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Empresa francesa abre escola de desenho de submarinos para brasileiros

In Defesa, Submarinos on 17/09/2010 by E.M.Pinto Marcado: ,

O grupo de construção naval francês DCNS, que fabricará cinco submarinos em cooperação com a Marinha brasileira, inaugurou nesta quinta-feira em Lorient (oeste do país) uma escola de desenho de submarinos como parte de um acordo de transferência de tecnologia para o Brasil.

O contrato de 6,7 bilhões de euros (8,765 bilhões de dólares), um dos mais importantes assinados pela DCNS, prevê a fabricação de quatro submarinos convencionais, um submarino nuclear de ataque (SNA), uma base de submarinos e um estaleiro que estará pronto em 2012 em Sepetiba, no estado do Rio de Janeiro.

“É um contrato enorme. Trata-se de construir um pequeno Cherbourg e uma pequena Île Longue”, em referência à base de construção de submarinos de propulsão nuclear perto de Brest, no oeste da França, declarou o diretor da divisão de submarinos do DCNS, Pierre Quinchon.

No momento, em torno de 30 engenheiros navais brasileiros estão participando de um curso de 18 meses para a construção de submarinos na nova escola de desenho instalada na DCNS Lorient, como parte do acordo de transferência de tecnologia.

A venda foi fechada em setembro de 2009, durante uma viagem do presidente francês, Nicolas Sarkozy, paralelamente às negociações ainda em curso entre França e Brasil sobre o fornecimento de 36 caças para a FAB, pela Dassault.

O primeiro submarino convencional (70 metros de comprimento), cuja fabricação começou na fábrica da DCNS em Cherbourg com a participação de 130 engenheiros e técnicos brasileiros, será concluído em Sepetiba em 2012, onde outros três navios serão construídos.

Os submarinos convencionais deverão estar prontos em 2017.

O futuro SNA brasileiro, também construído em Sepetiba, deve estar em funcionamento em 2025.

Fonte:AFP via Geopolítica Brasil

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79 Respostas to “Empresa francesa abre escola de desenho de submarinos para brasileiros”

  1. Engenheiros navais aprendem desenho no curso de engenharia,se alguem duvida vai conhecer o curso na USP ou outra universidade.Se é pra fazer TT os engenheiros deviam estar na DCNS e não em uma escola de desenho.

  2. Parabéns al Blog,por dar essa notícia,ao contrario de outros em que só aparece matérias denegrindo a frança e seus produtos,não existe promoção de 2 por 1,existe sim aquela velha regra,se vc quer algo importante e não sabe fazer o produto,vc tem que pagar pela transferencia do conhecimento,e ir na fonte aonde há mais domínio da tecnologia desejada,muitos qu criticam a frança se quer tem noção do que falam,nós vamos ser capazeses de produdir dentro de alguns anos um submarino,concebido no brasil,pois vamos aprender a desenhar o projeto no seu ciclo completo.
    O mesmo vai acontecer com o rafale,agora vir com promessas de fábrica em SP,que vão faz isso e aquilo no ABC paulista é conversa,colocaram isso no contrato,aposto que não!

  3. jakson almeida nãof ala besteira cara,vc sabe o quanto é complicado o desing de um submarino se vc tivesse a minima noção,durante anos a marinha tentou,o desenho da proa de um sub,vc não tem noção do quanto é complicado o uso dos software,testes de hidrodinamica,e tantos outros fatores,o desenho do sub não é só pegar um papel e desenhar,acorda amigo,sua franco fobia está grave mesmo.
    Cara aqui no RJ,mesmo tem o curso de engenharia naval da UFRJ,um dos melhores do brasil,e desde que começou a história dos Subs um dos professores do curso disse que os ganhos seriam enormes,vc discorda do cara….rsrs.
    Palavras dele:

    Teremos um ganho em relação a 20 anos de pesquisa,mesmo que seja na area militar,poderemos usar parte do conhecimento em nossas sondas ,eu realmente estou muito enpolgado como pesquisador”

  4. jakson almeida :
    Engenheiros navais aprendem desenho no curso de engenharia,se alguem duvida vai conhecer o curso na USP ou outra universidade.Se é pra fazer TT os engenheiros deviam estar na DCNS e não em uma escola de desenho.

    Eu tbm acho, eu qdo comecei engenharia tive mt aulas de desenho,apesar de ñ me formar na área.Mt triste. Sds.

  5. Curso da UFRJ:

    Engenharia Naval e Oceânica

    O curso de Engenharia Naval da Escola Politécnica da UFRJ foi criado no contexto da implantação da moderna indústria de construção naval brasileira, em 1959, voltado para a formação de profissionais relacionados às áreas de projeto e construção naval.

    Com o tempo, o curso ampliou sua grade curricular, abrangendo disciplinas direcionadas também para outros segmentos, como offshore, transportes aquaviários e embarcações especiais.

    A partir do sólido conhecimento adquirido sobre os aspectos hidrodinâmicos, estruturais e mecânicos durante o curso de Engenharia Naval e Oceânica, os diplomados podem atuar na indústria naval com mecânica pesada, fabricação de máquinas, projeto e construção de equipamentos; em projetos para a construção de navios, lanchas, veleiros e plataformas de produção de petróleo, nos Transportes Aquaviários (Marítimos e Fluviais) e, de forma única, em inúmeras atividades que envolvem a exploração e produção sustentável de recursos do mar, como o petróleo.

    Esta dupla formação profissional permite ao graduado maiores oportunidades de trabalho em sua área de atuação.

  6. Pra vc ter uma noção nem a UFRJ e USP,tem em seus cursos o desenho e concpeção de submarinos.
    E olha que a UFRJ é parceira da Petrobrás na pesquisa de tecnologias de perfuração,grande parte ca capacidade adquirida pela petrobrás na exploração de petroleo em alto mar passou pela UFRJ.

  7. Outra coisa,foram enviados a frança uma equipe de engenheiros da marinha para aprender as tecnicas de corte das placas de aço,com equipamentos de corte a laser,algo que não temos aqui.

    Amigo acho que quando a coisa é boa independente se é francesa,sueca,russa,japonesa,ou etc,temos que elogiar,ninguém ofereceu isso ao brasil antes,agora que os outros estão correndo atrás do tempo perdido.

    Não importa se o gato é preto ou branco, desde que apanhe ratos”,

    Deng Xiaoping.

  8. Ae Jak! Você realmente conhece esses cursos de engenharia assim meu camarada?!
    Você sabe o que esses engenheiros estão aprendendo lá?

    Tanta contestação e tanta certeza… Não sei por que mas não vejo os técnicos ou os engenheiros reclamando ou questionando…
    Ah, já sei, você vai dizer que é por que eles estão na europa com tudo pago e ainda vão colocar no currículo né?
    E aí descamba para a politicagem de sempre que os franceses não prestam e etc…

    E se não fossem eles e fossem os americanos ou até os russos então ouviriamos as mesmas críticas de sempre…

    Parabéns aos engenheiros e a DCNS que vem cumprindo com todo o acordado exemplarmente.

  9. jakson almeida:

    “Paulo se o governo investir serio ate o senai faz um sub.Agora como disse o MO isso ai ta parecendo curso de vereador.Se é pra fazer TT os engenheiros deviam e estar na DCNS.”

