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Saab terá centro de pesquisas no Brasil

In Defesa, Negócios e serviços on 24/09/2010 by E.M.Pinto

https://pbrasil.files.wordpress.com/2010/09/img_77_21015_45b15d.jpg?w=300

Virgínia Silveira

A companhia sueca Saab, que faturou US$ 3,6 bilhões em 2009, vai criar um centro de pesquisa e desenvolvimento de alta tecnologia no Brasil, que irá trabalhar em projetos para o mercado mundial, nos segmentos de segurança civil e militar, radares, sensores, Aeronáutica, desenvolvimento sustentável e tecnologia ambiental.

O centro, de acordo com Hakan Buskhe, que acaba de assumir o cargo de presidente e principal executivo da Saab, será a porta de entrada para a expansão dos negócios no Brasil, um mercado que a companhia sueca considera estratégico e promissor, especialmente nos setores de Aeronáutica e defesa. A localização do centro ainda não foi definida, mas provavelmente ficará no Estado de São Paulo, em função das parcerias que já vem desenvolvendo com várias brasileiras do setor aeroespacial.

O programa de seleção da nova aeronave de combate brasileira, o F-X2, segundo o presidente da Saab, ainda continua sendo a prioridade número um da companhia no Brasil, onde tem planos de investir na fabricação de aeroestruturas em parceria com indústrias nacionais, caso o caça Gripen, que está oferecendo para a Força Aérea Brasileira (FAB) seja o escolhido nesse processo de seleção.

Buskhe esteve ontem em São José dos Campos, a convite da direção da Embraer, para conhecer as instalações da empresa, com quem vislumbra ampliar a parceria na área de desenvolvimento de caças de quinta geração. Hoje o executivo tem um encontro com o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho e à tarde com o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, em Brasília.

Apesar do já anunciado favoritismo do caça francês Rafale na concorrência F-X2, o presidente da Saab disse que ainda acredita na vitória do Gripen, baseado no respaldo que a oferta sueca tem tido junto à indústria nacional, ao governo e também à FAB. “Esperamos ganhar essa concorrência porque acreditamos que apresentamos a melhor oferta de parceria com a indústria brasileira e de transferência de tecnologia, mas existem outras oportunidades além dos caças que também temos muito interesse em explorar no Brasil”, afirmou.

Segundo o executivo, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 representam grandes possibilidades de negócios para a Saab no segmento de radares e sensores para segurança. “A Saab tem muito conhecimento na área de integração de sistemas sofisticados, que utilizam tecnologia de fusão de dados. Esse é um exemplo de transbordamento de tecnologia desenvolvida na área de caças supersônicos, que foi aplicada em produtos para o mercado civil.”

Com um total de 13 mil funcionários no mundo, sendo sete mil engenheiros, e vendas para mais de 90 países, o centro de P&D que a Saab pretende instalar no Brasil, de acordo com Buskhe, será o primeiro da companhia na América do Sul. “Além da Suécia, também mantemos centros de excelência desse nível na África do Sul, Austrália, Países Nórdicos e Inglaterra”. A Saab investe 20% do seu faturamento em P&D.

No Brasil, a principal parceria é com a Akaer, de São José dos Campos, contratada pela Saab para fazer o projeto e a produção da fuselagem central, fuselagem traseira e asas do caça sueco Gripen NG, independentemente do resultado da concorrência dos caças F-X2. “No próximo mês estaremos apresentando o primeiro desenho da fuselagem do Gripen feito por uma empresa brasileira”, disse o diretor-executivo da Akaer, Cesar Augusto da Silva.

A Akaer e a Inbra Aerospace, segundo Silva, negociam a instalação de uma fábrica de aeroestruturas em São Bernardo do Campo, com um investimento estimado em US$ 150 milhões. A Inbra também foi contratada pela Saab no programa de desenvolvimento do Gripen, para a fabricação das asas e da tampa do trem de pouso em material composto.

“A nova fábrica está sendo motivada não só pelo projeto do Gripen NG, mas também por outros programas de desenvolvimento como o KC-390, da Embraer, e o projeto dos helicópteros EC-725, que serão fornecidos para as Forças Armadas Brasileiras pelo grupo Helibrás/Eurocopter, além de outras oportunidades que estão surgindo no mercado internacional de aeroesetruturas”, disse Silva.

