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Para analistas, Brasil em alta passa por ‘renascimento’ na Europa em crise

In Geopolítica, Opinião on 24/09/2010 by E.M.Pinto

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Daniel Gallas

Da BBC Brasil em Londres

O novo presidente brasileiro, que vai assumir o poder no dia 1º de janeiro de 2011, encontrará uma fase atípica nas relações entre Brasil e Europa.

O Brasil atravessa um momento de otimismo nas relações internacionais, com boas perspectivas de crescimento econômico e desenvolvimento. Já a Europa se recupera com grandes dificuldades do forte impacto da crise econômica global, enquanto enfrenta problemas no seu processo interno de integração, no âmbito da União Europeia.

Para diferentes analistas e diplomatas ouvidos pela BBC Brasil, os momentos distintos vividos por Brasil e Europa apresentam riscos e oportunidades para os brasileiros nas relações entre os dois lados.

Por um lado, o novo governo pode se aproveitar do aumento do interesse do interesse europeu nas relações com o Brasil para ampliar seus interesses econômicos e políticos na região.

Já para alguns analistas, o fato de a Europa estar passando por uma crise pode dificultar o avanço em negociações – como no comércio, por exemplo – já que os governos europeus estariam mais enfraquecidos internamente, precisando agradar a grupos que fazem lobby por maior protecionismo.

Renascimento brasileiro

O Brasil passa por uma espécie de “renascimento” na Europa, que é consequência da ascensão dos países emergentes na economia global, de acordo com alguns dos analistas. Entre os emergentes, o Brasil recebe mais investimentos diretos europeus do que a China e a Índia somadas.

“O mundo está passando por mudanças muito significativas. E o traço mais característico é a relevância acentuadamente maior dos países em desenvolvimento, que é de onde vem hoje a maior parte da riqueza adicional no mundo”, afirma o embaixador brasileiro em Londres, Roberto Jaguaribe.

Jaguaribe passou os últimos anos em Brasília, onde trabalhou no setor do Itamaraty responsável pelas relações com o mundo emergente. No mês passado, ele assumiu a embaixada brasileira na Grã-Bretanha, que, segundo ele, é um dos países europeus mais atentos para a mudança de status do Brasil no cenário internacional.

“A América Latina e o Brasil foram os espaços geográficos mais esquecidos da política externa do Reino Unido dos últimos 50 anos”, afirma Jaguaribe. “Agora se vê um renascimento de interesse aqui – pela América Latina, em geral, e pelo Brasil, em particular.”

Em julho, o ministro britânico das Relações Exteriores, William Hague, incluiu o Brasil entre as prioridades do novo governo do primeiro-ministro David Cameron.

A Europa está em crise hoje. É muito mais difícil para os governos enfrentarem os lobbies, que são pequenos, mas que têm muita força política. Na França, será muito difícil o governo fazer qualquer concessão agrícola ao Mercosul que o enfraqueça internamente neste momento.

Alfredo Valladão

“Agora o Brasil virou moda na Europa. Antes todos olhavam muito para a China e para a Índia, agora todos falam no Brasil. Vamos ver se essa ‘moda Brasil’ vai durar”, diz Alfredo Valladão, presidente do conselho consultivo da EUBrasil, entidade que promove a aproximação entre Brasil e União Europeia.

Interesses do Brasil

Nos últimos anos, o Brasil não conseguiu ampliar as condições de comércio com a União Europeia, depois que as tentativas de se firmar um acordo comercial do bloco europeu com o Mercosul fracassaram, por falta de concessões dos dois lados.

No entanto, os analistas apontam que mesmo com o fracasso no acordo comercial, o Brasil ampliou seus interesses na Europa em outras esferas, sobretudo no campo da governança global.

O país foi chamado como convidado para todas as reuniões do G8 – grupo dos países ricos do mundo mais a Rússia, integrado por quatro potências europeias (Grã-Bretanha, França, Itália e Alemanha). Após a crise econômica mundial de 2008, o G8 foi gradualmente perdendo destaque em relação ao G20 – que inclui o Brasil.

