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Ahmadinejad levanta teorias da conspiração sobre o 11/9 na ONU

In Conflitos, Geopolítica, Terrorismo on 24/09/2010 by E.M.Pinto

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Iraniano disse que “maioria da população” acredita que ataque foi orquestrado pelo governo dos EUA

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse na Organização das Nações Unidas (ONU) na quinta-feira que a maioria das pessoas acredita que o governo norte-americano foi responsável pelos ataques de 11 de setembro de 2001. A declaração provocou a saída imediata da sala das delegações americana, britânica e da União Europeia.

Ao mencionar uma das “teorias” sobre os atentados do 11 de Setembro, em seu discurso na 65ª Assembleia Geral da ONU, Ahmadinejad disse: “certos setores no governo americano orquestraram o atentado para reverter a queda na economia americana e no seu controle sobre o Oriente Médio, e para salvar o regime sionista”.

“A maior parte do povo americano e outros países e políticos concordam com este ponto de vista”. Citando uma segunda teoria, o presidente iraniano acrescentou: o atentado “foi realizado por um grupo terrorista, mas com o apoio do governo americano, que tirou vantagem da situação”.

Foto: Reuters

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, durante discurso na ONU


“Alguns segmentos dentro do governo dos EUA orquestraram o ataque para reverter a queda da economia norte-americana, e o seu domínio no Oriente Médio, para salvar o regime sionista”, declarou.

Outra teoria proferida pelo iraniano é que “um grupo terrorista muito poderoso e complexo, capaz de enganar todas as camadas dos sistemas de inteligência e de segurança” dos Estados Unidos, realizou o atentado.

“Detestável e delirante”

Os Estados Unidos qualificaram as palavras de Ahmadinejad de “detestáveis e delirantes”. “Antes de representar as aspirações e a boa vontade do povo iraniano, Ahmadinejad decidiu, novamente, tagarelar sobre teorias de complô vis e usar palavras antissemitas que são detestáveis e delirantes”, destacou Mark Kornblau, porta-voz da delegação americana na ONU. Um diplomata europeu explicou que as delegações europeias abandonaram a sala em solidariedade aos Estados Unidos.

Enquanto o presidente do Irã pronunciava seu discurso na Assembleia, vários grupos de ativistas de organizações defensoras dos direitos humanos se manifestavam em frente ao edifício da ONU para protestar pelas supostas violações dos direitos humanos no país islâmico.

Mais cedo nesta quinta-feira, o chanceler brasileiro, Celso Amorim, afirmou que o mundo não pode correr o risco de um guerra no Irã como a iniciada pelos Estados Unidos no Iraque, e pediu que prevaleça a lógica do diálogo.

“O mundo não pode correr o risco de um novo conflito como o do Iraque”, disse o chanceler brasileiro ao abrir o debate anual da assembleia. “Apesar das sanções, esperamos que a lógica do diálogo e da compreensão prevaleçam”, completou.

O Brasil obteve este ano com a Turquia uma solução negociada para a polêmica nuclear entre o Irã e as potências ocidentais. No entanto, a mediação não impediu a adoção de novas sanções internacionais contra o governo iraniano.

* Com Reuters, AFP e EFE

Fonte: Último Segundo

68 Respostas to “Ahmadinejad levanta teorias da conspiração sobre o 11/9 na ONU”

  1. Esse Amorim é um ridículo.

    Esse Iraniano Maluco ta merecendo uma chuva de tomahawk.

  2. Enquanto os tambores de guerra tocam contra o Irã, os fantoches americanos esperam e todos os babões desse detestável país dão gritos de urraaa.

    Estarei vivo para ver a queda do Yankees, e isso não tardará.

  3. Farsa não foi….
    Mas tem muito coisa mal explicada… isso é fato o.o

  4. Invincible não sei se isso é verdade,mas justiça seja feita não foi o líder iraniano que levantou essa bola,essa bola foi cheia dentro do próprio E.U.A,agora que ele é uma figura isso eu concordo,mas não acho que o Irã ou qualquer país mereça uma chuva de tomahawk,pois abre precedente para outros países fora as pessoas inocentes,falias,mulheres e crianças que serão atingidas.
    A melhor forma de se resolver é o diálogo.

  5. o atentado “foi realizado por um grupo terrorista, mas com o apoio do governo americano, que tirou vantagem da situação”

    Aí o cara acho chegou a explicação do negócio, alqaeda provavelmente foi criado ou fomentado pelos americanos, o atentado as torres existiu, mas talvez com o ok do governo Bush. Enquanto ao pentágono, agora existe a Internet, dá para ver as fotos, isso foi um missil. Acho melhor ser pragmáticos, reality rules, a realidade manda. Os EUA estão baseados na mentira, melhor estar de olho neles, o outro dia um cara falou que ia haver conflito se o Brasil enriquecer mais o urânio.

  6. “um grupo terrorista muito poderoso e complexo, capaz de enganar todas as camadas dos sistemas de inteligência e de segurança” … “Antes de representar as aspirações e a boa vontade do povo iraniano, Ahmadinejad decidiu, novamente, tagarelar sobre teorias de complô vis e usar palavras antissemitas que são detestáveis e delirantes” EM TERRA DE CEGO QUEM TEM UM OLHO É REI!

  7. Acho que a guerra contra o Irã, não é religiosa, rsrs, nem pelo petróleo nem pela primacia do dólar. Bom algo das duas últimas pode ser.
    A guerra é contra a China, ‘Irã’ é parte do cerco a China.
    E na verdade o Brasil também está interessado em conter a China, mas a estratégia dos americanos está errada.
    Os americanos fazem que tudo mundo acabe do lado dos chineses e do Mahmud.

    Com suas baboseiras, tipo falar da ‘comunidade internacional’, quando na realidade estão falando deles e de seu pião europeu, fazem que qualquer pessoa com algo de cérebro veja que eles têm a mentira como coluna principal da sua propaganda.
    Os EUA estão baseados na mentira, mas agora existe a internet, já não dá.

  8. É… A julgar pelas opiniões postadas aqui, o Irã é uma democracia, as pessoas torturadas e assassinadas por fazerem oposição ao regime dos aiatolás na verdade nunca existiram… E também parece que quem derrubou as torres do World Trader Center foram as FA dos EUA e de Israel…Já que todo mundo pode falar besteiras impunemente, eu também quero expor a minha teoria: Talvez as próprias torres nunca tenham existido, tudo não passou de um truque dos estúdios de Hollywood, assim como as viagens à Lua e outras coisitas assim…

  9. Acho que quem quiser postar comentários deveria ao menos ser mais bem informado, o nível político do blog está em franca decadência…

  10. Removido à pedido do próprio leitor

  11. Clóvis Henrique Arrué :
    É… A julgar pelas opiniões postadas aqui, o Irã é uma democracia, as pessoas torturadas e assassinadas por fazerem oposição ao regime dos aiatolás na verdade nunca existiram… E também parece que quem derrubou as torres do World Trader Center foram as FA dos EUA e de Israel…Já que todo mundo pode falar besteiras impunemente, eu também quero expor a minha teoria: Talvez as próprias torres nunca tenham existido, tudo não passou de um truque dos estúdios de Hollywood, assim como as viagens à Lua e outras coisitas assim…
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    Clóvis Henrique Arrué :
    Acho que quem quiser postar comentários deveria ao menos ser mais bem informado, o nível político do blog está em franca decadência…

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    Clovis, creio que realmente a repressão que ainda existe no regime Iraniano não é o Ideal, nem o correto, da mesma forma que as torturas na China os campos de trabalho forçados em diversos países africanos, estupros em massa em mulheres e crianças em Ruanda, são coisas que não podemos aceitar, incluindo também terrorismo de estado, como o VLS que “explodiu” no Maranhão, invasões militares com falsas acusações (iraque por exemplo), e talvez até o Irã.

    Mesmo que o Irã desenvolva essa tal Bomba Atômica, nunca vai atacar Israel,
    o objetivo é pura defesa, contra invasões como a do Iraque.

    Outra coisa curiosa, porque Israel pode ter Armas Nucleares e o Irã não?
    Ai vão te dizer … Não seria seguro esse país ter tal armamento!
    Oras quem tentou vender armas nucleares para a Africa durante um regime
    maldito como o apartheid?

    Israel só preocupa-se com sua própria segurança (o que é correto, pois o estado
    tem que cuidar de sua população), com isso, recorre a quaisquer meios, idem EUA, Brasil, França, Rússia etc…

    Bem vindo ao Planeta Terra xD
    Acho que por isso os ETs vão passar bem longe huashuashuas o/

  12. Tiago Santos :
    Farsa não foi….
    Mas tem muito coisa mal explicada… isso é fato o.o

    Foi pura farsa. Onde que em uma implosão por ação térmica nos metais causaria cortes RETOS em diagonal como se fosse uma explosão por cordame? Semanas antes do atentado houve uma ” reforma elétrica em todo o prédio”..Só nestes fatos já se tira conclusões. E calaram o engenheiro que fez as torres! Alguém viu o mesmo sendo entrevistado na mídia? Não seria lógico entrevista-lo? E foi muito rápida! a queda. Fora a forma como as torres foram construídas. Com apoios centrais e até mesmo na carapaça de metal envolta. É pq nossos referencias de informação são bastante manipulados!

  13. Sempre há aquelas pessoas que acreditam em tudo o que se mostra na TV.Assistem a depois pensam que são expecialistas no assunto.*

    Como já foi dito,os meios de comunicação de hoje em dia são muito manipulados,e é dificil encontrar fontes confiáveis!

