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Um novo mapa do mundo

In Geopolítica on 18/09/2010 by konner7 Marcado:

https://pbrasil.files.wordpress.com/2010/09/5286_amorimintjpg.jpg?w=300

Há sete anos, quando se falava da necessidade de mudanças na geografia econômica mundial ou se dizia que o Brasil e outros países deveriam desempenhar um papel mais relevante na Organização Mundial do Comércio (OMC) ou integrar-se de modo permanente ao Conselho de Segurança na ONU, muitos reagiam com ceticismo. Desde então, o mundo e o Brasil mudaram numa velocidade acelerada e algumas supostas “verdades” do passado vão se rendendo ante a evidência dos fatos. As diferenças no ritmo de seu crescimento econômico em relação aos países desenvolvidos converteram os países em desenvolvimento em atores centrais da economia mundial.

A maior capacidade de articulação Sul-Sul – na OMC, no FMI, na ONU e em novas coalizões como o BRIC – eleva a voz de países que antes estavam relegados a uma posição secundária. Quando mais os países em desenvolvimento conversam e cooperam entre si, mais eles são escutados pelos ricos. A recente crise financeira mostrou de maneira ainda mais evidente o fato de que o mundo já não pode ser governado por um consórcio de alguns poucos países.

O Brasil vem tentando de forma ousada desempenhar seu papel neste novo cenário. Após sete anos e meio de governo do presidente Lula, a visão que se tem do país no exterior é outra. É inegável o peso cada vez maior que o Brasil, assim como um novo grupo de países, tem hoje na discussão dos principais temas da agenda internacional, como mudança climática, comércio internacional, finanças, paz e segurança mundial. Esses países trazem uma nova forma de enxergar os problemas do mundo e contribuem para um novo equilíbrio internacional.

No caso do Brasil, essa mudança de percepção deveu-se, em primeiro lugar, à transformação da realidade econômica, social e política do país. Avanços nas mais diversas áreas, desde o equilíbrio macroeconômico até o resgate da dívida social, fizeram do Brasil um país mais estável e menos injusto. As qualidades pessoais e o compromisso direto do presidente Lula em temas internacionais colaboraram para levar a contribuição brasileira aos principais debates internacionais.

O Brasil está desenvolvendo uma política externa abrangente e protagonista. Buscamos construir coalizões que vão mais além das alianças e relações tradicionais, as quais tratamos, por outro lado, de manter e aprofundar, como a formalização da Relação Estratégica com a União Européia e do Diálogo Global com os Estados Unidos.

O eloqüente crescimento de nossas exportações para os países em desenvolvimento e criação de mecanismos de diálogo e concertação, como a Unasul, o G-20 na OMC, o Fórum IBAS (Índia, Brasil e África do Sul) e o grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) são expressões dessa política externa universalista e livre de visões pequenas do que pode e deve ser a atuação de um país com as características do Brasil.

A base dessa nova política externa foi o aprofundamento da integração sulamericana. Um dos principais ativos de que o Brasil dispõe hoje no cenário internacional é a convivência harmoniosa com seus vizinhos, começando pela intensa relação que mantemos com a Argentina. O governo do presidente Lula empenhou-se, desde o primeiro dia, em integrar o continente sulamericano por meio do comércio, da infraestrutura e do diálogo político.

O Acordo Mercosul-Comunidade Andina criou, na prática, uma zona de livre comércio que envolve toda a América do Sul. A integração física do continente avançou de uma forma notável, incluindo aí a conexão entre o Atlântico e o Pacífico. Nossos esforços para a criação de uma comunidade sulamericana levaram à fundação de uma nova entidade: a União das Nações Sulamericanas (Unasul).

Apoiado nas bases de uma América do Sul mais integrada, o Brasil contribuiu para a criação de mecanismos de diálogo e cooperação com países de outras regiões, fundados na percepção de que a realidade internacional já não permite a marginalização do mundo em desenvolvimento. A formação do G-20 da OMC, na Reunião Ministerial de Cancun, de 2003, marcou a maturidade dos países do Sul, mudando de forma definitiva o modelo de tomada de decisão nas negociações comerciais.