Fonte: Valor via Notimp

32 Respostas to “Saab terá centro de pesquisas no Brasil”

  1. E a Dassault propôs o que mesmo pro Brasil,alguma empresa do consorcio do rafale propôs o desenvolvimento de algum componente no Brasil, isso independente do FX-2.

  2. Será que eles já estão aplicando os OffSets ??
    Boa notícia, espero que seja algo duradouro, independente de ganhar o FX-2 ou não. Mesmo porque haverá oportunidades, em por exemplo, por ventura viermos a desenvolver um FX-3 por aqui, ou, como eles mesmo citaram na área civil.

    []’s

  3. Salve Jakson,a proposta deles esta ficando melhor,pena que eles não colocarem em contrato,a Dassult Jakson propos transferencia de Software,radar,armamentos,tudo do radale f-3,menos o software que torna o rafale capaz de efetuar ataques nucleares,isso está no contrato transferencia irrestrita de tecnologia,na proposta sueca não existe esse adjetivo e tb a fábricação de caças no brasil,só de uns tempos para cá que houve mudança de postura dos suecos.
    Mas como eu já disse uma vez se os suecos melhorarem a proposta e colocar trasferencia irrestrita,e derem co-propriedade industrial sobre o gripen NG,e melhorarem mais ainda,eu opto pelo gripen ng,apesar deu achar a proposta dos Americanos a segunda maior,ah esquci se a BAE der garantis juridicas de acesso as suas suas tecnologias tb que são usadas no gripen.

  4. Prezados Srs.

    Gostaria de ler comentarios dos vcs que são qualificado,as vantagens Miitarmenre e Comercialmente. Qual melhor para o Brasil?

  5. Ainda tenho esperanças de ver o Gripen na nossa Força Aérea, parece, vejam bem parece que o Lula viu nos últimos embates na ONU qual a verdadeira cara e vocação da França. Todo mundo conhece a fama dos franceses quando o assunto é guerra entre outros…trairagem pura.

  6. Eu sempre gostei mais do gripen dentre os 3. Não esqueço o vídeo que vi, da suécia, no youtube, do gripen saindo de garagens residenciais, e decolando de estradas..

  7. Barca eu não duvido que se a opção for pelo gripen todas as propostas seram colocadas em contrato,afinal so um imbecil optaria por um contrato de “boca” alem do que os suecos tiverem uma excelente relação com a FAB no sivam cumprindo o contrato.

  8. …e dizer que tem pessoas que sonham com uma bela “JACA”, eu particularmente acho que o rafale já dançou, salvo se eles fizerem uma proposta muito melhorada ao brasil.

  9. O problema principal acho é a Saab pedir 5bi, se a Saab caísse na real e pedisse 1bi ou 1,5 bi, e ser parceiros reais para a venda no mundo tudo(*), acho já o governo escolheria esse projeto do NG.
    E no caso de acordar, o projeto deveria de mudar o nome, porque a Suécia é um país muito pequeno além de que nem compra o modelo, deveria se chamar Jaguar sei lá, não adianta adicionar BR, isso é de terceiromundista, nunca mais adicionar BR a nada. O Brasil é potência e vai para super-potência em duas décadas.

    Acho que a doidice não é só da Saab, acho que tem aí também empresa brasuca que está tentando pegar grana do BNDS com orçamentos exagerados.

    (*)Nada de ‘mercado sulamericano’ e tudas essas babaquices, o Brasil já não é um ator ‘sulamericano’. A Saab tem feito um lobby muito desrespeituoso para o país, além de se intrometer na política interna usando mídia oposicionista.

    França: o problema principal com a França são os seus ridículos subsídios agropecuários. França é a campiã do protecionismo agropecuário travando qq acordo com o Mercosul. Mas isso vai mudar, quando eles (o povo francês) não tenham dinheiro para bancar doidices como até pagar para que agricultores não plantem.
    Isso vai mudar, o jaguar pode esperar, isto é só o começo.

  10. O Brasil é hoje um player mundial; isto é uma realidade.Todos querem investir aqui. E as multinacionais da área de defesa são um exemplo.
    Quanto ao FX-2; as três empresas aproveitaram o “intervalo” para jogar pesado nos bastidores. O Rafale mantém o favoritismo, no entanto, seu custo operacional continua sendo o grande pesadelo.