    A muita coisa não esclarecida sobre o atentado.A mídia americana ficou em cima para que nao ouvesse outra versão do atentado.

    Depois que descobriram que as “armas quimicas e de Destruição em Massa” seria o motivo da Invasão do Iraque,nunca existiu e Bush queria Invadir o Iraque desde que assumiu o poder,nada me surpreende vindo deles…Que eles tem capacidade para isso,ah tem,!

  14. Ahmadinejad, foi muito, mas muito feliz mesmo em TER JOGADO A VERDADE PARA ESSE MUNDO CEGO. QUE NÃO QUER ACEITAR A VERDADEIRA HISTORIA DAS ATROCIDADES COMETIDADES POR ESSE SISTEMA FALIDO E SUBVERSIVO. COMANDADO POR ESSE PAIS DO “CÃO” COMANDADO POR BESTAS FERAS, E SEGUIDO POR UM BANDO DE MARIONETES CAPETINHAS.

  15. “A julgar pelas opiniões postadas aqui, o Irã é uma democracia, as pessoas torturadas e assassinadas por fazerem oposição ao regime dos aiatolás na verdade nunca existiram…”
    Se o Irã é ou não uma democracia não é asunto do Brasil.
    O Brasil não “exporta democracia” kkk, como fazem os nossos primos.
    E como colocou o Tiago, tem muito país que tortura etc e os americanos nem prestam.
    Isso de “exportar democracia” é que nem o conto de papai Noel.
    Os americanos reis da democracia não passa dum conto de fadas, olha o Zeitgeist e documentário do tipo. Parece mataram o Kennedy per causa da Fed. Não é democracia onde o estado mata presidentes.

    Enquanto as torres gêmeas ninguém no mundo falou que os aviões não existiram, a exageração dos argumentos do oponente também é um tipo de mentira, e a mentira é a base da propaganda americana, mas agora mentir já não presta, agora existe a internet e não dá para. Ninguém acredita na mídia. Aqui a mídia está contra o torneiro, e o cara tem 80% de aprovação e 4% contra. E ‘a escolhida’ parece vai conseguir mais votos que o seu criador, até pode ganhar no primeiro turno coisa que o “apedeuta”[*] não consiguiu.

    [*]Quer dizer ignorante, era como muitos na mídia falavam do cara antes.

  16. Discordo que o problema contra o Irã seja um passo a mais para um cerco à China. Basicamente trata-se de mais uma guerra que o lobby israelense tem tramado. Ao invés de Israel perseguir seus objetivos com o sangue dos próprios soldados, prefere levar países fantoches, como os EUA, a lutar suas guerras genocidas e de expansão territorial (vide recente colonização do Curdistão Iraquiano) em nome de Eretz Israel (Grande Israel).

  17. Mais de 50% da população Americana acredita, só Brasileiro mal informado que não viu um único vídeo de fonte independente para achar que foram terroristas. Existem muitas, mas, muitas provas que foi um golpe do estado.

    Que tal começar com o fato de que nunca nenhum prédio com o tipo de projeto do WCT caiu por causa de fogo? E a torre 7? Ja ouviram falar?

    Que tal o seguro de mais de 3 Bilhões de dolares 3 dias antes do ataque?

    Que tal os 12 aviões falsos criados em uma simulação da casa branca no mesmo momento do ataque?

    Que tal não haver partes de avião no prédio do Pentágono e no que caiu no meio do campo?

    Que tal as varias varias pessoas que não foram trabalhar naquele dia? Que soram avisadas para não ir?

    Que tal a fonte do dinheiro para o atentado que foi rastreada até Israel, e ai pararam de rastrear por que não tem motivo para rastrear? sem motivo? Isso é oficial do governo americano?

    Que tal um dos terroristas que atacou o WTC ainda esta vivo até hoje e constar aind na lista dos que estavam no avião?

    Que tal as varias barras de ferro derretidas em angulo de corte de implosão de predios?

    O aço das barras de ferro do WTC derreteriam a 1400ºc, o fogo dos aviões não chegou a 900ºc.

    Muitos aqui não sabem do golpe, mas, não sabem por que vão atrás das mesmas fontes sempre, vcs acham que a Globo vai dizer a verdade a vocês? Globo, BBC, CNN, entre outras sempre tem o mesmo ponto de vista sobre tudo nesse mundo, ponto de vista do tipo que o Irã é o bixo-papão, e os Israelenses com seu campo de concentração e bombas de fósforo são perfeitos e certinhos.

    Mais de 50% da população americana não acha que foi um golpe de estado, elas sabem, pois, foram atrás de informação independente e de qualidade, coisa que só é possível hoje graças a internet.

  18. Thiago, acho os americanos usam aos israelenses.

    Devemos desmistificar isso dos judeus donos do mundo, não passa de propaganda judaica.

    Israel não existe como país autónomo, a política do Israel é a aplicação da política americana para a região.

    O Israel é que nem um cachorro que acha que tem interesses próprios etc, quando é na verdade programado pelo dono para defender uma casa uma rua sei lá, uma vizinhança neste caso.

    Os israelenses acham que eles “existem” que tem ambição de criar um império próprio, o “Grande Israel” e tudo isso, mas é só um conto para os próprios judeus alucinados pela propaganda sionista irem a vivir por lá.

    O famoso “poderoso lobby israelense” como fala a mídia americana, não passa de uma escusa para os anglos apoiar Israel. Os anglos nunca aceitaram aos judes na América, até que ao fim, na década do 60 um judeu entrou com um processo contra um clube anglo para ser admitido (ver documentário do History Channel no youtube).
    Tem milhonário judeu nos States, como tem polonês, arménio sei lá.
    Já quando a mídia americana usa o termo “poderoso” para algo eu não acredito, eu já vejo que trata-se de propaganda.
    Os EUA têm política própria, e o fantoche é o Israel, é assim.
    Israel é um pião do ocidente, Israel é um pião de todos nós, se não existisse o Israel, o barril de petróleo estaria a $200 ou mais e o canal de Suez estaria sob controle dos aiatolas.
    É muito difícil enxergar a realidade enquanto aos judeus, porque eles passam fazendo propaganda de si mesmos, eles têm um problema com o poder, na história pode-se comprovar que sempre andaram por trás dos poderosos, até do imperador otomano ao começo do século XX. Na cultura judaica cria-se o filho já com esse intuito de se aproximar dos poderosos.

  19. Avião coisa nenhuma, o atentado que teve contra o pentágono foi um míssil. Ahmadinejad não está de todo errado não, o EUA tiraram sim proveito do atentado terrorista e eu não ponho minha mão no fogo para defender que não houve mão do governo no atentado. Como pode uma agencia poderosa que é a CIA não ter descoberto tal plano terrorista? Então quer dizer que qualquer idiota pode portar um míssil e carregá-lo por aí nas imediações do Pentágono? Faça-me um favor, não me conte a história da carochinha não.

    Além disso, nós sabemos que na guerra do Iraque o UK mentiu ao afirmar que Sadan Hussein tinha arma em destruição em massa.

    Olho vivo heim pessoal, EUA não é santo não, eles são é bem maluquinhos da cuca e fazem de tudo para se manterem no poder.

  20. “Mais de 50% da população americana não acha que foi um golpe de estado, elas sabem, pois, foram atrás de informação independente e de qualidade, coisa que só é possível hoje graças a internet.”
    Entendo que vc quis dizer 50% ACHA que foi golpe.
    Mas discordo, o povo americano é muuuuuito ingénuo, entanto é aqui no Brasil onde o povo vai procurar na internet.

    O povo brasileiro caro Claudecir Mees, é um dos povos mais antenados enquanto a desconfiança na mídia. Prova disso foi o 61% do torneiro em 2006 enquanto a mídia não parava de falar contra, eu lembro especialmente o Alexandre da Globo, que não parava de xingar ao lula.

    Hoje a oposição inventou o negócio esse da quebra do sigilo da ficha da filha do Serra, aqui tudo mundo pesquisa a posição económica de tudo mundo, é normal, mas eles fizeram um caso para tentar parar a subida da ex-guerrilheira, a mídia apoio pesadamente a jogada da oposição, e só conseguiram que ‘a escolhida’ continuasse a crescer até superar ao seu criador.
    O povo brasileiro não é brincadeira, e é uma ofensa o comparar com o ingénuo povo americano.
    Aqui o povo aprendeu a não acreditar no que falam atores fantasiados de jornalistas na televisão. abrçs

  21. se mal não lembro, o brasileiro é o número um em horas por semana conectado à rede, com certeza mais que o americano

  22. Senhores,
    Mesmo que tenha havido uma conspiração, pra que demolir (implodir) as torres?
    Não bastaria que os aviões se chocassem?
    Quer dizer, os maquiavélicos americanos planejaram fazer com que 2 aviões repletos de passageiros fosse seqüestrado e chocassem contra as torres do WTC, mas além disso ainda foram lá dias antes e fizeram perfurações em centenas (ou milhares) de pontos, instalaram centenas (ou milhares) de cargas explosivas, tudo discreto, interno, não havia fios à mostra, serviço de primeira, tudo em 1 noite?
    Também fizeram sumir um avião porque o que dizem que se chocou com o pentágono não o fez, foi um míssil, provavelmente um Tomahawk lançado pelos próprios americanos? rsrsrss
    Mas então, cadê o avião que sumiu?
    Senhores, estamos vivendo em um mundo sem regras claras, perdemos completamente o sentido de verdade e mentira. Tudo pode e nada pode. A permissividade é a ordem do dia e tudo pode ser questionado.
    Para cada “especialista” que diz ter argumentos fortes que mostram uma coisa, há 10 outros com outros argumentos igualmente críveis que afirmam completamente o oposto.
    A verdade não existe. Existe o livre arbítrio de escolher entre as diversas “verdades” disponíveis.
    O homem foi na Lua?
    Um avião se chocou com o Pentágono?
    As torres do WTC foram implodidas?
    O Pé Grande existe?
    Os sinais que aparecem nas plantações da Inglaterra foram feitas por um dupla de fazendeiros ou por ETs?
    Os ETs fizeram as pirâmides do Egito?
    A maçonaria quer dominar o mundo?
    Escolham! Tem pra todo gosto.

