembro de 2010.

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Foto: David Handschuh/NY Daily News Archive via Getty Images

Avião bate contra torre do “World Trade Center”. A colisão dos dois aviões sequestrados pelos terroristas, e o subsequente colapso da torres mataram mais de 2.800 pessoas. Nova York, 11 de Setembro de 2001.

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Foto: Mark Wilson/Getty Images

Um quadro feito com fotografias das vítimas dos atentados de 11 de setembro exposto em Washington em 23 de março de 2004.

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Foto: Chris Hondros/Getty Images

Familiar chora durante memorial em tributo às vítimas do 11 de setembro. Nova York, 11 de setembro de 2009.

Fonte:Último Segundo

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13 Respostas to “11 de Setembro: Nove Anos Depois”

  1. meus pesames

  2. 1maluquinho :Agora eles usarão sempre o covarde ataque para sensibillizar o planeta assim como fazem Iraelenses com o Holocausto…Lamento as vidas inocentes,mas se fosse so no Pentagono,Capitolio,Casa Branca,Estatua da Liberdade,Impire State e bases militares,eu fazia um churrascoo regado a cerveja com um show pirotequinico de tanta alegria…Aquele que planta o mal do mal morrera…

    Só uma informação clara: A violência é a mensagem e a resposta de quem não tem razão. Garanto que as pessoas que morreram em guerras, ou porque eram judeus etc as vezes não concordavam com essas ações de seus líderes como no EUA muitos Americanos não concordavam com muitas ações de seu País. Pelo jeito você nunca conheceu um Norte Americano. Eu tenho uma amiga Norte Americana e eu jamais iría gostar de ver o País dela chorando como chorou em 2001. Logo, cuidado com o que fala…

  3. Eu subi em uma destas torres e foi impressionante os acontecimentos de 11 de setembro. No último andar tinha um cinema ineterativo, e um restaurante. O pior ataque terrorista de todos os tempos. Um ataque covarde contra inocentes. Sem precedentes na história. Os americanos deram mole na era Clinton, tiveram a chance de neutralizar o Osama e não forma eficientes. Agora muitos inocentes principalmente no Iraque, que nunca tiveram nada a ver com esta história, pagam o pato. O Afeganistão nas mãos do Taliban estava na M e r d a, hoje não está diferente. Minha política para com estes caras seria uma guerra remota sem homens no chão. É loucura ser alvo de IEDs por nada. O Brasil deve abrir o olho, pois quando as coisas se acalmarem por lá a AlQaeda vai procurar nova morada.

  4. Beleza as torres, mas no Pentágono a história ta mal contada o.o
    Não to falando que o 11 de setembro foi uma farsa, mas aquele avião
    que atingiu Pentágono, sei não…

    Pode postar links?

    Curioso né xD

  5. Estão plantando e vão colher, são mt querendo pegar os ianks.Lamentável. Sds.

  6. http://www.voltairenet.org/article166929.html

    11/9: Entrevista exclusiva a Kurt Sonnenfeld

    El testimonio del camarógrafo oficial del gobierno de EEUU que filmó los restos de las torres gemelas el 11/S contradice la versión oficial de Washington
    por Red Voltaire

    El camarógrafo oficial del gobierno de los EEUU que filmó el Ground Zero, es decir la zona del desastre de la torres gemelas en New York que se derrumbaron el 11 de septiembre 2001 da testimonio de cosas sorprendentes. Filmó 29 películas durante un mes: «Lo que yo vi ahí en ciertos lugares y en ciertos momentos… ¡es muy raro y perturbador!». Él nunca entregó esas imágenes a las autoridades de su país para guardarlas como pruebas contrarias a la versión oficial y desde entonces es perseguido por Washington. Kurt Sonnenfeld se ha refugiado en Argentina en donde ha publicado un libro: «El Perseguido». Entrevista exclusiva para la Red Voltaire.

    7 de septiembre de 2010

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    11 de Septiembre de 2001

    Kurt Sonnenfeld junto a un especialista socorrista no identificado en los restos y descombros subterráneos de la «Zona Cero» («Ground Zero» en inglés) de las torres gemelas derrumbadas en New York poco después del 11 de septiembre de 2001.
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    Kurt Sonnenfelf, graduado de la Universidad de Colorado (Estados Unidos), hizo estudios de relaciones internacionales y economía, así como de literatura y filosofía. Trabajó para el gobierno de Estados Unidos como camarógrafo oficial de videos y director de las operaciones de divulgación audiovisual del equipo de intervención de urgencia para la Agencia Federal de Situaciones de Urgencia (FEMA).

    Kurt Sonnenfeld también trabajó bajo contrato para diversas agencias gubernamentales y programas para operaciones confidenciales y «sensibles» en instalaciones científicas y militares, en territorio estadounidense.