Para a professora da UERJ Miriam Saraiva, especialista em relações Brasil e Europa, os países europeus têm um papel importante no esforço de ascensão internacional do Brasil.

“Durante o governo Lula, o Brasil buscou uma aproximação com países europeus para tentar influir sobre a ordem internacional. Nesse esforço, os países europeus têm um lugar de destaque para puxar o Brasil para as negociações mais importantes”, afirma Saraiva.

Negociador ‘indigesto’

Nos próximos anos, o Brasil voltará a negociar o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia e continuará tentando ampliar sua influência nos debates internacionais. Na esfera comercial, ainda há muito ceticismo de todos os lados sobre a possibilidade de se concluir um acordo.

No entanto, na parte de governança global, o Brasil pode se aproveitar do bom momento internacional para aumentar sua influência em instituições em reforma, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) ou o Conselho de Segurança da ONU, onde há anos o país luta por uma vaga permanente.

“Como existe uma quantidade maior de atores relevantes que são novos, é natural, que nestas configurações firmadas no pós-guerra de 1945, eles estejam subrepresentados – nas esferas de governança financeira, comercial e política”, afirma o embaixador Jaguaribe.

Em alguns casos, a ascensão brasileira poderia até mesmo entrar em conflito com os interesses europeus.

“A Europa perdeu poder relativo e significado relativo de forma importante. Não parece razoável que países europeus de economia proporcionalmente importante mantenham cotas nos organismos de governança mundial superiores a países com economias já muito maiores. É preciso haver uma correção”, diz o embaixador, sem citar nenhum país europeu por nome.

Os analistas também ressaltam que o fato de a Europa estar se recuperando mais lentamente da crise mundial enfraquece os governos internamente na hora de fazer concessões em acordos como o comercial.

“A Europa está em crise hoje. É muito mais difícil para os governos enfrentarem os lobbies, que são pequenos, mas que têm muita força política. Na França, será muito difícil o governo fazer qualquer concessão agrícola ao Mercosul que o enfraqueça internamente neste momento”, afirma Valladão.

Miriam Saraiva ainda lembra que a União Europeia já é um negociador “indigesto” por natureza, já que o bloco precisa da autorização de 27 países para aprovar acordos como o que está sendo negociado com o Mercosul.

Fonte: BBC Brasil

18 Respostas to “Para analistas, Brasil em alta passa por ‘renascimento’ na Europa em crise”

  1. Se tudo der certo daqui a poucos dias conseguiremos crescer ainda mais doque já estamos crescendo seguindo esse ritmo fazendo com que mais pessoas tenham qualidade de vida melhores.
    Como potencia seremos olhados com outros olhos que podem ser de respeito ou ganancia (os 2 juntos?) e por isso prescisamos de forças armadas no estado da arte.
    Vamos brasil rumo a quinta maior economia em 2020!!! (já ouvi algumas pessoas dizerem que se continuarmos neste ritmo seremos a quinta economia já em 2016)

  2. Kauan :Se tudo der certo daqui a poucos dias conseguiremos crescer ainda mais doque já estamos crescendo seguindo esse ritmo fazendo com que mais pessoas tenham qualidade de vida melhores.Como potencia seremos olhados com outros olhos que podem ser de respeito ou ganancia (os 2 juntos?) e por isso prescisamos de forças armadas no estado da arte.Vamos brasil rumo a quinta maior economia em 2020!!! (já ouvi algumas pessoas dizerem que se continuarmos neste ritmo seremos a quinta economia já em 2016)

    Olha que eu acredito que o Brasil possa chegar a 5, muitos economista fazem referencia a essa possibilidade.
    Mas atenção, acho que é preciso muito cuidado porque a crise na Europa e EUA não é para sempre… as coisas mudam. O Brasil precisa de fortalecer e ter peso a nível mundial e o resto virá naturalmente.
    Parabéns Brasil

  3. Olha Kauan, serão os 2 olhares, de ganância e de respeito, e esse respeito “se”por estarmos mt bem armados, com poder de dissuação, + pelo andar da carruagem , poderemos até ser atacados, e sem nada , absolutamente nada p nos defender. Vide o caso do amarrado FX2, só 4 subs SSKs ma meia-idade, e nenhum caça, equipamentos mt velhos, ultrapassados…mt triste, Sds.