  23. Bosco, somente a troca de informação da população para a população é que dimuirá o quadro da desinformação. Considero que cada ser-humano nasceu com uma coisa chamada lógica. E que é a mesma que qualquer especialista na área possui, a diferença é a quantidade de informação. Para tudo se tem o lado A e o lado B.

  24. Bastaria que os aviões de chocassem se eles derrubassem as torres por si só. As bombas seriam a garantia de que isso aconteceria para provocar o efeito desejado na população.

    Eu acho muito engraçado como as pessoas ridicularizam essas possibilidades ao invés de apenas discordarem de forma educada. Hoje, já se é amplamente aceito na historiografia da Segunda Guerra que os EUA permitiram o ataque à Pearl Harbor pelos japoneses, para justificar a entrada na guerra. O que tem de diferente nesse caso? Eu não duvido que terroristas extremistas islâmicos sequestraram os aviões, mas acredito que o governo dos EUA sabia de antemão que o ataque iria acontecer e o permitiram, além de completarem o serviço (ou algum grupo não-governamental, talvez até estrangeiro, não importa) com o uso de bombas e outros artifícios.

    A História mostra que muitas “teorias” são inicialmente ridicularizadas e, tempo depois, se tornam óbvias.

  25. Caro Edilson eu sei que parece chato isso mas por favor apague o meu primeiro comentario por que eu estive pensando independente de ter sido planejado por a ou b morreram muitas pessoas inocenes la então não é correto fzer piadinhas com isso.

    Obridado.

  26. Algumas mentiras são incapazes de serem corrigidas.
    O cara que se vestiu de “Pé-Grande” já jurou que foi ele que fez o famoso filme em que um soposto Pé-Grande aparece, mas a mentira saiu de controle. Ninguém acredita nele.
    Idem para os fazendeiros que começaram com essa estória de figuras geométricas que aparecem nas plantações inglesas. Quem fez já disse como fez e fez para que todo mundo visse, ao vivo. Adiantou? Não. A mentira saiu de controle.
    Uma mentira é crível porque como falseia a verdade ela é artificial,portanto, moldável, adaptável. É mais fácil acreditar na mentira do que na verdade, já que a verdade nua e crua não se adapta. Um mentira você manipula até que não haja pontos obscuros. Já a verdade verdadeira deixa pontos sem resposta porque não tem como ser manipulada.
    Os advogados de defesa e os políticos que o digam. rsrsrsrsr
    Cadê as asas do avião que se chocou contra o Pentágono? Se for verdade que um avião de passageiros se chocou, a resposta talvez seja só entendida por especialistas, e não por um leigo, já que o leigo não entende as variáveis que ocorre quando um avião de passageiros pesando 200 t se choca a 500 km por hora contra um prédio sólido de concreto maciço.
    Para o leigo é mais fácil acreditar na mentira. A mentira pode se adaptar ao senso comum, e o leigo em geral se vale do senso comum para fazer um juízo de valor e fazer a leitura das informações que recebe.
    Para o leigo, se a asa sumiu, é fácil acreditar que não foi um avião, porque ele acredita que deva existir uma parte substancial da asa mesmo após o impacto.
    A verdade é uma boa esposa, mas a mentira é nossa amante fogosa.rsrsrsr

  27. @Milton Brás Cabral,

    Respeito muito sua opinião e concordo com alguns pontos, porém questiono qual o benefício real do governo dos EUA ou mesmo de uma elite não comprometida com o Estado sionista em sustenar e lutar guerras traçadas por sionistas declarados (os neocons e demais membros da AIPAC)? Trilhões de dólares já foram derramados para manter aquele paiseco, Israel já cometeu atentados terroristas contra os EUA (vide USS Liberty e Lavon Affair), enquanto os EUA possuem alianças no Oriente Médio infinitamente mais baratas e muito mais subservientes, como é o caso da Arábia Saudita. Em minha humilde opinião, os EUA são apenas o braço armado da vez dessa elite sionista, assim como o Império Inglês, a URSS (até certo ponto pelo menos), os Países Baixos já foram. São como gafanhotos que consomem os recursos de vastos impérios até o exaurir (como está acontecendo com os EUA), apenas para achar nova morada em seguida.

  28. Michel, qual comentário? não o encontrei, podes me enviar o link?
    sds
    E.M.Pinto

  29. David :
    Enquanto os tambores de guerra tocam contra o Irã, os fantoches americanos esperam e todos os babões desse detestável país dão gritos de urraaa.
    Estarei vivo para ver a queda do Yankees, e isso não tardará.

    Tiago Santos :
    Farsa não foi….
    Mas tem muito coisa mal explicada… isso é fato o.o

    O Persa bebeu mt , ele teve delirio tremens, só pode,Sds.

  30. A charge está mt boa, Sds.

  31. No caso do pé-grande, não se tem NENHUMA prova que ele existiu. Pois nenhuma coisa de nada liga a outra.

    Já no caso do 11/09 se tem milhares! de provas que que ligam uma cadeia conspiracional. Com base em várias pessoas, que antes leigos e com lógica, estudaram, para aprenderem as variáveis, e exporem suas opiniões à os demais.

    Acho que todo mundo sabe que dois corpos não ocupam o mesmo espaço. Em qualquer explosão do choque de uma aeronave com um prédio, há vestígios de asas, ou sequer 1/4 de avarias laterais à explosão central, identificando que alí tinha um avião com asas. Fatos tecnicos são provas… falem com qualquer eng. de estruturas, com especialização em demolições, e ouçam-o.

    E espero que o que esteja sendo dito aqui, seja com base em engenheiros e analistas que investigaram o caso.

  32. Thiago,
    “Deixar que aconteça” um ataque a uma base militar é uma coisa. “Orquestrar que aconteça” nos bastidores que tal ataque ocorra é outra completamente diferente.
    Não duvido que os americanos tenha deixado acontecer. Poderiam ter impedido usando a diplomacia? Ou fazendo um ataque preventivo contra a armada japonesa?
    Só que a aí eles seriam os culpados históricos de terem atacado covardemente um país que até então não estavam em guerra.

    Jonnas,
    Só pra deixar claro, não sou nem a favor nem contra a possibilidade de ter ocorrido um complô no 09/11.
    Só digo que há uma versão oficial aprovada por muitos “especialistas” e há versões alternativas aprovadas por outro tanto de “especialistas”.
    Como diria um velho ditado: “Duvide de tudo o que você ouve e de metade do que você vê.”
    Tal ditado nos remete a outro igualmente interessante: “Não mate nem morra por nenhuma causa. Ela pode ser a causa injusta.”
    Como disse antes, vivemos no tempo da “contestação”, principalmente nós brasileiros, onde nunca esteve tão em voga a máxima que diz que “toda mentira é verdade até prova em contrário”.
    Eu de minha parte me reservo o direito de duvidar das “verdades alternativas” no caso do 09/11 e prefiro acreditar na “mentira oficial”, embora, assim como no caso de Pearl Harbor, não duvido que o governo Bush tenha “deixado acontecer”, que de santinho ele não tem nada.
    Só isso pra mim já seria motivo de uma investigação oficial de modo a punir os responsáveis.
    O problema é que os detratores do Bush criam tantas teorias tresloucadas que elas ficam insossas, perdem a força. Se houvesse uma teoria do tipo “ele deixou que acontecesse”, tal possibilidade já estaria sendo investigada e ele (o Bush) poderia ser punido.
    Um abraço.

  33. Bosco, respeito seu ponto de vista. Além do mais é sensata.

    Eu tenho esta posição que ta aí, e que com base em minhas conclusões está correta.

    Mas ao mesmo tempo, como Raul Seixas dizia ” eu sou uma metamorfose ambulante”, mas não em mudar a todo tempo à o favor dos ventos as idéias. Mas sim, buscando a todo o tempo motivos para concordar e discordar de tudo. Como tem de ser.

    Entendi. Vlw

  34. Por mim os Yankees eram informados e deixaram tudo acontecer… sò isso, simples assim!!

    Teriam mais a ganhar se a operação fosse bem sucedida, e assim fizeram em modo que nada interferisse com os planos do inimigo… e receberam de presente a “desculpa” certa para prosseguir com a global domination… invasão do Afeganistão, invasão do Iraque, prisão de inimigos políticos em Guantanamo, em Abu Graib e outras prisões que não conhecemos, e tudo autorizado pelo Patrioc Act, etc… tudo veio à calhar depois que os fatos de 11/09 se consumiram, tudo foi a bom fim, para ambas as partes envolvidas, os realizadores e as vitimas.

    Simples né?? Pois é eu também acho, nada destas teorias mirabolantes não, na maioria das vezes a coisa é mais simples do que parece.

  35. É o primeiro depois do comentario do Clóvis ou o decimo comentario apartir do primeiro ali sobre o chuknorris.

  36. Não há muita diferença entre orquestrar e deixar acontecer quando milhares de cidadão são mortos. Para estes e para os familiares não há diferença alguma na verdade.