  11. Bom o rafale já está escolhido depois das eleições vem a criança,agora os suecos tem que correr atrás,tb deveria ter colocado tudo isso no começo,outra coisa que sou a favor,seria a Saab criar esse centro no brasil,e pegar um emprestimo ATRÁVES DE UMA EMPRESA NACIONAL junto ao BNDES,e ficanciar esse projeto,com garantias do governo sueco,porque o rafale já está escolhido,o contrato praticamente com 90% terminado,na terceira semana depois da eleição caso terminando no primeito turno,meados de novembro ele será anunciado.

  12. Jaguarr :
    O Brasil é hoje um player mundial; isto é uma realidade.Todos querem investir aqui. E as multinacionais da área de defesa são um exemplo.
    Quanto ao FX-2; as três empresas aproveitaram o “intervalo” para jogar pesado nos bastidores. O Rafale mantém o favoritismo, no entanto, seu custo operacional continua sendo o grande pesadelo.

    BARCA :
    Bom o rafale já está escolhido depois das eleições vem a criança,agora os suecos tem que correr atrás,tb deveria ter colocado tudo isso no começo,outra coisa que sou a favor,seria a Saab criar esse centro no brasil,e pegar um emprestimo ATRÁVES DE UMA EMPRESA NACIONAL junto ao BNDES,e ficanciar esse projeto,com garantias do governo sueco,porque o rafale já está escolhido,o contrato praticamente com 90% terminado,na terceira semana depois da eleição caso terminando no primeito turno,meados de novembro ele será anunciado.

    Os Súécos estão atentos ao xadrez mundial do poder econômico, Se bemvindos,td ganharemos. Sds.

  13. Mais uma vez os suecos demonstram que são os únicos competidores realmente comprometidos com o espírito do FX-2. A Dassault promete “ToT irrestrita” mas todos sabemos que trata-se apenas de um adjetivo que fica bonito na imprensa e faz a alegria dos incautos apologista do “Novo Brasil Grande” mas que não é suficiente para camuflar a verdadeira face dos franceses ou seja, tão ou mais traiçoeiros que “Uzamericanú”

  14. O Brasil, poderia comprar dois modelos diferentes, o Gripen e o Rafale.
    o Gripen subistituiriam os F5 e o Rafale os Miragem 2000. O Que a Saab oferece e a maneira que faz isso é totalmente diferente da empresa francesa, é com orgulho de ter o Brasil como parceiro de verdade, tem até empresas brasileira no projeto Gripen NG. Agora a França só que o nosso dinheiro, não oferece nada e quando oferece é na marra. Pergunto, vcs também vê desta forma?

  15. “O Brasil, poderia comprar dois modelos diferentes, o Gripen e o Rafale.”

    Não consigo entender o que o Rafale faz melhor que o Gripen. Se é pra ter grupos de defesa aérea com aeronaves mais capazes, não poderiam ser Su-35BM e, futuramente, Su-50, deixando os Gripen como caças táticos?

    Imaginem 120 Gripen + 60 Su-35BM espalhados pelo país…

  16. Olha Edu infelizmente não dá para o Brasil comprar o Rafale e Gripen ao mesmo tempo,porque seriam dois aviões para cumprir a mesma função.Entre o Rafale e Gripen eu fico com o Rafale porque possui um radar mais potente,maior raio de combate e já possuí uma versão naval(que seria ótimo para nossa marinha operar no porta aviões São Paulo).O Brasil poderia sim operar outro avião alem do Rafale porem de maior porte.Eu gostaria de sugerir o F-14(mais infelizmente hoje ele só voa no irã),F-15,Su-35,ou o Pak-fa.Esses sim seriam aviões pra botar medo em qualquer invasor,mas um passo de cada vez.Pra mim já deu Rafale, o Ministro Jobim já escolheu o Rafale e andou soltando farpas contra os eua em Portugal numa recente reunião.

  17. Novobrasuk essa “conversa fiada” de que o rafale pode operar no São Paulo é MENTIROSA do contrario os franceses teriam mantido o FOCH, no maximo se conseguiria operar a jaca varejeira “quase pelada”.

  18. Caro Edu Nicácio, concordo com sua visão.

    O Rafale é um caça médio, que não agrega muito mais que um Gripen NG. Se fosse por exemplo um caça de 5ª geração, furtivo, eu entenderia sua aquisição. Mas no contexto das 3 opções, não vejo vantagem que justifique seu sobrepreço e custos de operação maiores. Sim, faria muito mais sentido um grupamento de SU-35 e posteriormente Su-50 para fazerem a composição Hi da FAB. E ao Gripen NG, cumpriria com folga missões de caça e apoio aéreo.