    Ainda bem que o Brasil não tem muitos analistas como vc amigo..

  10. BARCA,
    Assino embaixo camarada!
    Mas se fosse de outra nacionalidade não seria JACA, seria um “pickles” ou “gulash” ou sei lá…

  11. Em 27 de Maio de 2010 foi iniciado o corte de chapa do primeiro primeiro submarino de propulsão convencional SBR da Marinha brasileira, o feito realizado em Cherbourg pela DCNS foi o marco inicial do contrato entre a DCNs e a Marinha do Brasil.
    Os trablhos estão sendo efetuados de acordo com o cronograma previsto e extamente agora, dá-se início a segunda fase do acordo, o programa de transferência de tecnologia e know-how.

    Tendo sido iniciada em 7 de Junho passado, a 2ª fase do programa visa a formação dos técnicos e engenheiros que trabalharão nos futuros navios da Marinha, um total previsto de 15 submarinos convencionais e 6 nucleares.

    Os vinte e quatro primeiros técnicos e engenheiros que chegaram a Cherbourg -França no dia 7 de Junho receberão cursos de especialização em metal e solda de chapas grossas, de forma a absorverem o KnowHow formação teórica e prática dos conhecimentos necessários para compreender uma nova tecnologia.

    Em 18 de Julho, juntar-se-ão a estes as outras equipes de electricistas, mecânicos, caldeireiros. Esses cursos serão efetuados até o final de 2012, estas equipes retornarão então ao Brasil de onde partirão para a construção da seção traseira do submarino, sendo este trabalho todo efetuado na nova Base Naval e estaleiro que encontra-se em construção em Itatiba RJ.
    Segundo o periódico Lamanchelibre, o desafio é que, até 2013, àas seções traseiras e dianteiras do primeiro submarino sejam conectadas processo o qual será efetuado no Brasil.

    https://pbrasil.wordpress.com/2010/07/12/dcns-transferencia-de-tecnologia-nos-submarinos-brasileiros/

    Amigo vc tem que analisar os fatos antes de falar,pesquise,é horrível ser desinformado assim e desinformar os outros falando o que não sabe!

  12. Peguemos como exemplo o pro-alcool e o bio-diesel que são tecnologias desenvolvidas e feitas no Brasil,alguem acha que elas foram faceis ao contrario(não entrarei em detalhes técnicos)no entanto o governo investiu pesado nelas,ja o sub nuclear da marinha ficou quase parado por trinta anos.Agora vamos pegar a Embraer como outro exemplo, ou alguem acha que é facil projetar e construir um avião, no entanto a Embraer o faz e muito da tecnologia envolvida foi desenvolvida no brasil.O pro-alcool, o bio-diesel e a Embraer são exemplos da capacidade e da competência dos brasileiros.A marinha e as empreiteiras brasileiras não tem competência pra construir um estaleiro e uma base naval.Porque precisamos dos franceses?Tem o sub nuclear,mas ele tera 120m e deslocara cerca de 6000 toneladas e o grosso do “trabalho” sera feito pelos brasileiros.Onde entra o scorpene ai?

  13. Galileu disse:

    Como dizia meu avô de 86 anos….
    “Desde criança eu escuto a mesma ladainha e NADA muda”

    O FX da fab já é dificil de acreditar, essas compras da marinha então…..
    Se o próprio GF disse que não sabe de onde virá o $$ pro FX, pra marinha então……. ahhahah
    Poque será que todos projetos se arrastam a décadas??
    Tenho certeza que se tivesse grana sobrando já teriamos tudo que nos falta.

  14. Mais uma, o que dizer de um pais em que em suas leis esta autorizada a propina pra ganhar concorrências.

  15. ENTÃO ja esta definido

    f18 americanos
    navios ingleses
    tanques modernizados pelos mesmo
    tecnologia para o kc390 inglesa
    e futuramente navio-aeródromo da classe “Queen Elizabeth” e o HMS Illustrious da classe “Invincible” para os f18

    preucupação os submarinos,e helicopteros franceses terão algum tipo de retaliação da frança pois o rafale não foi comprado ,tipo atrasos,total transferencia como dizia a marinha de tecnologia em duvida pois os franceses não deixaram barato isso
    e não adianta vir com essa de ta no contrato pois não sabemos o que de fato esta ali vamos pensar nisso

    unica esperança talvez ,talvez,de que a iveco transfira alguma coisa como foi dito
    para os tanques de guerra guarani

    EU agradeço ao presidente por tentar mudar algo mais não deu
    a mesma situação do submarino alemão vai se repetir de novo sera que algum dia o brasil sabera fazer um submarino seja ele qual for

  16. BARCA :
    Outra coisa,foram enviados a frança uma equipe de engenheiros da marinha para aprender as tecnicas de corte das placas de aço,com equipamentos de corte a laser,algo que não temos aqui.
    Amigo acho que quando a coisa é boa independente se é francesa,sueca,russa,japonesa,ou etc,temos que elogiar,ninguém ofereceu isso ao brasil antes,agora que os outros estão correndo atrás do tempo perdido.
    Não importa se o gato é preto ou branco, desde que apanhe ratos”,
    Deng Xiaoping.

    Tem sim:

    http://buzas.com.br/tecnologia/

  17. Atitude francesa muito boa!! Parece que tao querendo mostrar mesmo que “com eles” existe TT e pelo jeito ta funcionando… Agora o que brocha é ter que ler toda vez as previsoes futuras do SNB…. que geralmente sao de 2025 pra frente… que dureza!!! Será que num tem jeito de dar uma aceleradinha nisso naum??? Sds.

  18. Da pra projetar submarinos com o desenho técnico da faculdade? Hahahahaha.

  19. não saco nada de aerodinâmica de fluídos… porém… vamos ‘colar’ da natureza e desenhar um sub-style peixe agulhão (o mais rápido do mundo)…rsrs

  20. Caro barca, o problema do Jackson Almeida é mental, o cara sismou com os franceses, ele andou ouvindo muito o sofista Vader, e acabou pirando de vez.

  21. Luiz9medeiros :
    Ae Jak! Você realmente conhece esses cursos de engenharia assim meu camarada?!
    Você sabe o que esses engenheiros estão aprendendo lá?
    Tanta contestação e tanta certeza… Não sei por que mas não vejo os técnicos ou os engenheiros reclamando ou questionando…
    Ah, já sei, você vai dizer que é por que eles estão na europa com tudo pago e ainda vão colocar no currículo né?
    E aí descamba para a politicagem de sempre que os franceses não prestam e etc…
    E se não fossem eles e fossem os americanos ou até os russos então ouviriamos as mesmas críticas de sempre…
    Parabéns aos engenheiros e a DCNS que vem cumprindo com todo o acordado exemplarmente.

    Menos o BRASIL, q a td dia adia o resultado do FX2 ,Sds.

  22. Barca você disse que não tem empresas no Brasil que fazem cortes de chapa de aço usando laser,po consulta o guia NEI e você vai ver uma p… de empresas que usam laser,agua e se bobear ate pau de fumo.
    PS:Vai la no link que o Charles postou.