  4. Kauan :
    Se tudo der certo daqui a poucos dias conseguiremos crescer ainda mais doque já estamos crescendo seguindo esse ritmo fazendo com que mais pessoas tenham qualidade de vida melhores.
    Como potencia seremos olhados com outros olhos que podem ser de respeito ou ganancia (os 2 juntos?) e por isso prescisamos de forças armadas no estado da arte.
    Vamos brasil rumo a quinta maior economia em 2020!!! (já ouvi algumas pessoas dizerem que se continuarmos neste ritmo seremos a quinta economia já em 2016)

    Façam minhas as palavras do Kauan…
    Pra frente Brasil o/

    Sobre a situação das forças armadas…
    Deve ser resolvida as poucos, as vezes com grandes saltos,
    e pequenos passos em outras ^^

  5. carlos argus :Olha Kauan, serão os 2 olhares, de ganância e de respeito, e esse respeito “se”por estarmos mt bem armados, com poder de dissuação, + pelo andar da carruagem , poderemos até ser atacados, e sem nada , absolutamente nada p nos defender. Vide o caso do amarrado FX2, só 4 subs SSKs ma meia-idade, e nenhum caça, equipamentos mt velhos, ultrapassados…mt triste, Sds.

    Serem atacados? Acho que nem merece comentário…

  6. karlus73 :

    carlos argus :Olha Kauan, serão os 2 olhares, de ganância e de respeito, e esse respeito “se”por estarmos mt bem armados, com poder de dissuação, + pelo andar da carruagem , poderemos até ser atacados, e sem nada , absolutamente nada p nos defender. Vide o caso do amarrado FX2, só 4 subs SSKs ma meia-idade, e nenhum caça, equipamentos mt velhos, ultrapassados…mt triste, Sds.

    Serem atacados? Acho que nem merece comentário…

    òtimo.

  7. Tem um item na Wiki muito interessante dedicado às possíveis super-potências, em referência a BR CN IN EU e RU. Hoje falaram que depois da captação de 120bi a Petrobras passou a ser a segunda petroleira do mundo.
    ————————————————————-

    “SOON, WE´LL HAVE TWO SUPERPOWER IN THE WESTERN HEMISPHERE”
    Brazil. Potencial SuperPower
    The Federative Republic of Brazil is considered by a number of analysts and academics a potential superpower of the 21st Century.
    In a lecture entitled Brazil as an Emerging World Power,[14] presented at the Mario Einaudi Center for International Studies, Leslie Elliot Armijo has said that “Brazil will soon rise as Latin America’s first superpower”.
    Armijo states that “Brazil keeps solidifying itself as leader of its region by launching a series of integration projects”, adding also that “as an international actor, Brazil has also taken a larger share of world politics by incrementing its already strong presence in economic initiatives, such as the International Finance Facility and the G20″, asserting that “Brazil’s rising prominence derives from its solid democratic rule and its strong economy” and concluding that “Soon, we’ll have two superpowers in the Western Hemisphere”[5][15]
    “BRAZIL CAN SPEED UP THE CREATION OF THE WORLD´S NEW ORDER”
    Marek Swierczynski, a journalist and defense analyst, in his Atlantic Community article[16] calls Brazil the “potential superpower of the South” and argues that it “may be on its way out of the western camp and can speed up the creation of the world’s new order”.
    “While the US looks esatward Brazil Is Emerging as a Nuclear Superpower.”
    Elizabeth Reavey, a research associate from the Council on Hemispheric Affairs, claims in the title of her article that While the US Looks Eastward Brazil Is Emerging as a Nuclear Superpower[6].
    “Brazil an emerging superpower”
    Describing the importance of the ongoing development of nuclear technology in the country, she calls Brazil an emerging superpower, with a “potential to have a China-like, booming economy, increased nuclear capabilities, a growing self-confidence in its own power and an ability to make its own way”.