    Caro Novobrasuk, a estimativa de alcance do radar AESA do Rafale, está em dúvidas na minha opinião, deverá ter um desempenho parecido com Raven ES-05 do Gripen NG. Um alcance estimado entre 160/180 km para alvos de 5m2.

    []’s

  19. Jakson, só para constar, O Foch e Clemenceu estavam de saida da Marinha Francesa seriam substituídos por 2 nucleares razão pela qual ninguém iria querer extender a vida deles, sendo que apenas 1 foi construído o CDG que será substituído possivelmente por 2 CVF-PA-2.
    O Rafale opera sim, não vou repostar o vídeo já postado aqui mil vezes. Todos os testes de validação do Rafale M1 foram efetuados no Foch e só foram incorporados no CDG anos depois.
    Outra razão pela qual França descarto estender a vida dos dois navios é o fato deles não poderem operar aeronave E-2C Hawkeye, os antigos navios não tem capacidade de operar o Hawkeye este tipo de aeronaves não era operado nos antigos navios.
    A Marinhaquer o Tracker justamente por esta razão é menor e ajustável ao navio.
    sds
    E.M.Pinto

  20. E.M.Pinto;
    O rafale fez testes de catapultagem no Foch atual São paulo no entanto qual era a carga de combustível que levava interna e externamente e as armas que empregou eram reais ou de manipulação e instrução (que são ligeiramente mais leve).Na pratica o rafale e o gripen ng levara a mesma carga de armamentos com a diferença de que o gripen ng sera 8 toneladas mais leve e custara bem menos de 50% do rafale, alem de sua hora/voo ser também mais barata que a do rafale e o alcance ser ligeiramente superior que o do rafale.

  21. 3 tanques de 1250 litros e 6 micas.
    Não estou discutindo preços qualquer um sabe que o Gripen é muito mais barato, e por N Razões, isto nunca questionei.
    Nem tão pouco que seria viável uma versão naval do Gripen sem dúvida um caça formidável e que seria muito útil para nós.
    De qualquer forma a previsão da Marinha é operar o A 4 no A-12 o futuro caça da Marinha operará a partir dos novos Porta aviões que devem ter a construção iniciada em 2016 2016 e entrando em operação lá por 2020-2022. estes navios serão maiores e certamente contarão com catapultas mais potentes de forma que todo e qualquer caça do FX poderiam operar a partir dele.
    O são Paulo não estará mais na ativa quando a Marinha receber seus novos caças.
    Abraço
    E.M.Pinto

  22. Parece que muitos de nos ainda podemos mudar de opiniao quanto ao” Carro popular” voador! E digo isso nao querendo falar mau do Gripen mas ao contrario, acho que e um aviao verdadeiro e tem muitas qualidades.Se falarmos em problemas de transferencia de tec. , claro que sabemos q todos terao, mas eles querem comecar quase que do papel e isso e muito bom pra o que nos queremos que e aprender , desenvolver uma aeronave.E sabemos que tudo tudo que estao nos “prometendo” so sera valido e se tornara realidade com um bom contrato, senao tudo e so sonho e papo furado .Precisamos de uma frota de fusquinhas voando o Brasil afora e nao meia duzia de rolls royces!E creio que diante ao preco do Gripen isso sera bem mais possivel.A mecanica e tecnologia francesa e muito complicada pessoal!Vamos apostar nesse fusquinha barato , ter uma frota maior e aprender esse negocio e depois partimos pra proxima.Nao pensem que esses 36 rafales vao defender nos de alguem porque nao vao nao. Como disse :vamos comprar um aviao moderno ,barato, simples,economico e com a melhor proposta de transferencia!!!!!! Nao sei se posso colocar em modo melhor.Gratos

  23. Não e a quantidade de tanques mas sim de combustível, ja que as catapultas do Foch tinham uma capacidade de 15 e 20 toneladas e o rafale tem um peso máximo de 24,5 toneladas de decolagem.

