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Corveta Combattante BR70

In Defesa, Naval, Patrulheiros on 23/09/2010 by E.M.Pinto

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A Corveta Combattante BR70 é um projeto da CMN que conta agora com a participação da Emgepron.

Baseada no design da Corveta classe Baynunah, construída para a marinha dos Emirados Árabes, o projeto BR70 está sendo desenvolvido de forma conjunta para atender a um possível contrato por parte da marinha do Paquistão.
Trata-se de um navio com características de baixa visibilidade térmica e radar, com 71,3 m de comprimento, 11 m de boca e 2,8 m de calado, com deslocamento na faixa de 830 ton. Será propulsada por quatro motores a diesel e dois waterjets, com uma velocidade máxima de 30 nós e um alcance de 2.000 milhas náuticas a uma velocidade de cruzeiro de 15 nós.
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Seu armamento consiste de um canhão multi-emprego Oto Melara Super Rapid, no calibre 76 mm, dotado de uma cúpula de perfil steath (discreto), colocado na proa do navio. A meia nau estão reparos para oito mísseis anti-navio com modelo a ser definido entre o Exocet MM 40 francês, ou o Harpoon norte-americano e o C-802 chinês, haja vista a marinha paquistanesa utilizar estas três armas. Também à meia nau estão dois reparos de operação remota, cada um deles equipado com um canhão de médio calibre, a ser definido pelo cliente entre aqueles de calibre 20, 25, 27 ou 30 mm, e também com dois suportes para um total de quatro mísseis antiaéreos Igla ou Mistral.

https://i2.wp.com/www.mdc.idv.tw/mdc/navy/othernavy/baynunah2.jpg
Na popa, sobre o hangar coberto, há um sistema de mísseis de defesa com capacidade antimíssil RIM-116 RAM, com 21 cargas. A embarcação conta ainda com um hangar fechado com todas as instalações necessárias para armazenar e dar suporte operacional a um helicóptero da classe 5 toneladas, como um Dauphin ou um Lynx. É uma embarcação com altíssimo poder de combate, considerando sua baixa tonelagem.
Combate típico
  • Arma de médio calibre
  • Longo alcance SSM (8 mísseis)
  • Duas pistolas de calibres pequenos
  • Vigilância por radar 3D
  • Radar de controle de fogo
  • Electro Optical Director
  • Lançador vertical de SAM
  • ESM
  • Laser ESM
  • COMINT
  • 2 lançadores de Decoy
  • hangar para helicóptero da classe de 4,5 toneladas
  • sonar evasão
  • Sistema de Gestão  de Combate (10 consoles multifunção)
Missões
  • Patrulhamento em águas internacionais, nas águas territoriais e na zona económica exclusiva (ZEE)
  • Vigilância aérea e de superfície e a recolha de informações
  • Intercepção das forças inimigas (anti-superfície e guerra anti-aérea)
  • Protecção dos portos
  • Apoiar as ações das forças terrestres
  • Colocação de minas
  • operação de helicóptero da classe de 4,5 toneladas

As imagens são da primeira corveta da classe da Marinha dos  Emirados Árabes Unidos

Fonte. Defesa@Net via Notícias Militares

10 Respostas to “Corveta Combattante BR70”

  1. Qual será a participação da Emgepron?

  2. O que me preocupa é que nós não saimos do lugar.É uma conversa sem fim,mas nossa MB continua sem nada.

  3. Que corvetinha maneira!!! Acho que faria uma boa companhia aos novos NaPaOc de 1.800 toneladas, os NaPa da classe Macaé de 500 toneladas e às fragatas de 6.000 toneladas…

    Alguém saberia me dizer se os NaPa classe Macaé possuem capacidade semelhante?

    Seriam interessante vermos:

    60 NaPa 500 ton
    30 Corvetas de 1.000 ton
    30 NaPaOc de 2.000 ton
    12 fragatas de 6.000 toneladas

    Seria uma ótima força de superfície, sem contar os 15 S-BR e os 6 SN-BR, além de 4 LHD’s, dois NAe’s e demais navios de apoio…

    Ah, ainda bem que sonhar não custa nada…

  4. Como assim participacao da Engeprom? No projeto ou no fornecimento de produtos por ela ja produzidos?

  5. E.M.PINTO…Porque esse nome COMBATTANTE???Não seria COMBATENTE ou ele faz alusão a algo ou alguem.Desculpe-me pois eu desconheço……ps:espero que o mesmo não seja a junção de combatente com cambaleante e formou COMBATTANTE…Parabens a nossa esforçada e patriota Marinha.Sempre me traz alegria e curiosidade quando passo por Mocangue e o arsenal de Marinha…O povo Brasileiro agradece e se orgulha de nossos patrulheiros.

  6. Maluco beleza, o projeto é oriundo da CMN Franesa e que tem participação da brasileira Emgeprom, razão do nome ser digamos “mais chic…”
    abraço
    E.M.Pinto

  7. Valeu é mais Chic…Eu gostaria que fosse Tupyniqim mas menos mal,não é junção combatente+cambaleante+COMBATTANTE….Viva a Marinh.Viva o pré-sal.Viva o Brasil e os Brasileiros…..
    Abraço e obrigado

  8. Mas, continuo sem saber qual a participação da Emgepron no projeto.

  9. Belo projeto, compacto, design atualizado, sensores estado-de-arte e bem armado…
    Uma versão mais “Oceânica” com 2000 tons de deslocamento seria bem vindo para a MB.

    Pelas fotos, ele parece ser dotado de um sistema SEARAM, e não deu para localizar lançadores verticais SAM.

    []’s

  10. Uma versão mais “Oceânica” com 2000 tons de deslocamento seria bem vindo para a MB.

    Concordo. Acho que tem pouca autonomia. A Barroso tem muito mais.

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