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Chile apoia Brasil como membro permanente do Conselho de Segurança

In Geopolítica on 24/09/2010 by E.M.Pinto

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France Presse

Nova York – O presidente do Chile, Sebastián Piñera, defendeu nesta quinta-feira (23/9) uma ampliação do Conselho de Segurança das Nações Unidas e disse que apoia o Brasil como membro permanente do órgão.

Na primeira participação como presidente nos debates da Assembleia Geral da ONU, Piñera destacou a necessidade “de se reformar o Conselho de Segurança para torná-lo mais plural”.

Brasil, Alemanha, Japão e potências regionais emergentes, como Índia e África do Sul, manifestam há anos a pretensão de ocupar uma cadeira permanente em um Conselho de Segurança ampliado.

Piñera citou apenas o Brasil entre os países que o Chile estaria disposto a apoiar após a eventual ampliação do Conselho de Segurança, que hoje tem cinco membros permanentes e dez rotativos.

No discurso, Piñera convidou o mundo a abraçar a modernidade e disse que após as quedas dos muros que separavam Leste e Oeste, Ricos e Pobres, persiste um terceiro muro que é preciso derrubar: “entre os espíritos antigos, que vivem da nostalgia, e os espíritos jovens”, que olham o futuro.

No discurso de abertura da Assembleia Geral, o chanceler brasileiro, Celso Amorim, pediu hoje a reforma e a expansão do Conselho de Segurança, para ampliar a participação dos países em desenvolvimento, incluindo-os como membros permanentes.

“Não podemos continuar com métodos de trabalho sem transparência e que permitem aos membros permanentes discutirem a portas fechadas pelo tempo que quiserem questões que dizem respeito a toda humanidade”.

Nota do Editor.

No meio de todo o lodaçal que está virando a  Unasul,  onde sabotadores e falsos amigos fazem de tudo para as coisas continuarem como estão ou ainda piorarem, dá para ver realmente que são os nosso aliados, tá na hora do Brasil deixar de perder tempo com quem não tem futuro e direcionar seus esforços em quem vale pena?

E.M.Pinto


Fonte: Correio Braziliense via CCOMSEX

24 Respostas to “Chile apoia Brasil como membro permanente do Conselho de Segurança”

  1. Concordo com o editor. O Chile sempre foi um país sério e principalmente organizado. Conheço o Chile é país própero com um povo humilde e muito trabalhador. Percebi que o brasileiro é muito respeitado e bem quisto. Esse sim é um povo irmão.

  2. Concordo com o Brasil no conselho de segurança todo America do sul tera uma voz maior na comunidade internacional.SOU A FAVOR DA COMPLETA UNIÃO DE TODOS PAISES SUL-AMERICANOS.

  3. O chile, como colocou nosso amigo Cesar, é um pais que esta em uma crescente a anos, no sentido enconomico e social, talves seja, pelo seus Presidentes anteriores investirem de maneira correta os recursos do povo chileno, foi muito feliz em seu discurso o presidente!
    O Brasil, tem que parar de ir atras de conflitos fora do continente, sou capaz de apostar que uma politica regional teria uma melhor aceitação e uma projeção maior
    para assumir uma cadeira cativa e definitiva, reforçando a liderança ma america do Sul, tentando levar algumas Politicas que deram certas nesses ultimos anos para todo
    o continente, não somente no mercosul.
    Acedito que é por ai, que vamos conseguir as coisa.obrigado

  4. Cesar :
    Concordo com o editor. O Chile sempre foi um país sério e principalmente organizado. Conheço o Chile é país própero com um povo humilde e muito trabalhador. Percebi que o brasileiro é muito respeitado e bem quisto. Esse sim é um povo irmão.

    B.O.B :
    Concordo com o Brasil no conselho de segurança todo America do sul tera uma voz maior na comunidade internacional.SOU A FAVOR DA COMPLETA UNIÃO DE TODOS PAISES SUL-AMERICANOS.

    Mateus :
    O chile, como colocou nosso amigo Cesar, é um pais que esta em uma crescente a anos, no sentido enconomico e social, talves seja, pelo seus Presidentes anteriores investirem de maneira correta os recursos do povo chileno, foi muito feliz em seu discurso o presidente!
    O Brasil, tem que parar de ir atras de conflitos fora do continente, sou capaz de apostar que uma politica regional teria uma melhor aceitação e uma projeção maior
    para assumir uma cadeira cativa e definitiva, reforçando a liderança ma america do Sul, tentando levar algumas Politicas que deram certas nesses ultimos anos para todo
    o continente, não somente no mercosul.
    Acedito que é por ai, que vamos conseguir as coisa.obrigado

    Então tá, falar + o quê? Se é p o bem geral da AS, declaramos a td q aceitamos. Sds.