O IBAS responde aos anseios de concertação entre três grandes democracias multiétnicas e multiculturais, que tem muito a dizer ao mundo em termos de afirmação da tolerância e de conciliação entre o desenvolvimento e a democracia. Além da concertação política e da cooperação entre os três países, o IBAS se converteu em um modelo para os projetos em favor de nações mais pobres, demonstrando, na prática, que a solidariedade não é um atributo exclusivo dos ricos.

Também lançamos as cúpulas dos países sulamericanos com os países africanos (ASA) e com os países árabes (ASPA). Construímos pontes e políticas entre regiões até então distantes umas das outras, a despeito de suas complementaridades naturais. Essa aproximação política resultou em notáveis avanços nas relações econômicas. O comércio do Brasil com os países árabes quadruplicou em sete anos. Com a África, se multiplicou por cinco e chegou a mais de 26 bilhões de dólares, cifra superior a do comércio com sócios tradicionais como Alemanha e Japão.

Essas novas coalizões ajudaram a mudar o mundo. No campo econômico, a substituição do G-7 pelo G-20 como principal instância de deliberação sobre os rumos da produção e das finanças internacionais é o reconhecimento de que as decisões sobre a economia mundial careciam de legitimidade e eficácia sem a participação dos países ditos emergentes.

Também no terreno da segurança internacional, quando Brasil e Turquia convenceram o Irã a assumir os compromissos previstos na Declaração de Teerã, ficou demonstrado que novas visões e formas de atuar são necessárias para lidar com temas tratados até então exclusivamente pelos atuais membros do Conselho de Segurança da ONU. Apesar das resistências iniciais a uma iniciativa de uma nação que não pertence ao clube fechado das potências nucleares, estamos seguros de que a direção do diálogo ali assinalada servirá de base para as futuras negociações e para a eventual solução da questão.

Uma boa política externa exige prudência. Mas também exige ousadia. Não pode basear-se na timidez ou no complexo de inferioridade. É comum escutar que os países devem atuar de acordo com os seus meios, o que é quase uma obviedade. Mas o maior erro é subestimá-los.

Ao longo destes quase oito anos, o Brasil atuou com ousadia e, assim como fizeram outros países em desenvolvimento, mudou seu lugar no mundo. Esses países são vistos hoje, inclusive pelos eventuais críticos, como atores que estão recebendo crescentes responsabilidades e um papel cada vez mais central nas decisões que afetam os destinos do planeta.

(*) Celso Amorim é ministro de Relações Exteriores do Brasil. Artigo publicado originalmente no jornal El País (Espanha).

Fonte: Carta Maior

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35 Respostas to “Um novo mapa do mundo”

  1. Que texto em, da orgulho de ser Brasileiro.

  2. Ainda temos q melhorar em quase tudo,+ a coisa está bem melhor q dantes.Concordo q o poder do sálario mínimo ainda é bem mínimo, tem + dias q grana, + as coisas estão bem melhores, e essa sensação de melhoria reflete tbm na econômia, o lado lamentável e a precariedade de n FAs, q estão mt sucateadas.Para manter-mos um posição assumida, até de defesa, passaremos um mal bocado.Torna-se mister,q GF assuma a responsabilidade e reequipe , de modo urgênte n FAs.vide o lenga lenga do FX 2;e os deserto q é a presença dos BRASUCAS no norte do país, onde impera as ONG’s estrangeiras.No mais,estamos fazendo o certo p chegar lá.Sds.

  3. Cara com certeza tenho muito orgulho de ser brasileiro.Algums podem discorda de mim,mas o Brasil ta assim graças ao nosso grande presidente,nunca vi Itamar Franco,Fernando Henrique,toma uma postura dessa como o Lula tomo graças a ele o Brasil e respeitado internacionalmente.

  4. Do que adianta amealhar capital político se a nossa diplomacia “ativa e altiva”, ideologizada, palanqueira e bolivariana o desperdiça tentado colocar o Brasil no papel de defensor dos fracos e oprimidos e defendendo regime estúpidos como o de Idi Amin Chávez na Venezuela sem falar do ilegal, subterrâneo e criminosos programa nuclear levado a cabo pela teocracia medieval iraniana.