  24. carlos argus :

    hms_tireless :
    Mais uma vez os suecos demonstram que são os únicos competidores realmente comprometidos com o espírito do FX-2. A Dassault promete “ToT irrestrita” mas todos sabemos que trata-se apenas de um adjetivo que fica bonito na imprensa e faz a alegria dos incautos apologista do “Novo Brasil Grande” mas que não é suficiente para camuflar a verdadeira face dos franceses ou seja, tão ou mais traiçoeiros que “Uzamericanú”

    Eu devo concordar com vc,+ temos de esperar p vermos se vai ocorrer a “transferência” de ToT , ref. os cascos dos SubsNucs,misseis de longo alcance…valeu amigo panfletário.Sds.

    Também concordo com você meu amigo igualmente panfletário(risos). Minhas desconfianças com a França remetem a história…

  25. Dell :
    O Brasil, poderia comprar dois modelos diferentes, o Gripen e o Rafale.
    o Gripen subistituiriam os F5 e o Rafale os Miragem 2000. O Que a Saab oferece e a maneira que faz isso é totalmente diferente da empresa francesa, é com orgulho de ter o Brasil como parceiro de verdade, tem até empresas brasileira no projeto Gripen NG. Agora a França só que o nosso dinheiro, não oferece nada e quando oferece é na marra. Pergunto, vcs também vê desta forma?

    Concordo com o amigo e acho que ficaremos só com 36 Rafale e com o desenvolvimento do NG para o restante das necessidades.

  26. Caro NIck
    Como ficaria a manutenção de dois caças diferntes que iriam desenpenhar um mesma função.O Gripen é um ótimo caça o Rafale também.Sem contar que já existe uma versão naval plenamente capaz de operar em porta aviões, o que reduziria muito o custo de manutenção sem contar em treinamento de equipes de terra.
    Pra mim a dupla dos sonhos ou seria F-15 e F-14 ou Su-35 e SU-34 a última faria a 4ª Frota passar bem longe do Pré-sal.

  27. Imaginem 80 Su-35 e 40 Su-34.

  28. hms tireless :

    carlos argus :

    hms_tireless :
    Mais uma vez os suecos demonstram que são os únicos competidores realmente comprometidos com o espírito do FX-2. A Dassault promete “ToT irrestrita” mas todos sabemos que trata-se apenas de um adjetivo que fica bonito na imprensa e faz a alegria dos incautos apologista do “Novo Brasil Grande” mas que não é suficiente para camuflar a verdadeira face dos franceses ou seja, tão ou mais traiçoeiros que “Uzamericanú”

    Eu devo concordar com vc,+ temos de esperar p vermos se vai ocorrer a “transferência” de ToT , ref. os cascos dos SubsNucs,misseis de longo alcance…valeu amigo panfletário.Sds.

    Também concordo com você meu amigo igualmente panfletário(risos). Minhas desconfianças com a França remetem a história…

    Basta lembrar da argentina 1982..Sds amigo panfletário.

  29. Novobrasuk :
    Caro NIck
    Como ficaria a manutenção de dois caças diferntes que iriam desenpenhar um mesma função.O Gripen é um ótimo caça o Rafale também.Sem contar que já existe uma versão naval plenamente capaz de operar em porta aviões, o que reduziria muito o custo de manutenção sem contar em treinamento de equipes de terra.
    Pra mim a dupla dos sonhos ou seria F-15 e F-14 ou Su-35 e SU-34 a última faria a 4ª Frota passar bem longe do Pré-sal.

    Caro Brasuk,

    Existem vantagens e desvantagens em se operar 2 caças de procedências diferentes.

    Enquanto clientes de fornecedores estrangeiros, diversificar significa reduzir riscos, seja através de aumento de preços de peças de reposição até suspensão pura e simples de fornecimento (embargo). Outra vantagem é reduzir a possibilidade de toda sua frota de caças ficar groundeada por motivos técnicos.

    A desvantagem é o aumento do custo logístico, treinamento de pessoal.

    O SU-35 é um caça pesado, com custos provavelmente maiores de manutenção e operação. Em compensação oferece maior persistência em combate e maior raio de ação. O SU-50 segue a mesma linha, com a vantagem de ser um caça de 5ª geração.

    O Gripen NG é um caça leve-médio, projetado para oferecer um ótimo custo-benefício, com baixos custos de operação. Sua desvantagem comparado ao um caça pesado seria seu alcance menor, e menor carga paga.