  23. jakson almeida o Scorpene entra com o casco,software,um casco com baixa detecção a sonar,os instrumentos aparelhos do scorpene ficam suspensos afim de evitar vibrações eu li certa vez num forum,fora a capacidade de lançar misseis submersos,o scorpene é um grande submarino,a marinha escolheu o scorpene por ele caber como uma luva com o nosso motor.
    Quanto ao estaleiro para um subnuclear,não é um estaleiro qualqur,é altamente complexo,apenas,E.U.A,INGLATERRA,FRANÇA,CHINAe mais dois que não me lembro tem capacidade pra construir um estaleiro para um submarino nuclear,é algo complexo ,o sistema re proteção para vazamento de radiação,vc lida com os isotopos que compoes o combustivel,tem que haver proteção para os trabalhadores,para o meio ambiente,normas e procedimentos extremamente complexos e envolve normas de segurança muito complexas.
    Quem elaborou todo o cronograma foi a marinha que está a anos batalhando nesse projeto.

  24. Se bom ou ruim, o que importa é que está saindo do papel para a prática.

  25. “jakson almeida o Scorpene entra com o casco…”
    O scorpene tem 65 metros de comprimento e largura de 5,6 metros,essa largura não permite o uso do reator brasileiro por isso o sub nuclear do Brasil tera 120m de comprimento e 6000 toneladas de deslocamento.Aonde esta a compatibilidade com o scorpene?

  26. jakson almeida para submarinos não tem,eu não conheço!

  27. Aconselho aos amigos a verem esse video e prestarem atenção na parte dos software de simulação,estamos aprendendo o que está nesse video,sendo que o nosso scorpene tem dois mudulos a mais do que está nesse video!

  28. Outra Barca, você disse que não temos capacidade de construir um estaleiro pra fabricação de sub nuclear devido a radiação,então o que estamos fazendo em Angra 3 montando uma usina de legos.

  29. Espero que haja alguma cláusula que impeça esses engenheiros de saírem da MB(se é que fazem parte da Marinha) caso contrário podem trabalhar para a DCNS…ou qualquer outro estaleiro necessitando de técnicos especializados.

    []’s

  30. 1 GRANDE PASSO NA HESTORIA NAUTICA BRASILEIRA
    PARABENS A ESA COPERACAO FRANCO-BRASILEIRO

  31. jakson almeida me diz qual empreiteira vc conhece que faria isso!
    Porque a marinha precisou dos franceses pra isso!

  32. A noticia é ótima, pra quem não gosta paciência…

  33. Pra esclarecer as dúvidas,esse texto foi tirado da página do Ministério da Defesa:

    SUBMARINO SCORPÈNE: A POSIÇÃO DA MARINHA

    Submarinos na estratégia naval brasileira

    Desde a década de 1970, levando em conta a vastidão do Atlântico Sul, natural teatro de nossas operações navais, e a magnitude de nossos interesses no mar, a Marinha do Brasil (MB) constatou, desde logo, que, no que tangia a submarinos, a posse de convencionais não era bastante. Para o cumprimento de sua missão constitucional de defender a soberania, integridade territorial e interesses marítimos do País, tornava-se mister dispor, também, de submarinos nucleares em seu inventário de meios. Aqueles, em face de suas peculiaridades, para emprego preponderante em áreas litorâneas, em zonas de patrulha limitadas. Estes, graças à excepcional mobilidade, para a garantia da defesa avançada da fronteira marítima mais distante.

    No presente momento, encontram-se em fase de negociações, a fabricação no Brasil de submarinos convencionais, e a do primeiro com propulsão nuclear, o que se constitui na maior prioridade do Programa de Reaparelhamento da Marinha.

    Sobre esse assunto foi criada, no dia 26 de setembro, último passado, a Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (COGESN), dentro da estrutura organizacional da Diretoria Geral do Material da Marinha. Essa Coordenadoria tem as atribuições de gerenciar o projeto e a construção do estaleiro dedicado aos submarinos e de sua base; de gerenciar o projeto de construção do submarino com propulsão nuclear; e de gerenciar o projeto de detalhamento do submarino convencional a ser adquirido pela MB.

    A COGESN foi criada pelo Comando da Marinha como forma de proporcionar uma melhor integração e sinergia entre todas as Organizações da Marinha, com foco no desenvolvimento de um submarino com propulsão nuclear. Essa criação tornou-se necessária, na medida em que, com a nova visão governamental no que tange à área nuclear e, em particular, à Defesa e à Segurança Nacionais, foram criadas condições para que a Marinha pudesse, mediante nova abordagem, levar adiante um empreendimento até aqui mantido no limiar da sobrevivência, à custa de sacrifícios orçamentários da própria Força Naval.

    Desde o final da década de 1970, a MB desenvolve, nas dependências de seu Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, um programa de desenvolvimento de tecnologia nuclear, visando, por um lado, o domínio do ciclo do combustível nuclear, que logrou êxito em 1982, com a divulgação do enriquecimento do urânio com tecnologia desenvolvida pela MB. Por outro, o desenvolvimento de um protótipo de reator nuclear capaz de gerar energia para fazer funcionar a planta de propulsão de um submarino nuclear. Este, ainda em desenvolvimento, com operação prevista para 2014.

    Paralelamente, para capacitar-se a construir submarinos, a MB, na mesma época, cuidou de adquirir, da Alemanha, a transferência de tecnologia de construção de submarinos, empregando, para tanto, o projeto do submarino IKL-209, à época, o modelo mais vendido no mundo. Foram, assim, construídos quatro submarinos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), colocando a MB no limitado rol dos países construtores desses engenhos.

    O que falta para alcançar as metas

    As principais pendências, no que tange à capacitação do País para construir um submarino nuclear, considerando já alcançada a meta do combustível nuclear, incluem:

    a) – o término da construção e a operação experimental do reator nuclear e da respectiva planta de propulsão. Com o compromisso do presente governo de aportar recursos, sua operação está prevista para 2014; e

    b) – não obstante ter logrado êxito na construção de submarinos no AMRJ, falta à Marinha a capacidade de desenvolver projetos de submarinos. O caminho seguido pelas potências que produzem submarinos nucleares foi o de, a partir do pleno domínio do projeto de convencionais, evoluir, por etapas, para um submarino nuclear, cujos requisitos, em termos de tecnologia e controle de qualidade, superam em muito aqueles de um convencional. Assim, o caminho natural para o Brasil seria, da mesma forma, o de desenvolver sucessivos protótipos, até que se chegasse a um projeto razoável, para abrigar uma planta nuclear. Como não se dispõe do tempo nem dos recursos necessários para tanto, a solução delineada pela MB, no intuito de – com segurança – saltar etapas, foi a de buscar parcerias estratégicas com países detentores de tais tecnologias e que estivessem dispostos a transferi-la.

    Tendo em vista, por um lado, a total exclusão tecnológica imposta pelas principais potências aos países que buscam o domínio das tecnologias nucleares, barrando-lhes o caminho, e, por outro a indispensável transição a ser feita entre os projetos de submarinos convencionais e nucleares, demandando que a associação fosse buscada com quem produz a ambos, restaram poucas opções.