    Da mesma fora nossa diplomacia foi rechaçada em sua tentativa de intrusão no conflito entre palestinos e Israelenses. Motivo: Marco Aurélio “top, top” Garcia, por meio de seu chanceler Celso Amorim, propôs o redesenho da mesa de negociações com a inclusão de Hamas, Síria e Irã. A ANP e o Governo Israelense form unânimes em escorraçar a proposta. Ofendido em seus brios,o aspirante a Henry Kissiger caboclo M.A.G reagiu ofendido afirmando que Síria e Irão deviam ser admitidos pois “eram países relevantes” (quando na verdade o papel relevante que estes países exercem é financiar o terrorismo do Hamas).

  5. É PRECISO TER CALMA, O BRASIL SÓ HÁ BEM POUCO TEMPO ESTÁ CRESCENDO. AS POTENCIAS MUNDIAIS AINDA NÃO DEIXARAM DE SER POTENCIAS E NÃO VÃO PERDER O SEU LUGAR DE UM DIA PARA O OUTRO. A TECNOLOGIA ESTÁ DO LADO DELES, QUALIDADE DE VIDA ENFIM… MUITA MUITA COISA. QUANTO MAIS O BRASIL FIZER “BARULHO” QUE É O MAIOR PIOR VAI SER. VEJAM A CHINA CALADA E VAI SUBINDO SUBINDO. CLAMA BRASIL CALMA

  6. paraq mim o principal desafio é a educação(deveria ser bem mais rigida,dentro de casa e fora de casa).

  7. O CAMINHO É ESSE BRASIL.

    O Brasil está aos poucos se mostrando para o mundo,e a America do Sul,necessariamente é a área mais importante,creio que seja mais uma questão se segurança nacional o desenvolvimento da America do Sul,através do MERCOSUL e da UNASUL,com um mercado sul-americano forte e ancorado belo Brasil.
    Assim o nosso pais tem uma condição mais confortável de alcançar outras regiões através do bloco.
    No futuro serão as união dos países que garantiram um desenvolvimento e a segurança de cada dos seus membros.
    Buscar mais unidades com seus iguais esse é o pulo do gato.
    Pensar um Brasil como um único país da região, e esquecer os demais; é dá um tiro no próprio pé e cometer os mesmos erros do governo americano,que muito tempo nos olhou com preconceito; e não seriamos melhores e nem piores que eles.

  8. AMORIM
    AMORIM
    FAZ UM FAVORZIM
    PRA MIM
    VAI PRA QUIXERAMOBIM

  9. brasileiro lê um texto … cooptativo… e sai comemorando vitória… rsrsrs

    vejo esse Celso Amorim … como um duas caras.. não confio no que ele pensa..fala .. escreve ..

  10. Marcio, no tocante a países e suas defesas, tem de se agir mt na moita, no > silêncio possível.O silêncio vale ouro, no caso melhores condições de defesas.Sds.

  11. O Brasil está avançando a passos largos rumo ao pódio do desenvolvimento
    e a unica forma de essa caminhada ser interrompida é de repente ser governado por um bicudo demotucano.

  12. TEOCRACIA MEDIEVAL IRANIANA!! ADI AMIM CHAVEZ, é de fato tem muita gente que não se desprendeu da mídia tendenciosa que costuma apontar defeitos em outras culturas mas esconde os que apoiam os USADOS, exemplo a Arábia Saudita, que nem partido político tem, mas como dizia a minha vovózinha, SENTA-SE EM CIMA DO PRÓPRIO RABO E FALA DO RABO DOS OUTROS, que pena.

  13. Ah e já ia me esquecendo, o fato dos países captaniados pelos USAdos, não terem aceitado o acordo proposto pelo Brasil e Turquia não deixou estes em má situação, e sim, demonstrou quais eram as verdadeiras intenções dos USADOS, portanto, quem ficou “feio na foto” não foi o Brasil, mas sim aqueles que mais causaram mortes e destruição nesta última década.