  5. A política chilena é uma das poucas talvez no mundo onde o diálogo entre oposição e situação é consideravelmente produtivo…

    Seja por uma educação melhor ou simplesmente consciência natural da população e classe política, o fato é que existe boa consciência naquele país.

    Interessante a posição chilena…
    Ao meu ver um país nos trilhos consegue enxergar bem os seus pares em termos de estabilidade e dar o devido valor a eles…

  6. Como disse nosso amigo Carlos Argus, nos aceitamos, só falta os manda-chuva da ONU aceitarem, o que eu acho improvável. Pois, o Brasil, foi contra as sanções ao Irã e isso foi uma pedra no sapato, das potências.Vamos torcer para que conseguíamos, mas é difícil.

  7. Acho que o pedido de entrada do Brasil e outras potências é retórico, ou seja esconde na verdade um pedido de reforma da Onu com a eliminação do dito conselho inclusa.
    O CS é uma gangue que pratica a chantagem nuclear.
    O mundo deveria entrar com um procssso por formação de quadrilha.

  8. Meu caro Wi, tentarei ser breve:

    Sabotadores: Colômbia ( todos os forums em que entra arranja uma forma de melar toda e qualquer decisão, inclusive apresenta-se como candidato ao conselho de segurança).
    Falsos amigos: Chaves e os Bolivarianos, que só estão ai para o Brasil porque estão ganhando $$$$$, o sonho deles é a China chegar no barraco e acabar com a graça do Brasil e dos Estados Unidos, coisa que estão se esmerando em acelerar.
    Sem Futuro, Excluindo o Uruguay e ligeiramente o Paraguay que tem interesses que o Mercosul progrida, Nostros Hermanos não cumprem uma resolução as discussões com os Argentinos ficam no Papel, Lula já foi lá 4 vezes em seus mandatos para simplesmente pedir para eles cumprirem o que assinaram.
    Lodaçal por que o Brasil entrou achando que poderia apresentar uma proposta de Unidade e o que vemos é cada um puchando a corda pro seu lado e o pior de tudo, sempre na direção oposta do Brasil (excluindo-se alguns como Uruguay, Chile e Perú) a quem eu acho que vale a pena sentar e conversar sobre o futuro.
    Lodaçal pois não importa o tema a ser tratado na Unasul acaba sempre em pendengas e farofadas fronteiriças de séculos, birrinhas e egos de líderes que se apresentam como pessoas e não como tal (vide a cimeira em Bariloch que foi transmitida ao vivo e que parecia mais uma reunião de condomínio que uma cúpula de líderes de nações.
    Nenhuma decisão concreta é tomada e sempre fica no suspenso, o Brasil se mata para conseguir mínimos passos assim como outros países mas Uribe e Chavez roubam a cena sempre com os seus discursos inflamados de defensores dos seus umbigos (espero que o Santos seja alguém mais célere).
    As discussões rondam sempre as questões fronteiriças entre Venezuela Colombia, Colombia Equador, Equador Perú, Perú Bolívia, Peruú Chile, Perú chile-Bolívia e isto é só para ter uma idéia…
    Parece aquela propaganda que dizia:
    Pedro que amava Ana que amava Paulo que amava Andréia, que amava João que amava Célia, que amava Carlos que amava Júlia que morreu de Aids…
    Sou defensor da Integração sul americana, acho que não temos escolha, sou defensor de um parlamento sul americano e de uma unidade até mesmo no campo militar, mas do geito que as coisas vão não tem como, estamos perdendo tempo, dinheiro e oportunidades ao ponto que muitos vira casaca (Colômbia- EUA, Bolivarianos- China) podem de uma hora para outra virar de lado e sabotar toda e qualquer boa vontade dos demais, infelizmente passou da hora do Brasil Abrir o Olho e decidir o que realmente quer.
    Apenas para finalizar, os novos acordos com os Africanos tem nos revertido muito mais positivamente que com nossos vizinhos, os Países Africanos, Angola, Namíbia, Rep Sus Africana e Guiné tem nos recebido e correspondido mais positivamente que nostros hermanos, alguma coisa tá errada ai, espero que seja eu.
    grande abraço.
    E.M.Pinto