  8. Tudo são elogios, mas?…

  9. acredito que o brasil sera uma grande potencia em breve, mas para mim o maior desafio esta na educaçao(basica e escolar), o povo brasileiro tem que mudar a sua forma de pensar(se interessando mais pelos objetivos do pais e querendo ter um maior conhecimento em na area tecnologica, na area politica e por ai vai).
    parem de assistir esses programas ridiculos que passam na nossa tv, e procurem ler bastante livros , mas livros que te acrescente alguma coisa.
    bem acredito muito no brasil e espero que o povo corresponda a essa “evoluçao” brasileira.

    sds a todos.

  10. leonardo_sp :
    acredito que o brasil sera uma grande potencia em breve, mas para mim o maior desafio esta na educaçao(basica e escolar), o povo brasileiro tem que mudar a sua forma de pensar(se interessando mais pelos objetivos do pais e querendo ter um maior conhecimento em na area tecnologica, na area politica e por ai vai).
    parem de assistir esses programas ridiculos que passam na nossa tv, e procurem ler bastante livros , mas livros que te acrescente alguma coisa.
    bem acredito muito no brasil e espero que o povo corresponda a essa “evoluçao” brasileira.
    sds a todos.

    Esse é o caminho p nmos torna-mos uma gdr potência, a 5 econômia, eu digo sempre isso, ajudar desde o curso técnico a faculdade.Sds.

  11. pode acreditar carlos esse pais ira mudar.

  12. só acho que a educaçao basica ao qual eu disse que é a educaçao que vem de dentro de casa(sera um pouco mais complicado mudar essa “educaçao” pois infelizmente no nosso pais vemos maus exemplos de pais que dao aos seus filhos uma educaçao pessima algumas vezes como vemos até ensinado o filho a roubar).
    acho que essa questao so vai mudar com as proximas geraçoes.

    sds carlos e atodos do site.

  13. karlus73 :

    Kauan :Se tudo der certo daqui a poucos dias conseguiremos crescer ainda mais doque já estamos crescendo seguindo esse ritmo fazendo com que mais pessoas tenham qualidade de vida melhores.Como potencia seremos olhados com outros olhos que podem ser de respeito ou ganancia (os 2 juntos?) e por isso prescisamos de forças armadas no estado da arte.Vamos brasil rumo a quinta maior economia em 2020!!! (já ouvi algumas pessoas dizerem que se continuarmos neste ritmo seremos a quinta economia já em 2016)

    Olha que eu acredito que o Brasil possa chegar a 5, muitos economista fazem referencia a essa possibilidade.
    Mas atenção, acho que é preciso muito cuidado porque a crise na Europa e EUA não é para sempre… as coisas mudam. O Brasil precisa de fortalecer e ter peso a nível mundial e o resto virá naturalmente.
    Parabéns Brasil

    ===============================================

    Tem um adjetivo que Fidel cunhou para os puxa-saco made in USA que é LABE BOTAS IANKE.

    Para os LABE BOTAS IANKE leia essa nóticia que é de 2009. Essa previsão.

    A crise econômica atual e uma futura guerra civil nos Estados Unidos vão impulsionar a divisão da maior potência do planeta em repúblicas que ficarão sob influência de diversos países. A opinião é do analista russo Igor Panarin, um ex-agente da KGB que atualmente lidera a formação de diplomatas no Ministério das Relações Exteriores, em Moscou. Apesar de improvável, sua tese vem ganhando espaço na mídia russa nas últimas semanas.

    “Há entre 45% e 55% de chance de que a desintegração dos Estados Unidos aconteça”, disse Panarin, em entrevista do Wall Street Journal. O especialista em relações EUA-Rússia acredita que, apesar de um quadro como esse não ser o melhor para Rússia em curto prazo, já que o país depende muito do dólar e do comércio com os americanos, a queda dos Estados Unidos colocará a Rússia novamente em destaque no cenário internacional.