    No momento, apenas dois países no mundo desenvolvem e produzem, simultaneamente, ambos os tipos de submarinos, o que limitou o campo de abordagem, respectivamente, à Rússia e à França. (Só foram considerados os fabricantes tradicionais. Pouco se sabe sobre o projeto chinês e os resultados obtidos. Na verdade, também eles vivem uma fase de aprendizado).

  34. A Rússia desenvolveu sua tecnologia nuclear e possui um projeto de submarino convencional, o Amur 1650 (imagem à esquerda), mas apresenta alguns óbices: não possui qualquer cliente no mundo ocidental, nessa área; seu projeto de submarino convencional ainda não encontrou, pelo que se conhece, algum comprador; o apoio logístico enfrenta dificuldades; e, o que a desqualifica definitivamente, não está disposta a transferir tecnologia. Só se interessa por vender submarinos, o que está muito longe das pretensões brasileiras.

    A França, por outro lado, também desenvolveu sua própria tecnologia, emprega métodos e processos típicos do Ocidente e de mais fácil absorção por nossos engenheiros e técnicos, além de ser um fornecedor tradicional de material de defesa para o mundo ocidental. No momento, exporta submarinos convencionais Scorpène (ver foto ao lado) para países como o Chile, a Índia e a Malásia. Acima de tudo, está disposta a – contratualmente – transferir tecnologia de projeto de submarinos, inclusive cooperando no projeto do submarino de propulsão nuclear brasileiro, excluídos o projeto e a construção do próprio reator e seus controles, que caberiam exclusivamente à MB. É exatamente o que interessa ao Brasil.

    DESTAQUE :

    Rússia:”O que a desqualifica definitivamente, não está disposta a transferir tecnologia. Só se interessa por vender submarinos, o que está muito longe das pretensões brasileiras.”

  35. A opção pelo Submarino Classe Scorpène

    O processo de escolha do Submarino Classe Scorpène foi longo, exaustivo e criterioso, e envolveu reuniões, visitas a países possuidores de submarinos nucleares e de submarinos dessa Classe, além de análises de diversos relatórios e intensas negociações.

    Assim, para se chegar à conclusão sobre o melhor projeto de um submarino convencional que atendesse a Marinha, executou-se uma extensiva pesquisa nos diversos modelos de submarinos disponíveis, junto aos países que os detém, para se conhecer as qualidades e limitações de cada um deles.

    Como qualquer projeto dessa complexidade, é natural que existam vantagens e desvantagens em cada uma das opções examinadas, avaliações que foram consideradas nos citados relatórios e que serviram de base para a escolha.

    lgumas características do projeto do Submarino Scorpène merecem especial destaque. Diferentemente do usual, apesar de tratar-se de um submarino convencional, seu projeto não constitui evolução de uma classe convencional anterior; pelo contrário, seu casco hidrodinâmico é derivado do submarino nuclear “Rubis/Amethyste”, mas mais compacto. Essa classe de submarinos, denominada classe Rubis (foto à direita), tem seis unidades em operação na Marinha Francesa. Além disso, emprega tecnologias usadas nos submarinos nucleares franceses, como o sistema de combate SUBTICS.

    Em decorrência, dentre as vantagens que apresenta, seu projeto destaca-se por facilitar uma rápida transição para o nuclear, haja vista sua forma de casco clássica daquele tipo de submarinos, com hidrodinâmica apropriada para elevados desempenhos em velocidade e manobra.

    À esquerda, pode-se observar a diferença entre um casco tipicamente de nuclear – como o do Scorpène (figura ao lado, acima) – comparado com o de um convencional clássico, um IKL-209 (figura ao lado, abaixo).

    Além das peculiaridades de projeto, o Scorpène tem a vantagem de empregar os mesmos sistemas (sensores, sistema de combate, armamento, sistema de controle da plataforma etc) existentes nos submarinos nucleares franceses. Ajustes de software compatibilizam as diferentes necessidades de desempenho. Do ponto de vista logístico e de atualização tecnológica constitui diferencial respeitável.

    Assim, considerando a necessidade brasileira de abreviar processos, – na verdade, queimar etapas, sem jamais comprometer a segurança –, a escolha do projeto do Scorpène, para servir de base ao desenvolvimento do projeto do nosso submarino de propulsão nuclear, resulta de aprofundados estudos e amadurecido processo de tomada de decisão. No entender da Marinha, essa escolha constitui a opção de menor risco para o êxito da empreitada, de resto, um acalentado sonho da Força Naval há, já, trinta anos.

    Os submarinos serão construídos no Brasil. Nesse caso, o modelo do submarino Classe Scorpène será adaptado por nossos Engenheiros Navais. O índice de nacionalização será bastante elevado, havendo em cada um mais de 36.000 itens, produzidos por mais de 30 empresas brasileiras.

    O acordo com a França, país que possui grande experiência no assunto e tecnologia bastante moderna, visa abreviar as etapas da parte não nuclear do submarino de propulsão nuclear, com a transferência de tecnologias de projeto e construção. Existe também um grande interesse da Marinha em conseguir que empresas francesas transfiram a indústrias nacionais a capacidade de fabricação de importantes equipamentos, que possuem requisitos de desempenho bastante rigorosos, exigidos para a operação em condições extremamente severas, como é o caso de submarinos.

    Esse convênio está em fase final de discussão, mas, ressalta-se que, nos moldes pretendidos pela Marinha, ele prevê a transferência de tecnologia para a construção de submarinos convencionais e para a parte não nuclear do submarino com propulsão nuclear. Como exemplos, podemos mencionar a estrutura do casco resistente, as condições de desempenho hidrodinâmico, os periscópios, sistemas de combate e de comunicações, o teste dos hélices em laboratórios especializados, entre outras áreas.

    Considerando a garantia dada pelo Governo Francês da transferência da tecnologia e as experiências positivas observadas sobre o Submarino da Classe Scorpène, a Marinha não teve dúvida em optar por essa obtenção.

    CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA

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    http://www.mar.mil.br/menu_v/ccsm/temas_relevantes/submarino_Escorpene.html

  36. Me desculpem pelo longo texto,mas achei importante colocar ele por inteiro!

  37. Barca a parte estrutural de alvenaria pode ser construida por qualquer construtora ja a parte em que se trabalhara com o reator ela precisa ser protegida então empresas como Nuclebras e a Eletrobras que esta coordenando a construção de Angra 3 tem capacidade de gerenciar o processo.
    http://www.eletronuclear.gov.br
    http://www.nuclep.gov.br

  38. Em 1950 se utilizava uma prancheta pra desenhar um submarino e em seguida se fabricada modelos em escala reduzidas pra avaliar o desenho do produto que depois seguia em alterações do desenho sendo que se podia desenhar dezenas talvez ate centenas de plantas do submarino.
    Em 2010 existe um invento chamado “computador” que permite que se desenhe e crie modelos virtuais os quais chegam as dimensões necessárias do submarino assim se permitindo a construção de um modelo de serie real.
    PS:A Embraer esta usando esse processo no kc-390 que resultara em um modelo definitivo do cargueiro.

  39. SUBTICS em ação,aconselho aos amigos verem o video para entenderem bem o que os nossos scorpene podem fazer:

  40. jakson almeida vc vai ter que questionar a marinha,essas informações são dela,não inventei nada amigo!