  9. E.M.Pinto:

    Obrigado por responder prontamente,
    boas considerações e são questões relevantes, estas que você levanta, más como tudo, tem seu reverso…

    Infelizmente estou sem tempo agora, porém assim que puder,tentarei colocar meu ponto de vista (quanto mais pontos de vista, melhor se tem uma visão do todo…) sobre estas questões.

    saudações

  10. Chile… Taí o país Sul Americano que será primeiro considerado como desenvolvido.

    No mais, agradeçamos ao voto de confiança e lutemos pela ampliação do “Clube dos Cinco”…

    EUA, Rússia, China, Reino Unido, França, Brasil, Alemanha, Japão, África do Sul e Índia… Seria uma boa composição para um novo conselho de segurança…

    4 países europeus
    3 países asiáticos
    2 países americanos
    1 país africano

    Senti a falta de Nova Zelândia ou Austrália como membro permanente… É o único continente que não está representado nesse modelo…

  11. Considero o Chile um bom parceiro que já participa do mega projeto KC-390 com os Brasileiros.
    OBS: Nossa aquela do kara q morreu de aids foi dimais hahhahah

  12. Caro Editor E.M.Pinto… compreendo sua angústia mas a America Latina tem particularidades históricas e culturais que as análise precisam levar em consideração.
    A democratização e o desenvolvimento econômico geral é coisa muito recente num continente que a cerca de 20 anos era dominado por ditaduras de todo tipo.
    Na América do Sul e Central, praticamente todos os países viviam sobre ditaduras militares de direita, alinhados incondicionalmente aos interesses geopolíticos dos EUA. A revoluções sandinista em 1979 na Nicaragua e posteriormente em El Salvador são desprezadas por historiadores ocidentais, contudo elas jogaram um peso enorme no processo continental de acelerar o fim dos regimes autoritários.
    Os EUA perceberam isso e procuraram influenciar seus aliados abaixo da linha do Equador a realizarem a transição para a democracia a fim de evitarem a esquerdização inexoravel do continente através de convulsões sociais orientadas pela teologia da Libertação.
    Li nos anos oitenta um extenso relatório do Departamento de Estado americano a partir de estudos encomendados a acadêmicos dos EUA a esse respeito. A redemocratização não foi tranquila na maioria dos países, com constantes ameaças de retrocessos, com golpes e contra-golpes militares no próprio Chile, Argentina, Perú Bolivia, Colombia, Venezuela, Paraguai, Uruguai, Nicaragua, Haiti, Costa Rica, Panamá, Equador e a mais recente em Honduras.
    Todo esse processo político e cultural de construção de uma identidade geopolítica comum demanda tempo e paciência. O Mercosul tem muitos problemas pela frente ainda mas é um caminho sem volta no processo de integração econômica. Basta termos em conta que o”velho mundo”, a Europa, mais “civilizado e desenvolvido levou mais de 30 anos para que o Tratado de Mahastrish da União Européia se consolidasse.
    O nosso Brasil também há bem pouco tempo, menos de 10 anos, não tinha nenhuma iniciativa decidida nesse processo de integração política, muito pelo contrário, visava apenas a união econômica de alguns mercados mais importantes do Cone Sul numa perspectiva do Conseno de washington.
    Algumas mudanças importantes em escala mundial como o fim da URSS no início dos anos 90, depois a guerra do Golfo, o 11/09 e as guerras americanas sem consentimento da ONU, nesta primeira década do século XXI, produziram mudanças políticas importantes em várias regiões do planeta. Muitos países nos vários continentes experimentaram reviravoltas que possiblitaram apear do poder velhas elites oligarcas dependente do protecionismo americano, como, por exemplo, os países da America Latina, e isso cria um fato novo importante na redefinição das políticas externas, onde discussões sobre identidades e destinos comuns ganham novas formas de abordagem. O Brasil passou a jogar um papel preponderante na geopolítica sul americana.

  13. eu não entendo como o chile até agora não é um pais de primeiro mundo ou uma grande potençia mundial,eu visitei o chile no começo deste ano e vi que é um pais bem organizado em geral e tem um governo que sabe como fazer uma nação prosperar.se tem um pais que o brasil tem que se espelhar ele é o chile!!!