  14. hms tireless :Do que adianta amealhar capital político se a nossa diplomacia “ativa e altiva”, ideologizada, palanqueira e bolivariana o desperdiça tentado colocar o Brasil no papel de defensor dos fracos e oprimidos e defendendo regime estúpidos como o de Idi Amin Chávez na Venezuela sem falar do ilegal, subterrâneo e criminosos programa nuclear levado a cabo pela teocracia medieval iraniana.
    Da mesma fora nossa diplomacia foi rechaçada em sua tentativa de intrusão no conflito entre palestinos e Israelenses. Motivo: Marco Aurélio “top, top” Garcia, por meio de seu chanceler Celso Amorim, propôs o redesenho da mesa de negociações com a inclusão de Hamas, Síria e Irã. A ANP e o Governo Israelense form unânimes em escorraçar a proposta. Ofendido em seus brios,o aspirante a Henry Kissiger caboclo M.A.G reagiu ofendido afirmando que Síria e Irão deviam ser admitidos pois “eram países relevantes” (quando na verdade o papel relevante que estes países exercem é financiar o terrorismo do Hamas).

    Palavras de um autêntico VIRA-LATA!

  15. Claudio :
    TEOCRACIA MEDIEVAL IRANIANA!! ADI AMIM CHAVEZ, é de fato tem muita gente que não se desprendeu da mídia tendenciosa que costuma apontar defeitos em outras culturas mas esconde os que apoiam os USADOS, exemplo a Arábia Saudita, que nem partido político tem, mas como dizia a minha vovózinha, SENTA-SE EM CIMA DO PRÓPRIO RABO E FALA DO RABO DOS OUTROS, que pena.

    Desculpe meu camarada mas você aqui não consegue dizer nada! apenas repete velhos chavões na tentativa de desacreditar. ENtretanto você não consegue refutar o fato de que nossa atual política externa é um desastre pois desperdiça o capital político amealhado pelo Brasil apoiando regimes que são a escória do mundo, em especial a teocracia medieval-fascista iraniana. Isso sem falar na inoportuna e risível tentativa de mediar o conflito entre árabes e israelenses.

  16. hms tireless :

    Claudio :TEOCRACIA MEDIEVAL IRANIANA!! ADI AMIM CHAVEZ, é de fato tem muita gente que não se desprendeu da mídia tendenciosa que costuma apontar defeitos em outras culturas mas esconde os que apoiam os USADOS, exemplo a Arábia Saudita, que nem partido político tem, mas como dizia a minha vovózinha, SENTA-SE EM CIMA DO PRÓPRIO RABO E FALA DO RABO DOS OUTROS, que pença.

    Desculpe meu camarada mas você aqui não consegue dizer nada! apenas repete velhos chavões na tentativa de desacreditar. ENtretanto você não consegue refutar o fato de que nossa atual política externa é um desastre pois desperdiça o capital político amealhado pelo Brasil apoiando regimes que são a escória do mundo, em especial a teocracia medieval-fascista iraniana. Isso sem falar na inoportuna e risível tentativa de mediar o conflito entre árabes e israelenses.

    Colega, eu que não entendo aonde está o desastre das nossas relações exteriores, pois nossa economia atualmente é invejada no mundo todo, o último representante brasileiro a visitar o oriente médio foi d. Pedro segundo, o resto que veio depois ficaram com medo de enfrentar os USAdos, e até agora eu não entendi o que você quis dizer com capital político, ora, as relações brasileiras com o mundo não se desgastaram, eu acho amigo, que você deveria deixar as paixões de lado e ser mais prático, e reconhecer, O BRASIL ESTÁ CRESCENDO, PORTANTO COMECE A ACEITAR ISSO!!!!

  17. Para mim a política do Itamaraty é a certa, mas tem que esquecer que os caras têm origem de esquerda, se não estamos sempre com isso de comunistas blablabla.

    Foi uma típica política de um país independente, que sabe se colocar no meio quando trata-se de posições tão distantes como a dos bolivarianos e a dos proamericanos. O Brasil acho atuou bem, sem tomar partido por uns nem por os outros. Falar de comunismo aqui no Brasil é pra rir, não cola, também não cola nenhum tipo de fundamentalismo, nenhum, felizmente.
    Abraços a todos, comunistas bolivarianos e anticomunitas, kkkk.
    Parabén Celso Amorim.