    El 11 de septiembre de 2001, la zona conocida como «Ground Zero» fue cerrada al público. Pero Sonnenfeld tenía libre acceso a ese sector, lo cual le permitió documentar la investigación (que nunca se concretó) y proporcionar imágenes «decantadas» a prácticamente todos los canales informativos del mundo. Las grabaciones que revelan la existencia de ciertas anomalías que descubrió en Ground Zero siguen en poder de Sonnenfeld.

    Acusado, conforme al guión de una maniobra montada de antemano [como el caso del periodista Garry Webb] –lo cual resulta evidente a la luz de hechos posteriores–, se le acusó falsamente de haber cometido un crimen, crimen que nunca tuvo lugar, Kurt Sonnenfeld ha sido perseguido a través de dos continentes. Al cabo de años de miedo, de injusticia y aislamiento, se decidió a pronunciarse públicamente en contra de la versión oficial del gobierno estadounidense, y declara que está dispuesto a someter los documentos que tiene en su poder a un detallado examen por parte de técnicos independientes y confiables.

    Kurt Sonnenfeld.
    _______________________________________
    Entrevista

    Red Voltaire: Su libro autobiográfico «El Perseguido» fue recientemente publicado en Argentina, donde usted vive como exilado desde el año 2003. ¿Quién lo persigue?

    Kurt Sonnenfeld: Aunque es una autobiografía, no se trata de la historia de mi vida. Como me convertí en un testigo incómodo después de mi trabajo en Ground Zero, [el libro] es más bien el recuento de los extraordinarios sucesos por los que hemos tenido que pasar, mi familia y yo, por causa de las autoridades estadounidenses, durante más de 7 años y en ambos hemisferios.

    Red Voltaire: Usted ha explicado que su pedido de que se le conceda el estatuto de refugiado político, conforme a lo estipulado en la Convención de Ginebra, se encuentra todavía en estudio por parte del Senado argentino, cuando en 2005 a usted se le garantizaba el asilo político, aunque de forma provisional. ¡Usted es probablemente el primer ciudadano estadounidense en esa situación! ¿Ser sin dudas el primer funcionario del gobierno directamente vinculado a los sucesos del 11 de septiembre de 2001 en convertirse un «whistle-blower», una fuente pública [de información sobre esos hechos] es lo que le ha llevado a usted al exilio?

    Kurt Sonnenfeld, acompañado de su esposa Paula, presenta su testimonio ante el Senado argentino.
    ____________________________________________

    Kurt Sonnenfeld: Un refugiado es una persona que se ha visto forzada a salir de su país (o que no puede volver a él) por algún tipo de persecución. Es indudable que muchas personas han sido injustamente perseguidas por causa de leyes prácticamente fascistas y de políticas vinculadas al choque del 11 de septiembre de 2001 y [esas personas] tienen derecho al estatuto de refugiado.
    Pero lo cierto es que pedir el estatuto de refugiado es un trámite arriesgado y peligroso. Estados Unidos es la única «superpotencia» que queda en el mundo, y la disidencia ha sido allí reprimida de hecho. Todo el que pide el estatuto de refugiado por razones políticas está cometiendo así un acto de disidencia extrema. Y si el pedido es rechazado, ¿qué se hace usted? Después de presentar el pedido, es imposible echarse atrás.

    Personalmente, yo no estaba obligado a salir de Estados Unidos, ciertamente no tuve que escaparme. En aquel entonces, yo simplemente no estaba conciente de lo que se estaba tramando contra mí. Todavía no había relacionado las cosas entre sí. Así que cuando me fui, en 2003, lo hice con la intención de regresar. Vine a Argentina a tomarme un pequeño respiro, para tratar de recuperarme después de todo lo que me había pasado. Vine aquí libremente, con mi propio pasaporte, utilizando mis propias tarjetas de crédito.
    Pero, como consecuencia de una increíble serie de acontecimientos, me vi posteriormente obligado a exilarme, y no regresé.

    Red Voltaire: ¿A qué tipo de acontecimientos se refiere usted?

    Kurt Sonnenfeld: Fui injustamente acusado de «crímenes» que, por supuesto, nunca se produjeron, fui objeto de encarcelamiento abusivo y de torturas, como consecuencia de aquellas acusaciones, y además de escandalosas calumnias contra mi reputación, de amenazas de muerte, de intentos de secuestro y otras violaciones de los derechos y los derechos humanos condenadas en numerosos acuerdos internacionales. Mi regreso a Estados Unidos sería no sólo una prolongación de esas violaciones sino que me separaría –quizás de forma permanente– de mi esposa y de nuestras gemelas de tres años, la única razón de ser que me queda. Además, debido a la imposibilidad de obtener un juicio justo por un crimen que nunca tuvo lugar, me vería incluso expuesto a la pena de muerte.

    Red Voltaire: En 2005, el gobierno estadounidense presentó contra usted un pedido de extradición, que fue rechazada por un juez federal [argentino]. Más tarde, en 2007, la Corte Suprema argentina –en una demostración de integridad y de independencia– rechazó la apelación estadounidense. Pero su gobierno [el de Estados Unidos] insistió. ¿Puede usted aclararnos la situación?