    Em um Mix Hi-Lo eles se complementam, podendo oferecer a maior capacidade de entrega para as diversas missões que uma Força Aérea é destinada a fazer. Missões CAP, BARCAP, Superioridade Aérea, Apoio Aproximado, Ataques AntiNavio, Reconhecimento, Interdição à longa distância. Destas missões, algumas o Su-35 cumpriria melhor, outras o Gripen NG cumpriria tranquilamente, apesar que poderia cumprir todas. Por exemplo BARCAP à longa distância ficaria com o Su-35, e CAP a distâncias médias com o Gripen NG. Interdição à longa distância ficaria à cargo do SU-35, e apoio aéreo aproximado, com o Gripen NG. São alguns exemplos.

    Porque um mix HI-Hi não é viável? Basicamente custos. Nem a USAF é composta apenas de F-15 e F-22. Precisam do F-16 e futuramente o F-35. A França apesar de não oficial opera um MIX Hi-Lo com Mirage 2000 e Rafales. A Russia vai de MIG-29s e SU-27/30/35. A China de SU-27/J-11 e J-10.

    O Brasil opera apenas Lo. Esse é que o problema. Em tese os M-2000 seriam o Hi, mas tecnologicamente estão defasados. O FX-2 deveria ser planejado cuidadosamente para compor esse MIX. Seria um caça leve agora e um pesado depois, ou vice-versa.

    Se vier o Rafale, e ficarmos só nele, teremos uma situação dificil e de alto risco, visto que ficaremos com um tipo apenas de caça, com custos altos de operação e não é um 5ª geração puro.

    []’s

  30. Mas Nick
    Seguindo sua lógica de racicínio operaríamos low-low com Rafale e Gripen(ou quem seria o hi entre os dois)na mesma função.Faltaria o Hi que teria que ser o F15, Su-35 ou Pak Fa.
    E quanto a logística não ficarímos tão ruim já que França prometeu a polêmica ToT total e irrestrita. só faltariam os motores,radares e avionicos que a meu ver dificilmente serão produzidos aqui.Mísseis nós sabemos produzir,não são os melhores mas eu vejo uma boa evolução e tem tudo para melhorar.

  31. Caro Novobrasuk,

    Se por uma hipótese a FAB operasse Rafale e Gripen NG ao mesmo tempo, não seria muito diferente do que fazemos com M-2000 / F-5M. Os dois são ótimos caças e o Rafale ficaria como Hi e o Gripen NG como Lo. Mas, não vejo no Rafale algumas qualidades que um verdadeiro Hi deve ter, como você mesmo citou, o F-15, o Su-35 e futuramente o PAK-FA. Por outro lado, operar o Rafale como componente Lo, não é exatamente o ideal visto seus custos operacionais. Se por hipótese, não houvesse nenhuma restrição orçamentária e recursos garantidos para a FAB, não veria problema, mas a realidade é outra, e não só para a nossa. Qualquer Força Aérea busca compor o fator quantidade(que é tão importante quanto a qualidade) com caças mais baratos de adquirir e manter. Portanto eu vejo o Gripen Ng mais adequado nesse sentido, também.

    Portanto uma força aérea balanceada, com um orçamento limitado, capaz de executar todas as missões que lhe são atribuídas exige qualidade(Hi) e quantidade(lo).

    Com relação à transferência irrestrita, mesmo que a França autorizasse a transferência de 100% do caça frânces, com copyright e tudo, simplesmente não teríamos como absorver essa tecnologia. Isso se faz com investimentos à longo prazo em educação, pesquisa e tecnologia. A Índia que investe muito mais que o Brasil em tecnologia militar, ainda não conseguiu desenvolver sua turbina Kaveri a nível que ela deseja, e já busca um motor alternativo para o seu Tejas.

    Você está certo em duvidar de produzir motores, radares e aviônicos por aqui.
    Onde temos capacidade de absorver tecnologia? Temos basicamente a Embraer. Ela é capaz de absorver e aplicar tecnologia aprendida. Onde? Em engenharia, design, esrutura, integração. É onde ela já tem uma expertise, e pode agregar algo mais com esse FX-2. Teríamos outras empresas como a AKaer, que aliás já está participando no desenvolvimento do Gripen Ng, temos a Aeroeletrônica(com capital da Elbit), temos a Mectron, a Avibrás… E outras com menos estrutura. Tirando a Embraer as outras precisam do apoio governamental para crescerem e tornarem-se competitivas nesse campo. Resumindo, qualquer TT, que não seja para a Embraer eu vejo com ceticismo.

    []’s

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