    Para Panarin, no próximo outono, a imigração em massa, o declínio econômico e a degradação moral levarão os Estados Unidos a uma guerra civil, que causará o colapso do dólar. Aproximadamente no fim de junho ou no começo de julho de 2010, segundo ele, o país, que então será comandado por Barack Obama, acabará dividido em seis partes – inclusive com o Estado do Alasca sendo revertido ao controle russo.

    Depois de passarem uma década sendo desacreditadas, as idéias de Panarin vêm sendo discutidas por especialistas locais, além da cobertura estatal russa, segundo o WST. Recentemente ele apresentou sua teoria em uma discussão no Ministério das Relações Exteriores. Na TV, um jornalista disse que as teorias de Panarin “refletem o alto grau de antiamericanismo existente na Rússia hoje em dia”.
    Estados Divididos

    A previsão de Panarin é baseada em dados da FAPSI, órgão russo equivalente à Agência Nacional de Segurança americana. Ele crê que problemas econômicos e demográficos provocarão uma crise social nos Estados Unidos. Quando isso acontecer, os Estados mais “saudáveis” vão reter fundos federais e automaticamente haverá uma secessão. Isso causará descontentamento social e inclusive uma guerra civil.

    Depois da divisão, os Estados dos EUA formarão repúblicas sob influência de outras nações. A Califórnia formará um núcleo que ele chama de “República da Califórnia”. Ela fará parte da China ou ficará sob influência chinesa. O Texas será o coração da “República do Texas”, um núcleo de Estados que fará parte do México. Já Washington e Nova York farão parte da “República Atlântica”, que deve fazer parte da União Européia.

    Ainda há a “República Centro-Norte Americana”, da qual farão parte os Estados do norte, que ficarão sob influência canadense, o Havaí, que será da China ou do Japão, e o Alasca, que será controlado pela Rússia. “É razoável que a Rússia fique com o Alasca, já que ele fez parte do Império Russo por um longo período”, defende Panarin. Sobre a esperança depositada em Barack Obama, o especialista é bem claro.

    “Os americanos acreditam que o presidente eleito Barack Obama pode ‘operar milagres’, mas quando a primavera chegar ficará claro que não há milagres”, escreveu Panarin em um artigo publicado recentemente no jornal Izvestia, um dos maiores diários da Rússia. No texto, ele também defende que a China e a Rússia vão assumir o papel de regulador financeiro mundial, papel hoje desempenhado por Washington.

    Igor Panarin é doutor em Ciência Política e professora da Academia Diplomática do Ministério das Relações Exteriores da Rússia. É autor de nove livros, entre eles Infowar and power (Guerra de Informação e Poder), Infowar and world (Guerra de Informação e o Mundo) e Infowar and election (Guerra de Informação e Eleições). Além disso já publicou artigos em várias revistas especializadas em política e vem participando de debates sobre a relação entre Rússia e EUA em emissoras de TV.

    LINK: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3417354-EI8141,00-EUA+entrarao+em+guerra+civil+em+diz+analista.html

  14. Sr E.M.Pinto, tirou meu post? Quebrei algum regulamento do site? Se o fiz me informe pra que não o faça novamente. Pode ser?

  15. O termo correto é LAMBE BOTAS IANKE.

  16. Ok sr E.M.Pinto,

    se não posso emitir uma opinião contrária à do português Karlus73 então não faço mais. Irei ler as notícias sem emitir opinião. Parece que nem posso saber qual regulamento eu quebrei.

    Permita que outros saibam disto que está escrito.

    Abraço.

  17. Roberto_mg_bh
    Os comentários passam antes por moderação, o seu não é diferente dos dos outros.
    Agora se voltar ao seu comentário dirigido aos senhor Karlus verá que ele lá está.
    Esta mania de persiguição anda contaminando alguns leitores do blog, pelo jeito é contagiosa, não estamos em cuba, china, Pakistão nem Coréia do norte nem mesmo sobre os olhares da Echelon, é só aguardar como os demais que os comentários são liberados, claro desde que obedeçam as regras de publicação.

    sds
    E.M.Pinto

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