    Kurt Sonnenfeld: En 2008, y sin tener absolutamente ninguna base legal, el gobierno estadounidense presentó una nueva apelación ante la Corte Suprema argentina, que seguramente mantendrá las dos decisiones inatacables ya adoptadas por el juez federal.

    Una de esas decisiones señalaba que había demasiadas sombras [En español en el texto, Nota del Traductor], o puntos oscuros, en mi caso. Había muchas mentiras en el pedido de extradición de las autoridades estadounidenses y, felizmente, nosotros logramos probarlo. El hecho de que hubiera tantas mentiras sirvió para apoyar mi pedido de asilo. Pudimos demostrar que hemos sido víctimas de una larga campaña de hostigamiento y de intimidación por parte de los servicios de inteligencia estadounidenses.
    Como consecuencia de ello, mi familia se encuentra desde entonces bajo protección policial permanente. Como señaló un senador al referirse a mi caso: el «comportamiento [de los servicios de inteligencia estadounidenses] denota sus verdaderas motivaciones».

    Kurt Sonnenfeld y su familia son frecuentemente objeto de acciones de hostigamiento durante las cuales se ven vigilados y fotografiados, como se demuestra en esta imagen.
    ____________________________________

    Red Voltaire: Están tratando de atribuirle un crimen imaginario. ¿Cómo justifica usted tanto rencor? Como funcionario de la FEMA, el gobierno tendría que haberle creído a usted. ¿En qué momento cambió la situación?

    Kurt Sonnenfeld: Retrospectivamente, me doy cuenta de que la situación cambió poco antes de que yo me diera cuenta de ello. Inicialmente, la falsa acusación de la que fui objeto era totalmente irracional. Me destruyó completamente. Resulta increíblemente difícil sufrir la pérdida de alguien a quien uno ama y que se suicida. Pero que lo acusen a uno de esa pérdida, resulta insoportable. El caso fue sobreseído ya que había un montón de pruebas que me absolvían totalmente (Nancy, mi esposa, había dejado una carta y varios escritos en los que hablaba de suicidio en su diario, había otros antecedentes de suicidios en su familia, etc.). La parte acusadora estaba segura de mi inocencia al 100% antes de pedir el sobreseimiento del caso.

    Pero la prisión preventiva se prolongó, incluso DESPUÉS que ya se había dicho que había que liberarme, lo cual me demostró que algo se estaba tramando.
    Estuve preso durante CUATRO MESES después de que se informara a mis abogados que se había pedido el sobreseimiento. Finalmente me liberaron en junio de 2002. Une increíble serie de acontecimientos se produjo en ese tiempo. Mientras yo estaba detenido aún, tuve una conversación telefónica con funcionarios de la FEMA para tratar de resolver el problema. Pero me di cuenta de que me consideraban «comprometido», que yo representaba un peligro. Me dijeron que lo convenido era que «había que proteger a la Agencia», sobre todo a la luz del cambio que iba a producirse con la aplicación de la Patriot Act y el esperado intrusismo que vendría con el nuevo Departamento de Seguridad de la Patria (Department of Homeland Security). Después de todos los peligros que yo había enfrentado, de todas las pruebas y dificultades que había sufrido durante casi 10 años, me sentí traicionado. La decepción fue terrible.

    Como me estaban abandonando, les dije que yo no tenía las grabaciones, que las había entregado a un burócrata de Nueva York y que iban a tener que esperar que me pusieran en libertad para recuperar cualquier otro documento que estuviera en mi poder. Poco después de aquella conversación, mi casa fue «registrada», cambiaron las cerraduras y varios vecinos vieron hombres entrando a mi domicilio, aunque no hay en la Corte ningún informe que mencione eso, como debiera ser. Cuando al fin me liberaron, descubrí que mi oficina había sido saqueada, mi computadora también había desaparecido y varios videos ya no estaban en mi videoteca del sótano.

    Constantemente había hombres apostados en la calle cerca de mi casa, mi sistema de vigilancia fue pirateado varias veces, las lámparas exteriores de seguridad eran desconectadas, etc., a tal punto que me instalé en casa de unos amigos, en su casa en la montaña, que TAMBIÉN fue saqueada posteriormente.

    Cualquiera que trate de descubrir la verdad reconoce que hubo una serie de extraordinarias irregularidades en este caso y que yo y la gente que yo amo fuimos objeto de una escandalosa injusticia. Esta intensa campaña tendiente a obligarme a volver a Estados Unidos es un pretexto falso que esconde motivaciones más oscuras.

    Red Voltaire: Usted ha sugerido que vio cosas en Ground Zero que no concuerdan con el informe oficial. ¿Dijo usted algo o hizo algo que pudiera levantar sospechas en ese sentido?