  14. Vou discordar de voce E.M.Pinto, só pra voce ter uma idéia, o MERCOSUL e a Unasul são coisas novas e é óbvio que tem muito caminha para andar, só para lembra a voce a Europa “unida” tem muito mais tempo e eles se odeiam muito mais que os paises sul-americanos. Voce poderia passar a mensagem pros internautas que em FÍSICA as coisa acontecem em milênios e podemos tirar proveito dos estudos da física na maioria das vezes em décadas ou em séculos, nada é imediato e voce deveria ler mais história, meu amigo, e perceber que os países dominantes do mundo sempre conseguiram seus objetivos depois de décadas e as vezes séculos. Portanto meu amigo E.M.Pinto, como admirador dos Físicos e dos cientistas em geral, posso te dizer que nós, Americanos do Sul estamos engatinhando em união e estabilização, é óbvio, que nenhum país cederá para o Brasil uma liderança rápida e tranqüila, até mesmo porque os EUA quando tentaram liderar o ocidente, penaram para fazer os Europeus aceitarem e os países do Oriente até hoje não aceitam. Ninguém gosta de liderança, ainda mais quando esta liderança vem de um país gigantesco e que não fala a mesma língua. Da-se tempo ao tempo, nada é feito em política mundial pensando no imediato, as coisas feitas agora só darão algum tipo de resultado no transcorrer de décadas, é provável que o Brasil só venha a colher dividendos apartir do meio do século. Para sermos respeitados amanhã, temos que trabalhar hoje e o reconhecimento do Chile pode ser apenas uma maneira de ganhar confiança de quem eles sabem que vão ser poderosos na década que vem. Os Chilenos não são bem vistos pelos Argentinos, pelos Peruanos, pelos Colombianos e nem pelos Bolivianos, é óbvio que eles querem se acomodar em quem esta sendo uma potência regional…de bobo eles não tem nada, o reconhecimento não é de graça, mais cedo ou mais tarde todos eles vão reconhecer que não adianta bater em pedra dura….a água não fura.
    Não discordo totalmente de voce, mas é preciso ter cautéla e um pouco de paciencia, o tempo é o senhor da sabedoria.

  15. Wi :
    Nota do Editor.
    “No meio de todo o lodaçal que está virando a Unasul, onde sabotadores e falsos amigos fazem de tudo para as coisas continuarem como estão ou ainda piorarem, dá para ver realmente que são os nosso aliados, tá na hora do Brasil deixar de perder tempo com quem não tem futuro e direcionar seus esforços em quem vale pena?”
    E.M.Pinto
    ———————–
    A principio penso não concordar com sua posição. Más como sua declaração está muito genérica e sem dar nome aos bois, não dá para saber exatamente o que quis dizer… E portanto, fica difícil dar opinião, concordar ou discordar sobre algo indefinido
    Dá para explicitar?
    Quem você considera sabotadores e falsos amigos e porque considera a UNASUL um lodaçal?
    Quem “não tem futuro” e “quem vale a pena”?

    Temos como sabotadores a colômbia,q fez uma aderência proforma, e a Argentina taxando os produtos BRASUCAS, e o Chapolim fazendo _erda nas suas fronteiras e dentro de casa…e tem outros dois. Sds.

  16. vitor boladão :
    eu não entendo como o chile até agora não é um pais de primeiro mundo ou uma grande potençia mundial,eu visitei o chile no começo deste ano e vi que é um pais bem organizado em geral e tem um governo que sabe como fazer uma nação prosperar.se tem um pais que o brasil tem que se espelhar ele é o chile!!!

    Vc está absolutamente certo, eu tbm me pergunto, minha espôsa esteve lá de férias, ela disse q eles merecem estar no 1 mundo, qual a razão p continuarem “presos” a nós no 2 mundo? quem pode explicar?Sds.

  17. Acredito que o Brasil teria mais sucesso se intensificasse acordos Bi-laterais, Governo à Governo, deixando de lado os Clubinhos.

    Todos sairiam ganhando. Aí os sabotadores e os vira-casacas não teriam como influir, pois só poderiam sabotar um acordo com seu próprio País.

  18. Fernando Gonzales,
    Salvo não me engano eu citei antes em algum momento que considerava a UNASUL uma “desventura em série”, e salvo o Mercosul como uma opção muito mais interessante e mesmo que ainda “sem vontade” é não só mais produtiva como de perspectivas maiores de futuro e melhores possibilidades estratégicas até. Mas é claro que isso é opnião pessoal.