  41. A única critica que tenho são as pessoas lançarem dúvidas ou julgamentos sobre o trabalho dos outros sem muitos argumentos,a marinha está de parabéns,está dando um Showwwwwwwwww na FAB.

  42. O software de simulação se chama Catia e foi desenvolvido pela Dassault Sistemes do grupo Dassault e é usado no Brasil a muito tempo,inclusive em projetos navais.

  43. “Barca a parte estrutural de alvenaria”

    Alvenaria,é isso mesmo o que estou lendo alvenaria…rsrs

  44. Barca,

    muito legal o vídeo. Legal mesmo!

    sobre os nossos subs, é dalí pra mais.

    abração

  45. É isso mesmo barca, é a estrutura dos edifícios ou você achou que o estaleiro seria um buraco cheio de agua.

  46. Viu Barca como no Brasil se pode construir um estaleiro complexo que constroem navios complexos.

  47. Barca conheça um estaleiro frances da DCNS que constroi o submarino balistico Lê Triumphant (nuclear)e observe a estrutura de alvenaria(as paredes, as colunas, etc).

  48. Jakson acho que fico com a Marinha,não sou eu quem disse isso,foi a Marinha de Guerra do Brasil,não é estaleiro de navio complexo,aqui no RIo na Baia de Guanabara existem estaleiros capacitados,digo um estaleiro para submarino Nuclear,repito Nuclear,existe procedimentos d segurança,se temos essa capacidade para fazer como vc disse,porque a Marinha precisou da DCNS.
    Bom Jakson entre o que vc fala e a Marinha fico com a Marinha.

  49. BARCA :
    Jakson acho que fico com a Marinha,não sou eu quem disse isso,foi a Marinha de Guerra do Brasil,não é estaleiro de navio complexo,aqui no RIo na Baia de Guanabara existem estaleiros capacitados,digo um estaleiro para submarino Nuclear,repito Nuclear,existe procedimentos d segurança,se temos essa capacidade para fazer como vc disse,porque a Marinha precisou da DCNS.
    Bom Jakson entre o que vc fala e a Marinha fico com a Marinha.

    LE JABA EM MI COTE BANCARIE!!!

  50. Qual seria o Técnico ou cientista que entraria num estaleiro para construção de um submarino nuclear,sem a parte nuclear,como iriam carregar o motor com os isotopos,prova que a marinha escolheu bem são esses videos.
    O que vc viu nesse video é o submarino pronto para o lancamento,cara apenas 6 paises no mundo tem essa capacidadem,não é algo simples,esse projeto da marinha ficou 30 anos emperado,por dois motivos que nos atrapalhava:

    1º-Não tinhamos capacidade para produção do casco.
    2º-Não tinhamos um estaleiro,dentro da prioridade do governo de nacionalização,nenhuma empresa do brasil topou esse projeto com 100% desenvolvido pelo brasil,porque é um projeto de alto risco,nenhuma empreiteira aqui no Brasil tem essa capacidade.

    Se construissimos esse estaleiro segundo os seus critérios acho que nem vc teria coragem de ter essa bomba construida na sua cidade.

    Vou te dar um exmeplo bem didatico,a Rússia por exemplo que teve sua doutrina naval baseada em submarinos nucleares,sabe quantos estaleiros a Antiga União Sovietica possuia apenas 3,ai vc vê o quanto é complicado construir um estaleiro desse porte.

  51. Olha isso aqui:

    “KNOW-HOW Os EUA têm a maior frota de submarinos nucleares do mundo e apenas três estaleiros para construí-los”

    http://www.defesanet.com.br/mb1/sub_nuc_3.htm

    Tão fácil né Jakson construir um estaleiro desses né….rssrsr

    Os E.U.A possuem apenas três capacitados,e olha o tamanho da marinha deles.

  52. Acho que isso encera a suposta facilidade de construção desse estaleiro.

  53. Barca se eu me lembro a dois estaleiros nos Estados Unidos que constroem sub’nucleares sendo eles:
    O Northrop Grumman Newport News.
    E o Eletric Boats.
    Porque esses paises precisariam de “trocentos” estaleiros.

  54. Barca não distorça a informação conforme seu interesse.Poste a materia na integra.

    Marinha do Brasil
    DEFESA@NET 26 Janeiro 2008
    Isto É – 30 de Janeiro de2008 – Ed. 1995

    Em busca da soberania
    Retomada do projeto do submarino nuclear não pode
    depender de oscilação orçamentária
    Parte 1 – Parte 2 (entrevista Alm Moura Neto)

    CLÁUDIO CAMARGO

    Mais do que apenas fazer declarações em conversas reservadas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem feito movimentações concretas para retomar por completo o programa do submarino nuclear brasileiro. O primeiro passo nessa direção foi dado no ano passado, com a liberação de R$ 1,1 bilhão para a conclusão do reator nuclear desenvolvido pela Marinha. O próximo passo será dado nos próximos dias, quando os ministros Nelson Jobim, da Defesa, e Mangabeira Unger, das Ações a Longo Prazo, embarcarem para a França e para a Rússia em busca de alianças estratégicas e cooperação tecnológica. Os dois ministros serão acompanhados pelo comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Júlio Soares de Moura Neto.

    O programa do submarino nuclear brasileiro foi iniciado em 1979, interrompido na década de 1990 – por dificuldades financeiras e pressões americanas – e parcialmente retomado meses atrás. Ele é composto de três etapas básicas: o domínio do ciclo do combustível nuclear, a fabricação do reator e a construção do casco do submarino. A primeira parte foi muito bem-sucedida: graças aos esforços do Centro de Pesquisas da Marinha, em Aramar, o Brasil hoje domina a tecnologia de enriquecimento de urânio, desenvolvido através do método das ultracentrifugadoras. A segunda fase, a da construção do reator, está bastante avançada, restando apenas recursos para sua finalização – o R$ 1,1 bilhão liberado em 2007. A última etapa, a da fabricação do casco, exige muita sofisticação tecnológica e ainda necessita ser desenvolvida. É exatamente nessa etapa que reside a importância da viagem dos ministros.

    KNOW-HOW Os EUA têm a maior frota de submarinos nucleares do mundo e apenas três estaleiros para construí-los
    Apesar dos avanços recentes, o caminho a percorrer ainda é longo. A fabricação de um submarino nuclear, da concepção do design básico e ao detalhamento da engenharia, é um processo que exige de 12 a 14 anos de trabalho, de acordo com estudo da Rand Corporation, centro de estudos americano. Pelas dimensões desse tipo de embarcação – comprimento de cerca de 90 metros por dez metros de diâmetro –, a fabricação demandará instalações que, no Brasil, só a Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (Nuclep) tem atualmente. A fase mais longa desse processo, que dura de oito a dez anos, é a montagem do submarino, que exigirá um tipo específico de estaleiro, de que o Brasil ainda não dispõe. “Os Estados Unidos, que têm a maior frota de submarinos nucleares do mundo, possuem apenas dois estaleiros para construí- los”. A Rússia tem três estaleiros, a França dois e o Reino Unido e a China, um cada um.