    Kurt Sonnenfeld: En aquella misma llamada telefónica dije que iba a revelar al público no sólo mis sospechas sobre los acontecimientos que rodearon el 11 de septiembre de 2001 sino también sobre diversos contratos para los cuales había trabajado anteriormente.

    Sonnenfeld en Ground Zero, durante su trabajo de documentación en el terreno.
    ____________________________________

    Red Voltaire: ¿En qué se basan sus sospechas?

    Kurt Sonnenfeld: Retrospectivamente, había muchas cosas raras en Ground Zero. Me pareció extraño que me enviaran a Nueva York antes de que el segundo avión se estrellara contra la torre sur, en momentos en que los medios estaban reportando solamente que un «pequeño avión» había chocado con la torre norte –una catástrofe de tan poca importancia que no merecía la intervención de la FEMA.

    La FEMA fue movilizada en pocos minutos, ¡cuando se necesitaron diez días para desplegarla en Nueva Orleáns, en respuesta al huracán Katrina, a pesar de las numerosas advertencias previas! Me pareció raro que las cámaras se prohibieran de forma tan estricta dentro del perímetro de seguridad de Ground Zero, que se declarara toda la zona como escena del crimen, mientras que las pruebas materiales eran retiradas de allí y destruidas tan rápidamente.
    Después, me pareció muy extraño enterarme de que la FEMA y otras agencias federales ya estaban en posición en su puesto de mando, en el Pier (muelle) 92, desde el 10 de septiembre, un día antes de los atentados.

    Neumáticos provenientes de un tren de aterrizaje visibles en un contenedor de pruebas materiales marcado con la inscripción «FBI Partes avión únicamente».
    _______________________________________

    Nos piden que creamos que las 4 cajas negras «indestructibles» de los dos aviones que se estrellaron contra las torres nunca fueron halladas porque fueron completamente pulverizadas, pero yo tengo imágenes de ruedas provenientes del tren de aterrizaje [que se ven] poco dañadas, y también de asientos, de pedazos de fuselaje, de una turbina de avión que no están desintegrados en lo absoluto. Dicho esto, me parece más bien extraño que esos objetos, prácticamente intactos, hayan podido resistir al tipo de destrucción que redujo polvo la mayor parte de las Torres Gemelas. Y tengo también mis dudas en cuanto a la autenticidad de la turbina del «avión».

    Prueba material: la turbina de Boeing presentada en el basurero de la isla de Fresh Kill.
    ____________________________________

    Lo sucedido con el Edificio 7 es extremadamente sospechoso. Yo tengo un video que muestra hasta qué punto la pila de escombros era curiosamente pequeña y se ve que los edificios colindantes no fueron afectados por el derrumbe del Edificio 7. [Ese edificio] no fue golpeado por un avión, sólo sufrió algunos daños menores al derrumbarse las Torres Gemelas, sólo había incendios menores en algunos pisos. Sin una demolición controlada, es imposible que ese edificio fuese objeto de una implosión como la que se produjo. A pesar de ello, el derrumbe del Edificio 7 apenas se mencionó en los medios dominantes y la Comisión sobre el 11/9 lo ignoró de forma sospechosa.

    Red Voltaire: Según ciertas informaciones, en los sótanos del WTC7 había archivos sensibles y seguramente comprometedores. ¿Encontró usted algo sobre eso?

    Kurt Sonnenfeld: El Servicio Secreto, el Departamento de Defensa, el FBI, el fisco (IRS), la Comisión de Reglamentación y Control de Mercados Financieros (SEC, siglas en inglés) así como el Puesto de Mando de Crisis [de la ciudad de Nueva York. NdlR.] para situaciones de urgencia (OEM, siglas en inglés) ocupaban muchísimo espacio en varios pisos de ese edificio.

    Otras agencias federales también tenían oficinas allí. Después del 11 de septiembre, se descubrió que allí estaba, escondido en el edificio 7, el mayor centro clandestino de la CIA dentro del país, exceptuando el de Washington DC; una base operativa desde donde se espiaba a los diplomáticos de las Naciones Unidas y se realizaban las operaciones de contraterrorismo y de contraespionaje (así como la Inteligencia Económica. NdlR.).

    Ese edificio (el World Trade Center 7) no tenía parqueo subterráneo. No tenía almacenes subterráneos. En vez de eso, las agencias federales del Edificio 7 guardaban sus vehículos, documentos y pruebas materiales en el edificio de sus asociados, del otro lado de la calle. Debajo de la plaza del Buró de Aduanas US (Edificio 6) había un gran parqueo subterráneo separado del resto de la zona subterránea del complejo y altamente vigilado.

    Diferentes servicios del gobierno guardaban allí sus autos capaces de resistir explosiones de bombas, sus limusinas blindadas, los taxis falsos y los camiones de la compañía de teléfonos que se usan en las acciones de vigilancia secreta y en otras operaciones secretas, camionetas especializadas y otros vehículos.
    En esa zona del parqueo de seguridad había también un acceso a la cámara blindada inferior del Edificio 6.