  37. A estupidez humana deste pedreiro é de espantar até uma cabra. É uma pena, que o Lula prefira beijar na boca do Ahmadinejad ao invés de apertar a mão do OBAMA.

  38. Olha, ainda seguem com que foi o Oswald sosinho que matou o Kennedy.
    ————————-
    Thiago
    “qual o benefício real do governo dos EUA”

    Essa guerra é dos americanos, os neocons não são sionistas, eles são americanos, podem gostar do sionismo como o dono gosta do cachorro que trabalha pra ele.

    A Arábia Saudita não pode fazer as doidices que faz o regime israelense, não pode, porque o dia seguinte têm uma revolta.

    Atribuir todo o poder du mundo aos judeus é coisa mesmo de um judeu, eles falam assim, que a raça deles é que governa o mundo e tudo isso.

    Pelo contrário, eles não passam de executores da política americana.
    Tenha certeza, os anglos são muito mais espertos que os judeus.
    Enquanto os judeus o único que estudavam na Europa era o Talmude, os anglos já tinham contribuido a desenvolver várias ciências. Os judeus começaram a estudar quando formaram famílias com alemães, ou seja, se a gente ve os primeiros cientistas judeus eram todos germánicos.
    Com todo o respeito para os judeus, mas eles não têm uma política própria, isso é como uma qualidade constitutiva congénita inata do povo judeu. São criados desse jeito com o intuito de se aproximar dos poderosos.

    A política deles é se juntar ao poderoso, e com o tempo são apreciados e aceitados por esses poderosos porque sabem que a sua política é essa.
    Os nazistas estavam errados, os judeus não têm política própria.
    Criaram o Israel porque era funcional ao império inglês.

  39. Milton, Kennedy foi outro tb que dançou pq falou demais.. :

  40. @Milton Brás Cabral,

    Não acho que a questão é bem “colocar a direção das políticas mundiais nas mãos dos judeus”, mas que “judeus” e não “os judeus” têm papel preponderante nesse quesito, pessoalmente acho difícil negar. Os grandes neocons, em sua quase totalidade (inclusive pelo “fundador” da corrente) eram judeus que, na década de 60, eram trostskystas (!!!), apoiando todo tipo de subversão à ordem estabelecida nos EUA e que, no fim da década 70 se “converteram” ao “conservadorismo” (leia-se a visão de que Israel é um pilar do Ocidente no Oriente Médio e que deve ser preservado e fortificado para a o bem do próprio Ocidente). O neoconservadorismo gravita em torno de Israel. Foi criado para o bem daquele Estado. Não trouxe nada de bom para os EUA, exceto para um outro personagem corrompido pelos neocons. Os tais neoconservadores de maior renome têm parentes em Israel. É interessante também notar que eles estão tanto entre os Republicanos quanto entre os Democratas e de forma numerosa. Só o fato de que todo candidato a presidente deve fazer numerosas e generosas promessas a Israel para sonhar em ser eleito diz muito. Obama prometeu (e tem cumprido com bônus) 30 bilhões de dólares a Israel em defesa. Você está certo em dizer que os judeus não têm política própria e figuras de renome comumente tachadas de “judeus que se odeiam” (Normal Finkelstein, Noam Chomsky etc) provam isso, mas não dá pra negar que outros judeus muito melhor posicionados nas esferas de poder ontem e hoje (Henry Kissinger, Paul Wolfowitz, Richard Perle, Rahm Emmanuel etc) traçam muitos dos passos mais importantes da política externa dos EUA. Além do que já disse, gostaria de deixar claro que, quando falo em “sionistas”, não estou me referindo apenas a judeus partidários dessa ideologia supremacista, até porque figuras como Hillary Clinton parecem amar mais a Israel do que aos EUA.

  41. Eu ainda conservo um mínimo de esperança na grandeza do ser humano e torço para que não tenhamos nos rebaixado tanto a ponto de cometermos tal vilania.
    Se um dia comprovarem que foram os próprios americanos que orquestraram ou mesmo que “deixaram acontecer” o 09/11, aí eu definitivamente desisto. Seria um golpe não nos americanos, mas no gênero humano como um todo.
    Um dos motivos que me leva a não crer nas teorias conspiratórias é que tudo faz parecer que foi mesmo um embuste. Se tivesse tudo muito “crível” eu desconfiaria.
    O avião que caiu na Pensilvânia e que não sobrou absolutamente nada poderia facilmente ter sido simulado em uma floresta (dificultaria a possível identificação dos destroços) e não em campo aberto.
    Também pelo que me consta não faltam lemes, asas, etc, nos EUA, que poderiam ser plantados no local para melhor simular uma queda de aeronave.
    Confesso que o que me deixa mais confuso é o fato de não ter sido encontrado nenhuma parte maior de avião no Pentágono, mas nunca li o relatório técnico oficial do acidente, onde deve constar a explicação desse aparente “fenômeno”, e imagino que se não fosse convincente, após 9 anos já teria havido uma movimentação maior no sentido de esclarecer melhor os fatos vindos dos próprios americanos e das famílias das vítimas.
    O que mais me faz crer que não foi uma conspiração é que se eu estivesse no comando dessa operação teria feito completamente diferente para que parecesse mais crível aos olhos do cidadão médio.
    Essa, caso tenha sido uma conspiração, parece ter sido comandada pelo Mister Bean de tão desastrosa.
    Só pode ter sido real.

  42. Só sei que nenhum Boeing 757 atingiu o Pentágono.

    http://www.pentagonstrike.co.uk/pentagon_bp.htm

  43. Jonnas, é gritande que um presidente dos EUA morreu falando detalhadamente o que estava acontecendo e o mundo teve a capacidade de culpar aquele assassino idiota.

    Mais uma fez os banqueiros montaram seu golpe e ganharam bilhões com mais uma guerra e o mundo não aprendeu a ver, ficam dizendo que o governo americano não tinha motivos, o que e uma piada, ja que quem escolhe esta acima do presidente.

    Jonnas :
    Milton, Kennedy foi outro tb que dançou pq falou demais.. :


  44. Obrigado Jonnas, uma parte tinha visto no documentário Zeitgeist.

    JFK – ON SECRET SOCIETIES AND FREEDOM OF THE PRESS

    “Mr. Chairman, ladies and gentlemen:

    I appreciate very much your generous invitation to be here tonight.

    You bear heavy responsibilities these days and an article I read some time ago reminded me of how particularly heavily the burdens of present day events bear upon your profession.

    You may remember that in 1851 the New York Herald Tribune under the sponsorship and publishing of Horace Greeley, employed as its London correspondent an obscure journalist by the name of Karl Marx.

    We are told that foreign correspondent Marx, stone broke, and with a family ill and undernourished, constantly appealed to Greeley and managing editor Charles Dana for an increase in his munificent salary of $5 per installment, a salary which he and Engels ungratefully labeled as the “lousiest petty bourgeois cheating.”

    But when all his financial appeals were refused, Marx looked around for other means of livelihood and fame, eventually terminating his relationship with the Tribune and devoting his talents full time to the cause that would bequeath the world the seeds of Leninism, Stalinism, revolution and the cold war.

    If only this capitalistic New York newspaper had treated him more kindly; if only Marx had remained a foreign correspondent, history might have been different.
    And I hope all publishers will bear this lesson in mind the next time they receive a poverty-stricken appeal for a small increase in the expense account from an obscure newspaper man.

    I have selected as the title of my remarks tonight “The President and the Press.”
    Some may suggest that this would be more naturally worded “The President Versus the Press.”
    But those are not my sentiments tonight.

    It is true, however, that when a well-known diplomat from another country demanded recently that our State Department repudiate certain newspaper attacks on his colleague it was unnecessary for us to reply that this Administration was not responsible for the press, for the press had already made it clear that it was not responsible for this Administration.

    Nevertheless, my purpose here tonight is not to deliver the usual assault on the so-called one party press.
    On the contrary, in recent months I have rarely heard any complaints about political bias in the press except from a few Republicans.
    Nor is it my purpose tonight to discuss or defend the televising of Presidential press conferences.
    I think it is highly beneficial to have some 20,000,000 Americans regularly sit in on these conferences to observe, if I may say so, the incisive, the intelligent and the courteous qualities displayed by your Washington correspondents.

    Nor, finally, are these remarks intended to examine the proper degree of privacy which the press should allow to any President and his family.

    If in the last few months your White House reporters and photographers have been attending church services with regularity, that has surely done them no harm.

    On the other hand, I realize that your staff and wire service photographers may be complaining that they do not enjoy the same green privileges at the local golf courses that they once did.

    It is true that my predecessor did not object as I do to pictures of one’s golfing skill in action.
    But neither on the other hand did he ever bean a Secret Service man.

    My topic tonight is a more sober one of concern to publishers as well as editors.

    I want to talk about our common responsibilities in the face of a common danger.
    The events of recent weeks may have helped to illuminate that challenge for some; but the dimensions of its threat have loomed large on the horizon for many years.
    Whatever our hopes may be for the future –for reducing this threat or living with it– there is no escaping either the gravity or the totality of its challenge to our survival and to our security –a challenge that confronts us in unaccustomed ways in every sphere of human activity.

    This deadly challenge imposes upon our society two requirements of direct concern both to the press and to the President –two requirements that may seem almost contradictory in tone, but which must be reconciled and fulfilled if we are to meet this national peril.
    I refer, first, to the need for a far greater public information; and, second, to the need for far greater official secrecy.