    Duas conseqüências advêm dessa situação. A primeira é que a decisão de construir o submarino nuclear é estratégica, uma decisão de Estado, que não pode ficar ao sabor de contingências orçamentárias, como aconteceu até o ano passado. A maturação de um projeto dessa natureza é necessariamente de longo prazo e implica investimentos constantes para que se chegue a bom termo. A segunda é que o Brasil provavelmente deverá buscar formas de cooperação internacional para a construção e montagem do casco do submarino nuclear. Mas o desafio da missão dos ministros no Exterior é o de obter cooperação sem, contudo, trazer consigo a dependência. Veja-se o caso da Índia, que deve lançar seu submarino nuclear ao mar já em 2009. Para treinar as futuras tripulações, os indianos arrendaram da Rússia um SNA por três anos. A Rússia também prestou assistência tecnológica para que a Índia desenvolvesse seu submarino.

    A retomada do programa do submarino nuclear no Brasil também não pode ser vista como uma resposta conjuntural às supostas ameaças de vizinhos instáveis. É um programa de longo prazo, que só começará a produzir resultados concretos entre 2020 e 2024. A tarefa de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva incumbiu o ministro Nelson Jobim é estabelecer os objetivos de longo prazo do Brasil e preparar uma capacitação tecnológica e industrial para tal desafio, em lugar de buscar na prateleira os equipamentos militares de que necessitamos. Daqui a uma década, os desafios serão outros. Em 2020, o petróleo estará bem mais escasso no mundo e o Brasil, com a perspectiva de desenvolver as novas jazidas na Bacia de Santos, estará entre os primeiros exportadores do mundo. Teremos também, com a descoberta de novas jazidas de urânio no Ceará, a primeira ou segunda reserva desse minério do mundo. Os interesses a proteger serão, portanto, muito mais extensos e diversificados do que os que hoje conseguimos enxergar.

    Na reportagem se menciona duas informações que se contradizem:

    “KNOW-HOW Os EUA têm a maior frota de submarinos nucleares do mundo e apenas três estaleiros para construí-los”
    “Os Estados Unidos, que têm a maior frota de submarinos nucleares do mundo, possuem apenas dois estaleiros para construí- los”

    Eu me lembro de dois como eu postei acima.
    O Northrop Grumman Newport News.
    E o Eletric Boats.

  55. O problema não é desenvolver localmente tecnologia…
    Essa ladainha de novo…

    Você mesmo citou ainda no início da conversa Jakson, tecnologias que aqui foram desenvolvidas com pesado investimento do governo, então fico no paralelo do seguinte:

    Estamos comprando e pagando hoje para ter um adiantamento no processo (um processo que está atrasado) e a própria Marinha já citou isso, é uma “quebra de barreiras” cortar etapas, assim como o associação com a Cyclone em Alcantara e como deverá ser no F-X2 e assim como foi no Guarani do Exército, aliás, pagar para a IVECO para fazer aquilo que já sabemos pode, o problema é o sentimento anti-franco.

    Deve se ter consciência de que estamos comprando hoje para fazer o nosso depois e o SNBR é exemplo, pagamos por consultoria, para encurtar as distâncias, fora desse espectro faríamos por conta própria no dobro ou triplo do tempo e nossas necessidades são urgentes.
    Fora cortes de verba e etc… Parace que tem gente que esquece que vivemos no Brasil, onde os nossos governantes dão mais valor em pagar o que se deve fora do que o que se deve dentro, então mais um ponto para a quebra de barreiras.

    Aliás, se fosse ficar por aqui todo o processo, pode ter certeza que teria jabá e perda de dinheiro do mesmo jeito, mas se é para perde-perde como certamente é a relação comparativa, eu prefiro perder em menos tempo.

    Só um exemplo também Jakson, Angra 3 não utiliza tecnologia nacional é o molde de Angra 2, ou seja, tem nada de tupinambá no processo de construção…

    Concordo inteiramente que levantar prédios nós sabemos fazer e aliás por isso que a maior parte desse negócio está nas mãos da Odebrecht (ah! por ter um nome de fora deve ser esse o problema agora).

    Por favor, vamos parar de chorar e ver que ao menos está andando… O agora vão me dizer que não está andando também?

  56. jakson almeida não tenho essa mania,tanto que se vc ver dou o link para os textos!!
    Pelo contrário,eu dou muito valor ao trabalho dos outros,e não invento,ou desinformo é só vc ver os links,qualquer coisa vc tem que reclamar com as fontes que dei abaixo!

  57. Luiz9medeiro falou tudo !

  58. Luiz9medeir:
    O guarani e um conceito sem avaliação operacional, ou seja ele esta super dimensionado pra algumas operações e subdimensionado pra outras deveria ter sido desenvolvido um blindado 4×4 e outro 8×8 e atendendo ao EB e aos fuzileiros, então cade a tal da secretaria de compras militares.
    Angra 3 utiliza um conceito de projeto estrangeiro mas que foi nacionalizado com pleno dominio brasileiro.
    Os cerca de R$20 bilhões permitiria construir dois estaleiros no Brasil mas o sub-nuclear.

  59. jakson almeida para descontrair o clima amigo,dedico esse video a vc,mas cuidado para não passar mal(brincadeira),olha quem está no video firme e forte…rsrrs

  60. E pra finalizar: trabalhei durante 9 meses com meu irmão que é serralheiro e durante esse tempo não consegui aprender a fazer uma solda decente. Se alguns aqui acham que é fácil cortar umas chapas e soldar, deviam experimentar soldar dois pedaços de ferro em uma simples serralheria pra ver como é difícil… imagine então um submarino que tem que aguentar a pressão, tem que navegar e ainda por cima proteger a vida de seus tripulantes. É fácil, papudo?

  61. Jakson, Editores do Blog, Demais foristas,

    Olha isso aqui passou dos limites, por obséquio, falar mal do Rafale que não voou e tal, do Gripen do F/A-18, do A-12 São Paulo, do Scorpene, do escambal à 4, tudo bem…

    Mas,

    jakson almeida :Luiz9medeir:O guarani e um conceito sem avaliação operacional

    Por favor, isso é absurdo, inverdade, descabido, fora de propósito e se alguém a Imbel do próprio EB que estiver envolvido no processo observar esse comentário tenho certeza de que ficará muito infeliz por ver que seu trabalho foi tão mal ou pessimamente divulgado!

    O Guarani foi desenvolvido especialmente de acordo com as necessidades de seu único e exclusivo cliente: Exército Brasileiro. O seu conceito permaneceu sendo de 6×6 devido ao seu antecessor, ao conhecimento de longa data que o EB possuí na utilização deste vetor e portando nada mais lógico que dar sequência a esta filosofia, e incluindo aspectos de mobilidade (dimensões e pesos calculados para serem transportados em C-130 ou KC-390).

    Versões do Guarani devem vir no futuro e a versão 8×8 já é pensada pelo próprio EB, porém precisamos primeiro do mais urgente, de substituir os velhos Urutu.