    Aproximándose a la entrada de los niveles que comunican con los pisos inferiores del edificio.
    ____________________________________________

    Al derrumbarse la torre norte, el Buró de Aduanas US (Edificio 6) quedó aplastado y completamente devastado por el fuego. La mayoría de sus pisos subterráneos también fueron destruidos. Pero había cavidades. Y fue a través de una de esas cavidades, recientemente descubierta, que yo bajé para investigar con la Fuerza Especial de Intervención.

    Fue allí que vimos la antecámara de seguridad del almacén subterráneo severamente dañada. Al final de la oficina de seguridad estaba la gran puerta de acero de la cámara blindada y, al otro lado, el teclado codificado en la pared. Pero la pared estaba rajada y se había derrumbado parcialmente, y la puerta estaba entreabierta. A la luz de nuestras linternas, pudimos ver lo que había dentro [de la cámara blindada]. Aparte de varias hileras de estantes vacíos, la cámara blindada no contenía otra cosa que escombros y polvo. ¿Por qué? ¿Cuándo la vaciaron?

    Red Voltaire: ¿Eso despertó en usted la sospecha?

    Kurt Sonnenfeld: Sí, pero no inmediatamente. Resulta difícil reflexionar ante un caos tan grande. Fue solamente después de digerir todo aquello que empecé a sospechar.

    El Edificio 6 fue evacuado 12 minutos después del choque del primer avión contra la torre norte. Inmediatamente, las calles quedaron bloqueadas por carros de bomberos, autos de la policía y embotellamientos, y la cámara blindada era lo suficientemente grande –yo diría que tenía 15 metros de ancho y 15 de largo– como para que se necesitara por lo menos un camión grande para evacuar su contenido. Después de la caída de las torres, destruyendo el nivel del parqueo, la realización de una misión para recuperar el contenido de la antecámara hubiese sido imposible. Así que la cámara blindada tuvo que ser vaciada antes del ataque.

    Todo esto lo describo en mi libro de forma detallada y parecía como si las cosas importantes hubieran sido llevadas a un lugar seguro antes de los atentados. Por ejemplo, la CIA no pareció inquietarse demasiado por sus pérdidas. Después de que se descubriera la existencia de su oficina secreta en el Edificio 7, un vocero de la agencia dijo a los periódicos que se había enviado un equipo especial para que inspeccionara los escombros en busca de documentos secretos y de informes de los servicios de inteligencia, cuando había millones, si no eran miles de millones, de páginas volando por las calles.
    Pero el vocero estaba muy confiado. «No debe haber demasiados papeles regados», declaró.

    Los insólitos vestigios del Buró de Aduanas US (Edificio 6).
    ____________________________________

    Y las aduanas anunciaron desde el principio que todo había sido destruido, que el calor había sido tan intenso que todas las pruebas materiales de la cámara blindada habían sido reducidas a cenizas. Pero varios meses más tarde anunciaron que habían puesto fin a las actividades de una importante red de tráfico de narcóticos y de lavado de dinero colombiano, después de haber recuperado pruebas esenciales de la cámara blindada, entre ellas fotos de vigilancia y grabaciones de escuchas telefónicas muy sensibles. Y cuando se mudaron a su nuevo edificio, en el número 1 de Penn Plaz, en Manhattan, colgaron orgullosamente en la pared de la entrada la placa honorífica y el gran cartel redondo de las Aduanas US, también milagrosamente encontrado, inmaculado, en sus antiguas oficinas del World Trade Center, a pesar del derrumbe y de los incendios.

    Red Voltaire: Usted no era el único que estaba en misión en Ground Zero. ¿Notaron los demás las mismas anomalías? ¿Sabe usted si también fueron hostigados?

    Kurt Sonnenfeld: En efecto, yo oí hablar a algunos, en dos salidas diferentes. Algunos de nosotros incluso llegamos a conversar sobre ello posteriormente. Ellos saben de quiénes se trata y yo espero que van a hablar, pero también estoy seguro de que están bajo fuertes presiones sobre lo que pudiera sucederles si hablan. Yo dejo la decisión entre sus manos, pero en la unión está la fuerza.

    Red Voltaire: Con la publicación de su libro, usted se ha convertido en un «whistleblower» [Término aplicado en Estados Unidos a los que han alertado sobre las incongruencias del informe oficial sobre el 11 de septiembre. NdT.], ¡pero usted lo hizo alcanzando un punto en que no tiene vuelta atrás! Tiene que haber mucha gente que sabe lo que realmente sucedió o no en aquel fatídico día. Pero nadie ha emprendido una batalla personal, cosa que han evitado sobre todo aquellos que estaban directamente implicados de forma oficial. Es eso lo que hace que su caso personal sea tan convincente. Viendo lo que ha sucedido con usted, no resulta difícil imaginar por qué esas personas no quieren hablar.