    Acho sinceramente que não convém comparar as reações da sociedade com ciências exatas, especialmente os entremeios da política. Dentro do estudo da História e da Ciência Política e também das Relações Internacionais que tive acesso no meio acadêmico eu sempre vi essa associação como produtiva em aspecto muito relativo dadas as variavéis humanas mudarem de formas inesperadas em graus e intensidades maiores do que as de fatos calculáveis da Física, Química ou Matemática…
    Ademais várias coisas em Física e Química podem acontecer em um mero piscar de olhos ou menos, bem como outras acontecem ao decorrer de eras… Como diria Einstein “é relativo”.

    Além disso penso que os processos históricos tendem a se acelerar e de forma brutal… Roma demorou séculos para ser a força dominante do ocidente, os Britânicos fizeram o império onde “o sol não se põe” em menos tempo e os americanos arrancaram a preponderância mundial em menos tempo ainda, portanto a tendência é de aceleração e de modo talvez até brutal, o mundo gira cada vez mais rápido e a integração e comunicação são imensamente dinâmicas para facilitar processos de integração e contato.
    Barreiras linguísticas e culturais não são mais a diferença e o problema com eram a 30 ou 40 anos atrás, isso hoje é mais fácil de ser resolvido por N caminhos.

    Creio que o mais importante no que tocou o Editor é sobre a questão da boa vontade e não do tempo, que sem dúvida nisso concordo com você, nada irá ocorrer da noite para o dia, porém não necessáriamente precisa de se alongar como foi na Europa, os processos como disse antes, tendem a ser mais ligeiros.
    Porém quanto a boa vontade, essa realmente eu não percebo por parte de nossos vizinhos, isso não percebo mesmo. O tom de rivalidade e a frequência com que nos apontam como Imperialistas, Beligerantes e até geradores de corrida armamentista é entristecedor. Claro que estas opniões não são de todos, são de alguns porém existem em latência e em potencial grande.

    Somos bem recebidos em nossos vizinhos assim como cá eles o são, mas vejo a nossa aceitação mais sincera e a de lá mais vinculada ao que pode ser interessante sobre nosso consumo em sua terra. Vejo que brasileiro não quer o dinheiro do argentino da mesma forma que o argentino quer o dinheiro do brasileiro, isso só para exemplificar. Mas novamente é uma opnião e sensação que tenho.

    A boa vontade vem de encontro com a questão de países africanos que em situação muito pior que a de nossos vizinhos se sentam e conversam conosco com mais boa vontade e principalmente vendo respeito e tendo respeito e apreço por nós que estendemos a mão ao continente.

    Claro que nada é de graça, mas a boa vontade mesmo que tenha preço tem que existir em volume muito maior do que vejo na América do Sul e não me sinto feliz em dizer isso, gostaria muito que a situação fosse o contrário. Digo isso pois o mundo gira mais rápido hoje (nos sentidos sociais e políticos) do que o mundo de 50 anos atrás.

    Como já espero ter deixado claro e com todo respeito a sua posição e a do Wi, a quem prezo muito pelos comentários (independente de minha concordância com as posições ou não), concordo com pontos do que colocou, porém com outros não e como bem disse o Wi, eu creio que seja esse tipo de colocações que engrandecem a matéria e aos que frequentam o blog.

    Att, Carcará do Cerrado,

  19. Na verdade a UnaSul é uma tentativa de fugir a influência iank, sair dos seus tacões,por mim a OEA estasria a mt tempo “vazia”de nós latinos. O Chile sempre foi um bom parceiro do BRASIL, um 2 contraponto aos argentinos, junto com o BRASIL, besteira , q graças a Deus, já passou. Os tempos são outros, melhores p td nós, é q venha a tão sonhada integração regional na As. Só falta a moeda única. Sds.(o gaúcho ? )

  20. Caros Senhores, Beto e Fernando Gonzales, o estudo da históra não explica tudo, como sabemos outros fatores, que não os históricos, também podem explicar o caso posto pelo Editor de forma brilhante, como por exemplo as ideologias esquerdistas de que todos aqueles que prosperam provavelmente estão explorando alguém e na minha opinião o fator que mais contribue para “melar” os avanços na integração regional, são os egos inflados de alguns líderes, que não suportam a idéia de que outra pessoa brilhe mais, apareça mais, prospere mais…

  21. É senhores gostaria muito de opinar sobre esse tema, porem meu caro amigo Edilson foi de uma esmerada citação que falar algo mais seria desrespeito ao pronuciado;Edilson, faço minhas as tuas palavras se preciso for assinarei e reconhecerei a firma da assinatura pois a mesma mais R$ 2.00 tomarás um cafezinho a moda brasileira, rssss bricadeira.

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