    No mais, esses valores de construção, 20 bi para fazer o estaleiro aqui, tem certeza? Obras deste porte e espectro e principalmente por suas regiões sensíveis não são baratas além de demandarem obras não somente no local, como em adjacências e etc… Vejo que existe a vontade por parte de muitos para moralizar processos no Brasil e se evitar a gastança pública, sinceramente com o contato que já tive com obras em minha cidade vi que por diversas vezes o que parece ser o mais bobo ser na realidade o mais caro.

    Peço desculpas se fugi à alguma regra da blog.

  62. Nick :Espero que haja alguma cláusula que impeça esses engenheiros de saírem da MB(se é que fazem parte da Marinha) caso contrário podem trabalhar para a DCNS…ou qualquer outro estaleiro necessitando de técnicos especializados.
    []‘s

    100% good remark!
    This is part of the organisation of a top military national complex.Implies rights and duties and discipline and long term commmitment and close surveillance of civil staff and installations on a daily base.CEA spy case happened in France in the past …Counter terrorism surveillance staff is needed.

  63. Luiz Medeiros, a questão é simples.
    No universo só tem três tipos de fenômenos:
    Os que só Deus sabe, os que nem Deus sabe e os que Deus nem quer saber, acho que este ai se enquadra perfeitamente nos dois últimos…
    Não perca seu tempo, é chover no molhado.
    Tem coisa aqui que já foi mais de 1000000 de vezes desmentidas e reexplicadas, mas não adianta, devido ao vácuo existente na região compreendida entre uma orelha e outra o som não se propaga e não chega ao seu destino.
    Cheguei a conclusão que trata-se de mais um ciclope, que mantém o seu mesmo ponto de vista e não tem jeito, mesmo que quisesse só teria um ponto de vista.
    Por isso meu amigo, não esquenta que não vale a pena.
    abraço
    E.M.Pinto

  64. BARCA no primeiro video me parece ser mostrado um SSK Agosta 90B Class Attack Submarine:
    Key Data
    Crew36 + 5
    Length67.6m
    Draught5.4m
    Surface Displacement1,510t
    Submerged Displacement1,760t
    Maximum SpeedOver 17kt
    Range10,000nm
    e não o Scorpene.
    Este programa com a DCNS é longo e sempre deve existir um primeiro passo. Acredito ser dificil para a DCNS colocar engenheiros brasileiros diretamente em seus estaleiros, na primeira oportunidade. Mais dificil ainda é transferência de tecnologia. O que acontecerá será o mesmo que ocorreu com o programa com os Alemães. Faremos juntos o desenvolvimento, desde da homologação dos materias até a integração de sistemas de armas. É o que espero, nada mais que isso. Se a França desejar, ela têm condições de formar uma academia no Brasil para desenvolvimento de submarinos. Mais ou menos o que fez com a Embraer, ITA e CTA. Porém, deve existir demanda para uma escola como esta. Quantos submarinos serão fabricados? por quanto tempo? Tudo é possível.
    Jackson, me desculpe meu caro, mas seus conceitos são básicos demais. O Catia é um sofware de modelamento 3D, que pode simular instalações em alguns modulos e de FEM. É largamente utilizado na industria automobilística e aeroespacial. Existem milhares de licenças deste software e técnicos (não é necessário ser engenheiro para pilotar um Catia, muito pelo contrário) no Brasil. Seus concorrentes neste mercado de CAD são tão bons quanto ele como o UG, Pro/Engineer (sw high end) e fazem exatamente a mesma coisa com menor ou maior dificuldade (restrições). Agora oque não se encontra fácil no Brasil são engenheiros que façam uma simulação de CFD -Computational fluid dynamics- e simulação acústica/ruído. Conheço alguns. Espero que a Marinha (e ai está meu temor) tenha selecionado os melhores cerebros nestas áreas. O que acho um tanto quanto dificil, pois o know-how está no mercado civil hoje, onde os recursos como uma lincença de sw CFD podem existir por conta de demanda do mercado/projetos na industria automobilistica, energia, hidraulica, espacial. Duvido que a Marinha do Brasil tenha uma linceça de um sw CFD, pois não teria como sustentá-la.
    Então, os Franceses deverão entender o nível de conhecimento dos Brasileiros e saber com que recurso humanos irão trabalhar. Acho que este é o primeiro passo.
    Temos a mania no Brasil de ter sentimento de vira-lata, correto?! mas não podemos ter a falsa impressão de que tudo que é feito aqui é bom ou o melhor do mundo. Os recursos educacionais são sugados pela máquina do Governo. As Universidades não têm um planejamento estratégico de formar engenheiros de desenvolvimento. Forma engenheiros para o mercado produtivo. As empresas, se desejarem, terminam esta formação do engenheiro e o transformam em engenheiros de desenvolvimento. Têm muito recurso humano no Brasil sendo desperdiçado.
    Se a França deseja (isso têm que ser aferido) realmente compartilhar seu conhecimento e futuramente seu mercado de submarinos com o Brasil, melhor pra gente. Eu acho que eles estarão sempre 20 anos na frente do Brasil. A Suécia, por exemplo, abriu mão de sua industria de automoveis. Não é mais estratégico para ela, entregou para Holandeses e Chineses.
    O Brasil começa a entregar seu parque fabril pra Coreanos/Mexinos/Argentinos e Chineses. O que fazemos é fabricar, nada de desenvolvimento e o que se ve são carros cada vez com menor valor agregado sendo produzido no Brasil. Como somos caros para produzir carros e não temos capacidade de desenvolvimento local, o futuro é negro para o Brasil. E isso irá ocorrer logo. E dai adeus dinheiro para o Bolsa Família. Nosso Presidente Sindicalista e seus companheiros, não têm capacidade para enchergar o que se avizinha. Infelizmente. Não somos mais mão de obra barata, somos caros, devido ao custo Brasil. Vivemos em um país socialista, onde, alguns pagam impostos, outros ganham bolsa ajuda. Isso não se sustentará por muito tempo, pois com a facilidade de empresas montarem fabricas aqui no Brasil para produzir veículos fake, de baixo valor, sem metas de exportação, e ganhando descontos fiscais e financiamento do BNDES, dá a falsa impressão de que estamos gerando empregos. São empregos de baixa capacidade intelectual, onde um robo faz melhor e mais rápido. Os empregos de maior valor estão sendo transferidos para India, China, Coreia, Europa, Estados Unidos, Japão. E em breve para Argentina e México.
    Mas quem vai enchergar isso tudo? CUSTO BRASIL!

  65. Fica ainda aquela perguntinha básica no ar: com a fábula que os franceses estão recebendo, não seria melhor aplicar esse dinheiro aqui mesmo em P & D? Lógicamente que o caminho seria mais longo e tortuoso.Entretanto, ao final alcançaríamos a tão sonhada e desejada independência no projeto e construção de submarins nucleares, o que é mais desejável em especial pelo mau hábito francês de assinar contratos, apropriar-se do conhecimento alheio, embargar a entrega do objeto para ao final vender aquele mesmo produto desenvolvido com seu conhecimento, tecnologia e requisitos para o seu inimigo.