    I

    The very word “secrecy” is repugnant in a free and open society; and we are as a people inherently and historically opposed to secret societies, to secret oaths and to secret proceedings.
    We decided long ago that the dangers of excessive and unwarranted concealment of pertinent facts far outweighed the dangers which are cited to justify it.
    Even today, there is little value in opposing the threat of a closed society by imitating its arbitrary restrictions.
    Even today, there is little value in insuring the survival of our nation if our traditions do not survive with it.
    And there is very grave danger that an announced need for increased security will be seized upon by those anxious to expand its meaning to the very limits of official censorship and concealment.
    That I do not intend to permit to the extent that it is in my control.
    And no official of my Administration, whether his rank is high or low, civilian or military, should interpret my words here tonight as an excuse to censor the news, to stifle dissent, to cover up our mistakes or to withhold from the press and the public the facts they deserve to know.

    But I do ask every publisher, every editor, and every newsman in the nation to reexamine his own standards, and to recognize the nature of our country’s peril.
    In time of war, the government and the press have customarily joined in an effort based largely on self-discipline, to prevent unauthorized disclosures to the enemy.
    In time of “clear and present danger,” the courts have held that even the privileged rights of the First Amendment must yield to the public’s need for national security.

    Today no war has been declared–and however fierce the struggle may be, it may never be declared in the traditional fashion. Our way of life is under attack.
    Those who make themselves our enemy are advancing around the globe.
    The survival of our friends is in danger.
    And yet no war has been declared, no borders have been crossed by marching troops, no missiles have been fired.

    If the press is awaiting a declaration of war before it imposes the self-discipline of combat conditions, then I can only say that no war ever posed a greater threat to our security.
    If you are awaiting a finding of “clear and present danger,” then I can only say that the danger has never been more clear and its presence has never been more imminent.

    It requires a change in outlook, a change in tactics, a change in missions–by the government, by the people, by every businessman or labor leader, and by every newspaper.
    For we are opposed around the world by a monolithic and ruthless conspiracy that relies primarily on covert means for expanding its sphere of influence–on infiltration instead of invasion, on subversion instead of elections, on intimidation instead of free choice, on guerrillas by night instead of armies by day.
    It is a system which has conscripted vast human and material resources into the building of a tightly knit, highly efficient machine that combines military, diplomatic, intelligence, economic, scientific and political operations.

    Its preparations are concealed, not published.
    Its mistakes are buried, not headlined.
    Its dissenters are silenced, not praised.
    No expenditure is questioned, no rumor is printed, no secret is revealed.
    It conducts the Cold War, in short, with a war-time discipline no democracy would ever hope or wish to match.

    Nevertheless, every democracy recognizes the necessary restraints of national security–and the question remains whether those restraints need to be more strictly observed if we are to oppose this kind of attack as well as outright invasion.

    For the facts of the matter are that this nation’s foes have openly boasted of acquiring through our newspapers information they would otherwise hire agents to acquire through theft, bribery or espionage; that details of this nation’s covert preparations to counter the enemy’s covert operations have been available to every newspaper reader, friend and foe alike; that the size, the strength, the location and the nature of our forces and weapons, and our plans and strategy for their use, have all been pinpointed in the press and other news media to a degree sufficient to satisfy any foreign power; and that, in at least in one case, the publication of details concerning a secret mechanism whereby satellites were followed required its alteration at the expense of considerable time and money.

    The newspapers which printed these stories were loyal, patriotic, responsible and well-meaning.
    Had we been engaged in open warfare, they undoubtedly would not have published such items.
    But in the absence of open warfare, they recognized only the tests of journalism and not the tests of national security.
    And my question tonight is whether additional tests should not now be adopted.

    The question is for you alone to answer.
    No public official should answer it for you.
    No governmental plan should impose its restraints against your will.
    But I would be failing in my duty to the nation, in considering all of the responsibilities that we now bear and all of the means at hand to meet those responsibilities, if I did not commend this problem to your attention, and urge its thoughtful consideration.

    On many earlier occasions, I have said–and your newspapers have constantly said–that these are times that appeal to every citizen’s sense of sacrifice and self-discipline.
    They call out to every citizen to weigh his rights and comforts against his obligations to the common good.
    I cannot now believe that those citizens who serve in the newspaper business consider themselves exempt from that appeal.

    I have no intention of establishing a new Office of War Information to govern the flow of news.
    I am not suggesting any new forms of censorship or any new types of security classifications.
    I have no easy answer to the dilemma that I have posed, and would not seek to impose it if I had one.
    But I am asking the members of the newspaper profession and the industry in this country to reexamine their own responsibilities, to consider the degree and the nature of the present danger, and to heed the duty of self-restraint which that danger imposes upon us all.

    Every newspaper now asks itself, with respect to every story: “Is it news?” All I suggest is that you add the question: “Is it in the interest of the national security?” And I hope that every group in America–unions and businessmen and public officials at every level– will ask the same question of their endeavors, and subject their actions to the same exacting tests.

    And should the press of America consider and recommend the voluntary assumption of specific new steps or machinery, I can assure you that we will cooperate whole-heartedly with those recommendations.

    Perhaps there will be no recommendations.
    Perhaps there is no answer to the dilemma faced by a free and open society in a cold and secret war.
    In times of peace, any discussion of this subject, and any action that results, are both painful and without precedent.
    But this is a time of peace and peril which knows no precedent in history.

    II

    It is the unprecedented nature of this challenge that also gives rise to your second obligation–an obligation which I share.
    And that is our obligation to inform and alert the American people–to make certain that they possess all the facts that they need, and understand them as well–the perils, the prospects, the purposes of our program and the choices that we face.

    No President should fear public scrutiny of his program.
    For from that scrutiny comes understanding; and from that understanding comes support or opposition.
    And both are necessary.
    I am not asking your newspapers to support the Administration, but I am asking your help in the tremendous task of informing and alerting the American people.
    For I have complete confidence in the response and dedication of our citizens whenever they are fully informed.

    I not only could not stifle controversy among your readers–I welcome it.
    This Administration intends to be candid about its errors; for as a wise man once said: “An error does not become a mistake until you refuse to correct it.”
    We intend to accept full responsibility for our errors; and we expect you to point them out when we miss them.

    Without debate, without criticism, no Administration and no country can succeed–and no republic can survive.
    That is why the Athenian lawmaker Solon decreed it a crime for any citizen to shrink from controversy.
    And that is why our press was protected by the First Amendment– the only business in America specifically protected by the Constitution- -not primarily to amuse and entertain, not to emphasize the trivial and the sentimental, not to simply “give the public what it wants”–but to inform, to arouse, to reflect, to state our dangers and our opportunities, to indicate our crises and our choices, to lead, mold, educate and sometimes even anger public opinion.

    This means greater coverage and analysis of international news–for it is no longer far away and foreign but close at hand and local.
    It means greater attention to improved understanding of the news as well as improved transmission.
    And it means, finally, that government at all levels, must meet its obligation to provide you with the fullest possible information outside the narrowest limits of national security–and we intend to do it.

    III

    It was early in the Seventeenth Century that Francis Bacon remarked on three recent inventions already transforming the world: the compass, gunpowder and the printing press.
    Now the links between the nations first forged by the compass have made us all citizens of the world, the hopes and threats of one becoming the hopes and threats of us all.
    In that one world’s efforts to live together, the evolution of gunpowder to its ultimate limit has warned mankind of the terrible consequences of failure.

    And so it is to the printing press–to the recorder of man’s deeds, the keeper of his conscience, the courier of his news–that we look for strength and assistance, confident that with your help man will be what he was born to be: free and independent.”

  45. Bosco, voce está certíssimo! É como se tivessem feito para provocar uma duvida no povo. ( Para até mesmo por em cheque os experts. Como por exemplo: Se ele matou, pq não lavou as roupas que usou na hora do crime?) Será uma estratégia de lado A lado B, mas que no fundo são tudo a mesma coisa? Eu espero que não! Pelo pouco que sei da possível conspiração, o grupo também tem como obrigação, dar deixas! do que fez. Por isto existe um ciclo vicioso na questão, inclusive ajudando a encobertar os fatos reais!

    Claudecir. Neste vídeo quem falou foi alguém do próprio EUA, heheh. Tomara que não tenha sido forjado este vídeo. Lembro que ja vi o video dele falando! no youtube,mostrando ele no discurso. Mas não encontrei! =/

  46. Obrigado Jonnas, uma parte tinha visto no Zeitgeits acho.

    JFK – ON SECRET SOCIETIES AND FREEDOM OF THE PRESS

    “Mr. Chairman, ladies and gentlemen:

    I appreciate very much your generous invitation to be here tonight.

    You bear heavy responsibilities these days and an article I read some time ago reminded me of how particularly heavily the burdens of present day events bear upon your profession.

    You may remember that in 1851 the New York Herald Tribune under the sponsorship and publishing of Horace Greeley, employed as its London correspondent an obscure journalist by the name of Karl Marx.

    We are told that foreign correspondent Marx, stone broke, and with a family ill and undernourished, constantly appealed to Greeley and managing editor Charles Dana for an increase in his munificent salary of $5 per installment, a salary which he and Engels ungratefully labeled as the “lousiest petty bourgeois cheating.”

    But when all his financial appeals were refused, Marx looked around for other means of livelihood and fame, eventually terminating his relationship with the Tribune and devoting his talents full time to the cause that would bequeath the world the seeds of Leninism, Stalinism, revolution and the cold war.

    If only this capitalistic New York newspaper had treated him more kindly; if only Marx had remained a foreign correspondent, history might have been different.
    And I hope all publishers will bear this lesson in mind the next time they receive a poverty-stricken appeal for a small increase in the expense account from an obscure newspaper man.