  18. Tupi-Guarani :

    hms tireless :Do que adianta amealhar capital político se a nossa diplomacia “ativa e altiva”, ideologizada, palanqueira e bolivariana o desperdiça tentado colocar o Brasil no papel de defensor dos fracos e oprimidos e defendendo regime estúpidos como o de Idi Amin Chávez na Venezuela sem falar do ilegal, subterrâneo e criminosos programa nuclear levado a cabo pela teocracia medieval iraniana.
    Da mesma fora nossa diplomacia foi rechaçada em sua tentativa de intrusão no conflito entre palestinos e Israelenses. Motivo: Marco Aurélio “top, top” Garcia, por meio de seu chanceler Celso Amorim, propôs o redesenho da mesa de negociações com a inclusão de Hamas, Síria e Irã. A ANP e o Governo Israelense form unânimes em escorraçar a proposta. Ofendido em seus brios,o aspirante a Henry Kissiger caboclo M.A.G reagiu ofendido afirmando que Síria e Irão deviam ser admitidos pois “eram países relevantes” (quando na verdade o papel relevante que estes países exercem é financiar o terrorismo do Hamas).

    Palavras de um autêntico VIRA-LATA!

    Palavras de um autêntico nacionalista tosco e raivoso, incapaz de raciocinar pois apenas aferra-se a discursos inflamados de cunho ideológico.No Universo de tais pessoas todos os males do mundo dão culpa “Duzamericanú feio e mau”. Talvez de tanto ouvir tais discursos já teve seu cérebro fritado e repete monocordicamente discursos pré-fabricados, de cunho ofensivo e panfletário. Triste e decadente.

  19. Concordo com você Milton Brás Cabral, hoje esse discurso de comunismo ou capitalismo está anacrônico, hoje o debete é em relação ao liberalismo

  20. Hoje o debate está direcionado para o liberalismo ou o intervencionismo, o Estado mínimo ou o Estado do bem estar social, e comparando os 8 anos de FHC e os 8 anos do Lula pode hoje o cidadão brasileiro decidir, e, eu acho que as pesquisas mostram qual foi a melhor decisão, a percepção do eleitor não está enganada, quanto a melhor escolha.

  21. NUNCA VI TANTOS VIRA-LATAS JUSTOS EM UM LUGAR SÓ,NÃO PODEMOS NEGAR QUE O BRASIL PRECISA MUDAR EM MUITISSIMOS ASPECTOS,MAS TAMBEM TEMOS QUE ADMITIR QUE O BRASIL ESTÁ CRESÇENDO MUITO TANTO AQUI QUANTO LA FORA.NA MINHA OPINIÃO ESSAS PESSOAS PESSIMISTAS DEVEM SER EXTRANGEIRAS NUNCA VI TANTA GENTE CONTRA SEU PROPIO PAIS!!!

  22. nao endosso nem renego a posiçao do governo brasileiro…mas envolver se com oriente medio deve ser algo do além.

  23. É triste em, essa PaTrulha que existe é difícil de entender, se faz qualquer critica contra a atuação brasileira na política externa, você é um capacho vira-lata adorador “dus americanu mal e feio”. Esse pessoal não entende que estamos numa democracia, e podemos criticar o governo mesmo se o apoiamos. Como o meu caso, que apoio e admiro o Lula pelo o que ele é pelo o que realizou, mas essa política externa do governo, cometeu mais erros do que acertos. Se envolver no caso de Honduras foi uma grande bobagem, querer apoiar esse bolivarianos é pura perda de tempo, no caso do Irã, bem vai lá, da certo que isso é mais questão comercial, mas querer apoiar um regime de loucos já é demais. O Brasil tem que ter uma política externa independente, com muitos aliados, mas sem que se ajoelhar para “usamericanu mal e feio” ou virar amiguinho ditaduras.

  24. Senhores, o Blog não precisa de patrulheiros da esquerda nem da direita, nem de cima nem de baixo, por favor atenham-se as dicussões pertinentes aos fatos, as ideologias e os pessamentos individuais até podem ser discutidos desde que se mantenham o respeito as opiniões, termos como capachos, vira latas entre outras são oportunos em outros blogs e sites que perpetuam este tipo de palavriado baixo e de preconceito, não aqui no Plano Brasil.
    Tenho observado como sempre que isto começa como uma bola de neve depois da avalanche todos os envolvidos se defendem como vítimas.
    O recado é para todos, a opinião de todos é válida e exige-se respeito.
    Obrigado
    E.M.Pinto

