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USS Independence (LCS-2)

In Defesa, Naval, Navios de Guerra on 26/09/2010 by konner7

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O projeto para a Independência (LCS 2) é baseado em um trimarã de alta velocidade casco foi construído pela Austral. Embora o casco trimarã aumente a área de superfície total, ainda é capaz de atingir uma velocidade sustentável de cerca de 50 nós, 60 mph, e 90 km / h) com um alcance de 10.000 náuticas (milhas 19,000 km).

A Independência (LCS 2) carrega um armamento padrão para auto-defesa, comando e controle. Contudo, ao contrário dos tradicionais navios de combate com armamento fixo, como canhões e mísseis, os módulos de missão podem ser adaptados ou configurados para um pacote de missão especifico.  Os módulos podem consistir de aeronaves tripuladas, ou veículos não tripulados e sensores off-board.

Fonte: Gdlcs

7 Respostas to “USS Independence (LCS-2)”

  1. Para um país que está em decadencia… não está mal.
    Se não me engano foi montado na Austrália.

  2. Isso é uma Fragata ou um Destroier?

  3. Apenas sei que é um littoral combat ship (LCS)

  4. Bela nave. …O chifre vai ficar cada vez mais pessado para o touro…

  5. é uma bela nave, mais sera que aumenta tao significativamente as suas utilidades em comparaçao a outras que nao tem este desenho mais “avançado”.

  6. A Independence definitivamente não é um destróier.
    Também não é uma fragata, embora seja maior que a maioria das corvetas.
    Mas acho que poderia ser classificada de fragata leve.
    Se levarmos em conta que uma fragata classe Perry desloca em torno de 4500 t e a Barroso umas 2300 T (full), a Independece desloca 2700 t (full).
    Mas mundando de assunto, interessante é que parece terem adotado a configuração da ponte da Enterprise, onde a ponte de comando (passadiço) e o centro de operações de combate se comunicam.

    Leonardo,
    Os requisitos para o LCS que culminaram com a Independence eram no sentido de que a embarcação tivesse excelente capacidade marinheira no litoral e inclusive em rios, atingisse uma velocidade máxima de pelo menos 45 nós, alta furtividade (radar, IR, sonora, magnética, etc), altamente integrada ao conceito de “guerra centrada em redes”, pudesse operar inserindo ou extraindo tropas, tivesse um alto nível de automação, pudesse operar pelo menos 2 helicópteros e fosse altamente modular, tendo como armamentos fixos apenas o canhão MK110 de 57mm.
    Sensores e armas são modulares, melhor se adequando a cada cenário, mas em geral o armamento se resume, além do canhão, a um lançador de mísseis RAM (Sea RAM no caso do Independence), 2 a 4 metralhadoras “ponto 50” e provavelmente 60 mísseis NLOS.
    Outras opções são: mísseis Harpoon, lançadores Mk32 de torpedos Mk54, canhões Mk38 de 25 mm, etc.
    Um abraço.

  7. karlus73 :
    Para um país que está em decadencia… não está mal.
    Se não me engano foi montado na Austrália.

    Na autrália…que mudança.

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