    I have selected as the title of my remarks tonight “The President and the Press.”
    Some may suggest that this would be more naturally worded “The President Versus the Press.”
    But those are not my sentiments tonight.

    It is true, however, that when a well-known diplomat from another country demanded recently that our State Department repudiate certain newspaper attacks on his colleague it was unnecessary for us to reply that this Administration was not responsible for the press, for the press had already made it clear that it was not responsible for this Administration.

    Nevertheless, my purpose here tonight is not to deliver the usual assault on the so-called one party press.
    On the contrary, in recent months I have rarely heard any complaints about political bias in the press except from a few Republicans.
    Nor is it my purpose tonight to discuss or defend the televising of Presidential press conferences.
    I think it is highly beneficial to have some 20,000,000 Americans regularly sit in on these conferences to observe, if I may say so, the incisive, the intelligent and the courteous qualities displayed by your Washington correspondents.

    Nor, finally, are these remarks intended to examine the proper degree of privacy which the press should allow to any President and his family.

    If in the last few months your White House reporters and photographers have been attending church services with regularity, that has surely done them no harm.

    On the other hand, I realize that your staff and wire service photographers may be complaining that they do not enjoy the same green privileges at the local golf courses that they once did.

    It is true that my predecessor did not object as I do to pictures of one’s golfing skill in action.
    But neither on the other hand did he ever bean a Secret Service man.

    My topic tonight is a more sober one of concern to publishers as well as editors.

    I want to talk about our common responsibilities in the face of a common danger.
    The events of recent weeks may have helped to illuminate that challenge for some; but the dimensions of its threat have loomed large on the horizon for many years.
    Whatever our hopes may be for the future –for reducing this threat or living with it– there is no escaping either the gravity or the totality of its challenge to our survival and to our security –a challenge that confronts us in unaccustomed ways in every sphere of human activity.

    This deadly challenge imposes upon our society two requirements of direct concern both to the press and to the President –two requirements that may seem almost contradictory in tone, but which must be reconciled and fulfilled if we are to meet this national peril.
    I refer, first, to the need for a far greater public information; and, second, to the need for far greater official secrecy.

    I

    The very word “secrecy” is repugnant in a free and open society; and we are as a people inherently and historically opposed to secret societies, to secret oaths and to secret proceedings.
    We decided long ago that the dangers of excessive and unwarranted concealment of pertinent facts far outweighed the dangers which are cited to justify it.
    Even today, there is little value in opposing the threat of a closed society by imitating its arbitrary restrictions.
    Even today, there is little value in insuring the survival of our nation if our traditions do not survive with it.
    And there is very grave danger that an announced need for increased security will be seized upon by those anxious to expand its meaning to the very limits of official censorship and concealment.
    That I do not intend to permit to the extent that it is in my control.
    And no official of my Administration, whether his rank is high or low, civilian or military, should interpret my words here tonight as an excuse to censor the news, to stifle dissent, to cover up our mistakes or to withhold from the press and the public the facts they deserve to know.

    But I do ask every publisher, every editor, and every newsman in the nation to reexamine his own standards, and to recognize the nature of our country’s peril.
    In time of war, the government and the press have customarily joined in an effort based largely on self-discipline, to prevent unauthorized disclosures to the enemy.
    In time of “clear and present danger,” the courts have held that even the privileged rights of the First Amendment must yield to the public’s need for national security.

    Today no war has been declared–and however fierce the struggle may be, it may never be declared in the traditional fashion. Our way of life is under attack.
    Those who make themselves our enemy are advancing around the globe.
    The survival of our friends is in danger.
    And yet no war has been declared, no borders have been crossed by marching troops, no missiles have been fired.

    If the press is awaiting a declaration of war before it imposes the self-discipline of combat conditions, then I can only say that no war ever posed a greater threat to our security.
    If you are awaiting a finding of “clear and present danger,” then I can only say that the danger has never been more clear and its presence has never been more imminent.

    It requires a change in outlook, a change in tactics, a change in missions–by the government, by the people, by every businessman or labor leader, and by every newspaper.
    For we are opposed around the world by a monolithic and ruthless conspiracy that relies primarily on covert means for expanding its sphere of influence–on infiltration instead of invasion, on subversion instead of elections, on intimidation instead of free choice, on guerrillas by night instead of armies by day.
    It is a system which has conscripted vast human and material resources into the building of a tightly knit, highly efficient machine that combines military, diplomatic, intelligence, economic, scientific and political operations.

    Its preparations are concealed, not published.
    Its mistakes are buried, not headlined.
    Its dissenters are silenced, not praised.
    No expenditure is questioned, no rumor is printed, no secret is revealed.
    It conducts the Cold War, in short, with a war-time discipline no democracy would ever hope or wish to match.

    Nevertheless, every democracy recognizes the necessary restraints of national security–and the question remains whether those restraints need to be more strictly observed if we are to oppose this kind of attack as well as outright invasion.

    For the facts of the matter are that this nation’s foes have openly boasted of acquiring through our newspapers information they would otherwise hire agents to acquire through theft, bribery or espionage; that details of this nation’s covert preparations to counter the enemy’s covert operations have been available to every newspaper reader, friend and foe alike; that the size, the strength, the location and the nature of our forces and weapons, and our plans and strategy for their use, have all been pinpointed in the press and other news media to a degree sufficient to satisfy any foreign power; and that, in at least in one case, the publication of details concerning a secret mechanism whereby satellites were followed required its alteration at the expense of considerable time and money.

    The newspapers which printed these stories were loyal, patriotic, responsible and well-meaning.
    Had we been engaged in open warfare, they undoubtedly would not have published such items.
    But in the absence of open warfare, they recognized only the tests of journalism and not the tests of national security.
    And my question tonight is whether additional tests should not now be adopted.

    The question is for you alone to answer.
    No public official should answer it for you.
    No governmental plan should impose its restraints against your will.
    But I would be failing in my duty to the nation, in considering all of the responsibilities that we now bear and all of the means at hand to meet those responsibilities, if I did not commend this problem to your attention, and urge its thoughtful consideration.

    On many earlier occasions, I have said–and your newspapers have constantly said–that these are times that appeal to every citizen’s sense of sacrifice and self-discipline.
    They call out to every citizen to weigh his rights and comforts against his obligations to the common good.
    I cannot now believe that those citizens who serve in the newspaper business consider themselves exempt from that appeal.

    I have no intention of establishing a new Office of War Information to govern the flow of news.
    I am not suggesting any new forms of censorship or any new types of security classifications.
    I have no easy answer to the dilemma that I have posed, and would not seek to impose it if I had one.
    But I am asking the members of the newspaper profession and the industry in this country to reexamine their own responsibilities, to consider the degree and the nature of the present danger, and to heed the duty of self-restraint which that danger imposes upon us all.

    Every newspaper now asks itself, with respect to every story: “Is it news?” All I suggest is that you add the question: “Is it in the interest of the national security?” And I hope that every group in America–unions and businessmen and public officials at every level– will ask the same question of their endeavors, and subject their actions to the same exacting tests.

    And should the press of America consider and recommend the voluntary assumption of specific new steps or machinery, I can assure you that we will cooperate whole-heartedly with those recommendations.

    Perhaps there will be no recommendations.
    Perhaps there is no answer to the dilemma faced by a free and open society in a cold and secret war.
    In times of peace, any discussion of this subject, and any action that results, are both painful and without precedent.
    But this is a time of peace and peril which knows no precedent in history.

    II

    It is the unprecedented nature of this challenge that also gives rise to your second obligation–an obligation which I share.
    And that is our obligation to inform and alert the American people–to make certain that they possess all the facts that they need, and understand them as well–the perils, the prospects, the purposes of our program and the choices that we face.

    No President should fear public scrutiny of his program.
    For from that scrutiny comes understanding; and from that understanding comes support or opposition.
    And both are necessary.
    I am not asking your newspapers to support the Administration, but I am asking your help in the tremendous task of informing and alerting the American people.
    For I have complete confidence in the response and dedication of our citizens whenever they are fully informed.

    I not only could not stifle controversy among your readers–I welcome it.
    This Administration intends to be candid about its errors; for as a wise man once said: “An error does not become a mistake until you refuse to correct it.”
    We intend to accept full responsibility for our errors; and we expect you to point them out when we miss them.

    Without debate, without criticism, no Administration and no country can succeed–and no republic can survive.
    That is why the Athenian lawmaker Solon decreed it a crime for any citizen to shrink from controversy.
    And that is why our press was protected by the First Amendment– the only business in America specifically protected by the Constitution- -not primarily to amuse and entertain, not to emphasize the trivial and the sentimental, not to simply “give the public what it wants”–but to inform, to arouse, to reflect, to state our dangers and our opportunities, to indicate our crises and our choices, to lead, mold, educate and sometimes even anger public opinion.

    This means greater coverage and analysis of international news–for it is no longer far away and foreign but close at hand and local.
    It means greater attention to improved understanding of the news as well as improved transmission.
    And it means, finally, that government at all levels, must meet its obligation to provide you with the fullest possible information outside the narrowest limits of national security–and we intend to do it.

    III

    It was early in the Seventeenth Century that Francis Bacon remarked on three recent inventions already transforming the world: the compass, gunpowder and the printing press.
    Now the links between the nations first forged by the compass have made us all citizens of the world, the hopes and threats of one becoming the hopes and threats of us all.
    In that one world’s efforts to live together, the evolution of gunpowder to its ultimate limit has warned mankind of the terrible consequences of failure.