  25. 1maluquinho :
    Escutem o que vou dizer a voces…Nosso atual governo esta centralizando poder.Eliminando todos que não sintonizam com isso e arregimentando simpatizantes em todos os escalões.Blindando assim para que não tenham opositores.Em toda a historia da raça humana toda vez que uma minoria centraliza poder surgem problemas,ainda mais com o historico de divissões e rachas do PT.Este é o ressucitado comunismo,made in Brasilia.Comunismo do seculo 21.
    O meu medo é isso se tornar uma realidade, ainda que muitos afirmem não poder acontecer em virtude de nossas instituições serem fortes, bla bla bla… mas para isso inventaram o golpe de estado… muitas vezes feito pelo próprio governo… estamos de olho…

  26. Paulo Henrique :É triste em, essa PaTrulha que existe é difícil de entender, se faz qualquer critica contra a atuação brasileira na política externa, você é um capacho vira-lata adorador “dus americanu mal e feio”. Esse pessoal não entende que estamos numa democracia, e podemos criticar o governo mesmo se o apoiamos. Como o meu caso, que apoio e admiro o Lula pelo o que ele é pelo o que realizou, mas essa política externa do governo, cometeu mais erros do que acertos. Se envolver no caso de Honduras foi uma grande bobagem, querer apoiar esse bolivarianos é pura perda de tempo, no caso do Irã, bem vai lá, da certo que isso é mais questão comercial, mas querer apoiar um regime de loucos já é demais. O Brasil tem que ter uma política externa independente, com muitos aliados, mas sem que se ajoelhar para “usamericanu mal e feio” ou virar amiguinho ditaduras.

    COncordo com você Amigo! qualquer um aqui que venha discordar dos rumos atuais de nossa política externa é imediatamente tachado de “vira-lata” ou de “puxasaco duzamericanú feio e bobo”. Certamente porque quem usa desses adjetivos para desqualificar o outro são pessoas incapazes de entender que política externae ideologia não devem se misturar.

  27. hms tireless :

    Tupi-Guarani :

    hms tireless :Do que adianta amealhar capital político se a nossa diplomacia “ativa e altiva”, ideologizada, palanqueira e bolivariana o desperdiça tentado colocar o Brasil no papel de defensor dos fracos e oprimidos e defendendo regime estúpidos como o de Idi Amin Chávez na Venezuela sem falar do ilegal, subterrâneo e criminosos programa nuclear levado a cabo pela teocracia medieval iraniana.Da mesma fora nossa diplomacia foi rechaçada em sua tentativa de intrusão no conflito entre palestinos e Israelenses. Motivo: Marco Aurélio “top, top” Garcia, por meio de seu chanceler Celso Amorim, propôs o redesenho da mesa de negociações com a inclusão de Hamas, Síria e Irã. A ANP e o Governo Israelense form unânimes em escorraçar a proposta. Ofendido em seus brios,o aspirante a Henry Kissiger caboclo M.A.G reagiu ofendido afirmando que Síria e Irão deviam ser admitidos pois “eram países relevantes” (quando na verdade o papel relevante que estes países exercem é financiar o terrorismo do Hamas).

    Palavras de um autêntico VIRA-LATA!

    Palavras de um autêntico nacionalista tosco e raivoso, incapaz de raciocinar pois apenas aferra-se a discursos inflamados de cunho ideológico.No Universo de tais pessoas todos os males do mundo dão culpa “Duzamericanú feio e mau”. Talvez de tanto ouvir tais discursos já teve seu cérebro fritado e repete monocordicamente discursos pré-fabricados, de cunho ofensivo e panfletário. Triste e decadente.

