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Marinha na Operação Amazônia 2010

In Defesa, Exercícios Militares, Naval, Navios de Guerra on 22/09/2010 by E.M.Pinto

Da esquerda para a direita: C Alte Nazareth, jornalista Paulo Bormann Zero, jornalista Sônia Bridi e C Alte Bento

A Marinha, o Exército e a Força Aérea iniciaram, no dia 13 de setembro, suas participações na Operação Amazônia. Trata-se de uma operação de adestramento conjunto, conduzida pelo Ministério da Defesa, com duração de 14 dias, que se desenvolve ao norte das calhas dos Rios Amazonas e Solimões, em áreas dos Estados do Amapá, Amazonas e Roraima. O propósito é promover o treinamento das Forças Armadas para a defesa da Pátria em uma área prioritária do território brasileiro, contando com cerca de 5.000 militares das três Forças.

A Marinha do Brasil realiza, entre outras atividades, as seguintes ações: controle de tráfego fluvial; defesa de portos; apoio logístico; e ações de assistência hospitalar à população ribeirinha. Estão sendo empregados um Navio-Desembarque de Carros de Combate, seis Navios-Patrulha (sendo três fluviais), dois Navios de Assistência Hospitalar, um Rebocador de Alto-Mar, um Navio-Auxiliar, um Dique-Flutuante, uma Barca-Oficina e três aeronaves pertencentes ao Comando-em-Chefe da Esquadra e aos Comandos do 9º e 4º Distritos Navais.

Participam, também, cerca de 500 Fuzileiros Navais do Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra, do Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais, do Batalhão de Operações Ribeirinhas e do Grupamento de Fuzileiros Navais de Belém.

A realização de uma operação conjunta vem a ser um moderno conceito de aplicação coordenada de forças militares para atingir um propósito definido de interesse para o País. Assim, a Operação Amazônia decorre de um complexo planejamento realizado por um Estado-Maior Conjunto, sendo executada com o emprego de material e pessoal das três Forças, que, por meio dessa ação, fortalecem suas capacidades para a defesa dos interesses nacionais relativos à Amazônia Brasileira e seus vínculos com a sociedade.

Fonte: Marinha do Brasil

5 Respostas to “Marinha na Operação Amazônia 2010”

  1. Existe algum projeto para compra de novos navios e barcos para a marinha patrulhar os rios da amazonia??

    tenho pra mim, que esses navios são bem velhinhos já.

  2. Paulo existe sim, cerca de 19 navios de patrulha navios de transporte de tropas navios de apoio hospitalar e hidrográficos.
    muitos deles agendados para antes de 2015.estou preparando uma matéria especial sobre isto, mas falta tempo.
    Sds
    E.M.Pinto

  3. Paulo :
    Existe algum projeto para compra de novos navios e barcos para a marinha patrulhar os rios da amazonia??
    tenho pra mim, que esses navios são bem velhinhos já.

    E.M.Pinto :
    Paulo existe sim, cerca de 19 navios de patrulha navios de transporte de tropas navios de apoio hospitalar e hidrográficos.
    muitos deles agendados para antes de 2015.estou preparando uma matéria especial sobre isto, mas falta tempo.
    Sds
    E.M.Pinto

    Ele fez a pergunta por mim, + hellis e caças estacionados no norte, favor n autoridades ñ esquecerem disto Sds.

  4. E.M.Pinto :
    Paulo existe sim, cerca de 19 navios de patrulha navios de transporte de tropas navios de apoio hospitalar e hidrográficos.
    muitos deles agendados para antes de 2015.estou preparando uma matéria especial sobre isto, mas falta tempo.
    Sds
    E.M.Pinto

    Opa! estamos esperando a matéria…

    A F.A estará fazendo na Amazonia as vitais funções de patrulhamento e cobertura do espaço aéreo + apoio logístico, más acredito que o incremento da presença física das F.A na Amazônia, se dará principalmente pelo exercito e pela marinha.

    Pergunta:

    O exercito tem seus famosos “soldados de selva”…
    Existe algum grupo da marinha similar (provavelmente fuzileiros navais…), especializado em combate no ambiente amazônico?

  5. Interessante; outro dia, acho que foi no history channel ou national geografic vi o novo submaniro nuclear norte-americano que, apesar de tamanho deslocamento, possui capacidade de navegar em águas rasas, além de dispor de um compartimento que permite a um grupo de 9 SEALS ou outro tipo de elite sair da embarcação (sem esta sequer emergir) e, do lado de fora digirigerem-se até à torre do mesmo, abrir uns compartimentos, pegarem lá suas armas e equipamentos e seguirem à missão. Depois disso, pensei que é uma coisa que viria bem a calhar no ambiente amazônico, embora não em todos os pontos deste.
    Para tanto, é bom mesmo que nossas forças se exercitem, equipem, disciplinem, enfim, façam de tudo que estiver ao seu alcance para se prepararem da melhor maneira possível.

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