    And so it is to the printing press–to the recorder of man’s deeds, the keeper of his conscience, the courier of his news–that we look for strength and assistance, confident that with your help man will be what he was born to be: free and independent.”

  47. Bosco:

    Se tiver um pouco de paciência,tempo e abertura a fatos novos, veja estes filmes dos Zeitgest, mas o 9/11 esta na segunda parte do vídeo 4/12 aos minutos 6:41, antes deste nos 1-2-3-4/12 explica a religião e o mito dos deuses… segue falando do 9/11 nos demais 4-5-6-/12, depois começa a explicação sobre o sistema financeiro e sobre o movimento Zeitgeist…

    O bom é que nesta série não se faz tanto blablabla conspiratorio, mas se recordam os fatos, e os compararam com o que os engenheiros, arquiteto que projetou as torres disse sobre o argumento, e ele foi claro, as torres podiam resistir sim ao impacto de aviões, eles já tinham pensado nisso.

    E aparecem parte do relatório oficial e muito citado e questionado em suas partes… é um bom filme.

    Valeu !!!

  48. Esqueci do link:

    Valeu!!

  49. Barros :
    Só sei que nenhum Boeing 757 atingiu o Pentágono.
    http://www.pentagonstrike.co.uk/pentagon_bp.htm

    Video tosco por video tosco eu prefiro esse aqui:

    []s

  50. Thiago você é judeu, porque é costume dos judeus tentar encontrar judeus en todos os lados, atribuindo governar os destinos da humanidade.
    O neocons foi fundado por 2 judeus, e depois apareceram alguns judeus a mais e também de religião cristã.
    Mas foram esses judeus que se fizeram conservadores e não que os conservadores se fizeram algo.
    Foram esses judeus que aderiram ao conservadurismo anglo e não ao revés.
    O neocons não é um movimento judeu, pelo contrário é um típico movimento conservador americano, que com o passar dos anos foi se misturando e mimetizando com o resto da direita americana.

    O apoio a Israel começou um pouco antes de 1920, naquela época por a Inglaterra, pelo interesse de manter aquela região sob controle, e contiuou-se com os americanos.

    Pensar que foi ao revés, que os judeus consiguiram que os anglo e depois os americanos apoiaram aos sionistas sem ganhar nada, por tolos, é uma doidice que só pode caber na cabeça de um judeu.

    Os judeus têm um grave problema com o poder, o povo judeu forma seus filhos nessa fascinação pelo poder e pelos poderosos, e depois esses filhos crescem e passam procurando judeus famosos vinculados a centros de poder. Insanidade mental.

    “Hillary amar mais a Israel” rsrs novamente os anglo usam ao Israel.
    Quando eu falo que não têm política própria não estou me refirindo a caras como o Chomsky, que é um marxista que tenda dizer que é anarquista. Não estou falando de intelectuais que ganhan o pão falando o que o público (clase D tentando ser intelectuais de classe média) quer ouvir.

    Quando digo que o povo judeu não tem política própria estou me refirindo à elite judaica, os que têm mais de 1bi cada.

    Eles levam aos judeus pobres a pensar que são os escolhidos, os donos do mundo, além da dita “supremacia racial” rsrs.
    Falar em supremacia racial é ridículo, enquanto os judeus andavam pelo deserto procurando seu deus, tentando saber o que queria deus pra eles, e coisas do tipo, na região que hoje é Líbano engenheiros construiam banheiros com descarga e sistemas de esgoto.
    O povo judeu foi sempre um povo muito atrassado tecnologicamente, comparável aos gitanos, só que eles têm, como colocava antes essa fascinação doente pelo poder. Cada povo tem seus pontos bons e seus pontos fracos. Um sucesso dos judeus foi pelo que vi no documentário Zeitgeist, transmitir a religião egípcia pra nós.
    Compartilhamos com os judeus e outras culturas e religiões este mundo chamado Ocidente, só isso. Um ocidental tem mais em comum com um judeu do que poder ter com um chinês, aí está o negócio.
    Dizer que os americanos invadiram o Iraque por o “super poderoso lobby judaico”(adicionado por mim,rsrs) é um forçamento de barra muito forte.

  51. Francoorp,
    Eu acho o vídeo tendencioso.
    Colaram depoimentos de pessoas que estavam nas proximidades logo após o acontecido dizendo que ouviram “explosões”. Um ainda diz que lhe pareceu como se fossem várias explosões em sequência, demolindo os andares.
    Ora, eu nunca estive em um prédio de 110 andares que está desabando mas não creio que o mesmo o faça em silêncio. Acho que o som dos vários andares caindo uns sobre os outros deva ser ensurdecedor e parecer mesmo com sons de explosões.
    Também pelo que sei, um prédio não “tomba”. Pelo menos não um prédio com 500 metros de altura e pesando 1 milhão de toneladas. Ele desmorona, implode pela força de seu próprio peso.
    Pelo que me consta a temperatura da explosão e do incêndio que se seguiu enfraqueceu a malha de aço e a mesma não suportou o peso dos andares, fazendo-os desabar um após outro.
    Quanto ao impacto no Pentágono acho que devido a velocidade o avião foi fragmentado.
    Quando ocorrem acidentes aéreos em que sobram grandes partes da estrutura da aeronave é porque o mesmo se encontrava em baixa velocidade devido a estarem ou pousando ou decolando (fase onde é maior a possibilidade de um acidente ocorrer) e as devido às tentativas do piloto em evitar ou pelo menos reduzir os danos.
    No caso dos 4 aviões, os mesmos estavam em grande velocidade quando se chocaram, já que 3 o fizeram de propósito e 1 caiu de uma altitude de 10.000 metros.
    Como disse, acredito na versão oficial até prova incontestável (para mim) ou declaração oficial.
    Não creio que o Sr. Ahmadinejad tem uma fonte mais segura que nós. Ele simplesmente fez um exercício intelectual de “acreditar” numa versão, exercendo sua faculdade de escolha. Por “acaso”, escolheu a versão que mais lhe é favorável do ponto de vista político.
    O mesmo fez o Bush no caso das armas de destruição em massa do Iraque.
    O problema do mundo é exatamente esse, inclusive no nosso país.
    Escolhemos como nossos governantes, seres humanos como nós, cheio de defeitos, inclusive com defeitos relativos a escolherem a “verdade” que acham mais conveniente e não a verdade nua e crua, doa a quem doer.
    Aí, no frigir dos ovos, nós, cidadãos do mundo, somos como passageiros dentro de um ônibus dirigido por um motorista embriagado e psicopata. E nós ficamos aturdidos, torcendo para chegar na próxima parada pra ver se troca o motorista, na vã esperança que o próximo seja menos maluco que o primeiro.

    Um abraço.

  52. Segundo a foto foi um ovni… eu juro que vi… (Ironia)
    Pessoal… dizem mal dos americanos… depois há uns americanos que dizem mal dos EUA e criam estas histórias.
    Bem a malta aqui… neste ponto já não se lembram que é pessoal dos EUA… já percebi afinal há boas pessoas nos EUA… aqueles que criam as histórias que muitos pensam ser verdade. (fim da Ironia)

    A lógica seria como ele é americano (os criadores dos documentários acima referidos) não é verdade o que dizem, as teorias são só servem para por mundo ao contrario… e o bla bla de sempre, os EUA não prestam, etc etc. Mas como é algo para enterrar os EUA bem alguns elementos acreditam piamente que foi os EUA os autores do ataques de 11 Setembro seja qual for a criatura de Deus que disse isto… aqui já não interessa a nacionalidade… se viesse um físico com renome internacional e americano a explicar porque não restou nada ou quase nada do 757, (Bosco, há pequenas peças do avião que foram encontradas); bem a cavalaria descia ao monte e gritava que era comprado pelos americanos e o blá da parte II
    A motivação de muitos é apenas dizer mal que é americano.
    Bosco tens os comentários mais sensatos nesta discussão e o teu raciocino está correcto… também prefiro acreditar na versão oficial… mesmo sabendo que há pontos não esclarecidos e duvidosos.
    A administração Bush e a CIA sabiam e isso está no relatório que estava para acontecer algo em solo americano… o que? não sabiam o que seria. Aqui sim, talvez possa haver negligencia de alguém por não colocar tos os serviços de segurança em alerta…
    O resto das teorias… com já referi não acredito puras tretas…

    Voltou a Ironia
    Para mim os americanos que inventaram essa teoria da conspiração são manipulados por países que querem ver a desgraça ameninara para tirarem a supremacia dessa potência no mundo, assim destabilizam os EUA e de outro lado ganha vantagem.
    E para ser mais absurdo… para mim é os alien que estão na área 51 que estão por detrás dos acontecimentos, estão a vingar por estavam fechados em tubos de vidro… no momento que os cientistas estavam a mudar o líquidos de conservação eles deram uma fugida e fizeram a aquela desgraça.
    Esta ultima acho que seria maus plausível…

  53. Fanstástico o comentário do Milton Brás.

  54. Quem quiser ver um documentario que fala sobre essa teoria de ataque interno recomendo Loose change, é bem mais detalhado que Zeitgeist nessa questão.