    Autêntico nacionalista ?! Que nacionalista é esse que é incapaz de elogiar qualquer ação positiva de seu país independente da posição política? O oposto disso, pois, só o veja negando e depreciando tais ações. Incapaz de deixar a politicalha de fora e elogiar o que esta certo.
    Você diz: “Do que adianta amealhar capital político se a nossa diplomacia “ativa e altiva”, ideologizada, palanqueira e bolivariana o desperdiça tentado colocar o Brasil no papel de defensor dos fracos e oprimidos e defendendo regime estúpidos como o de Idi Amin Chávez na Venezuela sem falar do ilegal, subterrâneo e criminosos programa nuclear levado a cabo pela teocracia medieval iraniana.” Bom, todo mundo que já estudou Relações Internacionais sabe muito bem que na chancelaria brasileira é dividida sim politicamente e ideologicamente, e dependendo do governo ela pode “olhar” para o norte (relação norte-sul/dependente) ou sul (relação sul-sul e sul-norte/mas independente). Essa ultima erroneamente acusada de manter uma relação apenas sul-sul, ou como vc mesmo disse com países “fracos e oprimidos e regimes estúpidos…” Como se a diplomacia do Brasil fosse a única a manter tais relações com países fracos, oprimidos e defensor de regimes estúpidos. Que piada!
    Para uma pessoa que se diz nacionalista, vc deveria parar de defender ações de outros países. Principalmente se essas ações vão de encontro com os interesses do seu país. Pois eu realmente quero que os Estados Unidos, Israel, União Européia, Rússia, China, Cuba e o escambau a quatro se explodam! Não existe país melhor ou pior, o que existe é interesse. Por isso, eu sou muito mais o Brasil! Então camarada, tente esquecer essa estória de política e ideologia (essas sempre vão existir independente do governo) e se concentre em defender os interesses da nação brasileira, os interesses do BRASIL.
    P.S.:
    E.M.Pinto, peço desculpas! Eu realmente errei. Isso não acontecera novamente.

  28. hms_tireless :

    Paulo Henrique :É triste em, essa PaTrulha que existe é difícil de entender, se faz qualquer critica contra a atuação brasileira na política externa, você é um capacho vira-lata adorador “dus americanu mal e feio”. Esse pessoal não entende que estamos numa democracia, e podemos criticar o governo mesmo se o apoiamos. Como o meu caso, que apoio e admiro o Lula pelo o que ele é pelo o que realizou, mas essa política externa do governo, cometeu mais erros do que acertos. Se envolver no caso de Honduras foi uma grande bobagem, querer apoiar esse bolivarianos é pura perda de tempo, no caso do Irã, bem vai lá, da certo que isso é mais questão comercial, mas querer apoiar um regime de loucos já é demais. O Brasil tem que ter uma política externa independente, com muitos aliados, mas sem que se ajoelhar para “usamericanu mal e feio” ou virar amiguinho ditaduras.

    COncordo com você Amigo! qualquer um aqui que venha discordar dos rumos atuais de nossa política externa é imediatamente tachado de “vira-lata” ou de “puxasaco duzamericanú feio e bobo”. Certamente porque quem usa desses adjetivos para desqualificar o outro são pessoas incapazes de entender que política externae ideologia não devem se misturar.

    Não gosto da nossa politica externa atual.Acho Celso Amorim não compativel com a pasta e não gosto da intransigencia e intervencionismo Americano,ou seja,não to do lado de la nem do lado de ca e muito menos no centro.Minha religião é Brasil,minha ideologia é brasil e tudo a mais ou a menos disso pra mim é nada uhuuu BORDUNADA NELES MINHA COBRADA LARGA FLEXADA COM CURARE NELES TODOS.

  29. Pois é, Claudio, é assim mesmo, se o Brasil não se mantia no meio, tivessemos comprado uma briga sem fim com os bolivarianos, o país não tem tempo para esse tipo de negócio, temos de nos concentrar na política global, onde estão querendo parar nosso desenvolvimento.

  30. Milton Brás Cabral :
    Pois é, Claudio, é assim mesmo, se o Brasil não se mantia no meio, tivessemos comprado uma briga sem fim com os bolivarianos, o país não tem tempo para esse tipo de negócio, temos de nos concentrar na política global, onde estão querendo parar nosso desenvolvimento.

    MILTON…FALTA-NOS TÃO POUCO…Balisticos podemos fazer do tamanho e alcance que quisermos e bombas atomicas tambem…Faltanos apenas alguns detalhes na area de turboreatores que muito em breve ja serão realidade….Então o que faltanos para darmos a esse amado pais um poder belico de seu tamanho?Faltanos apenas a ousadia e a coragem de politicos bandidos que importam-se em perpeturar-sem e em se beneficiarem.

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