  66. Caro Wolf eu apenas quis dar uma explanação básica sobre os software de CAD e simulação, mas existem no Brasil empresas e engenheiros capacitados a desenvolverem e utilizarem tais tecnologias.Eu recomendo a você pesquisar sobre o túnel de vento (virtual)da Embraer que foi desenvolvido no brasil.Agora o que nos estamos vivenciando no brasil e uma desindustrialização promovida pelo governo que prevere vender minério de ferro(como exemplo)e comprar chapas de aço acabadas da China,o hms tireles apresentou de forma simples e perfeitamente compreensível para aqueles pseudo-informados que acham que compensa comprar o produto com uma “suposta proposta de TT” do que desenvolvera mesmo que isto custe tempo e recursos.
    Para construir um sub-nuclear temos tres fases no processo:
    1ª-O enriquecimento de urânio.
    O brasil desenvolveu e domina todo o ciclo,inclusive com destaque para as ultra centrifugas.
    2ª-O reator nuclear.
    O Brasil ja o desenvolveu e construiu.
    3ªO desenvolvimento do casco.
    Nesse momento que ja passamos pelas duas primeiras fases, que são as mais criticas do projeto, vamos simplesmente dar R$20 bilhões de bandeja para os franceses.Com esse dinheiro poderíamos construir dois estaleiros e fabricar nos mesmos nosso sub-nuclear,então veja que o vácuo dos pseudo informados ja lhes sugou o bom discernimento e a inteligência.

  67. Acho massa ver (ler)o “debate” entre Barca e o Jackson Almeida, me divirto muito kkkkkkkkkkkk. Mas, para marcar posição penso na mesma linha que o Barca.

    Abraço a todos, aprendo mais a cada dia.

  68. 20 bilhões não é somente para o desenvolvimento do casco, é para consultoria no desenvolvimento do casco, na integração de sistemas e tudo mais relacionado ao processo de fabricação do equipamento no Brasil ou com o maior índice de nacionalização possível, além de abranger a construção do estaleiro.

    20 bilhões não vão só para o sub nuclear mas também para construção e TT (que você não acredita) para a construção dos submarinos convencionais.

    20 bilhões é o dinheiro que estamos gastando para adiantar o processo e é também dinheiro aplicado em P & D dado que engenheiros estão recebendo capacitação para isso aprendendo sem ter que tomar trezentos tombos, aprendendo mais rápido.

    Claro que é caro, se investissemos em P&D ao longo de muitos e muitos anos teríamos o mesmo resultado, mas o custo seria menor? Não se sabe, ainda mais por aqui.

    HMS Tireless, eu questiono de volta, mesmo com esses riscos que você gosta tanto de mencionar, podemos esperar 30 ou 40 anos para ter o SNBR baseando-se no fato de que o investimento em P&D ocorrerá em níveis como os que tivemos até agora e chutando o tempo para cima (acredito que seria em menos até) para contar com eventuais problemas que surgissem. Podemos então esperar mesmo nas melhores possibilidades um intervalo de (pensando que o SNBR seguirá o cronograma) de ao invés de 12 anos para o primeiro teríamos 24 anos?

  69. Vale ressaltar que realmente o desenvolvimento do reator é a parte mais crítica de um SSN. Basta recordar que o primeiro SSN britânico, o HMS Dreadnought, era propulsado por um reator americano S5W enquanto não era desenvolvido o reator para a classe seguinte, a Valiant. Não teria então sido melhor, já que a meta era cortar etapas, comprar um reator dos franceses enquanto o nosso nao ficaria pronto já que o casco poderia ser tranquilamente desenvolvido aqui?

  70. Bem, parece que vai sair mesmo este nosso Submarino scorpene,e até mesmo o Nuclear.

    Aqueles que diziam que não teríamos tranferencia de tecnologias com os franceses, que eles nunca nos “ensinariam fazer”… bem agora o silencio é obrigação, era tudo lobby mal intencionado e em má-fé.

    Viva o acordo Brasil-França que esta trazendo grandes frutos para o nosso país, assim como o combinado.

  71. Vandrade eu gosto gosto desse debate…rsrsrs,até dediquei um video do Lula com o Chirac,para o meu amigo Jakson,só espero que ele não tenha passado mal.

  72. Francoorp :
    Bem, parece que vai sair mesmo este nosso Submarino scorpene,e até mesmo o Nuclear.
    Aqueles que diziam que não teríamos tranferencia de tecnologias com os franceses, que eles nunca nos “ensinariam fazer”… bem agora o silencio é obrigação, era tudo lobby mal intencionado e em má-fé.
    Viva o acordo Brasil-França que esta trazendo grandes frutos para o nosso país, assim como o combinado.

    Vai ver que você acredita que, com a “generosa” ajuda dos “bons e confiáveis” franceses, o Brasil vai transformar-se instantaneamente na maior potência bélica do Hemisfério Sul. Cada uma…

  73. hms tireless :

    Francoorp :
    Bem, parece que vai sair mesmo este nosso Submarino scorpene,e até mesmo o Nuclear.
    Aqueles que diziam que não teríamos tranferencia de tecnologias com os franceses, que eles nunca nos “ensinariam fazer”… bem agora o silencio é obrigação, era tudo lobby mal intencionado e em má-fé.
    Viva o acordo Brasil-França que esta trazendo grandes frutos para o nosso país, assim como o combinado.

    Vai ver que você acredita que, com a “generosa” ajuda dos “bons e confiáveis” franceses, o Brasil vai transformar-se instantaneamente na maior potência bélica do Hemisfério Sul. Cada uma…

    Isso tudo ai foi o senhor que disse, eu falei outra coisa, que os franceses pelo menos cumprem os contratos ao contrario dos Yankees!

    E tem gente que ainda quer que façamos negocios com eles(Yankees).Cada uma…

  74. Francoorp :

    hms tireless :

    Francoorp :
    Bem, parece que vai sair mesmo este nosso Submarino scorpene,e até mesmo o Nuclear.
    Aqueles que diziam que não teríamos tranferencia de tecnologias com os franceses, que eles nunca nos “ensinariam fazer”… bem agora o silencio é obrigação, era tudo lobby mal intencionado e em má-fé.
    Viva o acordo Brasil-França que esta trazendo grandes frutos para o nosso país, assim como o combinado.

    Vai ver que você acredita que, com a “generosa” ajuda dos “bons e confiáveis” franceses, o Brasil vai transformar-se instantaneamente na maior potência bélica do Hemisfério Sul. Cada uma…

    Isso tudo ai foi o senhor que disse, eu falei outra coisa, que os franceses pelo menos cumprem os contratos ao contrario dos Yankees!
    E tem gente que ainda quer que façamos negocios com eles(Yankees).Cada uma…

    Desculpe discordar mas quem promete muito e cumpre quase nada dos contratos são os franceses, e não os americanos. Estes últimos de fato prometem muito pouco, mas o poucoque prometem cumprem. E não se esqueça que o embargo mais covarde de toda história foi obra e graça dos franceses contra os israelenses após a guerra dos seis dias. E por falar em israelenses, pergunte a eles quem é mais confiável, franceses ou americanos?.

  75. “Em uma folha em branco, eles devem ser capazes de oferecer planos de submarino utilizáveis para um estaleiro”, descreve o líder do projeto

    http://www.letelegramme.com/ig/generales/regions/morbihan/sous-marins-les-bresiliens-en-immersion-a-lorient-16-09-2010-1051296.php

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