    Kurt Sonnenfeld: Efectivamente, también hay gente muy honesta y digna de crédito que ha lanzado alertas. Y están siendo desacreditadas e ignoradas. Algunas de esas personas están siendo perseguidas y hostigadas como yo.

    El miedo frena a la gente. Todo el mundo sabe que si usted contradice a las autoridades estadounidenses, usted va a tener problemas, de una u otra forma. Como mínimo, lo van a desacreditar, a deshumanizar.

    Lo más seguro es que le acusen de cualquier cosa que no tenga nada que ver, como un fraude fiscal o algún peor, como en mi caso. Mire lo que le pasó a Abraham Bolden, por ejemplo [1], o al gran jugador de ajedrez Bobby Fischer después que expresó su desprecio hacia Estados Unidos. Hay muchos ejemplos. Yo le había pedido a mis amigos y asociados que hablaran en mi lugar para que contaran [la verdad sobre] todas las mentiras divulgadas en los medios de prensa, pero todos tenían miedo de las consecuencias para ellos mismos y sus familias.

    Red Voltaire: ¿Hasta qué punto los descubrimientos que hizo usted en Ground Zero pudieran implicar al gobierno en esos hechos? ¿Está usted al corriente de las investigaciones que científicos y profesionales calificados han llevado a cabo y que no sólo corroboran los descubrimientos que usted hizo sino que, en ciertos casos, los sobrepasan ampliamente? ¿Considera usted a esas personas como «adeptos de la teoría de la conspiración» (“conspiracy nuts”)?

    Kurt Sonnenfeld: Al más alto nivel en Washington DC alguien sabía lo que iba a pasar. Estaban tan deseosos de tener una guerra que, por lo menos, dejaron que sucediera aquello, y lo más probable es que incluso hayan contribuido a que aquellos acontecimientos se produjeran.

    A veces me parece que los «locos» [los «adeptos de la teoría de la conspiración». NdlR.] son aquellos que se aferran con un fervor casi religioso a lo que les dicen a pesar de todas las pruebas de lo contrario, los que se niegan a considerar el hecho de que hubo una conspiración interna.

    Hay tantas anomalías en la investigación «oficial» que no es posible atribuirlas a errores o incompetencia. Yo conozco a los científicos y profesionales calificados a los que usted se refiere. Sus descubrimientos, convincentes, creíbles y presentados según el protocolo científico, están en total oposición con los de la investigación «oficial». Además, numerosos agentes de los servicios secretos y funcionarios del gobierno expresan opiniones muy bien informadas [señalando] que la Comisión sobre el 11/9 era, en el mejor de los casos, una farsa, y en el peor, una pantalla [2]. Mi experiencia en Ground Zero no es otra cosa que una pieza más del rompecabezas.

    Red Voltaire: Esos hechos sucedieron hace casi 9 años. ¿Cree usted que descubrir la verdad sobre el 11 de septiembre sigue siendo un objetivo importante? ¿Por qué?

    Kurt Sonnenfeld: Es importantísimo. Y lo seguirá siendo dentro de 10 o incluso dentro de 15 años, si la verdad no ha salido a la luz en todo ese tiempo. Es un objetivo importante porque, en este momento de la historia, hay mucha gente demasiado crédula ante lo que le cuentan las autoridades y con demasiada tendencia a seguirlas. En una situación traumática, la gente busca que la guíen. La gente que tiene miedo es manipulable. Saber manipular a las masas implica beneficios inimaginables para muchas personas muy ricas y muy poderosas. La guerra es increíblemente cara, pero ese dinero se va a algún lugar. La guerra es siempre muy beneficiosa para unos cuantos.

    De una u otra manera, sus hilos siempre acaban en Washington DC, ellos toman las decisiones, determinan los presupuestos, mientras que los hijos de los pobres y de los que no tienen influencias siempre acaban en el frente, recibiendo las órdenes y peleando en las guerras de los anteriormente mencionados. Las enormes reservas secretas del Departamento de Defensa estadounidense representan una máquina de financiamiento ilimitado para el complejo militaro-industrial, [financiamiento] cifrado en varios miles de millones de dólares. Y así seguirá siendo mientras las masas no se despierten, mientras no se vuelvan escépticas y no pidan cuentas. Las guerras (y los falsos pretextos presentados) no se acabarán mientras la gente no tome conciencia de los verdaderos motivos de la guerra y mientras no dejen de creer en las explicaciones “oficiales”.

    Red Voltaire: Lo que se ha dado en llamar Movimiento por la Verdad sobre el 11 de septiembre (9/11 Truth Movement) ha pedido una nueva investigación independiente sobre aquellos hechos. ¿Cree usted que hay esperanzas en ese sentido con la administración Obama?

    Kurt Sonnenfeld: Realmente, espero que así sea. Pero me mantengo escéptico. ¿Qué razón pudiera llevar a los líderes de cualquier gobierno a hacer por voluntad propia algo que comprometería seriamente su propia responsabilidad?