  55. Documentário = Loose Change legendado

  56. Bosco :
    Eu ainda conservo um mínimo de esperança na grandeza do ser humano e torço para que não tenhamos nos rebaixado tanto a ponto de cometermos tal vilania.
    Se um dia comprovarem que foram os próprios americanos que orquestraram ou mesmo que “deixaram acontecer” o 09/11, aí eu definitivamente desisto. Seria um golpe não nos americanos, mas no gênero humano como um todo.
    Um dos motivos que me leva a não crer nas teorias conspiratórias é que tudo faz parecer que foi mesmo um embuste. Se tivesse tudo muito “crível” eu desconfiaria.
    O avião que caiu na Pensilvânia e que não sobrou absolutamente nada poderia facilmente ter sido simulado em uma floresta (dificultaria a possível identificação dos destroços) e não em campo aberto.
    Também pelo que me consta não faltam lemes, asas, etc, nos EUA, que poderiam ser plantados no local para melhor simular uma queda de aeronave.
    Confesso que o que me deixa mais confuso é o fato de não ter sido encontrado nenhuma parte maior de avião no Pentágono, mas nunca li o relatório técnico oficial do acidente, onde deve constar a explicação desse aparente “fenômeno”, e imagino que se não fosse convincente, após 9 anos já teria havido uma movimentação maior no sentido de esclarecer melhor os fatos vindos dos próprios americanos e das famílias das vítimas.
    O que mais me faz crer que não foi uma conspiração é que se eu estivesse no comando dessa operação teria feito completamente diferente para que parecesse mais crível aos olhos do cidadão médio.
    Essa, caso tenha sido uma conspiração, parece ter sido comandada pelo Mister Bean de tão desastrosa.
    Só pode ter sido real.

    Caro Bosco a explicação oficial é que o metal do avião vaporizou por causa do calor, isso esta escrito no relatorio oficial de trocentas e tantas paginas.
    Mas é como eu disse uma vez o Hitler vez a mesma coisa colocando fogo no parlamento e culpando os comunistas.

  57. Não tenho um pingo de dúvida que a intelegência americana sabia que o ataque ocorreria, e também tinham pleno conhecimento de onde seriam os alvos, ou melhor sem dúvida nenhuma a inteligência sabia de todo plano dos terrorista antes do ataque começar, a minha única dúvida é se o pentágono foi atacado por “fogo amigo” sendo este um míssel ou explosivos para aumentar a proporção do ataque ou pelos terroristas com explosivos e não divulgado o fato real por motivos de segurança nacional, e sem o menor pingo de dúvida confirmo que o pentágono não foi atacado por terroristas tendo em mãos um avião sequestrado.

  58. Bosco, gostaria de supracitar uma coisas, com base no que disse.

    “Também pelo que sei, um prédio não “tomba”. Pelo menos não um prédio com 500 metros de altura e pesando 1 milhão de toneladas. Ele desmorona, implode pela força de seu próprio peso.”

    Depende de como ele foi feito. De fato, prédios como o WTC são feitos para implodir, e não tombar.

    “Não creio que o Sr. Ahmadinejad tem uma fonte mais segura que nós. Ele simplesmente fez um exercício intelectual de “acreditar” numa versão, exercendo sua faculdade de escolha. Por “acaso”, escolheu a versão que mais lhe é favorável do ponto de vista político.”

    Considero que ele tem sim, cara.. apoiando os grupos terroristas.. devem saber muita coisa. E também acho que com certeza, ele não está falando à-toa estas coisas. Se não fosse para o bem dele, de certo jamais diria. ( partindo do presuposto que Obama não está do mesmo lado dele).

    “Pelo que me consta a temperatura da explosão e do incêndio que se seguiu enfraqueceu a malha de aço e a mesma não suportou o peso dos andares, fazendo-os desabar um após outro.”

    Exatamente! enfraqueceu, mas não para cair de forma tão rápida. A não ser que tenham posto uma bomba dentro do avião.

    “Acho que o som dos vários andares caindo uns sobre os outros deva ser ensurdecedor e parecer mesmo com sons de explosões.”

    Teve vários depoimentos. Acho que teve as duas coisas. explosões em cada apoio crítico do prédio.. aos poucos e sem cadência de tempo, e em seguida na implosão total, havendo sons de explosões! Pq? Porque podem pesquisar! em qualquer vídeo de desabamento de prédios, não se tem o mesmo som de explosão cadenciada, cm houve no WTC.

    “Quanto ao impacto no Pentágono acho que devido a velocidade o avião foi fragmentado”

    Ao meu ver, é plausível se! a grama próxima estivesse mexida pelos fragmentos. Mas estava intacta! cm se fosse algo redondo que entrou super-ultra-mega rasante! para não sei como! as turbinas não encostarem nas laterais do buraco central, assim cm na grama em frente à o pentágono.

    O ruim disto tudo, é que de maneira grosseira.. é como se estivessemos debatendo a cena de um crime, culpando aquele que cercou o local, que é o mesmo que conservou o local, e que também é o mesmo que fez a investigação oficial sobre o caso. Diante disto, realmente, não se tem o que fazer!

  59. Me limito a comentar somente sobre a foto…

    Altamente “Syth”
    rs

    Saludos!

  60. carlos argus :

    David :
    Enquanto os tambores de guerra tocam contra o Irã, os fantoches americanos esperam e todos os babões desse detestável país dão gritos de urraaa.
    Estarei vivo para ver a queda do Yankees, e isso não tardará.

    Tiago Santos :
    Farsa não foi….
    Mas tem muito coisa mal explicada… isso é fato o.o

    O Persa bebeu mt , ele teve delirio tremens, só pode,Sds.

    Carlos, pela primeiro vez eu quase concordo com voce, mas acho que o presidente iraniano teve foi inspiraçao daqui. rsrs.

  61. Falando sério ele só quer tirar o foco de si e de seu programa nuclear secreto. Em NY ele está exercitando a democracia e a liberdade que nao tem em seu pais.

  62. Aquilo que você não viu: As evidencias da demolição controlada do WTC (veja as explosões); As infundadas tentativas de culpar os terroristas e a verdadeira razão da sua demolição ( o mega sacrifício).

    Autorizado pelo irmãos Rúbens.
    Ajude: http://www.verdadeoculta.com.br (Site Oficial).

    Meu Site: http://www.wladimiramazonas.com.br

    .

    .

    .

    .

    .

  63. Jose Vanildes Luiz :

    carlos argus :

    David :
    Enquanto os tambores de guerra tocam contra o Irã, os fantoches americanos esperam e todos os babões desse detestável país dão gritos de urraaa.
    Estarei vivo para ver a queda do Yankees, e isso não tardará.

    Tiago Santos :
    Farsa não foi….
    Mas tem muito coisa mal explicada… isso é fato o.o

    O Persa bebeu mt , ele teve delirio tremens, só pode,Sds.

    Carlos, pela primeiro vez eu quase concordo com voce, mas acho que o presidente iraniano teve foi inspiraçao daqui. rsrs.

    Desde já, eu q deixar claro q nunca fui e nem sou contra Israel sou contra os SSioniSStras, q esmaga o Povo Palestinos, filhos de Abraão, os Israelenses e os Palestinos podem viver lado a lado e em paz, eu acredito nosso. Só ñ posso aceitar a situação atual dos Palestinos, uma questão de quem já esteve no inferno, q já vivenciou a,a fome, a sêde a dor e a humilhação. Sds.

  64. Bosco:

    Infelizmente prédios tombam sim, e este é um risco real para as estruturas em aço… e principalmente aqueles que são construídos em aço, pois não serve derreter, basta que esteja muito aquecido, o aço se dobra de acordo com o peso que suporta, e isso faz algumas seções tombarem ao invés de caírem sobre elas mesmas. Lembrando que o calor que uma barra de aço recebe não é igual ao da outra, pois o calor em um incêndio não proporcionalmente igual para todas as barras…

    Vai uma fotos de prédio tombados.

    O WTC deveria ter feito assim como esta primeira foto

    http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT6IyCEg3swqYLXHFdNKJNVL5yCOweYpVTj_ybhz0n6LD-JLLI&t=1&usg=__pYXHud6yC_Zuwj6Ryye8IlyAGmA=

    http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTym-ou0Ivdjrhz4N3iY4aUOLsLRboRc5rOwHFkJ4yH0-YSKAI&t=1&usg=__iwDk-6kfAqWsjzx03kFMZn2PO2g=

    Valeu

  65. Ah sim , e o Raporto Oficial é a fonte mais tendenciosa sobre toda a situação do 11/09

  66. Breves considerações, Bosco, favor olhar o item 2:
    1- Trabalho com aço, meu cunhado tb, pois possui uma fábrica que trabalha com aço. Perguntei a ele se ele consegue cortar aço com chama alimentada a combustível de alta octanagem, já q não consigo. Ele tb não (o q não quer dizer q o ataque às torres foi orquestrado)
    2- Permitir que uma base seja atacada não é o mesmo que orquestrar um ataque. Não sei se esse foi o caso de PH, mas isso é a mesma coisa, até pq se podia observar claramente a política externa americana forçando a escassez de matérias-primas no Japão. Como o bombardeamento nuclear do Japão foi para evitar o avanço russo. Isso é aceito como verdade e, plenamente razoável.

  67. Meu Deus, quanta bobagem, pessoal bora fazer um curso de engenharia e parar de escrever bobagens, a temperatura de fusao do aço é de 1530°C, a 500°C a sua resistencia é de apenas 50% da resistencia em temperatura ambiente, só a queima de combustivel gerou +ou- 800°C, então……….

    Experimentem quebrar as colunas de um predio de 4 andares,ao mesmo tempo, entre o 2° e o 3º andar, e ver se a força das lajes em queda não derrubam os 2 andares embaixo do corte, como em uma implosão….

    http://commons.wikimedia.org
    /wiki/File:World_Trade_Center_9-11_Attacks_Illustration_with_Vertical_Impact_Locations.jpg

    As torres foram projetadas para suportar um avião? Quais aviões estava disponives em 1960? Bom, rsss, o Titanic foi projetado para suportar um iceberg.

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