    Ellos prefieren mantener el statu quo y dejar las cosas como están. Cambió el que maneja el tren, pero ¿cambió el tren de dirección? Yo lo dudo. El impulso tiene que venir del público, no sólo a escala nacional sino también a escala internacional, como hace la red de ustedes.

    Red Voltaire: Numerosas asociaciones de derechos humanos, grupos de activistas y muchas personalidades le están aportando a usted su apoyo en esta difícil situación, y no se trata de gente de poca monta. Entre esas personalidades está, por ejemplo, el Premio Nobel de la Paz Adolfo Pérez Esquivel. ¿Cómo responden los argentinos en general ante su situación?

    Kurt Sonnenfeld: Con una increíble cantidad de expresiones de apoyo. La dictadura militar está fresca aún en la memoria colectiva de la mayoría de la gente en Argentina, y esa gente sabe que la dictadura argentina (al igual que otras dictaduras sudamericanas de aquella época) tuvo el apoyo de la CIA, dirigida en aquel entonces por George Bush padre. [Los argentinos] se acuerdan muy bien de los centros de tortura, de las prisiones secretas, de los miles de personas «desaparecidas» por sus opiniones y del miedo cotidiano.

    Saben que Estados Unidos va a reinstaurar todo aquello si le parece conveniente, que es capaz de invadir un país con tal de concretar sus propios intereses políticos y económicos y de manipular los medios recurriendo a un “casus belli” [Pretexto que justifique una guerra. NdT.] enteramente fabricado para justificar sus conquistas.

    Kurt Sonnenfeld con Adolfo Pérez Esquivel, Premio Nobel de la Paz de 1980.
    ______________________________________

    Mi familia y yo mismo tenemos el honor de contar entre nuestros amigos más queridos a Adolfo Pérez Esquivel [3] y a sus consejeros del Servicio de Paz y Justicia (SERPAJ). Hemos trabajado juntos a favor de muchas causas, como los derechos de los refugiados, los derechos de las mujeres, de los niños sin familias y de los niños portadores del VIH/SIDA.

    Tenemos también el honor de poder contar con el apoyo de las Abuelas de la Plaza de Mayo, de las Madres de la Plaza de Mayo, de la Línea Fundadora [4], del Centro de Estudios Legales y Sociales (CELS), de la Asamblea Permanente de Derechos Humanos (APDH) [5], de los Familiares de Detenidos y Desaparecidos por Razones Políticas, de la Asociación de Mujeres, Migrantes y Refugiados Argentina (AMUMRA), de la Comisión de Derechos Humanos de la Honorable Cámara de Diputados de la Provincia de Buenos Aires, de la Secretaría de Derechos Humanos de la Nación y del Programa Nacional Anti-Impunidad. En el plano internacional, la ONG REPRIEVE de Gran Bretaña presentó un «amicus curiae» a favor nuestro y contamos con la colaboración de NIZKOR de España y de Bélgica. Además, mi esposa Paula y yo mismo hemos sido recibidos en el Congreso por la Comisión de Derechos Humanos y Garantías de la Honorable Cámara de Diputados de La Nación.

    Red Voltaire: Como decíamos al principio, la decisión de escribir su libro y de hacerlo público fue un paso enorme. ¿Qué le llevó a usted a darlo?

    Kurt Sonnenfeld: Salvar a mi familia. Y dar a conocer al mundo que las cosas no son lo que parecen.

    Red Voltaire: Una última pregunta, aunque no se trata de la menos importante: ¿Qué piensa hacer con sus grabaciones?

    Kurt Sonnenfeld: Tengo la certeza de que mis grabaciones revelan más cosas de las que yo pueda ser capaz de analizar, ya que mis conocimientos son limitados. Es por ello que voy a cooperar en todo lo que pueda con expertos confiables y serios, en un esfuerzo común para que se sepa la verdad.

    Red Voltaire: Muchas gracias.
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    Red Voltaire
    Los artículos de esta autora o autor

    Esta entrevista apareció originalmente en francés el 9 de julio de 2009.
    Traducción al castellano por la Red Voltaire.

    [1] Nombrado por el presidente Kennedy, Abraham Bolden fue el primer negro que alcanzó el cargo de agente en el Servicio Secreto, cuerpo encargado de garantizar la protección del presidente de los Estados Unidos y de otras personalidades. Después del asesinato de Kennedy, Bolden declaró que el Servicio Secreto había recibido un aviso previo sobre el atentado, pero que había fracasado en su misión. Bolden fue bruscamente excluido, acusado de corrupción y encarcelado. En 2008, publicó su testimonio en The Echo from Dealey Plaza: The True Story of the First African American on the White House Secret Service Detail and His Quest for Justice After the Assasination of JFK. NdlR.

    [2] «41 anciens responsables états-uniens de l’anti-terrorisme et du renseignement mettent en cause la version officielle du 11-Septembre» (41 ex-responsables estadounidenses de las fuerzas anti-terroristas ponen en tela de juicio la versión oficial de Washington respecto al 11 de septiembre), por Alan Miller, Réseau Voltaire, 9 de junio de 2009.

    [3] Ver los artículos en español de Adolfo Pérez Esquivel en el sitio de la Red Voltaire.

    [4] «Marcha de la Resistencia de las Madres de la Plaza de Mayo», por Inés Vázquez, Réseau Voltaire, 24 de enero de 2006.

    [5] Ver las intervenciones de Alexis Ponce en la conferencia Axis for Peace. Por ejemplo Alexis Ponce: «El Mossad formó a la policía ecuatoriana en técnicas de tortura», Red Voltaire, 18 de noviembre de 2005, y sus artícles en español en el sitio de la Red Voltaire.

  7. HR :

    1maluquinho :Agora eles usarão sempre o covarde ataque para sensibillizar o planeta assim como fazem Iraelenses com o Holocausto…Lamento as vidas inocentes,mas se fosse so no Pentagono,Capitolio,Casa Branca,Estatua da Liberdade,Impire State e bases militares,eu fazia um churrascoo regado a cerveja com um show pirotequinico de tanta alegria…Aquele que planta o mal do mal morrera…

    Só uma informação clara: A violência é a mensagem e a resposta de quem não tem razão. Garanto que as pessoas que morreram em guerras, ou porque eram judeus etc as vezes não concordavam com essas ações de seus líderes como no EUA muitos Americanos não concordavam com muitas ações de seu País. Pelo jeito você nunca conheceu um Norte Americano. Eu tenho uma amiga Norte Americana e eu jamais iría gostar de ver o País dela chorando como chorou em 2001. Logo, cuidado com o que fala…

    HR MINHA FAMILIA QUASE TODA MORA NOS EUA E TENHO PARENTES AMERICANOS…QUANDO ME EXPRESSO SOBRE OS EUA AQUI QUE É UM BLOG DE ASSUNTOS MILITARES EU ME REFIRO AO GOVERNO E AS FORÇAS ARMADAS DELES.NÃO TENHO NADA CONTRA O POVO AMERICANO,JUDEU OU QUALQUER OUTRO.

  8. HR…SE O ATAQUE FOSSE COMO DESCREVI NO POST QUE NÃO TE AGRADOU EU FICARIA SIM MUITO FELIZ E TE GARANTO QUE 95% DO PLANETA TAMBEM FICARIA FELIZ.

  9. Leamartine Pinheiro de Souza :
    Sou de opinião que algumas considerações devem ser feitas.
    Sadam Hussein estava a ponto de eclodir uma batalha santa na venda do petróleo, pelo qual, não mais aceitaria o dolar norte-americano como moeda de troca.
    No dia 11 de setembro de 2001, não havia um único judeu que trabalhasse no prédio que estivesse em seu ambiente de trabalho, o único que estava no prédio, era um visitante desavisado.
    Dubai, já tinha destronado o Word Trade Center como sendo o mais alto prédio do mundo.
    Como os judeus tomaram conta da economia norte-americana, mui provavelmente eram os donos do prédio e, pela sua dimensão, mui provavelmente, não conseguiram negociar boa parte das unidades, provocando prejuízos mensais de manutenção que eles se viam obrigados a arcar.
    Portanto, precisando acabar com a ousadia de Sadam Houssein de não mais aceitar o pagamento dé seu petróleo em dólares norte-americanos e, ao mesmo tempo, acabar com o prejuízo mensal provocado pelo Word Trade Center (devidamente coberto pelo seguro), resolveram tirar os judeus do prédio para derrubá-lo em um verdadeir show de marketing, transmitido ao vivo pelas TVs de todo o planeta.
    Afinal, dá para acreditar que depois de impactarem com os prédios e explodirem os tangues cheios de combustível, terem ficados identificáveis as carteiras de identidades ou passaportes dos terroristas ?!!
    Só quem não conece as artimanhas norte-americanas é que pode acreditar piamente em tudo que eles dizem !!!

    E soma-se a isso as ações de companias despretigiadas e outras de interesse que tiveram exorbitante vendas na vespera e super-valorização apos.Ou seja,o atentado foi uma unica cajadada que matou varios coelhos de uma vez.Tolo é todo aquele que não acredita que o MOSSAD e a CIA são capazes de matarem suas proprias mães para sensibilizarem seus padastros.

  10. Leamartine Pinheiro de Souza :
    Prezado Sr 1Maluquinho,
    Mui bem colocado no que diz respeito à CIA, mas, quanto ao MOSSAD, não ficou um judeu que trabalhasse no prédio naquele dia.
    E não adianta nem contra argumentar que, aquele, seria um dia sagrado para os judeus, pois, se tivessem sidos os muçulmanos que atacaram o prédio, iriam escolher justamente um dia em que os judeus não estivessem no local para praticarem o seu intento ?!!

    Olhando desse angulo,tem mt lógica,+ cheira a teoria da conspiração.Sds.

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